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O governador Paulo Câmara (PSB) vai ao encontro do ministro Raul Jungmann, nesta quinta-feira (1º), em Brasília, para a reunião com os governadores de Estado em torno da segurança pública no Brasil.

Acossado por uma oposição formada por aliados e ex-ministros do presidente do MDB, Paulo Câmara apresenta-se como oposição ao governo Temer e busca uma aliança com o PT e o ex-presidente Lula, nas eleições deste ano. No entanto, a relação com o ex-ministro da Defesa sempre foi cordial.

O ministro de Temer pode começar ajudando o Estado federalizando parte do presídio de Itaquitinga. As negociações já estavam em curso e na semana passada o governador Paulo Câmara chegou a cancelar uma reunião com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, com quem tratava o tema.

Nesta quarta-feira, a ministra Cármen Lúcia convocou reunião extraordinária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apresentar ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, o Cadastro Nacional de Presos, também chamado de Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (Novo BNMP).

De acordo com o CNJ, o Cadastro é a contribuição do CNJ para o combate ao crime organizado, assim como fundamental ao planejamento de políticas públicas na área de segurança do País. A ferramenta ainda permitirá a uniformização dos dados relativos às pessoas presas ou procuradas pela Justiça em todo o território nacional.

A criação do Novo BNMP foi anunciada em dezembro de 2016 pela ministra Cármen Lúcia, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), no encerramento do X Encontro Nacional do Poder Judiciário.

“O Banco Nacional de Monitoramento de Prisões é um sistema com dados atualizados dos presos que se encontram no sistema carcerário brasileiro. Atualmente, já conclui a alimentação do cadastro o Tribunal de Justiça de Roraima. Os Tribunais de São Paulo, Santa Catarina, Goiás , Sergipe, Bahia e Amapá deram inicio a alimentação do sistema. Os tribunais do Paraná, Rio Grande do Norte, Alagoas, Maranhão, Ceará, Piauí e DF já capacitaram juízes e servidores e estão em vias de iniciar a alimentação de informações do cadastro”, divulga o CNJ.

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