Pedro Araújo

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Serão realizadas no próximo domingo (12), as provas do concurso público para o cargo de oficial da Polícia Militar (PMPE) e do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE). Os exames serão aplicados pela Comissão de Concursos do Instituto de Apoio a Universidade de Pernambuco. Ao todo, 4.016 pessoas se inscreveram para a PMPE e 2.825 para o CBMPE.

O Exame de Habilidades e Conhecimentos constará de prova escrita contendo 70 questões objetivas de múltipla escolha e uma discursiva, em forma de redação dissertativa. De caráter eliminatório e classificatório, a avaliação deve ser feita em turno único com duração de cinco horas.

Os portões serão abertos às 7h e fechados às 8h. O exame começa às 8h15 e termina 13h15. A comissão organizadora recomenda que os candidatos cheguem aos locais de provas com antecedência mínima de uma hora do horário estipulado para o fechamento dos portões. Não será permitido o acesso aos locais depois das 8h.

Após a conclusão da aplicação das provas, o gabarito preliminar será disponibilizado na internet, no site da UPENET. O resultado das provas objetivas vai ser divulgado no dia 28 de agosto. Foram abertas 60 vagas para Oficial da PMPE e 20 para Oficial do Corpo de Bombeiros.

 

Dentro do primeiro Programa de Fiscalização Preventiva Integrada que está sendo realizado em Pernambuco (FPI/PE), em municípios do Sertão do Pajeú, agentes ambientais de órgãos públicos e entidades não governamentais estão visitando moradores, em suas casas, num trabalho de conscientização sobre a importância de manterem os animais silvestres livres em seus habitats naturais, e não presos em gaiolas. Este trabalho de convencimento às vezes não é fácil, mas tem tido sucesso. Na mais recente investida, na segunda-feira (06), em Tuparetama, 29 aves de diversas espécies e quatro jabutis foram entregues para serem reabilitados e, posteriormente, devolvidos à natureza. Entre as aves, algumas de espécies ameaçadas de extinção: um papagaio da caatinga, um maracanã verdadeiro e cinco periquitos da caatinga.

Com o termo de entrega espontânea, pessoas que criam animais silvestres não oriundos de criadouros legalizados evitam possíveis multas de R$ 500 a R$ 5 mil por indivíduo, esta última no caso de espécies ameaçadas de extinção, caso sejam flagrados em fiscalizações, além de terem os animais apreendidos. Até o fim da FPI/PE, na próxima sexta (10/08), a campanha de conscientização seguirá na região, tendo à frente a equipe de Fauna do programa. Na segunda (06), participaram da visita a Tuparetama integrantes da CPRH, Ibama, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco e da ONG Animalia.

No Bairro do Bom Jesus, onde alguns moradores foram encontrados com pássaros, todos se convenceram se que a entrega espontânea é uma decisão boa, especialmente para os próprios animais silvestres. “Vivendo em cativeiro as aves perdem força na musculatura e deixem de criar comunidade com outros de suas espécies. Após a reabilitação, serão soltos, formarão casais, terão seus filhotes e viverão livres em seus habitats. É egoísmo pensar que eles se sentem melhor presos, por supostamente estarem acostumados”, explicou a bióloga Joice Brito, da CPRH, no contato direto com moradores.

Aos 83 anos, a senhora Salete Paulino, que criava um periquito da caatinga, disse que sentirá falta dele – “até porque não tenho mais meu velho (o marido), que já morreu”, mas admitiu que gaiola não é mesmo lugar para os passarinhos. “Vocês estão fazendo o trabalho de vocês e estão certos. Ninguém quer ficar preso não”, disse, logo no início da tarde, expressando um sentimento que terminou marcando grande parte da caminhada dos agentes. No final, dez galos de campina, quatro azulões, duas patativas e um bigode, entre outras espécies, totalizando 29, chegaram ao Cetas (Centro de Triagem de Animais Silvestres) montado em área rural de Afogados da Ingazeira para funcionar durante a FPI. Em breve, estarão soltos para voar livremente. As informações são do Núcleo de Comunicação Social do MPPE.

Tangerina: 5 (bons) motivos para abusar desta fruta da estação

Aproveitar os frutos de época é uma das melhores formas de variar as refeições diárias e continuar com hábitos alimentares saudáveis. Os meses entre junho e setembro, por exemplo, corresponde à temporada da tangerina, portanto ela pode ser facilmente encontrada em mercados, hortifrútis e feiras livres por preços baixos.

De acordo com Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, além de ser saborosa, aromática e de consumo prático, a tangerina traz muitos benefícios para o bom funcionamento do organismo. Confira abaixo os principais:

  1. Sistema imunológico: a fruta é rica em vitamina C, importante nutriente para aumentar a imunidade, combatendo doenças infecciosas como resfriados e gripes. “Esta vitamina ainda ajuda a elevar a absorção do ferro no processo digestivo, o que auxilia na prevenção de anemia”, afirma.
  2. Ação antioxidante: as propriedades antioxidantes do fruto podem controlar o aumento do colesterol, malefício conhecido por causar doenças cardiovasculares como o AVC. Além de prevenir câncer e o envelhecimento das células, ou seja, ajuda a diminuir o aparecimento de rugas e a manter um aspecto saudável da pele.
  3. Fonte de energia: a tangerina pode ser ainda uma excelente fonte de energia devido a presença de carboidratos e as suas propriedades cítricas. “Assim como a maioria dos alimentos com essas características, a fruta dá mais ânimo ao organismo, e, por consequência, disposição ao corpo para exercer as atividades diárias”, pontua a nutricionista.
  4. Digestão: a presença das fibras, substâncias antioxidantes e da vitamina A contribuem também para acelerar o metabolismo, melhorando o processo digestivo e intestinal. Com isso, a tangerina também atua como agente de desintoxicação do organismo e queima de gorduras localizadas. “É por esse motivo que a fruta é combinada com outros alimentos nos populares sucos detox, potencializando a limpeza do organismo aliada aos demais benefícios para a saúde”, explica.
  5. Ossos e músculos: a tangerina ainda é composta por sais minerais como cálcio, fósforo e potássio, responsáveis por fortalecerem os ossos e músculos. “Para as pessoas que praticam musculação, a tangerina pode ser uma ótima opção a ser inclusa no cardápio durante esta época exatamente para ajudar no fortalecimento muscular”, finaliza.

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Rumores envolvendo um desempenho negativo do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, na pesquisa eleitoral a ser divulgada nesta quarta-feira (08), fizeram a Bolsa recuar quase 1% (0,87%), abaixo do patamar de 81 mil pontos, e o dólar, que seguia em queda até a metade do dia, fechar em alta de 0,89%, cotado a R$ 3,7667.

Segundo profissionais nas mesas de operação do mercado financeiro, não houve fatos concretos para justificar a piora dos ativos domésticos, mas circulavam boatos de que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, teria tido desempenho ruim na pesquisa eleitoral realizada pelo instituto MDA, a pedido da Confederação Nacional do Transporte (CNT), com eleitores de São Paulo. O levantamento será divulgado nesta quarta-feira, 8, às 11h.

Procurada, a CNT ainda não se pronunciou sobre a possibilidade do vazamento, nem se tomará alguma medida para apurar a história.

Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram nesta terça-feira (07) para atender ao pedido de defesa do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, para arquivar um inquérito que o investiga por ter supostamente recebido repasses indevidos da Odebrecht para a campanha eleitoral de 2010.

O julgamento, no entanto, foi interrompido por um pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF. Ao pedir vista, Fachin se comprometeu a devolver a ação para julgamento ainda neste mês, para ser discutida na sessão da Segunda Turma do STF marcada para o dia 28 de agosto.

Para Fachin, o tema é “extremamente importante” e levanta uma série de questões que os integrantes da Corte terão de enfrentar ao analisar outros casos. Em julho, o Broadcast Político/Estado mostrou que a sequência de seis arquivamentos sem pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) levou cinco parlamentares citados na delação da Odebrecht a solicitar à Corte o mesmo tratamento para as investigações das quais são alvo, incluindo Aloysio.

Após Fachin pedir mais tempo para analisar a questão, Toffoli adiantou sua posição, acompanhando o voto de Gilmar para arquivar o inquérito.

DEFESA

O pedido elaborado pelos advogados de Aloysio cita que o inquérito não foi “capaz” de encontrar um “único indício de que as graves ilações” feitas por delatores da empreiteira.

A defesa ainda observa que a única diligência pendente, que foi solicitada pela Polícia Federal, é a perícia dos sistemas de propina da Odebrecht, e que ela é “absolutamente desnecessária”. Essa perícia já foi assunto nas recentes decisões de arquivamento. Ao engavetar três investigações, Gilmar e Dias Toffoli entenderam que a análise dos sistemas não traria elementos novos.

A PGR, por outro lado, pede que o inquérito de Aloysio seja enviado à primeira instância, em função da restrição do foro privilegiado, que só vale para os crimes cometidos no exercício do mandato e em função do cargo. “Se surgirem novas provas, essa perícia que ainda não foi concluída, isso significa que ao surgirem novas provas, o Ministério Público de primeiro grau está legitimado a promover o procedimento devido, a despeito do arquivamento?”, questionou Fachin.

“O que estou querendo dizer é que o tema suscita um conjunto de questões e diz respeito a elementos processuais que quiçá todos nós tenhamos em nossos gabinetes”, ressaltou o relator da Lava Jato no STF.

INSUCESSO

Para o ministro Gilmar Mendes, a investigação de Aloysio Nunes está fadada ao “insucesso”. “A declinação de competência (enviar a investigação para outra instância, com base na restrição do alcance do foro privilegiado) em investigação fadada ao insucesso seria protelar o inevitável. Dado o contexto, a providência a ser adotada é o indeferimento da declinação de competência e o arquivamento do inquérito”, disse Gilmar Mendes.

Para o ministro, nenhum elemento foi produzido no inquérito para confirmar as hipóteses lançadas pelos colaboradores da Odebrecht.

Nos últimos dias, mais dois inquéritos (além dos seis engavetados em junho) foram arquivados sem que houvesse pedido da PGR, um contra deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e outro que apurava suspeitas contra o deputado federal Beto Mansur (MDB-SP), aberto a partir da delação da Odebrecht.

PGR. Na semana passada, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que os magistrados não podem ‘adentrar no ‘mérito’ da investigação, avaliando se as diligências requeridas pelo Ministério Público são eficazes ou não, viáveis ou não’. De acordo com a chefe do Ministério Público Federal (MPF), ao Poder Judiciário cabe, apenas, obstar constrangimentos ilegais evidentes.

A manifestação foi feita em dois pedidos para que Toffoli reconsidere a decisão de arquivar inquéritos contra os deputados federais Bruno Araújo (PSDB-PE) e Daniel Vilela (MDB-GO), e o ex-governador de Goiás Maguito Vilela, pai de Daniel.

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta terça-feira (07) que a inclusão do reajuste de ministros na proposta orçamentária é uma “boa técnica orçamentária”, sinalizando que deve mais uma vez apoiar a medida. O tema será discutido em sessão administrativa marcada para as 18h desta quarta-feira (08).

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, decidiu não incluir o reajuste de ministros da Corte na proposta orçamentária que será discutida com os demais integrantes do tribunal, mas deixou para os colegas a palavra final sobre o reajuste.

“Primeiro que não é aumento, é reajuste. Estamos defasados mais de 40% (em relação às perdas com a inflação)”, disse Lewandowski nesta terça-feira, ao chegar para a sessão da Segunda Turma.

“A boa técnica orçamentária manda que você inclua a previsão orçamentária daqueles projetos que estão em tramitação no Congresso Nacional, isso é da técnica orçamentária. Agora se o Congresso vai amanhã conceder ou não (o reajuste), se o presidente veta ou não (a proposta), isso é um outro problema. Nós estamos só no plano da técnica orçamentária”, ressaltou Lewandowski.

Durante a presidência de Lewandowski no STF, a Corte enviou um projeto de lei que previa um aumento de 16,38% no salário dos ministros – a proposta já recebeu aval da Câmara dos Deputados, mas ainda aguarda aprovação no Senado.

ENQUETE

O impacto estimado de um reajuste de 16,38% no salário dos ministros é de R$ 2,77 milhões para o STF e de R$ 717,1 milhões para o Poder Judiciário. No site do Senado, uma enquete feita com os internautas aponta que a proposta é rejeitada por 83,7% dos votantes, contando com o apoio de apenas 16,3% dos participantes.

“No meu tempo, eu fiz o orçamento, fiz os remanejamentos necessários, agora não sei de nada”, comentou Lewandowski, ao ser indagado se seria possível fazer remanejamento de recursos para viabilizar o reajuste.

No ano passado, Cármen também não incluiu o reajuste dos ministros na proposta orçamentária da Corte. À época, a proposta foi aprovada por 8 votos a 3 – apenas Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux defenderam a inclusão do reajuste.

Um ministro ouvido reservadamente pelo Estadão/Broadcast acredita que o placar do reajuste será mais apertado na sessão administrativa desta quarta-feira, já que, na sua avaliação, a Corte está dividida sobre o tema.

Associações de magistrados e procuradores que defendem o reajuste salarial têm afirmado que não haverá custos extras aos cofres públicos, porque qualquer aumento agora terá de ser feito por meio de remanejamento de recursos, devido ao limite de gastos imposto pela Emenda Parlamentar 95, que limita por 20 anos os gastos públicos.

AUXÍLIO-MORADIA

Durante a sessão administrativa desta quarta-feira, Fux deve levar a proposta da Câmara de Conciliação da Advocacia-Geral da União (AGU) de aumentar o teto salarial dos ministros do STF, atualmente em R$ 33.763, para incorporar o valor do auxílio-moradia.

No mês passado, a Câmara de Conciliação da AGU devolveu ao STF relatório sobre o pagamento de auxílio-moradia de R$ 4,3 mil a juízes e promotores sem um acordo fechado, após três meses de negociação.

“Nós temos uma bomba relógio para desarmar que é o auxílio-moradia. Como desarmá-la? Talvez a ressuscitação daquele projeto do ministro Ricardo Lewandowski que foi aprovado na Câmara e está no Senado. Acho que é irrecusável a inserção (do auxílio-moradia)”, disse o ministro Marco Aurélio à reportagem. Com informações do Estado de S.Paulo.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) propôs nesta terça-feira (07) a revisão no orçamento da CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) de 2018. A proposta representa custo de R$ 1,446 bilhão a mais para os consumidores, que pagarão o valor por meio da conta de luz.

Os recursos do fundo setorial são usados para custear diversas políticas públicas do setor elétrico, como subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda e a compra de combustível para usinas termelétricas na região Norte.

A proposta de aumento, que ficará em audiência pública de 8 a 28 de agosto, foi apresentada após a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), responsável pelo fundo, verificar que os recursos previstos para 2018 não seriam suficientes para cobrir as despesas. O orçamento total anteriormente aprovado em R$ 18,8 bilhões passaria, com a proposta, para R$ 19,6 bilhões.

A principal causa da diferença nas contas foi o atraso na privatização das distribuidoras da Eletrobras no Norte e Nordeste. O governo aumentou os subsídios pagos por todos os consumidores para manter a operação das empresas.

Até o momento, só a venda da Cepisa, que atua no Piauí, foi finalizada. O leilão de outras 4 empresas – Ceron (Rondônia), Eletroacre (Acre), Amazonas Energia (Amazonas) Boa Vista Energia (Roraima)– está marcado para 30 de agosto. A oferta da Ceal (Alagoas) está suspensa por uma liminar (decisão provisória) do STF (Supremo Tribunal Federal).

O aumento dos benefícios tarifários concedidos aos consumidores de fontes incentivadas também contribuiu para o déficit do setor.

A conclusão do período de convenções partidárias, no domingo (05), marcou o início da reta final da campanha eleitoral. Na corrida presidencial mais imprevisível dos últimos anos, muitos arranjos foram definidos na última hora e deixaram pontas soltas dentro dos partidos. As principais candidaturas sofrem agora os efeitos das mágoas que resultaram desses acordos – que estão incompletos e podem sofrer alterações.

Até o final da campanha aparecerão outras arestas entre partidos e candidatos. Caberá ao vencedor da disputa buscar os unguentos apropriados. Até agora nenhuma chaga parece incurável, mas o recente impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016, mostrou a que ponto podem ir às consequências para quem não souber reparar os danos do período eleitoral.

Veja alguns desarranjos que restaram da formação das alianças nacionais e que precisarão ser resolvidos pelos partidos nos próximos meses:

PDT vs. PSB & PT

Pedetistas não perdoam o PSB por ter rompido a aliança pela candidatura presidencial de Ciro Gomes. Também abjuram o PT por ter ameaçado os socialistas com a candidatura da petista Marília Arraes ao governo de Pernambuco. Em reação, o comando nacional do PDT já desfez alianças acertadas com o PSB em São Paulo e Pernambuco. Ciro está praticamente rompido com o PT.

PT vs. PC do B

Para forçar o PC do B a desmontar a candidatura presidencial de Manuela D’Ávila, o PT ofereceu uma possível candidatura à Vice-Presidência. Ameaçou não fechar chapas nos Estados para eleições proporcionais. Os comunistas dizem que foram chantageados: dependem dessas alianças para cumprir a cláusula de desempenho de acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV a partir de 2019.

PSDB vs. Centrão

A aliança nacional foi acertada. Mas os tucanos desconfiam que Geraldo Alckmin será abandonado pelos aliados em vários colégios eleitorais. Os candidatos do blocão foram liberados para montar as alianças locais que preferirem e apoiar o PSDB só se quiserem. Em Minas, Alckmin teve que cobrar pessoalmente a interferência de Rodrigo Maia para Rodrigo Pacheco desistir da candidatura em favor de Anastasia. Além das desavenças no Nordeste, dois outros casos ficaram insolúveis:

  • Goiás – o candidato demista, Ronaldo Caiado, já declarou publicamente apoio a Alvaro Dias;
  • Brasília – o candidato do DEM, Alberto Fraga, não abre mão de apoiar Jair Bolsonaro para presidente.

Bolsonaro vs. Janaina & PR

O candidato do PSL ficou irritado com as idas e vindas de Janaina Paschoal depois que foi convidada para vice de sua chapa. O mesmo em relação ao dono do PR, Valdemar Costa Neto, que vetou a indicação de Magno Malta. Por conta disso, Bolsonaro teve que fechar uma chapa com outro militar, o general Mourão, que pouco acrescenta à sua campanha.

Ciro Nogueira vs. Alckmin

O presidente do PP insistiu até o final na indicação de sua afilhada política no Piauí, a vice-governadora Margarete Coelho, para vice de Alckmin. O tucano não aceitou. Preferiu a senadora Ana Amélia (PP-RS), considerada uma rebelde ao comando de Ciro no partido.

DEM vs. DEM

Na disputa pela vaga de vice de Alckmin, o DEM tinha o candidato da preferência do tucano, o deputado pernambucano e ex-ministro da Educação Mendonça Filho. Mas ele e todos os outros nomes do partido foram preteridos a fim de priorizar a eventual reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara. Isso deixou vários demistas insatisfeitos.

PSB vs. PSB

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e o pré-candidato do PSB ao governo de Minas Gerais, Márcio Lacerda, estão revoltados com o comando nacional do partido. Por conta do acordo nacional com o PT, Rollemberg quase perdeu o apoio do PDT no Distrito Federal. Obrigado a desistir da candidatura, Lacerda não aceitou ameaça entrar na Justiça contra o comando nacional do partido. As informações são do Poder360.

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Um projeto ambicioso pretende levar segurança energética, hídrica e alimentar para o Semiárido nordestino. O protótipo desenvolvido pela rede Ecolume está sendo instalado na cidade pernambucana de Ibimirim, no Sertão do Moxotó, a 330 quilômetros do Recife. Com um investimento de R$ 420 mil originários do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), placas solares, hortas e tanques de irrigação trabalham em conjunto para minimizar as dificuldades impostas pelo clima local. O mote é a possibilidade de “plantar água, comer caatinga e irrigar com o sol”.

O protótipo está sendo instalado na unidade educacional do Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta), uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) em Ibimirim. São dez placas solares que deverão suprir a demanda de energia do local. Sob os painéis fotovoltaicos, o espaço com sombra será aproveitado para a plantação de hortaliças – mais sensíveis ao sol forte – e criação de animais de pequeno porte, como galinhas. Um tanque de mil litros de água é usado para fazer a irrigação (com uso da energia gerada pelas placas) e criação de peixes. 

“A estimativa é de apenas 20% de perda de água ao longo de cerca de dez dias. Ou seja, aquela comunidade só precisa repor aquela quantidade perdida por evaporação ou pelo uso das plantas”, detalha a coordenadora do Laboratório de Mudanças do Clima do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) Francis Lacerda, que faz parte da iniciativa.

Os detalhes da pesquisa serão apresentados hoje ao projeto Bota Na Mesa, realizado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo. “A proposta é que os três elementos (energia, água e alimentos) trabalhem de forma sinérgica em plena caatinga frente às questões atuais de mudança climática”, explica Francis. O estudo foi um dos três selecionados no Nordeste e o único de Pernambuco entre os 75 escolhidos de todo o País pela FGV.

Ontem a iniciativa foi apresentada em um colóquio promovido pelo Centro de Energias Renováveis (CER) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Além de Francis, o evento contou com a participação do coordenador do Sistema de Modelagem Brasileira das Mudanças Climáticas, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Paulo Nobre, que falou sobre a importância da de exploração de fontes renováveis de energia para o futuro da sociedade.

De acordo com os integrantes da rede Ecolume, a manutenção do sistema integrado exige entre duas e três horas por dia, o que permite que uma família reveze essa atividade e ainda tenha tempo suficiente para se dedicar à agricultura. “Nosso objetivo é encontrar formas de entender as condições da região e usá-las ao nosso favor. Deixar de focar só no problema, que é a seca, e driblar isso com soluções adaptáveis”, destaca a pesquisadora do IPA. 

O estudo ainda vai analisar a interação entre os elementos do sistema e verificar se, por exemplo, o plantio de uma horta pode aumentar a eficiência das placas solares, já que o equipamento diminui sua produtividade ao atingir uma determinada temperatura. Outra hipótese a ser confirmada ao longo dos próximos dois anos de realização da pesquisa é a recuperação do solo degradado.

FINANCIAMENTO

O uso de placas solares para suprir a energia necessária para a irrigação no interior nordestino é um dos focos do programa FNE Sol, do Banco do Nordeste (BNB). “A irrigação exige um consumo de energia significante, que nem sempre é acessível a um produtor rural nordestino. O programa, então, permite que esse agricultor seja autossuficiente”, afirma o superintendente de Negócios de Varejo e Agronegócio do BNB, Luiz Sérgio Farias. A linha os mini e pequenos produtores têm acesso ao financiamento para a compra de sistemas fotovoltaicos com taxa de 5,29% ao ano. As mensalidades ainda podem ter um abatimento de 15% para os consumidores que pagarem em dia. 

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Por Charles Araújo*

O Movimento Popular Todos Pela Pavimentação da PE-630 existe há 10 meses. Fortalecida inicialmente com apoio da representação política das regiões do Araripe e São Francisco; já realizou cinco audiências populares nos municípios de Santa Filomena, Dormentes, Trindade, Ouricuri e Petrolina, em ambas, as regiões foram muito bem representadas por prefeitos, vereadores e deputados, além da presença maciça de líderes comunitários e populares. Mas nos últimos dias, às vésperas da sexta (6ª) audiência, marcada para próxima quinta-feira (09), às 11h na Câmara de Vereadores de Santa Filomena e aproximando-se o período eleitoral, em que muitos de nossos representantes são “obrigados” a apoiar candidaturas ao Governo do Estado, o empenho das autoridades das duas regiões parece ter enfraquecido, diante da covardia que o governador de Pernambuco, Paulo Câmara vem fazendo contra o Movimento Pró-PE-630, quando não corresponde a nenhuma solicitação de dezenas de representantes do Movimento, seja através do Conselho Popular de Petrolina, seja através de políticos e parlamentares do Estado.

O comportamento desestimulado das autoridades, nos faz questionar os motivos e logicamente surge uma conclusão: a maioria dos deputados, prefeitos, vereadores e representantes do poder público no geral, das regiões citadas, estão blindando o Governo do Estado sob a recompensa de suas influências junto ao governador Paulo Câmara, mesmo diante da covarde ação de um “Governo” que ignora esta manifestação popular, que nada mais é do que um grito de socorro, diante do abandono das últimas gestões do Estado, que não foram capazes de pavimentar a principal rodovia que interliga seis (6) municípios do Sertão, sacrificando o progresso e o desenvolvimento desses municípios, principalmente Santa Filomena e Dormentes.

Mas essa deixa cabe também o questionamento aos senhores empresários do Araripe e São Francisco que ainda não manifestaram o devido empenho pela causa, já que esses seriam os principais beneficiados se pavimentada a PE-630, que além de reduzir pela metade o custo do transporte de cargas entre os municípios cobertos pela Rodovia, também causará oportunidade de novos negócios.

No geral podemos concluir, que a representatividade política e comercial do Sertão do Araripe e São Francisco entorno da pavimentação da PE-630 é um fracasso. E que o motivo dos 148 quilômetros da Estrada de Rajada à Trindade estar a espera de asfalto a mais de trinta anos, é culpa da falta do empenho dos últimos representantes, que nunca apresentaram a defesa da Rodovia como uma de suas prioridades para o Sertão. O que nos faz entender, que não temos importância para a maioria dos políticos do Estado. Mas talvez nas próximas eleições, este ano, os candidatos a deputado, senador e governador lembrem que os nossos votos são tão importantes quanto os demais contemplados pelas benfeitorias de seus mandatos. Portanto é só aguardar o voto da revolta, como vem acontecendo nas últimas eleições, surpreendendo aos coronéis defensores da velha política da opressão.

Diante da triste realidade que frustra cada vez mais a todos nós sertanejos, humilhados por quem nos ignora a frente do poder do Estado e revoltados por não contar com o apoio de quem devia nos representar, resta-nos registrar uma imagem que ficará em nossas memórias para o fechamento desta chamada de consciência no momento do voto no dia 7 de outubro… QUEM SERÃO OS REPRESENTANTES DO ARARIPE E DO SÃO FRANCISCO QUE AINDA COMPARECERÃO NA 6ª AUDIÊNCIA DESTA QUINTA-FEIRA (09) EM SANTA FILOMENA…

*Charles Araújo é membro do Movimento PE-630 morador de Santa Filomena e blogueiro

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O desembarque do PDT, que migrou para a chapa do ex-deputado federal Maurício Rands (Pros), deve impor ao governador Paulo Câmara (PSB) um desafio adicional para fazer campanha em Caruaru, principal cidade do Agreste. Há quatro anos, quando disputou o governo pela primeira vez, o socialista tinha o apoio dos quatro principais grupos políticos da cidade. Os Lyra saíram em 2016, quando a prefeita Raquel Lyra (PSDB) se elegeu pela oposição. Agora, deixam a Frente Popular o ex-prefeito José Queiroz (PDT) e o filho dele, o deputado federal Wolney Queiroz (PDT/foto).

Caruaru é importante porque representa o quarto maior eleitorado do Estado. Tem 216,9 mil eleitores, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Vamos fazer campanha para Rands em Caruaru. É o nosso compromisso. Integramos a chapa com o PDT. E vamos trabalhar como pudermos (para elegê-lo)”, garantiu José Queiroz, ontem.

Como reação, o governo deve retirar o PDT da Secretaria de Agricultura. Desde a última sexta, o secretário Wellington Batista, nome próximo dos Queiroz, já colocou o cargo à disposição de Paulo Câmara. Até ontem ainda não havia definição sobre quem substituiria a sigla no cargo.

“Sem palanque em Caruaru, o governador não fica. Porque nós apoiamos Paulo Câmara. A campanha será feita por nós e pela deputada Laura Gomes, ao lado do ex-vice-governador Jorge Gomes”, explicou o deputado estadual Tony Gel (MDB), que é ex-prefeito do município. Ele e Jorge disputaram contra Raquel Lyra em 2016. O JC tentou ouvir a deputada estadual Laura Gomes (PSB), sem sucesso.

Quando a campanha de rua começar, depois do dia 16, é esperado que Paulo Câmara vá pelo menos duas vezes a Caruaru. A campanha do socialista também terá um comitê fixo na cidade para centralizar a ação da militância.

Ainda nesta semana, o governador pretende ir ao Agreste, como parte das movimentações de pré-campanha. Na próxima sexta-feira, o socialista deve desembarcar em Santa Cruz do Capibaribe, em uma das primeiras agendas públicas ao lado do senador Humberto Costa, do PT, sigla recém-integrada à Frente Popular.

Enquanto a Justiça Eleitoral não libera a campanha de rua, Paulo Câmara deve focar em atos políticos no período noturno, organizados pelo PSB, onde evitará pedir voto, mas que servirão para pedir gás à militância. Ele já realizou atos do tipo no Recife, em Paulista, Abreu e Lima, Pesqueira e Barreiros.Parte superior do formulário

Marcellus Ugietti rebate “insinuações” do MP, abre seu sigilo bancário e fiscal e lembra que “indícios não são provas”

Surpreso com o envolvimento do seu nome na “Operação Ponto Cego”, o promotor Marcellus Ugietti rebateu de pronto as acusações e disse que vem recebendo “centenas de mensagens e telefonemas” de solidariedade. “Tenho uma vida pública honrada e vou até o fim para provar minha inocência”, disse através de nota oficial enviada pelo seu advogado Emerson Leônidas.

Confira a nota:

  1. Foi com a mais absoluta perplexidade que recebi a informação de que estou sendo investigado por suposto envolvimento na transferência de presos e recebimentos de “presentes”;
  2. Mais surpresa ainda quando, ainda na sexta-feira, notícias da busca e apreensão que sofri em minha residência já estavam circulando em Portugal sem o meu prévio conhecimento numa ação feita por aqueles que querem manchar meu nome certamente por terem algum interesse contrariado;
  3. Tenho o maior apreço pela instituição do MP onde atuo desde 1987 sempre dos padrões de ética, respeito aos direitos humanos, e a legalidade que sempre permeou a vida pública;
  4. Estou totalmente a disposição da Corregedoria do MP e coloco meu sigilo bancário e fiscal a disposição da justiça;
  5. Agradeço as centenas de  manifestações de carinho que tenho recebido de todos através de mensagens, telefonemas, e depoimento nas redes sociais;
  6. Tenho certeza ainda que o MP saberá conduzir as investigações com a maior transparência possível e nada tenho a temer, muito pelo contrário. Quero ir até o fim para mostrar que nada tenho a ver com as ilações apresentadas;
  7. Estou certo que ao final de tudo serei inocentado dessas graves acusações que, desde agora, repilo de forma veemente pois como promotor público não posso deixar de acreditar na justiça. 

Atenciosamente,

Marcellus Ugietti”

Quem é Marcellus Ugietti?

Atuante junto a Vara de Execução Penal, Ugiette assumiu em 2015 o cargo de Coordenador Adjunto do Grupo de Atuação Especial na Execução Penal (Gaep) e convidado a ser o relator da Comissão da OAB para Reforma do Código Penitenciário Estadual e Membro da Comissão Especial do Senado Federal para a Reforma da Lei de Execução Penal.

Graduado em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (1981), ele também é pós-graduado em Ciências Jurídicas e Criminais pela UFPE (2001/2003).

Foi agraciado com importantes prêmios. entre os quais o de Inteligência Ambiental na área de Direitos Humanos, em reconhecimento pela sua atuação na Sociedade Pernambucana, concedido pelo Instituto UNIJU.  Seu trabalho também foi  fruto de homenagem concedida pela Assembleia Legislativa de Pernambuco quando recebeu a Medalha Leão do Norte, Classe Ouro, Mérito Direitos Humanos

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 453/17, em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe entregar ao Exército a execução das grandes obras e serviços de engenharia ligados à infraestrutura. A proposta é de autoria do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE).

Segundo o texto, o Exército executará preferencialmente, e sem licitação:
– obras acima de R$ 15 milhões paralisadas, abandonadas ou em atraso superior a um ano; – obras de infraestrutura de transportes e de geração e transmissão de energia acima de R$ 15 milhões; – obras públicas em geral acima de R$ 150 milhões.

O PLP 453/17 determina ainda que o Exército treinará soldados especialistas para a execução das obras e serviços de engenharia. O texto em discussão na Câmara altera a Lei Complementar 97/99, que trata do emprego das Forças Armadas.

Duplo benefício

Gonzaga Patriota afirma que o objetivo do projeto é acabar com a “relação espúria entre governos e empreiteiras, propiciando a construção da infraestrutura básica” no País. Ele disse que a Operação Lava Jato mostrou a existência de um grande esquema de corrupção envolvendo político e um cartel de empreiteiras, com prejuízos para a sociedade.

“Aliada à corrupção em larga escala, ao superfaturamento de obras públicas e à tática do atraso para exigir reajustes e aditivos absurdos, esse cartel se locupletou com o dinheiro público as custas da miséria de toda a nação”, disse.

Patriota afirma que manter as construtoras à frente de obras públicas apenas perpetuará esta situação. “Não se pode fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”.

Na avaliação do deputado, a transferência das grandes obras para o Exército traz um duplo benefício. Primeiro, aproveita a experiência que os militares possuem na execução de grandes obras, principalmente de infraestrutura. Depois, permite o treinamento de soldados, que podem sair da corporação com profissões como de pedreiro, carpinteiro e serralheiro.

“Essa é a possibilidade de milhares de jovens cidadãos incorporados ao Exército saírem da corporação já com uma profissão e, assim, aumentarem suas chances de emprego no mercado de trabalho privado”, disse Patriota.

Tramitação

Antes de ir para o Plenário da Câmara, o PLP 453/17 será analisado pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações são da assessoria do parlamentar.

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Definidas as coligações para a campanha eleitoral deste ano, o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, terá direito a mais tempo de TV que outros cinco rivais somados (Lula, Henrique Meirelles, Alvaro Dias, Ciro Gomes e Marina Silva).

Ao todo, segundo levantamento com base em estudo de analistas do banco BTG Pactual, Alckmin terá direito a 6 minutos e 3 segundos de tempo de TV em cada bloco de propaganda, cujo tempo total é de 12 minutos e 30 segundos.

Juntos, Lula (PT), Henrique Meirelles (MDB), Alvaro Dias (Pode), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) terão direito a 5 minutos e 7 segundos.

  • Geraldo Alckmin (PSDB, PP, PTB, PSD, SD, PRB, DEM, PPS, PR): 6min3seg
  • Lula (PT, PCdoB, PROS, PCO): 2min7seg
  • Henrique Meirelles (MDB, PHS): 1min38seg
  • Alvaro Dias (Pode, PSC, PRP, PTC): 33seg
  • Ciro Gomes (PDT, Avante): 33seg
  • Marina Silva (Rede, PV): 16seg

O resultado tem como base um levantamento feito por analistas do banco BTG Pactual sobre o cenário das eleições. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que só definirá os tempos oficiais após o dia 15 deste mês, quando acaba o prazo para registro das candidaturas. 

Nas últimas duas semanas, os 35 partidos fizeram convenções para definir quem lançar como candidato à Presidência; quem apoiar na disputa; e, até mesmo, optar por não lançar candidato nem apoiar algum postulante ao Palácio do Planalto.

Ao todo, as convenções resultaram no lançamento de 14 candidaturas, mas o número vai baixar porque o PCdoB decidiu retirar a candidatura de Manuela D’Ávila para ela ser candidata a vice-presidente na chapa do PT.

O primeiro turno da eleição está marcado para 7 de outubro e o segundo, para o dia 28.

‘Centrão’

Candidato com mais tempo de TV, Alckmin teria direito, inicialmente, a 1 minuto e 14 segundos de TV por bloco de propaganda, mas, com o apoio do chamado “Centrão”, o tempo ultrapassou 6 minutos.

Isso porque, juntos, os partidos do grupo somam cerca de quatro minutos de tempo de TV por bloco.

Parte do “Centrão” chegou a negociar com Ciro Gomes; outra parte negociou com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro; e uma outra ala foi procurada pelo PT.

Na semana passada, durante entrevista à GloboNews, Alckmin foi questionado sobre se buscou o apoio do “Centrão” em razão do tempo de TV. O candidato, então, respondeu: “Não é só tempo de TV. Nós temos no Brasil um quadro pluripartidário, o que é muito ruim. São 35 partidos, esta é a realidade”, afirmou.

Pesquisa eleitoral

Segundo a última pesquisa Ibope, divulgada em 28 de junho, Lula aparece em primeiro lugar nas intenções de voto, com 33%. Em seguida, aparecem Jair Bolsonaro (PSL), com 15%; Marina Silva, com 7%; Ciro Gomes, com 4%; e Geraldo Alckmin, com 4%.

A pesquisa (registro BR-02265/2018 no Tribunal Superior Eleitoral), encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizada entre 21 e 24 de junho com 2 mil eleitores em 128 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Com informações do G1.

O senador José Serra (PSDB), 76 anos, foi diagnosticado com câncer na próstata. O tumor seria pouco agressivo, segundo a equipe médica que o acompanha. Serra descobriu a doença ao fazer exames de rotina na semana passada.

Serra tem sido acompanhado pelo urologista Miguel Srougi, professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e cirurgião do Hospital Sírio Libanês. Não há previsão de procedimento cirúrgico ou radioterapia.

Serra já havia sido submetido a uma cirurgia na próstata, em 2014. Na ocasião, o senador apresentava um quadro de hiperplasia prostática benigna, quando há aumento do órgão. Em fevereiro do ano passado, Serra deixou o cargo de ministro das Relações Exteriores alegando problemas de saúde. Ele apresentava um problema na coluna.