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Dario Messer gosta de viajar e coleciona amizades com poderosos e famosos em festas grandiloquentes (Foto: REPRODUÇÃO FACEBOOK)

Até um mês atrás, Dario Messer era visto com frequência circulando no Leblon, bairro da Zona Sul carioca, a bordo de uma scooter sem placa (A amigos ele não se enrubescia ao dizer que era para evitar multas, já que estacionava com frequência em locais proibidos). Era fácil reconhecê-lo. Messer nunca usava capacete. Quem o viu, geralmente vestido de bermuda, camisa surrada e chinelos, custaria a acreditar que é o mesmo homem que amealhou, em sete anos, uma fortuna de US$ 24 milhões (R$ 81,3 milhões, pela cotação do último dia 7) com a lavagem de dinheiro suspeito. Desde a semana passada, quando a Operação Câmbio, Desligo o apontou como o “doleiro dos doleiros”, Messer desapareceu das ruas do Leblon e do mundo. Para caçá-lo, o Ministério Público Federal (MPF) está montando, com a ajuda de acordos de cooperação, uma força-tarefa internacional que também seja capaz de desmontar uma lavanderia que operou em 52 países, com cerca de 3 mil offshores, empresas montadas no exterior, no caso como fachada para negócios ilícitos.

A despojada rotina do doleiro chegou ao fim depois das colaborações premiadas de Cláudio Barbosa, o Tony, e Vinícius Claret, o Juca Bala, ex-sócios de Messer, que atribuíram ao piloto de scooter o controle de “uma gigantesca rede de lavagem de dinheiro, essencial para a prática de crimes como corrupção, sonegação tributária e evasão de divisas”, como sustentou o pedido de prisão do MPF. O banco paralelo do doleiro, por onde teria passado US$ 1,6 bilhão, era sediado no Uruguai e operado do Panamá Country Club, condomínio de luxo em Hernandarias, distrito paraguaio na fronteira com Foz do Iguaçu, residência oficial de Messer.

Messer acreditava estar blindado nos vizinhos do Mercosul. Em 2003, transferiu as operações de lavagem para o Uruguai. Dez anos depois, quando era alvo de um inquérito iniciado pela Operação Sexta-feira 13, desencadeada pela Polícia Federal, com foco em crimes contra o sistema financeiro no Rio de Janeiro e em São Paulo, obteve cidadania paraguaia. Oficialmente, morava em Hernanderias, mas atravessava a Ponte da Amizade com frequência, embarcando na ponte aérea de Foz para o Rio. Sua cobertura na Avenida Delfim Moreira, no Leblon, era palco de rega-bofes reunindo jogadores de futebol, dirigentes de escolas de samba e algumas das beldades que brilham nos desfiles da Marquês de Sapucaí.

Essa blindagem, contudo, começou a apresentar trincas. Em março do ano passado, as autoridades uruguaias, tradicionalmente avessas à cooperação internacional, surpreenderam ao acolher a ordem de prisão contra Barbosa e Claret, sócios de Messer que geriam as operações naquele país. Depois de passar uma temporada atrás das grades, a dupla desistiu de lutar contra a extradição e voltou ao Brasil para denunciar o esquema do “doleiro dos doleiros”. Na semana passada, o Uruguai voltou a demonstrar boa vontade ao prender quatro compatriotas envolvidos com Messer (Francisco Muñoz Melgar, Raúl Zóboli e os irmãos Jorge e Raúl Fernando Davies Cellini).

O obséquio uruguaio não ocorre por acaso. As prisões foram autorizadas no momento em que o país vizinho providencia mudanças na legislação para se livrar da pecha de paraíso fiscal. O governo precisa provar ao Grupo de Ação Financeiras Contra a Lavagem de Dinheiro (Gafi), espécie de xerife do mercado financeiro internacional, que está abandonando a cultura do segredo que acobertava gente como Messer. Caso contrário, corre o risco de voltar à lista dos países lavadores, de onde foi retirado em 2016 sob a condição de mudar.

Como foragido, Messer foi incluído na difusão vermelha da Interpol — espécie de índex dos mais procurados do planeta. Ele não foi achado na mansão paraguaia ou na cobertura do Leblon, onde a Polícia Federal recolheu quilos de papel triturado. Como nem a mulher do doleiro, Rosane, estava em casa, as autoridades acreditam que a Operação Câmbio, Desligo vazou. Uma das suspeitas de rota de fuga seria o Paraguai. A outra seria Israel, terra de origem da família Messer.

O doleiro é visto no Paraguai como amigo pessoal do presidente Horácio Cartes. Em 2013, Messer integrou uma comitiva oficial de Cartes em visita a Israel. Documentos obtidos pelo O Globo mostram que ele era sócio no Paraguai, na Matrix Plus, de um primo de Cartes, Juan Pablo Jimenez Viveros. De acordo com a investigação no Brasil, Messer teria obtido a cidadania paraguaia por meio de despacho do ministro da Suprema Corte do país, Miguel Oscar Bajac. Para isso, teria apresentado um nada-consta brasileiro quando já era alvo de inquérito aberto a partir da Operação Sexta-feira 13.

As autoridades paraguaias, no entanto, afirmam querer colaborar com as brasileiras no caso Messer. Os procuradores da República do país vizinho chegaram a criar um grupo de WhatsApp com os colegas do Brasil para a troca de informações. As relações bilaterais, no âmbito penal, têm crescido. Recentemente, os ministérios públicos federais dos dois países se uniram para investigar os supostos crimes praticados pela Operação Condor, aliança político-militar formada por ditaduras da América do Sul nos anos 1970.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou o Projeto de Lei 9766/18, do Senado, que cria o Diário Eletrônico da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). De acordo com a proposta, atos, notificações e decisões dos órgãos da entidade, salvo quando reservados ou de administração interna, deverão ser publicados por meio eletrônico. Segundo o relator na CCJ, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), a mudança vai contribuir “para a redução de custos operacionais da entidade, além de conferir celeridade e dar maior efetividade à comunicação de seus atos, cumprindo com a finalidade a que se propõe: publicidade, transparência e eficiência.”

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e, a não ser que seja apresentado recurso para sua análise em Plenário, segue para sanção presidencial.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

Sobre a reportagem do jornal “Bom Dia Brasil”, veiculada em 10 de maio de 2018, que tratou do destino de emendas de parlamentares, Serra Talhada, dentre os municípios citados na matéria, foi relacionada em razão de uma obra de pavimentação executada com recursos do Ministério das Cidades. Diante do exposto, faz-se necessário alguns esclarecimentos:

1. De fato, a Controladoria Geral da União – CGU fiscalizou a obra. No entanto, o único ponto de questionamento foi referente à subcontratação da prestação do serviço, isto é, a empresa vencedora da licitação repassou parte da realização do empreendimento para outra empresa. Sobre esse relatório, a Administração Municipal já apresentou suas justificativas, dentre elas a previsão legal na Lei de Licitações e Contratos desse tipo de operação.

2. Ambas as empresas são existentes e devidamente constituídas. Por isso o uso da expressão “empresa de fachada” foi inadequado.

3. Informamos também que a obra se encontra sob responsabilidade da construtora. Ademais, comunicamos que existem recursos pendentes de transferência pelo Ministério das Cidades, ou seja, nem toda a verba ainda foi repassada.

4. Quanto a alguns buracos na via, tais deteriorações pontuais são provenientes das intempéries do clima e, especialmente, na imagem veiculada, onde aparecem cavaletes, trata-se de uma intervenção da Compesa para manutenção de uma adutora que passa pelo local e não de falha da obra. No mais, o município já requereu os reparos necessários.

5. Por fim, diante de certos comentários maliciosos, é imperioso refutar e ressaltar que, tanto na reportagem como no relatório da CGU, não há referência a superfaturamento da obra no município de Serra Talhada.   

Professora de Direito da UFPE e pré-candidata a deputada federal pelo PT, Liana Cirne (foto) foi recebida nesta quarta-feira (09), pelo ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, no Instituto Lula. A conversa gerou-se em torno de temas como segurança pública e violência contra a mulher.

Mas, o assunto de destaque foi o cenário político em Pernambuco. Liana reforçou a defesa do nome de Marília Arraes a governadora.

À professora, Fernando Haddad manifestou sua visão favorável à candidatura própria do partido em Pernambuco, pois considera Marília “um fenômeno” e acha que a chapa encabeçada por ela será competitiva.

Liana cumpre agenda em São Paulo, onde participa do curso de formação de lideranças públicas da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS).

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Após o lançamento oficial no auditório da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) em Brasília, o Prêmio ODS Brasil será apresentado aos prefeitos e secretários pernambucanos no dia 16 de maio, no auditório da Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, a partir das 9h. Também estão sendo convidados instituições sem fins lucrativos e demais categorias. A premiação é uma iniciativa da Secretaria de Governo da Presidência da República por meio da Secretaria Nacional de Articulação Social (SNAS/SEGOV), e tem por objetivo incentivar, valorizar e dar visibilidade a práticas que  contribuam para o alcance das metas da Agenda 2030 em todo o território nacional.

Instituído pelo Decreto Presidencial nº 9.295, de 28 de fevereiro de 2018, a premiação será concedida bienalmente, até 2030. A intenção do Governo Federal é reconhecer projetos, programas, tecnologias ou outras iniciativas estruturadas que promovam soluções que contemplem os aspectos sociais, ambientais e econômicos – essenciais para inspirar e engajar pessoas e instituições, e multiplicar soluções sustentáveis.

Durante a cerimônia de lançamento do Prêmio, o secretário nacional de Articulação Social e secretário executivo da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), Henrique Villa destacou que uma das finalidades do mesmo é servir de insumo para a criação de um banco de boas práticas para a disseminação da Agenda 2030 e mobilização dos diversos segmentos da sociedade civil e de governos para o apoio à Agenda 2030 Brasil.

“O Prêmio ODS Brasil tem o objetivo muito claro de ampliar o conhecimento de todos e todas em relação à Agenda 2030 e reconhecer o esforço dos parceiros locais que estão na linha de frente deste processo”, disse. Com ele “vamos reunir um conjunto de informações que vão nos dar a oportunidade de criar ferramenta que considero de fundamental importância para os pequenos e médios municípios brasileiros, sobretudo, que chamamos de banco de boas práticas, voltado para o fortalecimento da nossa caminhada até 2030”, acrescentou.

Durante o evento, o representante da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Prefeito José Patriota, falou da importância do Prêmio e da Agenda 2030, que para ele é uma ferramenta de união nacional.  “Nada do que estamos fazendo se justifica se não for para o bem estar da humanidade e para a promoção de uma sociedade mais justa e menos desigual. É essa reflexão que temos todos que fazer e é por isso que eu acho que essa Agenda chama todos, reúne todos de uma forma global”, ponderou.

O diretor de país do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Didier Trebucq, participou do evento e elogiou o empenho do Brasil em cumprir a Agenda 2030. “O Brasil já passou por etapas muito importantes, como a instalação da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a elaboração do seu Plano de Ação. Acho que o lançamento do Prêmio é outra etapa muito importante para reforçar a apropriação dessa agenda global pelos estados e municípios  brasileiros, em particular”, destacou.  

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Motoqueiros de todo o Nordeste e até de outras regiões do país se preparam para chegar a Salgueiro na próxima semana e participar de mais uma edição do tradicional Salgueiro Moto Fest. A 12ª edição da festa vai ocorrer de sexta-feira, dia 18, até domingo, dia 20, na praça de eventos do polo Bomba.

Este ano o evento será beneficente. Quem quiser entrar no espaço da festa precisará efetuar cadastro na entrada e doar 1 kg de alimento não perecível. O que for arrecadado vai para a Diocese Salgueiro. Outras novidades, segundo o blog de Alvinho Patriota, são o concurso para a escolha da “Garota Moto Fest Salgueiro” e uma exposição de automóveis antigos.

O evento também contará com área de camping para os motoqueiros e quem adquirir a camisa, com churrasco grátis, cerveja por R$ 2,00, sorteios de brindes a apresentações musicais.

O Salgueiro Moto Fest é realizado pelos grupos Andarilho Moto Clube e os Cascavéis do Asfalto, com apoio de alguns parceiros.

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O Instituto Federal de Pernambuco lançou nesta quinta-feira (10) o edital do Vestibular 2018.2. Nesse ano, serão ofertadas 2.585 vagas, distribuídas entre cursos técnicos e superiores. As inscrições começam no dia 21 de maio se seguem até 10 de junho e devem ser realizadas pela internet.

Este ano, estão lançando o curso superior tecnológico em Igarassu: Tecnologia em Gestão de Qualidade, que disponibilizará de 36 vagas no turno da tarde. Ao todo, são oito cursos integrados do médio com o técnico com 400 vagas. Já a modalidade subsequente, que oferece apenas o nível técnico, conta com 31 cursos e 2.074 vagas abertas. O Proeja disponibiliza 40 vagas em 1 curso e 71 vagas em 2 cursos superiores. 

Quem deseja participar do processo seletivo deverá desembolsar R para candidatar-se ao nível técnico e R$ 55 para concorrer às vagas de nível superior. O Instituto oferece o benefício de isenção de despesas com a taxa de inscrição aos candidatos oriundos de escola da rede pública ou bolsista integral de escola da rede privada, com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio. O prazo para ficar isento dos valores começa junto com as inscrições, no dia 21 de maio, mas encerra três dias depois, em 24 de maio.

As provas serão realizadas no dia 1º de julho. As provas para o curso técnico terão 30 questões de múltipla escolha. Já para os de nível superior, serão 50 questões, além de uma redação. O exame começa a ser aplicado às 9h e dura três horas para os cursos técnicos e quatro para os superiores. A divulgação do listão acontece no dia 11 de julho.

Há exatamente um ano e quatro dias, após assumir o comando da Secretaria de Assistência Social de Arcoverde, a assistente social Regina Maria Manzi Araruna (foto) foi exonerada pela prefeita Madalena Britto (PSB). Ela se despediu da Secretaria nesta quarta-feira (09).

Até o momento, a prefeitura de Arcoverde, que gosta de notas, não divulgou os motivos da saída de Regina Manzi da pasta após um ano a frente das ações sociais da gestão municipal. O nome que deverá substituir a secretária exonerada deverá vir novamente de fora dos quadros da Secretaria de Assistência Social.

Ao assumir em 05 de maio de 2017, Manzi foi exaltada pelos seus trabalhos anteriores como coordenadora regional do Centro de Referência Especializado em Assistência Social – CREAS Regional Sertão do Moxotó, no período de agosto de 2011 a junho 2016, além de ter sido técnica social de campo, entre 2010 e 2011, do Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS Regional Metropolitana Norte.

Informações internas dão conta de que a secretária não conseguiu desenvolver uma relação mais profunda com a população, voltando-se mais para as questões técnicas. Outro problema foi à condução do processo do Residencial Maria de Fátima, até hoje, segundo o blog Folha das Cidades, com uma série de problemas que estão sob a tutela da Secretaria de Assistência Social sem solução, como as casas ainda não entregues.

Regina Manzi foi à quarta secretária de Assistência Social do Governo Madalena Britto. Antes delas assumiram a pasta a filha da própria prefeita, Andrea Britto (Janeiro a agosto de 2013); Patrícia Padilha (agosto de 2013 a 2016); Patrícia Costa de Brito Cavalcanti, esposa do deputado estadual Eduíno Brito (PP), que só durou 4 meses, saindo no final de abril de 2017.

A saída de Manzi foi antecedida por um discurso da vereadora Zirleide Monteiro (PTB), segunda-feira passada, dia 07, questionando a falta de uma política de assistência social para atender as famílias carentes que passam fome nas periferias de Arcoverde, perderam seu Bolsa Família e que para falar com a então secretária, hoje exonerada, tinham que passar por uma triagem.

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Com o Tribuna do Moxotó

O vereador Orestes Neves (PT), de Sertânia, subiu a tribuna da Câmara para proferir discurso onde, entre outras coisas cobrou do governo Paulo Câmara (PSB) ações efetiva para melhorar a vida dos sertanienses, como saúde, melhorias nas estradas e educação de qualidade.

O vereador lembrou que o governador Paulo Câmara prometeu muito para Sertânia e ao povo pernambucano, mas pouca coisa fez. “Prometeu em campanha trazer 6 (seis) Upas, nenhuma construída até agora, com três anos e meio de gestão; prometeu 20 Centros Comunitários, o tão falado Compaz, e não fez nenhum até agora;  prometeu dobrar os salários dos professores, também nada fez até o presente; prometeu universalizar o ensino integral, também não fez; prometeu construir 20 mil novas moradias; também não construiu nenhuma até agora; prometeu trazer o gasoduto até Arcoverde, também não trouxe até agora; prometeu duplicar a BR-232 até Arcoverde; também não fez e o que temos são muitas estradas quase que intrafegáveis; prometeu o bilhete único em Recife, com tarifas únicas e não fez e a passagem aumentou de forma exorbitante”, são só promessas e mais promessas, lembrou o parlamentar.

O vereador também lembrou que o governador Paulo Câmara prometeu muito para Sertânia, “prometeu recapear a PE-265, de Sertânia/Cruzeiro do Nordeste indo até o povoado de Pernambuquinho, e até agora essa estrada se encontra no estado que todos nós temos conhecimento, uma vergonha; prometeu melhorar a saúde, também nada fez; que prometeu pelo menos um curso superior para Sertânia e estamos aguardando, isso com três ano e praticamente 6 meses da sua gestão”, cobrou o vereador.

O vereador levantou em seu discurso a questão da responsabilidade na questão das promessas em campanha. “É preciso muita dignidade no momento em que for fazer promessas para população, porque o eleitor hoje irá cobrar tudo isso, nós vereadores somos cobrados onde andamos, somos cobrados quando saímos”, disse Orestes.

O parlamentar, após tecer duras críticas a algumas das promessas não cumpridas pelo governador Paulo Câmara, terminou seu discurso dizendo que esse será o preço que vão pagar aqueles que atuam com prepotência, aqueles que prometem e não cumprem que acham que sabem tudo, que foram pedra muito tempo e hoje passam a ser vidraça.

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) lançou edital de abertura do processo seletivo para professor substituto com uma vaga destinada ao campus Afogados da Ingazeira. As inscrições, que acontecem de 18 a 30 de maio, serão realizadas presencialmente na Coordenação de Gestão de Pessoas (CGPE) do próprio campus, por meio de uma taxa de 70 reais.  

A seleção é destinada para profissionais que atuarão no eixo Informação e Comunicação, cujas disciplinas ministradas são: Informática Básica; Introdução à Programação; Lógica de Programação e Estrutura de Dados; Desenvolvimento para Web; Banco de Dados e afins. Farão parte do processo seletivo a análise de títulos, de caráter classificatório, e uma prova de conhecimentos práticos específicos, de caráter eliminatório.

O contrato temporário será válido por um ano, com possibilidade de ser prorrogado por igual período. O docente terá uma jornada de 40 horas semanais, com direito a uma remuneração entre R$ 3.121,76 e R$ 5.742,14, de acordo com o grau de titulação.

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Numa região de pouca chuva e muito sol, como o Semiárido pernambucano, não adianta brigar com o clima mas, sim, aprender a conviver com ele. E é exatamente essa a filosofia do projeto que será implantado no segundo semestre deste ano em Ibimirim, no Sertão do Estado, para produção de tilápias e plantas da caatinga usando energia solar.

O experimento será realizado em uma área de 20 metros quadrados da escola do Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta) e poderá ser replicado para outros trechos do município. “Vamos instalar dez painéis fotovoltaicos e sob a área sombreada pelas placas ficarão os viveiros de peixes e a produção de hortaliças e plantas medicinais”, informa a climatologista e coordenadora do projeto, Francis Lacerda.

De acordo com ela esse é o primeiro sistema agrovoltaico sustentável da América do Sul. Quando estiver em funcionamento, os painéis solares vão acionar uma bomba para a água do tanque dos peixes – fertilizada pelos excrementos das tilápias – circular. Essa água será filtrada pelas plantas e retornará ao viveiro. “A perda do líquido é muito pequena”, ressalta a pesquisadora.

As placas começam a ser instaladas em junho e até julho o protótipo estará todo montado, diz Francis Lacerda, coordenadora técnica do Laboratório de Mudanças Climáticas do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). Está previsto o cultivo de hortelã, rúcula, alface, taioba, bertalha, couve-folha, chapéu-de-couro, manjericão, coentro, espinafre, cebolinha, menta, tomate e alecrim.

Hortaliças e plantas alimentícias não convencionais (Pancs) de pequeno porte, como palma e mandacaru, sairão do viveiro direto para consumo. A proposta também prevê a produção de três mil mudas de árvores da caatinga até o fim deste ano e a realização de um mutirão no princípio de 2019 para o reflorestamento de trechos do Semiárido de Ibimirim com plantas nativas.

Alunos da escola do Serta, num trabalho voluntário, coletaram 990 mudas de umbu, tamboril, mulungu, pereiro, tamarindo, ouricuri, mororó, braúna, imburana-de-cheiro, aroeira e moringa, que já estão em fase de germinação. As outras 2.010 mudas serão produzidas a partir de estudos do IPA e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

O umbu, que faz parte da alimentação de moradores da caatinga, está ameaçado de extinção e pode desaparecer da natureza em 20 anos, se não houver replantio, alerta Francis Lacerda. Segundo ela, pesquisadores da UFPE estão identificando em laboratório o potencial medicinal e nutricional do umbuzeiro para o projeto. “Todos esses alimentos podem ser usados na merenda de escolas públicas da região.”

O sistema agrovoltaico trata água, alimentos e energia de forma harmônica. “Um interage com o outro criando um ciclo virtuoso de sinergia. Identificamos as potencialidades da região e queremos transformar realidades no semiárido, dando autonomia ao agricultor. O bioma da caatinga aprendeu na conviver com o clima, nós seres humanos também podemos nos adaptar à escassez de chuva”, sustenta Francis.

Nascido no IPA, o projeto foi desenvolvido com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no valor de R$ 420 mil. “A verba é suficiente para custeio e não financia compra de equipamentos. Conseguimos dez painéis fotovoltaicos com a empresa VertSol e estamos abertos a outras parcerias com a iniciativa privada”, declara Francis Lacerda.

TEMPERATURA

Ela identificou na região do Araripe pernambucano aumento de quase cinco graus na temperatura de 1950 a 2015. Isso representa elevação de quase um grau a cada dez anos. “Precisamos estar preparados para conviver com o semiárido e a aridez que está se instalando no local”. O projeto contempla oficinas de capacitação e o repasse de energia produzida pelas placas para a escola do Serta. Será fornecido um terço das necessidades do estabelecimento.

Francis Lacerda lidera uma rede de pesquisadores no País (Ecolume) para estudar o assunto. Além do IPA, Serta e UFPE, fazem parte da Ecolume o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Instituto Federal do Sertão, Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Sustentabilidade.  

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Só no mês de abril, a Delegacia de Timbaúba, na Zona da Mata, registrou 418 boletins de ocorrência (BOs) no período noturno, fins de semana e feriados. A informação foi dada ontem pelo chefe da Polícia Civil, Joselito do Amaral, para comprovar que a distrital vem funcionando integralmente, apesar da denúncia de que não havia ninguém para atender a vendedora Cláudia Aguiar Rodrigues (foto), 44 anos, no último sábado, quando ela tentava registrar queixa contra o ex-marido, que a matou na madrugada da segunda-feira e se suicidou.

“Segundo relata a irmã da vítima, ela esteve na delegacia por volta das 16h do sábado e a mesma se encontrava aberta, mas ela chamou por cinco minutos e ninguém veio. Isso, de fato, tem que ser apurado e, se for constatada alguma infração, o permanente será punido”, afirma Joselito. Ele diz que de dia há equipe completa de delegado, agentes e escrivão e à noite, feriados e fins de semana, a permanência. “Se a ocorrência gerar procedimento, é encaminhada para o plantão.”

A informação vai contra a do advogado da vítima, Gilberto Correia (e de vários moradores que se manifestaram em redes sociais), além do próprio Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), segundo o qual ainda falta efetivo para o pleno funcionamento das delegacias. Joselito nega, embora o número de ocorrências em Timbaúba (13,9 no plantão em que fica um só permanente) indique, pelo menos, uma sobrecarga do policial.

“Foi aberto concurso para cem delegados, 500 agentes e 50 escrivães e o governo ampliou as vagas e passamos a chamar 140 delegados, 620 agentes e 90 escrivães. Com isso, conseguimos montar, em todas as delegacias do Estado, equipes investigativas com titular”, assegura. “Na Zona da Mata e Agreste, das 109 delegacias, 55 estavam sem delegados e hoje todas possuem titular”.

“A mulher que se depara numa situação de violência deve procurar a delegacia e terá um atendimento diferenciado. Mas se acontecer de não haver o atendimento lá, ela pode acionar o 190, que ele fará contato com o Copom e o agressor pode ser preso em flagrante. Ela também pode acionar a rede de proteção à mulher, que funciona via Secretaria da Mulher, através do telefone 08002818187”.

Cláudia estava separada há mais de dois meses de João Climaco Rodrigues, 51, depois de 20 anos de casada, e tentava o divórcio. Ela mudou-se para Carpina com medo dele e na sexta-feira foi a uma festa em Timbaúba e acabou morta a facadas. Ele deixou uma carta dizendo que a vida não fazia sentido sem a mulher.

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Sindicatos de servidores públicos estaduais, coordenados pela CUT-PE, que estão em campanha salarial, vão se reunir nesta quinta-feira (10), a partir das 9h, em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco, para cobrar do governador Paulo Câmara reajuste salarial para essas categorias.

De acordo com o vice-presidente da CUT-PE, Paulo Rocha, o reajuste tem que ser dado imediatamente devido às restrições impostas pela legislação eleitoral.

Os sindicatos aguardam uma resposta da Secretaria de Administração, à qual foi entregue em fevereiro a sua pauta de reivindicações.

“Entendemos que é preciso o Governo do Estado responder à pauta e, inclusive, fazer a reposição salarial das categorias que não tiveram reajuste ou reposição salarial em 2018. As perdas e distorções continuam, a exemplo do vale-refeição, que está congelado desde 2008 no valor de R$ 7,00 (sete reais)”, afirmou Paulo Rocha.

Rio de Janeiro - A seleção brasileira de futebol enfrenta a Alemanha, no Maracanã, em busca da medalha de ouro nas Olimpíadas Rio 2016 (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Da Agência Brasil

O Banco Central publicou circular, nesta quarta-feira (09), para regulamentar o funcionamento das instituições bancárias durante os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo da Rússia 2018, que será disputada entre os dias 14 de junho e 15 julho.

A autorização – que vale para bancos múltiplos com carteira comercial, bancos comerciais e as caixas econômicas – prevê que as agências poderão alterar o horário de atendimento ao público, mas deverão garantir funcionamento mínimo de quatro horas ao longo do dia, uma hora a menos do que as cinco horas obrigatórias exigidas para os dias úteis. Além disso, as agências ficam dispensadas do cumprimento do horário ininterrupto de funcionamento, conforme as normas em vigor. Nesse caso, os bancos podem, por exemplo, abrir antes das partidas, fechar no início dos jogos e reabrir as portas após o término das disputas.   

O Brasil estreia na Copa contra a Suíça, no dia 17 de junho, um domingo, às 15h, no horário de Brasília, pelo grupo E da competição. A segunda partida será contra a Costa Rica, no dia 22 de junho, sexta-feira, às 9h. O jogo de encerramento da fase de grupos será no dia 27, contra a Sérvia, às 15h. Se chegar às semifinais ou à grande final, no dia 15 de julho, o Brasil ainda poderá jogar outras quatro vezes. A definição das datas dos confrontos das fases seguintes dependem da posição do país na fase de grupos.  

O Banco Central determinou que as instituições financeiras deverão informar, com antecedência mínima de dois dias úteis, o horário de atendimento nos dias de jogos da seleção. Os informes deverão ser afixados nas dependências das próprias agências. 

Hoje, só quem solicita tem nome incluído no cadastro

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem (09), com 273 votos favoráveis, 150 contrários e 16 obstruções, a proposta que torna obrigatória a participação dos consumidores no chamado cadastro positivo. O sistema é gerenciado por bancos de dados que atribuem notas ao consumidor com base em seu histórico de bom pagador.

Na prática, empresas com as quais o consumidor mantém relação (empresas de energia, gás, telecomunicações e operadoras de cartão de crédito) poderão enviar ao SCPC Boa Vista e à Serasa dados sobre pontualidade do pagamento das contas.

Com a aprovação, todos aqueles que possuem CPF (Cadastro de Pessoa Física) serão automaticamente incluídos no banco de dados. A medida atinge as informações de 120 milhões de pessoas. O texto-base aprovado é um substitutivo ao PLP (Projeto de Lei Complementar) 411/17, do Senado. Resta ainda analisar algumas emendas ao projeto. Devido à queda do quórum, a finalização da votação do texto foi marcada para a próxima terça-feira (15).

Atualmente, o registro de dados sobre pessoas e empresas no banco de dados somente pode ocorrer a partir de uma autorização expressa e assinada pelo cadastrado. Com a mudança, o sistema de registro passa a ter o mesmo mecanismo dos serviços de informações sobre maus pagadores.

Exclusivamente para bancos de dados registrados no Banco Central, os bancos deverão fornecer as informações sobre suas operações de crédito, de arrendamento mercantil e de grupos de consórcio e de outras operações com características de concessão de crédito.

Mudança

Antes da votação no plenário, o relator da proposta da Câmara, deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), apresentou duas mudanças no texto. Ele incluiu na proposta que a responsabilidade do banco de dados, das fontes de informações e dos consulentes por danos causados ao cadastrado será objetiva e solidária, nos termos do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).

Ihoshi também acrescentou dispositivo para determinar ao Banco Central o envio, ao Parlamento, de relatório sobre os resultados alcançados com as mudanças na legislação do cadastro, com ênfase na redução do spread bancário.