Monthly Archives: setembro 2018

Desmembrada de Carnaíba no dia 1º de outubro do ano de 1991 por uma incansável luta do então deputado Dr. Edson Moura, o município de Quixaba, no interior pernambucano, completa nesta segunda feira (1º),  os 27 de Emancipação Política com feriado municipal e uma vasta programação em comemorações ao aniversário do desmembramento.

A programação festiva inicia às 06h com Alvorada pelas ruas da cidade, seguida de hasteamento dos pavilhões em frente ao prédio da Prefeitura Municipal, Missa Solene no Ginásio Municipal de Esportes às 08h e shows musicais na Praça Solidônio Pereira de Carvalho, no centro da cidade a partir das 22h com a Banda Encanto de Mulher e Caninana. As informações são de Cauê Rodrigues.

Neste domingo (30), a Oposição de Sertânia, liderada pelo ex-prefeito Guga Lins, realiza a “Motocada do IPVA Zero”, movimento que ganhou força na disputa pelo Governo de Pernambuco, após o candidato a governador Armando Monteiro (PTB) propor em seu plano de governo descontos para motos de placa vermelha com até 150 cilindradas e renegociação das dívidas de quem teve motos apreendidas.

O ato, terá a presença do candidato a deputado estadual Antônio Coelho, e a concentração será a partir das 18h, no Alto do Rio Branco.

“Vamos juntos realizar mais um grande evento. Mais uma vez Sertânia vai mostrar que escolheu seguir o ritmo da mudança, disse o ex-prefeito Guga Lins

“O que existe hoje é somente uma maneira de extorquir a população. Podemos ter um controle das cinquentinhas no emplacamento, mas não necessariamente cobrando IPVA”, concluiu Guga Lins.

SERVIÇO:

MOTOCADA DO IPVA ZERO

Saindo do Alto do Rio Branco às 18 horas

Com a presença do ex-prefeito Guga Lins, seu candidato a estadual Antonio Coelho e demais membros da oposição de Sertânia.

Com o Tribuna do Moxotó.

Por André Luiz – Blog do Nill Junior

A Rádio Pajeú realizou esta tarde no Cine São José um grande encontro para apresentar detalhes da programação a partir de 15 de outubro, dois dias depois do Ato de Migração para FM, dia 13, também no cinema.

Também houve informações sobre princípios da emissora e recomendações reforçadas sobre seu papel na sociedade, também na nova frequência 104,9 FM.

“Quando uma pessoa muda de casa, ela não muda de pensamento, de modo de agir, de pensar, de refletir sobre as coisas. Ela só muda de casa. É isso que faremos. Seremos a mesma Rádio Pajeú, agora numa casa nova, a frequência 104,9 FM”, explicou o Gerente Administrativo Nivaldo Alves Galindo Filho (Nill Júnior). Tanto que a emissora não passará a se chamar “Rádio Pajeú FM”. Ela segue sendo chamada Rádio Pajeú, só que em nova frequência, posição natural de emissoras que construíram conceito e repercussão no Estado.

Uma das posições reforçadas foi a de que a emissora, como porta voz da Diocese e seus valores, manterá sua trajetória em defesa dos direitos humanos, dos mais pobres, dos desassistidos, contra as desigualdades, em favor da vida. “Quando um sacerdote utiliza a emissora para reforçar esses valores, não fala em seu nome, mas e tome de todos e da Igreja”, reforçou o Padre Josenildo Nunes, Gerente Administrativo Adjunto.

Outra questão valorizada na reunião foi à opção em servir principalmente à população. “Ela não deve nem será utilizada em favor de grupos econômicos, políticos ou governos em detrimento da população. Todos os segmentos tem espaço, mas tendo como principal objetivo servir à comunidade em seus direitos e necessidades”, diz trecho de documento apresentado no encontro.

Outra novidade foi à apresentação da programação que será 24 horas ao vivo. O comunicador José Leite, por exemplo, nome histórico da emissora, apresentará um programa nas madrugadas, de meia noite às três da madrugada.  Em boa parte, entretanto, a grade seguirá o eixo de programação que alavancou a audiência da emissora na região.

Participaram da reunião equipe, voluntários, parceiros e todos envolvidos na programação da emissora. Veja abaixo como ficará a programação da emissora:

PROGRAMAÇÃO RÁDIO-PAJEÚ FM 104.9

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O candidato a governador Armando Monteiro Neto (PTB) começou o último final de semana antes do primeiro turno com quatro caminhadas na Região Metropolitana do Recife (RMR). No bairro de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes, o petebista participou de caminhada da família Ferreira, liderada pelo prefeito da cidade, Anderson Ferreira (PR) e o vice na chapa, Fred Ferreira (PSC).

Enquanto o carro de som ecoava “Ééééé ficha limpa” e “arrasou no debate da Clube”, Armando seguia logo atrás distribuindo abraços, fazendo selfies e cumprimentando moradores do bairro em suas casas e nas ruas. Dielson Dias, de 27 anos, mora em Cavaleiro, foi cumprimentado pelo candidato, recebeu um adesivo. Ele achou a caminhada bonita, mas ainda está indeciso. “Meu voto ainda não está definido. Essa é a primeira caminhada que vi de Armando e pela popularidade posso, talvez, votar nele. E o prefeito (Anderson) tem influência, já votei para ele assumir a prefeitura”, disse.

O ato teve fim nas proximidades do Terminal Integrado de Cavaleiro, onde a moradora Márcia, de 55 anos, se queixou da classe política e lamentou que Armando não tenha falado com ela. “Ele (Armando) passou direto, falou ali, mas não veio aqui”, afirmou a vendedora. Márcia ainda cobrou saúde, educação e segurança e disse também estar indecisa sobre quem votar para governador. “Não temos segurança para trabalhar com tranquilidade. Sou eleitora de Fernando Haddad, mas no Estado ainda estou indecisa. Políticos só aparecem de quatro em quatro anos, apertam a mão da gente, conversam e depois esquecem que a gente existe, continua tudo do mesmo jeito”, afirmou. Ela disse que vai esperar o último debate para que alguém mostre “o certo” e decidir o voto. O candidato do PTB também esteve em Camaragibe, Paulista e São Lourenço da Mata.

“EXPERIÊNCIA RUIM”

Durante a caminhada em Cavaleiro, Armando rebateu o governador Paulo Câmara (PSB), que tenta a reeleição. Após o debate da TV Clube, na última sexta-feira, o socialista disse que seus adversários, com exceção de Júlio Lóssio (Rede), não tinham experiência na administração pública e isso comprometia o debate. “A experiência ele tem e foi ruim. Vão me dar o direito da dúvida. Ele teve uma má experiência”, alfinetou. “Vamos intensificando a presença, o contato com a população e muito tranquilos e confiantes”, completou. Os candidatos ao Senado na chapa de Armando, Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM) tiveram agendas separadas a longo do dia para reforçar suas bases, mas se encontraram à noite em São Lourenço da Mata, no último ato do dia.

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Com passagens pelo Sertão e, principalmente, pelo Agreste, o governador Paulo Câmara (PSB) aproveitou o último final de semana antes da eleição para intensificar a campanha no interior do Estado. Como precisa conciliar a corrida eleitoral com as agendas administrativas, o socialista não poderá ir a municípios distantes do Recife nos dias úteis que antecedem o pleito.

Ontem o socialista apertou o passo para conseguir passar por seis cidades do interior. A agenda começou com uma visita à feira livre e ao mercado de Gravatá, no Agreste, e continuou através de carreatas em outros quatro municípios da região: Bezerros, São Caetano, Tacaimbó e Pesqueira. Acompanhado pelos candidatos ao Senado Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB), o governador desfilou em carro aberto por todas as cidades.

À noite, Paulo ainda coordenou uma caminhada em Arcoverde, no Sertão. Ele também aproveitou o giro para encontrar com aliados locais e com candidatos ao legislativo nas cidades pelas quais passou.

“É muito bom ser reconhecido pelo trabalho que a gente tem feito em Pernambuco. Os últimos anos foram de dificuldades na economia do País e mesmo assim pudemos garantir inúmeros investimentos no Estado”, afirmou o governador.

O PSB tem aproveitado os últimos dias de campanha para levar o governador e candidato à reeleição para cidades e bairros onde as pesquisas internas apontam que é necessário um reforço na busca do eleitorado. A sigla trabalha para liquidar a fatura ainda no primeiro turno.

A priorização pelas carreatas nessa reta final acontece justamente para que o socialista possa conciliar o máximo de agendas ao longo de um mesmo dia. 

Ao discursar para o eleitorado do Agreste, onde a estiagem foi mais forte nos últimos anos, o socialista fez questão de listar as obras hídricas tocadas durante o seu primeiro mandato.

“Sabendo dos problemas da seca, retiramos do papel três adutoras, como a Pirangi, Sirigi e Alto Capibaribe, além de dar andamento à Adutora do Agreste. Nossa preocupação é com o bem estar da população e, sem dúvida, a água faz parte desse planejamento, assim como áreas como educação, saúde e segurança”, afirmou Paulo Câmara. Hoje (30), pela manhã, após se dividir entre Paulista, Olinda e São Lourenço da Mata, todas na Região Metropolitana, o governador volta ao Agreste para uma carreata em Garanhuns e uma caminhada em Lajedo.

Nova pesquisa confirma Bolsonaro e Haddad no segundo turno

Pesquisa CNT/MDA para a Presidência da República, divulgada na madrugada deste domingo (30), aponta que Jair Bolsonaro (PSL) segue liderando a disputa, com 28,2% da preferência do eleitorado, seguido por Fernando Haddad (PT), que tem 25,2%, e Ciro Gomes (PDT), com 9,4%.

O levantamento foi realizado entre os dias 27 e 28 de setembro, em 137 municípios de 25 unidades federativas, nas cinco regiões do país. Foram ouvidas 2.002 pessoas.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, enquanto o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03303/2018.

Confira o cenário para o primeiro turno:

Jair Bolsonaro (PSL) – 28,2%

Fernando Haddad (PT) – 25,2%

Ciro Gomes (PDT) 9,4%

Geraldo Alckmin (PSDB) 7,3%

Marina Silva (Rede) 2,6%

Henrique Meirelles (MDB) 2%

João Amoêdo (Novo) 2%

Alvaro Dias (Podemos) 1,7%

Cabo Daciolo (Patriota) 0,7%

Guilherme Boulos (PSOL) 0,4%

Vera (PSTU) 0,3%

Eymael (DC) 0,1%

João Goulart Filho (PPL) 0,1%

Branco / Nulo 11,7%

Indeciso 8,3%

Cenários no segundo turno:

Fernando Haddad 42,7% X Jair Bolsonaro 37,3%

Ciro Gomes 42,7% X Jair Bolsonaro 35,3%

Jair Bolsonaro 37% X Geraldo Alckmin 33,6%

Ciro Gomes 34% X Fernando Haddad 33,9%

Ciro Gomes 41,5% X Geraldo Alckmin 23,8%

Fernando Haddad 39,8% X Geraldo Alckmin 28,5%

Jarbas Vasconcelos

No próximo dia 7, os brasileiros elegerão, no mínimo, 22 senadores ‘novos’, ou 40% do total de vagas em disputa. Em 18 Estados, ao menos um dos dois parlamentares com direito a reeleição abdicou da disputa para tentar outros cargos ou deixar a vida política. No cenário, há desde candidatos a vice-presidente, como Ana Amélia (PP-RS), a nomes como José Agripino (DEM-RN) que, após quatro mandatos na Casa, vai tentar ser deputado federal. A esse grupo se somam Aécio Neves (PSDB-SP), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA) e Hélio José (PROS-DF). 

O caso do senador do Rio Grande do Norte é emblemático. Questionado se estaria deixando de tentar o Senado pela possibilidade de não ser eleito, Agripino, que é investigado pela Lava Jato, negou. “Abri mão de ser candidato a senador com o objetivo, que consegui, de trazer partidos novos para apoiar a candidatura que quero ver vitoriosa ao governo do meu Estado (de Carlos Eduardo, do PDT)”. 

A renovação vai ser total para pelo menos 63 milhões de eleitores, que deverão, obrigatoriamente, escolher dois novos senadores em seus Estados: São Paulo, Minas e Bahia, três dos maiores colégios eleitorais do País, não têm seus atuais senadores na lista de candidatos. Mato Grosso completa essa lista.

Mas as caras novas estão longe de representar novidade. Ex-governadores como Marconi Perillo (PSDB-GO), Beto Richa (PSDB-PR), Cid Gomes (PDT-CE), Jaques Wagner (PT-BA), Jarbas Vasconcelos (MDB-PE), Wilson Martins (PSB-PI), Confúcio Moura (MDB-RO) e Raimundo Colombo (PSD-SC) estão entre os nomes que seriam eleitos hoje, segundo as pesquisas do Ibope. Em São Paulo, Eduardo Suplicy (PT), que foi senador por 24 anos, lidera a corrida; no Rio Grande do Sul, José Fogaça (MDB), senador em duas outras ocasiões. 

Para o professor Marco Aurélio Nogueira, da Unesp, a combinação das regras eleitorais, a desinformação do eleitorado e o financiamento das campanhas explicam a prevalência de nomes com maior visibilidade e força nos Estados. “É uma oligarquia política. Muitos estão com o controle dos processos na mão e são capazes de exercer pressão para que outros concorrentes não sejam expressivos”.

Renan Calheiros

O resultado das urnas nas eleições 2018 não deve mudar a principal configuração do Senado em 2019. Se as pesquisas de intenção de voto se confirmarem no dia 7, a maior bancada, outra vez, ficará com o MDB, partido que comanda a Casa há 17 anos.

Levantamento feito pelo Estadão mostra que a sigla tem chances de manter os atuais 18 senadores ou até somar um parlamentar ao grupo.

A possibilidade de ampliar uma bancada atingida em cheio pela Lava Jato – sete senadores são investigados pela operação ou desdobramentos dela –, será um feito para um partido que tem o presidente mais impopular da história. A vitória, caso obtida, virá das Regiões Norte e Nordeste, onde a legenda pode fazer 12 dos 14 candidatos com chance de serem eleitos. Em 2014, a sigla elegeu cinco, que permanecem por mais quatro anos.

Entre os parlamentares que puxam essa perspectiva positiva para o MDB estão alguns de seus principais caciques, como Eunício Oliveira (CE), atual presidente da Casa; Renan Calheiros (AL), Jader Barbalho (PA); Edison Lobão e Eduardo Braga (AM), além de Romero Jucá (RO). Algumas trocas, no entanto, podem ocorrer, mas sem prejuízo ao partido. Em São Paulo, por exemplo, Marta Suplicy abriu mão de concorrer à reeleição e não deixou ninguém com chances em seu lugar. Em compensação, Pernambuco deve eleger Jarbas Vasconcelos, que já governou o Estado e hoje tem 31% na pesquisa de voto. 

Rondônia também deve ter um senador emedebista, Confúcio Moura, que deixou o governo para disputar o cargo, assim como o Rio Grande do Sul, onde José Fogaça é um dos líderes. As pesquisas mostram que, dos 14 candidatos do MDB, oito seriam eleitos facilmente. Os demais enfrentam disputas acirradas.  

Para o cientista político Marco Antonio Teixeira, da FGV-SP, os dados não surpreendem. “Segue a lógica do MDB, que não faz o presidente da República, mas é protagonista no governo. O poder do partido vem da capacidade de eleger um número significativo de deputados e senadores, o que o torna indispensável à governabilidade. O MDB tem sido aderente a todos os governos desde Fernando Collor. Michel Temer foi um acidente”.

Para o senador Roberto Requião, que lidera as pesquisas no Paraná, “essa projeção (de manter a bancada) só mostra que o MDB é um partido regionalizado, sem conexão direta com o governo Temer”. Para o emedebista, os eleitores não ligam “as loucuras econômicas do governo e a eleição”. “Por isso estamos com essa chance agora”.

PSDB e PT

Dono da segunda maior bancada hoje do Senado (12 senadores), o PSDB também tem boas chances de manter a posição em 2019 ou superá-la. O partido tem quase assegurada três cadeiras (Alagoas, Paraíba e Espírito Santo) e segue com chances de fazer outras dez. Há quatro anos, a sigla elegeu quatro.

São Paulo faz parte dessa lista com dois candidatos do partido na disputa: Mara Gabrilli e Ricardo Trípoli, empatados, na margem de erro, em segundo lugar com mais dois postulantes. Segundo Trípoli, um bom resultado no Senado reforçará o partido. “E, mesmo que não façamos a maior bancada, podemos obter maioria na Casa em busca da presidência, que não é automaticamente do MDB”.

O PT segue com chances de obter ao menos seis vagas. Em 2014, o partido fez duas – sua bancada atual é de nove. Entre os favoritos está Eduardo Suplicy (SP). Para ele, parte desse resultado se deve às coligações do partido. “Na eleição nacional, o PT se coligou só com PCdoB e PROS. É um caminho mais prudente para não termos depois os comprometimentos tais como os que aconteceram em 2014”. Com informações do Estado de S.Paulo.

Após receber alta do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no início da tarde deste sábado, Jair Bolsonaro (PSL) embarcou em voo comercial da companhia Gol com destino ao Rio de Janeiro. A decolagem da aeronave atrasou cerca de meia hora, enquanto o candidato e sua comitiva eram acomodados. Os policiais federais que acompanhavam o presidenciável pediram para que alguns passageiros trocassem de lugar para que a segurança ficasse mais perto dele. A situação provocou um princípio de tumulto.

Enquanto Bolsonaro era acomodado na primeira fila, passageiros que apoiavam o capitão da reserva começaram a gritar “ele sim”, ao mesmo tempo em que os contrários puxavam o coro de “ele não”. Alguns, mais exaltados, ameaçaram deixar o avião, o que foi contornado pelos funcionários da companhia aérea.

As portas da aeronave foram fechadas só depois de controlada a situação.

Bolsonaro ficou internado por 23 dias. Ao receber alta nesta tarde, não conversou com jornalistas, apenas se despediu da equipe médica e de enfermagem e deixou o local acompanhado de familiares. Pelo menos 12 carros faziam parte de sua comitiva.

Doze agentes da PF fizeram a escolta do Bolsonaro até o aeroporto. Um grupo pequeno de apoiadores esteve no saguão de Congonhas para tentar encontrar o candidato. Ele, no entanto, usou a entrada destinada a autoridades.

Pouco antes da aterrissagem no aeroporto Santos Dumont, dezenas de pessoas esperavam a chegada do capitão da reserva, que não saiu pela área de desembarque com os demais passageiros. Ao descer, Bolsonaro acenou para as pessoas que aguardavam na pista e dispensou uma cadeira de rodas.

Escoltado pela Polícia Federal, o candidato seguiu direto para casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, segundo sua assessoria. Ele deixou o aeroporto pelo portão Sul e seguiu pela Avenida Presidente Vargas e Alto da Boa Vista.

Ao chegar ao condomínio onde mora na Barra da Tijuca, Bolsonaro, foi recebido por centenas de apoiadores.

Ele chegou sob forte esquema de segurança escoltado por carros da Polícia Federal e batedores da tropa de choque da Polícia Militar. Seus apoiadores cantaram o hino nacional e empunhavam varias bandeiras do Brasil, gritavam “eu vim de graça” e cartazes apoiando o candidato do PSL.

Sob os gritos de “o capitão voltou”, as amigas Scheila Fonseca, 62, e Cirena de Oliveira, 61, estavam empolgadas com a saída do candidato do hospital. Mais cedo, ambas, que integram o grupo Mulheres com Bolsonaro no Facebook, se encontraram na Praça do Ó, onde havia uma manifestação a favor do candidato.

Scheila, que é gaúcha e mora no Recreio há cerca de dois meses, disse que está confiante que o capitão da reserva será eleito no primeiro turno e que votará em Bolsonaro por causa da situação de insegurança no país.

– Eu nunca o vi pessoalmente, nem hoje. Eu acredito que ele não vai mais fazer campanha na rua, tem que se recuperar. Os eleitores vão fazer campanha por ele. Acho que a gente ganha no primeiro turno, disse.

Cirena saiu do Meier para ver a volta do candidato para casa e, diferentemente da amiga, acha que ele ainda volta a fazer campanha nas ruas.

– Eu acho que ele volta.

Não há previsão para que Bolsonaro participe de eventos públicos neste final de semana. Seus aliados, no entanto, não descartam uma possível agenda de compromissos para os próximos dias.

– Não há previsão sequer de ele falar com a imprensa, mas vocês (jornalistas) conhecem o Bolsonaro, né? – disse Major Olímpio, presidente do PSL em São Paulo, e um dos coordenadores da campanha presidencial.

A cantora Ângela Maria, de 89 anos, morreu, na noite deste sábado, após 34 dias internada num hospital particular de São Paulo. A causa da morte ainda não foi divulgada. O velório está marcado para este domingo, a partir das 10h, no Cemitério Congonhas, em Vila Sofia, São Paulo.

Ângela foi uma das cantoras mais famosas do Brasil nos anos 1950 e 1960. Ela tinha 70 anos de carreira. O empresário da artista, Thiago Marques Luiz, postou, em sua página do Facebook, uma foto ao lado dela e escreveu sobre sua importância no mundo da música:

“Com o maior pesar do mundo informo a todos vocês que a maior cantora do Brasil, a nossa Rainha Ângela Maria, não está mais entre nós. Foram 89 anos de vida e quase 70 de sucesso, reconhecimento, carinho e respeito de todo povo brasileiro. Não houve (e por certo não haverá) nenhuma cantora na nossa música com história semelhante em termos de produtividade, importância e longevidade. Tenho muito orgulho de ter Ângela Maria na minha história e, principalmente, de ter dado a ela todas as flores em vida. Pra sempre te amarei, “Estrela da nossa canção popular”., escreveu.

Em um vídeo publicado no site oficial da cantora, o companheiro da artista anunciou a morte da mulher e disse que ela “estava sofrendo muito” nos dias em que passou internada. A informação sobre o falecimento também foi confirmada ao GLOBO, por telefone, pela cunhada de Ângela, Rosana D’Angelo.

Os 70 anos de carreira da artista foi celebrado com o musical “Ângela Maria — Lady Crooner”, apresentado, em junho, no palco do Teatro Carlos Gomes. A peça contou a trajetória pessoal e profissional da “Rainha do Rádio” — Ângela foi uma das maiores estrelas da era de ouro da Rádio Nacional.

Em abril, a cantora apresentou a turnê “Ângela Maria e as canções de Roberto e Erasmo”, quando levou aos palcos, além de suas canções, sucessos como “Sentado à beira do caminho”, “Você em minha vida”, “Sua estupidez”, “Eu disse adeus”, “O show já terminou” e “Como é grande o meu amor por você”.

RAINHA DO RÁDIO

No ano de 1929, nascia em Macaé a dona da voz que viria a ser uma das mais famosas do país. Ângela Maria — nome artístico de Abelim Maria da Cunha — gravou seu primeiro disco aos 23 anos, a contragosto dos pais, que eram extremamente conservadores e não apoiavam a escolha profissional da filha. Mas a oposição não foi suficiente. Este ano, a Rainha do Rádio ou Sapoti, como era conhecida, completou 70 anos de carreira, ao longo dos quais lançou mais de 114 discos e superou a marca de 60 milhões de trabalhos vendidos.

A paixão pela música começou na infância, quando cantava no coral da igreja evangélica, onde seu pai era pastor. Conhecida no Brasil e no mundo, são dela sucessos como “Gente humilde”, “Babalu”, “Lábios de mel”, “Tango para Tereza” e “Falhaste coração”. Com informações de O Globo.

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O Sindicato de Transporte Escolar de Pernambuco – Sintespe e a Agência de Fomento de Pernambuco – Agefepe firmaram um convênio para a criação de uma linha de crédito para atender aos profissionais do setor de todo o Estado que planejam adquirir um utilitário novo. Os planos de financiamentos foram apresentados no neste sábado (29), em um evento realizado na Faculdade Universo, na Imbiribeira, onde houve uma exposição com várias marcas e modelos de veículos no valor de até R$ 140 mil que poderão ser adquiridos.

A compra dos automóveis pode ser feita por meio de financiamento com prazo de pagamento de até 48 meses em prestações fixas, taxa de juros de 1,2% ao mês e carência de 90 dias. Atualmente, Pernambuco possui cerca de 2 mil profissionais que atuam na área, dos quais 1.247 estão na Região Metropolitana do Recife. 

“Nós estávamos com dificuldade para renovar a frota em virtude da falta de linhas de crédito atrativas para o setor e também porque há dois anos não tínhamos no mercado veículos com preços mais acessíveis. Agora surgiram novos modelos de veículos que custam bem menos e a Agefepe criou uma linha de crédito específica para nos atender com prazos mais longos e menos burocracia para a liberação do crédito”, disse Augusto Noblat, presidente do Sintespe. 

Segundo o presidente da Agefepe, Emanuel Rocha, do valor total do veículo, a agência poderá financiar até R$ 100 mil. Ele informa ainda que, para ter acesso ao crédito, o profissional necessitará ter cadastrado de Pessoa Jurídica, podendo ser como Microempreendedor Individual (MEI) ou como Microempresa. Outro requisito é ter licença municipal para atuar no segmento. 

Faltando pouco mais de uma semana para as eleições, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), candidato à reeleição, prossegue com sua caminhada em busca de votos e fazendo um reforço pelos lugares onde já passou desde o começo da campanha.  Até o sábado (06), o socialista terá agenda, com visitas, reuniões, carreatas e outras ações para conquistar o apoio do eleitorado.

Na quinta (27) e sexta-feira (28), Gonzaga Patriota concentrou suas atividades de campanha em Petrolina e Dormentes. No primeiro município, o deputado realizou duas grandes caminhadas nos bairros José e Maria e João de Deus. Na ocasião, estava acompanhado dos candidatos a deputado estadual Osinaldo Souza e Alvinho Patriota. Já em Dormentes, Patriota fez uma caminhada na feira livre e se reuniu com os moradores do bairro Josias Elpídio Rodrigues para ouvir as demandas da comunidade e reforçar seu compromisso com a localidade. O suplente de vereador José Macedo acompanhou toda agenda.

Neste sábado (29), o socialista esteve fazendo uma caminhada da feira livre de Lagoa Grande. 

Gonzaga Patriota afirma que essas caminhadas são fundamentais na reta final da campanha. “Ouvir a população, receber cada abraço e carinho, reforçar nosso compromisso de trabalho tem sido fundamental para que os pernambucanos abracem a nossa campanha”. 

Em pesquisas realizadas recentemente em Petrolina para deputado federal, Fernando Filho aparece em segundo lugar. Na liderança está Gonzaga Patriota (PSB).

'Wickie e o tesouro dos deuses' é um dos filmes que faz parte da programação da mostra, em Triunfo — Foto: Divulgação

O Sesc traz para Triunfo, de 1º a 6 de outubro, a 2ª mostra itinerante do Festival Internacional de Cinema “Nueva Mirada” para a infância e juventude. As exibições são gratuitas com programação aberta ao público e com sessões exclusivas para estudantes de escolas públicas municipais. As sessões acontecerão no Theatro Cinema Guarany. 

A Mostra Itinerante é resultado de uma parceria entre o Departamento Nacional do Sesc e da associação civil sem fins lucrativos Nueva Mirada. A programação conta com curtas e longas metragens que estão fora dos circuitos comerciais de TV e cinema, e que priorizam a diversidade cultural e o desenvolvimento sociocultural de crianças e adolescentes. As exibições são noturnas, às 19h. Na segunda-feira (1º), a abertura será com o filme alemão “Puaj!”, do diretor Veit Helmer. No dia seguinte (02) será exibida “A história da cabra: queijo de cabra”, da república Tcheca, com direção de Jan Tománek. No terceiro dia da Mostra (3/10), o público poderá assistir a cinco curtas: “O irmão mais velho”, “Meu Monstro e eu”, “O relógio de areia”, “A campainha” e “Sou redondo”. Para esses curtas, a classificação indicativa é de 9 anos de idade.

A programação noturna apresentará na quinta-feira (04), também às 19h, o filme alemão “Wickie e o tesouro dos deuses”, dirigido por Christian Ditter. No dia 5 serão exibidos os curtas “Ormie”,” Rodas, band-aids e pirulitos”,  “Kostya”, “Lumi” e “A aula de natação”. A programação será encerrada no sábado (06), com animação canadense “O galo de São Victor”, dirigido por Pierre Greco.

Além da programação aberta aos moradores e visitantes, a Mostra dedicou programação exclusiva para as escolas. Entre os dias 1º e 5 de outubro, sempre das 9h às 14h30,  os estudantes das instituições de ensino municipais terão acesso a sessões exclusivas e, no dia 03, a Mostra de curtas terá sessão especial na Escola Milton Pessoa.

Nueva Mirada – é uma associação civil sem fins lucrativos, especializada em cultura, indústria cultural e comunicação, declarada de interesse cultural e educativo nacional pelo governo da Argentina. É membro da Aliança Global para a Diversidade Cultural e da Unesco e do Centro Internacional de Cinema para a Infância e a Juventude (Cifej). O objetivo da Nueva Mirada é contribuir para o desenvolvimento cultural e educativo de crianças, adolescentes e jovens, mediante a capacitação audiovisual em matéria de novas tecnologias de informação e comunicação, de formação de valores, promoção de direitos, conhecimento e compreensão da diversidade cultural.

Serviço

Mostra “Nueva Mirada”

De 1 a 6 de outubro

Local: Theatro Cinema Guarany

Entrada: gratuita

Informações: (87) 3846-1341

Decisão de Fux de proibir entrevista de Lula acirra os ânimos no STF

A decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de dar entrevista à Folha de S. Paulo ao suspender, na última sexta-feira (28), liminar concedida pelo colega Ricardo Lewandowski, acirrou os ânimos na Corte.

De acordo com informações da coluna Painel, da Folha, a sentença suscitou críticas de outros ministros não apenas em relação ao conteúdo, mas também ao trâmite do caso.

“Determino que o requerido Luiz Inácio Lula da Silva se abstenha de realizar entrevista ou declaração a qualquer meio de comunicação, seja a imprensa ou outro veículo destinado à transmissão de informação para o público em geral”, escreveu Fux. “Determino, ainda, caso qualquer entrevista ou declaração já tenha sido realizada por parte do aludido requerido, a proibição da divulgação do seu conteúdo por qualquer forma, sob pena da configuração de crime de desobediência”, completou.

Dois membros do Supremo disseram a Painel que, em tese, Fux não tinha atribuição para decidir a questão. Além disso, observaram que o partido Novo, que pediu o veto à entrevista, não tem legitimidade para apresentar pedido de suspensão de liminar, o instrumento usado para derrubar a decisão de Lewandowski.

Somente a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República — que já decidira não recorrer— poderiam adotar esse expediente, explicam especialistas.

Há ainda o fato de que o pedido foi endereçado ao presidente do STF, Dias Toffoli. Ele não estava em Brasília, mas estava no Brasil. Tinha, portanto, jurisdição para atuar.

Para Lewandowski, em declaração a outros ministros, Fux usurpou a sua competência da presidência do Supremo e adotou expediente teratológico para reverter sua ordem — que não era uma liminar, mas decisão de mérito.

Lula está preso desde abril depois de ter sido condenado em segundo grau por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). A decisão de Fux vai ao plenário para ser ou não referendada.

No sonho em ser presidente da República, Henrique Meirelles gastou R$ 45 milhões até aqui, do próprio bolso. Tem 2% das intenções de votos. Considerando os 147 milhões de brasileiros que irão às urnas, segundo o TSE, o ex-ministro conquistou 2,9 milhões de simpatizantes.

Portanto, cada voto lhe “custou” R$ 15,52. Como precisa do apoio de 75 milhões de pessoas (50% do colégio eleitoral), seguindo o raciocínio, Meirelles precisará colocar mais R$ 1 bilhão 140 milhões no projeto. Ele é economista, não louco…