No Dia Mundial do Pão, o padeiro Inaldo Alves afirma que espera aumento nas vendas do produto Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Francês, de forma, ciabatta, italiano, baguete ou australiano. Com manteiga, geleia, mortadela, ovo, queijo ou presunto. Fresquinho, esquentado na chapa, dormido ou industrializado. No café da manhã, lanche da tarde ou no sanduíche da madrugada. As variações são muitas, e um delicioso pão quentinho faz toda a diferença. Tanto que o alimento tem uma data só sua, celebrada mundialmente em 16 de outubro.

— Eu não sabia, achei muito legal. O pão é um alimento tão versátil, vai bem em todas as refeições. Vou comemorar com muitos pãezinhos frescos, sem medo da dieta, brinca a médica Mônica Mello, de 39 anos.

À frente da padaria Flor da Tijuca há quase 20 anos, na Rua Major Ávila, a empresária Fernanda Hipólito, de 48 anos, conta que lida com o alimento mais importante do mundo e um dos mais antigos que se tem conhecimento — produzido pela primeira vez há cerca de 6 mil anos. Segundo ela, a cidade do Rio tem hoje 1,8 mil padarias.