Pedro Araújo

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Carlos Bolsonaro, terceiro filho de Jair Bolsonaro, é vereador no Rio de Janeiro

Terceiro filho de Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro pode ter um cargo importante no próximo governo. De acordo com O Antagonista , o político é cotado para assumir o Ministério das Comunicações. A informação foi confirmada pelo próprio presidente eleito em entrevista ao site.

 “O cara é uma fera nas mídias sociais e tem sangue na boca, então tem tudo para dar certo”, disse Bolsonaro ao justificar a possibilidade de indicar Carlos Bolsonaro para um cargo de confiança a partir de 2019. Atualmente, ele é responsável por comandar o twitter oficial e a fan page do presidente eleito no Facebook.

Carlos está no seu quinto mandato como vereador do Rio de Janeiro. Em outubro de 2000, data de sua primeira eleição, foi eleito com apenas 17 anos, se tornando o parlamentar mais jovem da história da cidade. Seus outros dois irmãos são deputados: Flávio Bolsonaro é deputado estadual e será senador a partir de 2019 e Eduardo Bolsonaro é deputado federal reeleito para 2019.

De acordo com a entrevista do Antagonista com o presidente eleito, o convite já foi feito e depende de Carlos avaliar os “prós e contras” para que o anúncio seja feito de forma oficial.

“O Carlos é o meu pitbull, ele sempre está do meu lado, mas ele ainda está na dúvida. Só de ele estar do meu lado ali, já me ajuda bastante”, disse Jair Bolsonaro.

Desde que assumiu o governo, Michel Temer juntou a pasta das Comunicações junto das de Ciência, Tecnologia e Inovações. Atualmente é o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) que toma conta do ministério.

Como já escolheu Marcos Pontes como ministro da Ciência e Tecnologia, Bolsonaro teria que separar a Secom (Secretaria de Comunicações) do atual ministério para que Carlos assuma apenas a pasta referente a Comunicações.

O curioso é que no mesmo dia em que teve seu nome cogitado para o ministério , o vereador do Rio de Janeiro atacou em peso boa parte da mídia em seu twitter. Segundo ele, há muitas notícias falsas sobre o novo governo.

“Não seja enganado pela mídia que em conluio com urubus próximos inventam de todo lado. Trata-se de uma simbiose de quem sempre fez parte do sistema com o sistema descarado. Quem não tem capilaridade usando quem tem para tirar proveito pessoal e no fim o Brasil perde!”, escreveu.

Além de Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro , Jair Bolsonaro também é pai de Laura, fruto do seu segundo casamento, com sua atual esposa, Michelle.

Mozart Ramos, cogitado para assumir o MEC Foto: Fábio Guimarães / Fábio Guimarães

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), foi convencido a chamar para o Ministério da Educação Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, mas a indicação gerou polêmica e poderá ser revista nas próximas horas. Bolsonaro ficou irritado com o vazamento de sua escolha antes de uma divulgação oficial. Além disso, grupos que foram cruciais para a eleição, como a bancada evangélica, se posicionaram contra a indicação do educador, visto como um entrave para demandas conservadoras na pasta.

À noite, o presidente eleito se manifestou no Twitter sobre o assunto. “Informo que até o presente momento não existe nome definido para dirigir o Ministério da Educação”, escreveu na rede social. Antes, seu filho, o vereador Carlos, também havia republicado uma mensagem classificando a indicação de Mozart como “fake news.”

Após o nome circular na manhã desta quarta-feira, a bancada evangélica se queixou ao gabinete de transição e deixou claro que a escolha desagradaria os religiosos, que esperam alguém afinado com a pauta do Escola sem Partido.

— Nós, a bancada evangélica, somos totalmente contra o nome dele e já externamos isso hoje. Vamos interpretar a escolha do nome dele como uma afronta. Para nós, o futuro governo pode errar no que quiser, menos no Ministério da Educação, afirmou Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ).

Para o deputado Takayama (PSC-PR), líder da bancada evangélica, Mozart “não seria a pessoa ideal para assumir, não preenche nosso perfil”. Ele diz não acreditar que a indicação tenha partido de Bolsonaro.

— Nós acordamos que não usaríamos a bancada como moeda de troca, apenas queremos nos proteger de leis e assuntos que possam prejudicar o crescimento da igreja. Ainda assim, não podemos permitir pessoas com ideais contrários aos nossos, disse o deputado. Com informações de O Globo.

Conheça os principais desafios para a educação na gestão Bolsonaro

Mesmo sem ter definido o nome de Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, como o futuro ministro da Educação. Veja quais serão os principais desafios do presidente eleito Jair Bolsonaro para a educação.

PRINCIPAIS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO

Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

O documento indica o que as escolas públicas e privadas devem ensinar a cada etapa da educação básica. A parte que vai da educação infantil ao ensino fundamental foi aprovada em 2017, e o desafio agora é implementá-la nos estados e municípios. O bloco do ensino médio continua em discussão no CNE (Conselho Nacional de Educação).

Ensino médio

Considerado o maior gargalo da educação básica, com altas taxas de abandono e baixos indicadores de aprendizado. A reforma da etapa, proposta pelo governo Temer, estipula que 60% da carga horária contemple conteúdos comum. Para a carga restante, os alunos escolheriam entre cinco opções, se houver oferta. Além disso, parte do conteúdo poderá ser oferecido à distância. A reforma só passa a valer oficialmente após a aprovação da BNCC referente à etapa -o projeto ainda está em discussão no CNE.

Educação infantil

Menos de um terço das crianças de até 3 anos estão em creches. A meta incluída no PNE (Plano Nacional de Educação) é matricular ao menos metade das crianças dessa faixa etária até 2024. Na pré-escola, todas as crianças de quatro e cinco anos deveriam estar matriculadas desde 2016. No entanto, mais de 500 mil não têm vaga (9,5% do total).

Escola sem Partido

O projeto, que limita a liberdade do professor na sala de aula e veta abordagens sobre temas de gênero e sexualidade, tramita no Congresso e em Assembleias Legislativas. O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) é favorável à proposta e descreve a suposta doutrinação política como um dos grandes problemas da educação. Segundo especialistas, essa visão coloca em jogo o modelo de escola e de educação que o país deveria adotar.

Fundeb

O modelo atual do fundo, que transfere recursos para as redes proporcionalmente ao número de alunos, vence em 2020. Hoje, o Fundeb representa R$ 4 de cada R$ 10 gastos na educação básica. Dois projetos estão em discussão no Congresso. São propostas alterações sobre os critérios de distribuição do fundo, privilegiando municípios mais pobres, e a ampliação do papel da União, que faz hoje uma complementação de 10%. Com informações da Folhapress.

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O economista Pedro Guimarães (foto), sócio do banco de investimentos Brasil Plural, aceitou o convite do futuro ministro da Economia Paulo Guedes para comandar a Caixa Econômica Federal, apurou o Broadcast. Inicialmente, ele foi convidado para presidir o banco estatal ou para assumir a Secretaria de Privatizações, que será criada na governo Bolsonaro, mas teria decidido, nesta quarta-feira (21), pela Caixa. Procurado, Guimarães não comentou.

No fim da tarde, questionado sobre o nome do economista para o banco estatal, Guedes disse a jornalistas que não estava definido.

Guimarães é especialista em privatizações e trabalhou no BTG Pactual ainda quando o futuro ministro da Economia era sócio do banco de investimento. Ele é um dos executivos do mercado financeiro que fazem parte do grupo de voluntários que estão em Brasília para ajudar na transição do novo governo. Na equipe, é um dos responsáveis por fazer o levantamento das estatais que podem ser vendidas na gestão Bolsonaro. O Banco Brasil Plural e o Bank of America Merril Lynch fizeram recentemente um estudo apontando que o governo pode levantar de R$ 500 bilhões a R$ 800 bilhões só com a venda de estatais.

O presidente da CUT, Vagner de Freitas, em tempos minguantes. Acúmulo de derrotas eleitorais, políticas, judiciais e sindicais Foto: Ricardo Stuckert

ÉPOCA

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), está cada vez mais longe do poder e mais perto de Deus. Para fazer dinheiro, a entidade — a maior das centrais sindicais, braço político do petismo agora derrotado — sairá do prédio próprio no bairro do Brás, em São Paulo, sua sede há 23 anos, para um endereço no centro antigo da cidade. No fim de julho, a Executiva da CUT aprovou a venda do local. Avaliado em R$ 40 milhões, o imóvel com sete andares está sendo negociado com a Igreja Mundial do Poder de Deus, que ocupa um quarteirão inteiro do outro lado da rua. O negócio ainda não foi fechado, mas Freitas já decidiu pela saída do Brás, o berço do sindicalismo paulista. O fim da contribuição sindical obrigatória, levado a cabo pela reforma trabalhista do governo Michel Temer, levou a CUT à bancarrota.

Apesar de todo o simbolismo da mudança, a decisão pela venda da sede parece fácil, quase corriqueira, diante do desafio de encarar o futuro governo de Jair Bolsonaro. Freitas lembrou o dia da votação do impeachment de Dilma Rousseff, quando deputados justificavam seus votos em voz alta no plenário. Um deles, Fernando Francischini, então do PSD, votou “pelo fim da CUT e seus marginais”. Francischini é um parlamentar próximo ao presidente eleito.

Numa sexta-feira nublada do começo de novembro, um almoço de trabalho de Freitas com dirigentes dos maiores sindicatos filiados à central sindical avançou pela tarde. Químicos, bancários e metalúrgicos, entre outros, discutiam como dar a volta por cima diante de um governo assumidamente de direita, eleito com uma agenda liberal e com uma pauta que vai contra tudo o que os sindicatos cutistas defendem. Preocupam os discursos cada vez mais frequentes contra direitos como 13º salário, apelidados por bolsonaristas de “jabuticabas” — por existirem somente no Brasil, assim como a fruta. “Não é terrorismo, não é ameaça. Ele fala o que vai fazer, e não tenho dúvida de que fará. A reforma trabalhista aprovada pelo Michel Temer, para ele, é tímida, e o que ficou ele vai tirar”, disse.

Freitas não vê possibilidade de moderação por parte do novo governo, mas ele próprio pregou o radicalismo. À época do impeachment da petista Dilma Rousseff, falou em pegar em armas contra a deposição da presidente. Hoje atribui sua afirmação a um “jargão sindical”. “Era a arma da greve, da manifestação e de ocupar Brasília democraticamente. Essa fala ficou démodé”, desconversou.

As idas e vindas do governo Bolsonaro sobre a manutenção ou a extinção do Ministério do Trabalho são uma demonstração do desdém do eleito com os direitos dos trabalhadores, reclamou Freitas. Para o presidente da CUT, o contraste dos tempos atuais com os do governo de Luiz Inácio Lula da Silva não poderia ser maior. O PT, que nasceu das greves dos trabalhadores do ABC paulista já na fase final da ditadura militar, era praticamente a CUT no poder. Com a vitória de Lula em 2002, os sindicalistas ganharam acesso livre aos corredores de Brasília. Ao mesmo tempo, diminuíram a presença nas ruas. Quando lembrado dessa época, Freitas disse que, ao assumir a presidência da CUT, em 2013, já não era mais Lula no poder — e sim Dilma. A presidente era mais protocolar e seca, mas Freitas não tem do que se queixar. Um ano antes do impeachment, em fevereiro de 2015, ele foi ao Palácio do Planalto para uma audiência agendada com o então secretário-geral da Presidência, Miguel Rossetto, e acabou sendo recebido pela presidente num momento em que as centrais sindicais brigavam, no Congresso, para derrubar Medidas Provisórias (MPs) de interesse do governo. As MPs alteravam regras trabalhistas de forma muito mais branda que a reforma trabalhista de Temer. Na época, o Palácio do Planalto classificou o encontro não agendado como “uma cortesia”.

Apesar da amabilidade, Dilma nunca chegou a ter a intimidade de Lula com o movimento sindical. Nem sempre havia entendimento, e a presidente sempre impôs um distanciamento respeitoso. Quem presenciou esse tipo de encontro afirmou que não era raro Dilma encerrar a discussão estabelecendo limites: “Só posso ceder até aí”, avisava.

Com Temer, o clima mudou completamente. O primeiro sinal de como os ventos parariam de soprar a favor foi uma ligação no celular. “Era manhã, bem cedo, eu estava no carro, a caminho da CUT, e o celular tocou. Na linha, uma mulher muito educada, com voz lindíssima, um português da melhor qualidade”, lembrou Freitas. “Senhor Vagner”, disse a voz feminina, “eu queria lhe dizer que não é mais política deste governo contar com sua colaboração no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e que, a partir deste momento, o senhor está desobrigado de participar. Agradecemos sua colaboração.” “Eu falei: ‘Ok’. E ela: ‘Tenha uma belíssima tarde’, com aquela voz plácida, educadíssima. Claramente não era alguém da política, era do cerimonial.” Tempos depois viria a reforma trabalhista que quebrou a espinha dos sindicatos pelo bolso, com a extinção do imposto sindical. A CUT sempre defendeu o fim do imposto, por achar que o trabalhador deveria pagar o que fosse negociado com os sindicatos. Mas o problema foi que o imposto acabou do dia para a noite.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir o deputado Nilton Capixaba (PTB-RO) de trabalhar na Câmara dos Deputados. O político foi condenado em fevereiro deste ano a seis anos de prisão por corrupção passiva em regime semiaberto, mas ganhou a possibilidade de continuar a exercer o atividades no Congresso no inicio deste mês por decisão do ministro Gilmar Mendes.

Nilton Capixaba foi um dos acusados de integrar a ‘Máfia dos Sanguessugas’, recebendo supostas vantagens indevidas de mais de R$ 1 milhão em troca de emendas parlamentares para destinação de recursos da União para a contratação de empresas do Grupo Planan para o fornecimento de ambulâncias a municípios de Rondônia.

Ele foi condenado por corrupção passiva em fevereiro deste ano pela segunda turma do STF, que determinou pena de seis anos, dez meses e seis dias em regime semiaberto. A defesa do deputado ajuizou recursos durante o ano, mas todos foram rejeitos. No início deste mês, a Corte determinou o cumprimento imediato da pena, mas decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes permitiu a Capixaba que continuasse a exercer suas funções na Câmara.

Segundo a PGR, apesar da autorização de trabalho externo durante o regime semiaberto ser benéfica e legal, a atividade que será desenvolvida pelo condenado deverá ser compatível com a execução da pena.

“Não é razoável admitir que os objetivos de educação e de ressocialização da pena serão alcançados ao se consentir que o recorrido se mantenha no mesmo cargo eletivo, no exercício das mesmas funções parlamentares, na mesma Casa Legislativa, em que praticara os vinte e um crimes de corrupção passiva majorada pelos quais foi condenado”, afirmou Raquel.

A procuradora afirma que a permissão para exercício do mandato demonstra ‘incompatibilidade’ entre os termos de trabalho externo e ‘a resposta estatal que se espera dar às infrações penais gravíssimas e altamente reprováveis’ que levaram à condenação de Nilton Capixaba. Com informações do Estado de S.Paulo.

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) participou nesta quarta-feira (21) de reunião conjunta das bancadas do PSL na Câmara e no Senado, em Brasília. Durante o encontro, disse aos colegas que eles não podem errar “porque o Brasil não terá uma 2ª chance”. Parte dos eleitos reclamou da falta de acesso ao militar e à equipe de transição.

Bolsonaro ficou por cerca de 20 minutos no local e dirigiu sua palavra aos novatos. O encontro num hotel na região central de Brasília. Cerca de 50 congressistas, entre deputados e senadores eleitos, participaram da reunião.

O principal alvo das críticas foi o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM). O deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) deve conversar com o demista sobre o assunto para buscar estabelecer um maior canal entre o ministro e a bancada.

“Foi uma reunião em que alguns parlamentares apresentaram certo descontentamento, certo desconforto. ‘Ah, porque não estamos sendo ouvidos pelo governo’, aquela coisa toda”, disse a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP).

A deputada disse que agiu como bombeiro e disse que o governo ouvirá a todos. “Alguns dizem que não estão tendo acesso. Terão”, disse.

Segundo o deputado eleito por Minas Gerais Marcelo Alvaro Antonio (PSL-MG), Bolsonaro não tratou na reunião de nomes para o partido apoiar para a presidência da Câmara e do Senado. “São 49 novos deputados. Foi mais um alinhamento, umas boas-vindas que o presidente deu aos novos deputados”, disse.

Instituto Ayrton Senna nega convite, mas confirma que Mozart Neves estará amanhã com presidente eleito

O Instituto Ayrton Senna, através da assessoria de imprensa, divulgou uma nota informando que não há convite para Mozart Neves assumir o cargo de ministro da Educação no novo governo. No entanto, a assessoria confirma que ele irá se reunir com Bolsonaro nesta quinta-feira (22).

Confira a nota emitida pelo Instituto:

“Diferentemente do que vem sendo publicado na imprensa, Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, não foi convidado pelo novo governo para assumir o Ministério da Educação. Amanhã pela manhã (22), Mozart participará de mais uma reunião técnica em Brasília, agora com o presidente eleito Jair Bolsonaro, para dar continuidade à reunião feita com Onyx Lorenzoni na semana passada, na qual foram apresentados um diagnóstico e caminhos de melhoria para a educação brasileira, preparados pelo Instituto Ayrton Senna”.

Após confirmar o retorno de cinco jogadores que disputaram o estadual deste ano pelo clube, a diretoria do Afogados FC definiu nesta terça-feira (21) o retorno de mais um atleta que defendeu as cores do clube nesta temporada.

Trata-se do volante Madson, que vestirá a camisa da Coruja do Sertão pela terceira temporada seguida. Ao lado do zagueiro Ozéas, do volante Douglas, do meio campista Bebeto e do atacante Willians, Madson esteve no time titular, durante a competição estadual.

Formado nas categorias de base do Sport, Madson foi um dos principais destaques do Afogados na boa campanha do clube no Campeonato Pernambucano deste ano. Além de Sport e Afogados, o volante já defendeu as cores do Belo Jardim, Cabense e Pesqueira, todos de Pernambuco.

Ficha técnica: 

Nome: Madson Marques Pereira da Silva

Posição: Volante

Altura: 1,72

Idade: 28 Anos

Local de nascimento.: Jaboatão dos Guararapes (PE)

Atual elenco do Afogados:

Goleiros: Danilo e Wallef

Zagueiro: Ozéas

Laterais:

Volantes: Douglas e Madson

Meia: Bebeto

Atacante: Willian.

Primeiros Jogos

Hoje também foi divulgada a tabela do Pernambucano pela Federação Pernambucana de Futebol (FPF), os três primeiros jogos do Afogados FC no Campeonato da Série A de 2019 serão:

No dia 20/01 o Afogados estreia contra o Petrolina no Estádio Vianão;

Dia 23/01 Será a vez de América e Afogados, no Estádio Ademir Cunha, em Paulista;

Dia 29/01 O jogo será contra o Santa Cruz no Estádio do Arruda, em Recife.

Confira a tabela completa acima com todos os jogos da Coruja sertaneja.

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) usou o plenário da Câmara, nesta terça-feira (20), para destacar o Dia da Consciência Negra, comemorado hoje.

“Lamentavelmente nosso país, depois de 130 anos da Lei Áurea, ainda desrespeita os nossos negros e, em muitos casos, o preconceito ainda prevalece”, afirmou.

O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro em todo o território nacional. A data faz referência ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo de Palmares, que lutou para preservar o modo de vida dos africanos escravizados que conseguiam fugir da escravidão.

A importância da data está no reconhecimento dos descendentes africanos na constituição e na construção da sociedade brasileira.

Os principais temas que podem ser abordados nessa data são o racismo, a discriminação, a igualdade social, a inclusão do negro na sociedade, a religião e cultura afro-brasileiras, dentre outros.

Como surgiu o Dia da Consciência Negra?

Durante o governo Lula (2003-2010), a Lei nº 10.639 de 9 de janeiro de 2003, determinava a inclusão da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo escolar. Nesse mesmo documento, ficou estabelecido que as escolas iriam comemorar a consciência negra:

“Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.”

No entanto, foi somente no governo de Dilma Rousseff e através da Lei nº 12.519 de 10 de novembro de 2011, que essa data foi oficializada.

Nesse documento foi criado o “Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra”, sem obrigatoriedade de que ele fosse feriado.

Aos poucos, Pernambuco está abrindo cada vez mais espaço para novos empreendimentos na região, o que mostra retomada na produtividade e nas expectativas da população. Apesar de alguns investimentos estarem previstos apenas para 2019, outros já começaram este ano: ainda em novembro, o Diagnósticos do Brasil inaugura sua primeira unidade em Recife. “O investimento em novas instalações em São Paulo, em Sorocaba e agora em Recife tornam o ano de 2018 muito especial para nós”, comenta o diretor geral do grupo, Antonio Fabron. Ao todo, a soma de todas as unidades ampliadas ou inauguradas este ano, chega aos R$50 milhões.

Com a nova unidade, o grupo contribui com mais de 100 novos empregos em Recife. Cerca de 80% dos colaboradores são profissionais da área de saúde, sendo técnicos, biólogos, biomédicos e farmacêuticos. “A expectativa é chegar a 150 até o final deste ano, e 200 até o final do primeiro semestre de 2019”, explica Fabron.

A nova unidade técnica conta com aproximadamente 3.600m² e capacidade para realização de 5 milhões de exames por mês. O diretor comercial do grupo, Tobias Thabet Martins, explica que todo o planejamento foi realizado com base nas necessidades do cliente e da região. “A estrutura foi espelhada nos demais empreendimentos da marca e as regiões Norte e Nordeste serão as mais beneficiadas. Equipamentos de última geração possibilitam uma operação ininterrupta e com alto nível de automação, proporcionando maior agilidade na coleta de exames e na entrega dos resultados”. Recentemente, o grupo foi reconhecido no Prêmio 100 Best Fleets pela produtividade, segurança e sustentabilidade na categoria Gestão de Frota.

Os exames realizados em Recife serão os mesmos disponibilizados na Matriz do Diagnósticos do Brasil, localizada em São José dos Pinhais. “Nossa capacidade operacional é de 7 milhões de exames por mês. Com as ampliações nas outras sedes e com a nova unidade técnica de Recife, a expectativa é quebrar os recordes e alcançar os 15 milhões de exames processados por mês”, conta Martins. A inauguração oficial será no dia 29 de novembro, quando a unidade estará aberta para visitação de clientes e prospects.

Ampliação firma expansão do Diagnósticos do Brasil no país

Com a movimentação do mercado de análises clínicas, que oferece a cada dia soluções mais avançadas em diagnósticos, se destacar, se torna cada vez mais difícil, mas as três unidades técnicas, DB Molecular, DB Patologia e DB toxicológico, e as 45 unidades regionais, espalhadas por todo o Brasil, fizeram com que o grupo Diagnósticos do Brasil se consolidasse como um dos maiores laboratórios de apoio do país, em apenas sete anos de atuação, atendendo todas as áreas de análises clínicas relacionadas ao apoio laboratorial.

EXCLUSIVO: Mozart Neves é o novo Ministro da Educação

O ex-secretário de educação do Governo de Pernambuco e atual diretor do instituto Ayrton Senna, foi escolhido Ministro da Educação do governo Bolsonaro.

Essa semana ele esteve junto com Viviane Senna numa reunião com o presidente eleito. Mozart é considerado uma das pessoas mais competentes do setor.

O nome do pernambucano deverá ser anunciado ainda hoje ou no máximo, amanhã (22).

Formado em química e ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Mozart esteve ao lado de Viviane em todas as reuniões feitas com o presidente eleito e sua equipe, durante e depois das eleições.

Mozart Neves não é vinculado a nenhum partido e, por isso, transita bem pela esquerda e pela direita. Tem boas relações inclusive com Fernando Haddad (PT), candidato derrotado por Bolsonaro nas eleições. Eles se aproximaram durante o período em que Ramos ocupou a secretaria de Estado, entre 2003 e 2006, no governo de Jarbas Vasconcelos (MDB). Haddad era o ministro da Educação.

No Todos pela Educação,  notabilizou-se por estudos que mostravam a falta de professores no País, principalmente para áreas de ciências. Entre suas defesas estão também o ensino integral e as competências socioemocionais, como empatia e trabalho em equipe, bandeira atual do Instituto Ayrton Senna.

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A conclusão das obras de restauração do contorno urbano que a BR-101 faz da Região Metropolitana do Recife – que custam R$ 192 milhões – não será antecipada para o fim de 2018, como planejava o governo de Pernambuco, responsável pelos trabalhos. Ficará, de fato, para o fim de maio de 2019 e, não mais, para abril, como previsto no contrato. Mas, por outro lado, será possível concluir a restauração da pista principal da rodovia no fim de dezembro, o que permitirá praticamente zerar o impacto que as obras têm provocado na circulação dos 70 mil veículos que passam pela BR. Ou seja, a previsão é de que os congestionamentos terão fim. Essa é a boa notícia para os motoristas que utilizam o contorno, que se transformou numa via local do Recife e, por isso, tem intenso tráfego.

Silvano Carvalho, presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PE), é quem garante a conclusão das obras. “Estamos trabalhando diuturnamente para isso. Queríamos finalizar todo o trabalho de restauração da rodovia, ou seja, a recuperação dos 90 quilômetros que compõem o pacote de obras, ainda em 2018, mas não será possível. Devido ao pesado tráfego da rodovia, tivemos que dividir os trabalhos em várias etapas para tentar impactar o menos possível na circulação e isso atrasou. Mas corremos para finalizar a pista principal, que é onde se concentra o maior volume de veículos, no fim de dezembro. Assim aliviaremos os congestionamentos em 90%”, explica.

O planejamento do DER/PE é liberar o trecho de 2,4 quilômetros interditados nas imediações da Ceasa e do Hospital da Mulher do Recife no fim de novembro. O trecho, que compreende do km 74 ao km 76,4 da pista no sentido Jaboatão dos Guararapes – Paulista, é o que mais tem provocado congestionamentos. Para piorar a situação, os veículos estão sendo desviados para a Avenida Recife, para em seguida retornarem à BR. “De fato, tem sido um sufoco passar nesse pedaço porque todo o desvio está sendo feito por uma alça de ligação com a Avenida Recife. Estamos perdendo, só no desvio, cerca de 20 minutos. Só passa quem realmente precisa ou os desavisados. Não vejo a hora disso tudo acabar”, reclama o vendedor Carlos Henrique Mota, que encara o trecho todos os dias.

Estamos trabalhando diuturnamente para isso. Queríamos finalizar todo o trabalho de restauração da rodovia, ou seja, a recuperação dos 90 quilômetros que compõem o pacote de obras, ainda em 2018, mas não será possível. Devido ao pesado tráfego da rodovia, tivemos que dividir os trabalhos em várias etapas para tentar impactar o menos possível na circulação e isso atrasou. Mas corremos para finalizar a pista principal, que é onde se concentra o maior volume de veículos, no fim de dezembro. Assim aliviaremos os congestionamentos em 90%”, diz Silvano Carvalho, presidente do DER/PE.

No total, a restauração da rodovia já atingiu 50 quilômetros dos 90 quilômetros que, de forma geral, serão restaurados – sendo 30,7 quilômetros em cada sentido do contorno e outros 30 quilômetros de alças, acessos e vias locais. Até agora, o pavimento já foi totalmente refeito nas duas pistas principais (Leste e Oeste) entre Abreu e Lima (bifurcação com a PE-15) e as imediações da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Cidade Universitária. Nesse trecho a conclusão é contínua. A partir daí, há pequenas etapas finalizadas, intercaladas por trechos ainda em obras.

O ministro do Trabalho, Caio Vieira, dispensou seu secretário executivo, Admilson Moreira, depois que a Coluna do Estadão revelou um áudio dele enviado a um grupo de WhatsApp de auditores fiscais em que aponta aparelhamento da máquina pública por partidos que comandaram a pasta, como PT, PDT, Solidariedade, PTB, além da Força Sindical e da bancada evangélica. A dispensa está no Diário Oficial da União de hoje (21).

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Na gravação revelada pela Coluna, Admilson afirmou que “a coisa degringolou mais ainda, porque juntou esse aparelhamento sindical à ânsia do PTB de se locupletar”. Ainda acusou a bancada evangélica de também ter bebido “dessa fonte” e o ministério, de não estar dedicado ao “interesse social”.

O áudio abriu uma crise na Esplanada e motivou o ex-ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira a entrar com requerimento de convocação de Caio Vieira na Comissão do Trabalho da Câmara. “O ministro vai ter de explicar também sobre as autuações de trabalho escravo a que responde”, diz Nogueira. A assessoria do Ministério do Trabalho não quis se manifestar.

Aos colegas auditores, Admilson traçava uma forma de “se infiltrar” na equipe de transição de Bolsonaro para poder defender a manutenção do ministério. Ele ainda acusou o coordenador de assuntos jurídicos de Bolsonaro, Pablo Tatim, de querer “fatiar” a pasta.

Procurado, o secretário disse se tratar de gravação “de interesse privado” e que apenas relatou fatos noticiados pela imprensa ao falar de aparelhamento por partidos. Em relação à Tatim, Admilson reafirmou a crítica e atribui a ele a ideia de desmembrar o ministério.

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A futura primeira-dama Michelle Bolsonaro aterrissou nesta quarta-feira (21) em Brasília para conhecer os palácios do governo e as residências oficiais da Presidência. A agenda prevê visitas ao Palácio do Planalto, ao Palácio da Alvorada e à Granja do Torto.

A mulher do presidente eleito, Jair Bolsonaro, deve também discutir detalhes da posse presidencial, em 1º de janeiro de 2019.

No Palácio da Alvorada, Michelle deve ser guiada pela atual moradora da residência, a primeira-dama Marcela Temer. A visita está prevista para as 11h. Em seguida, a mulher do presidente eleito deve ir à Granja do Torto – uma casa de campo numa ampla propriedade que atende ao presidente da República.

Evangélica, Michelle trará pastores em sua comitiva para Brasília. Pretende fazer uma oração na Granja do Torto para espiritualizar e abençoar o local.

A família avalia utilizara a Granja do Torto como residência provisória até 31 de dezembro, quando então assumirá o governo e ocupará o Alvorada.