Monthly Archives: janeiro 2018

Segue até a próxima sexta-feira, 2 de fevereiro, a Semana de Ações da Fundação Terra em Arcoverde, com exames gratuitos e mutirão de consultas médicas que tiveram início na ultima segunda-feira (29). A iniciativa reúne profissionais da saúde de diversas especialidades, a exemplo de médicos, odontólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros.

Os atendimentos estão ocorrendo na sede da Fundação Terra, no Centro Especializado em Reabilitação Mens Sana e no distrito de Umburanas, na divisa entre Arcoverde, Buíque e Sertânia.

Além das consultas e exames gratuitos, os participantes também assistem a palestras e são atendidos por diversos serviços voltados para a assistência social e a propagação de direitos. Ainda há atendimentos individualizados para tirar dúvidas.

A Avenida Rio Branco, em Afogados da Ingazeira, será invadida pelo 11º ano consecutivo, pelo considerado pela Polícia Militar, como o bloco que mais leva público para as ruas na terça-feira de Carnaval, o bloco “A Cobra vai Subir” está vendendo a sua nova camisa.

Como de costume, o bloco será puxado pelo som do trio elétrico com a Banda Vizzu, que acompanha os foliões, torcedores, simpatizantes ou não, durante todos esses anos, e que para muitos, é a banda que mais se identifica com o bloco.

As camisas estão sendo vendidas no ateliê de Edgley, ao preço de R$ 20 reais. Segundo os organizadores, foram confeccionadas camisas de vários números para que os interessados possam adquirir, mas que devido à procura, essas camisas (abadás) poderão acabar antes do previsto, segundo a organização, então você que simpatiza com o bloco, que é folião nato, corra para adquirir a sua camisa e aproveite para descer atrás do trio, na terça-feira, 13 de fevereiro, às 17 horas.  

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O presidente Michel Temer, deve visitar as cidades de Salgueiro e Cabrobó no Sertão de Pernambuco na próxima sexta-feira, 2 de fevereiro. Segundo fontes ligadas ao governo federal, a visita do presidente teria como objetivo vistoriar as obras da Transposição.

Ainda de acordo com as informações o presidente aproveitaria a viagem para atender um pedido do senador Fernando Bezerra Coelho de autorizar que a água do canal da Transposição abasteça a barragem Nilo Coelho em Terra Nova.

O presidente Michel Temer deve vir acompanhado do ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho e do próprio senador Fernando Bezerra Coelho. No momento a água da Transposição, segundo o blog de Didi Galvão, está sendo usada por agricultores da região do Racho Grande em Cabrobó. No entanto, quando esteve em Cabrobó no último dia 12 de janeiro, o senador Fernando Bezerra Coelho disse que retornaria a cidade com o ministro Helder Barbalho com esse objetivo.

luciano-duque-e-andre-maio-roberiosa Em primeira mão, Luciano Duque confirma indicação de André Maio para liderar o governo na Câmara de Vereadores

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), anunciará, oficialmente, nesta quarta-feira (31), às 11h, no seu Gabinete, o nome do novo líder do governo para a legislatura de 2018 da Câmara de Vereadores.

O ato acontece após os vereadores Rosimerio de Cuca (PMN) e Pinheiro de São Miguel (PTB), migrarem para o grupo de oposição, capitaneado pelo deputado licenciado e secretário de transportes, Sebastião Oliveira (PR).

Luciano Duque confirmou ao blog de Robério Sá que o novo líder do governo será o vereador André Maio (PRB), que no ano passado fez dura oposição ao deputado Sebastião Oliveira e ao Governador Paulo Câmara.

O Prefeito ainda, chegou a afirmar que o nome de Sinézio Rodrigues foi cogitado, no entanto, devido à corrida eleitoral, preferiu indicar o republicano.

O vereador petista explicou o motivo pelo qual não assumirá a função de líder do governo no Legislativo Municipal. “Foi-me dada outra missão: ser candidato a deputado estadual e representar Serra Talhada e região com altivez na assembleia legislativa”, explicou.

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Os possíveis candidatos à Presidência da República dispostos a defender a agenda de reformas econômicas de Michel Temer (MDB) nas eleições de outubro ainda não decolaram nas pesquisas de intenção de voto.

Pesquisa do Datafolha divulgada pela Folha de S.Paulo na madrugada desta quarta-feira (31), mostra que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o próprio Temer não conseguem ultrapassar 2% da preferência do eleitorado. O levantamento foi feito nos dias 29 e 30 de janeiro.

Entre os três, quem consegue o melhor desempenho no cenário mais favorável é Henrique Meirelles, com 2%, em um quadro sem a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ainda excluindo Marina Silva (Rede), João Doria (PSDB), Joaquim Barbosa (sem partido) e Luciano Huck (sem partido) da corrida presidencial.

O ministro da Fazenda, que estipulou um prazo até o final de março ou começo de abril para decidir se será candidato, foi testado em outros três cenários pelo Datafolha. Com Lula candidato, Meirelles tem 1% das intenções de voto em duas simulações.

Rodrigo Maia, que condiciona sua candidatura ao sucesso da reforma da Previdência na Câmara e ao aumento de seu desempenho nas sondagens eleitorais, e o presidente Michel Temer, que tem sua candidatura à reeleição cogitada pelo Palácio do Planalto e pela cúpula do MDB, aparecem com 1% no único cenário em que são incluídos – com Lula no páreo.

Outros governistas

Outros dois prováveis candidatos que defendem abertamente uma agenda liberal para a economia, João Amoêdo (Novo) e Paulo Rabello de Castro (PSC), também não passam de 1% das intenções de voto. O fundador do Partido Novo e o atual presidente do BNDES foram testados nos nove cenários apresentados pelo instituto de pesquisa. Em todos eles, os dois têm 1% das intenções de voto, com exceção do quadro em que Temer, Meirelles e Maia também são candidatos. Neste caso, Amoêdo e Rabello de Castro não chegam a pontuar.

O presidente Michel Temer lidera a taxa de rejeição no levantamento do Datafolha, com 60% dos eleitores dizendo que não votariam nele "de jeito nenhum". Além disso, o presidente é o cabo eleitoral mais impopular nos cenários apresentados: 87% afirmam que não votariam no candidato que tiver seu apoio, em um levantamento sobre o poder de transferência dos votos.

Com anuência da Agência Nacional do Petróleo (ANP), os postos de todo o Brasil já podem vender, alguns já o fazem, um tipo de gasolina chamado de “formulada”. De acordo com especialistas, o composto é feito pela combinação de cerca de 200 solventes e “se aproxima” da composição molecular da gasolina comum, derivada do petróleo, mas, além de render 15% menos, a “formulada” causa danos aos veículos. A informação é do colunista Cláudio Humberto.

Mecânicos afirmam que a gasolina “formulada” entope bicos injetores. Uso prolongado pode levar a problemas mais graves, e mais caros.

O Procon é taxativo e reitera que, mesmo permitida à venda, deve ficar claro para o consumidor o que está comprando. Não é o que acontece.

O preço da gasolina “formulada” deve ser inferior ao da derivada do petróleo. Ou o posto pode ser multado em até R$6 milhões.

No mercado, diz-se que, “o regulado [distribuidor de combustíveis] se apoderou das regras do regulador [agência tipo ANP]”.

O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça, Humberto Martins, rejeitou, nesta terça-feira (30), liminar ao ex-presidente Lula, para barrar a execução de sua pena de 12 anos e 1 mês no âmbito da Operação Lava Jato. O mérito da questão será avaliado pela 5ª Turma da Corte, sob relatoria do ministro Felix Ficher.

O ex-presidente teve sua condenação confirmada, por 3 a 0, no Tribunal da Lava Jato e ainda viu sua pena ser aumentada de 9 anos e 6 meses para 12 anos e 1 mês, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Assim como o juiz federal Sérgio Moro, os desembargadores entenderam que o triplex no condomínio Solaris e suas respectivas reformas custeadas pela OAS representam propinas de R$ 2,2 milhões ao petista.

Ao condenar Lula, os desembargadores ainda pediram para que, após esgotado seu último recurso ao TRF-4, a pena de prisão, em regime fechado, seja executada. Contra o cumprimento da pena, Lula se insurgiu ao STJ e pediu para que possa recorrer até as Cortes Superiores, em liberdade, e para que seja suspensa a sua inelegibilidade.

Ao rejeitar o pedido, o ministro afirma que ’em recentes julgados, tenho adotado o entendimento de que é possível a execução provisória de acórdão penal condenatório proferido em grau recursal, mesmo que sujeito a recurso especial ou extraordinário, não havendo falar-se em violação do princípio constitucional da presunção de inocência’.

Segundo os advogados do ex-presidente, em habeas corpus, não bastaria o atual entendimento do Supremo Tribunal Federal, firmado em votação histórica em outubro de 2016, nem a súmula 122 do TRF-4, que prevê o cumprimento de pena após sentença condenatória de segunda instância.

No entanto, o ministro afirma que ‘não há plausibilidade do direito invocado pelo impetrante, pois a possibilidade de execução provisória da pena encontra amparo na jurisprudência das Cortes Superiores’.

“Isso porque o Supremo Tribunal Federal, ao julgar o HC 126.292, passou a adotar o entendimento de que não viola a presunção constitucional de não culpabilidade a execução provisória da pena quando pendente recurso sem efeito suspensivo, como são os recursos extraordinário e especial, nos quais não há mais possibilidade de discussão acerca da matéria de fato”, afirma.

Na decisão, o ministro ainda lembrou que no julgamento do TRF-4 foi determinado que não seria iniciada a execução provisória da pena de Lula após o término da sessão ocorrida no dia 24 de janeiro.

“Por ter sido assegurado ao ex-Presidente que eventual prisão não será implementada antes do exaurimento da jurisdição ordinária, parece-me, ao menos, por ora, que não há configuração de ato consubstanciador de constrangimento à sua liberdade de locomoção”, disse, lembrando de uma recente decisão que tomou ao negar um HC preventivo em favor de Lula pedido pelo advogado John Lennon Silvestre de Melo, que não integra a defesa do petista.

Martins destacou que o STJ já tem entendimento no sentido de que o habeas corpus preventivo tem cabimento quando houver ameaça à liberdade de locomoção. “Dessa forma, diante de tudo o que foi explicitado acima, o fundado receio de ilegal constrangimento e a possibilidade de imediata prisão não parecem presentes e afastam o reconhecimento, neste exame limitado aos requisitos dos provimentos de urgência, da configuração do perigo da demora, o que, por si só, é suficiente para o indeferimento do pedido liminar”.

O ministro ainda pediu que o TRF-4 receba ofício para que preste informações no caso, e deu vista ao Ministério Público Federal (MPF).

O relator do HC é ministro Felix Fischer, relator de casos da Operação Lava Jato no STJ, mas Martins é quem está no exercício da presidência durante o recesso até esta quarta-feira (31), responsável pela análise de pedidos urgentes.

As bancadas evangélica e católica no Congresso começam a conversar sobre apoio mútuo nas eleições deste ano. O objetivo é alcançar uma representação que reflita o tamanho que os cristãos têm na sociedade. Os evangélicos são 30% da população, mas contam com uma bancada de 97 deputados e 3 senadores. A católica tem 48 deputados. É a primeira vez que há diálogo nesse sentido. Os dois lados concluíram que têm as mesmas bandeiras, que não são apenas eleitorais, e a união só os beneficia. A meta é eleger 200 deputados.

O que vai definir o apoio mútuo é o compromisso com as bandeiras tradicionais dos cristãos, independentemente de denominações. O grupo é contra o aborto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, jogos de azar, eutanásia e ideologia de gênero.

 “Os nossos irmãos evangélicos não são nossos adversário e, na medida do possível, estaremos juntos na eleição. Os nossos adversários são PT, PSOL, PSTU e PCdoB, que defendem agenda progressista”, diz Paulo Melo (PTN), do Movimento Católico Pró-Vida.

A frente evangélica quer reduzir a concentração de votos em pastores para diversificar a eleição dos seus representantes, incentivando fiéis da base das igrejas à participação política.

Em Alagoas, o acordo entre evangélicos e católicos já está selado. O deputado Givaldo Carimbão (PHS), da renovação carismática, receberá o apoio dos evangélicos para sua campanha ao Senado.

Ligado a Sara Nossa Terra, o empresário Flávio Rocha defende as bandeiras das igrejas. Para ele, “o economês conserta o País, mas é o discurso sobre os costumes que levará o candidato a ganhar a eleição presidencial deste ano”.

Dono da Riachuelo, Flávio Rocha não descarta disputar o Planalto se houver mobilização em torno do seu nome. “É muito feio uma pessoa ser convocada para uma missão nacional e se recusar por razões egoísticas, por causa de patrocínios”.

Luciano Huck

Por Vera Magalhães/Estadão

Se Luciano Huck já havia demonstrado que não desistira do plano presidencial com a aparição no Domingão do Faustão, a condenação de Lula fez com que apertasse o passo. Huck não esteve com Guillaume Liegey, estrategista de Emmanuel Macron que visitou esta semana no Brasil para vender seus serviços a partidos e postulantes ao Planalto, mas emissários do apresentador estiveram com o francês.

Além disso, o global retomou a comunicação intensa com o PPS, cujo presidente, Roberto Freire, ainda sonha em lançá-lo.

Entusiastas da ideia argumentam que Lula deixou órfã uma fatia do eleitorado de classe média-baixa que atribuía ao petista uma melhora de vida experimentada em seu governo. Para essas pessoas, Huck pode ser visto, mais que políticos tradicionais, como alguém capaz de “mudar a vida” das pessoas. 

O PPS seria uma incubadora adequada ao projeto, por ser um partido “anódino” o suficiente para receber movimentos como o Agora!, que dariam suposto lastro social a Huck.  

 O empresário não fará movimento explícito antes de abril. Não quer abrir mão do “contato semanal com 20 milhões de pessoas pela TV”, segundo um interlocutor, e vai observar se os demais candidatos do centro conseguem se firmar e empolgar o eleitorado.

Um dos timoneiros da estratégia discreta de rearticular o plano presidencial de Luciano Huck é o padrasto do apresentador, Andrea Calabi. Ex-secretário da Fazenda de Geraldo Alckmin, é Calabi quem tem reunido economistas com quem o apresentador conversou nos últimos meses e dos quais volta a se aproximar.

No momento em que o Planalto retoma fortemente as negociações para obter os 50 votos que faltam para aprovar a reforma da Previdência na Câmara, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, admitiu nesta terça-feira (30) que o governo pode fazer novas concessões na proposta para garantir a aprovação. Segundo ele, uma das possibilidades é negociar regras mais brandas para servidores públicos que ingressaram no funcionalismo antes de 2003. Também estariam em negociação, segundo fontes, regras especiais para agentes penitenciários e elevação do limite para acúmulo de benefícios. O Executivo precisa de 308 votos.

– Há uma discussão para que se aplique uma regra diferente para quem entrou antes de 2003. Não recebemos ainda uma proposta sobre isso. Não tem como avaliar qual é o impacto. Vamos avaliar, se ela agregar votos e não conflitar com os princípios da reforma. Caso contrário, não vamos aceitar – afirmou o ministro, durante o evento “E Agora, Brasil?”, no Rio.

Oliveira comentou que a reforma enfrenta resistência de parlamentares ligados a grupos mais afetados, como os servidores públicos:

– Foram feitas propostas que atenderam a demandas legítimas do processo. Hoje, vejo pressões de grupos para tentar manter tratamentos privilegiados. O processo daqui para frente é muito pragmático. Podem ter alterações adicionais, mas que viabilizem a aprovação.

O ministro chamou atenção para a necessidade da reforma, lembrando que, enquanto as contas públicas fecharam 2017 com um déficit de R$ 124,4 bilhões, a Previdência encerrou o ano com um rombo de R$ 182,4 bilhões – levando em conta apenas o Regime Geral da Previdência Social (RGPS), operado pelo INSS. Quando se considera o resultado da Previdência como um todo, incluindo o regime de aposentadoria de servidores e militares, o déficit chega a R$ 268,7 bilhões.

Segundo fontes ligadas à Presidência, apesar da pressão de algumas categorias do funcionalismo para manter a integralidade e paridade para quem ingressou até 2003, o Planalto não pretende ceder, porque pode quebrar o discurso oficial de que a reforma vai unificar as regras entre servidores e trabalhadores do setor privado. Um tratamento diferenciado, no entanto, pode ser dado a quem atua com segurança pública. Os agentes penitenciários poderão ter as mesmas regras de policiais federais e legislativos (idade mínima de 55 anos) e pensão integral para familiar em caso de morte em serviço.

Ministério em troca de votos

Outro ponto que pode ser considerado uma barganha é a criação do Ministério de Segurança Pública. A nova pasta é uma reivindicação de deputados da “bancada da bala” e servirá como moeda do governo em troca de votos pela aprovação da reforma. O deputado Alberto Fraga (DEM-DF), presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, que soma mais de 300 integrantes, disse que “a bancada estará lutando pela criação do ministério porque o sistema de segurança é uma torre de Babel”.

Nos bastidores, o governo avalia que, se a reforma não for aprovada na Câmara em fevereiro e concluída no Senado em março, a missão se tornará praticamente impossível. Segundo um auxiliar do presidente Michel Temer, as próximas duas semanas serão decisivas, o que vai exigir um verdadeiro corpo a corpo com parlamentares no esforço por votos.

Relatório da Polícia Federal afirma ser “necessária” a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do presidente Michel Temer e de outros investigados “para uma completa elucidação” das suspeitas de que o peemedebista favoreceu empresas do setor portuário. Sem citar nominalmente Temer, analistas da PF recomendaram ao delegado Cleyber Lopes, que conduz o inquérito contra o presidente, obter histórico de chamadas telefônicas e informações fiscais e bancárias “de pessoas jurídicas e físicas mencionadas nos inquéritos” — o que inclui Temer.

No documento, de 15 de dezembro, a PF cita a necessidade de analisar provas de uma investigação antiga contra Temer sob suspeita de corrupção no Porto de Santos. Os investigadores consideram que os documentos desse caso podem ser relevantes para o inquérito aberto ano passado, que tem o peemedebista entre os alvos. Assim como na investigação anterior, há a suspeita de que Temer tenha recebido propina para beneficiar empresas portuárias.

O delegado Cleyber Lopes já solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o compartilhamento desse inquérito antigo, já que as suspeitas que recaem sobre o presidente são semelhantes à investigação que está em andamento. A hipótese sob apuração é de que Temer teria favorecido a Rodrimar, localizada em Santos (SP), e outras companhias do setor portuário, por meio da publicação de um decreto de 2017 que aumentou o prazo dos contratos de concessão de áreas portuárias, beneficiando as atuais concessionárias. O inquérito foi aberto após interceptações telefônicas flagrarem conversas entre um diretor da Rodrimar, Ricardo Mesquita, e o ex-deputado e ex-assessor presidencial Rodrigo da Rocha Loures (PMDB) sobre o decreto.

A recomendação dos analistas da PF também atinge os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. Eles aparecem como investigados em outro inquérito citado no relatório — um desdobramento da delação da J&F. Procurada, a PF disse que não pode informar se o delegado aceitou a sugestão e encaminhou o pedido de quebra de sigilos ao STF. O processo está em segredo de Justiça. Para embasar a recomendação das quebras de sigilo, os analistas citam fatos que precisam “de aprofundamento", como transações imobiliárias do coronel João Baptista Lima com offshores ligadas a envolvidos em fraudes e inconsistências nos depoimentos de Loures e Mesquita. Lima é acusado de ter recebido propina em nome de Temer.

O relatório também afirma que “não foi possível exaurir todos os CNPJ’s e CPF’s que efetuaram doações, que poderiam ser uma forma de propina a partidos e candidatos”. A PF destaca que, apesar de representantes de empresas portuárias afirmarem que não podiam doar por serem concessionárias de serviços públicos, foram encontrados registros de repasses indiretos de companhias do setor a políticos. A análise da PF ainda trouxe novas informações sobre a relação entre os personagens investigados. Na agenda do celular do coronel Lima há o telefone de José Yunes, ex-assessor e amigo de Temer. Também há a suspeita de que Lima mantinha relação com Loures.

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O Globo

Pesquisa Datafolha realizada na segunda (29) e na terça-feira (30) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve vantagem sobre os demais candidatos, com até 37% das intenções de voto. Mas a briga por uma vaga fica acirrada caso o petista seja impedido de disputar a eleição com base na Lei da Ficha Limpa.

Lula lidera o primeiro turno em todos os cenários em que seu nome é colocado, com percentuais que variam de 34% a 37%. No segundo turno, venceria o tucano Geraldo Alckmin por 49% a 30% e a ex-senadora Marina Silva (Rede) por 47% a 32%, além do deputado Jair Bolsonaro (PSC).

Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro seria derrotado por Lula (49% a 32%), por Marina Silva (42% a 32%) e Alckmin (35% a 33%).

Em um cenário sem Lula, Bolsonaro aparece com 18%, seguido por Marina (13%), Ciro Gomes (10%), Alckmin (8%) e Luciano Huck (8%).

O Datafolha tez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR 05351/20018.

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Durante recente visita a Custódia, o secretário estadual das Cidades, Francisco Papaléo, recebeu solicitação para intervir junto ao DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) na busca pela liberação de redutores de velocidade para o município.

O pedido foi feito pelo prefeito, Emanuel Fernandes (Manuca), e o Diretor Administrativo da Secretaria de Agricultura, Cícero Almeida. Os equipamentos serão instalados na BR-232 para melhorar o trânsito no perímetro urbano.

Na justificativa da solicitação, o prefeito afirma que “o objetivo da instalação dos redutores é garantir mais proteção ao cruzar a BR-232 e, consequentemente, reduzir acidentes, evitar atropelamentos e proporcionar mais segurança à população. Estamos confiantes de que esse projeto vai sair do papel”, disse o prefeito.

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Os dados do Censo Escolar 2017 serão divulgados em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 31 de janeiro, às 11h, na Sala de Atos do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF). Serão apresentados os principais números do levantamento estatístico realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

A coletiva de imprensa será conduzida pela Ministra da Educação substituta, Maria Helena Guimarães de Castro; pela presidente do Inep, Maria Inês Fini; pelo diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio; e pelo Secretário da Educação Básica, Rossieli Soares da Silva.

SERVIÇO:

Coletiva de Imprensa – Censo Escolar 2017
Data: 31 de janeiro de 2018
Horário: 11h
Local: Sala de Atos do Ministério da Educação
Endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco L, 9º Andar, Brasília (DF).

O Samba de Coco Raízes de Arcoverde lançou há cerca de uma semana uma campanha para quitar os alugueis atrasados de sua sede, localizada na subida do Alto do Cruzeiro. O grupo corre o risco de perder a sede que ocupa há mais de 20 anos e com ela parte da sua história por não ter condições de pagar o aluguel. O grupo possui mais de um ano e meio de atraso no pagamento e já teve a ordem de despejo dada pelo proprietário do imóvel.

A campanha #NossaSedeCocoRaízesdeArcoverde visa arrecadar recursos que vão contribuir com a quitação da dívida e a manutenção da sede. Quem quiser ajudar pode contribuir com no mínimo R$ 15 através do site de financiamento coletivo, o www.catarse.me/nossa_sede.

No lançamento da campanha, a direção do grupo alega que “Devido a crise que se instaurou no país, o grupo sofreu grande cortes de show o que comprometeu diretamente o pagamento do aluguel da sede. Um espaço hoje que recebe todos de braços abertos e que mantém a memória viva de Lula Calixto fundador do grupo, e que é palco de ensaios, encontros, filmagens, oficinas, encontros, pode ser perdido”.

Neste ano o grupo fará 20 anos de existência registrada e a intenção deste financiamento coletivo não é somente de quitar esta dívida, mas sim de “implementar formas para que a sede se torne autossustentável, através de uma plano de iniciativas para capacitar os próprios integrantes do grupo na manutenção e continuidade deste trabalho tão bonito e nos enche de orgulho desse Brasil”.