Pedro Araújo

As informações que informam as verdades dos fatos, sem ferir ou denegrir pessoas ou imagens. Como também, nunca procurando agradar aos maus feitores.

Anac fechará postos presenciais de atendimento em aeroportos

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou nesta quarta-feira (17) que vai fechar, a partir de junho, postos de atendimento presencial em 15 aeroportos do país. Em nota, a Anac informa que “o serviço será descontinuado em razão da baixa procura e tendo em vista que há canais que suprem esse tipo de atendimento ao passageiro”. De acordo com a Anac, a partir de maio, totens de autoatendimento para busca de informações e envio de reclamações às empresas aéreas estarão disponíveis aos passageiros nos 24 principais aeroportos brasileiros.

As reclamações podem ser registradas e acompanhadas na plataforma www.consumidor.gov.br, cujo índice de resolução de problemas tem sido de 75%. Os passageiros que não ficarem satisfeitos com a resolução do problema individual pela plataforma podem recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, como os Procons, ou ao Judiciário para reparações individuais, diz a Anac.

“Além disso, essa mudança trará uma melhor aplicação dos recursos públicos. Isso porque a manutenção de terceirizados em 15 aeroportos apenas para o registro de manifestações custa R$ 4 milhões/ano, enquanto a instalação de totens de autoatendimento em 24 aeroportos terá o custo de R$ 1,2 milhão a cada período de três anos”, acrescenta a nota da Anac.

A agência informa ainda que usará os recursos para otimizar a capacidade de fiscalização das operações nos aeroportos por meio de operações especiais e vigilância continuada. Os 15 postos de atendimento presencial que serão fechados localizam-se nos aeroportos de Brasília; Congonhas, Guarulhos e Viracopos, em São Paulo; Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro; Confins, em Belo Horizonte; Salvador; Recife; Fortaleza; Porto Alegre; Curitiba; Cuiabá; Manaus e Natal. Com informações da Agência Brasil.

Maia e Bolsonaro ainda não selaram as pazes totalmente, mas o jogo da política está andando Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

Com 109 dias de governo, começaram a rolar os dados da loteação política da estrutura federal em nome da governabilidade. Jair Bolsonaro piscou. Na terça-feira, em conversas ao longo do dia na residência oficial da Presidência da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia apresentou aos líderes da Casa uma lista elaborada por Onyx Lorenzoni, com as estatais que o governo topa fazer loteação política, no segundo escalão, em troca do apoio pela reforma da Previdência.

São elas: Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal (nos estados), Codevasf, CBTU e FNDE. Numa só tacada, portanto, serão loteados politicamente…

– dois bancos públicos, sendo que um deles, a Caixa, foi um dos maiores focos de corrupção nos últimos anos;
– a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), histórico foco de corrupção e caríssima aos políticos do Nordeste, interessados em clientelismo e em algo mais;
– a Comissão Brasileira de Transportes Urbanos (CBTU), outro quintal de corrupção histórico, pelo qual políticos mal-intencionados de todo o país salivam;
– o Fundo Nacional de Educação, com orçamento previsto para 2019 de R$ 55 bilhões, um dos grandes caixas da educação pública brasileira.

Sudam e Sudene também podem entrar no jogo.

Ninguém definiu nada nessas que foram as primeiras conversas sobre como se dará a entrega de cargos em troca dos votos da Previdência. E alguns partidos apresentaram ambições bem maiores do que os cargos de segundo escalão oferecidos.

Prédio do Supremo Tribunal Federal: por maioria, um

O Globo

Um levantamento de postagens no Twitter na última semana, envolvendo somente duas hashtags, identificou 100.842 publicações feitas por 29.098 perfis com críticas e até xingamentos à cúpula do Judiciário brasileiro. A análise, feita com auxílio do Laboratório de Estudos e Imagem de Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levou em conta postagens que fizeram com que o STF entrasse no grupo de assuntos mais comentados da rede social. Foram contabilizados os ataques com o uso das hashtags #stfvergonhanacional e #ditatoga.

Dentre as mais de 100 mil postagens com ataques ao STF, 900 tuítes trazem xingamentos como “corruptos” e “bandidos”. Esse tipo de ofensa foi produzido por 780 perfis.

Em muitos casos são publicações semelhantes às que embasaram a decisão de Moraes de determinar a busca e apreensão anteontem. Em seu despacho, ele cita postagens “com graves ofensas” à Corte, com “conteúdo de ódio e subversão da ordem”.

No caso de Isabella Trevisani, por exemplo, o ministro citou uma postagem de 23 de março em que ela escreve, sem usar hashtags: “STF Vergonha Nacional! A vez de vocês está chegando”.

No grupo analisado, uma publicação campeã de curtidas, feita em 15 de março, dizia que o Supremo “é o derradeiro alicerce da canalhice no Brasil”. Esse perfil tem 12,1 mil seguidores. Há também casos de pedido de fechamento do tribunal. “Cadê o cabo e o soldado”, indagou um perfil que se diz um dos fundadores do Movimento Brasil Conservador (MBC), em uma publicação à 1h41m da última terça-feira, em alusão à frase do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) de que bastariam dois militares para fechar o Supremo.

A postagem não é muito diferente da feita por Omar Rocha Fagundes, um dos alvos da operação da última terça-feira. Segundo o despacho de Moraes, em 16 de março, ele afirmou que o “Peru fechou a corte suprema do país”. “Nós também podemos! Pressão total contra o STF” escreveu o ministro, citando a postagem feita por Fagundes.

— Está claro que não são só sete pessoas. Existem centenas, talvez milhares de perfis que fazem comentários agressivos e xingamentos contra o STF nas redes. Eu quero crer que exista critério na ação de busca. Talvez tenham pegado uma pequena amostra de postagens recentes para ser didáticos, já que não podem fazer buscas contra milhares de pessoas — diz Pablo Ortelado, coordenador do monitor do debate político no meio digital da Universidade de São Paulo (USP).

Pedro Bruzzi, da startup Arquimedes, que também faz monitoramento das redes, concorda:

— As críticas são bastante pulverizadas. Inúmeros perfis têm criticado o STF. Alguns com xingamentos.

Já Francisco de Brito Cruz, diretor do InternetLab, um centro de pesquisas sobre direitos na rede, critica a abertura do inquérito sobre os ataques nas redes e diz que o procedimento abre precedente para um cerceamento à liberdade de expressão.


O presidente Jair Bolsonaro participa de cerimônia no Palácio do Planalto no início do mês: para ONG, campanha marcada por discursos de ódio, desinformação, ataques à imprensa e desprezo pelos direitos humanos é um prenúncio de um período sombrio para a democracia e a liberdade de expressão no país
Foto: ADRIANO MACHADO/REUTERS/08-04-2019

O discurso do ódio contra os jornalistas se transformou em violência, o que levou a um aumento do medo em exercer a profissão no mundo. É o que mostra a edição de 2019 do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa, publicado nesta quinta-feira pela organização Repórteres sem Fronteiras (RSF). Ameaças, insultos e agressões fazem agora parte dos “riscos ocupacionais” da profissão em muitos países, incluindo o Brasil, que caiu três posições no ranking e ocupa o 105º lugar, cada vez mais próximo da zona vermelha da classificação (que indica situação difícil para profissionais de imprensa).

— Se o debate político desliza, de forma discreta ou evidente, para uma atmosfera de guerra civil, onde os jornalistas se tornam bodes expiatórios, os modelos democráticos passam a estar em grande perigo, alerta Christophe Deloire, secretário geral da RSF.

No Brasil, a eleição de Jair Bolsonaro em outubro de 2018, após uma campanha marcada por discursos de ódio, desinformação, ataques à imprensa e desprezo pelos direitos humanos, é um prenúncio de um período sombrio para a democracia e a liberdade de expressão no país, afirma o documento.

“Em um país onde dois terços da população se informam pelas redes sociais, a plataforma de mensagens WhatsApp desempenhou um papel central na campanha (…) e tomou o lugar das fontes tradicionais de informação”, afirma o relatório. “Nesse contexto tenso, os jornalistas brasileiros tornaram-se um alvo preferencial, e são regularmente atacados por grupos disseminadores de ódio, especialmente nas redes sociais”.

Na Venezuela, a situação é igualmente preocupante. Este ano, o país perdeu mais cinco posições e se aproxima perigosamente da parte mais baixa do ranking, em 148º lugar. Em 2018, a repressão se intensificou contra a imprensa e a RSF registrou um número recorde de detenções arbitrárias e casos de violência contra jornalistas praticados por forças de segurança e pelos serviços de inteligência.  

— Houve uma migração em massa de jornalistas mais jovens, explicou a jornalista Luz Mely Reyes, uma das criadoras do site Efecto Cocuyo. — Além da crise do modelo jornalístico, que é internacional, e da crise econômica interna, há perseguição e censura prévia, levando muitos profissionais a deixarem o país.

No ano passado, a Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel) da Venezuela ainda suspendeu o sinal de canais de rádio e televisão considerados muito críticos, e dezenas de jornalistas estrangeiros foram detidos, interrogados e deportados. A deterioração da situação levou muitos profissionais de imprensa a deixarem o país para fugir de ameaças e preservar sua integridade física.

Este ano, o continente americano registrou a maior degradação do indicador regional, um resultado que não se deve apenas ao mau desempenho no Brasil e na Venezuela, mas também em países como Nicarágua e até Estados Unidos, hoje em 48º lugar no ranking. O país, onde um clima cada vez mais hostil se instalou na esteira da postura do presidente Donald Trump frente aos meios de comunicação, perdeu três posições em 2019 e caiu na zona laranja, onde se situam nações consideradas problemáticas para o exercício do jornalismo.

O ódio aos meios de comunicação é tanto que, em Maryland, um homem abriu fogo deliberadamente na redação do diário local de Anápolis, “The Capital Gazette“, deixando cinco mortos. O assassino havia compartilhado amplamente a sua raiva do jornal nas redes sociais.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (17) que o adiamento da votação da reforma da Previdência na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara tem a ver com a inexperiência de deputados.

“Tem esses pequenos desajustes que vem até de uma relativa inexperiência. Tem um grupo chegando e um grupo que já estava estabelecido e conhece mais as práticas”, disse.

O deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), relator da reforma da Previdência na CCJ da Câmara, negocia o texto do projeto com o Centrão e o relatório deve ser alterado. Com isso, a votação que estava prevista para esta quarta-feira (17) foi adiada para a próxima terça-feira (23).

O ministro disse que não sabia de articulações de deputados do Centrão para alterar o texto já na CCJ, mas criticou a possibilidade de haver mudanças no texto nesta fase de tramitação.

“A hora de fazer política não é na comissão de Constituição. Ali é uma analise técnica da constitucionalidade das medidas. Não seria adequado, mas estou falando sem conhecimento de causa”, disse.

Apesar do revés do governo na Câmara, Guedes adotou um discurso otimista e afirmou que o texto deve ser aprovado na próxima 3ª feira.

“A coisa do ponto de visto político já estava equacionada, houve um pequeno resvalo na condução dos trabalhos e a coisa foi para 3ª. A expectativa é que será aprovada”, declarou.

As declarações foram dadas depois de reunião para discutir a reforma da Previdência na residência oficial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Também participaram o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), e os senadores Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), Elmano Ferrer (Podemos-PI), Márcio Bittar (MDB-AC), Izalci Lucas (PSDB-DF), Eduardo Gomes (MDB-TO), Chico Rodrigues (DEM-RR) e Sergio Petecão (PSD-AC).

Dando sequência às plenárias regionais que vêm realizando em todo Estado sobre a Reforma da Previdência, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) realizará na próxima quarta-feira (24) a plenária da Regional Sertão do Pajeú, em Afogados da Ingazeira, na Faculdade Sertão do Pajeú, às 14h. Na terça-feira (23), às 16h, a plenária da Regional Sertão Central será na cidade de Salgueiro.

Em Afogados da Ingazeira a plenária terá como palestrante a deputada estadual Teresa Leitão (PT), que é vice-presidente da Comissão Especial sobre Previdência na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Além dela, o debate contará com o assessor jurídico do Sintepe, Danilo Miranda.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo Filho, anunciou que a entidade prepara uma greve nacional dos professores para 15 de maio, caso a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19) seja aceita pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, que estava prevista para esta quarta-feira (17), mas que foi adiada para a próxima semana.

Reprodução

A jovem Isabella Trevisani, um dos sete alvos da operação de busca e apreensão determinada por Alexandre de Moraes, mantém o seu perfil aberto no Facebook.

Mais do que isso, continua atacando (ou “tacando ovos”, como ela diz) o Supremo.

Nas últimas 24 horas, as buscas ao seu nome no Google Brasil cresceram acima de 4.000%, de acordo com uma pesquisa inédita da Bites consultoria.

A dupla Moraes e Dias Toffoli a catapultou para a fama: no ano passado, Isabella foi candidata à deputada estadual em São Paulo pelo PRTB, partido de Hamilton Mourão e do folclórico Levy Fidelix. Teve magros 512 votos.

Dos três perfis de Isabella no Facebook, apenas um foi suspenso.

Nas últimas 24 horas foram 42 textos publicados sobre Isabella, ainda segundo a Bites.

https://i1.wp.com/www.telesintese.com.br/wp-content/uploads/2017/12/TeleSintese-celular-dados-rede-conexao-pessoas-grafico.jpg?resize=936%2C600

O vencedor da Licitação do Pernambuco Conectado II, consórcio formado por Embratel e Claro, que apresentou denúncia ao Ministério Público de Contas junto ao TCE/PE, levantando a suspeita de interferência de pessoas do Governo de Pernambuco na licitação bilionária, onde apresentou lance R$ 46 milhões inferior ao da concorrente OI, terceira colocada, e que é atual fornecedora do serviço, divulgou Carta aos Pernambucanos onde questiona “a quem interessa que o Projeto Pernambuco Conectado II não seja aprovado” e chama de “Fake News” nota da OI enviada aos meios de imprensa local.

Carta Aberta aos Pernambucanos

A quem interessa que o Projeto Pernambuco Conectado II não seja aprovado? No intuito de responder Fake News com Fatos, informamos: 

– Apresentamos a melhor proposta e, por isso, fomos vencedores de alguns lotes do projeto. Portanto, é fato que a oferta do consórcio Claro/Embratel é melhor e mais competitiva para o Estado de Pernambuco; 

– Nossa proposta gera uma economia de R$ 784 milhões aos cofres públicos do Estado de Pernambuco e custa R$ 46,55 milhões a menos do que a da operadora concorrente. 

Quantas melhorias o Estado pode fazer com esse dinheiro público? Quantos pernambucanos podem ser beneficiados com projetos gerados a partir dessa economia?

 – Apresentamos 10 atestados aceitos pela Comissão Técnica que totalizaram 49.392 circuitos monitorados, quando o edital solicitava 13.000 itens (3,7 vezes mais do que solicitado). 

O relatório da Comissão de Licitação comprovou a capacidade técnica de entrega de serviços de telecomunicação de diversas empresas, entre elas o Consórcio Pernambuco Inovador, formado pelas empresas Embratel/Claro, Primesys e Smart Network (Lote 1- Rede de Dados), Telemar Norte Leste (Lote 2- Telefonia Fixa), Claro (Lote 3- Telefonia móvel), Consórcio Pernambuco Inovador, formado pelas empresas Claro e Primesys (Lote 4- Internet) e Smart Network (Lote 5- Internet). Após uma criteriosa análise, toda a documentação das referidas empresas foi validada pela Comissão de Licitação; 

– Os documentos públicos do projeto estão disponíveis no site do Governo, de forma transparente: 

https://sei.pe.gov.br/modulos/pesquisa/md_pesq_processo_exibir.php?HWCRzAlTp6p9oPY_i_

Z7kgnYB2ccQkOK5gn2cmIj2wTf7px4wv6Eh7aheEk6fR1NHbsnAK5kMtfgiwX

DAND0fKtybuuavaXqfJO6WGLZdjnt3d9zccuVDtskfK-faGKM;

Sim, estamos certos de que propostas que são superiores em termos de qualidade e de preço ‘tumultuam’ o mercado e mudam o status quo de regiões atendidas por outros fornecedores. Que o sentimento de indignação relatado por outras operadoras concorrentes seja substituído no futuro por projetos melhores. No que depender de nós, a população pernambucana receberá o melhor, sempre!

Júlio Gomes/LeiaJáImagens/Arquivo

Ao menos 18 mil quilômetros de rodovias federais, um quarto da malha administrada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), chegam à Semana Santa sem a cobertura de radares. O Dnit confirmou que 7 dos 24 lotes em que foram divididos os contratos relativos ao Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade (PNCV) não foram renovados. Os outros 17, que também venceram em 14 de janeiro, receberam ordens de serviço com prazo de seis meses para reativação.

Nesta terça-feira (16), o Dnit informou que, além da modernização e substituição dos equipamentos, serão reavaliados todos os pontos de instalação de radares, o que pode atrasar ainda mais a reativação. O órgão administra 65,3 mil quilômetros de rodovias federais pavimentadas, operando 2.260 radares fixos e 1.130 lombadas eletrônicas. O Dnit não informou em que rodovias os radares ainda não voltaram a operar. A estimativa é de que pelo menos 1,3 mil radares e lombadas estejam fora de operação.

A falta dessa fiscalização foi confirmada por usuários em rodovias dos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Paraíba. Em Santa Catarina, dos 500 equipamentos desligados, pouco mais de 100 já foram reativados. No Rio Grande do Sul, alguns lotes de radares não operam desde outubro e as rodovias de acesso ao litoral são as mais afetadas. Em São Paulo, há radares apagados na Rodovia Transbrasiliana (BR-153), por exemplo.

Para o coordenador da SOS Estradas, Rodolfo Rizzoto, onde existe menos fiscalização há mais mortes e feridos. “O trânsito produz 700 vítimas por dia, entre mortes e invalidez permanente, no Brasil. Na realidade, temos uma indústria da morte e não de multas. O fato é que radares salvam vidas”, disse. Segundo ele, a PRF aplica, por dia de fiscalização, uma média de 9 multas por excesso de velocidade para cada 100 quilômetros de rodovias federais. “Sabemos que o número de infrações é muito maior.”

Conforme o Dnit, o Ministério da Infraestrutura determinou uma análise rigorosa no plano de radares instalados nas rodovias, a pedido do presidente da República, Jair Bolsonaro. A instalação de novos sensores foi suspensa até que essa revisão seja concluída.

As licitações suspensas previam a instalação de equipamentos para monitorar 8.015 faixas de rodovias – um radar com duas câmeras fica encarregado de monitorar duas faixas. No dia 10, uma juíza federal de Brasília determinou que a União renove os contratos para a instalação dos radares, sob pena de multa diária de R$ 50 mil, em caso de descumprimento. A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com recurso.

Rodovias concedidas

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que administra 9.697 km de rodovias concedidas à iniciativa privada, informou que os 633 radares fixos, distribuídos pelas 20 concessões, estão operando normalmente. A agência informou que, neste momento, não será enviado ao Departamento de Polícia Rodoviária Federal, órgão responsável por autorizar a instalação de radares, nenhum pedido de novos controladores de velocidade.

A PRF informou que atua na fiscalização de velocidade em rodovias federais com o uso de radares portáteis e estáticos (móveis). Os radares fixos e lombadas eletrônicas são de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e, no caso das rodovias concedidas, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://www.diarioonline.com.br/app/painel/modulo-noticia/img/imagensdb/original/destaque-533787-a.jpg

A Prefeitura de Quixaba, no Sertão do Pajeú, e mais quinze prefeituras de Pernambuco serão alvos de processos de gestão fiscal, que podem gerar multas aos prefeitos, no Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) com base no Índice de Transparência dos Municípios de Pernambuco (ITM-PE). O levantamento, divulgado nesta terça-feira (16), afere a disponibilidade de informações essenciais para o cidadão por parte das prefeituras, seja por meio de uma plataforma virtual ou do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC).

Em geral, segundo os dados, das 184 prefeituras pernambucanas 103 (56%) estão em um nível de transparência desejado; 65 (35,3%) moderado; 10 (5,4%) insuficiente e 6 (3,3%) no nível crítico. As 16 que vão responder a processos de gestão fiscal se enquadram nas classificações com o índice de transparência insuficiente e crítico.

Os municípios com a disponibilização das informações em nível insuficiente são: Abreu e Lima, Barra de Guabiraba, Limoeiro, Palmares, Pedra, Quipapá, Quixaba, Sanharó, Santa Maria da Boa Vista e Verdejante. Já Aliança, Araçoiaba, Jataúba, Joaquim Nabuco, Pesqueira e Tracunhaém foram considerados críticos. Segundo o TCE, elas descumpriram critérios de gestão fiscal e caso os processos sejam julgados irregulares, podem render multa que varia de R$ 8.263,50 a R$ 41.317,50 aos prefeitos.

O Índice de Transparência dos Municípios de Pernambuco avalia a disponibilização das informações pelas prefeituras desde 2015. A avaliação já rendeu de 36 processos de gestão fiscal, 33 julgados irregulares em 2016 e de 43 em 2017, 33 com irregularidades. Dentre eles, no primeiro ano culminou em multas na ordem de R$ 311 mil aos prefeitos e no segundo R$ 299 mil. Algumas com recursos ainda em aberto, segundo o TCE.

Para a construção do ITM, o TCE avaliou a transparência das prefeituras em 44 critérios, pontuando-os de zero a um, com uma aferição estática, ou seja, em um período ou dia específico. No caso das gestões municipais, isso aconteceu de 30 de julho a 20 de novembro de 2018, com uma reavaliação de 4 de dezembro de 2018 a 19 de fevereiro de 2019 em 106 casos dos 184 notificados pelo TCE sobre algum critério que estava sendo descumprido.

Da Assessoria

O secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes, anuncia a implantação de uma unidade da Academia Pernambuco no município de Floresta, no Sertão pernambucano. Já em operação em outras sete cidades do Estado, a Academia Pernambuco consiste num complexo esportivo, que reúne no mesmo espaço 25 equipamentos, promovendo modalidades como musculação, CrossFit, balance, aeróbica, step, hiit, ginástica laboral, entre outras. Floresta será a primeira cidade do Sertão a receber o formato.

O projeto já está em operação nos municípios de Gravatá, Fernando de Noronha, Cabo de Santo Agostinho, Riacho das Almas, Abreu e Lima, Bonito e Ribeirão. Em ofício encaminhado à Prefeitura de Floresta, o secretário solicita que o equipamento seja instalado na Rua 15 de Novembro, em frente à Escola Estadual Júlio de Melo.

“É com grande prazer que anuncio a implementação da primeira Academia Pernambuco em solo sertanejo. O projeto do Governo do Estado, intermediado pela Secretaria de Turismo, beneficiará os milhares de florestanos a cuidar da saúde através da prática esportiva. A intenção dessa entrega será de oferecer melhores condições de vida para a população e orientação de qualidade na prática de exercícios físicos”, destacou o secretário de Turismo e Lazer do Estado, Rodrigo Novaes.

A Secretaria de Turismo e Lazer se responsabilizará pela execução e manutenção de equipamento enquanto o município cuidará da operação da Academia PE. A Academia Pernambuco ocupa uma área de 250 m², sendo operacionalizada por quatro profissionais: três educadores físicos e um recepcionista, no auxílio das atividades.

O secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes, anuncia a implantação de uma unidade da Academia Pernambuco no município de Floresta, no Sertão pernambucano. Já em operação em outras oito cidades do Estado, a Academia Pernambuco consiste num complexo esportivo, que reúne no mesmo espaço 25 equipamentos, promovendo modalidades como musculação, CrossFit, balance, aeróbica, step, hiit, ginástica laboral, entre outras. Floresta será a oitava cidade a receber o formato.

O projeto já está em operação nos municípios de Gravatá, Fernando de Noronha, Cabo de Santo Agostinho, Riacho das Almas, Abreu e Lima, Bonito e Ribeirão. Em ofício encaminhado à Prefeitura de Floresta, o secretário solicita que o equipamento seja instalado na Rua 15 de Novembro, em frente à Escola Estadual Júlio de Melo.

“É com grande prazer que anuncio a implementação da primeira Academia Pernambuco em solo sertanejo. O projeto do Governo do Estado, intermediado pela Secretaria de Turismo, beneficiará os milhares de florestanos a cuidar da saúde através da prática esportiva. A intenção dessa entrega será de oferecer melhores condições de vida para a população e orientação de qualidade na prática de exercícios físicos”, destacou o secretário de Turismo e Lazer do Estado, Rodrigo Novaes.

A Secretaria de Turismo e Lazer se responsabilizará pela execução e manutenção de equipamento enquanto o município cuidará da operação da Academia PE. A Academia Pernambuco ocupa uma área de 250 m², sendo operacionalizada por quatro profissionais: três educadores físicos e um recepcionista, no auxílio das atividades.

O ministro da Justiça Sergio Moro Foto: Marcelo Chello / Agência O Globo

O ministro da Justiça e Segurança Pública,  Sergio Moro , autorizou o emprego da Força Nacional na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, por 33 dias a partir desta quarta-feira. O pedido foi feito pelo ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional ( GSI ) da Presidência da República, para a “preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.

A autorização assinada por Moro, publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União, não especifica quais as razões apontadas por Heleno para pedir o auxílio. O período no qual a Força Nacional estará disponível coincide com o Dia do Trabalho, em 1º de maio, em que tradicionalmente há manifestações sindicais, e com os protestos batizados de “abril vermelho” e “abril indígena”, quando movimentos de sem-terra, de indígenas, entre outros, promovem atos em várias partes do país.

O ato assinado por Moro não detalha quantos homens serão empregados na Esplanada dos Ministérios. Informa que a atuação poderá ser prorrogada caso o GSI peça. Caberá ao órgão da presidência também dar “o apoio logístico” e “infraestrutura necessária” à Força Nacional.

A votação da reforma da Previdência foi adiada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara por conta da pressão de deputados do Centrão e da oposição por mudanças no texto. Com isso, a expectativa do governo de aprovar a reforma nesta quarta-feira (17) foi derrotada e a votação adiada para a próxima semana.

O deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), relator da reforma da Previdência na comissão, negocia um novo relatório sobre o projeto, que deve trazer alterações.

O Centrão disse ao relator e ao secretario especial de Previdência, Rogério Marinho, que, caso o relatório não fosse alterado, o Centrão trabalharia com a oposição para a aprovação de um texto em separado.

Na prática, isso significaria que o texto do relator seria rejeitado, um sinal ruim para o governo. Com isso, o governo negocia alterações no texto que garantam a maioria dos votos na comissão.

A CCJ tem a prerrogativa de analisar se os projetos ferem ou não a Constituição. A análise de mérito do texto deve ser feita na comissão especial e em plenário.

A sessão da CCJ foi suspensa quando a oposição protestou contra o fato de o relator não estar presente no debate. Freitas estava no momento em reunião com líderes do Centrão.

Ao retornar à sessão, Freitas pediu mais tempo para decidir se fará alterações em seu relatório. “No mais tardar na próxima terça-feira (23)”, disse Freitas.

“Temos buscado dialogar a cada momento com todos os líderes partidários. Temos buscado o consenso, temos buscado um texto que realmente atenda aos interesses da população”, afirmou.

Alterações

Entre os pontos que o Centrão quer alterar estão às mudanças no FGTS e abono salarial.

A notícia não é positiva para a equipe econômica. Segundo cálculos da IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado, só as mudanças no abono representariam economia de R$ 150,2 bilhões em 10 anos.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem afirmado que sua linha de corte é conseguir economia de R$ 1 trilhão com a reforma. A desidratação do texto já na CCJ representa, portanto, uma derrota para o Planalto.

Calendário

O presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), tentou minimizar os danos e afirmou que não há prejuízo para o calendário de tramitação da reforma. Segundo ele, a comissão especial –próxima etapa de análise da reforma– só iniciaria seus trabalhos em 7 de maio e esse calendário ainda pode ser cumprido.

https://img2.ne10.uol.com.br/tvjornal/imagem/noticia/normal/2018/12/17/11a37c419683dc87860ac4b8f2fa2a4c.jpg

Durante o feriadão da Semana Santa, todas as lojas de atendimento da Compesa no estado, assim como as unidades do Expresso Cidadão, estarão fechadas. As lojas e os Expressos Cidadãos funcionam esta quarta-feira (17), e retornam às atividades normais na próxima segunda-feira (22). 

Nesse período, também não haverá expediente administrativo na Companhia Pernambucana de Saneamento, no entanto, a empresa lembra que os serviços essenciais serão mantidos, assim como uma equipe de plantão para atuar também em situações emergenciais.  

O serviço de atendimento ao cliente será realizado pelo Call Center (teleatendimento) que funcionará 24 horas, por dia. As reclamações sobre vazamento de água e extravasamento esgoto devem feitas pelo telefone 0800 081 0185, enquanto que para os demais serviços e informações é preciso ligar para 0800 081 0195.  

Durante o feriado, os clientes também podem acessar os serviços da companhia pelo aplicativo Compesa Mobile ou pela Loja Virtual, no endereço www.compesa.com.br

https://ogimg.infoglobo.com.br/in/23245373-9da-0df/FT1086A/400/x79938783_FILE-PHOTO-Peru27s-President-Alan-Garcia-waves-to-the-crowd-during-his-new-cabinet-swear.jpg.pagespeed.ic.fAgiEJHi0_.jpg

O Globo

O ex-presidente do Peru , Alan García , morreu cerca de três horas depois de ter atirado contra a própria cabeça diante de uma ordem de prisão preventiva emitida pela Justiça. García, de 69 anos, foi antes levado para o hospital Casimiro Ulloa.

García era um dos quatro ex-chefes de Estado do Peru investigados sob a acusação de terem recebido suborno da construtora brasileira Odebrecht. A Justiça havia ditado sua prisão preventiva por dez dias. Ele negava a acusação de corrupção.

— Nesta manhã ocorreu este lamentável acidente: o presidente tomou a decisão de atirar em si mesmo — disse a jornalistas o advogado Erasmo Reyna, na porta do Hospital de Emergências Casimiro Ulloa, em Lima.

García era um dos quatro ex-chefes de Estado do Peru investigados sob a acusação de terem recebido suborno da construtora brasileira Odebrecht. A Justiça havia ditado sua prisão preventiva por dez dias. Ele negava a acusação de corrupção.

— Nesta manhã ocorreu este lamentável acidente: o presidente tomou a decisão de atirar em si mesmo — disse a jornalistas o advogado Erasmo Reyna, na porta do Hospital de Emergências Casimiro Ulloa, em Lima.

O caso contra ele faz parte da chamada Lava-Jato peruana e avançou após a  delação premiada  do advogado brasileiro José Américo Spinola, que afirmou no Brasil ter pago US$ 100 mil a García a pedido da Odebrecht . García afirma que recebeu o dinheiro como pagamento de uma palestra feita na Fiesp, em São Paulo, sem nenhuma relação com corrupção.

— Se estou impedido de sair do país já é uma forma de prisão. Já não posso ir a nenhuma conferência, não possa assistir a nenhuma reunião. Estou, de alguma maneira, atado — disse recentemente García.

Minutos depois da morte, o presidente do Peru, Martín Vizcarra, se disse “consternado” em mensagem  em uma rede social: “Envio minhas condolências a sua família e seus entes queridos”.