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Centenas de professores de Arcoverde estiveram presentes na tarde desta sexta-feira (08) na quadra da Escola Carlos Rios, no centro da cidade, para participarem da Audiência Pública sobre os Precatórios do Fundef. O destaque do encontro foi à ausência da prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB) e de qualquer representante de seu governo. Correram todos do debate com os professores, diz o Portal Folha das Cidades.

A audiência contou com a presença de representantes do Tribunal de Contas da União, da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), centrais sindicais e sindicatos, entre eles o dos servidores públicos municipais de Arcoverde, organizadores do evento. Presentes ainda as vereadoras Cleriane Medeiros (sem partido) e Zirleide Monteiro (PTB).

No centro dos debates o pagamento dos precatórios do antigo Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental – Fundef aos professores do município. Na justiça, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, tem lutado para derrubar a reserva de 60% desses recursos para os professores arcoverdenses.

Segundo Damião Lucena, presidente do SINTEMA (Sindicato de Servidores Municipais de Arcoverde), ficou definido a elaboração da “Carta de Arcoverde” contendo pontos de reivindicações dos sindicalistas quanto à questão do Fundef e Fundeb que será entregue aos deputados federais de Pernambuco e ao senador Humberto Costa (PT), além de ser protocolada na Amupe, em Recife.

“Lamentamos a ausência da prefeitura neste debate, mas isso não desanima nossa luta e ficou definida a criação da Frente de Servidores Municipais em Defesa do Fundef que deverá programar uma série de ações e atividades em defesa do direito dos professores de Arcoverde e região”, afirmou Damião Lucena.

Em sua rede social, a vereadora Zirleide Monteiro também lamentou a ausência da prefeita e ironizou dizendo que “a prefeita, o “anjo” como diz lá na Câmara, fugiu do debate, não apareceu e nem mandou um representante se quer para conversar e debater com os professores, representantes do TCU, Amupe, UVP e sindicatos. É assim que tratam os professores a professora que diz que a educação é sua prioridade”.