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A tecnologia transformou completamente a maneira como nos relacionamos com o trabalho e ampliou significativamente as inúmeras possibilidades de planejar e direcionar carreiras. Enquanto há alguns anos o diploma de graduação era definitivo para a prosperidade profissional, atualmente, é fundamental investir em uma profissionalização dinâmica, constante, criativa e menos hierárquica. A nova geração vai além do desejo de ser seu próprio chefe  e enxerga no empreendedorismo a possibilidade de trabalhar com o que gosta, sendo agente de um impacto positivo na sociedade.

Começar cedo é uma virtude fundamental, principalmente pelas circunstâncias. Na juventude, os riscos propiciam muito mais os aprendizados do que determinam fracassos. A disseminação da cultura empreendedora tem feito com que muita gente, na faixa etária dos 20 anos, já tenha iniciado suas carreiras no mundo dos negócios, seja em empresas familiares ou na criação de novas estruturas, conquistando inclusive um papel importante na economia. É a atitude desses jovens, que estão assumindo posições de protagonismo na sociedade, que funciona como alavanca para a geração de empregos, mais inovação, aumento na arrecadação e muito mais força para fazer girar a economia.

Na condição de Presidente do LIDE Futuro Pernambuco, ala mais nova dos líderes empresariais do estado, ainda me impressiono com a maturidade e engajamento dos jovens empreendedores de nossa região. Não por acaso, este movimento alcançou a marca de segunda colocação no Brasil em número de filiados, em virtude do oceano de líderes relevantes entre 20 a 39 anos que temos aqui.

Além dos negócios gerados, vejo com orgulho a preocupação dos sucessores de famílias tradicionais, empenhados na reinvenção ou rejuvenescimento de seus negócios e movidos pelo esforço em contribuir com o nosso ecossistema de Inovação. Neste sentido, temos visto o surgimento constante de startups. A quantidade de envolvidos diretos e indiretos impulsionam ainda mais as parcerias e o efeito colaborativo na área de serviços.

Basta observar o cenário de empreendimentos em Pernambuco para concluir que empresas criadas nos últimos oito anos, com jovens à frente, são as que apresentam os melhores índices entre escalabilidade e tempo de criação. Com tantos dados promissores e exemplos animadores, os gestores mais seniores do estado, que formam a geração X, nascidas entre 1960 a 1979, e a geração dos Baby Boomers, nascida após 1941 a 1960, acompanham com atenção e têm manifestado apoio à construção de uma novo exército de líderes, capaz de impulsionar positivamente a economia estadual.