Monthly Archives: julho 2018

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Esquentou de vez o debate entre vereadores ligados ao prefeito Sebastião Dias (PTB) em torno da eleição da Mesa Diretora da Câmara de Tabira. No 1º semestre o legislativo aprovou o projeto de reeleição, o que colocou a atual presidente Nely Sampaio no páreo. Enquanto isso, na semana que passou o vereador do PT Aristóteles Monteiro cobrou respeito ao acordo para que ele fosse eleito presidente da Câmara no biênio 2019/2020. “Espero que Nely honre o acordo”, disse.

Falando a Rádio Cidade FM, a presidente Nely Sampaio argumentou contra a informação: “Houve a reunião; a proposta foi feita em torno do nome de Aristóteles, mas os vereadores Cléber Paulino e Marcos Crente (era da oposição, mas votou com Nely), disseram não poder definir apoio com tanta antecedência; eu e os demais vereadores ficamos em silêncio; portanto não houve acordo”. – Ao mesmo tempo a vereadora Nely deixou claro ser candidata à reeleição, mas que vota com Aristóteles ou qualquer outro vereador da bancada governista desde que este agregue mais que ela.

Durante a entrevista, o vereador Marcílio Pires, líder da bancada governista fez uma intervenção por telefone e ratificou o que disse Nely. O regimento interno da Câmara de Tabira marca a eleição para a última sessão do ano, mas uma emenda com 4 assinaturas sendo aprovada, pode antecipar a disputa. O recesso da Câmara de Tabira acaba no dia 05 de agosto.

Sobre os rumores de que será candidata à sucessão de Sebastião Dias, a vereadora disse pertencer ao grupo e está à disposição, mas negou que o seu pai, Rosalvo Sampaio (Mano), já esteja pedindo votos pra ela. Por falar no ex-prefeito, o apresentador provocou a vereadora a falar sobre as pensões a filhos e viúvas de políticos que eram pagas irregularmente desde a gestão Mano em Tabira. Nely inicialmente disse que os tempos eram outros e que não tinha certeza que o autor do projeto teria sido o pai. Em recado enviado para o celular da filha durante a entrevista, Rosalvo Sampaio informou que o projeto beneficiou apenas 8 filhos de políticos por invalidez.

Sobre a eleição 2018, revelou que apoiará Armando Monteiro para governador e os deputados Ricardo Teobaldo e provavelmente Antônio Moraes. Para presidente da República, se mostrou em dúvida.

Um detalhe: a vereadora Nely Sampaio deixou claro que o seu voto será do tabirense Carlos Veras para a Câmara Federal, mas só o voto pessoal. Sobre os muitos cargos que o PT e o grupo de Mano têm na gestão do prefeito Sebastião Dias, ela concluiu dizendo que o prefeito tem que governar com os aliados. As informações foram repassadas ao PE Notícias pelo comunicador Anchieta Santos, das rádios Pajeú AM e Cidade FM, de Tabira.

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Passados sete dias de uma espera angustiante, a família da estudante pernambucana Raynéia Gabrielle das Costa Lima, 31 anos, morta em Manágua, na Nicarágua, no dia 23 de julho, está mais perto de conseguir despedir-se dela. O pagamento do traslado do corpo para o Brasil deve ser realizado hoje pelo governo de Pernambuco. Sem divulgar detalhes, o secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, confirmou a informação na noite de ontem.

Segundo a mãe de Raynéia, a enfermeira aposentada Maria José Costa, a previsão é de que, caso não comece ainda hoje, o transporte do corpo deve ser iniciado até amanhã. Por telefone, com a voz embargada, a genitora relatou a aflição que tem vivido nos últimos dias. “Não queria que isso acontecesse. É uma realidade angustiante, esse tempo todo esperando. Espero que o traslado aconteça logo para minha filha ter o descanso eterno, finalmente, e a angústia de toda a família acabar”, disse.

Sob responsabilidade da família, o sepultamento deve ser realizado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

Na tarde de ontem, o corpo de Raynéia foi velado em Manágua. A cerimônia foi autorizada pela mãe da estudante e aconteceu na Funerária Monte de Los Olivos. “Me pediram para fazer um velório lá e eu permiti, os professores e colegas participaram, mostra o quanto ela querida por lá”, diz Maria José. 

A jornalista Amalia del Cid, do jornal La Prensa, informou, no Twitter, que a imprensa foi proibida de entrar na funerária durante o velório. De acordo com a profissional, membros do corpo diplomático brasileiro e o reitor da Universidade Americana (UAM), onde Raynéia estudava, Ernesto Medina, estiveram no local.

ONDA DE VIOLÊNCIA

A morte de Raynéia ocorreu em meio à maior onda de violência na Nicarágua desde o fim da guerra civil, em 1990. Segundo a Associação Nicaraguense pelos Direitos Humanos, 448 pessoas morreram em 100 dias de protestos contra o governo do presidente Daniel Ortega. Segundo o reitor da universidade onde a pernambucana estudava, as autoridades nicaraguenses estão encobrindo um crime cometido por paramilitares, simpatizantes do governo. Segundo Ernesto Medina, Raynéia estava voltando para casa com o namorado, em carros separados, no bairro de Lomas de Monserrat, quando foi morta. “Apareceram três homens encapuzados, com fuzis de guerra, que fizeram sinal de alto. Ela continuou dirigindo e atiraram nela”, contou o reitor. 

A Polícia da Nicarágua informou, na sexta-feira (27), que prendeu Piersen Guiérrez Solis, 42, suspeito de ter assassinado a estudante. Segundo nota divulgada pela corporação, Solis tinha uma carabina M4, a mesma arma usada no crime. Anteriormente, a polícia havia dito que o assassinato teria sido cometido por um guarda de segurança privado, mas não fez relação com o atual suspeito.

Geraldo Alckmin durante anúncio de apoio do centrão.

Por Afonso Benites/El País

A busca por um(a) candidato(a) a vice-presidente nas eleições brasileiras segue desta maneira: Jair Bolsonaro (PSL) já ouviu três nãos seguidos – o do senador Magno Malta (PR), o do general Augusto Heleno (PRP) e o do general Hamilton Mourão (PRTB) – e está perto de ouvir um quarto, o da professora de direito Janaína Paschoal (PSL). Geraldo Alckmin (PSDB) levou um fora, o do empresário Josué Gomes (PR). Ciro Gomes (PDT) foi sondado, mas caiu em um truque do Centrão e, agora, não está entre os mais procurados. Marina Silva (REDE) já falou em oferecer a vaga de vice ao PV. Álvaro Dias (PODE) e outros representantes de partidos pequenos buscam uma solução caseira com a formação de chapas puro-sangue.

Na eleição mais incerta desde 1989, os principais concorrentes ao Planalto se deparam com uma série de dificuldades para encontrar um(a) companheiro(a) de chapa. Para despistar quem os questiona sobre o assunto costumam seguir o mesmo rumo de Alckmin, dizendo que ainda falta muito tempo para essa decisão ser tomada – quando na verdade o prazo para o fim das convenções termina no dia 5 de agosto (daqui a uma semana) e o de inscrição de chapa em 15 de setembro. “Não temos pressa. Ainda temos até o dia 4 para nos decidirmos”, afirmou o tucano nesta quinta-feira, durante o anúncio do apoio do Centrão à candidatura dele. Poucas horas depois, Josué Gomes enviou uma carta agradecendo o convite e se recusando a concorrer como vice do tucano.

Algumas das razões dessa indefinição apontadas por analistas políticos ouvidos pelo EL PAÍS: 1) a incerteza do que o PT fará sobre sua candidatura inviabiliza parte das coligações – já que Luiz Inácio Lula da Silva está preso e provavelmente será impedido de concorrer; 2) Bolsonaro, Marina e Ciro, que lideram as pesquisas sem Lula, pouco têm a oferecer para atrair aliados. Não têm tempo de propaganda de rádio e TV, possuem poucos recursos partidários, assim como pequenas bancadas na Câmara dos Deputados ou prefeitos eleitos que poderiam lhes servir de cabos eleitorais; 3) longa distância do topo nas pesquisas eleitorais, casos de Alckmin e Dias; 4) polarização de candidaturas em um país que costumava se deparar com uma antiga queda de braço entre PT e PSDB e; 5) acordos regionais que acabam interferindo no plano federal. De olho nos próprios rincões, caciques regionais agem contra o que poderia ser um consenso partidário.

“Tradicionalmente o vice cumpre a função de equilibrar a chapa, do ponto de vista ideológico, geográfico, financeiro e do tempo de TV. Ou ainda na questão de gênero, se o candidato a presidente é um homem, talvez haja a preferência por escolher uma mulher e vice-versa”, explicou o cientista político Ricardo Caldas, professor da Universidade de Brasília (UnB).

Caldas diz que o caso do PT, que insiste na improvável candidatura de Lula, causa ainda um mal-estar para as instituições e faz com que vários partidos de esquerda, como o PCdoB, o PSB e o PDT, fiquem em compasso de espera sobre uma definição sobre os rumos petistas. Em tese, o ex-presidente não poderia concorrer porque já possui uma condenação em segunda instância, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Conforme a Lei da Ficha Limpa, condenados por tribunais não podem disputar uma eleição. Mas os defensores do petista acreditam que ele tem chance de, até meados de setembro, reverter a decisão e fazer com que Lula registre sua candidatura. Se isso não ocorrer, ele tentaria transferir votos para um possível sucessor, como o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, ou o ex-governador da Bahia, Jacques Wagner. “O que o PT está fazendo é uma pressão nas instituições até o limite. Assim, você estressa o sistema político e cria um clima pesado para a eleição”.

O pré-candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, fez neste domingo um aceno ainda mais forte para o PCdoB, partido que o presidenciável gostaria de ter em seu arco de alianças mas que vem fazendo um movimento em direção ao PT. Em São Paulo, onde participou de uma sabatina promovida por canais no youtube que discutem os rumos da Ciência, Ciro chegou a sugerir o nome da presidenciável do PCdoB, Manuela D’Ávila, como sua vice. Voltou ainda a deixar claro seu desejo pelo apoio do PSB, legenda que, até semana passada, também indicava apoio ao PT.

Ao chegar para o evento, o presidenciável foi perguntado sobre suas tratativas com o PCdoB. Foi quando não escondeu até onde pode estender seu projeto eleitoral.

— O PCdoB tem uma candidata extraordinária, a Manuela, que tem feito papel brilhante. Ela seria uma boa presidenta, quanto mais uma boa vice. Único defeito dela, que tenho dito com carinho, é a juventude, mas nada que o tempo não resolva, disse Ciro.

Sobre a tentativa de atrair os dois partidos, foi incisivo:

—Vou ser candidato em qualquer circunstância.

Segundo Ciro, não há propriamente mais negociações com o PSB. Ele disse que tudo o que tinha para ser negociado já foi conversado, inclusive os acordos regionais, especialmente no Espírito Santo, no Distrito Federal e em São Paulo.

Ao ser perguntado sobre a declaração do coordenador de programa do PT, Fernando Haddad, de que apoiaria o PT se o ex-presidente Lula pudesse concorrer, Ciro lembrou da relação que sempre manteve com o líder petista:

— Olhando pra trás, isso é fato. Se fizer uma rápida recuperação, apoiei o Lula ou quem lhe fez às vezes nos últimos 16 anos. Sem faltar nenhum dia. Eu tenho um lado. Agora, nesse momento, penso que o Brasil precisa sinalizar para o futuro. Por mais injusta que seja a situação em que Lula se encontra, mais grave é a situação em que se encontram os 207 milhões de nacionais brasileiros, que temos a obrigação de garantir que se vistam, que comam, que se transportem, que tenham saúde decente, que possam educar os filhos, disse ele, emendando: — Não há razão para que eu reflita sobre isso (apoiar o Lula). Eu sou candidato homologado do PDT.

Quatro anos desde a primeira delação da Operação Lava-Jato e mais de três anos desde a abertura dos 22 primeiros inquéritos para investigar autoridades com foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal (STF), levantamento realizado pelo GLOBO mostra que metade dessas investigações já chegou ao final na Corte e apenas uma destas levou à condenação, a do deputado Nelson Meurer (PP-PR).

Nos outros dez casos encerrados ocorreu o arquivamento do inquérito, a rejeição da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) ou a absolvição no julgamento final. Em seis processos, os próprios investigadores apontaram falhas nas delações ou admitiram não ter conseguido levantar as provas necessárias, solicitando o arquivamento. Em três casos, foi o STF que julgou como insuficientes a denúncia apresentada pelo Ministério Público.

Se a denúncia é aceita — o que já ocorreu em oito ocasiões —, o inquérito vira ação penal. Só no fim é que há julgamento para definir a culpa. Até agora, dois processos já chegaram a esse ponto. Meurer foi condenado em maio e em junho a Segunda Turma absolveu a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo.

Os inquéritos analisados se basearam, geralmente, nas duas primeiras delações da Lava-Jato: a do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e a do doleiro Alberto Youssef, fechadas em 2014. Elas ajudaram a revelar o cartel das empreiteiras que dividiam entre si os contratos da Petrobras e a desvendar a dimensão do esquema de corrupção que beneficiava vários partidos.

No caso dos processos arquivados pelo STF, a falta de provas foi o principal motivo para a rejeição das acusações. Para que alguém seja condenado, não basta que um delator aponte um crime, ou que outro colaborador corrobore a versão inicial. É preciso conseguir provas. No processo de Gleisi e Bernardo, o relator, ministro Edson Fachin, votou a favor da condenação pelo crime de caixa dois, mas pela absolvição no caso de corrupção passiva, uma vez que Gleisi ainda não tinha poderes para oferecer contrapartidas à suposta propina na data do suposto crime, em 2010. A maioria da Segunda Turma acabou absolvendo-os de todas as acusações.

Meurer, por outro lado, foi condenado há 13 anos, nove meses e dez dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. No caso dele, depósitos fracionados em conta bancária em datas compatíveis com os relatos dos delatores, depoimentos de testemunhas, e dados sobre contatos telefônicos, viagens e estadas em hotéis ajudaram a formar a convicção dos ministros.

CRÍTICA ÀS DELAÇÕES

Os números permitem leituras diferentes dependendo do ponto de vista. No STF, sempre que uma acusação é rejeitada, alguns ministros fazem questão de atacar o trabalho dos investigadores. Gilmar Mendes, por exemplo, costuma criticar a abertura de um inquérito que mancha a imagem do investigado, mas, depois, é arquivado. Já um integrante do Ministério Público ouvido pelo GLOBO apontou que é preciso investigar quando um fato parece ser ilícito, mas que não há como garantir que o desfecho será a condenação e que não é “desproporcional” um número significativo de processos terminar sem punição. Dos 22 inquéritos, em 15 já houve a apresentação de denúncia

Edvandir Paiva, presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), critica a forma como o MPF faz suas delações. Ele discorda da prática de se negociar antecipadamente a pena com o colaborador. Para Paiva, isso deve ser feito pelo juiz e somente se a colaboração for efetiva. Há uma disputa de poder entre a PF e o Ministério Público em torno das colaborações premiadas – a polícia quer participar mais ativamente dos acordos.

— Não basta a palavra do colaborador. Ele precisa apresentar documentos ou elementos de prova, ou dizer onde estão para que a polícia possa ir buscar. Em algumas colaborações premiadas, se contentaram com a palavra do colaborador — disse Edvandir, acrescentando: — Pode ter ocorrido tudo o que o colaborador falou, pode ser verdade, mas, se não consegue provar, não adianta nada.

As provas exigidas na hora de analisar o recebimento da denúncia não precisam ser tão fortes quanto no momento do julgamento final. Seis ações penais aguardam a análise definitiva. Cinco delas continuam na Corte, enquanto uma, envolvendo o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), foi enviada para a primeira instância.

No começo de 2015, haviam 26 inquéritos da Lava-Jato no STF. Quatro deles, porém, foram anexados a outros dessa lista.

PGR PEDIU ARQUIVAMENTO EM SEIS CASOS

Dos dez inquéritos em que o investigado se livrou da acusação, em seis casos a própria PGR entendeu que deveria haver arquivamento. No caso do senador Edison Lobão (MDB-MA) e do deputado Simão Sessim (PP-RJ), por exemplo, o então procurador-geral da República Rodrigo Janot disse que as informações prestadas por Paulo Roberto Costa eram “verossímeis”, mas, apesar da investigação, não houve provas para corroborá-las. Já no inquérito do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), a PGR destacou divergências nos relatos de Youssef e do policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho, o Careca, apontado como entregador de dinheiro do doleiro.

Um dos arquivamentos pedidos pela própria PGR se deu por razão mais simples. Foram abertos dois inquéritos para investigar o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) pelo mesmo fato: a suposta intermediação para que o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra recebesse propina de empresa investigada numa CPI. Assim, um deles foi arquivado enquanto o outro continuou a andar.

Mesmo quando o inquérito sobrevive a essa primeira etapa e a PGR oferece denúncia no STF, ele pode morrer quando os ministros da Segunda Turma a analisam. Foi o que ocorreu em três casos, um deles justamente o segundo inquérito de Eduardo da Fonte A PGR entendeu que havia elementos suficientes para a continuidade dos processos, transformando os investigados em réus. Mas a Segunda Turma avaliou que não havia provas para corroborar as delações. Em dois casos, a própria PGR já apresentou recurso contra a decisão. Um deles foi negado.

Há ainda quatro inquéritos que geraram denúncias, ainda não analisadas. Por fim, o inquérito mais atrasado é o do senador Humberto Costa (PT-PE). A Polícia Federal chegou a solicitar o arquivamento, mas a PGR não endossou pedido e, depois, apontou a existência de depoimentos convergentes e extratos bancários que exigem o aprofundamento da investigação. Com o julgamento concluído em maio no STF restringindo o foro privilegiado, a PGR pediu que o caso vá para a primeira instância, mas não houve decisão ainda. Com informações de O Globo.

JANAINA PASCHOAL E MIGUEL REALE JR

A aproximação da advogada Janaina Paschoal com o deputado Jair Bolsonaro (PSL), que a convidou para ser vice em sua chapa nas eleições 2018, provocou um racha entre os principais personagens do movimento que levou ao impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT).

“Recebi com muita tristeza a aproximação de Janaina com Bolsonaro. Há uma contradição dele com a democracia. É impossível que qualquer democrata vote no Bolsonaro”, disse o jurista Miguel Reale Junior.

Orientador de Janaina no mestrado e doutorado de direito da USP, Reale convidou a advogada em 2015 para ajudá-lo a elaborar o documento que seria a base do pedido do impeachment da petista.

Filiado ao Podemos, o jurista é cotado para ser vice na chapa de Álvaro Dias na disputa presidencial. Mais tarde, o advogado e ex-petista Hélio Bicudo se juntou ao grupo na elaboração do pedido de impedimento de Dilma que foi protocolado na Câmara dos Deputados.

Reale lembrou que seu primeiro discurso após o pedido de impeachment chegar ao Senado foi uma crítica ao deputado do PSL por ele ter elogiado no plenário o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI do 2.º Exército, um dos órgãos da repressão política durante a ditadura militar.

“Eu disse em nome dos três (que assinaram o pedido) que era lamentável que o impeachment tenha servido para que ele (Ustra) fosse homenageado.”

Reale e Janaina não se falam há cerca de um ano. Nota divulgada terça-feira na Coluna do Estadão mostrou que Janaina tem dito aos aliados do PSL que foi pressionada a desistir do pedido de impeachment por Reale.

Líder do Nas Ruas, um dos grupos que lideraram o movimento pelo impeachment de Dilma, a ativista Carla Zambelli, que se filiou ao PSL e vai disputar uma vaga de deputado federal, escreveu um livro sobre esse episódio, o Não foi golpe. “Eu conto a saga da Janaina tentando manter o pedido, enquanto Reale queria retirar para dar o pedido da OAB”, disse Carla.

“Eu não fazia questão de ser o proponente (do impeachment). Teria muito mais força um pedido da OAB do que de três pessoas físicas. Isso faria desaparecer o discurso do golpe. Mas ela bateu o pé”, relatou Reale. Ele lembrou que também foi o autor do pedido do impeachment de Fernando Collor de Mello, mas, naquele caso, a OAB foi a proponente.

Pelo Twitter, a ativista do Vem Pra Rua Luciana Reale, filha do ex-ministro, subiu o tom. “Sua peça, Janaina, era inepta. Se não fosse o aditamento do meu pai não teria passado. Você e o Bolsonaro se merecem.”

Ex-líder do Vem Pra Rua e pré-candidato a governador de São Paulo pelo Novo, Rogério Chequer também criticou a aproximação de Janaina com Bolsonaro. “É difícil de entender como uma pessoa que se posicionou tão fortemente contra práticas que não estavam ajudando a população no governo petista cogitar entrar num projeto que traz políticos da velha política”, disse Chequer.  

Facebook

Páginas anônimas no Facebook em nome de candidatos à Presidência alcançam engajamento maior dos eleitores do que as páginas oficiais dos postulantes ao Palácio do Planalto nas eleições 2018. Essas páginas não identificadas funcionam como “satélites” dos perfis oficiais e fazem campanha para os candidatos, o que, para analistas, pode configurar irregularidade pela legislação eleitoral por propaganda antecipada, com multa prevista de R$ 5 mil a R$ 30 mil.

Somadas, as páginas apoiadoras são mais relevantes do que as dos candidatos. Nos últimos três meses, elas atingiram 77,8 milhões de interações na rede social, mais que as 53,2 milhões de interações dos perfis oficiais juntos. Além de informações, há venda de produtos relacionados aos políticos e até vaquinha – supostamente em benefício dos candidatos.

O engajamento se refere ao envolvimento de uma pessoa com uma postagem. Quanto maior ele é, maior a relevância. Quem mais se aproveita dessa “massa” anônima é o candidato Jair Bolsonaro (PSL), que tem o maior número de páginas satélite orbitando ao seu redor e, com isso, o maior volume de engajamento no período. Sua “bolha” de apoiadores é a maior de todos os concorrentes.

Esse levantamento, inédito, foi realizado pelo Estadão Dados com a ferramenta CrowdTangle. Foram consideradas somente páginas que têm mais de 10 mil curtidas e que usam o nome do candidato no título. Não foram incluídas as que tratam de outros temas que não seja apenas o candidato – o que ampliaria ainda mais este universo.

Procurado, o Facebook não se manifestou. Na semana passada, a rede social derrubou 196 páginas ligadas a um grupo de perfis falsos que fazia ações coordenadas, mas a metodologia aplicada não detectou influência da medida nas redes de apoiadores dos candidatos.

Das 145 páginas identificadas e procuradas pela reportagem, só oito administradores responderam e apenas três aceitaram se identificar. Todos negaram ligação com os políticos e disseram nunca ter recebido dinheiro deles ou das campanhas.

Em caso de campanha antecipada, página pode ser excluída 

Pedidos de voto ou apologia aos candidatos aparecem de formas diferentes. “Quem aí vai votar 18 em outubro?”, diz uma postagem sobre Marina Silva, presidenciável da Rede. “Quem ainda não abriu o voto e vai votar em Bolsonaro está na hora de fazê-lo”, diz outra. “Veja e compartilhe quem votar no Lula”, aponta outra postagem, ou ainda “40 motivos para votar em Ciro Gomes”.

Para o especialista em direito eleitoral e professor do Mackenzie Alberto Rollo, as páginas devem ser excluídas caso façam qualquer tipo de campanha que demonstre intenção de pedir votos. “Estamos em um período pré-campanha, em que não se pode pedir voto. Qualquer página anônima que pedir voto é ilegal e deve ser tirada do ar.”

A punição, nesses casos, lembra o professor, é para o dono da página, e não para o candidato, a não ser que seja comprovado algum tipo de vínculo.

O professor de direito da FGV São Paulo Diogo Rais disse que, embora a interpretação sobre a existência de irregularidades possa variar de acordo com o juiz, uma página anônima em uma rede social deve ser tratada de forma diferente da de um cidadão, que tem direito a liberdade de expressão. “Quando uma página se manifesta, ela se refere a um ideal, um grupo. Sai dessa esfera de unidade do cidadão com direito à manifestação. E quando você despersonaliza, pode haver a irregularidade.”

Políticos negam relação com autores de páginas

Em nota, a assessoria do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou que administra apenas a página oficial do petista, e que uma das páginas citadas, “A verdade de Lula”, é de sua defesa jurídica. “Não existe apoio ou relação com as outras citadas. Há páginas e pessoas que vendem produtos com a imagem do ex-presidente tanto contra quanto a favor e não temos relação. Nem o ex-presidente recebe nada por isso”, diz o comunicado, que também negou relação com vaquinhas criadas em nome do ex-presidente.

A assessoria de Marina afirmou que ela não tem ligação com as páginas nem recebe apoio financeiro. “É importante que a militância atue de forma transparente, respeitando as políticas de uso da plataforma e as regras eleitorais.” Procurados, Ciro e Bolsonaro não se manifestaram. As informações são do Estado de S.Paulo.

A última semana de convenções para que os partidos decidam seus candidatos nas eleições trará definições importantes para o cenário nacional. Até esta segunda-feira (30), seis partidos haviam lançado candidatos e quatro oficializaram apoio a outras chapas. O período para fechar alianças termina em 5 de agosto.

Outras siglas que realizarão convenções nesta semana já anunciaram suas decisões. As maiores incógnitas são a confirmação da candidatura de Henrique Meirelles pelo MDB e a decisão do PSB, de apoiar Ciro Gomes (PDT) ou manter-se neutro no 1º turno.

A principal indefinição nas chapas nacionais é o posto de candidato à vice-presidente. Nenhum dos seis candidatos à Presidência mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto escolheu o nome que os acompanhará nas urnas.

O PT ainda não decidiu que nome inscreverá ao lado de Lula nem quem o substituirá caso sua candidatura seja vetada.

Jair Bolsonaro (PSL) reúne-se nesta segunda-feira com a advogada Janaina Paschoal. O militar ofereceu o posto para outros três nomes, senador Magno Malta (PR), general Augusto Heleno (PRP) e general Mourão (PRTB). Malta recusou o convite e PRP e PRTB negaram composição de chapa.

Ciro Gomes (PDT) negocia com o PSB. Marina Silva (Rede) conversa com o PV. Depois da recusa de Josué Alencar, o tucano Geraldo Alckmin dialoga outro nome com o Centrão, grupo de legendas não ideológicas. Já Álvaro Dias (Podemos) tenta consolidar uma aliança de partidos nanicos.

A lei eleitoral determina que o registro das candidaturas seja feito até 15 de agosto.

Até esta segunda-feira, Geraldo Alckmin soma mais alianças formais: PTB, Solidariedade e PSD. Embora não oficializados em convenção, estão fechados com o tucano siglas como DEM, PR, PP e PRB.

Coca-Cola transparente já é sucesso no Japão

A Coca-Cola Clear é a nova sensação no Oriente. O refrigerante, cristalino, bem diferente da tradicional “Coca preta”, que o mundo está acostumado a consumir, desembarcou no Japão chamando atenção por ser incolor e conter zero caloria.

A Coca-Cola translúcida é também menos doce, por não possuir caramelo em sua fórmula, como ocorre com o produto original. O ingrediente é o que dá a cor escura a tradicional Coca, que estamos acostumados.

Detalhe, por enquanto a bebida só é comercializada em terras nipônicas, que vive um frisson de refris transparentes. Será que chegará por aqui?

Brigadistas fazem rescaldo após explosão de aeronave no Campo de Marte em São Paulo neste domingo (29) (Foto: Leonardo Benassatto/Reuters)

Um avião de pequeno porte caiu por volta das 18h na pista do aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. O piloto da aeronave morreu após ficar preso nas ferragens, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Outras seis pessoas foram socorridas com vida para hospitais da capital.

No total, havia sete pessoas a bordo da aeronave. Uma das vítimas foi socorrida com o apoio do helicóptero Águia, da Polícia Militar, e levada ao Hospital das Clínicas. As outras foram para a Santa Casa de Misericórdia, para o hospital São Camilo e para prontos-socorros da região central e da zona oeste da cidade.

As informações iniciais apontavam que os sobreviventes foram socorridos com quadros de traumatismo craniano e de abdômen. O avião de prefixo PP-SZN, vinha de Videira, em Santa Catarina, quando arremeteu duas vezes e acabou caindo na pista de ponta cabeça.

Após cair, a aeronave sofreu uma explosão e pegou fogo.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionados às 18h20 e oito carros da corporação foram enviados ao local para controlar o fogo resultante da explosão da aeronave. No início da noite, ainda era possível ver o trabalho das equipes de resgate que espalharam espuma na pista para evitar que o fogo se propagasse com um possível derramamento de combustível.

“A queda fez com que o avião ficasse totalmente retorcido, dificultando a retirada das vítimas. O piloto e mais uma vítima que estava na cabine foram retirados depois de uma hora de resgate. Esse passageiro foi levado para o Hospital das Clínicas pelo helicóptero Águia da Polícia Militar” disse o porta-voz da corporação Capitão Marcos Palumbo.

Consta no registro da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que a aeronave é um bimotor turboélice BE9L, fabricado em 2008 pela Hawker Beechcraft, com capacidade para sete passageiros. O bimotor é de propriedade da empresa de embalagens Videplast, com sede no município catarinense.

Em nota a FAB (Força Aérea Brasileira) informou que investiga as causas do acidente. Uma equipe foi enviada ao Campo de Marte para fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter visto queda.

Até que a perícia seja feita não é possível apontar as causas do acidente. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o avião arremeteu duas vezes antes de cair, o que alertou a equipe de socorro do Campo de Marte para se posicionar antes da queda da aeronave.

Quem são as vítimas:

Nereu Denardi – sócio da Videplast. Foi socorrido e levado ao Hospital do Mandaqui. Estado de saúde não informado.

Geraldo Denardi – sócio da Videplast e irmão de Nereu. Internado no Hospital Santa Isabel, passou por tomografia e segundo a família, está consciente.

Enzo – tem 17 anos e é filho de Nereu. Internado no Hospital Santa Isabel, passou por tomografia e segundo a família, está consciente.

Aguinaldo Nunes – coordenador da Videplast. Foi socorrido e levado para o Hospital São Camilo. Estado de saúde é estável e sem previsão de alta.

Agnaldo Crippa – gerente da Videplast. Foi socorrido no Hospital San Paolo. Estado de saúde não informado.

Antonio Traversi – era o piloto da aeronave e da Videplast há pelos menos 18 anos e tinha mais de cinco mil horas de voo. Segundo os bombeiros, ele morreu no acidente.

Benê Souza – foi socorrido e levado para o Hospital das Clínicas e o estado de saúde dele é estável.

A novela da ambulância dos Socorristas de Arcoverde, que se prolonga a mais de quatro meses desde que foi comprada foi um dos temas de uma entrevista do deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) numa rádio local. O parlamentar trabalhista mais uma vez cobrou e pediu que a prefeita do município entregue a ambulância adquirida com emenda parlamentar de sua autoria.

A ambulância está já há cerca de três meses no pátio da IVEL sob sol, chuva e poeira devido às dificuldades que a Prefeitura vem colocando para não entregar a ambulância ao GSVA. Segundo Zeca Cavalcanti, essa ideia de enviar para a Câmara de Vereadores a decisão de doar é mais uma “invencionice” da prefeita com o único objetivo de dificultar a entrega. “Tenho certeza de que os vereadores nunca viram algo deste tipo em Arcoverde”, afirmou.  

Além disso, o deputado trabalhista também falou do abandono com a comunidade de Pedra de Fogo, com estradas totalmente acabadas, falta de atendimento de saúde e até uma bomba que puxa a água da barragem para as casas ficou mais de 40 dias parada na oficina por falta de pagamento da Prefeitura, denunciou Zeca. Ele também criticou a situação nos bairros mais afastados, esquecidos pelo governo municipal; a saúde com os postos sem remédios; e a zona azul, que a prefeita reduziu de 20 minutos para 10 minutos o tempo de tolerância.

Sobre o governo Paulo Câmara (PSB), Zeca voltou a afirmar que ele foi eleito para ser “governado e não para governar” e que hoje Pernambuco vive um triste quadro de abandono da saúde, falta de liderança e um quadro triste na economia com o fechamento de mais de 10 mil postos de trabalho neste primeiro semestre. Sobre as estradas citou o descaso do governador, que estava vindo para Buíque, com a PE-270 que liga Arcoverde à Itaíba; e a PE-275 no Sertão do Pajeú; que se encontra em pior situação.

Daniel Marenco

A expectativa na PF em Curitiba é que instâncias superiores da Justiça derrubem a decisão da juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, que proibiu Lula de dar entrevistas.

Com isso, a PF já se planeja para que a sala em que ocorrem as audiências por videoconferência seja usada para eventuais entrevistas. A incógnita, do ponto de vista logístico, é sobre a extensão de uma revisão da decisão de Carolina, mais especificamente sobre debates.

Se, até a Justiça declarar Lula inelegível, houver debates, Lula participará? A PF não tem ideia de como isso seria do ponto de vista logístico.

A criação do Fundo Eleitoral para financiamento de campanhas está influenciando a composição das chapas de candidatos ao Senado. As vagas de suplentes de senadores, geralmente destinadas a parentes ou a endinheirados, agora entraram nas negociações de alianças.

“Se antes o suplente precisava de recurso próprio para ajudar a eleger o senador, agora o partido pode alocar dinheiro do fundo na campanha”, observa o cientista político Antônio Queiroz. Na atual legislatura, 41 suplentes assumiram mandatos de titulares, mais da metade da Casa.

Cada senador tem direito a dois suplentes, que não recebem o voto direto do eleitor, mas ganham o mesmo direito do titular se efetivados.

Candidato ao Senado, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB-GO) diz que vai negociar as vagas de suplente com os partidos de sua aliança. O mesmo fará o senador Eunício Oliveira (MDB-CE), candidato à reeleição. Em 2010, as vagas dele foram dadas ao PR e PRB. As informações são da Coluna do Estadão.

Um bando, fortemente armado, invadiu Manaíra, no Sertão da Paraíba, e explodiu os caixas eletrônicos e cofre da agência do Bradesco, localizada na Praça Félix da Silva Cabral, no centro da cidade.

A ação teve início, por volta de 1h da madrugada deste sábado (28) e deixou a população ‘aterrorizada’, em função das fortes explosões.

De acordo com informações, ainda preliminares, o bando entrou na cidade, usando uma caminhonete, dirigiu-se até a agência e praticou a ação. Os criminosos atiraram para cima para intimidar os moradores e os policiais, enquanto praticavam o assalto. Eles estouraram os caixas automáticos e paredes para alcançar o cofre da agência. Segundo informações de populares, que ainda chegaram a ver movimentações, haviam motos espalhadas pelas ruas no entorno da agência, dando apoio à parte da quadrilha, que se encontrava dentro da agência, recolhendo o dinheiro.

Logo após praticar o assalto, a quadrilha fugiu da cidade, efetuando diversos disparos para o alto.

A quantidade de dinheiro levado pelo bando ainda não foi informada. Mas, em função do pagamento do funcionalismo da Prefeitura que ocorria, a partir deste sábado, é possível que o valor roubado pelo bando seja considerável. Com informações do Portal Vale do Piancó.

Policiais da ROCAM de Sertânia foram informados por populares sobre um acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta Yamaha, que teria colidido com uma parede no centro da cidade, tendo o condutor José Davi Pereira da Silva, de 16 anos, ajudante de mecânico e seu irmão, o carona, Jefferson Aparecido Pereira da Silva, de 17, caídos por terem perdido o controle do referido veículo.

O proprietário da moto, residente da Vila do Ferro Velho, de 46 anos de idade, que não teve a identidade revelada, informou ao policiamento que as vítimas chegaram a pé, pegaram a moto sem sua autorização e saíram em alta velocidade e que só soube do acidente por populares.

As vítimas foram socorridas para o Hospital de Sertânia, sendo que José Davi faleceu logo após dar entrada naquela unidade de saúde, enquanto que Jefferson Aparecido faleceu antes mesmo de chegar ao hospital.

A motocicleta havia sido retirada do local do acidente pelo proprietário, antes de qualquer perícia. O mesmo foi procurado pelo policiamento, sendo apresentado à Delegacia de Polícia de Sertânia para as medidas cabíveis. Com informações do Blog Tribuna do Moxotó.