Pedro Araújo

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O servidor público que trabalha em uma empresa pública será demitido depois que se aposentar por tempo de contribuição. Essa é uma das novas regras que consta no texto da reforma da Previdência aprovada em 1º turno pela Câmara dos Deputados. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (19) pelo jornal Valor Econômico.

Hoje, o servidor se aposenta e continua na empresa, assim como funcionários da iniciativa privada. Ou seja, a aposentadoria não resulta, necessariamente, no rompimento do vínculo empregatício.

O objetivo da mudança seria evitar aposentadorias precoces e a transformação do benefício em um complemento da renda mensal.

Caso o servidor seja demitido, ele terá direito a receber a multa do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Por causa dos altos valores dos encargos trabalhistas, normalmente as empresas não demitem o empregado depois da aposentadoria e ele continua trabalhando normalmente.

De acordo com o artigo 6º do projeto aprovado pela Câmara, a medida não atingirá aqueles que estão aposentados e continuam trabalhando nas empresas. A mudança só passará a valer para as pessoas que se aposentarem depois da promulgação da reforma.

O texto da reforma da Previdência ainda precisa ser aprovado em 2º turno pelos deputados. Está previsto para ser realizado em agosto. Depois, passará pelo Senado.

A mudança sobre demissões pós-aposentadoria foi acrescentada pelo relator da reforma na Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). O texto original enviado pelo governo ao Congresso não cogitava essa possibilidade. Entenda o que mudou na reforma da Previdência depois de votação em 1º turno.

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Dois homens em uma motocicleta efetuaram disparos de arma de fogo contra Cláudio José Inácio Miranda do Amaral, de 39 anos, natural da cidade de Carnaíba, na manhã dessa sexta-feira (19), no cruzamento das avenidas da Integração e Honorato Viana, na cidade de Petrolina, Sertão de Pernambuco. A vítima estava dentro de um veículo acompanhado da esposa.

Cláudio Amaral como também era conhecido, era filho do médico e ex-vereador de Carnaíba, José Leite dos Santos Amaral, que ainda reside e atua no município, e da professora Edna Santos do Amaral.

Cláudio estudou na Escola Estadual João Gomes dos Reis e ainda adolescente procurou destino longe de Carnaíba.  Em Petrolina terminou seus estudos na Escola Estadual Assis  Chateaubriand e fez um curso técnico na Faculdade Uninassau.

O corpo de Cláudio será trazido para a cidade de Carnaíba ainda nesta sexta-feira, logo que seja liberado pelo Instituo de Medicina Legal – IML de Petrolina.

O velório acontecerá na casa de seus pais ao lado da Igreja Matriz de São João Maria Vianney e Santo Antônio, e o sepultamento esta previsto para este sábado (20), em horário a ser definido pela família.

Arquivo / Agência Brasil

Durante os primeiros meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e sua equipe econômica enfatizaram que o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, nome oficial da reforma da Previdência, visava cortar privilégios. No entanto a reforma sugerida pelo Poder Executivo, aprovada em primeiro turno pelos deputados na Câmara, pode mexer também em leis da década de 1970, que criaram o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A aprovação da PEC 06/2019 pode prejudicar 12,7 milhões de beneficiários do programa.

Tanto o PIS como o Pasep tinham como ideia integrar o trabalhador dos setores públicos e privados ao desenvolvimento das empresas. A PEC, que ainda precisa ser aprovada em segundo turno antes de ser passada para análise das comissões do Senado, deve excluir o abono salarial do PIS/Pasep do bolso de mais de 54% dos trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, ou seja, R$ 1.996.

Pago uma vez por ano, o abono hoje atende a 23,7 milhões de trabalhadores brasileiros. Com a aprovação do Congresso Nacional e sanção de Bolsonaro, só terá direito ao abono do PIS/Pasep quem recebe até R$ 1.364,43. Para o governo e sua equipe econômica, apenas estes trabalhadores podem ser considerados de baixa renda.

Após anunciar um programa para reduzir a dependência das universidades federais do orçamento público, o Ministério da Educação prevê que, daqui a uma década, não haja mais aperto financeiro. Mas, diante da dificuldade das instituições de fechar as contas dos próximos meses, a pasta diz não ser possível prometer liberação de recursos no curto prazo.

Com o nome de Future-se, o plano lançado pelo MEC na quarta-feira (17) inclui uma série de medidas para aumentar a captação de recursos privados para as federais. Entre elas, estão um fundo imobiliário com imóveis ociosos da União e a possibilidade de as instituições recursos para pesquisa e extensão por meio da Lei Rouanet.

Em troca, as instituições interessadas em aderir ao programa teriam que concordar em repassar parte da gestão a organizações sociais credenciadas pelo MEC. 

A proposta, que fica em consulta pública até o final do mês, foi lançada em um momento de aperto financeiro nas universidades, que tiveram um bloqueio da ordem de 30% das verbas discricionárias, usadas para pagar despesas de custeio como luz, água, limpeza, entre outros.

Segundo Arnaldo Lima, secretário da Educação Superior da gestão Bolsonaro, o prazo para o Future-se começar a ter efeitos financeiros vai depender do ritmo de análise do Congresso – a implementação prevê uma série de alterações legislativas. Mas em uma década, prevê, o programa estará consolidado.

“A ideia é que, em dez anos, a gente não fale mais em contingenciamento”, afirmou.

Ele prevê que o fundo imobiliário, responsável por quase metade da verba do projeto, comece a dá retorno um ano após a aprovação pelo Congresso.

O secretário não se comprometeu, no entanto, com a liberação de verbas contingenciadas para este ano.

Algumas universidades relatam problemas para fechar as contas do semestre. Parte delas suspendeu bolsas, reduziu atividades de manutenção e deixou contas em atraso.

Nesta semana, a Universidade Federal do Mato Grosso, por exemplo, teve a energia cortada por oito horas por falta de pagamento. As dívidas vinham desde 2015 e, sem verba, a universidade descumpriu prazo de renegociação com a concessionária do estado. 

Lima afirmou, porém, que não é seu ministério que decide sobre a liberação dos recursos. “O contingenciamento foi determinado pelo Ministério da Economia, e cabe ao MEC cumpri-lo.”

Inicialmente, ao anunciar o contingenciamento, o ministro Abraham Weintraub (Educação) havia afirmado que seriam cortados recursos de universidades que praticavam o que chamou de balbúrdia.

Indagado sobre as organizações sociais que deverão participar do Future-se, o secretário afirmou esperar que seja uma rede pequena de entidades, que deverão, cada uma, gerir um conjunto de universidades.

Sobre a possibilidade de a solução ser rejeitada por órgãos de controle, que têm imposto uma série de restrições a OSs, ele disse que serão estabelecidos parâmetros de transparência e governança e que está em diálogo com o TCU (Tribunal de Contas da União).

Júlio Gomes/LeiaJáImagens/Arquivo

É certo que falta mais de um ano para as eleições municipais de 2020, mas os partidos já começam a dar sinais de movimentações em prol das disputas nas 185 cidades pernambucanas. Ainda que seja apenas nos bastidores e o discurso oficial expresse máxima conhecida: “2020 só em 2020”, diversas legendas começaram a colocar em prática um plano para angariar mais filiados e encorpar o quadro interno visando futuras candidaturas e eventuais alianças políticas.

Presidente do MDB em Pernambuco, o deputado Raul Henry detalhou que a estratégia de novas filiações para a corrida municipal deu certo no último pleito municipal e fez com que o partido crescesse no Estado. Agora, eles pretendem repetir a medida para preparar o MDB para em 2020 ter um grande número de postulantes.

“Primeiro a gente vai ter uma estratégia para o próximo ano que é lançar candidatos a prefeitos no maior número possível de municípios, foi assim que a gente fez em 2016 e deu certo. Tivemos muitos candidatos que nunca tinham disputado eleições, entraram no partido, e pela representatividade que tinham nas cidades se elegeram prefeitos”, afirmou. 

O PSDB é outro partido que vem se articulando. De acordo com a presidente da legenda em Pernambuco, a deputada estadual Alessandra Vieira, os tucanos pretendem “apresentar à sociedade um número recorde de candidaturas investindo também em renovação, novos quadros para o partido”.

“Vamos apoiar prioritariamente os prefeitos que decidirem concorrer à reeleição e também apoiar novos nomes para ampliar a presença do partido em todas as regiões do Estado, sem esquecer do fortalecimento da participação feminina na disputa municipal”, detalhou Alessandra.

O fortalecimento interno do partido também é um discurso que vem sendo utilizado constantemente pelo presidente estadual do PSB, Sileno Guedes. Segundo ele, a discussão efetiva sobre a disputa se dará apenas no próximo ano. “O PSB é um partido que tem uma presença no Estado como um todo e esse ano é um ano de planejamento. A gente está sim falando de eleição, mas como forma de fortalecer o partido para o ano que vem”, frisou.

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As candidaturas

Em Pernambuco, a ‘menina dos olhos’ de diversas siglas é a capital Recife, mas não só ela, outras cidades estratégicas como Jaboatão dos Guararapes, Caruaru, Olinda e Petrolina são vistas como prioridades pelas siglas, mas pouco se fala sobre as postulações. 

No Recife, em dezembro de 2020, o PSB completará oito anos à frente da prefeitura e, apesar de não assumir oficialmente, eventuais sucessores do prefeito Geraldo Julio (PSB) atuam para viabilizar suas candidaturas. Até o momento, o principal prefeiturável pessebista é o deputado federal João Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos, que já se tornou, inclusive, alvo da oposição. 

Sobre a eventual postulação, João Campos desconversa sempre que questionado e ressalta que este ano vai dar conta do seu mandato federal. “Próximo ano também. O debate eleitoral o PSB faz em ano de eleição. Esse ano é de trabalho. E no debate eleitoral não vou pensar em mim”.

Atual aliado do PSB no Recife, o MDB também pode concorrer ao comando da capital. Há rumores de que Raul Henry dispute o cargo, mas sobre isso ele disse que vai fazer o debate na “hora oportuna”. “Se o meu nome for convocado para uma missão em nome de um conjunto amplo de forças políticas, não descarto essa possibilidade. Mas o momento de discutir isso não é esse. O Brasil está vivendo um momento de muita dinâmica, não sabemos o que vai acontecer no dia seguinte. É até uma falta de respeito com a sociedade estarmos discutindo candidaturas em uma hora como essa”, ponderou.

Dentro do MDB, inclusive, há quem torça pela quebra da aliança com o PSB, como o senador Fernando Bezerra Coelho, mas ele argumenta que “quem vai definir a política de alianças e onde terá ou não candidatos é a Executiva e o deputado Raul Henry conduzirá esses trabalhos”. 

Também da lista de aliados, o PDT é outro que tem ventilado um nome para a disputa. O presidente nacional, Carlos Lupi, já declarou o desejo de que o deputado federal Túlio Gadelha postule o cargo. No Estado, Túlio descarta a candidatura, e, apesar de considerar Recife prioridade, o presidente local da sigla, deputado Wolney Queiroz, diz que está cedo para debater sobre o assunto.

Ainda no campo das alianças oficiais do PSB, o PT deve avaliar a participação na corrida municipal. Em balanço feito em junho pelo Grupo de Trabalho Eleitoral do partido, apontou a deputada federal Marília Arraes como alguém com grandes chances de vencer o pleito e fazer com que a legenda retomasse o protagonismo no Executivo da capital, que administrou por 12 anos com os ex-prefeitos João Paulo e João da Costa. Marília já chegou a dizer que está disponível para concorrer. 

Nejmi Aziz é esposa de Omar Aziz — Foto: Divulgação

G1

Nejmi Aziz (foto), esposa do senador e ex-governador do Amazonas Omar Aziz, foi presa pela Polícia Federal nesta sexta-feira (19). Ela é um dos alvos da operação Vertex, que investiga a prática de crimes de corrupção passiva, lavagem de capitais e organização criminosa.  Foram oito pessoas presas em Manaus, entre elas, além de Nejmi, três irmãos de Omar. Um nono alvo, não identificado, foi preso em Brasília.

Nejmi é vice-presidente estadual do PSD-AM e nas últimas eleições concorreu ao cargo de deputada estadual, mas não foi eleita. Seu marido, Omar Aziz, foi governador do Amazonas entre os anos de 2010 e 2014. Desde 2014 ele ocupa vaga no senado. Em 2018 Omar tentou a reeleição ao governo, mas terminou em quarto lugar.

Os três irmãos de Omar Aziz, presos ao longo da manhã desta sexta, são: Murad, Amim e Mansour Aziz. Além dos oito presos em Manaus, a operação cumpriu um 9º mandado de prisão em Brasília.

A Polícia Federal, em pronunciamento durante coletiva de imprensa em Manaus, afirmou que não comentará sobre os alvos das investigações, que segue em andamento.

“A investigação não se encerrou. A partir desse momento, os investigados e testemunhas passam a ser ouvidas e apresentarão suas versões. Versões, essas, que podem alterar as hipóteses criminais. Não trabalhamos com pré-julgamentos. E é um padrão nosso, da Polícia Federal, de não tratar o nome de alvos”, afirmou o delegado da PF, Alexandre Teixeira.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa de Omar Aziz informou que o senador está reunido com advogados em casa. Após esse encontro, a assessoria do político vai se posicionar sobre o caso. A reportagem não conseguiu contato com a defesa da ex-primeira-dama.

Logo no início da manhã desta sexta-feira a PF cumpriu um mandado de busca a apreensão na casa do senador Omar Aziz. Horas depois, Nejmi foi levada à sede da Polícia Federal em Manaus.

Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária (oito em Manaus e um em Brasília), 15 mandados de busca e apreensão, 18 mandados de bloqueios de contas de pessoas físicas e jurídicas (de aproximadamente 92,5 milhões de reais), e sete mandados de sequestro de bens móveis e imóveis.

Segundo a PF, entre as vantagens indevidas de que se tem suspeita, teria acontecido entregas de dinheiro em espécie ou por meio em negócios simulados ou superfaturados, a fim de ocultar a entrega de dinheiro dissimulado por meio de contratos de aluguel e de compra e venda.

Desdobramento da Maus Caminhos

A investigação da operação Vertex está diretamente relacionada com as outras fases da Maus Caminhos, que são: ‘Custo Político’, ‘Estado de Emergência’ e a operação ‘Cashback’.

Na operação Custo político se apurou a prática de crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de capitais e pertinência a organização criminosa. Todos praticados por cinco ex-secretários de estado, bem como diversos servidores públicos e o núcleo da organização criminosa desbaratada na primeira fase da operação.

Na operação ‘Estado de Emergência’ completava-se o núcleo político do poder executivo estadual, tendo alcançado o ex-governador, José Melo, que chegou a ser preso.

A operação Cashback investiu nas investigações do envolvimento de outras empresas em conluio, com a suspeita de que foram efetuados pagamentos embasados em notas fiscais falsas, sem a correspondente prestação de serviço, além de pagamentos por serviços superfaturados.

O horário de verão tem sido aplicado no País, sem interrupção, ao longo dos últimos 35 anos / Foto: EVARISTO SA / AFP

Em live realizada todas as quintas-feiras em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) deu a entender que o retorno do horário de verão não é uma medida descartada por seu governo. A possibilidade foi ventilada por Bolsonaro antes de anunciar a inauguração de uma usina fotovoltaica flutuante em cima das águas do lago de Sobradinho (PE). 

“A minha caneta Bic está à disposição de vocês, qualquer decreto pode ser modificado. A gente entra em contato com a assessoria de assuntos jurídicos e estuda. Se for o caso, a gente altera o decreto para atender o bem-estar da população, sem extrapolar os limites da lei”, disse Bolsonaro.

No final de abril, o presidente assinou um decreto que acabava com a medida adotada em alguns estados do país. 

Na época, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que a decisão não levava em conta apenas dados econômicos, mas outros fatores como sobrecarga e picos de consumo, por exemplo. 

Horário de verão

O horário de verão foi criado no ano de 1931 com o objetivo de economizar energia, a partir do aproveitamento de luz solar no período mais quente do ano. A ação tem sido aplicada no País, sem interrupção, ao longo dos últimos 35 anos.

Em geral, o horário de verão ocorria entre os meses de outubro e fevereiro, quando os relógios eram adiantados em uma hora, e vigorava nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

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Por unanimidade, o Pleno do Tribunal de Contas do Estado acolheu recursos ordinário interposto pelo ex-prefeito de Sertânia, Guga Lins (PSDB) contra o Acórdão TC nº 0541/2017 (Processo 15100244-7) que negou provimento aos embargos de declaração contra o parecer que julgou irregulares as contas de gestão referentes ao exercício financeiro de 2014.

À época, o TCE imputou ao ex-prefeito, débito e aplicou-lhe multa e a Sra. Taciana Cordeiro Coimbra de Albuquerque, secretária de Assistência Social, aplicou-se somente a multa. As contas da secretária de Saúde, Tatiana Ribeiro Mindêlo, também tinham sido julgadas irregulares.

Com o parecer favorável do Conselheiro substituto Luiz Arcoverde Filho, o Pleno do TCE decidiu favoravelmente ao ex-prefeito Guga Lins, julgando suas contas de gestão de 2014 com o parecer final de Regulares com ressalvas.

A decisão do TCE afastou o débito e a multa que  foram aplicados ao ex-prefeito, bem como a nota de improbidade que foi aposta a Guga Lins. Por outro lado, o TCE negou provimento aos pedidos interpostos pelas Sras. Taciana Cordeiro Coimbra de Albuquerque, mantendo a multa aplicada; e a ex-secretária de Saúde, Tatiana Ribeiro Mindêlo, que teve suas contas de gestão rejeitadas.

O Ministério da Agricultura nomeou mais dois novos superintendentes regionais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), desta vez para os Estados do Pará e do Paraná. Para a unidade do Pará, foi nomeado Neil Duarte de Souza. Já no Paraná, o governo designou Walter Nerival Pozzobom para o posto. Na quinta-feira, a pasta já havia nomeado titulares para a Paraíba e para o município de Santarém (PA).

No Ministério da Saúde, também houve nomeações para a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) nos Estados do Pará e de Rondônia. Célio Lopes de Araújo Junior será o superintendente estadual em Rondônia e Mauro Rodrigues Bastos, no Pará. 

As nomeações estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (19) que também traz a exoneração de Cláudio André Neves do cargo de superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), vinculado ao Ministério da Infraestrutura.

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) emitiu um alerta, no final da manhã desta sexta-feira (19), informando sobre a possibilidade de chuvas moderadas a forte no Recife. A previsão é válida para as próximas 24 horas.

A Defesa Civil do Recife mantém um plantão permanente, podendo ser acionada pelo telefone 0800.081.3400. A ligação é gratuita e o atendimento 24h. A orientação é que, em caso de necessidade, moradores de locais de risco procurem abrigos seguros.

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Uma menina de 12 anos que passou por uma cirurgia de coração no Recife foi retirada de um lixão em condições de extrema insalubridade na cidade de Floresta, no Sertão de Pernambuco. A criança foi encontrada por uma equipe do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) durante uma diligência no local. Por conta do ambiente poluído e das condições degradantes do local, a garota corria inclusive risco de morte. Ela foi encaminhada nesta quinta-feira (18) para o hospital da cidade, de onde foi transferida para uma unidade especializada no Recife, e será acompanhada por familiares.

Responsável pela intervenção, a equipe de Saneamento da Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia do São Francisco em Pernambuco (FPI/PE) esteve no local a fim de cobrar uma solução para as pessoas que vivem na área. “Não é possível admitir a moradia de pessoas no lixão. Temos que providenciar uma solução e tirar essas pessoas de lá o quanto antes porque elas estão vivendo em uma situação de miséria extrema”, destacou a promotora de Justiça de Paulo Afonso, Luciana Khoury, coordenadora da FPI na Bahia, que acompanhou a ação em Floresta.

Gestores públicos que acompanharam a visita se comprometeram a encaminhar nos próximos dias equipes do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e do Conselho Tutelar para avaliar a situação das famílias e, em especial, das crianças. “Além disso, deve ser proibido o acesso e permanência das pessoas no lixão, que recebe resíduos de todo tipo, incluindo lixo industrial. O terreno está muito degradado e o lixão, apesar de ser cercado, não tem controle de acesso”, ressaltou a servidora do MPPE Maria do Rosário Malheiros, coordenadora da equipe Saneamento.

Por Ademar Rafael Ferreira (Papa)*

Ade maleu lapa-el – Ao ler regulamentos de alguns fundos de investimento detectei que grande espaço é reservado para os riscos envolvidos em cada caso. Decifre o que de fato está escondido nessa importante variável.

Papa – Neste caso julgo importante que cada risco seja analisado individualmente, vamos começar pelo “RISCO DE MERCADO”. Este risco está presente em operações de crédito e em investimentos.

É também a mola de sustentação da esmagadora maioria dos fracassos no campo empresarial. É comum ouvirmos que o insucesso decorreu de impacto dos mercados e seus riscos. É possível que tenha verdade na justificativa, mas, jamais poderemos deixar de avaliar que o insucesso de um empreendimento não ocorre do dia para noite e muitas vezes o fracasso teve origem em outras variáveis.

De forma professoral a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – ANBIMA, em uma das publicações para certificação de profissionais do sistema financeiro ao falar sobre RISCO DE MERCADO afirma: “… Nas aplicações financeiras, denominamos risco de mercado o risco de se verificar perdas causadas pelos movimentos dos preços dos ativos no mercado. As flutuações dos preços dos ativos fazem com que investidores busquem determinar o melhor momento para sair de uma aplicação e assim obter o maior retorno possível. Mas encerrar uma aplicação financeira no melhor momento, claro, não é uma tarefa fácil. Mais preocupante ainda para o investidor é ter de encerrar uma aplicação em um momento de mercado que represente perda do capital investido e essa possibilidade é o que o risco de mercado representa”.

Neste enunciado podemos destacar que o RISCO DE MERCADO é filho da volatilidade, assim sendo os ativos vinculados aos Fundos de Ações e Multimercado estão mais expostos que os ativos de renda fixa, principalmente aos referenciados ao CDI.

Com intuito de reduzir o impacto do RISCO DE MERCADO nas instituições que operam no Mercado de Capitais que possam contaminar recursos de inúmeros investidores o Banco Central editou a Resolução 3.464, em 26.06.2007 e no caderno Gestão Integrada de Riscos, de 13.09.2017 sugere providências para reduzir danos advindos com o RISCO DE MERCADO.

(*) – Adaptações livres de textos de sites da BCB e ANBIMA.

Está aberto desde a última terça-feira (16), no Campus do IFPE em Afogados da Ingazeira, o edital do Processo Seletivo Simplificado para preenchimento de vagas remanescentes do Vestibular 2019.2. Estão sendo ofertadas 57 vagas na modalidade Subsequente, voltada para quem já concluiu o Ensino Médio, para os cursos técnicos de Agroindústria, Eletroeletrônica e Saneamento, no turno da noite. As inscrições acontecem do dia 23 a 25 de julho, e serão feitas presencialmente na Coordenação de Registro Acadêmico do campus.

As vagas serão preenchidas considerando-se exclusivamente o coeficiente de rendimento do(a) candidato(a) nos componentes curriculares constantes na Ficha Modelo 19 (Histórico Escolar de Conclusão do Ensino Médio), obtida em estabelecimento de ensino reconhecido por Secretaria de Educação Estadual ou pelo MEC.

Para efetuar a inscrição, os candidatos devem entregar a documentação adequada no dentro prazo estabelecido. Não haverá cobrança de taxa de inscrição e nem realização de prova, em conformidade com a lei. Partes das vagas serão reservadas ao Sistema de Cotas.

O resultado preliminar da seleção está previsto para o dia 26 de julho. Mais informações sobre o processo seletivo, como documentação exigida e anexos, podem ser acessadas por meio do edital e pelo site: www.ifpe.edu.br.afogados.br

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail: cgra@afogados.ifpe.edu.br ou pelo telefone: 87.3211.1217.

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As atividades na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) podem parar a partir do dia 13 de agosto, quando está prevista uma greve nacional de trabalhadores da educação, motivada pelo contingenciamento de verbas para as instituições públicas. A adesão será defendida pela Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe) em assembleia geral marcada para o dia 7 do próximo mês. Ontem a associação se reuniu para discutir o programa de reestruturação do financiamento do ensino superior público, Future-se, anunciado na última quarta-feira pelo Ministério da Educação (MEC). Um novo encontro para tratar do tema está marcado para o dia 30 deste mês.

A reunião de ontem contou com a presença do reitor da UFPE, Anísio Brasileiro, da pró-reitora de Gestão Administrativa (Progest), Niedja Paula, e de docentes de diversos departamentos dos campus Recife e Caruaru e debateu sobre as possibilidades de atuação da categoria em defesa da universidade pública.

Foram apresentadas e discutidas as propostas do MEC para o Future-se. Na avaliação de Edeson Siqueira, presidente da Adufepe, a proposta tenta colocar as universidades no contexto da política universitária internacional. “No entanto, nossa cultura é bastante diferente. Isso vai exigir muito debate e estudo”, afirma o gestor. “Nós pretendemos fazer essas discussões local e nacionalmente, através da nossa associação, do Observatório do Conhecimento e do Congresso Nacional. Defendemos uma posição que vá no sentido de termos uma proposta que de fato implique na valorização das nossas universidades, mantendo o seu caráter público e a gratuidade, sendo acessível para todos e todas”, completa.

Sobre o programa, Anísio Brasileiro defendeu que trabalhar com a iniciativa privada pode ser positivo na perspectiva de fortalecer as instituições públicas, mas isso não exime a obrigação do governo federal de repassar as verbas. “O foco continua sendo na universidade como bem público, patrimônio da sociedade. A parceria com a iniciativa privada é bem-vinda, mas isso não significa que o Estado deva recuar os investimentos”, argumentou. Segundo ele, as verbas continuam bloqueadas e a UFPE precisou suspender editais para equilibrar as contas. 

PREOCUPAÇÃO

As incertezas que rondam o projeto inflamaram o cenário de insatisfação, protagonizado pelos cortes de recursos de 30% para as instituições federais. Preocupadas com a possibilidade de as universidades não terem verbas para funcionar no segundo semestre, entidades dos professores e trabalhadores da educação e organizações estudantis, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), Andes e União Nacional dos Estudantes (UNE), estão convocando mobilização nacional para 13 de agosto.

Este ano, alegando a necessidade de equilibrar as contas públicas, o MEC bloqueou, em média, 29,74% do orçamento discricionário das universidades federais. Esses recursos são usados principalmente para o pagamento de energia.

– 65 é o número de universidades e institutos federais do País, segundo o Ministério da Educação

– 50 bilhões de reais deverão vir de patrimônio imobiliário cedido pela União. Recursos virão de cinco eixos.

– 50 bilhões de reais de repasse anual para as universidades serão mantidos, garante o Ministério da Educação.

“Defendemos uma proposta que implique na valorização das universidades, mantendo seu caráter público e a gratuidade, sendo acessível a todos”, destaca Edeson Siqueira, da Adufepe.

A previsão do tempo divulgada pela Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac) desta sexta-feira (19) indica chuva de forma isolada ao longo do dia com intensidade fraca a moderada, no Grande Recife, onde a temperatura mínima é de 19°C e a máxima é de 28°C. Na região da Zona da Mata Sul a tendência, também, é de chuva com intensidade moderada. O Agreste continua registrando a temperatura mais fria do Estado de Pernambuco, dessa vez, com 14°C e pancadas de chuva ao longo do dia.

Confira a previsão completa:

Região Metropolitana

Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva de forma isolada ao longo do dia com intensidade fraca a moderada.
Temperatura(ºC): Estável

Máxima: 28º Mínima: 19º

Mata Norte

Parcialmente nublado com chuva rápida de forma isolada no período da tarde e noite com intensidade fraca a moderada.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 29º Mínima: 19º

Mata Sul

Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva em toda a região ao longo do dia com intensidade moderada.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 27º Mínima: 19º

Agreste

Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva de forma isolada ao longo do dia com intensidade fraca a moderada.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 28º Mínima: 14º

Sertão de Pernambuco

Parcialmente nublado a nublado com chuva rápida de forma isolada nas primeiras horas da manhã e noite com intensidade fraca.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 30º Mínima: 16º

Sertão de São Francisco

Parcialmente nublado a nublado com chuva rápida de forma isolada ao longo do dia com intensidade fraca.
Temperatura(ºC): Estável
Máxima: 29º Mínima: 19º