Educação

O campus do IFPE em Afogados da Ingazeira, por meio da Coordenação de Apoio ao Ensino e ao Estudante (CAEE), concluiu a análise dos inscritos no edital nº 03/2020 do Benefício Financeiro Eventual para estudantes em vulnerabilidade econômica em função da pandemia da Covid-19.

Todos os estudantes inscritos, mesmo os não contemplados, receberão no seu e-mail estudantil, uma mensagem com a confirmação ou não de sua inclusão e o valor a ser pago, no caso dos beneficiários.

O valor mínimo do auxílio é de R$ 130, a ser pago em parcela única, creditada na conta bancária em nome do estudante informada no ato da inscrição.

De acordo com a CAEE, a solicitação de pagamento já foi realizada e deve ser concluída entre o final de junho e início de julho.

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail: cae@afogados.ifpe.edu.br

Com o tema “Cuidados com a saúde mental em tempos de isolamento social”, o campus do IFPE em Afogados da Ingazeira, por meio da Coordenação de Gestão de Pessoas (CGPE), e do Setor de Psicologia, realizará um encontro virtual na quinta-feira, dia 25 de junho, das 9h às 11h.

O evento é aberto aos servidores e servidoras do campus e acontecerá por meio de uma sala virtual do Google Meet (ver link abaixo). Não é necessária a inscrição, os interessados em participar deverão clicar no link de acesso à sala no dia e horário marcados.

A atividade terá como palestrantes Taciana Halliday Pimentel, psicóloga e coordenadora do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (Siass)  e Rodrigo Gomes Souza, médico psiquiatra e perito, ambos do IFPE.

A ideia é trazer debates importantes sobre a saúde psicológica dos servidores durante a pandemia da Covid-19, que impôs o trabalho remoto pela primeira vez a diversas pessoas. Será um momento de trocas de experiências, pelo qual os participantes poderão interagir em grupo.

Serviço:

“Cuidados com a saúde mental em tempos de isolamento social”

Dia 25 de junho | 9h às 11h

Acesso à sala: https://bit.ly/saudementalafogados

Divulgação / UPE

Após 10 anos concedida por meio de um decreto, a gratuidade das mensalidades para alunos da Universidade de Pernambuco (UPE) deve ser transformada em lei. Projeto de lei será assinado nesta sexta-feira (12) pelo governador Paulo Câmara, dia de aniversário da instituição, e depois encaminhado para aprovação pelos deputados na Assembleia Legislativa. A UPE completa 29 anos, com uma comunidade acadêmica formada por cerca de 26 mil pessoas, entre alunos, professores e servidores.

O decreto da gratuidade foi assinado em dezembro de 2009, pelo então governador Eduardo Campos, e passou a valer a partir de janeiro de 2010. Antes disso, estudantes da graduação pagavam mensalidades que variavam entre R$ 27 e R$ 110, embora a UPE tenha sido sempre uma universidade pública. Do total de alunos que ingressam na instituição todos os anos, por meio do Sisu ou do SSA, 20% são egressos de escolas públicas.

“A transformação da gratuidade em lei nos dá a garantia de que ninguém vai mexer nesse direito dos estudantes. Assegura que a UPE permaneça pública e gratuita, como tem que ser”, destaca o reitor Pedro Falcão. “É importante sobretudo num momento em que vemos o governo federal querendo mexer na autonomia das universidades federais no que diz respeito à escolha dos seus dirigentes”, comenta o reitor. Atualmente, cerca de 30% dos alunos da UPE são de baixa renda.

A universidade tem 5 mil servidores, 1.283 docentes e 20 mil alunos (graduação e pós-graduação). Oferece 58 graduações e mantém campus no Recife, em Nazaré da Mata, Palmares, Garanhuns, Caruaru, Arcoverde, Salgueiro e Petrolina. O complexo hospitalar da UPE é formado por três unidades de saúde: o Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), o Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam) e o Pronto Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco (Procape).

Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, de forma voluntária, contribuirão para a escolha do período de aplicação das provas. Entre os dias 20 e 30 de junho, os inscritos terão três opções de datas para votar, distribuídas entre os meses de dezembro deste ano, janeiro ou maio de 2021, considerando o adiamento das provas em 30, 60 ou 180 dias das datas previstas em edital.

A iniciativa é importante para dar oportunidade aos interessados de sugerirem o melhor período para a realização das provas e garantir transparência.

Durante o período da enquete, os inscritos deverão acessar a Página do Participante (enem.inep.gov.br), com CPF e senha utilizados no cadastro do portal único do governo federal, o gov.br, e indicar um dos períodos:

  • Enem impresso: 6 e 13 de dezembro de 2020 / Enem digital: 10 e 17 de janeiro de 2021;
    Enem impresso: 10 e 17 de janeiro de 2021 / Enem digital: 24 e 31 de janeiro de 2021; ou
    Enem impresso: 2 e 9 de maio de 2021 / Enem digital: 16 e 23 de maio de 2021.

Mudanças

O adiamento nas datas de realização do Enem 2020 foi determinado pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em razão do impacto da pandemia do novo coronavírus. O Enem impresso estava previsto para os dias 1º e 8 de novembro, e o digital, para 22 e 29 do mesmo mês.

Principal porta de entrada para cursos do ensino superior, em universidades públicas e privadas, o Enem deste ano contou com mais de 6 milhões de inscritos, sendo que a maioria, 65% indicou que já havia concluído o ensino médio em anos anteriores. Outros 23% estão no terceiro ano e 12% são “treineiros”, estudantes que fazem a prova para testar conhecimentos. As informações são da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação.

O presidente Jair Bolsonaro editou Medida Provisória (MP) que permite ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, escolher reitores temporários das universidades federais durante o período de pandemia. A MP foi publicada na edição desta quarta-feira (10) do Diário Oficial da União (DOU) e já está em vigor. 

No entanto, o texto precisa ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias. Em dezembro, Bolsonaro editou MP sobre o tema, mas perdeu validade por não ter sido votada dentro do prazo. 

O texto exclui a necessidade da participação dos professores e estudantes na escolha. A formação de uma lista para escolha dos reitores também está descartada.

Depois de 82 dias sem aulas presenciais, suspensas em 18 de março por causa da pandemia do novo coronavírus, quase um terço das cidades de Pernambuco ainda não tem atividades à distância ofertadas para seus alunos. Levantamento preliminar da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) revela que em 29% das redes municipais do Estado (53 cidades), os estudantes estão sem educação remota. Em outras 71% (131 localidades) o conteúdo escolar é transmitido por televisão, celular, plataformas digitais ou apostilas impressas. Estudam na rede municipal, em Pernambuco, 1.113.913 alunos, segundo o Censo 2019 do Ministério da Educação (MEC). Em toda a educação básica, há 2,1 milhões de estudantes no Estado, entre unidades públicas e privadas.

Recife, a capital do Estado e que possui o maior número de alunos das 184 cidades pernambucanas (entre as redes municipais), é um exemplo da falta de oferta de aulas a distância. Somente amanhã os estudantes começarão a ter aulas remotas, mais de dois meses e meio após o último dia em que se encontraram presencialmente nas escolas. E mesmo assim, neste primeiro momento, será apenas para os cerca de 2.500 alunos dos 9º anos do ensino fundamental. A proposta da Secretaria Municipal de Educação é aumentar gradativamente para o restante dos anos finais do fundamental, que somam 10 mil estudantes. Para cerca de 50 mil crianças da etapa inicial (1º ao 5º ano), a prefeitura promete apresentar uma proposta na próxima semana. Por enquanto, limitou-se a distribuir material pedagógico.

“Gostaríamos de ter iniciado no final de abril. Houve planejamento e organização para isso. Iríamos adquirir smartphones para os alunos dos anos finais do fundamental para que pudessem assistir às aulas de educação à distância com qualidade. Mas o Tribunal de Contas exigiu que fosse por pregão eletrônico, quando inicialmente faríamos por dispensa de licitação. Além de demorar mais, o custo foi mais alto e por isso decidimos cancelar a compra”, explica o secretário de Educação do Recife, Bernardo d’Almeida.

INICIATIVAS

No Sertão, em Carnaíba, a saída da Secretaria de Educação para atender os alunos que moram em sítios sem acesso à internet foi entregar as tarefas em cada residência, muitas vezes levadas pelas professoras ou por agentes de saúde. Regularmente os cadernos de atividades são devolvidos, enquanto os docentes monitoram a realização delas. É embaixo de uma árvore, na frente de sua casa, no Sítio Jatobá, que Roseli Silva, 32, passa um pedaço do dia com os filhos Marcos, 9, Bruno, 7, e Wellington, 5. 

“Eles sentem muita falta da escola. Perguntam o tempo todo quando vão voltar. Faço o que posso, ajudo nas tarefas que as professoras mandam. Só estudei até a 4ª série e sei a falta que estudo faz”, diz Roseli. Os meninos estudam na Escola Municipal João Joaquim de Souza. “O aprendizado não é igual como acontece na escola. Mas estou ajustando o jeito de ensinar. As famílias têm ajudado muito. Porque temos que garantir que as crianças não vão estacionar, que a pandemia não vai atrapalhar tanto o desenvolvimento delas”, afirma a professora Rozineide Bezerra, 36. Continue lendo

Salas de aulas serão reorganizadas para diminuir aglomerações

Secretarias de educação de todo o país já constroem seus planos para a reabertura das escolas e retomada das aulas já no 2º semestre deste ano, mas com muitas mudanças.

As regras devem seguir recomendações sanitárias para diminuir aglomerações e com adaptações no fluxo de alunos dentro das escolas e professores usando máscaras.

Algumas escolas já preveem medidas como deixar catracas liberadas pra evitar tumulto, bebedouros para uso apenas com garrafas, corredores com um único sentido de rota e até mesmo o uso de máscaras transparentes por professores da educação infantil, para facilitar a compreensão dos alunos.

Dentro das salas de aula, a expectativa é que as carteiras sejam reorganizadas para aumentar a distância entre os alunos. 

Nas escolas municipais de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, por exemplo, mesas e cadeiras serão ocupadas de forma intercalada e a alimentação deve ser servida pronta e será incentivado as aulas em espaços abertos.

“Se caso precisar nós vamos ter aulas em ambientes abertos que tem maior circulação do ar”, explicou Clécio Romagnoli, secretário de educação da cidade.

Já numa rede de escolas particulares, também em São Paulo, o plano será de que os alunos mais novos – até a fase de alfabetização – e os do terceiro ano voltem na primeira etapa da reabertura. As outras turmas serão divididas em grupos e haverá um revezamento: uma parte da sala terá aula presencial enquanto outra continua com o ensino on-line.

As regras para as escolas municipais da cidade de São Paulo e para as escolas estaduais ainda estão sendo definidas e a situação é diferente de estado para estado.

Até o fim do mês, escolas no Rio Grande do Norte e no Maranhão devem retomar as atividades. Já no Mato Grosso do Sul, a data para a volta às aulas deve ser anunciada no mês que vem, e no Distrito Federal e Santa Catarina o retorno dos estudantes está programado para agosto.

Tela de entrada do aplicativo do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem

Foi prorrogado para o dia 10 de junho o prazo para pagamento da inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, informou o nesta terça-feira (02) o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O Inep explicou que a prorrogação se deve às dificuldades decorrentes do cenário de pandemia do novo coronavírus. 

Os novos boletos serão disponibilizados aos participantes a partir desta quarta-feira (03). Para acessá-los, é necessário que os candidatos inscritos entrem na página do participante e gerem um novo documento de pagamento.

A expectativa é de que cerca de 300 mil inscritos devam efetuar o pagamento para confirmar a participação no Enem 2020. De acordo com o Inep, mais de 5,7 milhões de pessoas já tiveram suas inscrições confirmadas.

O retorno das aulas presenciais em escolas, faculdades e universidades pernambucanas, públicas e privadas, por causa da pandemia do novo coronavírus, também será gradual e terá um plano específico. Na tarde desta segunda-feira (1º), o governo estadual apresentou as etapas para retomada das atividades econômicas. A educação ficou de fora porque haverá protocolos separados, divididos igualmente por fases. Até o fim deste mês de junho as aulas presenciais no Estado permanecem suspensas por decreto do governador Paulo Câmara.

“Estamos trabalhando no plano de educação há algumas semanas e já iniciamos o debate com instituições de representação do setor. A data para a primeira etapa está relacionada com os primeiros resultados das demais atividades econômicas”, explica o secretário de Educação de Pernambuco, Fred Amancio (foto). Entre as entidades que ele está conversando estão o sindicato dos donos de escolas particulares, reitores e representantes de faculdades privadas.

“As diretrizes gerais estão sendo discutidas, há conversas em andamento para construção desse plano”, enfatiza Fred. Sindicatos de professores devem também ser chamados para conversar. Somente na educação básica de Pernambuco estudam cerca de dois milhões de alunos, sendo 580 na rede estadual, 400 mil nas escolas privadas, 90 mil na rede municipal de Recife e os demais nas redes municipais das outras 183 cidades do Estado.

O secretário diz que o plano de retomada da educação deverá seguir os três eixos gerais do plano de atividades econômicas divulgado nesta segunda: distanciamento social, higiene; monitoramento e comunicação. E que poderá ser implementando paralelamente. Fred Amancio afirma que não há como prever data, neste momento, para a reabertura das escolas e faculdades, fechadas desde 18 de março.

Nathan Santos/LeiaJáImagens

Na última sexta-feira (29), o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Educação e Esportes, anunciou a antecipação do recesso escolar do mês de julho da rede estadual. As aulas serão retomadas, remotamente, na segunda-feira, 1º de junho. A transmissão continuará sendo feita através do canal do Youtube do Educa-PE, além das emissoras TV Pernambuco, TV Alepe e TV Nova Nordeste. 

As aulas ainda contam com horários alternativos; na TV Nova Nordeste das 23h às 2h; e na TV Universitária das 8h às 11h. As atividades educacionais foram iniciadas no dia 6 de abril. Desta vez, a Secretaria de Educação e Esportes traz algumas novidades, incluindo o Facebook do Educa-PE como mais um canal de transmissão.

No início das aulas, os estudantes já conferem mudanças na grade de horários e na quantidade de aulas. As aulas do nono ano do ensino fundamental dos anos finais, sobem de horário e passam a ser exibidas a partir das 13h e, em seguida, entram no ar as aulas do ensino médio.

Além disso, as aulas de 50 minutos serão divididas em duas de 25, contemplando dois componentes curriculares. O secretário da Educação de Pernambuco, Fred Amancio, comenta que “esta foi uma forma de dinamizar um pouco mais as aulas do Educa-PE. Serão dois componentes curriculares por turma que serão expostos em aulas e interatividade com o professor”. Outra novidade é a oferta de cursos de formação de professores. Continue lendo

Nathan Santos/LeiaJáImagens/Arquivo

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou a quantidade de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. De acordo com a autarquia do Ministério da Educação (MEC), foram 6.121.363 de inscrições até o prazo final, nesta quarta-feira (27).

Ao todo, foram 6.020.263 para a aplicação da prova impressa e 101.100 para a versão digital. Do total de inscritos, 65% concluíram o ensino médio em anos anteriores, 23% são concluintes e 12% são treineiros – geralmente quem está no primeiro ou no segundo ano do ensino médio.

Os 1.406.323 de inscritos concluintes representam 23% do todo. Desses, 81,7% (1.149.759) estão matriculados atualmente em escolas públicas, número 11,2% maior do que o registrado em 2019. Esses dados são indicados pelos próprios participantes na hora da inscrição.

O balanço divulgado pelo Inep também revela outro dado importante: 87% dos inscritos  não precisa pagar a taxa do exame. Nesta edição, quem se enquadrou nos critérios de isenção, previstos em edital, foi contemplado automaticamente, sem a necessidade de fazer a solicitação no sistema. Para os demais, a cobrança é de R$ 85, mesmo valor do ano passado, e pode ser pago até esta quinta-feira (28).

O número de inscritos não revela a quantidade real de estudantes que irão fazer o Exame. Para que a inscrição seja confirmada, os candidatos ao Enem 2020 que não têm direito à gratuidade, precisam efetuar o pagamento da taxa. Nos próximos dias, segundo o Inep, será divulgado um novo balanço dos inscritos confirmados para a prova e o número poderá variar. Continue lendo

Expira no próximo domingo (31) o decreto estadual que suspende aulas presenciais em escolas, faculdades e universidades públicas e privadas de Pernambuco devido à pandemia do novo coronavírus. Caberá ao governador Paulo Câmara decidir se mantém a proibição a partir de 1º de junho. Oficialmente, a assessoria do governo do Estado diz que não pode antecipar as medidas que serão tomadas. Mas, extraoficialmente, a informação é que os estabelecimentos educacionais continuarão fechados pelo menos até o final de junho.

No Estado, as aulas presenciais estão suspensas desde 18 de março, ou seja, há 71 dias. Somente na educação básica (educação infantil e ensinos fundamental e médio), existe mais de um milhão de estudantes – 400 mil na rede privada, 580 mil nas escolas estaduais e 94 mil na rede municipal do Recife. Ainda faltam nessa conta os números de alunos matriculados nos colégios municipais das outras 184 cidades pernambucanas.

Ontem (26), circulou um card pelas redes sociais informando sobre um decreto de nº 40.600, de 26 de maio, que tratava da suspensão das aulas até junho. Mas esse decreto refere-se ao vizinho Estado de Sergipe. O decreto de Pernambuco é o de número nº 48.810 e data de 18 de março. Inicialmente, o governador pernambucano não delimitou validade para a suspensão das aulas. Depois, estipulou prazo até 30 de abril. Nesse dia, anunciou nova prorrogação até o último dia de maio.

Enquanto não houver segurança sanitária, diz uma fonte do governo, Paulo Câmara não vai autorizar a reabertura das unidades de ensino. Embora nos últimos dias o número de infectados pela covid-19 tenha diminuído quando é feita a comparação dia a dia, no cenário geral os casos têm aumentado. Até ontem, conforme a Secretaria Estadual de Saúde, Pernambuco totalizava 28.854 pessoas infectadas pela doença e 2.328 mortes. Continue lendo

Estão abertas as inscrições para a Semana Integrada de Meio Ambiente (Sidma). O evento on-line acontecerá de 1º a 5 de junho e é organizado pelos campi Afogados da Ingazeira e Garanhuns, do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), integrando profissionais e conhecimentos que permeiam todas as regiões pernambucanas, do litoral ao Sertão do Estado. O evento é alusivo ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho.

A Sidma será um encontro de profissionais, agentes públicos, autônomos e privados que têm o compromisso de disseminar o conhecimento para a sociedade pernambucana. Serão cinco dias de compartilhamento de conhecimentos, com 17 atividades, envolvendo a participação de 22 docentes de diversos campi do IFPE e convidados da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC).   

O evento surge com a proposta de comemorar a Semana Mundial do Meio Ambiente, promovendo o ensino, a extensão e a pesquisa,  para as comunidades interna e externa, do IFPE, mesmo em situação de distanciamento social.

Com o tema Meio, Ambiente, Biodiversidade e Saúde: O meio ambiente equilibrado promove saúde e desenvolvimento social, a atividade será aberta a qualquer pessoa interessada. Inscritos receberão no e-mail cadastrado o link para acesso ao evento e os certificados.

Acesse o site do Sidma 2020 e clique em Inscrições e Programação.

Beneficiários do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) poderão suspender o pagamento de parcelas enquanto perdurar o estado de calamidade pública decretada por conta da pandemia do novo coronavírus. O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta segunda-feira (25), resolução aprovada pelo comitê gestor do programa que regulamenta as medidas definidas pela Lei nº 13.998, publicada pelo governo federal no último dia 15.

Poderão ser suspensas duas parcelas dos estudantes com contratos em fase de utilização ou carência no programa do Ministério da Educação (MEC). Para aqueles em amortização, serão quatro.

O estudante interessado em suspender as parcelas deverá manifestar interesse perante o agente financeiro do Fies (Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil), por meio dos canais de atendimento que serão disponibilizados pelos bancos para essa finalidade. O prazo para essa solicitação vai até 31 de dezembro.

A resolução define que não serão cobrados juros ou multa por atraso de pagamento sobre as parcelas suspensas. Os valores serão incorporados ao saldo devedor do contrato do estudante, nos termos e condições contratados.  

A medida vale apenas para os contratos que estavam adimplentes antes da vigência do decreto de calamidade pública, ou seja, somente para quem já estava com o pagamento em dia antes da pandemia. Financiados pelo Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies), operado por bancos privados, não terão parcelas suspensas por essa medida.

Fases do Fies

Eis o que significa cada fase do contrato do Fies:

  • utilização: período de duração do curso, no qual o estudante paga a cada três meses até R$ 150, valor referente a juros incidentes sobre o financiamento;
  • carência: os 18 meses seguintes à conclusão do curso, no qual também há pagamentos de até R$ 150 a cada três meses, valor referente a juros;
  • amortização: encerrada a fase de carência, o saldo devedor do estudante é parcelado em até três vezes o período financiado da duração regular do curso.

A suspensão referente aos juros trimestrais nas fases de utilização ou carência valerá apenas para os contratos formalizados até o 2º semestre de 2017. A lei e a resolução não afetam as datas em curso das edições do Fies referentes ao primeiro e ao segundo semestres de 2020. Continue lendo

O campus do IFPE em Afogados da Ingazeira lançou o edital para concessão de Benefício Financeiro Eventual para atender a estudantes em situação de vulnerabilidade econômica em função da epidemia da Covid-19.

O prazo para inscrições é de 22 a 29 de maio e elas poderão ser feitas exclusivamente pelo sistema Fluxo (www.fluxo.ifpe.edu.br), acompanhe o passo a passo disponibilizado.

Poderão se inscrever estudantes de cursos presenciais da educação básica e graduação, que não tenham sido contemplados no Programa Bolsa Permanência regidos pelo Edital nº 06/2020-GR/IFPE.

Para solicitar o benefício eventual, o/a estudante deverá utilizar o e-mail institucional. Caso não tenha, deverá criá-lo através do link: https://meuemail.ifpe.edu.br/estudantes/.

O valor mínimo do auxílio é de R$ 130, a ser pago preferencialmente em parcela única, de acordo com a análise socioeconômica realizada pelo Serviço Social. Os estudantes precisam possuir conta bancária em seu nome.

O estudante cuja solicitação seja atendida será notificado por meio do fluxo.ifpe.edu.br e/ou do e-mail cadastrado, ocasião em que será informado também do valor a ser recebido.

A Coordenação de Apoio ao Estudante e ao Ensino (CAEE), chama a atenção para a importância dos estudantes postulantes lerem com atenção o edital para evitar que ocorram falhas no ato da inscrição.

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: cae@afogados.ifpe.edu.br

Confira o edital (Retificado em 22/05/2020)

Acesse o Tutorial para realizar a inscrição.