Pedro Araújo

As informações que informam as verdades dos fatos, sem ferir ou denegrir pessoas ou imagens. Como também, nunca procurando agradar aos maus feitores.

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Após tomar conhecimento de que médicos contratados pela Prefeitura de Serra Talhada e vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) estariam prescrevendo aos usuários medicamentos que não estão previstos na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou que a Secretaria de Saúde do município adotasse providências para que esses profissionais priorizem as medicações incluídas na referida relação.

Segundo o documento, casos constate que o medicamento oferecido pelo SUS não seja eficaz para o caso específico de seu paciente, o médico poderá prescrever outro não padronizado, desde que justifique as razões por escrito, em laudo médico.

“A falta de prioridades na adoção, pelo profissional médico, de produtos padronizados, constantes na Rename, tem influenciado na desarticulação da assistência farmacêutica no âmbito dos serviços de saúde”, comentou o promotor de Justiça Rodrigo Amorim da Silva Santos.

Além disso, os médicos também deverão ser orientados a emitirem documentos com caligrafia legível, preferencialmente digitado ou, em caso de impossibilidade, com letra de fôrma, sob o risco de responderem por infração administrativa perante o Conselho Regional de Medicina.

“A emissão de documentos médicos ilegíveis tem o potencial de colocar em risco a vida dos usuário, tanto para postergar o fornecimento de medicamento em razão da ilegibilidade da caligrafia, ou por possibilitar a dispensação equivocada de medicamentos pela incompreensão do que fora prescrito”, destacou o promotor.

Ainda segundo a publicação, caso a Farmácia Básica do município identifique que a receita médica apresentada pelo usuário prescreve medicamentos não padronizados pelo SUS sem as devidas justificativas médicas, deverão ser adotadas providências administrativas imediatas para submeter o usuário a nova consulta médica, a fim de verificar a possibilidade de substituição do medicamento por outro que esteja disponível à dispensação para a população.

Por fim, a recomendação reforça que o município deverá manter a regularidade dos estoques de medicamentos inerentes à atenção básica, tanto na farmácia do município, quanto nas demais unidades de saúde. Do site do MPPE.

Alô COMPESA, tem alguém aí?

Por Danizete Siqueira de Lima

Vimos acompanhando há algum tempo, através das nossas rádios e blogs locais, o descaso da COMPESA com o atendimento aos seus usuários, notadamente, na questão mais crucial: a irregularidade no abastecimento às nossas residências.

Não é fato novo a Compesa prestar um serviço de má qualidade aos seus usuários. Sempre se soube do seu descaso no tratamento dado à população em qualquer parte do estado por onde você passe, tanto é que, por várias e várias vezes cogitou-se a possibilidade de sua privatização, visando alguma melhoria.

No nosso caso especificamente, em outros tempos de crise, como pano de fundo era alegado o quesito “racionamento”. Sabemos de sã consciência, que esse precioso líquido nem sempre é abundante por essas paragens, mas, em 2019, paciência. Tivemos chuvas em quantidade suficiente para encher os nossos reservatórios e darmos um descanso ao “Velho Chico”, tão explorado e sacrificado além da conta, dado ao grau de irresponsabilidade de uma boa parte da população que não toma conhecimento da importância que devemos dar ao tão precioso líquido.

O que mais nos chama à atenção é o descaso vir de tanto tempo e ninguém toma uma providência. Entra governo, sai governo, entra prefeito, sai prefeito, mudam os diretores e tudo continua como a famosa cantiga da perua. Ninguém responde, ninguém tem culpa, ninguém assume e tudo continua no jogo do empurra-empurra, numa irresponsabilidade sem tamanho. É aquela velha história: todos querem a festa mas ninguém quer batizar a criança.

O governo estadual, não existe; o municipal, fecha os olhos, pois deve ter coisas mais importantes para fazer, mesmo porque nas casas dos ricos não faltam água. Pelo contrário, sobram cisternas, caixas reservatórios e até piscinas para os seus deleites nos finais de semana. Resumindo, não temos a quem recorrer. O único procedimento que a empresa cumpre fielmente e até com um certo rigor é na cobrança das contas. Aí sim, são de uma competência a toda prova.

Água em nossas torneiras poderá faltar por uma ou duas semanas mas, dinheiro para pagar as contas, se faltar estaremos ferrados com cobranças, cortes, aborrecimentos e mais taxas de religação para ampliação das receitas, que é o mais importante.

Seria muito bom que a empresa utilizasse o mesmo rigor das cobranças, também, na prestação dos serviços aos seus consumidores. Em sua grande maioria, como dissemos antes, trata-se de pessoas humildes que não dispõem de outros recursos, ou seja, elas têm ou não têm água, embora os R$ 50,00 (cinquenta reais) da taxa mínima (10m³), para o pagamento da conta mensal esteja ali guardadinho a sete chaves, esperando o dia do vencimento.

Portanto caríssimos leitores, com o intuito de exercermos a nossa cidadania, deixamos aqui o nosso apelo: cadê os nossos vereadores, cadê a prefeitura, cadê as lideranças comunitárias, cadê os deputados que nos representam? Poderíamos perguntar: cadê o governo do estado, que é o responsável direto pelas nomeações de técnicos e diretores dessa empresa? Esse, podemos descartar. Não está cuidando nem das “PEs” que nos rodeiam e que insistem em ceifar vidas de pais e mães de família que precisam transitar diariamente por essas tábuas de pirulito que tanto nos envergonham.

Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), representada pelo seu presidente e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota e por demais gestores pernambucanos, participou da Mobilização Municipalista organizada pela Confederação Nacional do Municípios (CNM) para esta terça-feira (17), durante todo o dia. A parte da manhã foi marcada por reunião com os líderes municipalistas. A tarde foi de mobilização com deputados e senadores.

O presidente da CNM, Glademir Aroldi, durante cerimônia de abertura, abordou as conquistas municipalistas na perspectiva da missão do movimento e apresentou as reivindicações dos municípios. Dentre os pontos discutidos estiveram a Reforma Tributária, Reforma da Previdência, distribuição do ISS, 1% do Fundo de Participação dos Municípios para setembro, o prazo para o fim dos lixões, cessão onerosa, Lei Kandir – Fundo Social, nova Lei de Licitações e a execução direta de emendas.

Segundo Aroldi, “essa mobilização é para buscar apoio de deputados e deputadas para que a matéria (1% do FPM) seja aprovada o mais breve possível com o mesmo critério. O leilão do pré-sal (cessão onerosa) está marcado para dia 06 de novembro, é agora, devemos estar atentos”. Sobre a Nova Previdência, o líder frisou que “incluindo os 2018 municípios que possuem o regime próprio significa economia de R$ 41 bilhões nos próximos 4 anos e de R$ 170 bilhões nos próximos 10 anos.”

A CNM, junto às federações e associações a nível estadual, é autora de importantes articulações políticas que visam à melhoria da qualidade dos serviços municipais.

Em reunião com os líderes de todas associações e federações municipalistas do Brasil, José Patriota frisou a importância da manutenção dessas reuniões, pois o movimento municipalista mantém sua voz atuante. “Não devemos vir até aqui para ficarmos calados, temos que nos unir, nos manifestar. Temos que dizer o que pensamos, o que achamos, para traçarmos metas que ajudem na melhora da vida dos nossos munícipes”, concluiu.

Com as reivindicações em ordem, a mobilização seguiu pela tarde com visita a gabinetes de deputados e senadores. A ação culminou em reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que assumiu colocar em pauta as matérias que tocam à gestão municipal. Os próximos passos do movimento também foram alinhados entre os gestores. Com informações do site da Amupe.

Na expectativa de receber três meses de salários atrasados, ex-funcionários da Prefeitura de Cabrobó registraram queixa na Delegacia de Polícia Civil da cidade na última segunda-feira (16). Segundo informações do Blog de Didi Galvão, o grupo que procurou a polícia trabalhava na Secretaria da Mulher, Cultura, Esporte e Lazer.

Os ex-servidores denunciaram no Boletim de Ocorrência (B.O) que os vencimentos constam como pagos no Portal da Transparência da prefeitura, apesar de não terem recebido. Eles afirmam que a estratégia do governo municipal é mostrar aos órgãos fiscalizadores, a exemplo do TCE, que a folha de pagamento está em dia.

Questionado pelo blog sobre a acusação, o prefeito Marcílio Cavalcanti disse que a ação dos ex-funcionários é meramente política e que não existe qualquer irregularidade no poder executivo. Contudo, reconhece o débito e garante que vai pagar todos os salários atrasados até o dia 31 de dezembro, conforme acordado com o Ministério Público.

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O Centro Cultural Rossini Alves Couto recebe em 19 e 20 de setembro o 3º Encontro Nacional do CIRA (Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos). No encontro deste mês, procuradores, promotores e servidores dos Ministérios Públicos do Brasil; membros e servidores das instituições parceiras, como Procuradoria-Geral do Estado, Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Defesa Social, poderão se aprimorar e discutir como intensificar a repreensão aos crimes contra a ordem tributária. 

O CIRA foi criado com a finalidade de propor medidas para o aprimoramento das ações e busca da efetividade na recuperação de ativos de titularidade, assim como trazer uma nova forma de atuação conjunta entre os órgãos e instituições públicas que integram o comitê. São planejadas ações preventivas e de efetividade na recuperação de ativos públicos, decorrentes de crimes de sonegação fiscal e também de fraude estruturada, aquela que é organizada de forma planejada e sofisticada.

O encontro é uma realização da Procuradoria-Geral de Justiça, com a coordenação da Escola Superior do Ministério Público de Pernambuco e apoio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Combate à Sonegação Fiscal (Caop Sonegação Fiscal).

Confira a programação completa no site https://doity.com.br/iii-encontro-nacional-do-cira.

Termômetros podem marcar 30ºC no Grande Recife / Foto: Mariana Barros/TV Jornal

Com a chegada da quarta-feira (18), já estamos na metade da semana. Após um dia de chuvas moderadas na Região Metropolitana, a previsão do tempo divulgada pela Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac) indica chuva fraca na madrugada e primeiras horas da manhã em três regiões e céu parcialmente nublado em outras três regiões do Estado.

O Grande Recife recebe chuva na madrugada e primeiras horas da manhã, com intensidade fraca e de forma isolada. A temperatura máxima atinge os 31° C, a mínima é de 21° C. Com umidade em 90%.

Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o nascer do sol acontece por volta das 5h10. A força dos ventos, ao longo do dia, será de fraco a moderado.

No Agreste, a previsão do tempo é parcialmente nublado, sem chuva ao longo do dia, com temperatura mínima em 17° C. Sendo assim, a temperatura mais fria de Pernambuco.

Confira a previsão completa:

Região Metropolitana

Parcialmente nublado, com chuva rápida de forma isolada, no período da madrugada e nas primeiras horas da manhã com intensidade fraca.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 31º Mínima: 21º

Mata Norte

Parcialmente nublado, com chuva rápida de forma isolada, no período da madrugada e nas primeiras horas da manhã com intensidade fraca.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 31º Mínima: 21º

Mata Sul

Parcialmente nublado, com chuva rápida de forma isolada, no período da madrugada e nas primeiras horas da manhã com intensidade fraca.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 31º Mínima: 21º

Agreste

Parcialmente nublado sem chuva em toda a região ao longo do dia.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 30º Mínima: 17º

Sertão de Pernambuco

Parcialmente nublado sem chuva em toda a região ao longo do dia.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 36º Mínima: 18º

Sertão de São Francisco

Parcialmente nublado sem chuva em toda a região ao longo do dia.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 35º Mínima: 20º

Arena Corinthians

A Justiça acatou o pedido da Caixa Econômica Federal para incluir o nome da Arena Itaquera S/A, que administra o estádio do Corinthians, no cadastro de inadimplentes do Serasa. O despacho é do dia 27 de agosto de 2019.

No processo, o banco informa que o Corinthians não paga as parcelas do financiamento da arena desde março e, por isso, cobra uma multa no valor de R$ 48,7 milhões. O total da causa é de R$ 536 milhões, o que inclui multa, juros e correções, além do valor do financiamento para a obra do estádio. Na ação, que está na 24.ª Vara Cível Federal de São Paulo, o banco alega que estão em aberto às parcelas de março, abril, maio, junho, julho e agosto deste ano. 

A parcela de janeiro, paga, foi de R$ 6.442.357,31 e a de fevereiro de R$ 6.565.312,96 e totalizam R$ 13.007.670,30. O valor em aberto dos meses subsequentes é de R$ 33.789.494,81.

O Estadão entrou em contato com o advogado do Corinthians, Fábio Trubilhano, para saber se o clube havia respondido a notificação recebida pela Caixa na última semana e obteve a seguinte resposta. “A Arena Itaquera SA foi citada em execução judicial movida pela CEF. As alegações defensivas cabíveis serão apresentados em juízo, por meio de institutos jurídicos próprios, nos prazos legais”, informou.

O presidente Andrés Sanchez concedeu coletiva na última sexta-feira e informou que apenas dois meses estavam atrasados. No entanto, lembrou que, caso a Caixa não estivesse contando o período de um acordo verbal, esse atraso contaria desde março. Procurado, o Corinthians não se manifestou.

O clube havia acertado verbalmente com a gestão anterior da Caixa novo parcelamento da dívida. Desde o ano passado, existe um acordo entre as partes. Esse acerto só não foi sacramentado até agora, segundo explicações do Corinthians, pela “perspectiva da iminente troca de comando da instituição financeira”. Andrés deve ir ao Conselho Deliberativo do clube até o fim do mês para prestar esclarecimentos sobre o acordo com a Caixa. Com informações do jornal O Estado de S.Paulo.

O presidente Jair Bolsonaro chega ao Palácio da Alvorada, em Brasília, nesta segunda-feira, apos se submeter a mais uma cirurgia em São Paulo Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

Apesar de o presidente Jair Bolsonaro ter afirmado há duas semanas e reiterado nesta segunda-feira que iria à 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas “nem que fosse de cadeira de rodas”, integrantes do Palácio do Planalto já admitem que o chefe do Executivo pode não comparecer ao evento na próxima semana em Nova York, nos Estados Unidos.  Oficialmente, as razões alegadas são apenas restrições médicas.  Bolsonaro se recupera de uma cirurgia para correção de uma hérnia, realizada no dia 8 de setembro.

Entretanto, antes mesmo do procedimento médico, alguns assessores avaliam, reservadamente, que, após polêmicas envolvendo as queimadas da Floresta Amazônica, há também um risco político pelas possibilidades de protestos.

Entre os auxiliares e familiares do presidente, existe uma divergência sobre a ida ou não à ONU. A equipe médica que realizou a última cirurgia e pessoas próximas a Bolsonaro recomendam que ele não viaje para se preservar. Interlocutores disseram à reportagem que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, tenta convencer o marido a cancelar a viagem.

Outro grupo defende que o momento é fundamental para o governo Bolsonaro se posicionar perante a comunidade internacional e fazer uma defesa pública da soberania da Amazônia, após o embate com o presidente francês Emmanuel Macron, que disse que não assinará o acordo da União Europeia com o Mercosul se o país por não preservar a floresta.  Bolsonaro, por sua vez, “quer ir de todo jeito”, segundo o relato de um auxiliar.

Um outro assessor disse que, na tarde desta terça, as chances de ida aos Estados Unidos diminuíram. No início da noite, o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, admitiu que a ida de Bolsonaro à ONU está “sob análise”. Segundo ele, o aval só será dado após Bolsonaro ser submetido a uma nova avaliação da equipe médica na sexta-feira pela manhã. Rêgo Barros destacou que o presidente tem uma boa recuperação e afirmou que a viagem está “praticamente definida”. Continue lendo

Reprodução

Henrique Valladares, ex-vice-presidente da Odebrecht, e um dos 78 da empreiteira que viraram delatores da Lava-Jato, foi encontrado morto ontem (17), em sua casa no Rio de Janeiro.

Valladares fez uma das delações mais ecléticas e explosivas entre os ex-Odebrecht. Ia de figurinhas carimbadas, como Aécio Neves e Edison Lobão, até lideranças indígenas, passando pela CUT.

Contou ter pago R$ 50 milhões a Aécio Neves depositados em contas no exterior. Afirmou também ter recebido até uma cobrança de dinheiro pedida a ele por Edison Lobão quando o então ministro de Dilma estava internado numa UTI. Em ambos os casos, a Odebrecht queria como retribuição facilidades na área de energia.

No caso dos índios, quem recebia era o chefe da tribo:

— Esse cara se tornou até meu amigo, tenho até um cocar lá em casa. O chefe da tribo lá é o Antenor Karitario. Pagava para ele R$ 5 mil por mês, depositado na conta da esposa. E mais R$ 2 mil para o Orlando que deve ser outro cacique lá da tribo. 

E no da CUT, o codinome da turma da propina na planilha da Odebrecht era ‘Barbudos’. Delatou Valladares:

— Barbudos, esse é fácil adivinhar. Isso é para os representantes da CUT de Porto Velho. 

O senador Jorge Kajuru (Patriota-GO) revelou nesta terça-feira (17) que está com um tumor no pâncreas. Ele disse, durante sessão deliberativa no plenário, que estava desobedecendo a uma ordem médica para participar das votações do Senado e indicou que só vai se submeter à cirurgia recomendada pelos médicos depois da votação da reforma da Previdência.

“Eu estou com um tumor no pâncreas, preciso fazer uma cirurgia urgente em São Paulo, mas não quero sair daqui por causa de votação como esta de hoje [do fundo partidário], por causa da votação da reforma da Previdência. Estou desobedecendo ao médico e vou continuar assim”, revelou Kajuru, explicando que, depois da cirurgia, deve ser submetido a um tratamento de aproximadamente 30 dias antes de voltar ao Senado.

Ele ainda revelou que tomou essa decisão porque não quer ser taxado de covarde se não participar da votação da reforma da Previdência e, sobretudo, por acreditar que “vai demorar para morrer”. “Eu vou enterrar muito canalha ainda. Eu não vou morrer”, afirmou o senador.

Mais cedo, a Juíza Selma já havia dito no plenário que admirava a determinação de Kajuru, que havia passado mal na manhã desta terça-feira, mas continuava no Senado para participar da votação do projeto que pretendia aumentar os recursos e afrouxar as regras do fundo partidário.

“A dor é insuportável, eu tenho que ficar sentado o tempo inteiro e dói. Mas eu não poderia ficar fora desta sessão de hoje, não poderia. Como não quero ficar fora da votação da reforma da previdência, que, evidentemente, até agora não me agradou, porque não atendeu até agora os nossos interesses, que não são nossos, são da população, especialmente a mais carente. Então, não vou ficar fora, porque vão dizer que eu fui covarde”, admitiu Kajuru.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu na noite desta terça-feira (17) que o lançamento de candidaturas laranjas para fraudar a cota de candidaturas femininas em eleições pode resultar na cassação de uma chapa inteira.

Essa foi a pena imposta, por 4 votos a 3, aos integrantes de uma coligação formada para a eleição à Câmara de Vereadores do município de Valença do Piauí (PI). Segundo o processo, 5 dos 29 integrantes da chapa eram candidatas laranjas. Todos os eleitos na chapa perderam seus mandatos.

Esta foi a primeira vez que o TSE analisou um processo de fraude na cota de gênero. Pela lei, os partidos são obrigados a contarem com o mínimo de 30% de candidatas mulheres em uma eleição legislativa.

A decisão para o caso da cidade piauiense abre precedentes para aplicação em futuros julgamentos sobre a questão. O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, foi acusado de ter lançado mão do mesmo expediente de candidaturas laranjas nas últimas eleições. O partido teria se valido dessa estratégia ao lançar candidatas a deputadas federais em Minas Gerais e em Pernambuco. As informações são do Uol.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, homologou nesta terça-feira (17) acordo que destina R$ 2,6 bilhões do Fundo da Lava Jato para a Amazônia e para a Educação.

Eis a íntegra do documento

A medida vem após o governo federal, o Legislativo e a PGR (Procuradoria Geral da República) chegarem a um acordo no dia 5 deste mês, em reunião no Supremo.

A divisão é a mesma que foi apresentada pelo Legislativo em 23 de agosto:

  • R$ 1,06 bilhão – para o combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia:
  • R$ 630 milhões para a União, por meio de ações da GLO (Garantia da Lei e da Ordem), para o amparo de orçamento no do Ministério da Defesa;
  • R$ 430 milhões vão para ações em conjunto com os Estados da região;
  • R$ 1,6 bilhão – para a Educação:
  • R$ 1 bilhão destinado para a educação infantil;
  • R$ 250 milhões para o Ministério da Cidadania, para ações relacionadas ao Programa Criança Feliz, que compreende uma série de iniciativas vocacionadas ao desenvolvimento integral da Primeira Infância;
  • R$ 250 milhões para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, para ações relacionadas a projetos ligados a empreendedorismo, inovação, popularização da ciência, educação em ciência e tecnologias aplicadas, tais como Bolsas de pesquisa pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e a Construção da Fonte de Luz Síncrotron de 4ª Geração;
  • R$ 100 milhões para ações socioeducativas em cooperação com os Estados, preferencialmente por intermédio do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

O STF enviou nesta terça-feira ofício notificando ainda a Caixa Econômica Federal (onde o dinheiro está) para que o dinheiro seja transferido o para o Tesouro em uma conta específica. A partir daí — quase que imediatamente, portanto—, o dinheiro poderá ser usado.

A Caixa Econômica transferirá ainda hoje os recursos pro Tesouro.

O VALOR

Os R$ 2,6 bilhões se referem a uma multa paga pela Petrobras nos Estados Unidos e foram repatriados por ação da Lava Jato. Houve muita controvérsia sobre como usar os recursos. Procuradores da Lava Jato em Curitiba queriam criar um fundo que seria gerido pelo Ministério Público. O caso foi parar no STF.

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (17) um substitutivo ao projeto da Câmara dos Deputados que alterava várias regras eleitorais. No texto produzido pelo relator, senador Weverton (PDT-MA), que foi aprovado simbolicamente, essas mudanças foram trocadas apenas pelo estabelecimento do fundo eleitoral – que também não teve um valor definido.

O texto agora retorna à Câmara dos Deputados, que pode reconstituí-lo, e então segue para a sanção presidencial. Esse processo precisa ter seu fim até o dia 4 de outubro para que a medida possa valer já nas eleições municipais de 2020. Eis a íntegra do que foi aprovado.

O projeto de lei 5029 de 2019 foi aprovado pelos deputados em 4 de setembro e trazia alterações, por exemplo, na propaganda partidária. Esta havia sido eliminada com a criação do fundo eleitoral de financiamento das campanhas, o chamado fundão, que foi mantido pelos senadores.

A possibilidade de ampliar o fundo eleitoral durante a tramitação do orçamento de 2020 e o uso dos recursos do fundo para pagar diversas novas despesas inclusive de advogados e contadores eram outras medidas trazidas pelo texto original.

Ele também afrouxava medidas de combate à corrupção e liberava os gastos com passagens aéreas até para não filiados às siglas, por exemplo. Eis a íntegra do que chegou ao Senado.

Grupo Especializado de Fiscalização do IBAMA desativa garimpos ilegais nos parques nacionais do Jamanxim e do Rio Novo, no Pará.

Representantes de garimpeiros, que atuam em exploração ilegal em áreas da floresta nacional do Crepori, no Pará, receberam um inédito respaldo do Governo Federal, ao se reunir com várias autoridades do primeiro escalão do Planalto. Entre elas estavam o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e do Meio Ambiente, Ricardo Salles. O grupo conseguiu o encontro em Brasília, realizado na segunda-feira, 16 de setembro, após bloquear, na semana passada, trecho paraense da rodovia BR-163. Protestavam contra a atuação de fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), do Instituto Chico Mendes (ICMbio) e agentes da Força Nacional. A ação dos fiscais, feita uma semana antes do bloqueio, terminou com a queima de retroescavadeiras e maquinários usados pelos invasores, uma prerrogativa legal que os agentes possuem. Os garimpeiros agora pressionam Salles para rever essa lei e punir os servidores.

“Nós precisamos, com urgência, no prazo de uma semana, apresentar ações que foram feitas de forma truculenta e arbitrária onde destruíram maquinários fora da lei. O ministro [Ricardo Salles] exigiu na mão para abrir sindicância contra os agentes [do Ibama]”, diz um homem em áudio de WhatsApp ao qual o jornal El País teve acesso. Identificado como Fernando Brandão, ele enviou a mensagem em um grupo do aplicativo usado pelos garimpeiros depois de ter sido recebido em Brasília junto com outros representantes.

A reunião com os garimpeiros foi confirmada pela a própria Casa Civil em nota publicada na segunda-feira, apesar de o encontro não constar na agenda oficial da pasta. Lorenzoni assegurou que a gestão Jair Bolsonaro (PSL) se compromete a buscar “uma solução estruturante e de longo prazo para as demandas trazidas pelos garimpeiros”, afirma a nota, que ainda destaca uma frase do próprio ministro em que fala do respeito “ao setor produtivo” por parte do Governo: “Em duas semanas nos reuniremos novamente e apresentaremos nossas propostas de soluções para a questão da regularização fundiária e a exploração mineral em terras indígenas”. A Casa Civil voltará a se reunir com os representantes no dia 2 de outubro.

A quantidade de autoridades que participaram dão o peso do encontro. Além de Salles e Lorenzoni, estiveram presentes os ministros da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos; da Secretaria Geral da Presidência, Jorge Oliveira; e do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno. Compareceram também o advogado-geral da União, André Mendonça, secretários das pastas de Minas e Energia, Infraestrutura e Agricultura, além dos presidentes do Ibama, do Incra e da Funai, parlamentares da região e o secretário da Casa Civil do Governo do Pará. “Outras pessoas que acompanham o assunto disseram que nunca houve tanto ministro para atender a gente numa reunião dessas”, celebrava outros garimpeiros em áudio distribuído num grupo de WhatsApp. “Foi um feito muito grande o que nós fizemos com essa paralisação. Todos estão de parabéns”.

A 14ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), edição 2018, reuniu mais de 18 milhões de inscritos em todo o Brasil. E contou com a participação de escolas particulares, registrando um novo recorde de escolas inscritas: 54.498 instituições, abrangendo 99,44% dos municípios de todo o país.

Em Pernambuco, foram 12 medalhistas de ouro. Destes, dois são Afogadenses: os jovens Bruno Vinícius, aluno da Escola Ana Melo; e Alisson da Cunha Souza, aluno da Escola Dom Mota, ambas da rede municipal de ensino. E nesta terça-feira (17), uma delegação afogadense, capitaneada pela secretária de Educação, Veratânia Moraes, foram ao Centro de Convenções receber a premiação, incluindo medalhas de prata e bronze obtidas por alunos e alunas da rede municipal de Afogados da Ingazeira. A solenidade contou com a presença do secretário Estadual de Educação, Fred Amâncio.

Mas não foram só os alunos que receberam suas medalhas. Os professores Marcicleide Alves de Santana, Maria Aparecida Teotônio e José Edson Vasconcelos Leite, também tiveram a sua atuação profissional reconhecida, com a entrega de certificados e de livros de apoio pedagógico em matemática. As escolas municipais Padre Carlos Cottart e Dom Mota também tiveram seu desempenho reconhecido e receberam kits com material pedagógico.

“Esse é um reconhecimento ao trabalho que vem sendo feito pela educação em Afogados. A coroação dos nossos esforços, tanto dos gestores escolares quanto dos professores, além da nossa coordenação pedagógica e por toda a comunidade escolar. Quero deixar meus agradecimentos a todos,” destacou Veratânia Moraes.

Confira os medalhistas premiados:

Alisson Alberto da- Cunha  Souza – Ouro – Escola Dom Mota

Bruno Vinicius da Silva – Ouro – Ana Melo

Expedito Bertozo de Lima  Júnior – Prata – Dom Mota

Micael Eleakim dos Santos  Almeida – Prata – Dom Mota

Maria Alzira dos Santos  Lima – Bronze – Dom Mota

Jamily Gonçalves de Sales Souza – Bronze – Dom Mota

Albert de Niro Aquiles Araújo de Almeida – Bronze – Padre Carlos

Kaut Henrique Rodrigues  Monteiro – Bronze – Dom Mota