Pedro Araújo

As informações que informam as verdades dos fatos, sem ferir ou denegrir pessoas ou imagens. Como também, nunca procurando agradar aos maus feitores.

http://www.jornaldaparaiba.com.br/app/uploads/2017/12/Anna-Lorena_pagamento.jpg

Todos os servidores de cargos comissionados foram exonerados na ultima quarta-feira (31) pela Prefeitura de Monteiro, por meio de uma portaria. A prefeita Anna Lorena (foto), explicou que as exonerações aconteceram pela necessidade de uma adaptação ao momento político e administrativo do país, possibilitando a redução de gastos.

A Portaria n° 114/2018 propõe que a administração passe a atuar de maneira ainda mais eficiente em todos os serviços prestados aos monteirenses com uma equipe enxuta, mas resolutiva e criativa.

“Temos que defender este modelo de gestão, portanto, diante desta crise financeira que o país atravessa e como forma de lidar com este fato, a orientação é reduzir o quantitativo de cargos comissionados e contratados”, declarou a prefeita. 

Ela  disse ainda que o preenchimento dos cargos vagos se dará de maneira prioritária, obedecendo o critério de serviços essenciais. Ainda durante a reunião com os secretários a prefeita Anna Lorena pediu que cada secretário faça um planejamento de atividades, projetos e programas para o ano de 2019 e que seja entregue até o dia 15 de dezembro. As informações foram repassadas ao PE Notícias pelo comunicador Anchieta Santos, das rádios Pajeú FM 104,9 e Cidade FM, de Tabira.

O ator Fábio Assunção abriu o jogo sobre a dependência de drogas. Durante entrevista no “Conversa com Bial”, ele lembrou do episódio em que foi preso, em Arcoverde, no Sertão do Estado. “Eu já estava comemorando. Saí para fazer xixi lá fora, alguém chegou, teve uma discussão, briga, foi ruim. Levei três chutes na cara, rolei um barranco, as pessoas filmando. É muito cruel isso também. Você fica nessa impotência, num lugar que não era minha cidade, não conhecia ninguém ali, estava com a equipe desse doc”, disse.

Ele ainda continuou explicando: “Falei ‘não quero ir para o hospital porque vão me filmar’. Uma pessoa da UTI saiu para me filmar. Saí do hospital completamente desesperado. A gente chamou a polícia e ela achou que teria alguma confusão. Obviamente saí do tom, não tratei a polícia com respeito, gritei com eles. Imediatamente fui algemado, foi uma coisa muito violenta. Reagi, foi tudo errado”, detalhou.

Sobre as idas e vindas com o uso da droga, Assunção não fugiu do tema e esclareceu: “Já tive uso exagerado e uma relação obsessiva. É uma coisa que pode acontecer, você não sabe se o uso recreativo vai te levar a isso. Para mim esse assunto já foi, estou em outra fase. É um assunto muito recorrente, tem uma coisa de estigma que tenho que lidar”, destacou.

Nos bastidores, o que se comenta é que a iniciativa injustificável do governador Paulo Câmara de extinguir a Decasp, delegacia especializada em combater a corrupção nos órgãos estaduais, nas prefeituras municipais, nas Câmaras de Vereadores, da ALEPE teria como principal beneficiária a empresa Casa de Farinha, que foi alvo de duas Operações da delegacia, sob o comando da delegada Patrícia Domingos: as Operações Ratatuille e Castelo de Farinha, contra desvios de recursos destinados à merenda escolar nas prefeituras do Cabo de Santo Agostinho e de Ipojuca, onde além de fraudes nas licitações, estão sendo investigadas denúncias de oferecimento de propina a agentes públicos e até ameaças de morte contra concorrentes.

Além dessas prefeituras, secretarias estaduais como as de Educação, Saúde e Ressocialização também estariam sob investigação da Decasp, por contratos que somados com aqueles das Prefeituras, inclusive a também investigada Prefeitura do Recife, comandada pelo principal aliado do governador, o prefeito Geraldo Julio, superariam os R$ 500 milhões.

Desconfiado de que a manobra legislativa do governador Paulo Câmara juntamente com deputados que lhe são aliados, de extinguir a Decasp, venha a prejudicar as investigações dos crimes atribuídos aos dirigentes da Casa de Farinha, que tem como sócio majoritário com 95% das ações, o empresário Romero Fittipaldi Pontual Filho, que chegou a ser preso temporariamente pela Operação Castelo de Farinha, da Decasp e que é filho do ex-presidente da CEASA Romero Fittipaldi Pontual, apontado como “homem forte do PSB”, em relatório da Polícia Federal produzido na Operações Farda Nova, o Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça de Ipojuca, solicitou ao Gaeco, órgão especializado em investigar o crime organizado no âmbito do MPPE, que passasse a atuar em conjunto com aquela Promotoria nas investigações contra a Casa de Farinha. De posse de uma ordem judicial, o GAECO esteve na sede da Decasp e colheu todo o material apreendido pela Operação Casa de Farinha (leia em Sem a Decasp, MPPE segue investigação da Casa de Farinha e MPPE assume investigação de desvio de verba para merenda por causa de risco de extinção de delegacia).

Além do GAECO, do MPPE, o 5º Ofício de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal também passou a investigar a Casa de Farinha, após representação protocolada pela Editora deste Blog pedindo investigação dos contratos da Casa de farinha com a Universidade Federal de Pernambuco, para gestão do Restaurante Universitário daquela instituição de ensino federal.

A empresa Casa de Farinha S/A detém contrato com a Universidade Federal de Pernambuco, cuja finalidade é a gestão do Restaurante Universitário. Por esse contrato, que tem sido renovado reiteradamente, ano a ano, sem licitação, a Casa de Farinha já recebeu valores que superam a casa dos R$ 33 milhões.

Pelo contrato, oriundo do Pregão Eletrônico nº 16/2014, assinado em 18/03/2014, à empresa Casa de Farinha ficou garantido o recebimento de R$ 7.079.710,00 (sete milhões, setenta e nove mil, setecentos e dez reais), correspondentes ao subsídio pago pela Universidade Federal de Pernambuco pelas refeições servidas aos usuários do restaurante (foto de fila para almoço). As informações são do Blog de Noélia Brito.

https://cimi.org.br/wp-content/uploads/2018/09/povo-Pankararu-02.jpeg

O juiz titular da 38ª Vara Federal em Pernambuco, em Serra Talhada, Felipe Mota Pimentel de Oliveira, atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF) para disponibilizar, imediatamente, efetivo das polícias Federal e Militar para garantir a segurança do território Pankararu, especialmente na aldeia Bem Querer de Baixo, no município de Jatobá, no Sertão pernambucano, onde foram incendiados um posto de saúde e uma escola municipal.

A decisão, proferida nesta quinta-feira (1º), determina policiamento ostensivo diário na região. A pena para o descumprimento da decisão é de R$ 50 mil por dia. O MPF justificou a medida diante do acirramento dos conflitos de terra após a retirada de alguns líderes posseiros no último dia 13 de setembro. Uma das consequências desse embate foram os incêndios criminosos, no domingo passado, no Posto de Saúde da Família e da Escola Municipal da aldeia Bem Querer de Baixo. O juiz criticou a falta de providências de órgãos de segurança para resguardar a integridade física dos indígenas e líderes da etnia mesmo após alerta feito pelo magistrado através de comunicações oficiais.

Felipe Mota também pontuou a posição do Poder Judiciário diante da atual situação política do país. “Ressalte-se, ainda, que, não obstante não caber ao Poder Judiciário opinar em questões tão delicadas como são aquelas referentes ao atual ambiente político do país e muito menos cabe a um juiz qualquer forma de empreendedorismo moral, este juízo não pode simplesmente desconsiderar a importância real e simbólica de se demonstrar à população, especialmente aos grupos vulneráveis, como o são os indígenas, que as instituições democráticas estão funcionando. E mais ainda: que estão atentas no sentido de imediatamente proteger e resguardar seus direitos constitucionais.”

Em sua página no Facebook, chamada Povo Pankararu, os indígenas publicaram uma nota intitulada A barbárie começou, lamentando o ocorrido. “Os maiores prejudicados são as crianças sem escola nas vésperas de fim do ano letivo, a comunidade sem o PSF onde eram realizados cerca de 500 atendimentos mensais e a nossa alma que é constantemente ferida, machucada…Mas jamais silenciada.”, diz um trecho da publicação. A comunidade Pankararu se distribui por Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo, totalizando cerca de nove mil integrantes, segundo informações do governo federal.

Transformada em repartição praticamente sem utilidade, o Ministério do Trabalho pode estar com os dias contados. Estudos sobre a mesa da equipe que assessora o presidente eleito Jair Bolsonaro recomendam, senão a extinção, ao menos a perda de status do ministério que virou antro de escândalos de corrupção. A tendência seria sua redução a Secretaria do Trabalho, subordinada ao ministério de Paulo Guedes. A informação é do Diário do Poder.

Além de Fazenda, Planejamento e Desenvolvimento Industrial, o futuro ministro Paulo Guedes também responderia pela área do Trabalho.

Há anos o ministro do Trabalho apenas divulga a cada mês o Caged, levantamento sobre queda ou alta de empregos de carteira assinada.

O Ministério do Trabalho custa quase R$2 bilhões por ano e apenas favorece negociatas como a venda de cartas de criação de sindicatos.

O novo governo deve reforçar fiscalização, a cargo de auditores do trabalho lotados nas delegacias regionais do trabalho (DRTs).

https://s3.portalt5.com.br/imagens/Bolsonaro-barra-jornalistas-em-1-coletiva-como-presidente-eleito.jpg?mtime=20181101215533

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, incluiu nesta quinta-feira (1º), pela primeira vez, o Ministério da Defesa entre os três superministérios de seu futuro governo – os dois outros  são o da Justiça e o da Economia.  “A Defesa é um outro superministério. As Forças Armadas vão sim fazer parte da política nacional. Não vão ser relegadas como nos governos de Fernando Henrique e do PT”, anunciou, em entrevista coletiva para emissoras de televisão. 

Bolsonaro também deu outros detalhes sobre a estrutura de seu futuro governo. Disse que o ministérios da Agricultura e Meio Ambiente deverão mesmo ficar separados, mas avisou que ele escolherá os dois ministros. “Não vão ser as ONGs”, afirmou, referindo-se à pasta do Meio Ambiente.  Ele se disse “pronto para voltar atrás” neste caso porque, primeiramente, relatou, o setor rural defendeu de forma unânime a união dos dois ministérios, mas depois se dividiu, por entender que a fusão prejudicaria o agronegócio no exterior – onde é exigido dos exportadores o cumprimento de  normas ambientais.

O presidente eleito também anunciou que o ensino superior sairá do âmbito do Ministério da Educação e passará a ser administrado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. “Não temos nenhuma das nossas universidades entre as  melhores do mundo e o nosso Marcos Pontes vai dar um gás especial para essa questão aí”, afirmou.

Perguntado se investiria mais nas universidades, disse que não. “Pelo contrário, nós queremos investir mais no ensino básico e médio”. Provavelmente, relatou, o seu  governo deverá ter até 17 ministérios – hoje são 29.

Economia e reforma

Jair Bolsonaro também voltou a dizer que o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes,  terá “carta branca”  para escolher nomes e para administrar a pasta que reunirá a Fazenda, o Planejamento e a Indústria e o Comércio. Sem citar nomes, disse que há “gente boa” no governo Temer que poderia ser aproveitada por Guedes. Bolsonaro reafirmou os compromissos da sua equipe econômica  com as metas de inflação, juros, câmbio e com a reforma da Previdência.

Sobre votar ou não a proposta de reforma agora, ele disse que isso depende de saber se haverá quórum, já que o Congresso está esvaziado após a eleição. Ele considerou aproveitar “alguma coisa” do que está aprovado na Comissão especial da Câmara, mas voltou a defender especificidades para aposentadoria de diversas categorias – inclusive os militares. Mas disse ser necessária e urgente a reforma da Previdência. “Se ficarmos sentados olhando para o céu, vamos correr o risco de virar uma Grécia”, comparou.

Bolsonaro defendeu também a desburocratização do Estado para favorecer empreendedores  e uma fiscalização que seja amigável. Também defendeu que a Petrobras faça parcerias para investir mais. Anunciou, por fim, que ira avalizar o acordo Boeing-Embraer. 

Exterior

Ele se disse ainda aberto a conversar, inclusive já na próxima semana, quando virá a Brasília,  com representantes da China e de outros países que querem negociar com o Brasil. “Vamos fazer negócios sem viés ideológico”, avisou. Bolsonaro afirmou  não  ver “clima pesado ou  problemas”  em mudar a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém. “Não é problema de vida ou morte, respeito os judeus e o povo árabe”. Ele disse que esses assuntos serão tratados pelo futuro ministro das Relações Exteriores.

https://s.calendarr.com/upload/50/97/horario-de-verao-f.png?t=1541030409

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil vai adotar o horário de verão após uma decisão política, e não mais para economizar energia elétrica. Para o período de 2019 a 2020, a decisão ficará a cargo do futuro presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Estudos realizados no ano passado pelo Ministério de Minas e Energia, em parceria com o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), apontaram que a economia do período não é mais significativa do ponto de vista energético. 

O motivo é a mudança do padrão de consumo da população, que passou a gastar mais energia entre 14h e 15h, deslocando assim o pico de consumo, anteriormente registrado das 17h às 20h.

O presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Salles, afirma que acabar com o horário de verão é uma decisão muito mais política do que energética. “Existe uma economia pequena [de energia], mas que não é desprezível. Por outro lado, não é tão grande assim que tenha que ser imposta se houver algum custo para a sociedade”.

Em 2017, a equipe do presidente Michel Temer estudou acabar com o período devido aos estudos do Ministério de Minas e Energia, mas não chegou a bater o martelo. Em 2019, a equipe de governo de Bolsonaro será a responsável por decidir se o horário de verão deve permanecer ou acabar.

Para Salles, o assunto deve ser debatido e “é função [do governo] a interpretação do interesse da sociedade”.

Salles explica que, diferentemente de outros produtos e serviços ofertados aos brasileiros, a energia elétrica não pode faltar nunca. “O sistema elétrico tem que ter potência suficiente e capacidade disponível para atender o consumo na hora que ele acontecer”, explica.  

Segundo o Ministério, os documentos foram enviados para o governo federal, que decidiu manter o horário em 2018. Leia a nota enviada pela pasta:

“A Secretaria de Energia Elétrica (SEE) do Ministério de Minas e Energia (MME) realizou estudos em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que foram encaminhados à Casa Civil da Presidência da República sobre a economia do horário de verão do ponto de vista do setor elétrico. As conclusões foram que ‘a aplicação da hora de verão, nos dias de hoje, não agrega benefícios para os consumidores de energia elétrica, nem tampouco em relação à demanda máxima do sistema elétrico brasileiro, muito em função da mudança evolutiva dos hábitos de consumo e também da atual configuração sistêmica do setor elétrico brasileiro’.

As análises foram avaliadas no âmbito do governo federal, tomando-se a decisão de manter a aplicação do horário para o Ciclo 2018/2019″.

Em 2016, a pasta afirma que houve economia de R$ 147,5 milhões (2.185 MW). Já em 2017, não há dados por causa dos estudos feitos pelo ministério e pelo ONS. No ano, o governo federal havia avaliado se o período aconteceria ou não, mas decidiu por mantê-lo. 

Para a realização dos estudos, o ministério diz que houve uma mudança na avaliação dos impactos do horário de verão na economia. Segundo a pasta, também é preciso levar em consideração a temperatura do dia.

“As mudanças nas posses e hábitos de consumo brasileiros, verificadas nos últimos anos por meio da alteração do perfil da curva de carga de energia elétrica, estão bastante associadas à maior participação de equipamentos de climatização de ambientes e à evolução tecnológica da iluminação residencial e pública. Desta forma, metodologias de avaliação de impacto da aplicação da política pública do Horário de Verão devem necessariamente considerar também a temperatura como variável explicativa”.

Salles comenta que, hoje, diversos estabelecimentos comerciais usam ar condicionado, por exemplo. As mudanças dos hábitos fizeram com que o pico de uso da energia, que antes acontecia no começo da noite, fosse diluído ao longo do dia. Os momentos de pico são os que mostram se o sistema tem capacidade suficiente para suprir a demanda.

“O horário de verão, por atrasar os relógios em uma hora, utiliza melhor a luz do dia, fazendo com que esse pico de consumo não aconteça”, afirma.

Início do horário de verão

O horário começa neste domingo em 10 Estados e no Distrito Federal e segue até a madrugada de 16 de fevereiro para 17 de fevereiro. No domingo, os relógios devem ser adiantados em uma hora. 

Os Estados que devem se adequar ao novo horário são Distrito Federal (DF), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Minas Gerais (MG), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP) e Espírito Santo (ES).

Neste ano, o governo federal mudou a data de início do horário de verão algumas vezes. Inicialmente, o horário começaria no dia 28 de outubro, data marcada para o segundo turno eleitoral.

Ainda em 2017, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) solicitou que a mudança fosse implementada depois do pleito para evitar divergências do primeiro para o segundo turno. O governo havia acatado a mudança e adiou o horário para este domingo. 

O primeiro dia do horário de verão é a data em que se realiza o primeiro dia de provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O MEC (Ministério da Educação) havia pedido para que a data fosse postergada para o dia 18 de novembro, já que as provas acontecem nos dias 4 de 11 de novembro. 

Atendimento no posto do INSS do Rio Foto: Agência O Globo

A equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro quer criar um imposto sobre movimentações financeiras para acabar com a contribuição ao INSS que as empresas recolhem sobre os salários dos funcionários. O tributo incidiria sobre todas as operações, como saques e transações bancárias, e a estimativa é que seria possível arrecadar ao menos R$ 275 bilhões por ano. O modelo é semelhante ao da extinta CPMF, mas o time refuta a comparação, afirmando que se trata de uma substituição, e não da criação de um novo imposto.

A informação foi confirmada pelo economista Marcos Cintra, responsável pela área tributária no grupo coordenado por Paulo Guedes, indicado para ministro da Economia. A ideia de tributar movimentações financeiras foi revelada pelo jornal “Folha de S. Paulo” ainda no primeiro turno e causou uma crise na campanha de Bolsonaro, devido à impopularidade do “imposto do cheque”. Na ocasião, o então candidato negou a criação de impostos. Depois do episódio, Guedes cancelou encontros e a campanha não tocou mais no assunto. É a primeira vez desde as eleições que um integrante da equipe confirma que a ideia está na mesa e detalha suas condições.

Na primeira versão do plano, apresentada em setembro, a ideia era criar um imposto único sobre movimentações financeiras, que substituiria vários tributos federais, como IPI, PIS e Cofins. Agora, a estratégia é implantar a ideia aos poucos, substituindo, num primeiro momento, apenas a contribuição previdenciária patronal.

Segundo Cintra, a alíquota do novo tributo seria de 0,4% a 0,45%, em cada operação. Ou seja, numa transferência bancária, as duas partes seriam descontadas. Por exemplo, ao transferir dinheiro para outra pessoa, há um desconto de 0,4% a 0,45%. Quando o dinheiro entra na conta do favorecido, há um novo desconto na mesma alíquota. Na prática, a alíquota total da transação, portanto, ficaria entre 0,8% e 0,9%.

Em contrapartida, as empresas deixariam de recolher os 20% sobre a folha de pagamento. Nos cálculos do economista, esse sistema faria frente à arrecadação da contribuição sobre folha, que ficou em cerca de R$ 275 bilhões, segundo o mais recente Balanço Geral da União, de 2017.

O objetivo do economista, que defende esse modelo há 30 anos, é que a mudança gere mais empregos. Cintra afirma que a tributação sobre folha de pagamento impede a formalização no país — hoje, pouco mais de 30% dos empregados têm carteira assinada.

— A tributação sobre a folha é uma das mais injustas e regressivas (que aumenta a desigualdade) que se pode imaginar. Estou propondo a total desoneração da folha. No momento que se propõe isso, estimula emprego. O principal motivo da reforma tributária é causar um choque de emprego, afirma o economista.

O novo tributo substituiria apenas a contribuição patronal. O desconto no contracheque do empregado seria mantido. Hoje, trabalhadores recolhem 8%, 9% ou 11%, de acordo com a faixa salarial.

Para compensar a perda dos trabalhadores com o novo imposto seria criado um sistema de reembolso. Assim, as empresas pagariam, junto com o salário, um adicional calculado sobre o salário bruto, a partir da alíquota do novo imposto. Por exemplo, um empregado que recebe R$ 3 mil teria um pagamento adicional de R$ 27, equivalente a 0,9% do salário, considerando que seja essa a alíquota definida.  

A juíza substituta Gabriela Hardt assumirá a 13ª Vara até escolha de novo titular para vaga de Moro Foto: Arquivo Pessoal

A juíza substituta Gabriela Hardt (foto), que assumirá a 13ª Vara Federal de Curitiba , até que seja indicado o juiz titular, já foi corregedora do presídio federal de Catanduvas (PR), que reúne alguns dos principais chefes do crime organizado no país. É considerada “linha dura” pelo colegas do Judiciário. Nas redes sociais, defende o feminismo, assim como revela uma de seus hobbies preferidos: maratona aquática.

A partir de segunda-feira, ela retorna de férias e conduzirá as audiências e interrogatórios do processo que envolve o sítio de Atibaia – o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está marcado para o próximo dia 14.

Gabriela se tornou juíza aos 34 anos, depois de uma carreira de cerca de nove anos como assistente jurídica na Justiça Federal do Paraná. Hoje tem 42 anos. Nasceu em Curitiba, mas foi registrada em São Mateus do Sul, a 155 quilômetros da capital. O pai dela, um engenheiro químico, trabalhou na Petrobras por mais de 20 anos. Antes de optar pelo Direito, cursou Engenharia Química por dois anos, mas desistiu de seguir a mesma carreira do pai.

Gabriela prestou concurso em 2007 e foi designada em 2009 para a Justiça Federal de Paranaguá. Um ano antes, tinha passado também num concurso para o Ministério Público Federal, mas optou por seguir o caminho da magistratura mesmo.

Em 2010, a juíza substituta foi transferida para Umuarama. Já casada e mãe de duas filhas, teve que separar a família – o marido ficou em Curitiba com uma das crianças e ela foi para Paranaguá e Umuarama, com a outra. Em 2014, mesmo ano que começou a Lava-Jato, voltou para Curitiba, na função de juíza substituta na 13ª Vara.

Ela substituiu Moro pela primeira vez em janeiro de 2015, quando determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal da JD Consultoria, empresa do ex-ministro José Dirceu. A medida identificou pagamentos feitos ao ex-ministro pelas empreiteiras UTC, Galvão Engenharia e OAS.

Na condição de substituta, ficou ainda  responsável por todos os processos da 13ª Vara que não eram referentes à Lava-Jato.

Em maio passado, mandou prender o ex-ministro José Dirceu, após condenação em segunda instância – decisão depois revertida pelo Supremo Tribunal Federal.

Mas Gabriela também já foi favorável a um petista: reduziu de R$ 1 milhão para R$ 200 mil a fiança do ex-tesoureiro do partido, Paulo Ferreira, e argumentou que estava claro que ele não tinha condições de pagar. Ferreira chegou a oferecer um Citroen C4 como parte do pagamento.

Em maio passado, a juíza também teve uma decisão parcialmente revista. Ela deu autorização para a defesa do operador Rodrigo Tacla Duran, foragido no exterior, tivesse acesso aos documentos do pedido de cooperação internacional no Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional da Secretaria Nacional de Justiça e Cidadania). Cinco dias depois, Moro retomou o processo e reviu a decisão: determinou que, para obter qualquer documento, os advogados do investigado deveriam pedir diretamente a ele.  

Em julho passado, Moro estava em férias e Gabriela estava à frente da 13ª Vara quando o desembargador Rogério Favreto, do TRF-4, numa decisão polêmica, mandou soltar Lula com base num habeas corpus pedido por advogados do PT. Ela foi atropelada pela reação rápida de Moro, que interferiu no processo e conseguiu impedir que a Polícia Federal cumprisse a decisão do desembargador.  Num evento em São Paulo, Moro ironizou o episódio e afirmou que juízes são criticados por terem férias longas e, quando trabalha durante as férias, também recebe críticas.

Escolta e segurança

No tempo em que decidia o destino da execução de criminosos, entre 2003 e 2004, Gabriela chegou a andar permanentemente com carro blindado e escolta.

A natação, além de ser seu esporte – que a faz ter músculos definidos e braços torneados – é também sua “terapia”, como já confessou nas redes sociais. “Meu esporte, minha terapia, que ainda por cima me fez conhecer pessoas incríveis e grandes amizades!”, publicou certa vez.

Gabriela poderá sentenciar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo que envolve a compra de um prédio pelo Instituto Lula – o prazo de alegações finais da defesa se encerra nesta quinta e o documento já foi apresentado. Mas como não há prazo para que um juiz julgue um processo, ela poderá deixar a tarefa ao futuro sucessor de Moro, que será escolhido entre o juiz mais antigo da região Sul do país que se dispuser a concorrer à vaga. No total, são 223 juízes federais titulares na base do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Com informações de O Globo.

SENADO. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

Enquanto Rodrigo Maia – que quer se reeleger presidente da Câmara – se aproxima de Bolsonaro, ainda não há sinais à vista do que pode ocorrer no Senado.

Circula o nome de Simone Tebet, do MDB. Renan Calheiros se diz fora da disputa e Eunício Oliveira não se reelegeu. E a formação de blocos só começa a tomar forma nas próximas semanas.

Ciro Nogueira, presidente do PP, procurado pela coluna para dizer se iria se lançar, respondeu: “No Senado, primeiro se elege o presidente e depois ele se candidata”.

Já no PSB, o presidente Carlos Siqueira acha que Ciro Gomes e o PT devem parar de brigar e pensar a sério em como contribuir para melhorar o País. Dirigindo-se tanto a petistas quanto ao PDT, adverte: “A busca de um lugar comum para as oposições exige juízo e serenidade”.

Na segunda-feira ele divulga um manifesto sobre o que o PSB pretende fazer no novo cenário político nacional.

Bolsonaro barra jornalistas em 1ª coletiva como presidente eleito

Na primeira entrevista coletiva de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente eleito, foram selecionados os veículos que poderiam participar. A Folha de S.Paulo ficou de fora da lista de autorizados.

Bolsonaro recebeu a imprensa na tarde desta quinta-feira (1º) em sua casa, no condomínio Vivendas da Barra, zona Oeste do Rio. Foram autorizados a entrar no local representantes de nove veículos: TV Globo, GloboNews, Band, Jovem Pan, Reuters, SBT, Record TV, UOL, Rede TV! e G1.

A reportagem da Folha de S.Paulo, junto de outros veículos, como O Estado de S. Paulo, O Globo, Valor Econômico, CBN e EBC, não entraram.  Na portaria, uma policial federal identificada apenas como Patrícia chamou os nomes que estavam numa lista previamente organizada.

Questionada pela reportagem, ela não soube dizer por que a Folha de S.Paulo não constava na lista. “Autorização é de dentro para fora”, limitou-se a dizer. Ela afirmou que tentaria incluir o nome dos veículos que haviam sido barrados e, ao final, alegou limitação de espaço.

Bolsonaro recebeu um grupo de 21 jornalistas e, em alguns casos, um mesmo veículo estava representado por mais de um profissional. O UOL, empresa do Grupo Folha, tinha dois repórteres. Uma foto mostrada à reportagem revela a existência de espaço livre no local onde a entrevista foi concedida.

Quando o capitão reformado ainda estava em campanha, a Folha presenciou a entrada de grupos grandes, como representantes da indústria, ruralistas e parlamentares da bancada da bala.

Ativo nas redes sociais, Bolsonaro não conta com uma assessoria de imprensa e, portanto, as entrevistas concedidas por ele são avisadas de última hora, muitas vezes por outros jornalistas.

Neste caso, a reportagem soube da possibilidade desta entrevista coletiva e fez o primeiro contato com Tércio Arnaud, assessor do gabinete do filho de Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), e não obteve retorno. Arnaud não atendeu as ligações nem respondeu aos pedidos para inclusão na lista de autorizados.

A primeira tentativa de credenciamento ocorreu por volta das 14h. Após ligações não terem sido atendidas, foram registradas mensagens via WhatsApp.

Após a entrevista, o assessor respondeu. Alegou que a restrição foi necessária por causa do espaço físico do local. “Tem a questão de a segurança PF não dar conta de revistar e fazer a segurança exata com tantos repórteres”, disse.

Durante a entrevista, ao ser questionado sobre a restrição da entrada de alguns repórteres, Bolsonaro declarou: “A imprensa está muito diversificada, eu cheguei aqui graças às mídias sociais. Quem vai fazer a seleção de qual imprensa vai sobreviver ou não é a própria população”. 

“A imprensa que não entrega a verdade vai ficar para trás”, disse. “Eu tenho a maior consideração por vocês, eu não mandei restringir ninguém não”, afirmou. Com informações da Folhapress.

http://jardimdoagreste.com.br/wp-content/uploads/2018/11/thumbnail_EXpo-3-1024x624.jpg

Começa neste sábado, dia 3, e vai até o dia 11 de novembro mais uma Exposição Nordestina de Animais e Produtos Derivados (ENAPD), no Parque de Exposições do Cordeiro, no Recife. O evento é direcionado aos negócios do setor agropecuário, mas também se consagrou como importante alternativa de entretenimento para as famílias.  

Como acontece todos os anos, a 77ª edição da ENAPD reunirá pecuaristas de todo o Brasil, que trarão para a capital pernambucana bovinos, equinos, suínos, ovinos e caprinos de alta linhagem genética para participar dos julgamentos e também para comercialização. 

Além disso, negócios também são realizados na área de estandes onde estarão em exposição máquinas e implementos agrícolas, veículos leves e pesados, tratores e ferramentas, além de postos avançados do Banco do Brasil e Bando do Nordeste que oferecerão linhas de crédito para compra dos produtos.

Na parte de entretenimento, aos domingos, a partir das 15h30, as crianças terão como atração os shows infantis da Banda dos Heróis, no dia 4, e da Boneca Lilica e sua turma, no dia 6. Os shows são gratuitos. Os visitantes terão ainda como opção de lazer um moderno parque de diversões com brinquedos de última geração destinados ao público de todas as idades. Para os apreciadores da culinária regional e dos tradicionais quitutes das feirinhas, a Exposição oferece uma grande variedade gastronômica na praça de alimentação e nos quiosques espalhados pelo parque. 

Realizado pela Sociedade Nordestina dos Criadores (SNC), em parceria com a Secretaria de Agricultura de Pernambuco, o evento deve reunir mais de 4 mil animais incluindo os de pequeno porte que são comercializados para o público em geral. As estimativas são de que sejam realizados negócios da ordem de R$ 20 milhões e de que circulem no parque de exposições cerca de 200 mil pessoas.

Em 2018, a Exposição Nordestina, que é reconhecida como uma das mais importantes do calendário pecuário brasileiro, também vai sediar, mais uma vez, a Exposição Nacional de Ovinos da Raça Santa Inês, que deverá contar com cerca de 600 animais.

Também faz parte do programa da Exposição a realização de cinco leilões, começando na terça feira, dia 6, com o 2º Leilão MWM de Cavalos Quarto de Milha. Na sequência serão realizados leilões de ovinos Santa Inês nos dias 8 e 9 durante o Exposição Nacional da raça que estará sendo realizada na 77ª ENAPD. Também no dia 9 ocorrerá o Leilão Nordeste Marchador, de cavalos da raça Manga Larga Marchador. No sábado, dia 10, será a vez do leilão Tradição Pernambuco, reunindo caprinos e ovinos das raças Santa Inês, Bôer, Dorpper e Anglo-Nubiano.

A Exposição abrirá todos os dias às 9h. Os preços dos ingressos, que serão vendidos apenas no local, são de R$ 5,00 meia e R$ 10,00 inteira (de segunda a quinta) e R$ 6,00 meia e R$ 12,00 inteira (de sexta a domingo). Crianças de até 2 anos não pagam.

Segundo Emanuel Rocha, presidente da SNC, o evento atrai um público variado que vai desde pecuaristas, empresários e profissionais liberais, até jovens de todas as idades e famílias que levam seus filhos para conhecer de perto os animais que são a atração principal do evento. 

Secretaria de Agricultura

Durante a exposição, a Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (SARA), órgão do Governo do Estado, manterá um estande para divulgação de ações e atividades desenvolvidas pela pasta e suas vinculadas: Adagro, Ceasa, IPA, Iterpe e ProRural.  

Dentre as ações, estão previstas a exposição do escritório móvel itinerante de regularização fundiária e a feira da agricultura familiar, com a exposição e comercialização de produtos em 34 barraquinhas, a exemplo de artesanato e orgânicos, além de queijos e bebidas lácteas, inclusive artesanais e feitos com leite de cabra. Haverá ainda distribuição de sopa, produzida e doada pelo programa Sopa Amiga; distribuição do adubo produzido e doado pelo Programa Adubo Sustentável.  

Outros destaques são a cultura de produção de hortaliças por hidroponia e criação de camarão em cativeiro, com aquário demonstrativo; biofábrica de cultura de tecido vegetal, canteiros com mudas frutíferas variadas; uma horta com hortaliças orgânicas, entre outros, além de caprinos da raça Saanen e gado leiteiro da raça holandesa. 

Serviço:

77ª Exposição Nordestina de Animais e Produtos Derivados:

De 3 a 11 de novembro

Hora: A partir das 9h

Local: Parque do Cordeiro

Bolsonaro recua em fusão de Meio Ambiente e Agricultura

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarou que, “pelo que tudo indica”, os ministérios do Meio Ambiente e Agricultura permanecerão separados, e que a pasta ambiental será comandada por alguém que não seja “xiita” na defesa do ambiente.

A declaração foi dada nesta quinta-feira (1º) em entrevista a televisões católicas.

“O Brasil é o país que mais protege o meio ambiente”, diz o presidente. “Nós pretendemos proteger o meio ambiente, sim, mas não criar dificuldades para o progresso.”

Bolsonaro afirma que a ideia da fusão foi discutida e que possivelmente será modificada. “Serão dois ministérios distintos, mas com uma pessoa voltada para a defesa do meio ambiente sem o caráter xiita, como feito nos últimos governos”, diz. Com informações da Folhapress.

Encontro entre Temer e Bolsonaro está marcado para a próxima quarta

A primeira reunião entre o presidente Michel Temer e o presidente eleito Jair Bolsonaro está marcada para a próxima quarta-feira (07), no Palácio do Planalto. O encontro representa a continuidade do processo de transição entre os dois governos iniciado ontem (31), quando o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, recebeu os primeiros 22 nomes da equipe de transição da parte de Bolsonaro.

Temer e Bolsonaro conversaram rapidamente por telefone na noite do último domingo (28), após a confirmação da eleição de Bolsonaro. Na conversa, Temer parabenizou Bolsonaro pela vitória nas urnas e fez votos para que o governo de seu sucessor seja “de muita paz e harmonia, que é o que mais o nosso país precisa”. A partir de quarta, no primeiro encontro entre ambos, o assunto será a passagem de bastão.

Desde sua eleição, Bolsonaro permaneceu no Rio de Janeiro, recebendo aliados e integrantes da equipe que comporá seu governo. Pouco a pouco, a equipe ministerial vai sendo conhecida. Já foram confirmados os nomes o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil, o general Augusto Heleno para a Defesa, o economista Paulo Guedes para o futuro Ministério da Economia (resultado da fusão das pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços), o astronauta Marcos Pontes para o Ministério de Ciência e Tecnologia.

Hoje foi confirmado o quinto ministro, o juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça, que também englobará a área de segurança pública. Por isso, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, se encontrará com Moro na semana que vem para começar a informá-lo sobre o trabalho que vem sendo realizado. Segundo a assessoria de Jungmann, os dois ainda ficaram de acertar o dia exato em que esse encontro acontecerá. Com informações da Agência Brasil.

http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/cinema-triunfo1.jpg

Com o objetivo de difundir a produção cinematográfica do país, garantindo espaço de exibição e de reflexão para obras que estão fora do circuito comercial, Triunfo, no Sertão de Pernambuco, receberá de 5 a 9 de novembro a segunda edição da Mostra Sesc de Cinema. Durante os cinco dias serão exibidos gratuitamente, às 14h30 e às 19h30, no Theatro Cinema Guarany, um recorte de filmes do Nordeste e Sudeste, que integram a etapa nacional do projeto, sendo dois pernambucanos. 

Todos os dias, às 14h30, no Theatro Cinema Guarany, serão exibidos os curtas de classificação livre: “Òrun Aiyê – A Criação do Mundo”, dirigido por Jamile Coelho e Cintia Maria (BA); “Médico de Mostro”, com direção de Gustavo Teixeira (SP); “Metamorfose”, dirigido por Jane Carmem Oliveira da Silva (MG); “No Caminho da Escola”, com direção de Beatriz Lindenberg e alunos da Rede Municipal de Vitória (ES). A programação de exibições também acontecerá a noite, sempre às 19h30. No dia 5/11 serão exibidos o curta  “Òrun Aiyê- A Criação do Mundo”; o documentário “Galeria Rua”, dirigido por Jonathan Dourado (PI); “Os Desejos de Mirian”, com direção de Nuno Balducci (AL); “Atrito” de Diego Lima (PB) e “A Gis”, filme de Thiago Carvalhaes (SP).

Na terça-feira (6/11) serão exibidos dois filmes: “Entremundo”, dos diretores Thiago B. Mendonça e Renata Jardim (SP)  e “Escolas em Luta” com direção de Eduardo Consonni, Rodrigo T. Marques e Tiago Tambelli  (SP). No dia 7/11 o público poderá conferir os filmes “Lençol de Inverno”  do diretor Bruno Rubim (MG) e “Baronesa” dirigido por Juliana Antunes (MG). A programação de quinta-feira (8/11) leva ao Theatro Cinema Guarany os filmes “Labor”, de Thiago Moulin (ES) e “Lamparina da Aurora” de Frederico Machado (MA). A última noite de exibições (9/11) será encerrada com os filmes pernambucanos “Fantasia de Índio” com direção de Manuela Andrade (PE) e “Aurora 1964” de Diego Di Niglio (PE). 

Entre os filmes da Mostra, o maranhense “Lamparina da Aurora” e o mineiro “Baronesa”, destacam-se pela quantidade de prêmios importantes que já receberam. O longa de suspense “Lamparina da Aurora” foi premiado na 20ª Mostra de Cinema de Tiradentes, como melhor filme (prêmio Carlos Reichenbach). No 40º Festival Guarnicê (Maranhão-Brasil),  ganhou seis prêmios, incluindo Filme, Ator, Fotografia e Prêmio do Público. “Baronesa” venceu a Mostra Aurora no Festival de Tiradentes. O filme também  foi premiado no Festival de Havana, na categoria Melhor Longa Documental.

No primeiro semestre deste ano, Triunfo recebeu a etapa estadual pernambucana da Mostra. Foram inscritos na segunda edição da Mostra Sesc de Cinema 1061 filmes, sendo 952 curtas-metragens e 109 longas-metragens, de todos os cantos do Brasil. Desse total, 434 foram selecionados pelas comissões julgadoras para participarem das Mostras Estaduais, e posteriormente, 34 filmes foram selecionados para comporem a Mostra Nacional. Destes, 16 serão exibidos na cidade.

Programação

De 5 a 9 /11, às 14h30: Òrun Aiyê – A Criação do Mundo | Médico de Mostro | Metamorfose | No Caminho da Escola (Classificação Livre)

 Dia 05, às 19h30: Òrun Aiyê- A Criação do Mundo (Livre) | Galeria Rua (10 anos) Os Desejos de Mirian (16 anos) | Atrito (16 anos) | A Gis (16 anos).

Dia 06, às19h30: Entremundo (10 anos) | Escolas em Luta (Livre)

Dia 07, às 19h30: Lençol de Inverno (Livre) | Baronesa (16 anos)

Dia 08, às 19h30: Labor (Livre) | Lamparina da Aurora (16 anos)

Dia 09, às 19h30:  Fantasia de Índio  (Livre)  | Aurora 1964 (12 anos)