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O PP de Pernambuco está insatisfeito. A sigla é a segunda bancada da Assembleia. O deputado federal Eduardo da Fonte, à frente do PP-PE, liderou a votação estadual em 2014 para a Câmara, com 283 mil votos, e o Pastor Cleiton Collins liderou a votação para a Assembleia, com 216 mil votos. Em 2016, a sigla teve os mais votados vereadores do Recife, Michele Collins, e de Jaboatão, Sandro de Andrade, o "Toto Junto com o Povo".

Ao comparar os seis deputados na Assembleia e sua votação aos números de outras legendas, o PP diz estar insatisfeito com o governo Paulo Câmara (PSB), que empossou ontem seu novo secretário de Habitação, Kaio Maniçoba (PMDB), e abriu uma vaga para o suplente Luciano Bivar (PSL). A sigla hoje comanda o Porto do Recife, o Instituto de Pesos e Medidas e o Lafepe, mas não uma secretaria. O PP observa gestos de Paulo para o PMDB e legendas como PR e PSD. Cogita independência rumo a 2018 e almeja uma vaga ao Senado, seja na base ou oposição. Paulo já guardou uma vaga para o deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB).

Em 2014, o PP até anunciou Michele Collins para governadora – e depois recuou. Era pressão por espaço. Hoje com mais poder de fogo, renova a pressão, agora rumo a 2018.

Para disputar a Assembleia Legislativa, ano que vem, o PP já conta com 37 pré-candidatos filiados ao partido. Já no que tange à disposição que a legenda, nos bastidores, diz ter para concorrer a uma vaga ao Senado, não esclarece se o nome seria Eduardo da Fonte (foto), Cleiton ou Michele Collins.

Outra sigla que almeja ter vaga ao Senado é o PDT – e o nome seria o ex-prefeito de Caruaru José Queiroz. Faltam opções para ele e seu filho, o deputado federal Wolney Queiroz. Não há como eleger os dois à Câmara Federal.

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