Pedro Araújo

As informações que informam as verdades dos fatos, sem ferir ou denegrir pessoas ou imagens. Como também, nunca procurando agradar aos maus feitores.

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A Justiça Eleitoral determinou que o candidato a senador, Jarbas Vasconcelos (MDB), retire da propaganda eleitoral um comercial com montagem e trucagem para distorcer os fatos e, ainda, promover injúrias em cima de afirmações inverídicas contra o candidato a senador, Mendonça Filho (DEM). Irritado com o questionamento feito por Mendonça sobre a aliança que fez com o PT, Jarbas veiculou um vídeo com ataques infundados contra Mendonça, mas foi punido pelo TRE e a peça não pode ser mais exibida.

A propaganda de Jarbas Vasconcelos veiculou um vídeo com trucagem com críticas ao trabalho de Mendonça Filho no comando do Ministério da Educação. O vídeo mostra ainda manchete de jornal com o título “Governo suspende novas vagas para Pronatec e Fies”, publicada no jornal O Estado de São Paulo, no dia 23.05.2016, para novamente induzir o telespectador a acreditar que Mendonça cortou vagas nesses programas. A verdade é que Mendonça manteve os programas e aumentou a oferta de vagas no Fies e no Pronatec.

O jurídico da coligação Pernambuco Vai Mudar comprovou que o então ministro da Educação, Mendonça Filho, garantiu a retomada de R$ 4 bilhões dos mais de R$ 6 bilhões cortados pelo Governo Dilma para a Educação, garantindo a manutenção e ampliação dos programas sociais.

A outra punição foi a retirada do ar de comercial de Jarbas que divulga pesquisa de opinião sem obedecer ao que manda a Lei Eleitoral. A desembargadora Karina Albuquerque Aragão de Amorim determinou que Jarbas Vasconcelos e a coligação retirem a propaganda eleitoral sob pena de multa de R$ 10 mil em caso de nova publicação.

“A decisão da Justiça Eleitoral reconheceu a utilização de montagem com a finalidade de alterar a realidade dos fatos. Além da utilização irregular do recurso de montagem, ficou demonstrado na representação que foi promovida no programa eleitoral do candidato Jarbas Vasconcelos a divulgação de fatos sabidamente inverídicos quanto ao corte de recursos da educação, os quais, na verdade, ocorreram ainda no governo da ex-presidente Dilma em 2015”, destacou o advogado Paulo Fernandes Pinto, que, juntamente com o advogado Eduardo Porto, coordena o jurídico dos candidatos ao Senado Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM).

“Quanto à decisão que proibiu a divulgação de resultados de pesquisas sem as informações exigidas na legislação, é importante destacar que o candidato Jarbas Vasconcelos já é reincidente, posto que já havia sido censurado anteriormente pela Justiça Eleitoral pela exibição de pesquisas de forma irregular em seu programa eleitoral”, comentou o advogado Renato Beviláqua, que integra o jurídico dos candidatos ao Senado Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM).

Vale lembrar que Jarbas Vasconcelos não conseguiu censurar comerciais da coligação Pernambuco Vai Mudar, onde questionam a união do emedebista com o PT do candidato a senador Humberto Costa e que a coligação da Frente Popular conta com o apoio do MDB, do presidente Michel Temer e do próprio Jarbas Vasconcelos. Recordando que Jarbas fez diversas críticas contra o PT e o próprio Humberto Costa, fazendo campanha pela prisão de Luiz Inácio Lula da Silva e, recentemente, fez o gesto do “L” pela libertação do petista, preso na Polícia Federal em Curitiba.

Neste domingo (16), a Oposição de Sertânia, no Sertão do Pajeú, realizou um grande evento em prol das candidaturas de Armando Monteiro, para o governo do Estado, dos senadores e deputados.

Saindo do bairro da Vila da Cohab, a multidão invadiu as principais ruas de nossa cidade e com bastante animação e irreverência se concentrou na Praça Francisco Sales, onde ali ouviu os discursos dos principais lideres da oposição sertaniense, dos vereadores da oposição, líderes comunitários e correligionários.

“Foi um grande evento, o povo ganhou as ruas, numa demonstração que deseja mudança e que está cansado de mentiras e enganação”, disse o ex-prefeito Guga Lins. “Estamos no caminho certo, estamos mostrando que fazemos política assim, olhando olho no olho do eleitor, não pregamos ilusão e fazemos da política um meio para ajudar toda coletividade, todo povo de Sertânia e não apenas um grupo e é com esse sentimento que reunimos todo esse povo, povo que mostrou que precisa e quer mudança, precisa ser olhado com carinho, sem ódio e sem perseguição e para isso precisamos votar em Armando 14, nos senadores Mendonça Filho e Bruno Araújo e nos nossos deputados, para federal André de Paula e para estadual Antônio Coelho, tudo isso para uma Sertânia melhor e mais humana”, complementou o ex-prefeito Guga Lins, demonstrando toda felicidade por saber que o ato organizado pela Oposição foi um sucesso. Com informações do Blog Tribuna do Moxotó.

Eleições majoritárias na porta do Brasil e um temor generalizado de que as fiscalizações de trânsito percam espaço no País como promessa política para angariar votos. Foi a partir desse medo que o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), ONG que atua na luta pela segurança viária, se uniu à coordenação nacional da Operação Lei Seca e a professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) para realizar um estudo que mostra a importância da fiscalização de alcoolemia na redução de colisões e mortes no trânsito. O Relatório Estatístico de Segurança Viária II – Álcool constatou que os Estados que apresentam o maior percentual de autuações de motoristas que dirigiram após beber, são também os que têm as maiores taxas de mortes no trânsito.

Já as unidades da federação com menores porcentagens de condutores que bebem e dirigem – ou seja, que tiveram menos autuações de alcoolemia –, apresentam taxas de mortes mais reduzidas. Pernambuco teve destaque com índices baixos, evidenciando que a Operação Lei Seca funciona, de fato, no Estado. No Recife esse destaque é ainda maior. O objetivo do estudo é mostrar a eficiência das blitzes e garantir que os futuros governadores e presidente não só mantenham as operações, mas também busquem ampliá-las. Que é preciso fiscalizar mais e mais, cada vez mais.

O estudo teve como principal fundamentação os dados da coordenação nacional da Operação Lei Seca, repassados pelos Estados e prefeituras. Foram 82 municípios, sendo 19 capitais e 63 municípios do interior, que repassaram informações de janeiro a agosto de 2018. Apenas os Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Piauí e Sergipe não repassaram dados. E constatou, também, que nos locais onde mais se fiscaliza a mistura bombástica, maior é a conscientização em relação ao álcool e direção, ou seja, nos Estados com maior número de testes realizados, a taxa de autos de infração emitidos é menor. Se conclui, a partir daí, que quando a sensação de impunidade predomina, o desrespeito à lei é maior.

Entre as capitais, Recife e Fortaleza se destacam pela baixa proporção de autuações em relação ao número de testes realizados – 2% –, o que indica uma maior conscientização da população. Maceió, Manaus, Rio de Janeiro, Goiânia e São Luís também apresentam taxas reduzidas de condutores alcoolizados – percentuais inferiores a 10%. Por outro lado, Florianópolis apresenta a maior proporção de notificações em relação ao número de testes realizados – 29%.

“Nós sabemos que o aumento da fiscalização de trânsito é uma das medidas mais impopulares e, em época de eleição, isso é um perigo. O Brasil ainda não alcançou um nível de maturidade para entender que a ampliação da fiscalização, de operações como a Lei Seca, são boas para a própria população. Por isso a importância desse estudo. Para mostrar que onde a Lei Seca é efetivamente executada, as taxas de mortes e o número de motoristas autuados por dirigir após beber são menores. Revela que a sociedade tem consciência do perigo que é misturar álcool e direção. Queremos, assim, deixar claro, com embasamento estatístico, que as Operações Lei Seca, assim como a fiscalização de alcoolemia de forma geral, precisam é ser ampliadas em todo o País” argumenta o professor de segurança viária da UFPR e um dos autores do relatório, Tiago Bastos.

O modelo da Operação Lei Seca, lançado no País pelo Rio de Janeiro e copiado por Pernambuco a partir de 2011, que enxerga as blitzes como uma questão de saúde pública e, por isso, está sob a gestão da Secretaria de Saúde, é elogiado pelo professor. “É o ideal. Não quer dizer que a fiscalização da alcoolemia esteja limitada às operação da Lei Seca, mas quando ela acontece em conjunto com diversas secretárias além do setor de trânsito, o efeito educativo sobre a população é maior”, afirma.

O Relatório Estatístico de Segurança Viária II – Álcool evidencia que, apesar dos bons resultados em alguns Estados, o Brasil ainda tem um longo caminho pela frente na fiscalização de alcoolemia. São muitas as cidades que têm um baixo índice de abordagem relacionada à frota de veículos. “Há exceções, é claro, como Porto Velho (RO), que fiscaliza um a cada 34 veículos por ano. Mas há muitas cidades que fiscalizam apenas um a cada 5 mil veículos/ano. O que é muito pouco”, pontua Tiago Bastos. No caso do Recife, a cada 500 veículos, um é fiscalizado anualmente pela Operação Lei Seca.

Em relação às políticas internacionais de repressão à mistura de álcool e direção, o Brasil precisa avançar ainda mais. A fiscalização brasileira ainda é muito tímida. Na Suécia, por exemplo, um em cada dois veículos é fiscalizado anualmente. Na França, é um para cada três veículos e, em Portugal e na Espanha, é um para cada cinco. “Por isso que a principal conclusão do estudo é fiscalizar cada vez mais. Só assim conseguiremos conscientizar os motoristas e, assim, reduzirmos a violência no trânsito”, diz o professor.

Chico Peixoto/LeiaJáImagens/Arquivo

A semana que começa nesta segunda-feira (17) marca também, segundo o candidato a governador de Pernambuco Maurício Rands (Pros), um novo ritmo no diálogo de dele com sociedade. O candidato da coligação ‘O Pernambuco que você quer’ terá encontros com os profissionais da segurança pública, líderes da área cultural, participará de debate com outros candidatos, de sabatina no Programa Roda Vida entre outros compromissos. Além disso, passa a intensificar seu contato direto com o povo, em atividades de rua.

“A campanha está em aberto: muitos não escolheram o seu candidato ou podem mudar o voto”, avalia Rands.

Na manhã desta segunda-feira, ele participa de um encontro na Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe). “Queremos mostrar nossos planos e também estamos sensíveis a ouvir propostas”, resume Rands. No início da noite da quarta-feira, outro encontro, desta vez, com os oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, também tratará da segurança.

A terça-feira terá panfletagem, debate presencial com os outros candidatos em Caruaru e uma sabatina na bancada do Programa Roda Vida. “Queremos mostrar que somos a opção, porque não temos relação com o presente estagnado, nem com o passado conservador. Somos a inovação, o futuro”, promete o candidato. “Queremos resgatar a boa política, onde os valores eram mais importantes”, completou Rands.

Raquel Elblaus/Assessoria de Imprensa

Candidato ao Governo de Pernambuco, Julio Lossio (Rede) prometeu, nesse domingo (16), que incluirá o gás de cozinha na cesta básica estadual. A inclusão foi ressaltada após uma carreata que ele fez na cidade de São Caetano, no Agreste pernambucano. Durante discurso, ele reforçou suas promessas de campanha. 

“O gás de cozinha, que hoje representa até 10% do salário mínimo, será parte da cesta básica; o mototaxista não precisará pagar IPVA durante cinco anos, nem ICMS ao comprar seu veículo, pois nós queremos garantir renda e qualidade de vida para cada homem e cada mulher do nosso Pernambuco”, destacou.

Antes de ir ao interior, Julio Lossio participou de caminhada no bairro de Totó, no Recife. Ao lado de Narciso Bastos, candidato a deputado estadual pela Rede, Lossio identificou a falta de creche e saneamento no local. Ele também reafirmou a proposta de criar uma rede de creches Nova Semente Pernambucana e de realizar um programa de saneamento básico.

Nesta segunda-feira (17), Lossio grava imagens para o guia eleitoral, às 9h; participa de uma reunião para avaliação da plataforma de governo ao meio-dia e, à noite, a partir das 19h, de uma Roda de Diálogo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). 

Cada vez mais próximo do dia da eleição, o candidato a governador pela chapa Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro Neto (PTB), vai intensificar suas agendas na Região Metropolitana do Recife (RMR). A área reúne a maior concentração de eleitores do Estado, são 2.804.803, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE).

“Estamos priorizando a Metropolitana, tem um peso expressivo. Já percorremos todas as regiões de Pernambuco e agora vamos nos concentrar aqui. Mas ainda faremos incursões pelo interior”, disse o petebista, ontem (16), durante ato em Olinda.

Acompanhado de seus candidatos ao Senado, Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM), Armando Monteiro fez promessas conhecidas do povo olindense, como a conclusão do Canal do Fragoso e a requalificação da Avenida Presidente Kennedy. “Vamos assumir como uma obra que precisa terminar. Faremos um balanço para verificar quanto de recurso foi aplicado. E fazer uma articulação para garantir, até com recursos federais, para concluir a obra. Vamos atrás disso”, disse o senador.

A construção, que se arrasta há seis anos, é alvo de auditoria do Tribunal de Contas do Estado. Os repasses de verba foram suspensos, mês passado, após indícios de sobrepreço e de superfaturamento. A Companhia Estadual de Habitação (Cehab) prevê conclusão da obra em 2019.

Já a Avenida Presidente Kennedy passa por obras que foram iniciadas na última quinta-feira (13). A promessa é de que a situação melhore para a população que precisa trafegar na área, diminuindo a quantidade de buracos da via e evitando alagamentos.

“ESSE RAPAZ”

Durante o ato, Armando Monteiro voltou a fazer críticas ao adversário Paulo Câmara (PSB), que tenta se reeleger governador do Estado. O petebista percorre Pernambuco afirmando que a vitória de Paulo, em 2014, foi uma homenagem a Eduardo Campos, que faleceu naquele ano em acidente aéreo. “O que se assistiu foi a uma grande decepção, esse rapaz que foi colocado no Palácio do Campo das Princesas não estava à altura do legado de Eduardo, e Pernambuco viveu um grave retrocesso. Piorou na segurança, na saúde, e a infraestrutura se deteriora. O pernambucano deve escolher se quer continuar nesse caminho ou se vamos apostar num novo. Tenho pedido uma oportunidade. Paulo a teve e desperdiçou”, disse Monteiro.

Ao pedir votos para Mendonça e Bruno, Armando ainda alfinetou a chapa adversária. “Lá, querem juntar cobra-d’água e jacaré. Senado não é prêmio de aposentadoria, é um espaço para a gente trabalhar todo o tempo para Pernambuco”, afirmou o candidato, sem citar nomes.

Armando voltou a afirmar que o martelo ainda não foi batido sobre quem vai apoiar para a Presidência. Sem Lula (PT) candidato, circula rumor de que Armando poderia declarar apoio a Ciro Gomes (PDT), mas ele destacou que nada está decidido. “Estou terminando o processo de consulta, são treze partidos, e quatro tem palanques nacionais: Alckmin (PSDB), Alvaro Dias (Podemos), Marina (Rede) e Bolsonaro (PSL). No início, todos sabiam que meu candidato era Lula. Como ele saiu, é outro cenário. Termino (de analisar) nessa semana”, pontuou.

RANDS

O candidato do PROS, Maurício Rands, terá encontros com os profissionais da segurança pública, líderes da área cultural, participará de debate com outros candidatos, além de sabatina no Programa Roda Vida até o 1º turno, em 7 de outubro.

Além disso, pretende intensificar seu contato direto com o povo em atividades de rua.

Hoje, por exemplo, o candidato participa de encontro na Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe).

À noite, ele volta a se reunir com outros agentes da segurança pública.

A Região Metropolitana do Recife (RMR) foi o alvo, ontem (16), da campanha eleitoral do governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB). Depois de percorrer seis cidades do Sertão pernambucano no sábado, o socialista foi do sul ao norte do Grande Recife em menos de seis horas.

O dia começou cedo com uma caminhada em Bonança, no município de Moreno, na qual esteve acompanhado do candidato ao Senado Humberto Costa (PT). O ato da Frente Popular se concentrou nos arredores da feira pública e atraiu muitos apoiadores.

Após o contato corpo a corpo, Paulo fez um discurso reafirmando a polarização nessas eleições. “Somos o lado de Miguel Arraes, de Eduardo, de Lula e de Fernando Haddad. O outro lado é o da Turma do Temer, que aumentou a conta de luz, o gás de cozinha, a gasolina e ainda queria acabar com aposentadoria dos brasileiros”, disse Paulo Câmara, referindo-se, sem citar nomes, à coligação Pernambuco Vai Mudar, encabeçada por Armando Monteiro (PTB) e os deputados federais, candidatos ao Senado, Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM).

Em seguida, o governador participou de mais um ato, desta vez, no bairro de Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho.

Segundo a assessoria do candidato, milhares de pessoas estiveram nas ruas para apoiar a reeleição do socialista.

No Cabo, Paulo contou com o presença do prefeito Lula Cabral (PP) e do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), também buscando ser reencaminhado ao cargo.

Durante o discurso em Ponte dos Carvalhos, Paulo voltou a falar dos bons números da educação em Pernambuco.

Ele chegou a cumprimentar a mãe do estudante Wallace Felipe, que está em intercâmbio nos Estados Unidos por intermédio do Programa Ganhe o Mundo. “Governamos para dar oportunidade a jovens pernambucanos de realizar seus sonhos através do seus esforços”, disse Paulo Câmara.

No mesmo evento, o prefeito Lula Cabral reforçou o voto casado da Frente Popular. “Paulo e Fernando Haddad (do PT, candidato à Presidência) vão trabalhar muito por Pernambuco e pelo Brasil”, falou o gestor municipal.

O dia de atividades terminou no início da tarde com participação na carreata promovida pelo candidato a deputado estadual Junior Uchôa (PSC), filho de Guilherme Uchôa, ex-presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, que morreu 3 de julho.

A carreata saiu de Itamaracá passando por Itapissuma, Igarassu e Abreu e Lima.

As agendas de Paulo, ontem, não foram acompanhadas pelo deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB), candidato ao Senado na mesma chapa majoritária. O emedebista fez campanha sozinho em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata.

Para hoje (17), Paulo Câmara concede entrevista à Rádio Olinda, às 9h, e participa de almoço com Grupo de Líderes Empresariais de Pernambuco (Lide), às 12h30.

JULIO LOSSIO

Ontem também, o candidato ao governo pela Rede, Julio Lossio participou de uma caminhada no bairro do Totó, no Recife, pela manhã. Reforçou a propostas de criar uma rede de creches. Acompanhado de seu candidato a vice, Luciano Bezerra (Rede), Lossio ainda marcou presença numa carreata no loteamento Boa Vista, em São Caetano, no Agreste do Estado.

DANI PORTELA

Já a chapa PSOL/PCB esteve presente na 17ª parada da diversidade, realizada ontem, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. A candidata ao governo, Dani Portela, e as postulantes ao Senado, Albanise Pires e Eugênia Lima, todas psolistas, aproveitaram o evento para conversar com eleitores e reafirmaram os compromissos do plano de governo para a população.

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Pesquisa de intenção de votos divulgada na madrugada desta segunda-feira (17), pelo banco BTG Pactual em parceria com o Instituto FSB Pesquisa mostra o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, consolidando sua liderança na corrida ao Palácio do Planalto. Ele aparece com 33% das intenções de voto, subindo três pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, divulgado uma semana antes. A intenção medida é a estimulada, quando o nome dos candidatos é citado.

No segundo lugar aparece o candidato petista, Fernando Haddad, que deu o maior salto no levantamento BTG/FSB: de 8% para 16%. Haddad dobra sua participação após ter sido formalizado como candidato a presidente pelo PT, acabando com a indefinição sobre a participação do ex-presidente Lula na disputa.

Em terceiro lugar aparece Ciro Gomes (PDT), com 14%, subindo em relação aos 12% de uma semana antes. Em quarto está Geraldo Alckmin (PSDB), com 6%. Ele caiu dois pontos percentuais desde o levantamento da semana anterior. Marina Silva (Rede), recuou de 8% de intenções de votos para 5%.

João Amoêdo (Novo) tem 4%, Alvaro Dias (Podemos) tem 2%, assim como Henrique Meirelles (MDB). Os outros candidatos têm 1% ou menos.

Nesse levantamento, 9% disseram não votar em ninguém. Outros 2% apontaram nulo ou em branco e 4% não sabem. Apenas 1% não respondeu à pesquisa.

Segundo turno

No segundo turno, a pesquisa aponta que Bolsonaro e Ciro empatariam em 42%. Bolsonaro venceria Haddad por 46% a 38% nesse hipotético segundo turno. Bolsonaro também venceria Alckmin, por 43% a 36%. O candidato do PSL também venceria Marina Silva, por 48% a 33%.

Rejeição

A pesquisa BTG/FSB aponta que Marina tem a maior rejeição do eleitorado: 58%. Em segundo no quesito rejeição está Alckmin (53%). Meirelles e Haddad estão com 48%. Ciro apresenta 46% de rejeição e Bolsonaro, 45%.

Metodologia

O Instituto FSB Pesquisa entrevistou, por telefone, 2 mil eleitores com idade a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federação. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. As entrevistas telefônicas aconteceram entre 15 e 16 de setembro.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-06478/2018. Com informações do Valor Econômico.

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A três semanas de uma das eleições mais curtas e disputadas da história do Brasil, há um contingente populacional capaz de definir o nome dos dois presidenciáveis que seguirão para o provável segundo turno. Trata-se de pelo menos 68 milhões de votos, quase metade do total registrado no cadastro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgado em agosto. É tanta gente que, para dimensionar a grandeza, seria preciso somar todos os moradores de São Paulo e Minas Gerais, os dois estados mais populosos do país.

Para chegar ao número, a reportagem cruzou dados das pesquisas mais recentes na tentativa de identificar eleitores capazes de serem capturados por um candidato. Eles estão entre aqueles que preferiram não escolher um nome ou estão indecisos, somados com quem apontou para um político, mas não tem tanta certeza – neste último grupo, o percentual chega a 45%. Antes de buscar o resultado, foi retirado do cálculo o último índice de abstenção nacional na votação de 2014 (19,12%).

A conta precisaria ainda incorporar uma série de variáveis impossíveis de serem testadas a curto prazo. Como livre exercício sobre o comportamento ao longo da campanha, entretanto, é possível apresentar as estratégias dos candidatos para amarrar o eleitorado. “A eleição não está definida. Ainda há uma parcela razoável de gente que vai entrar na campanha”, diz Jairo Nicolau, professor de ciência política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). E aqui é que se estabelecem e se abandonam as estratégias. O primeiro candidato a perceber a importância dos votos consolidados foi Ciro Gomes (PDT).

Há três semanas, o pedetista partiu para cima do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e dos eleitores do capitão reformado do Exército. O plano era ganhar pontos com os apoiadores do ex-presidente Lula (PT), na época ainda na disputa eleitoral. Afinal, na cabeça dos estrategistas de Ciro, era mais fácil crescer sobre o eleitorado petista do que tirar votos de Bolsonaro. A ação precisou ser revista pouco tempo depois com o atentado à faca em Juiz de Fora (MG) e a certeza cada vez maior de que o deputado garantiu uma das vagas no segundo turno. Não que as críticas a Bolsonaro diminuíram, mas passaram a ser divididas entre os adversários com potencial de segundo turno, como Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT), o favorito para buscar votos de Lula.

A MAIS CONFUSA

Em artigo publicado na Associação dos Docentes da UFRJ, Nicolau disse que esta é a eleição mais confusa desde 1945. “Uma eleição de ilusões apagadas”, escreveu o professor. O curioso é que a estratégia de Alckmin, Haddad e Marina também passa pela pancada em Bolsonaro. O que muda é a distribuição de ataques entres os três, revelando a candidata da Rede mais econômica nas críticas ao tucano e ao petista. “Tem muito voto voando”, afirma Antonio Augusto de Queiroz, diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Apontar sem muita convicção para um candidato pode descambar no voto útil às vésperas da eleição. No caso da atual campanha, é possível dividir os candidatos por grupos a partir dos desempenhos nas pesquisas de intenção de votos.

No primeiro grupo, quase garantido no segundo turno, estaria Bolsonaro. Um segundo bloco pode ser representado por Ciro, Marina, Alckmin e Haddad. A terceira turma enquadraria Alvaro Dias (Podemos), João Amôedo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB). “À medida que as eleições se aproximam, o eleitor começa a tornar o voto mais racional. Isso pode significar a aposta em um candidato melhor posicionado, que tiraria votos de um com pior performance”, diz Queiroz. A pesquisa Datafolha do início da última semana mediu a certeza de votos para Bolsonaro (74%), Haddad (67%), Ciro (42%), Alckmin (40%) e Marina (29%). Não à toa, a candidata da Rede é a que mais tem perdido votos nos últimos levantamentos.

ENTRADAS

A partir da análise da última pesquisa presidencial do Ibope, o professor Jairo Nicolau identificou que o grupo formado por eleitores de baixa renda e escolaridade é o mais suscetível a mudanças de votos. “É como se eles ainda não tivessem entrado na eleição, pois está fragmentado e sem um candidato dominante.” Segundo ele, o político que conseguir buscar esse bloco, “provavelmente”, estará no segundo turno. Tal perfil do eleitorado, historicamente, acompanhava mais o PT de Lula, mas é difícil que Haddad consiga puxar esses votos para ele. “Caso contrário, vamos viver uma experiência inédita: uma eleição em que os apoios dos mais pobres e menos escolarizados não vão em massa para um dos concorrentes.”

Voto útil em nível recorde

Esta eleição presidencial pode ser a do eleitor do contra. O pleito tende a ter participação recorde do voto útil, que ocorre quando se escolhe não o candidato de preferência no primeiro turno, mas o postulante que se julga ter maior capacidade para vencer quem ele não gosta. A razão para isso é a alta taxa de rejeição de dois candidatos: Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Para complicar as coisas, existe ainda um terceiro tipo de eleitor: o que tem ojeriza a ambos. Embora saiba quem tem sua preferência, esse cidadão topa qualquer candidato no lugar desses dois nomes.

Bolsonaro tem vaga praticamente garantida no segundo turno – ainda que as dificuldades em torno da campanha enquanto ele permanece internado dividam analistas e até aliados do candidato. Quanto a Haddad, apontam as pesquisas, tende a crescer nas intenções de voto com o apoio de Lula, apesar de o ex-presidente estar preso em Curitiba.

Os adversários mais próximos de Haddad, porém, também vão ganhar muitos votos de quem não quer vê-lo no segundo turno. Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB) estão atentos e já modularam suas campanhas com vistas a isso. Eles podem ficar com o eleitor anti-PT, herdando votos que hoje são de outros candidatos, mas também tirando eleitores uns dos outros. Isso faz com que as pesquisas tendam a apresentar grande oscilação nas próximas semanas. “A marca desta eleição é a incerteza”, destaca Paulo Calmon, diretor do Instituto de Ciência Política na Universidade de Brasília (Ipol/UnB).

Calmon afirma que o voto útil, ou voto estratégico, como se prefere chamar na academia, existe em todas as eleições, mas isso se acentua com a alta taxa de rejeição de alguns candidatos e o fato de que há vários postulantes em patamar semelhante de intenção de votos, entre o segundo e o quinto lugar. “Muitos eleitores deixam para fazer a escolha nos últimos dias. Mas, a esta altura, já têm certeza sobre quem não querem votar”, explica Calmon.

O cientista político Carlos Melo, professor do Insper, destaca que o eleitor leva muito a sério a escolha em uma eleição presidencial. “Ele se esforça, faz cálculos para que a escolha possa ter peso no resultado. É um voto de opinião. Nesse caso, não entra voto de cabresto – a influência do prefeito, por exemplo -, algo que pode ter peso na escolha do deputado, ou, no máximo, para governador”.

Para o cientista político Marcio Ianoni, professor da Universidade Federal Fluminense, Marina está perdendo votos para Ciro de eleitores que não querem que o PT nem Bolsonaro saiam vitoriosos. “Ciro tenta abocanhar o eleitor de esquerda e o de direita”, avalia. Mas Melo acha que Marina tem potencial de ganho pelo mesmo motivo. “Para o eleitor de centro, que quer política econômica ortodoxa, André Lara Resende (assessor econômico dela) pode ser tão convincente quanto Persio Arida (assessor de Alckmin).”

No pelotão seguinte das pesquisas estão Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo). A tendência é de que os votos desses três candidatos, que somam 10% do total, sejam transferidos para Alckmin, Ciro ou Marina. Antonio Augusto de Queiroz, diretor de documentação do Diap, acha que Haddad pode ganhar força pelo apoio de Lula, mas também pelo voto útil. “A polarização entre os petistas e os antipetistas continua sendo algo muito forte”, diz. (Paulo Silva Pinto, do Correio) 

São dois turnos para evitar distorções 

O voto útil era comum no país antes da criação do segundo turno eleitoral pela Constituição de 1988. O objetivo do mecanismo é evitar que alguém ganhe o pleito com um percentual pequeno de votos – era comum vencer com apenas 30% do total, em campanhas muito disputadas. E também permitir que o eleitor escolha quem prefere de fato, e deixe o voto de segurança para o segundo turno. Mesmo assim, muita gente tenta ficar com uma opção que considera não a melhor, mas a menos ruim, para que tenha mais chances de vencer, no segundo turno, o candidato que não quer que vença de jeito nenhum.

O cientista político Paulo Calmon, diretor do Instituto de Ciência Política da UnB, destaca o fato de que as pessoas têm grandes expectativas em relação ao resultado de uma eleição presidencial. “O que está em jogo para as pessoas não é tanto uma questão de esquerda e direita, mas, de um lado, políticas distributivas e, de outro, ênfase em medidas que possam trazer maior crescimento econômico. Outro fator é a vontade de que se substitua tudo o que está aí. Há também a preocupação solidária com minorias. O eleitor busca quem pode promover essas coisas, mas também quer tirar quem se opõe a isso”, disse.

Na eleição passada, o voto útil transferiu apoio de Marina Silva (PSB) para Aécio Neves (PSDB) em um movimento às vésperas do primeiro turno. Já era um sinal da clivagem que se acentuou no país. “Desde 2013, o país está dividido entre o petismo e o antipetismo”, nota o cientista Carlos Melo, professor do Insper. O agravamento dessa situação resultou no quadro atual. “Nos países emergentes há hoje um risco econômico muito alto. Mas o risco político no Brasil consegue ser ainda mais elevado pela indefinição do quadro eleitoral”, avalia Calmon. 

Curiosidades nos bens dos candidatos: declarações feitas ao TSE têm de jegue a coleção de armas nas eleições de 2018 — Foto: Betta Jaworski / G1

Enquanto 38% dos candidatos nas eleições deste ano declararam não ter nenhum bem, outros não pouparam detalhes na hora de enviar seus dados de patrimônio para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como a lei eleitoral não define o que deve ser informado, a lista está cheia de itens curiosos, inusitados ou mesmo inúteis. A relação tem de jegues a bitcoins, passando por jatinhos e 321 bens que valem menos de R$ 1.

Em linhas telefônicas fixas – que podem dar direito a ações das companhias telefônicas – 252 candidatos declaram ter R$ 671 mil.

Postulante a deputado estadual pelo PSDB de Minas Gerais, Mourão registrou R$ 40,4 mil nessa categoria. Logo depois aparece o candidato a deputado federal Adalberto Cavalcanti (Avante-PE), com R$ 20 mil, seguido pela também pleiteante à Câmara dos Deputados Ângela Amin (PP-SC) e pelo candidato ao Senado Esperidião Amin (PP-SC), com R$ 16,8 mil cada um.

Mais de acordo com a realidade atual, 11 candidatos declaram seus aparelhos de smartphone ao TSE. Ao todo, foram declarados três iPhone: um modelo 8 Plus (R$ 5,3 mil), um 8 (R$ 3,4 mil) e outro 7 (R$ 2 mil). Outra marca citada foi a Samsung, com cinco aparições: dois aparelhos modelo J7 (R$ 1,2 mil e R$ 999), um A7 (R$ 1,3 mil), um J5 (R$ 799) e um S5 (R$ 600).

Mais de 50 candidatos informam ter animais em seu patrimônio. Vários outros dizem ser donos de fazendas, mas não detalham o rebanho. O maior da lista, avaliado em R$ 5 milhões, é de Cacildo (PP), que disputa uma vaga na Assembleia de Tocantins. São 5 mil cabeças de gado “entre bezerros(as), vacas, novilhas, touros, bois e animais de serviços”.

Entre as dezenas de milhares de cabeças de gado declaradas, destacam-se também outras espécies. Como os 50 cavalos da raça Manga Larga, no valor de R$ 150 mil, do deputado federal Arthur Maia (DEM-BA), candidato à reeleição. E as 60 cabeças de búfalos de Gentil Paske, candidato à Assembleia do Paraná pelo PV, avaliadas em R$ 100 mil.

Na lista, aparecem também as cabeças de asininos, equinos e muares de Vilmar de Oliveiras, candidato a deputado estadual no Tocantins pelo Solidariedade. São 58 jegues, cavalos e mulas avaliados em R$ 29 mil. Oliveiras é dono ainda de 2.592 bovinos e bufalinos (R$ 3,8 milhões), 163 caprinos e ovinos (R$ 16,3 mil) e 33 suínos (R$ 3,3 mil).

Candidato a deputado estadual pelo PHS no Pará, Dr. Allan Rendeiro declara ter 38 armas de fogo, avaliadas em R$ 101 mil, incluindo fuzis, carabinas, pistolas e revólveres. O arsenal tem peças para tiro esportivo e para colecionadores. Entre os itens estão os antigos fuzis Mauser alemães, as SKS chinesas e as carabinas Winchester norte-americanas.

Apenas cinco candidatos declaram ter armas. Além de Dr. Allan, os concorrentes a vagas de deputado federal Coronel Nilson Bezerra (PTC-PR) e Rodrigo Sousa Costa (Novo-RS) declaram ter uma pistola Taurus .40 e uma Glock 380, respectivamente. O candidato a deputado estadual Professor Reinaldo (PSC-PR) diz ter uma pistola calibre 380. Já o senador Roberto Requião (MDB-PR), que tenta a reeleição, declara ter uma “coleção de armas” no valor de R$ 10 mil.

Aviões, barcos e um drone

Ao todo, 71 candidatos declaram ter aeronaves, no valor de R$ 56,7 milhões. O maior valor é registrado pelo candidato a senador pelo PSDB de Tocantins Ataíde Oliveira: R$ 6,2 milhões. Ele não especifica, no entanto, os detalhes do avião. Em seguida, estão os candidatos a deputado federal Magda Mofatto (PR-GO) e João Gualberto (PSDB-BA).

Dos 190 candidatos que declaram ter embarcações, 51 têm mais de uma. Os concorrentes a vagas de deputado federal Marinaldo Rosendo (PP-PE) e deputado estadual Antonio Rocha (MDB-PA) têm cinco cada um. Rosendo tem motos aquáticas e lanchas avaliadas em R$ 355 mil. Já Rocha tem lancha, catamarã e barcos estimados em R$ 340 mil. Mas as frotas não chegam ao valor do barco mais luxuoso.

O candidato ao Senado pelo Paraná Professor Oriovisto Guimarães (Podemos) é o dono de um Intermarine 60, avaliado em R$ 4,9 milhões. Com comprimento de 60 pés (18,4 m) e capacidade para 21 pessoas, a embarcação tem três suítes e alcança velocidade máxima de 33 nós (61 km/h). O empresário paranaense é um dos fundadores do Grupo Positivo, que comandou por 40 anos.

Ele é seguido pelo advogado e político Sergio Zveiter (DEM), candidato à primeira suplência do Senado pelo RJ, que declara R$ 4,8 milhões em “embarcações”, mas não especifica quais. Em terceiro, está o presidenciável João Amoêdo, que declara R$ 4,1 milhões na categoria.

Oriovisto Guimarães é dono também do carro mais caro entre os citados nas declarações, um BMW X5 2014/2015, avaliado em R$ 559 mil.

O senador Fernando Collor (PTC) aparece em segundo lugar, com um Range Rover 2012, avaliado em R$ 497 mil. Os carros de luxo estimados em até R$ 3,9 milhões que foram apreendidos e depois devolvidos ao senador em 2016 não constam da declaração. Ele era candidato ao governo de Alagoas, mas desistiu nesta sexta-feira (14).

Entre os veículos há caminhões, carretas, tratores, motos e também um drone. Ícaro Francio Severo, candidato a deputado estadual pelo PSDB em Mato Grosso, declara um “Drone Mavic Pro Fly More Combo”, de R$ 5,6 mil.

Pelo menos sete candidatos declararam ter bitcoins. Desses, seis são do partido Novo e um do PSDB. O maior patrimônio em criptomoedas é do tucano Luiz Hauly Filho, candidato a deputado estadual no Paraná, com R$ 35 mil. Em seguida estão os candidatos a deputado estadual pelo Novo por Minas Gerais Luciana Lopes (R$ 23 mil) e por Sergipe Aurélio Barreto (R$ 12,2 mil).

As criptomoedas superam um investimento bem mais tradicional, o ouro. Apenas três candidatos declaram ter investido no metal, somando, ao todo 370 gramas, declaradas por R$ 20,4 mil. Os candidatos a deputado federal Diego Maia (Novo-DF), com 90 gramas (R$ 12,7 mil), e Professor Dionísio (PDT-PR), com 30 gramas (R$ 4,4 mil), encabeçam a lista. O candidato à primeira suplência do Senado pelo Ceará, Gaudencio Lucena (MDB), declara ter 250 gramas em ouro, mas ao valor de apenas R$ 3,2 mil.

Já Professora Adriana, que disputa um cargo de deputada estadual pelo Pros no Paraná, declara uma coleção de moedas “em andamento”, no valor de R$ 5 mil.

Livros, cartas e aparelhos de som em geral têm valores baixos para serem declarados. Mas há exceções. O DJ Naldo, que concorre a uma vaga pelo PSB na Assembleia do Amapá, registra uma aparelhagem de som no valor de R$ 90 mil.

Já o candidato a deputado estadual pelo PPL no Maranhão Sanches informa ter 25 mil livros e outros itens bibliográficos no valor de R$ 250 mil. André Brito, que concorre à Assembleia do RJ pelo MDB, registra uma coleção de cartas de jogo por R$ 20 mil.

Na outra ponta, os candidatos declararam 3,8 mil itens que valem menos de R$ 100 – ao todo, foram registrados este ano 92,5 mil itens. Na lista, há ainda 321 bens que valem menos de R$ 1, incluindo poupanças e contas correntes com saldo de centavos, participações em empresas e ações.

Entre eles, está a “participação com 30.000 cotas de CR$ 1,00 (um cruzeiro), no capital social da Radio Cabugi do Seridó LTDA”, do candidato a senador pelo MDB no Rio Grande do Norte Garibaldi Filho. Convertidas para real, as cotas são avaliadas pelo político em R$ 0,01.  Com informações do G1.

Assim como o novo presidente da República, os governadores que forem eleitos terão pela frente a tarefa de manejar orçamentos cada vez mais apertados por gastos do passado e por dívidas crescentes. Somente nos últimos quatro anos, segundo dados do Banco Central, a dívida dos estados e dos principais municípios do país cresceu 28% e chegou a R$ 826,9 bilhões, maior valor da História.

Os estados são constitucionalmente responsáveis por prover os principais serviços nas áreas de saúde, educação e segurança, e são justamente essas áreas que mais gastam com folha de pagamento. O atual regime do funcionalismo e o grande número de aposentados criou um rombo nas finanças estaduais para o qual, segundo especialistas, não há solução de curto prazo no horizonte.

Segundo os dados do Banco Central, apenas Rio Grande do Norte, Alagoas e Roraima conseguiram reduzir suas dívidas no governo atual. Os demais estados, porém, aumentaram o endividamento. A situação mais crítica é de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Sergipe, Minas Gerais e Santa Catarina também estão em apuros por causa do alto comprometimento de suas receitas.

O Rio é de longe o pior caso. O estado tem a segunda maior dívida do país, perdendo apenas para São Paulo — mas os paulistas estão com as contas em dia. Os fluminenses devem R$ 165 bilhões, o equivalente a 162% da receita corrente líquida do estado e de seus principais municípios, segundo dados de julho. Apenas os juros tiveram um peso R$ 12,7 bilhões nos sete primeiros meses do ano. Sem dinheiro, o estado precisou aumentar ainda mais seu nível de endividamento para fazer frente às despesas correntes.

Só o Estado do Rio — sem considerar a conta dos municípios — carrega uma dívida de R$ 145,8 bilhões, segundo dados do fim do primeiro trimestre do ano, os mais recentes disponíveis.

Os gaúchos, por sua vez, arcaram com R$ 5 bilhões em encargos de janeiro a julho. E, mesmo assim, ainda viram sua dívida crescer R$ 6,6 bilhões no período, atingindo R$ 87,9 bilhões. É mais do que a receita corrente líquida do estado e das principais cidades gaúchas.

Diante de quadros como esses, vários governadores terão que tomar medidas impopulares se quiserem corrigir as finanças estaduais, dizem economistas. Será difícil, assim, cumprir muitas das promessas de campanhas.

SEPARA APOSENTADORIAS

Para Ana Carla Abrão, especialista em contas públicas e ex-secretária de Fazenda de Goiás, é a população mais pobre que sofre mais com a deterioração dos serviços públicos. Ela defende uma revisão do modelo de gestão dos estados porque a União, também quebrada, não tem mais condições financeiras para socorrer os outros entes da Federação.

— Os candidatos parecem não ter noção do problema. Tem governador que vai se arrepender de ganhar a eleição, afirma.

Para a especialista, diante da gravidade fiscal, os novos governadores precisarão rever toda a gestão de pessoal, mexer nas leis locais para mudar promoções e gratificações de servidores e redimensionar o quadro de todas as carreiras.

Além dos gastos com o funcionalismo na ativa, as despesas com aposentados têm sufocado as finanças estaduais, diz o especialista em finanças públicas Raul Velloso. Segundo ele, a única saída é separar as contas da previdência daquelas do estado.

Velloso defende a criação de um mecanismo para a independência das aposentadorias. Segundo ele, deveria ser criado um fundo nos quais os estados coloquem vários bens que, quando forem vendidos, garantam o pagamento dos benefícios por décadas. Para trazer garantir o dinheiro para pagar as contas do presente, o estado teria de ir ao mercado financeiro e antecipar os valores dos ativos que serão vendidos no futuro.

PROMESSAS DIFÍCEIS DE CUMPRIR

Dessa maneira, os estados se livrariam da despesa mais pesada dos próximos anos, argumenta Velloso. E, em paralelo, teriam mais dinheiro para equilibrar as contas e até voltarem a investir.

—É a única saída para os estados sem depender da União. Alguns candidatos estão com discurso populista com muitas promessas, mas vão ter de enfrentar o momento da verdade,— afirma Velloso.

Para André Perfeito, economista-chefe da corretora Spinelli, muitas das promessas feitas durante o horário eleitoral obrigatório poderão não ser cumpridas.

— Não tem espaço (fiscal) nenhum. Eu não vejo, por ora, como gerar caixa para os estados. Não há como fugir do ajuste fiscal, prevê o especialista.

Além de ser presença constante nos programas do horário eleitoral gratuito e nos discursos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dá as cartas na estratégia da campanha de Fernando Haddad à Presidência da República. É de sua cela na Superintendência da Polícia Federal do Paraná que o líder petista orienta desde as regiões que o candidato deve priorizar em sua agenda até a postura em relação aos adversários. Nos 37 dias em que ocupou o posto de vice, Haddad visitou Lula seis vezes. De acordo com aliados, a ideia é que as visitas continuem constantes. Hoje, ele estará com o padrinho pela primeira vez na condição de presidenciável.

A grande influência de Lula também pode ser medida pelo número de homens da sua confiança na coordenação da campanha. Fazem parte do grupo os ex-dirigentes do Instituto Lula Luiz Dulci e Paulo Okamotto, além do ex-chefe de gabinete da Presidência Gilberto Carvalho. Por indicação de Lula, a coordenação executiva cabe a Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras.

Ao assumir a cabeça da chapa, Haddad não mexeu nos homens ligados ao padrinho. Apenas incorporou à equipe Emídio de Souza e indicou Chico Macena para o posto de tesoureiro. Macena, que ocupou a mesma função na campanha de Haddad a prefeito de São Paulo em 2012, ficará no lugar do ex-presidente do PT Ricardo Berzoini, que continua na coordenação, mas pediu para não cuidar mais das contas porque vive em Brasília enquanto a estrutura da campanha está em São Paulo.

De acordo com um aliado, Lula continuará a ser consultado sobre todos os assuntos relevantes. E sempre que Haddad tiver uma dúvida sobre a condução da campanha, deve ir ao padrinho.

Foi por recomendação do ex-presidente que Haddad fez campanha de madrugada nas portas de metalúrgicas do ABC no dia 5. Entre as orientações do guru, está a de deixar empresários, mercado financeiro e federações de indústrias fora da agenda.

— O negócio é o povo, ir para a rua e abraçar gente. É isso que dá voto, repetia Lula nos encontros com Haddad, segundo integrantes do partido.

Na última terça-feira, Haddad passou mais de quatro horas reunido com Lula. Com mais quatro advogados, o grupo escolheu e refinou a carta que foi lida no fim daquele dia em frente ao prédio da PF. De uma fresta na janela, Lula ouvia tudo de pé e em silêncio. O documento oficializou o ex-prefeito de São Paulo como candidato.

O encontro foi o último de uma série entre Lula e seu substituto na corrida presidencial para definir o tom e as principais linhas da curta campanha. Como o tempo é escasso, o ex-presidente deixou de lado pequenas observações e focou no comportamento do sucessor.

Lula também definiu o candidato do PSDB ao Planalto, Geraldo Alckmin, histórico antagonista do PT, como principal opositor de Haddad; disse que ele “precisa colar o presidente Temer na testa de Alckmin” e mostrar que o tucano é o herdeiro do atual governo. Aconselhou o ex-prefeito a não rivalizar com os demais candidatos — Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSL). Outra recomendação: nos debates, olhar para a câmera e responder o que bem entender, a despeito da pergunta. A mensagem que Haddad deve levar aos eleitores foi repetida várias vezes por Lula nas reuniões: incluir o povo no orçamento do país.

Foi nesses encontros que Lula determinou o tempo para a troca na cabeça da chapa.

— O Lula acha que a transferência de votos será tranquila. Sempre foi o que mais acreditou nisso, conta um aliado.

Nas conversas entre o ex-presidente e Haddad, Lula relembrou as dificuldades que o PT teve quando o atual candidato ao Planalto foi prefeito de São Paulo. A teimosia e o jeito de comandar sem dar ouvido aos principais quadros do partido renderam a ele o apelido de “Dilma de calças”, referência a ex-presidente Dilma Rousseff.

Um terço da população mundial — cerca de 2,5 bilhões de pessoas — está sob ameaça de retrocesso democrático. O estudo apontando “tendências inquietantes” em 24 países foi revelado na semana passada pelo diário português “Público”, e o Brasil é o primeiro entre as seis nações nas quais houve recuo na democracia entre 2015 e 2017. No topo ao lado da Polônia, o país é seguido por Turquia, Croácia, Romênia e EUA.

A conclusão é do segundo relatório anual Variedades da Democracia (V-Dem), elaborado por mais de três mil peritos em ciências sociais de 177 países e liderados por um grupo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia. O estudo também criou outros rankings, entre eles os das nações mais democráticas, onde o Brasil é o 56º entre 201 países, enquanto Portugal é o 10º.

A metodologia do ranking do retrocesso utiliza uma escala de pontos de 0 a 1, medida pelo Índice da Democracia Liberal (LDI, na sigla em inglês). O LDI leva em conta a existência de eleições democráticas, Estado de Direito (que assegura o respeito às liberdades civis) e vigilância e freios impostos — ou não — ao Executivo pelo Judiciário e Legislativo.

Trump derruba EUA

Nos EUA, o V-Dem encontrou uma “democracia liberal sob estresse” a partir de 2016, quando Donald Trump foi eleito presidente. O país era o 7º mais democrático no ranking geral de 2017 e caiu para 31º. Os investigadores ressaltam que “os legisladores americanos parecem incapazes ou não querem tomar ações formais para evitar atos do governo Trump”.

Por sua vez, “a Turquia segue sua descida rumo à ditadura”, segundo o estudo. O país foi classificado como uma “autocracia eleitoral”, em parte devido às denúncias de fraude na eleição de Recep Tayyip Erdogan à Presidência, em junho.

No caso da Polônia, o retrocesso ocorreu devido “às rápidas mudanças na lei” que afetaram o Judiciário. Recentemente, o presidente Andrzej Duda assinou medida que permite ao partido governista conservador Lei e Justiça (Pis) nomear o presidente da Suprema Corte. A reforma do Judiciário polonês obrigou mais de 1/3 dos juízes à aposentadoria por idade. Já a Romênia teve redução de liberdades individuais, e a Croácia tem “indicadores medianos após queda nos últimos anos”.

O Brasil caiu 0,19 pontos, de 0,76 para 0,57. No relatório de 2017, elaborado entre 2011 e 2016, o país já aparecia no grupo com maior retrocesso, em 4º, devido “aos escândalos de corrupção” e à desigualdade social. No índice específico da desigualdade, o Brasil é o 108º.

Coordenador do estudo no Sul da Europa, o cientista político Tiago Fernandes, professor do Departamento de Estudos Políticos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, explica o retrocesso do Brasil.

— A corrupção sistêmica destrói a democracia brasileira. O colapso partidário cria líderes populistas com inclinações de extrema direita. O ex-premiê Silvio Berlusconi surgiu na esteira da deterioração democrática na Itália. Agora, há estes racistas no governo, que vieram na sequência de Berlusconi. O Brasil pode seguir o caminho, disse Tiago.

Lições para o Brasil

Fernandes é autor do livro “Variedades de Democracia na Europa do Sul” e explica que o Brasil se inspirou, para o bem e para o mal, no sistema dos países do continente.

— Chico Buarque cantou em “Tanto Mar” o desejo de seguir Portugal após a Revolução dos Cravos (em 1974). Mas em parte destes países, como Grécia e Itália, há máquinas de corrupção eleitoral que atendem a direita e a esquerda. O Brasil precisa de soluções partidárias a favor da democracia, como fez Portugal, disse Fernandes.

A Geringonça, coalizão informal de esquerda liderada pelo Partido Socialista do premier António Costa, consolidou uma solução de governo em Portugal. E ajudou a levar o país ao 10º lugar no ranking geral, elaborado de acordo com os países que mais respeitam direitos e liberdades civis, e que leva em conta, em uma escala de 0 a 4, a relação das políticas públicas com o bem comum, serviços sociais e percepção de corrupção no governo.

— Portugal está na contramão da erosão da democracia. Há melhora nas políticas públicas, igualdade, inclusão e relação democrática com a sociedade pacificada, avaliou Fernandes.

Portugal, ressalta o professor, deixa o exemplo para o Brasil. Ambos fazem parte da terceira onda de democratização, ocorrida nos anos 1970 e 1980, mas se distanciaram.

— Portugal e Brasil tinham problemas semelhantes, com sociedades desiguais. Portugal era o país mais pobre da Europa Ocidental. Mas o Brasil não conseguiu resolver este problema, declarou Fernandes. Com informações do Jornal O Globo.

A candidata à deputada estadual Aline Mariano (Progressistas) teve o maior ato de campanha até agora na região, com o Prosa Política, evento da campanha do governador Paulo Câmara a reeleição e de apoio à chapa da Frente Popular. Ela esteve acompanhada do companheiro de chapa e candidato a federal, João Campos, do prefeito José Patriota, do vice Alessandro Palmeira e dos vereadores que dão sustentação à sua campanha em Afogados da Ingazeira.

A programação começou com uma carreata pelas ruas da cidade. Aline saudou, foi saudada por eleitores e no percurso recebeu uma homenagem do artista Edgley Brito, uma camisa com sua caricatura. O candidato a federal João Campos também recebeu uma peça do artista. 

Depois, foi à vez do ato na Praça Padre Carlos Cottart. Aline falou do legado do pai, o ex-prefeito e ex-deputado Antonio Mariano, que faleceu mês passado e do compromisso de representar Afogados na Assembleia Legislativa. Também prestou contas de seu trabalho como vereadora do Recife, e secretária no combate ao crack e outras drogas do prefeito do Recife, Geraldo Júlio, e da parceria com o governador Paulo Câmara.

Ela prometeu em parceria com João Campos tocar projetos em favor do município na Assembleia e Câmara dos Deputados.  

O prefeito José Patriota fez um discurso de defesa do legado da Frente Popular em defesa de Câmara, dos candidatos ao Senado Humberto e Jarbas e da importância da eleição de Aline Mariano e João Campos. Percorreram as redes sociais o abraço de Patriota em Aline a as palavras de defesa do seu projeto. Antes, o vice, Alessandro Palmeira, o Sandrinho, também destacou a importância da sua eleição. 

Ato em Afogados também marcou apoio de ex-prefeito de Solidão à sua candidatura.

O evento também foi marcado pela confirmação de apoio do ex-prefeito de Solidão, Genivaldo Soares e da esposa Eliana Maria, que preside a Câmara de Vereadores do município. Eles estiveram no Prosa Política para reafirmar esse apoio e garantir uma importante votação à candidata do Progressistas. Com informações da assessoria.

O ao vivo teve mais de 250 mil pessoas assistindo durante os 20 minutos do vídeo / Reprodução/Facebook

Na 1ª vez em que fala ao vivo com os eleitores depois de ser atingido por um golpe de faca, o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, teve como principal alvo de uma transmissão ao vivo pelo Facebook o PT.

Durante uma live na tarde deste domingo (16), o capitão do Exército da reserva disse estar preocupado com a possibilidade de fraude nas eleições presidenciais em benefício do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Afirmou que “a possibilidade de fraude no 2º turno, talvez até no 1º, é concreta”.

“Peço para vocês: se coloquem no lugar do presidiário que está lá em Curitiba com toda a sua popularidade, com toda a sua possível riqueza, com todo o seu tráfego junto a ditaduras do mundo todo, que se auto apoiam, em especial em Cuba. Você aceitaria passivamente, bovinamente, ir para a cadeia? Você não aceitaria uma fuga? Bem, se você não tentou fugir, com tudo ao seu lado, é obviamente porque você tem um plano B”, disse.

“Qual é o plano B deste presidiário, desse homem pobre lá trás que roubou toda a nossa esperança? Eu não consigo pensar em outra coisa senão o plano B se materializar numa frade”, completou.

Apesar da aparência fragilizada, Bolsonaro falou durante 17 minutos e 50 segundos. Mais de 250 mil pessoas acompanharam a transmissão feita no hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado. O candidato recebeu alta da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na manhã deste domingo (16).

Ao final do vídeo, o militar disse esperar estar liberado do hospital e de volta ao horário eleitoral já na próxima semana.

Boletim médico 

Em boletim (íntegra) divulgado na tarde deste domingo, o hospital informou que Bolsonaro “permanece internado na Unidade Semi-Intensiva” e que o “quadro clínico do paciente segue estável e sem intercorrências”.

“Continua em jejum oral, recebendo por via endovenosa todos os nutrientes necessários para sua recuperação. Permanece sem febre ou outros sinais de infecção e sem disfunções orgânicas”, diz.