Monthly Archives: agosto 2018

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O primeiro guia eleitoral da Frente Popular será concentrado na prestação de contas do que o governador Paulo Câmara (PSB) fez nos 3 anos e 8 meses de gestão, tendo como “inspiradores” da formação do seu palanque os ex-governadores Miguel Arraes, Eduardo Campos e o ex-presidente Lula (PT). A coligação usará os cinco minutos que dispõe para adotar uma linha propositiva e fazer o contraponto com os programas dos candidatos adversários que prometem mirar as artilharias para o “telhado” do socialista.

O guia do PSB será aberto com a imagem do nascer do sol, mostrando que é preciso continuar firme a caminhada e há muita coisa ainda para ser conquistada por meio de “trabalho, lealdade e passo firme”. O programa mostrará um governador preparado, próximo do povo, tendo o ex-governador Eduardo Campos como maior avalista de sua qualificação profissional e política. “Eduardo nele confiou. Lula já abençoou. E a gente segue em frente com Paulo governador”, diz trecho da música de campanha.

Durante o programa, a Frente Popular apresentará ao eleitor como proposta do socialista a criação de um 13º salário para quem recebe em Pernambuco os benefícios do Bolsa Família, um programa federal voltado para as famílias de baixíssima renda. A iniciativa, se for colocada em prática, terá grande alcance social e deve ter impacto positivo na campanha eleitoral deste ano. Pela proposta, os cadastrados no programa no estado vão receber R$ 150 no final do ano.

De acordo com o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, o guia da Frente Popular não vai atacar nenhum concorrente e a orientação do governador é fazer uma campanha para cima, propositiva. “Temos muito o que mostrar ao longo da campanha. Pernambuco mudou o perfil econômico do estado. Apesar do governo federal ter dado as costas para nosso estado, Paulo vem tocando grandes obras importantes, investindo nas áreas de saúde, segurança e educação. Pernambuco foi governado de forma eficiente”. 

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A propaganda eleitoral da Rede, que tem como candidato Julio Lóssio, ex-prefeito de Petrolina, terá duração de nove segundos no rádio e na TV. Também haverá 17 inserções de 30 segundos durante as respectivas programações. “No guia eleitoral, vamos chamar a população para acompanhar as nossas redes sociais, por onde haverá lives durante o próprio guia e falando com as pessoas ao vivo em 18 cidades distintas as segundas, quartas e sextas-feiras. Vamos falar com as pessoas, diferentemente de outras candidaturas que não falam com elas no guia”, afirmou Lóssio.

Segundo ele, as propostas serão abordadas nas inserções. “As propostas prioritárias a serem mostradas à população são de investimentos na educação infantil, mostrar como realizaremos o maior programa de creches da história, como fizemos em Petrolina, a construção de 100 mil casas em Pernambuco, pois, quando prefeito, nós fizemos 15 mil unidades habitacionais. Também vou falar de segurança pública, demonstrando a necessidade de integração entre Polícia Militar, Polícia Federal e Polícia Civil na Segurança Pública”, declarou o candidato.

Lóssio foi eleito prefeito de Petrolina em 2008 e reeleito em 2012, em ambos os mandatos como filiado do MDB. Ele tem 46 anos e é médico com especialização em oftalmologia clínica e cirúrgica. O candidato declarou um patrimônio de R$ 2.206.390,83 à Justiça Eleitoral. Ele faz palanque em Pernambuco para a candidata à Presidência Marina Silva, também da Rede Sustentabilidade. Lóssio tem como vice o advogado e empresário Luciano Bezerra. 

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De passagem por Olinda para prestigiar a inauguração do comitê do advogado Antônio Campos (Podemos), candidato a deputado estadual, o senador Armando Monteiro (PTB), que concorre ao Palácio do Campo das Princesas, explicou de que maneira pretende instaurar, caso eleito, o 13º salário do Bolsa Família. A proposta do petebista, detalhada ontem, também foi apresentada, na última terça-feira, pelo governador Paulo Câmara (PSB) durante debate na Rádio Jornal, mas acabou ofuscada pelo embate dos dois principais nomes do pleito sobre quem, de fato, seria o representante do presidente Michel Temer (MDB) no Estado.

“A proposta é dar uma bonificação no final do ano que proporcione ao pernambucano um rendimento adicional. Esse bônus deve ser, obviamente, suportável para o nosso orçamento. Nós estamos calibrando isso, de modo que esse valor contribua para garantir uma recomposição da renda de setores muito frágeis do ponto de vista econômico, que perderam muito nos últimos anos”, comentou o parlamentar, acrescentando que pretende também recompor o orçamento de programas como o Atitude, de recuperação de dependentes químicos; o Mãe Coruja, voltado às grávidas e aos seus bebês; e o Chapéu de Palha, que apoia trabalhadores rurais.

No ato de Antônio Campos, no qual Armando chegou acompanhado dos deputados federais Mendonça Filho (DEM), candidato ao Senado, e Ricardo Teobaldo (Podemos) após participar de caminhada em Camaragibe, no Grande Recife, o petebista ressaltou a importância da candidatura do irmão do ex-governador Eduardo Campos à Assembleia Legislativa e exaltou vários outros conhecidos nomes da família Campos/Arraes, como o também ex-governador Miguel Arraes e o escritor Maximiano Campos, avô e pai de Eduardo e Antônio, respectivamente.

Ao deixar o comitê, Armando seguiu para um evento com a deputada estadual Priscila Krause (DEM) e, em seguida, participou da inauguração do comitê da suplente de deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB).

MARÍLIA E SÍLVIO

Durante todo o período em que a chapa de Armando Monteiro esteve no comitê de Antônio Campos, a vereadora Marília Arraes (PT), candidata à Câmara Federal e sobrinha de Campos, e o deputado federal Sílvio Costa (Avante), que concorre a uma vaga no Senado, permaneceram do lado de fora do imóvel. Depois que os integrantes da coligação Pernambuco Vai Mudar foram embora, Sílvio Costa afirmou, referindo-se a Mendonça, que não entrou no local “com medo de sofrer um golpe”.

Depois que teve a candidatura ao governo estadual rifada pelo PT, que optou por aliar-se a Paulo Câmara em Pernambuco, Marília ainda não divulgou em quem votará na eleição deste ano. Questionada se o gesto da noite de ontem seria a indicação de que ela não daria seu voto a Armando, a petista respondeu que o único candidato a quem definitivamente não dará seu voto é para o próprio Paulo.

“É muito difícil votar em Paulo Câmara. Hoje nós temos uma eleição que não pode mais ser nacionalizada. O que a gente pode ver é que em ambos os palanques que lideram as pesquisas há incoerências, mas existem outros candidatos que a gente deve analisar. Agora, tanto eu quanto os outros eleitores que não tinham se decidido, precisamos de um tempo para pensar. Mas eu ainda sequer tomei a decisão se vou apoiar algum dos candidatos”, afirmou a vereadora. Com informações do Jornal do Commercio.

Maurício Rands

O candidato ao governo de Pernambuco nas eleições 2018 Maurício Rands (PROS) tem dito que, se eleito, irá criar um fundo constituído por recursos arrecadados com multas de trânsito para financiar as polícias estaduais. A principal promessa do candidato para a segurança pública, porém, está em desacordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que obriga que esses valores sejam destinados a ações de educação e fiscalização do trânsito.

A proposta de Rands é “canalizar os recursos da indústria da multa” para um fundo destinado ao financiamento do setor de inteligência das equipes policiais e ao desenvolvimento de tecnologias que auxilie o trabalho dos agentes de segurança. A ideia é defendida publicamente pelo candidato – que foi secretário de Acesso a Direitos da Organização dos Estados Americanos (OEA) – em debates, sabatinas e entrevistas que tem participado em Pernambuco.

De acordo com o Departamento de Trânsito do Estado de Pernambuco (Detran-PE), a arrecadação de multas de trânsito aumentou, entre 2007 e 2017, quase 450%, saindo de R$ 73.751.365,37 para R$ 328.031.715,12. Esse montante, segundo o CTB, deve ser aplicado em sinalização, educação no trânsito, engenharia de tráfego, policiamento e fiscalização das vias. A legislação determina, ainda, que 5% dos recursos sejam empregados no Fundo Nacional de Segurança e Educação no Trânsito (Funset).

“Quanto a criação de fundos, quando de iniciativas dos poderes Executivos estaduais ou municipais, estes não poderão ter fins diversos em relação a arrecadação com a cobrança de multas de trânsito, uma vez que o CTB estabelece de forma clara tal destinação”, informou o órgão por meio de nota.

Candidato rebate posicionamento do Detran-PE e reitera promessa 

Rands rebateu o posicionamento do Detran-PE dizendo que “não existe nada de inviável na proposta”. Ele reiterou a promessa acrescentando que será criado um acréscimo sobre o valor da multa. “A proposta é criar, com toda articulação legal, um adendo ao valor das multas que vai ser destinado a um fundo para aplicação em tecnologias para defesa social”, afirmou por meio de nota.

No texto, o candidato disse que “é autor de Proposta de Emenda a Constituição (PEC 51/2006), que regulamentou a categoria de agente comunitário de saúde e de combate às endemias, para dar um exemplo de como até mesmo leis basilares do direito brasileiro podem ser aperfeiçoadas”.

“Essa proposta inovadora parte da irritação do cidadão que percebe que existe uma indústria da multa. São lombadas eletrônicas onde não precisa, são pardais escondidos, tudo isso travando as nossas cidades e extraindo uma fortuna das pessoas. Vamos utilizar esses recursos para investir na polícia e reduzir a violência”, afirmou Rands.

Presidente por dois mandatos, entre 2003 e 2010, Lula está preso desde abril em Curitiba

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esperaram o último momento nesta quinta-feira (30) para apresentar os argumentos da defesa contra a representação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que contesta a candidatura do petista. Esse é o  principal processo dentre os 16 que tentam impedir, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o nome do ex-presidente esteja nas urnas nas eleições de outubro.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, argumenta no pedido de impugnação que  Lula está inelegível pois foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa ao ser condenado no caso tríplex da Lava Jato por um órgão colegiado de segunda instância – neste caso, o Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4).

Uma das advogadas do ex-presidente, Maria Claudia Bucchianeri, defendeu na tarde de ontem (30) que o petista tem os mesmos direitos e prerrogativas dos demais candidatos. “A lei nos assegura isso; o artigo 16-A é muito claro, fala inclusive na participação de rádio e televisão”, disse a advogada, referindo-se ao trecho da Lei das Eleições que trata do assunto.

Esse artigo autoriza o candidato que ainda esteja com sua situação sob análise da Justiça a “efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário gratuito no rádio e na televisão”.

A manifestação da defesa de Lula terá mais de 200 páginas, incluindo a recomendação do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas a favor da candidatura de Lula, além de outras decisões internacionais. 

A  defesa do ex-presidente também tem se fiado a trecho da Lei da Ficha Limpa que prevê que a Justiça pode “em caráter cautelar, suspender a inelegibilidade sempre que existir plausibilidade da pretensão recursal”.

Essa “plausibilidade” dos recursos apresentados contra a sentença proferida pelo juiz Sérgio Moro – e confirmada pelo TRF-4 –, segundo argumentam os advogados de Lula, está configurada no fato de que Moro não é o juiz natural para julgar o caso tríplex e agiu de modo imparcial, entre outros pontos.

Outra arma que deve ser utilizada pela defesa em manifestação de mais de 200 páginas é a decisão liminar proferida pelo comitê de Direitos Humanos da ONU a favor da participação do petista na disputa eleitoral.

O relator da representação da PGR é o ministro Luís Roberto Barroso, que pode decidir monocraticamente ou levar o processo ao plenário do TSE.  A Corte tem até o dia 17 de setembro para dar a palavra final sobre a impugnação ou não da candidatura . Após isso, ainda poderá haver recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Antes disso, a equipe jurídica do ex-presidente volta as atenções para sessão marcada para essa sexta-feira (31) no Tribunal Superior Eleitoral, que deve discutir se Lula pode aparecer como candidato na propaganda eleitoral. O tema é alvo de contestações da PGR e do Partido Novo, que pediu liminar para que o TSE suspenda a possibilidade de o petista aparecer nos materiais na TV e no rádio.

Bucchianeri destacou que uma liminar do tipo nunca foi deferida pelo tribunal, motivo pelo qual a defesa considera essa decisão improvável. “Não há registro histórico no TSE de decisões liminares nesse sentido. Seria uma decisão inédita”, disse a advogada. Ela acrescentou não acreditar que “o entendimento mude de uma hora para outra”.

Caso Lula seja impedido de participar da eleição, sua chapa terá até o dia 17 de setembro para substituir seu nome nas urnas. Nesse caso, o acordo firmado entre o PT e o PCdoB prevê que o hoje candidato a vice, Fernando Haddad, passará a ser o candidato oficial. Nesse cenário, quem assume o posto de vice na chapa PT-PCdoB é a jornalista Manuela D’Ávila.

Nesta sexta-feira (31), começa a propaganda eleitoral no rádio e na TV. Outras modalidades estão permitidas desde o dia 16 de agosto. A divulgação de candidatos a presidente domina metade das exibições.

O candidato do PSDB ao Planalto, Geraldo Alckmin, tem a maior parcela do tempo de TV. Ele tem direito há 11 minutos diários, o que representa 44% do total disponibilizado aos candidatos.

Na sequência vem o PT, com 4min44s para apresentar seu candidato. O partido tenta manter o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A candidatura tende a ser inviabilizada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Líder nas pesquisas de intenção de voto sem o petista, Jair Bolsonaro (PSL) terá só 16 segundos por dia para expor sua propaganda. É a 1ª vez que um dos líderes nas pesquisas de intenção de voto não aparece entre os campeões em espaço para a propaganda.

Quando

A propaganda no rádio e na TV será exibida até 4 de outubro, 2 dias antes das eleições. De 2ª a sábado, as emissoras exibirão 2 blocos, de 25 minutos cada, com as propagandas. Metade do tempo de cada bloco, 12min30s, é dedicada aos presidenciáveis.

As eleições deste ano são para cinco cargos:

  • Presidente;
  • Governador;
  • Senador;
  • Deputado federal;
  • Deputado estadual/distrital.

Nas 3ª, 5ª e sábados são exibidos os programas de candidatos a presidente e a deputado federal. Nas 2ª, 4ª e 6ª, as propagandas de postulantes aos governos estaduais, Senado e assembleias legislativas.

Pela 1ª vez, o tempo de rádio e TV foram definidos de acordo com a representação dos partidos e/ou coligações no Congresso. Por isso, coligações como a de Alckmin (8 partidos) garantiram maior a aparição aos candidatos.

Além dos blocos, de segunda-feira a domingo, emissoras de rádio e TV exibirão inserções de 30s ou 60s de propaganda eleitoral. Essas peças serão distribuídas ao longo do dia, das 5h às 24h.

Assim como acontece nos blocos, a quantidade de inserções dedicada a cada candidato foi definida com base na representação no Congresso.

Alckmin, portanto, também é o candidato com mais inserções. Nos 35 dias de propaganda no rádio e na TV, terá direito a um total de 434.

Cada segundo conta

Com as novas regras, pela 1ª vez há partidos e coligações com menos de 30 segundos nos blocos de propaganda eleitoral no rádio e na TV. É o caso de 8 do 13 candidatos a presidente.

A lei eleitoral permite o acúmulo de até 30s para a exibição de peça de determinado candidato. Por exemplo: Vera Lúcia (PSTU), João Amoêdo (Novo) e João Goulart Filho (PPL) têm direito a apenas 10s por bloco. Eles podem ficar três dias sem veicular suas propostas e então escolher exibir os 30 segundos acumulados.

Neste ano, o TSE deixou para os partidos, coligações e candidatos à definição de como e quando acontecerão as junções dos segundos.

O chamado “acordo de compensação de tempo” deve ser protocolado no TSE por partidos, coligações e candidatos sempre com até cinco dias de antecedência da exibição da propaganda.

Por ter sido apresentado na véspera do início da propaganda, o documento trata apenas da 1ª semana do horário eleitoral. O plano das semanas seguintes ainda deverá ser protocolado.

No detalhe

No caso das inserções, o TSE possui um algoritmo próprio que automaticamente distribui da forma mais equânime as propagandas de cada candidato.

O ordenamento evita, por exemplo, a concentração de inserções de 1 mesmo candidato ou o direcionamento de propagandas aos horários de maior audiência.

Mega operação

O TSE fixa todas as regras de envio pelas coligações, partidos e candidatos das gravações.

As inserções são enviadas pela internet via plataformas disponibilizadas só para isso. Os programas são entregues fisicamente no TSE onde servidores checa o material entregue.

No período eleitoral, o tribunal, em Brasília, se torna o centro de divulgação das propagandas no rádio e na TV. De lá, a EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) coordena o grupo de emissoras responsável por veicular todas as exibições. São elas:

  • Rede Globo;
  • SBT;
  • Band;
  • Record;
  • EBC;
  • TV Câmara;
  • TV Senado.

A EBC monta a grade exata a ser veiculada e, em parceria com as emissoras acima, transmite via satélite a para afiliadas em todo o país. Caso a propaganda enviada ao tribunal extrapole ou tenha menos tempo do que o exigido, os segundos finais são cortados ou uma tela com a frase “Horário reservado à propaganda eleitoral gratuita Lei nº 9.504/1997″.

“Custo”

O horário eleitoral vai “custar” R$ 1 bilhão aos cofres públicos em 2018. Essa é previsão da Receita Federal para a isenção fiscal dada a empresas de rádio e TV pela transmissão das campanhas eleitorais.

A compensação fiscal às emissoras está prevista tanto na Lei das Eleições (nº 9.504/97), como na Lei dos Partidos Políticos (nº 9.096/95).

O governo permite a dedução no Imposto sobre a Renda das empresas pela concessão do tempo em que o horário eleitoral acontece.

O cálculo do valor da isenção é baseado nas tabelas de preços de mercado cobrados para a exibição publicitária. Com informações do site Poder360.

A senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann, não pode atuar como advogada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão é 12ª Vara Federal de Curitiba, que atendeu pedido do MPF (Ministério Público Federal).

A justiça enquadrou a senadora na lei nº 8906 de 1994, que proíbe membros do legislativo de exercer a advocacia. O tesoureiro do partido, Emídio de Souza, também não terá mais acesso ao político como advogado.

A assessoria petista divulgou em nota que “a proibição reproduz mais um episódio de perseguição a Lula, restringindo seus direitos fundamentais, e demonstra a tentativa de isolar o ex-presidente de seus companheiros”.

A juíza Carolina Lebbos, responsável pela decisão, reiterou, porém, que a visitação permanece normal, desde que dentro do regime de visitas sociais estipulado pela lei. Eis a íntegra.

A Feira Interativa de Leitura e Conhecimento (FILCO) promovida pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira vem se constituindo, a cada ano, em um dos maiores eventos educacionais do Sertão Pernambucano.

Este ano em sua 12ª edição, a FILCO tem reunido um excelente público nessas duas primeiras noites do evento. Todas as experiências e atividades de leitura realizadas em sala de aula com os alunos, das diversas faixas etárias atendidas pela rede pública municipal, vêm à praça, mostrando à população toda a criatividade e o talento dos alunos afogadenses. 

Temas como os contos tradicionais infantis, a cultura popular, a magia do fundo do mar, a importância dos sonhos, o boi-bumbá, e até a utilização de uma rádio como ferramenta educativa, foram trazidos para serem compartilhados pelos alunos com os pais, professores, gestores escolares e a população em geral.  

Na noite desta quinta-feira (30), a FILCO recebeu uma edição especial da Quinta Cultural, com a apresentação do espetáculo circense encenado pelo grupo Teatro de Retalhos, de Arcoverde. O espetáculo já tem dez anos na estrada e conta as travessuras do palhaço Lombada e sua trupe. “Foi uma experiência maravilhosa, com uma receptividade que nos deixou sem palavras. E nós só temos que agradecer ao prefeito Patriota e ao Edygar Santos, secretário de Cultura, por essa maravilhosa oportunidade, de apresentar o nosso trabalho a esse público tão especial que esteve conosco aqui na Praça,” declarou Thiago Ribeiro, ator que interpretou o palhaço lombada. 

Além das apresentações de leitura, a Praça Arruda Câmara também sedia a II Feira de Ciências e Inovação, promovida pelo IFPE, espaço no qual os alunos da instituição apresentam as suas experiências nos mais variados campos da ciência. Nesta sexta-feira (31), serão divulgadas as experiências premiadas. A FILCO encerra nesta sexta, contando além das apresentações das Escolas, com a apresentação do desfile inaugural da grife Dona Fulô Customização, que utiliza como matéria prima para as suas roupas, material reciclável.  

“Tem sido muito gratificante acompanhar as apresentações e ver quantos talentos Afogados tem, podendo conferir de perto toda a criatividade dos nossos alunos. Ler, compreender bem um texto, significa interpretar melhor o mundo a nossa volta, e é um passo fundamental para a construção da cidadania plena. E isso não tem preço para nós gestores, que somos responsáveis pela política pública municipal de educação,” destacou o vice-prefeito Alessandro Palmeira. 

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Dirigentes sindicais estiveram no final da tarde desta quinta-feira (30) no Palácio do Planalto para cobrar o pagamento do chamado “buraco negro” da contribuição sindical. Trata-se de resíduos da contribuição sindical, obrigatória até a reforma trabalhista aprovada no ano passado, que deixaram de ser repassados para os sindicatos desde o governo FHC.

Segundo o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, que esteve presente na reunião com o presidente Michel Temer, o governo reconhece o problema e deverá editar uma portaria abrindo as informações sobre as pendências existentes nesse sentido. Também participaram da reunião o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e o ministro do Trabalho, Caio Luiz Vieira de Mello.

“Pedimos uma reunião para cobrar isso. O governo reconhece que tem essas guias identificadas e que tem que pagar. Até o dia 11 a portaria vai ser publicada em combinação com o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União e a Advocacia-Geral da União, abrindo os arquivos para que as centrais façam a conferência do que elas têm direito”, disse Torres.

Ele disse que o valor desse “buraco negro” é desconhecido, mas a estimativa das centrais é que cerca de R$ 200 milhões seja devido aos sindicatos.

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A candidata a presidente Marina Silva (Rede) disse nesta quinta-feira (30) que não estava nervosa para entrevista da bancada do Jornal Nacional, da Rede Globo, hoje às 20h30. “Estou concentrada”, disse, ao responder questionamento de uma eleitora em live no Facebook.

Marina foi a 4ª e última candidata ao Planalto a ser entrevistada pelo jornal. Foram sabatinados: Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL) e Geraldo Alckmin (PSDB). Apesar de liderar pesquisas de intenções de voto, o ex-presidente Lula não será entrevistado por estar preso, em Curitiba.

A candidata da Rede disse ainda que seu objetivo é “discutir as saídas para o Brasil” na entrevista. Segundo a candidata, gostaria de poder falar sobre seu programa de governo e não se envolver em “embates”.

“Desde 2010 que eu advogo a tese do debate e não do embate. A gente é de luta, mas a gente é de paz”, disse. “Se agente continuar na cultura do embate e não do debate, a gente pode ir para um poço sem fundo”, completou.

Marina faz live ao vivo respondendo nas redes sociais, toda 3ª e 5ª feira às 17h, perguntas dos eleitores. Nesta quinta-feira (30), 875 pessoas chegaram a assistir o vídeo ao vivo.

EXÉRCITO EM RORAIMA

Na live, Marina Silva também falou sobre a decisão do presidente Michel Temer de instaurar a GLO (Garantia da Lei e da Ordem) para liberar o uso das Forças Armadas em Roraima. O Estado sofre com a entrada de imigrantes que fogem da crise socioeconômica da Venezuela.

A candidata da Rede disse que “o governo se omitiu” anteriormente em relação a crise política na Venezuela e agora não pode deixar Roraima “a sua própria sorte”. Segundo ela, o Brasil agora deve “ajudar a organizar essa ajuda humanitária venezuelana” e é o que pretende fazer em seu governo.

No entanto, Marina enfatiza que o Exército não pode ficar “o tempo todo ficar sendo instrumentalizado politicamente por governos que incompetentemente foram deixando de fazer o dever de casa”.

PROPOSTAS

Entre suas propostas apresentadas no vídeo ao vivo, Marina disse que seu governo vai focar em políticas públicas que ajudem a gerar empregos, que geram acolhimentos a crianças em creches e a crianças em escolas de tempo integral.

A candidata também desmentiu a proposta que circula na internet de que ela iria acabar com o dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, uma santa da religião católica.  Marina disse que isso “é mais uma das mentiras” que tentam propagar pelo fato dela ser evangélica.

Vista aérea da Zona Sul do Recife (Foto: Paulo Lope /Prefeitura do Recife)

As 10 cidades mais populosas de Pernambuco concentram 46,3% dos habitantes do estado. É o que mostra a estimativa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira (29). Ao todo, o estado tem 9.496.294 pessoas, que vivem em 184 cidades e no distrito de Fernando de Noronha.

Comparando a estimativa de 2018 com o Censo de 2010, quando o estado tinha 8.796.032 habitantes, é possível constatar um aumento de 453.262 no número de habitantes.

  • Os 10 municípios pernambucanos com maior população têm, juntos, 4.395.905 moradores
  • Seis das dez cidades mais populosas do estado estão na Região Metropolitana do Recife
  • As 15 cidades do Grande Recife concentram, juntas, 4.054.866 pessoas – o que representa 42,7% da população do estado

Da Região Metropolitana, as cidades que entram na lista de mais populosas são Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Cabo de Santo Agostinho e Camaragibe. Além delas, entre as dez mais estão Caruaru e Garanhuns (Agreste), Petrolina (Sertão), além de Vitória de Santo Antão (Zona da Mata).  

Segundo o IBGE, o Recife conta com 1.637.834 habitantes, sendo a cidade mais populosa de Pernambuco e a 9ª entre as capitais brasileiras. Em comparação com outras capitais nordestinas, ela é a terceira, ficando atrás de Salvador e Fortaleza.

A população da capital pernambucana, por exemplo, representa 57,3% do número de habitantes de Salvador (BA), que tem 2857329 moradores.

No estado, só a capital tem mais de um milhão de moradores. A segunda maior população de Pernambuco é a de Jaboatão dos Guararapes, com 697.636 pessoas. Olinda está em terceiro, com 391.835 habitantes.

O quarto e quinto municípios mais bem colocados na lista são do interior: Caruaru tem 356.872 habitantes e Petrolina, 343.865.

As dez cidades com menor população em Pernambuco são do interior, exceto Fernando de Noronha. O arquipélago tem 3.021 habitantes e fica no último lugar da lista.

As nove cidades e Noronha somam 60.738 pessoas. Isso é equivalente a 3,7% da população do Recife e representa 0,64% da estadual.

No continente, Ingazeira, no Sertão, tem a menor população, com 4.554 pessoas. Itacuruba, com 4.869 pessoas, e Calumbi, com 5.753, na mesma região, fecham a lista de três cidades com menor número de habitantes.

O levantamento do IBGE mostra que a população brasileira foi estimada em 208,5 milhões de habitantes.

Na comparação com 2001, quando havia pouco mais de 172,3 milhões de habitantes, a população brasileira cresceu 21%. A taxa de crescimento em relação a 2017, quando a população somava 207,6 milhões, foi de 0,82%.

As 27 capitais juntas abrigam 49,7 milhões de habitantes, o que representa 23,8% da população do país. Pouco mais da metade da população brasileira (57% ou 118,9 milhões de habitantes) vive em apenas 5,7% dos municípios (317), que são aqueles com mais de 100 mil habitantes.

O país tem 46 municípios com mais de 500 mil habitantes, que concentram 31,2% da população do país (64,9 milhões de habitantes). A maior parte dos municípios brasileiros (68,4%) possui até 20 mil habitantes e abriga apenas 15,4% da população do país (32,1 milhões de habitantes).

Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

A campanha pernambucana definitivamente esquentou. Irritado com as declarações do presidente Michel Temer (PMDB) que lembrou que ele “ajudou” no impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT), o governador Paulo Câmara (PSB) reagiu e acusou o presidente e o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) de promoverem uma “armação” para vincular seu nome ao do presidente que detém recordes de impopularidade, e com isso beneficiarem a campanha de Armando Monteiro (PTB). 

Confira na íntegra a nota enviada por sua assessoria:

Pernambuco acompanhou ontem, um capítulo lamentável da história brasileira com um presidente da República cumprindo uma tarefa eleitoral minúscula, a serviço de seus aliados. Atendendo à primeira demanda de Fernando Bezerra Coelho, seu novo líder no Senado, Michel Temer tentou interferir na eleição local com a falsa afirmação de que teria algum tipo de proximidade com o governador Paulo Câmara. 

A ação orquestrada entre Temer e Fernando Bezerra Coelho para beneficiar Armando Monteiro só evidenciou o quanto esse grupo político está integrado e trabalhando contra os pernambucanos. A mentira se estendeu a um documento que supostamente deveria conter os investimentos federais no estado. 

A obra de ficção encaminhada pela Presidência da República elenca como aporte do Governo Temer em Pernambuco desde construções realizadas no Rio Grande do Norte, passando por repasses obrigatórios aos trabalhadores, como PIS/PASEP e FGTS. Além de itens que deveriam acontecer em 2018 e nem sequer foram iniciados. 

Nenhuma linha sobre o fechamento do crédito nos bancos oficiais para Pernambuco e nem sobre o fim do repasse para obras importantes como a Adutora do Agreste, que não recebeu nenhum centavo da União em 2018. O documento também não menciona que Temer impediu por duas vezes a devolução da autonomia de Suape, assim como prometeu e não cumpriu a prorrogação dos incentivos fiscais para que a FIAT realize mais um investimento de R$ 7 bilhões que gerarão 13 mil novos empregos.

Quem sabe o que o presidente Temer significa pra Pernambuco é o nosso povo que dá 94% de rejeição a ele. O papel a que se prestou o presidente mostra a exata dimensão de sua estatura política e do tamanho do seu empenho com a candidatura do senador Armando Monteiro e toda a sua turma.

Assessoria de comunicação
Campanha Paulo Câmara

O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, vereador Igor Mariano (PSD), utilizou a tribuna da Casa Legislativa nesta quarta-feira para anunciar de forma definitiva o início do Programa Câmara nas Escolas. Após reunião no último dia 17 de agosto com a equipe da Secretaria de Educação a expectativa é que o programa tenha início neste segundo semestre. 

“Tive reunião com as professoras Patrícia Amaral, Merizane Lacerda, Rejane Barbosa, Eline Fernandes e com o professor Gilvani Marques, ficou acertado o formato do programa, os alunos do 9º ano da rede municipal deverão receber as cartilhas do programa e farão uma visita educativa à sede da Câmara Municipal, para conhecer sua estrutura e funcionamento. Também debateremos com os alunos o verdadeiro papel do vereador, suas atribuições e funções, além de destacarmos a importância do parlamento para o município”, avisou Mariano.

No próximo dia 5 de setembro haverá uma grande reunião entre os vereadores e os professores dos anos finais, na oportunidade serão expostos todo plano de trabalho para execução do programa, o evento será no auditório da secretaria de educação. Ao final, o Presidente agradeceu à secretaria de educação: “Quero em nome da secretária Veratânia Moraes, agradecer toda equipe da Secretaria de Educação e todos os professores, o projeto só vai sair do papel graças a esta parceria, que também conta com o aval do prefeito José Patriota. Esse projeto é um sonho sendo realizado, educar as  futuras gerações são importantes para termos eleitores mais conscientes e politizados”.

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Por Lucas Andrade

O candidato à reeleição para Câmara Federal, Sebastião Oliveira, do PR, em sua visita a Serra Talhada junto com o governador, atuou de forma incisiva para tentar obter os votos dos serratalhadenses em prol de sua candidatura e de seus companheiros de chapa. Oliveira, no entanto, foi incisivo demais e acabou por se responsabilizar com a própria boca através de um discurso contraditório.

Quando Sebastião colocou o bloco do PR nas ruas para tentar vencer Duque, um dos argumentos era de que a campanha do prefeito mentia sobre obras, que segundo a campanha Republicana, eram obras que ainda não tinham sido entregues, como a questão da UPA 24 Horas que Duque enfatizava no pleito eleitoral municipal que se passou.

Agora, Sebastião Oliveira também anuncia como mote de campanha obras que também ainda não foram entregues, como o Hospital Geral do Sertão e o Aeroporto, que já sofreu vários adiamentos inclusive, para poder funcionar.

Parece que o combate combatido, dessa vez para Sebá, é o combatido combate, e os eleitores da principal cidade do Pajeú se veem num ciclo de promessas de partidos quase Gêmeos, a diferença é só a cor das bandeiras, mas o embrião político é o mesmo.

Santinhos somam 56% dos gastos com propaganda eleitoral; veja lista

Em suas campanhas, os candidatos ainda têm priorizado gastos com santinhos e adesivos. Segundo o jornal “Folha de S. Paulo”, a propaganda impressa representa 56% das despesas específicas de divulgação declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral, superando até o gasto com programas de TV.

Enquanto os candidatos declararam R$ 22,3 milhões em impressões e adesivos, o valor gasto com impulsionamento de conteúdo na internet é de R$ 1,1 milhão (perto de 3% do total com publicidade).

Até o momento, os candidatos declararam R$ 39,7 milhões em atividades relacionada a publicidade eleitoral. O valor total à disposição é de R$ 1,9 bilhão.

Saiba os gastos com publicidade nas eleições, conforme estimativa baseada nos 100 maiores fornecedores divulgados pelo TSE:

Materiais impressos – R$ 22,3 milhões

Programas de rádio e vídeo – R$ 13 milhões

Impulsionamento de conteúdos – R$ 1,1 milhão

Jingles, vinhetas e slogans – R$ 0,7 mil

Militância e mobilização de rua – R$ 0,7 mil

Páginas na internet – R$ 0,5 mil

Publicidade por jornais e revistas – R$ 0,4 mil

Eventos – R$ 0,4 mil

Carros de som – R$ 0,2 mil

Comícios – R$ 0,1 mil