Monthly Archives: setembro 2018

Dois apostadores dividem prêmio da Mega-Sena e faturam R$ 22 milhões

Dois apostadores acertaram as seis dezenas do concurso 2.074 da Mega-Sena. Os bilhetes de Passos (MG) e de São Sebastião (SP) vão render o prêmio de R$ 22.327.541,33 para cada um. Os números sorteados neste sábado (1º), em São José do Cedro (SC),

Confira o rateio oficial:

Os números sorteados foram: 08 – 18 – 23 – 37 – 42 – 58

O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 5, é de R$ 20 milhões.

Sena – 6 números acertados – 2 apostas ganhadoras, R$ 22.327.541,33

Quina – 5 números acertados – 172 apostas ganhadoras, R$ 19.405,99

Quadra – 4 números acertados – 8812 apostas ganhadoras, R$ 541,11

QUINA

Nenhum apostador acertou as cinco dezenas do concurso 4.766 da Quina. Os números sorteados neste sábado (1º), em São José do Cedro (SC), foram os seguintes: 16, 18, 41, 43 e 59. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 3, é de R$ 2 milhões.

Confira o rateio oficial:

Quina – 5 números acertados – Não houve acertador

Quadra – 4 números acertados – 87 apostas ganhadoras, R$ 4.308,76

Terno – 3 números acertados – 4427 apostas ganhadoras, R$ 127,33

Duque – 2 números acertados – 115655 apostas ganhadoras, R$ 2,68

TIMEMANIA

Nenhum apostador acertou as sete dezenas do concurso 1.226 da Timemania. Os números sorteados neste sábado (1º), em São José do Cedro (SC), foram os seguintes: 06, 19, 43, 69, 70, 74 e 80. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 4, é de R$ 6,1 milhões.

Confira o rateio oficial:

7 números acertados – Não houve acertador

6 números acertados – 4 apostas ganhadoras, R$ 25.485,79

5 números acertados – 192 apostas ganhadoras, R$ 758,50

4 números acertados – 3417 apostas ganhadoras, R$ 6,00

3 números acertados – 32490 apostas ganhadoras, R$ 2,00

DUPLA-SENA

Nenhum apostador acertou as seis dezenas das duas faixas do concurso 1.834 da Dupla-Sena. Os números sorteados neste sábado (1º), em São José do Cedro (SC), foram os seguintes: 1º sorteio – 03, 08, 12, 22, 33 e 50; 2º sorteio – 02, 16, 21, 23, 24 e 37. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 4, é de R$ 4,4 milhões.

Confira o rateio oficial:

Premiação – 1º Sorteio

Sena – 6 números acertados – Não Houve ganhadores

Quina – 5 números acertados – 19 apostas ganhadoras R$ 3.419,16

Quadra – 4 números acertados – 1025 apostas ganhadoras R$ 72,43

Terno – 3 números acertados – 19778 apostas ganhadoras R$ 1,87

Premiação – 2º Sorteio

Sena – 6 números acertados – Não Houve ganhadores

Quina – 5 números acertados – 13 apostas ganhadoras R$ 4.497,51

Quadra – 4 números acertados – 881 apostas ganhadoras R$ 84,27

Terno – 3 números acertados – 17163 apostas ganhadoras R$ 2,16

FEDERAL

A Caixa divulgou os números do sorteio 5.315, realizado neste sábado (1º), em São José do Cedro (SC).

1º bilhete – 30105 – 700.000,00

2º bilhete – 64943 – 28.000,00

3º bilhete – 20527 – 26.000,00

4º bilhete – 22476 – 22.000,00

5º bilhete – 66773 – 20.040,00

Janot elogia voto de Barroso pela decisão sobre Lula: 'Grande ministro'

‘Grande Ministro Barroso’, afirmou o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, durante a sessão do Tribunal Superior Eleitoral que barrou a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2018.

A votação foi encerrada no início da madrugada deste sábado, 1.º, após mais de 10 horas de sessão. O registro da candidatura de Lula foi rejeitado por 6 votos a 1. O tribunal deu prazo de dez dias para a coligação apresentar um novo cabeça de chapa.

Luís Roberto Barroso representou um dos votos vencedores. “A Lei da Ficha Limpa não foi um golpe ou decisão de gabinetes. Foi em verdade fruto de uma grande mobilização popular em torno do aumento da moralidade e da probidade na política”, comentou, durante a sessão.

Além do comentário, Janot também compartilhou notícias referentes ao voto de Barroso. O ex-procurador-geral é responsável por uma das denúncias contra o ex-presidente, que o envolve numa suposta organização criminosa na cúpula de seu partido. A peça ficou conhecida como ‘Quadrilhão do PT’, e elenca diversas delações e investigações sobre o suposto loteamento da Petrobras pela legenda, com o fim de cometer crimes.

Alta de 14% no combustível mobiliza caminhoneiros e ameaça eleições

Os grupos de mensagem de caminhoneiros no WhatsApp voltaram a ficar ativos desde o anúncio da alta de até 14% no preço do diesel na última sexta-feira (31).

O caminhoneiro Salvador Edimilson Carneiro, o Dodô, que administra a página UDC – Brasil (União dos Caminhoneiros do Brasil), no Facebook, com 800 membros, afirma que já há uma movimentação para que os caminhoneiros voltem a parar.

Carneiro é membro do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado da Bahia. Ele é caminhoneiro há 30 anos e participou dos protestos de maio, quando criou a página no Facebook e passou a gravar vídeos sobre os protestos.

As redes sociais e o WhatsApp foram os principais meios de mobilização usados pelos caminhoneiros durante a paralisação de 11 dias em maio. A UDC – Brasil divulgou nota afirmando que iniciariam uma paralisação após o feriado de 7 de Setembro.  

Segundo Carneiro, o comunicado foi uma iniciativa isolada de um dos membros do grupo, mas ele confirma a disposição da categoria em discutir uma nova manifestação.

“Se fosse pela empolgação, hoje íamos amanhecer parados em vários pontos”, afirma.

Ele conta que várias lideranças que tiveram participação na paralisação de maio – como Gilson Baitaca e Wallace Landim (Chorão)- acalmaram os ânimos e tentam organizar um ato na sede da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

No início da noite deste sábado, a ANTT já tinha uma nota em seu site afirmando que, por conta da variação no preço do diesel irá promover os ajustes na tabela do frete, conforme previsto na lei sancionada por Temer.

A ideia dos caminhoneiros é pressionar os órgãos reguladores responsáveis por fazer valer o acordo acertado com o governo em maio.

“Nós vamos juntar dez caminhoneiros de cada estado do país e vamos para Brasília, para a frente do prédio da ANTT. Sem baderna. Vamos fazer igual aos sem-teto, vamos invadir o prédio e só sair de lá quando atenderem a gente”, afirmou.

Os caminhoneiros pedem por mais fiscalização da ANTT sobre as transportadoras que não cumprem a tabela do frete, além de pedir pela definição final sobre a lei, que hoje está em análise pelo STF.

“Também queremos que o [ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz] Fux dê logo uma canetada a nosso favor, e aprove a lei”.

Após o decreto assinado por Temer em junho, associações e empresas entraram com ações contrárias à imposição do preço mínimo para o transporte de mercadoria. Fux decidiu então por uma audiência pública que irá ocorrer no próximo dia 27. Em agosto, ele ouviu as partes envolvidas.

A lei que estabeleceu a nova política de frete prevê revisão dos pisos mínimos caso o combustível tenha oscilação superior a 10%, como ocorreu na sexta-feira, para acomodar o aumento de custos dos caminhoneiros.

As demandas divulgadas em nota da União dos Caminhoneiros do Brasil foram espalhadas pelos vários grupos e redes sociais. Carneio diz que, ao contrário do que está no comunicado, ainda não existe consenso sobre uma data para o possível início dos protestos.

Outra liderança surgida durante os protestos de maio, o caminhoneiro autônomo Wallace Landim, conhecido como Chorão, também convoca a categoria para ir a Brasília cobrar a ANTT.

“A ANTT tem a obrigação de soltar um novo piso, que está na lei”, continua, marcando a manifestação para o dia 12 de setembro e ameaçando com paralisação caso o pleito não seja atendido. A agência divulgou que promoverá os ajustes.

Carneiro diz que se não houver acordo com a ANTT, os caminhoneiros irão para as estradas, sem prazo para saírem. “E se parar, a gente vai parar as eleições”, afirma.

De Mato Grosso, Gilson Baitaca, líder do Movimento dos Transportadores de Grãos, faz coro com os outros caminhoneiros e diz que se a ANTT não se posicionar até o dia 7 ou 8 de setembro, é grande o risco de haver novas paralisações.

Baitaca também afirma que as transportadoras não estão cumprindo os preços tabela do frete e não há fiscalização a respeito. “Queremos ver a lei chegar na ponta, nos caminhoneiros que estão nas estradas”, afirma.

No comunicado da UDC-Brasil, o grupo pede a dissolução da diretoria da ANTT e que haja um representante dos caminhoneiros autônomos no novo corpo diretivo do órgão.

Em cenário inédito, campanha testará força da propaganda eleitoral

A campanha presidencial deste ano permitirá testar a força da propaganda eleitoral na televisão e nas redes sociais num ambiente muito diferente daquele em que os políticos brasileiros se acostumaram a buscar votos.

As pesquisas do Datafolha mostram que os candidatos que venceram as últimas seis eleições presidenciais já chegaram ao dia da estreia do horário eleitoral como favoritos e usaram o período para crescer e consolidar a liderança.

A propaganda foi decisiva para definir os adversários enfrentados pelos líderes da corrida nos anos em que a disputa chegou ao segundo turno, tornando a competição pela segunda vaga especialmente acirrada em 2002 e 2014.

As pesquisas mostram também que o interesse pelos programas dos candidatos vem diminuindo, mas ele ainda é grande, e é maior entre os eleitores mais pobres, cuja dependência da televisão como fonte de informação é maior.

Ninguém com menos de 10% do tempo reservado para o horário eleitoral chegou ao segundo turno de uma eleição presidencial no Brasil até hoje, nota o cientista político Jairo Nicolau, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Mas desta vez o primeiro colocado nas pesquisas, nos cenários em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é excluído, é o deputado Jair Bolsonaro (PSL), que tem 22% das intenções de voto e terá apenas 8 segundos para falar no horário eleitoral.

Bolsonaro conta com seus milhões de seguidores na internet para se defender dos ataques sofridos na televisão e manter votos suficientes para chegar ao segundo turno, mas ninguém consegue prever se a estratégia terá resultado.

“As mídias sociais podem ajudá-lo a cristalizar votos e enrijecer a bolha em que ele cresceu, mas não a alcançar quem pensa diferente dele”, diz o cientista político Felipe Borba, professor da Unirio.

Com 45% do tempo dos programas do horário eleitoral e o direito de veicular diariamente uma dúzia de anúncios nos intervalos comerciais da programação das redes de televisão, Geraldo Alckmin (PSDB) garantiu enorme exposição para divulgar sua plataforma eleitoral e atacar os rivais.

Mas nenhum candidato com tantos recursos chegou antes a esta etapa da competição com prestígio tão reduzido quanto o de Alckmin. Segundo o Datafolha mais recente, o tucano alcançou 9% das intenções de voto em agosto.

Além disso, regras adotadas para esta eleição impedirão que os marqueteiros de Alckmin explorem as mesmas estratégias que tiveram sucesso em campanhas anteriores.

A legislação determina que os candidatos apareçam em 75% do tempo de seus programas, o que reduz o espaço disponível para aliados que poderiam combater seus adversários sem que o cabeça da chapa precisasse sujar as mãos.

“Candidatos evitam se associar a campanhas negativas porque sabem que os eleitores não gostam, mas terão menos tempo para bater nos rivais se fizerem isso desta vez”, afirma Jairo Pimentel, da FGV (Fundação Getulio Vargas).

O mesmo fator poderá prejudicar a transferência de votos de Lula para o vice Fernando Haddad, que deve substituí-lo, porque o líder petista só poderá aparecer em 25% dos programas depois que a Justiça impediu sua candidatura.

Com 434 anúncios para exibir até outubro, Alckmin terá como contornar essa restrição. Os especialistas dizem que as propagandas são mais eficazes do que os programas do horário eleitoral, porque atingem eleitores menos interessados na disputa política quando estão desprevenidos.

Mas pode ser também que esse efeito seja menor desta vez. “No intervalo comercial, todo mundo agora pega o celular para conferir as redes sociais”, diz Maurício Moura, que dirige o instituto de pesquisas Ideia Big Data. “É certo que o conteúdo veiculado na televisão será reproduzido nas redes, mas não sabemos quanta atenção receberá ali.” Com informações da Folha de S.Paulo.

Michel Temer busca mostrar que governo ainda não acabou

Com somente quatro meses de mandato, o presidente Michel Temer encomendou à equipe ministerial um pacote de medidas para mostrar que seu governo não acabou.

Até as propostas mais adiantadas, porém, enfrentam resistências. Em alguns casos, auxiliares presidenciais levam adiante os procedimentos protocolares mesmo avaliando que não haverá progresso.

Com o enfraquecimento político do presidente, a maior parte tende a ficar como herança para o próximo governo.

Para mostrar que está ativo, Temer negociou o reajuste da magistratura federal e voltou atrás, na última sexta-feira (31), no aumento para o funcionalismo diante das reações por deixar um Orçamento mais amargo para o próximo presidente.

Em contrapartida, acabou dando R$ 8 a mais no aumento do salário mínimo que seria de R$ 998 e, agora, será de R$ 1.006. Mesmo com o cenário desanimador, o Palácio do Planalto diz ser possível tirar as medidas o papel.

“Nós vamos até o dia 31 de dezembro agindo como se o governo continuasse no próximo ano”, disse à Folha o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Proposta pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, a medida provisória que permitiu bancos de financiarem hospitais beneficentes com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pode ser revista.

Em vigor desde meados de agosto, ela prejudica o fundo e, por isso, seus representantes tentam corrigir problemas.

A regra determina que sejam direcionados R$ 4 bilhões por ano para os hospitais, mas não permite que esse recurso seja redirecionado caso não seja usado pelas entidades.

Além disso, a lei do FGTS define que os recursos só podem ser destinados para investimentos e, no caso dessa medida, não há como garantir que não irá para o custeio das Santas Casas, por exemplo, que hoje estão à míngua.

No Ministério de Relações Exteriores, Temer pediu que fosse fechado um acordo comercial do Mercosul com a Coreia do Sul, já que as tratativas iniciais com a China congelaram depois que as relações entre o país asiático e os EUA se deterioram.

Nas palavras de assessores palacianos, o presidente “quer porque quer” um acordo do bloco com algum país da Ásia.

Quem participa das conversas afirma que não há qualquer possibilidade de avanço nessa negociação porque a Coreia do Sul é um dos mais agressivos em incentivos industriais, o que causaria problemas com a indústria dos países do Mercosul, especialmente no Brasil.

O protocolo, porém, está sendo levado adiante, como pede o presidente.

Também nas negociações pela entrada do Brasil como membro da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) o jogo é improvável.

Os representantes do Brasil nem sequer são atendidos, ainda segundo assessores do presidente. Israel já vetou o Brasil e os Estados Unidos pendem para a Argentina, caso os integrantes do grupo abram mesmo uma vaga para a América Latina.

Também existem dificuldades no plano de concessões. Para leiloar os doze aeroportos neste ano, Temer terá de modificar a regra que concedeu para os investidores interessados cem dias entre a data de lançamento do edital e o leilão para avaliarem o negócio.

Para evitar mais desgaste, assessores do presidente chegaram a pedir que o secretário de Aviação, Dario Rais Lopes, solicitasse a mudança do prazo para dois meses.

Ele negou e, agora, o próprio presidente terá de fazer a alteração. Caso contrário, o leilão pode ficar para 2019.

Temer espera que o TCU (Tribunal de Contas da União) aprove o edital dos aeroportos em meados de setembro e, com sorte, segundo os assessores, será possível fazer o leilão logo após o Natal.

Para o governo, esse leilão é importante para mostrar que houve investimento privado mesmo com a crise.

Diversas prorrogações de contratos de rodovias e ferrovias – que foram questionadas pelo TCU– e até mesmo projetos novos, como o da Ferrovia Norte-Sul (FNS), tiveram de ser revistos.

O Ministério Público de Contas do TCU questionou, na semana passada, até mesmo a ideia central do modelo de concessão.

No cronograma final do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), vinculado a Temer, constam a RIS (Rodovia de Integração Sul), prevista para o início de novembro, e o trecho entre Goiás e Tocantins da BR 153.

Padilha afirma que também serão concedidas até o fim do ano as BRs 163, 60 e 262.

Nos dois últimos meses do ano, após a conclusão do processo eleitoral, o presidente tem repetido que tentará viabilizar as aprovações da reforma da Previdência e da simplificação tributária. As duas, contudo, têm poucas chances de sair do papel.

Com a resistência dos candidatos a presidente ao projeto final, as mudanças nas aposentadorias devem ficar para o próximo ano, adequando-se ao programa do novo governo.

“Uma coisa é o candidato agora e outra coisa é o presidente que tem de governar. A conversa será bem diferente”, disse Padilha.

Apesar da disposição do governo, só há abertura dos parlamentares para discutir a simplificação do PIS e Cofins. O debate sobre o IVA teria de incluir os estados, o que torna inviável a aprovação neste ano.

A reforma do funcionalismo, que redefine o plano de carreira do serviço público, também deve ficar para o próximo presidente diante da resistência do setor, que conseguiu apoio suficiente para barrá-la.

Mesmo assim, a ideia é entregar as propostas empacadas para o novo presidente como “herança do atual governo”. Com informações da Folhapress.

O site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) passou a exibir neste sábado (1º) o registro de Lula (PT) como “inapto”. O sistema de registro de candidaturas (Divulgacand) foi alterado depois que a Corte decidiu nesta 6ª barrar o registro da candidatura do petista.

A página ainda mostra a situação da candidatura como “indeferida”, o que é descrito como o “candidato que não reuniu as condições necessárias ao registro”.

Já o registro do vice de Lula, Fernando Haddad, é exibido como “apto” e “deferido”. Haddad deverá herdar a cabeça de chapa de Lula.

A candidatura de Lula é a única dos 13 postulantes ao Planalto que é classificada como indeferida.

Onze aparecem como “deferidas”. O registro de Jair Bolsonaro (PSL) ainda está pendente de aprovação.

Numa reunião que parecia ser para umas 50 pessoas para oficializar seus candidatos nessas eleições, o ex-prefeito Totonho Valadares recebeu na sua residência umas 300 pessoas que se aglomeram numa grande sala, que contou com a presença do deputado estadual Waldemar Borges, do ex-prefeito Edson Moura, dos vereadores Daniel Valadares e Cancão, do médico José Cordeiro, muitos comerciantes e diversos seguidores políticos de Totonho. O deputado Gonzaga Patriota que também iria participar da reunião foi surpreendido com a notícia do falecimento da sua irmã e teve que cancelar sua agenda e retornar para Petrolina no início da noite.

Num discurso inflamado, e como é do seu perfil, sincero, Totonho começou dizendo que se sentia honrado com a presença daquela quantidade de pessoas, “hoje o telefone estava péssimo e eu não conseguia falar com meus amigos, mas eu saí aqui no meu carro e aqueles amigos que eu ia encontrando eu ia avisando e estou muito feliz em receber essa quantidade de amigos e olhar nos olhos de cada um e anunciar em quem vou votar. Aqueles que quiserem me acompanhar eu vou votar ‘começando de baixo pra cima’, Waldemar Borges será meu estadual, Gonzaga Patriota será meu federal, ambos do PSB, candidatos ao Senado, tem vários nomes, mas eu vou votar em Mendonça Filho (DEM), no outro senador eu estou propenso a votar em Bruno Araújo (PSDB). Agora para governador eu ainda vou pensar, se o governador Paulo Câmara quiser meu voto terá que vir aqui na minha casa pedir, senão não tem voto”, disse Totonho.

Mesmo estando na presença do líder do governo na Alepe, Waldemar Borges, Totonho justificou a sua insatisfação com o governador Paulo Câmara, onde disse “Dr. Arraes vinha pra minha casa e ficávamos ali ‘na curva do vento’ até altas horas. Eduardo Campos dormia na minha casa, Dr. Armando Monteiro esteve aqui e conversamos por quase uma hora, Mendonça Filho esteve aqui e conversamos bastante, agora esse governador (Paulo Câmara) quando me encontra em alguma solenidade faz de conta que não sabe quem eu sou, por isso se quiser meu voto tem que vir na minha casa, pra pedir meu voto tem que ser aqui”, detonou o ex-prefeito.

O deputado Waldemar Borges terá que trabalhar como bombeiro para apagar essa chama, e no final da reunião o mesmo se prontificou a procura o governador Paulo Câmara e contornar a situação. Mas para aqueles que conhecem o temperamento de Totonho Valadares, sabe que não terá retorno nas suas palavras se algo novo não aconteça, como por exemplo, o governador querendo o voto, venha pessoalmente pedir. Em outras palavras, Totonho quer ser reconhecido com um ex-prefeito com três mandatos no município, e muitos ainda o consideram uma liderança.

Em estado de satisfação com a presença dos seus seguidores Totonho abrindo seu discurso disse que “não vamos deixar que em Afogados da Ingazeira escolha candidatos tirando o nome do bolso”, numa clara demonstração de que ainda não digeriu a escolha do vice-prefeito Alessandro Palmeira, que teve seu nome posto na chapa de José Patriota, onde o próprio Totonho tinha seu nome na disputa e que retirou em prol de um novo nome, o que não aconteceu.

Atualmente contando com o apoio dos prefeitos de 13 dos 22 municípios que possuem mais de 50 mil eleitores, o candidato a governador Armando Monteiro (PTB) promove na próxima segunda-feira (03) um evento no Recife onde será anunciado o apoio do prefeito Luciano Duque (PT) à sua candidatura.

A entrada de Duque na campanha de Armando não apenas ajuda a fortalecer ainda mais a candidatura do petebista no Sertão do Pajeú, tendo em vista que Serra Talhada é o maior colégio eleitoral da região, mas também acrescenta um simbolismo muito grande a campanha de Armando, uma vez que Luciano Duque era o principal defensor da candidatura de Marília Arraes ao Governo do Estado e deve influenciar boa parte dos eleitores que ficaram órfãos com a saída de Marília para que votem em Armando Monteiro.

Recentemente Luciano Duque realizou um grande evento pra anunciar Marília Arraes como sua candidata a deputada federal, Augusto César como o seu estadual e Sílvio Costa como seu candidato a senador.

Entre os municípios com maior eleitorado no Estado Armando conta com o apoio dos prefeitos de Jaboatão dos Guararapes, Petrolina, Caruaru, Ipojuca, Camaragibe, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata, Igarassu, Gravatá, Goiana, Garanhuns, Belo Jardim e Araripina. Com a entrada de Serra Talhada Armando contabilizará o apoio de 14 dos 22 prefeitos que comandam os maiores colégios eleitorais de Pernambuco.

Ainda para os próximos dias Armando deve receber o apoio de vários prefeitos, inclusive de lideranças que hoje são contabilizadas pela Frente Popular como apoiadores da candidatura de Paulo Câmara. 

Paulo Câmara  Armando Monteiro

Folha Política

No primeiro dia de guia eleitoral, no horário da noite, o senador Armando Monteiro Neto já ficou sem direito de exibir o seu programa ontem (31). Isso porque duas decisões do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) favoreceram a coligação da Frente Popular, que acusou propaganda irregular, montagens e truncagens, com notícias falsas.

Nos bastidores das campanhas, lideranças sublinhavam como inusitado o primeiro filme do petebista já ceder espaço a imagens do adversário. “Nunca vi isso no primeiro programa”, destacava uma fonte, em reserva. A observação se dá porque, em geral, as estreias ocorrem com exibição de biografias em clima mais ameno e os embates ficam para um segundo momento.

Coordenador Jurídico da Frente Popular, Carlos Neves assinala: “As notícias são montadas para colocar Paulo como se fosse candidato de Temer, o que é grande mentira. Temer tem dois ministros candidatos a senador, um líder do governo defendendo a candidatura de Armando. Eles usam a impopularidade de Temer para criar vínculo com Paulo e depois pegar todo esse material e jogar na propaganda”. Carlos Neves anota ainda que “o prefeito deles disse que Paulo era candidato de Temer. Eles deturpam a realidade através de estados que não existiram. Inclusive, aparece Lula pedindo, agora, voto para Armando, o que é impossível por vários fatores”. As decisões do TRE em relação à inserção e ao guia foram dadas por dois desembargadores diferentes: Karina Albuquerque e Itamar Pereira.

Em nota, a coligação Pernambuco Vai Mudar registrou que o programa não foi ao ar “por um equívoco do fornecedor de mídia, que repetiu conteúdos que eram distintos entre os dois horários reservados para a propaganda”. E questionou “a determinação da campanha do atual governador em judicializar a eleição já no primeiro dia da propaganda de Rádio e TV”, acusando Paulo Câmara e o PSB de tentar “vencer no tapetão”.

O movimento da Pernambuco Vai Mudar de “bater” no adversário já no primeiro dia retrata a polarização que se estabeleceu na disputa e o uso das imagens de Lula nos filmes dos dois lados reforça a concorrência para colar a imagem na do ex-presidente, que figura, em Pernambuco, na casa dos 60% de intenções de voto e vem dando, ainda que à distância, o tom do embate. Enquanto isso, a rejeição, na casa dos 90% de Temer, vem sendo tratada como a “batata quente” do pleito.

Em seus últimos meses no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer experimenta uma mistura de marasmo com alguns focos de crise. Ele passará a faixa presidencial para o novo presidente em 1º de janeiro de 2019. O emedebista não tentará a reeleição e afirma que aproveitaria o período para avançar em projetos para ajuste fiscal e terminar obras.

Na prática, o que acontece é diferente. Nas últimas semanas, o Palácio do Planalto teve de se envolver 2 pontos: a crise migratória e de segurança em Roraima e o reajuste a servidores públicos.

Apesar de estadual, a situação em Roraima envolveu o governo federal. Roraima cobrou do presidente medidas para aliviar os efeitos da entrada de imigrantes venezuelanos para o Estado.

O Planalto liberou recursos, mas não escapou das críticas de políticos roraimenses. O senador Romero Jucá (RR) deixou o posto de líder do governo no Senado alegando divergências com a maneira como a questão estava sendo tratada. Jucá é presidente nacional do MDB, sigla do presidente.

Na última terça-feira (28), Michel Temer anunciou a autorização do uso das Forças Armadas nas áreas fronteiriças de Roraima. Ministros admitiram que a governadora do Estado, Suely Campos (PP), não havia pedido a instauração da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e que foi apenas comunicada. A crise em Roraima passou a ser o principal tema de falas dos ministros no Palácio do Planalto.

Vai e vem do reajuste

Com taxas recordes de impopularidade, o governo de Temer no início do ano esperava aprovar algumas medidas no Congresso como as propostas para equacionar pendências financeiras de distribuidoras da Eletrobras e mesmo a privatização da estatal. Os projetos ajudariam as contas públicas e reforçariam o discurso de ajuste fiscal do governo. Não conseguiu.

O que ocorreu nos últimos dias foi o contrário. O presidente passou a discutir com o STF um reajuste de 16,38% nos salários de servidores do Judiciário. O aumento afetará o quadro da União (Executivo, Judiciário e Legislativo). O Tesouro Nacional estima que o “efeito cascata” custará ao erário R$ 1,4 bilhão para 2019.

Nesta semana, o governo ainda mudou de ideia algumas vezes sobre o reajuste servidores do Executivo. Inicialmente, falava-se em adiar para 2020. Na 4ª, integrantes do governo falaram que o reajuste seria mantido para 2019. No fim, o governo optou pela postergação.

Apesar das decisões envolvendo Roraima e o Orçamento, o fim da gestão de Temer tem sido marcada pelo paralisação. Com o foco nas eleições e o esvaziamento de Brasília, as principais propostas do governo estão travadas no Congresso.

Em entrevista, Temer já tem sido questionado o que fará depois que deixar o Planalto.

“Penso que está na hora de uma relativa aposentadoria. Digo ‘relativa porque pretendo sair e dar meus pareceres. Quero escrever alguns livros técnicos e até romances”, falou o presidente na terça-feira.

Quando deixar o Planalto, em 1º de janeiro, Temer terá passado 2 anos, 7 meses e 20 dias no comando do Brasil. Passou parte do tempo lidando com crises.

Envolto em gravações da JBS, Temer foi denunciado duas vezes pela Procuradoria Geral da República. Sem parte de seu capital político, o presidente não conseguiu aprovar sua principal reforma, a da Previdência.

Teve ainda de enfrentar uma crise de desabastecimento causada pela paralisação dos caminhoneiros e investigações sobre possível favorecimento na edição da MP dos Portos.

Em pouco mais de 2 anos de governo, o presidente Michel Temer perdeu 7 de seus ministros após a revelação de escândalos em que estavam envolvidos, sem contar outros nomes que saíram em situação desconfortável, mas por motivos diversos.

Senador Eunício Oliveira (MDB-CE), candidato à reeleição, encontra o candidato a vice-presidente da República pelo PT, Fernando Haddad. Foto: Reprodução

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), se encontrou nesta sexta-feira (31) com o candidato a vice-presidente da República pelo PT, Fernando Haddad, em Fortaleza. Natural, uma vez que MDB e PT, apesar de diferenças nacionais, juntaram-se no estado.

O detalhe é que o PDT também faz parte dessa parceria, mas que ninguém espere uma foto em que apareçam Eunício e Ciro Gomes, candidato pedetista ao Planalto, juntos. Onde Ciro está Eunício não está. E vice-versa.

Candidatos arrecadam R$ 109,2 milhões nos primeiros dias de campanha

Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até esta sexta-feira (31), dez dos 13 candidatos à Presidência da República disseram ter arrecadado R$ 109,2 milhões nos primeiros dias da campanha eleitoral.

Até a publicação desta matéria, os candidatos Jair Bolsonaro (PSL), Cabo Daciolo (Patriota) e José Maria Eymael (DC) não haviam declarado receitas à Justiça.

De acordo com o portal G1, deste total, 80,5% foram repassados aos candidatos pelos partidos aos quais são filiados.

Pelas regras em vigor este ano, cada candidato a presidente pode gastar até R$ 70 milhões no primeiro turno e até R$ 35 milhões, no segundo.

Confira no quadro abaixo quanto cada um dos candidatos declarou:

Notícias ao Minuto

Programa eleitoral do PT mantém Lula como candidato após decisão do TSE

O primeiro programa eleitoral de rádio dos candidatos à Presidência da República, transmitido neste sábado (1º), teve Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do PT.

Na madrugada, os ministros do TSE decidiram por 6 votos a 1 barrar a candidatura de Lula com base na Lei da Ficha. A aparição do petista como presidenciável nesta manhã, entretanto, não indica desrespeito à decisão da corte, uma vez que a Justiça compreendeu que não haveria tempo para substituir o material que seria transmitido.

O programa do PT foi aberto com um alerta para a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU, dizendo que ele poderia participar da disputa. “Lula é candidato a presidente, sim”, afirmou o programa.

Haddad apareceu na propaganda como candidato a vice-presidente, dizendo que muitos imaginavam que o partido e o povo iriam abandonar Lula.

A voz do ex-presidente surge ao final, criticando cortes feitos por Temer e afirmando já ter mostrado que o Brasil pode ser melhor. “Acredito que juntos somos capazes de reconstruir esse país”, diz. Com informações da Folha de S.Paulo.

Vacinação contra sarampo e pólio tem dia extra neste sábado

A poucas horas do fim da campanha nacional de vacinação contra sarampo e poliomielite, nesta sexta-feira (31), balanço do Ministério da Saúde apontava que cerca de 2,2 milhões de crianças entre um e cinco anos de idade ainda não foram vacinadas.

O índice equivale a 20% do público-alvo da campanha, formado por 11,2 milhões de crianças nessa faixa etária. A vacina é indicada independentemente da situação vacinal anterior.

O objetivo é reforçar a imunização e conter o avanço do sarampo no país, doença que já leva a surtos na região Norte.

Em meio a essa dificuldade, o Ministério da Saúde passou a orientar estados e municípios que ainda não atingiram a meta de vacinar 95% das crianças para que mantenham postos de saúde abertos por horário estendido neste sábado (1º).

Na prática, a medida deve funcionar como um segundo “dia D” da campanha de vacinação. O primeiro ocorreu em 18 de agosto.

A mobilização, porém, dependerá da adesão das secretarias de saúde. A recomendação é que pais verifiquem com a secretaria de seu município quais postos estarão abertos.

Em São Paulo, a secretaria estadual da Saúde confirmou a realização de um novo “dia D” neste sábado. As estratégias poderão variar em cada município. Na capital paulista, cerca de 90 postos de saúde estarão de plantão.

No estado, há 2,2 milhões de crianças na faixa etária de 1 a 5 anos, e mais de 1,7 milhão delas já havia sido vacinadas contra as duas doenças durante a campanha.

Até a manhã desta sexta-feira (31), apenas três estados já tinham alcançado a meta de vacinar até 95% das crianças dessa faixa etária: Amapá, Rondônia e Pernambuco.

Em outros dez, o desafio é maior por estarem abaixo da atual média nacional de 80% das crianças vacinadas. Destes, o estado com o menor índice de vacinação é o Rio de Janeiro, seguido de Roraima e Distrito Federal.

Apesar dos baixos índices, ainda não há decisão sobre uma possível prorrogação da campanha de vacinação a nível nacional. A situação dependerá da adesão ao segundo dia D.

Estados, porém, terão autonomia para esticar os prazos. No último fim de semana, por exemplo, novos dias de mobilização já haviam sido realizados em São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Espírito Santo e Amapá.

REFORÇO

Neste ano, a campanha de vacinação é “indiscriminada”, o que significa que mesmo crianças que estão com a carteirinha de vacinação em dia devem receber novas doses de reforço contra as duas doenças. O objetivo é elevar a cobertura vacinal no país e reforçar a proteção de já vacinados. Desde fevereiro, o país já registra 1.553 casos de sarampo, com sete mortes. Outros 6.975 casos permanecem em investigação.

Já a poliomielite preocupa diante da queda nas coberturas vacinais, o que aumenta o risco de retorno da doença caso haja nova reintrodução do vírus no país e contato com não vacinados. Durante a mobilização, a aplicação das doses tem esquemas diferentes dependendo da situação vacinal de cada criança.

Crianças que nunca tomaram nenhuma dose de vacina contra a pólio, por exemplo, devem receber uma dose da VIP (vacina injetável).

Já aquelas que já tiverem tomado uma ou mais doses recebem a VOP (vacina oral), conhecida como gotinha. A ideia é reforçar a imunização contra a doença.

Contra o sarampo, a campanha prevê que todas as crianças recebam uma dose da vacina tríplice viral. A exceção são aquelas que já foram vacinadas nos últimos 30 dias.

Segundo as secretarias de saúde, a vacina é contraindicada apenas para crianças imunodeprimidas, como aquelas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes de câncer.

Já crianças alérgicas à proteína lactoalbumina, presente no leite de vaca, devem informar o quadro às equipes de saúde. Neste caso, elas recebem outra vacina contra sarampo, produzida pelo instituto BioManguinhos. Com informações da Folhapress.

Foto: Ana Maria / NE10 INTERIOR

Por volta das 9h10 da manhã deste sábado (1º), o governador Paulo Câmara (PSB) desembarcou no Aeroporto de Garanhuns ao lado do senador Humberto Costa (PT) e da candidata a vice Luciana Santos (PCdoB), para cumprir agenda com Fernando Haddad (PT), até então candidato a vice do ex-presidente Lula (PT) que teve sua candidatura impugnada nessa sexta-feira (31) pelo TSE.

Com agenda na cidade natal do ex-presidente, Haddad participará de um ato público com integrantes da Frente Popular na Praça Dominguinhos e concederá entrevista coletiva no Hotel Tavares Correia, em Garanhuns, afim de se tornar mais conhecido na região já que ele deverá assumir o posto de candidato do PT com a impugnação da candidatura de Lula. Após o término da atividade, Haddad segue para Maceió.

Com o voto do ministro Admar Gonzaga, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, na noite dessa sexta-feira (31), para negar o registro da candidatura de Lula à presidência da República. Além dele, acompanharam o relator, Luís Roberto Barroso, contra a postulação do petista, Jorge Mussi, Og Fernandes e Tarcísio Vieira. Edson Fachin divergiu e foi o único que opinou para que Lula seja candidato.

Lula está preso desde o dia 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR).