Cultura

Por Naldinho Rodrigues*

Caro  leitor;

estou mais entusiasmado e feliz da vida para tocar a saudade junto com você… e quem acompanha o nosso Blog já sabe qual o motivo, vamos direto ao assunto.

É que na crônica da quarta-feira (04), do “PERNINHA EM NOVA VERSÃO” elaborada e escrita pelo poeta e amigo Danizete Siqueira de Lima (Perninha), aqui neste Blog, eu recebi uma surpreendente homenagem do editor. Confesso que fiquei bastante orgulhoso e queria parabenizar o amigo e agradecer pelo conteúdo. Receber uma homenagem vinda de um cara tão importante o quanto você Perninha, é sempre maravilhoso, e isso nos dar uma injeção a mais de ânimo para continuar no meio radiofônico até quando Deus nos permitir. E hoje, vamos falar de uma pessoa que o grande ponta direita das saudosas tardes no mini-campo da AABB, com seus lançamentos preciosos, deixando o colega na cara do gol adversário, “Perninha” conheceu bastante…

Refiro-me a Antonio Moreira da Silva, um cantor  e compositor brasileiro, também conhecido como “Kid Morengueira”. Que nasceu no dia 1 de abril de 1902, no Rio de Janeiro, vindo a falecer no dia 06 de junho de 2000.

Moreira da Silva sempre viveu no Rio de Janeiro, na época em que a cidade era a capital da República e sua cultura e tipos populares definiam a identidade brasileira. com trânsito fácil entre morro e o asfalto soube explorar a linguagem e a malícia  que ajudaram a criar a figura do carioca.

Um tipo que trouxe dos batuques de rua para o rádio, e, mais tarde, para a televisão e que manteve atual durante 97 anos em que viveu. Moreira da Silva nasceu no começo do século vinte, em 1902, quando o Rio de Janeiro estava em transformação, com a inauguração das primeiras salas de cinema e já era uma cidade partida, onde os ricos frequentavam os cafés e teatros e os artistas se espalhavam pela lapa e zona boêmia do mangue.

Contemporâneo de Noel Rosa acompanhou o início da interação do samba  com a elite carioca. Os anos 30 e 40 foram os mais criativos da sua carreira, no rádio e nos cassinos, um universo em que foi absoluto. Quando gravou o segundo disco “O Último Malandro”, em 1958, adotou o terno branco, sapato bicolor e chapéu Panamá.

A amizade com o poeta e radialista Miguel Gustavo, começa nesta fase. Juntos, criaram e deram vida ao personagem Kid Morengueira, uma mistura bem dosada de herói e malandro com que Moreira deixou seu nome, para sempre, na história da MPB.

Considerado  o criador do samba-de-breque, Moreira da Silva iniciou sua carreira em 1931. em 1992, foi tema do enredo da Escola de Samba Unidos de Manguinhos. em 1995 gravou “Os Malandros In Concert” com Dicró e Bezerra da Silva, aos 93 anos de idade. Participou do histórico disco de Chico Buarque de Holanda, a “Ópera do Malandro” de 1979, fazendo dueto com o próprio Chico.

Em 1996, foi tema do livro Moreira da Silva – O Últimos dos Malandros. Com 98 anos de idade, ainda se apresentava em shows. Em 29 de abril de 2000, Moreira da Silva caiu em casa e foi internado numa clínica particular, sendo depois levado ao Hospital dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro, em função dos altos custos da permanência na UTI. O cantor faleceu em função de falência múltipla de órgãos na manhã de 6 de junho de 2000.

Seus maiores sucessos, foram: Implorar, Jogo Proibido, Acertei na Milhar, Amigo Urso, Fui à Paris, Na Subida do Moro, O Último dos Moicanos e o Rei do Gatilho. Este último, o mais famoso.

*Naldinho Rodrigues é locutor de rádio. Apresenta o Programa Tocando o Passado, pela Rádio Afogados FM, sempre aos domingos das 5 às 7 da manhã.

Por João Alberto

A cirandeira Lia de Itamaracá gravou nesta sexta-feira (06) sua participação no Programa Conversa com Bial, da TV Globo, em São Paulo. A Rainha da Ciranda, de 75 anos, falou sobre sua trajetória de vida e narrou os principais momentos ao longo dos mais de 60 anos de carreira. Lia estava acompanhada do jornalista Marcelo Henrique Andrade, autor do livro Lia de Itamaracá, que também participou da entrevista. 

Patrimônio Vivo da Cultura Pernambucana, Maria Madalena Correia do Nascimento recebeu, em agosto, o título de Doutora Honoris Causa da Universidade Federal de Pernambuco. A concessão do título também foi abordada na entrevista com Bial. 

DJ Dolores também marcou presença e sentou ao lado de Lia e do apresentador para falar do lançamento do próximo disco da artista, que chegará às plataformas digitais de música, em outubro. O álbum Ciranda Sem Fim é assinado por Dolores e pela produtora Ana Garcia. O show da turnê terá estreia na 16ª edição do Festival Coquetel Molotov, em Recife, no mês de novembro. A participação de Lia no Programa Conversa com Bial vai ao ar em outubro.

Por Naldinho Rodrigues*

Não me pergunte o porquê. Mas hoje, com a coluna um pouco extensa, amanheci disposto a falar em Raul Santos Seixas, ou melhor, ‘O Maluco Beleza’, o rei do rock brasileiro, considerado um dos pioneiros do gênero. Nascido em 28 de junho de 1945, baiano de Salvador. Tendo falecido no dia 21 de agosto de 1989, em São Paulo.

Raul Seixas foi um cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro. Também foi produtor musical da CBS, durante sua estada no Rio de Janeiro.

A sua obra musical é composta por 17 discos lançados em seus 26 anos de carreira. O seu estilo musical é tradicionalmente classificado como rock e baião, e de fato conseguiu unir ambos os gêneros em músicas como “LET ME SING, LET ME SING”. Seu álbum de estreia, Raulzito e Os Panteras (1968), foi produzido quando ele integrava o grupo Raulzito e Os Panteras, mas só ganhou notoriedade crítica e de público com as músicas de 1973, como “Ouro de Tolo”, “Mosca na Sopa” e “Metamorfose Ambulante”.

Raul Seixas adquiriu um estilo musical que o creditou de “contestador e místico”. Isso se deve aos ideais que indicou, como a Sociedade Alternativa apresentada em “Gita” (1974), influenciado por figuras como o ocultista  britânico Aleister Crowley. Cético e agnóstico, Raul se interessava por filosofia, principalmente Metafísica e Ontologia, Psicologia, História, Literatura e Latim.

Algumas ideias dessas correntes foram muito aproveitadas em sua obra, que possuía uma recepção boa ou de curiosidade. Por conta disso,  ele conseguiu  gozar de uma audiência relativamente alta durante sua vida.

Nos anos 80, continuou produzindo álbuns que venderam bem, como Abre-te Sésamo (1980), Raul Seixas (1983), Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Beín-Bum (1987) e a Panela do Diabo (1989), esse último em parceria com o também baiano e amigo Marcelo Nova.

A sua obra musical tem aumentado continuadamente de tamanho, na medida em seus discos (principalmente álbuns póstumos) continuam a ser vendidos, tornando-o um símbolo do rock do País e um os artistas mais cultuados e queridos entre os fãs nos últimos anos. Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a lista dos 100 maiores artistas da música brasileira, cujo resultado colocou Raul Seixas figurando a posição de décimo nono, encabeçando nomes como Milton Nascimento, Maria Betânia, Heitor Villa-Lobos e outros.

No ano anterior, a mesma revista promoveu a lista dos 100 maiores discos da música brasileira, onde dois de seus álbuns apareceram, demonstrando que o vigor musical de Raul Seixas continua a ser considerado importante hoje em dia.

Raul Seixas foi produtor do cantor e amigo Jerry Adriani, com quem fez também parcerias em várias composições. Raul Seixas também produziu seu amigo Leno, da dupla Leno e Lilian, Ed Wilson, Renato e Seus Blue Caps, Diana e Odair José.

Compôs relíquias que até hoje tocam pelo País, como ‘Ainda Queima a Esperança (Diana); Doce, Doce Amor; Tudo Que é Bom Dura Pouco (Jerry Adriani); Se Ainda Existe Amor (Baltazar)’.

Em 1974, Raul Seixas e Paulo Coelho criam a Sociedade Alternativa que trouxe problema com a censura. A música ‘Como Vovó já Dizia’, composta pelos dois, teve de ser mudada logo no show de lançamento. A polícia apreendeu o gibi/manifesto e queimou como material subversivo. A ditadura, então, prendeu Raul Seixas e Paulo Coelho, pensando que a Sociedade Alternativa fosse um movimento armado contra o governo. Depois de torturados, Raul e Paulo foram exilados para os Estados Unidos, com suas respectivas esposas. No entanto, o disco “Gita” gravado poucos meses antes faz tanto sucesso, que forçou a ditadura a trazê-los de volta para o Brasil. O álbum “Gita” rendeu a Raul um Disco de Ouro, após vender 600.000 cópias, sendo considerado o LP de maior sucesso de sua carreira.

No final da década de 70, as coisas começaram a ficar ruins para Raul Seixas. A partir do ano de 1978, começou a ter problemas de saúde devido ao alcoolismo, lhe causando a perda de 1/3 do pâncreas.

Em 1980 volta a gravar pela CBS, mas não conseguiu o mesmo sucesso do anos 70 porque veio à recaída pelo álcool. Em 1989, após 3 anos sem pisar num palco, faz uma turnê com Marcelo Nova, agora parceiro musical, totalizando 50 apresentações pelo Brasil. Durante os shows, Raul mostra-se debilitado, tanto que só participava de metade dos shows. A outra metade era feita por Marcelo Nova. As 50 apresentações pelo Brasil resultaram naquele que seria o último disco lançado em vida por Raul Seixas. O disco foi intitulado de A Panela do Diabo, que foi lançado no dia 22 de agosto de 1989.

Na manhã do dia 21 de agosto, Raul Seixas foi encontrado morto sobre a cama, por volta das oito horas da manhã em seu apartamento de São Paulo, vítima de uma parada cardíaca. Seu alcoolismo, agravado pelo fato de ser diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior, causaram-lhe uma pancreatite aguda fulminante. O LP A Panela do Diabo vendeu 150 mil cópias, rendendo a Raul um Disco de Ouro Póstumo, entregue a sua família e também a Marcelo Nova, tornando-se um dos discos de maior sucesso de sua carreira.

As homenagens ao maluco beleza, através de shows, ainda seguem por esse imenso mundo musical. Afinal, o pai do rock brasileiro jamais será esquecido pelos milhões de malucos que andam por aí querendo ter uma pequena chance de ser chamado de: MALUCO  BELEZA!

*Naldinho Rodrigues é locutor de rádio. Apresenta o programa Tocando o Passado pela Rádio Afogados FM, sempre aos domingos das 5 às 7 da manhã.

Patrimônio Imaterial Cultural Brasileiro, o cordel agora ganha memória pelas mãos das pesquisadoras e escritoras Eulina Fraga e Shirley Rodrigues. Elas assinam os livros “O Mapa da Rima” e “O Cordel de Escrita Feminina em Pernambuco”, que serão lançados na próxima sexta-feira (06), às 19h, no Espaço Pasárgada, no Centro do Recife.

A linguagem poética popular, que tem a rima como uma de suas principais características, sempre esteve presente na vida das autoras, que se conheceram durante a graduação em 2005, quando decidiram desenvolver projetos com a temática. “Nesse tempo de atividade, percebemos a ausência de memória em nossa literatura que retratasse a trajetória do cordel, seus escritores pioneiros e também a presença feminina nesse universo”, conta Shirley.

Assim, nasceram as duas obras, que são editadas pela Coqueiros, única editora que trabalha com esse gênero literário e têm arte desenvolvida pelo cordelista Leandro de Barros. As narrativas, que trazem alguns versos e mesclam harmonicamente conteúdo e poesia, já foram apresentadas na Europa e integram o acervo de bibliotecas de Portugal, Espanha e França.

Durante um ano e oito meses, elas realizaram pesquisas quantitativas e qualitativas, imersões em acervos e aproximações e conversas com cordelistas em Pernambuco, no Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Norte que permitiram costurar as informações e criar um arranjo das narrativas. “É um trabalho pioneiro e necessário porque documenta quem somos e reconhece os principais nomes que deram origem a essa expressão”, comenta Eulina.

Em 84 páginas, “O Mapa da Rima” (R$ 20) resgata a história e as obras dos poetas pernambucanos que escrevem, ou seja, de bancada, como Silvino Piruá, criador do romance, e João Matias de Ataíde, um dos maiores tipógrafos brasileiros. No entanto, o mapeamento se volta, em especial, a Leandro Gomes de Barros. Foi ele quem identificou o potencial mercadológico do cordel e deu início à produção da arte impressa no formato já familiar da cultura nordestina.

A soberania masculina encontrada ainda no cordelismo é o mote do livro “O Cordel de Escrita Feminina em Pernambuco” (R$15), concebido a partir da inquietação das escritoras ao perceber a ausência das mulheres em encontros culturais. Na obra, de 40 páginas, elas descortinam a autoria dos cordéis de Maria das Neves Batista. Primeira cordelista brasileira, ela utilizava o nome de seu esposo – Altino Alagoano – para assinar suas criações. Sua primeira produção foi “Violino do diabo e o valor da honestidade”. Ao todo, são aproximadamente 13 mulheres que ganham o reconhecimento por suas obras e têm suas vidas apresentadas aos leitores.

Escolas

Além da produção de livros, Eulina e Shirley desenvolvem projetos na área educacional com o objetivo de expandir o conhecimento sobre o cordel. A ideia é estimular e fortalecer um ecossistema que envolve editoras, centros acadêmicos e escolas. Por isso, elas estão em desenvolvimento do projeto “Cordel: novos tempos, novos leitores”. O objetivo é trabalhar a poesia e o cordel em forma de oficinas, buscando ser um atrativo cultural e motivador da leitura, como também difundir a cultura popular do cordel, em duas escolas no Recife e em uma na cidade sertaneja de Custódia.

Serviço:

Lançamento dos livros “O Mapa da Rima” e “O Cordel de Escrita Feminina”

Data: sexta-feira (06)

Horário: 19h30

Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263. Boa Vista).

Entrada: gratuita

Uma das maiores, se não a maior, coleção de imagens sacras está em Pernambuco, organizada, por muitos anos, pelo antiquário José dos Santos, o famoso Zé Santeiro, são mais de três mil peças, catalogadas, documentadas e separadas por arte sacra e arte barroca, um acervo de valor inestimável.

Pernambuco está prestes a perder esta preciosidade. Como o Governo do Estado não tem condições financeiras e não apareceu nenhum empresário interessado na compra da coleção, seu dono vai a São Paulo, hoje (03), para encontro organizado por um grupo de antiquários para estudar propostas para a venda da coleção para museu ou colecionador paulista.

Por Naldinho Rodrigues*

Caro leitor, você lembra de algum ídolo chamado de José Alcides Gerardi? Claro que não! Mas se falarmos de Alcides Gerardi? Muitos vão recordar…

Pois bem, Alcides Gerardi foi um cantor e compositor brasileiro que nasceu em 15 de maio de 1918 no Rio Grande do Sul. Ainda criança mudou de Porto Alegre para o Rio de Janeiro, onde terminou o curso primário e começou a trabalhar com o pai (João Alcides Gerardi). Continuou seus estudos, trabalhando ao mesmo tempo no comércio até 1935, quando começou a carreira de cantor, como crooner numa Orquestra de Dancing. Na mesma época tentou o rádio, candidatando-se como calouro num programa da Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, mas não conseguiu ser contratado. Em 1939 atuou no conjunto Namorados da Lua como vocalista, época em que sua voz começou a se destacar.

No mesmo ano gravou em edição particular, o samba de Nelson Cavaquinho (Não Faça Vontade a Ela). Em 1941 foi convidado a formar o conjunto os Três Marrecos, com Marília Batista e seu irmão Henrique, de curta carreira.

Três anos depois, foi convidado para trabalhar na Rádio Transmissora. Com a música (Lourdes), gravou comercialmente pela primeira vez, em 1946, na Odeon. Três anos depois foi para a Rádio Tupi, onde ficou até 1953, quando se transferiu para a Rádio Nacional.

Em 1955 foi contratado pela organização Victor Costa (depois extinta), tendo três anos mais tarde lançado sua primeira composição (Filha do Coronel), interpretada por ele mesmo, pela gravadora CBS. Seus principais sucessos como cantor foram às gravações: Antonico, E Daí, Professora, Tudo foi Ilusão, Pergunte a Ela, Abaixo de Deus, Céu Estrelado, Rei dos Reis, Agora, Nostalgia, Serenata Suburbana e Cabecinha no Ombro.

Ao longo da carreira, Alcides Gerardi lançou 106 discos em 78 RPM e 15 LPs, além de participar e de ter gravações incluídas em 49 coletâneas em especial com músicas de carnaval e ter mais 10 coletâneas com seus sucessos.

Alcides Gerardi morreu em 01 de março de 1978, aos 59 anos por complicações decorrentes de um acidente de carro, quando voltava de um show pela Via Dutra.

Vamos curtir um dos grandes sucessos desse talentoso gaúcho de Rio Grande… Alcides Gerardi… Serenata Suburbana.

*Naldinho Rodrigues é locutor de rádio. Apresenta o programa Tocando o Passado, pela Rádio Afogados FM, sempre aos domingos, das 5 às 7 da manhã.

Lia de Itamaracá, 75 anos, recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal de Pernambuco, em cerimônia no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções, comandada pelo reitor da instituição, Anísio Brasileiro, nesta terça-feira (27). A titulação foi aprovada no dia 9 de agosto, por unanimidade, em uma reunião do Conselho Universitário, na Reitoria da UFPE.

Maria Madalena Correa do Nascimento, que nasceu em 12 de janeiro de 1944, começou sua trajetória como merendeira numa escola estadual da ilha e se transformou em uma das principais cirandeiras do Brasil. “É com muito carinho que eu recebo esse título, como reconhecimento do meu trabalho. Na cultura, na música, em tudo o que eu posso ter direito de um dia fazer. Agradeço a todos os que me deram esse prêmio. Me sinto muito honrada e feliz porque não é todo dia que eu recebo um prêmio desses, mas Deus disse ‘espere’. Eu esperei e estou aqui”, afirmou Lia. 

O título é concedido a personalidades que contribuem para o progresso da universidade, da região ou do país, ou que se distinguiram pela sua atuação a favor das ciências, das letras, das artes ou da cultura em geral.

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A Academia Pernambucana de Letras recebe hoje, às 15h, a apresentação e o lançamento de Apagando o Lampião: Vida e Morte do Rei do Cangaço (São Paulo, Global Editora, 2018/19, R$ 60), escrito pelo historiador Frederico Pernambucano de Mello. 

O trabalho é resultado de uma pesquisa minuciosa, realizada ao longo de quinze anos de estudos, e se propõe a apontar “o verdadeiro autor material da morte de Lampião”. 

“Apoiada em testemunhos diretos, em documentos e até mesmo em perícia balística, a biografia de mais de trezentas páginas e cem imagens de época inovará muito do que se conhece até hoje sobre a vida do maior dos bandoleiros do Brasil”, afirma Mello.

Décimo segundo livro do autor, Apagando o Lampião: Vida e Morte do Rei do Cangaço traz, ainda, considerações sobre o primeiro conflito em que se envolveu o jovem Virgulino Ferreira da Silva, em 1916; o modo como o comerciante, industrial e exportador Delmiro Gouveia, introdutor da mentalidade capitalista nos sertões brasileiros, influenciou Virgulino; as razões que levaram o já então famoso cangaceiro Lampião a deixar momentaneamente os estados ao norte do Rio São Francisco e atravessar para a Bahia e Sergipe, em 1928; e o plano de abandonar o Nordeste, em meados de 1938, e partir ao oeste de Minas Gerais, com todo seu bando, para se envolver na questão política que havia entre as famílias Borges e Maciel.

A Academia Pernambucana de Letras fica na Avenida Rui Barbosa, 1596, Graças (estacionamento com entrada pela Av. Dr. Malaquias). Fone: 3268–2211.

O filme “Bacurau”, dos pernambucanos Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, terá uma pré-estreia especial no Recife, neste sábado (24), às 19h30. Vencedor do prêmio do júri no Festival de Cannes e do prêmio de melhor filme na principal mostra do Festival de Cinema de Munique, a sessão do longa será no Cinema São Luiz. Aliás, o momento será prestigiado pelos diretores e grande parte do elenco.

Sonia Braga, Bárbara Colen, Thomaz Aquino, Rubens Santos, Valmir do Coco, Clebia Sousa, Jr Black, Marcio Fecher, Val Junior, Zoraide Coleto, Edilson Silva, Charles Hodges, Fabiola Liper, Suzy Lopes, Jamila Facury, Buda Lira, Danny Barbosa, Eduarda Samara e Luciana Souza estarão presentes no grande dia. 

‘Bacurau’ tem sua estreia oficial em todo o Brasil no dia 29 de agosto. O filme, aliás, já foi convidado para mais de 100 festivais e mostras ao redor do mundo. Foi selecionado para o Festival de Toronto (TIFF 2019) onde será exibido na prestigiosa Mostra ‘Contemporary World Cinema’, e para o New York Film Festival, na principal Mostra ‘Main Slate’. Também foi escolhido para representar o Brasil nos prêmios Goya, o equivalente ao Oscar na Espanha, e concorre a uma vaga na disputa pelo prêmio de melhor filme ibero-americano.

Por Naldinho Rodrigues*

O nosso homenageado de hoje é José Maurício da Costa, ou simplesmente Maurício Reis, que nasceu em 1942, no município de Santa Rita, na Paraíba  e faleceu no dia 22 de julho de 2000, no município de Bonito, no Agreste pernambucano.

Mauricio Reis foi um cantor representante do estilo conhecido como brega. Seu LP ‘Fim de Noivado’ lançado em 1973, curiosamente, contém a música “Verônica”, o seu maior e mais conhecido sucesso, foi produzido por Luiz Paulo e Hyldon de Souza, autor da música ‘Na Rua, na Chuva, na Fazenda’, sucesso dos anos 70 e regravado nos anos 2000 pela Banda Kid Abelha,  e ‘As Dores do Mundo’. Em 29 anos de carreira, Mauricio Reis gravou 27 álbuns, entre LPs e CDs.

Mauricio Reis morreu de um acidente automobilístico, causado pelas fortes chuvas que caíram na região, inundando a pista da PE-109 e provocando a derrapagem que jogou seu carro na Barragem do Prata.  

Uma curiosidade é que a canção “Lenço Manchado de Sangue” que consta no LP ‘Fim de Noivado’, conta a tragédia de um acidente de carro. O cantor viajava no banco de passageiros e sofreu um grande impacto quando o Fiat Tempra afundou na rodovia e muito nervoso, teve dificuldade para sair do veículo. Ainda respirando foi carregado pelos demais ocupantes do automóvel. Eles conseguiram ajuda de  moradores da região, que jogaram uma corda para facilitar o resgate. Minutos depois, uma ambulância chegou para transportar o músico para um hospital de Bonito. Por conta dos buracos, o carro de socorro teve o pneu furado. Mauricio Reis mudou de condução, sendo levado na caçamba de uma Toyota. Houve demora em socorrer o cantor que não resistiu e faleceu de edema pulmonar agudo.

A família do cantor processou o Departamento de Estradas e Rodagens (DER-PE), pela falta de sinalização na estrada, o que teria sido a causa do desastre.

Mauricio Reis, um cantor de família humilde e durante a sua trajetória, o que não lhe faltou foi justamente humildade. Realizava shows nos mais diversos locais de maior simplicidade e valorizava a classe mais humilde, também fazia questão de ser atencioso com o seu público.

Mauricio Reis deixou uma marca de simplicidade por onde esteve, chegando até a realizar apresentações de circos, comícios e lugares frequentados pela grande massa. Você que admirou o grande Mauricio Reis, o poeta do cravo branco, O poeta das rosas. Curta o seu maior sucesso que ainda hoje é tocado por esse Brasil bom de brega…V E R Ô N I C A!

*Naldinho Rodrigues é locutor de rádio. Apresenta o Programa Tocando o Passado pela Rádio Afogados FM, sempre aos domingos das 5 às 7 horas da manhã.

Por Naldinho Rodrigues*

O caro leitor já ouviu falar em Antonio Vicente Felipe Celestino? Pois bem; Vicente Celestino foi um mais famosos intérpretes do Brasil. Pertenceu a chamada época de ouro da música brasileira, ao lado de outros grandes cantores, como Mário Reis e Francisco Alves.

Vicente Celestino nasceu em Santa Teresa, na Rua Paraíso, no dia 12 e setembro de 1894. Teve 11 irmãos. Cinco dedicaram-se a o canto e um ao teatro. Os pais, italianos, vieram da Calábria ainda muito jovens. Por ser mais velho, Vicente Celestino teve que arcar com o sustento dos irmãos quando o pai que era guarda-livros, faleceu.

A iniciação musical se deu em 1913, como amador, cantando em um chope-berrante, à noite. Ganhava apenas um valor simbólico. Se o público gostasse, podia alcançar mais um degrau ruma à fama. Às vezes, cantava em Italiano, idioma dos pais. Certo dia, em 1914, ao sair com os amigos, já adulto, cantou em um bar e foi convidado por um empresário, a se apresentar profissionalmente primeiro, no Teatro São José em São Paulo, depois, começou a gravar.

Chorar a traição da mulher, sofrer por amor, beber até cair…todo esse dramalhão que fez tanto sucesso que acabou cansando o público que mudava de gosto nos anos 50. Vicente Celestino passou a se sentir discriminado. A voz era ótima, mas o cantor era rejeitado no Teatro Municipal. O cantor Orlando Silva chamou-o de bebê chorão do rádio.

Antes, nos anos 20, as excursões pelo Brasil renderam-lhe muito dinheiro e só fizeram aumentar sua popularidade. Vicente Celestino reinava absoluto como ídolo da canção. Ele teve uma das ais longas carreiras entre os cantores brasileiros. Quando morreu, às vésperas dos 74 anos , no Hotel Normandie, em São Paulo, estava de saída para um show com Caetano Veloso  e Gilberto Gil, na famosa gafieira “Pérola Negra”, que seria gravado para um programa de televisão. Na fase mecânica de gravação, fez cerca de 28 discos com 52 canções. Com a gravação elétrica, em 1927, sentiu uma certa dificuldade quanto ao rendimento técnico, logo superada.

Aí recomeçaria os sucessos cantados em todo o Brasil. Em 1935 a  RCA Victor contratou-o, sendo praticamente sua única gravadora até morrer. No total, gravou em 78 rpm cerca de 137 discos com 265 canções, mas 10 compactos e 31 LPs, nestes também incluídas reedições dos 78 rpm. Vicente Celestino, que tocava violão e piano, foi o cantor inspirado de muitas das suas canções. Duas delas dariam o tema, mais tarde, para dois filmes de enorme público: O Ébrio (1946), que foi transformada em filme para sua esposa, e Coração Materno (1951).

Neles, Vicente foi dirigido por sua mulher Gilda Abreu (falecida em 1979), cantora, escritora, atriz e cineasta. Vicente Celestino passou por todas as fases e modismos, mesmo quando, no final dos anos 50, fiel ao seu estilo, gravou “Conceição, Creio em Ti e Se Todos Fossem Iguais a Você” seu eterno arrebatamento. 

Paixão e inigualável voz de tenor, fizeram com que o povo o elegesse como a voz Orgulho do Brasil. Em 1965, recebeu o título de Cidadão Paulistano. No dia 23 de agosto de 1968, quando se preparava para gravar um programa de televisão, em que seria homenageado pelo movimento tropicalismo, passou mal no quarto do hotel, em São Paulo, falecendo de coração minutos depois.

Seu corpo foi transferido para o Rio de Janeiro, onde foi velado por uma multidão na Câmara de Vereadores e sepultado sob palmas do público no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Vicente Celestino nunca saiu do Brasil e manteve sua voz de tenor que era marca registrada independente do estilo musical que estava executando. Teve suas canções gravadas por grandes nomes, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte, Lindomar Castilho, Gilliard e tantos outros. Em 1999 foi inaugurado em conservatória o Museu Vicente Celestino, com acervo em sua maior parte doado pela família do artista, incluindo fotografias, recortes de jornais, instrumentos musicais, roupas e objetos pessoais do cantor, inclusive o figurino  utilizado no filme o ébrio. Os visitantes do museu também podem assistir a vídeos e ouvir gravações do artista. O Ébrio. Porta Aberta, Ouvindo-te, Patativa, e principalmente, Minha Gioconda, foram seus grandes sucessos…

*Naldinho Rodrigues é locutor de rádio, e apresenta o Programa ‘Tocando o Passado’, pela Rádio Afogados FM, sempre aos domingos das 5 às 7hs.

A exposição “Caravana Museu do Homem do Nordeste”, do artista Jonathas de Andrade, será inaugurada em no dia 19 de agosto, no Sesc Petrolina. A mostra ainda conta com uma visita guiada por ele. A circulação das instalações fotográficas e vídeos criados por Jonathas também chega a duas outras cidades do Estado: Garanhuns (em novembro) e Goiana (em março de 2020).

As obras escolhidas para a exposição tratam de questões urgentes para a região. Educação, trabalho, a disputa rural-urbana e uma reflexão sobre a imagem do homem nordestino na atualidade. Pela primeira vez, Jonathas amplia o conceito da obra ao criar um cartaz interativo. O público poderá mexer em moldes de letras e fazer selfies delas mesmas no processo, postando em redes sociais e brincando de montar seu próprio museu.

Segundo ele, existe um interesse pedagógico na exposição, de atuar em parceria com o projeto educativo, e encontrar um público que vá além daquele acostumado a consumir a arte contemporânea e frequentar as galerias.

Além de ocupar o Sesc Petrolina, situado no Centro da cidade banhada pelo Rio São Francisco, a “Caravana” se espalha pela cidade com imagens em grandes dimensões dos projetos. Elas podem ser encontradas em espaços como o paredão da orla petrolinense, o mercado turístico e o parque Josepha Coelho.

Por Naldinho Rodrigues*

Que tal falarmos hoje do cantor e compositor brasileiro Sebastião Rodrigues Maia, mais conhecido como Tim Maia?

Nascido em 28 de setembro de 1942, na cidade de Rio de Janeiro, o décimo oitavo filho em uma vasta família de 19 irmãos. Tim Maia cresceu no bairro da Tijuca, na Rua Afonso Pena. Tendo iniciando sua atividade artística ainda na infância, quando compunha então suas primeiras canções.

Sua significativa importância na Musica Popular Brasileira foi principalmente ter inserido nesta vertente musical a interpretação em estilo Soul. Sua voz grave e intensa  contribuiu para a fusão destes dois elementos, convertendo-o, a partir dos anos 70, em um dos principais intérpretes e compositores brasileiros, um campeão de vendas e hits veiculados pela mídia. Precoce, Tim Maia já tinha seu próprio grupo musical aos 14 anos, os Tijucanos do Ritmo, de curta duração, no qual ele exercitava seus dotes de percussionista. Em 1957, já dominando o violão, ele dava aulas para Roberto e Erasmo Carlos, e com o primeiro integrava a banda Os Sputniks.

Dois anos depois, após o falecimento do pai, ele foi para os Estados Unidos estudar inglês, principiando aí sua trajetória como vocalista. Em 1963 ele foi detido por porte de maconha e, após seis meses na prisão e mais dois esperando o retorno para seu País, foi finalmente deportado. Somente em 1968 ele lançou seu primeiro Compacto Solo pela gravadora CBS.

Com a gravação de um novo trabalho, em 1969, sua caminhada musical começou a se firmar, um ano depois ele lançou o primeiro vinil em formato de LP, Tim Maia, pela gravadora Polygram. Indicado pelo conjunto Os Mutantes, o qual alcançou durante 24 semanas o topo das paradas no Rio de Janeiro. Nos três anos posteriores ele gravou Tim Maia volume II, Tim Maia volume III e Tim Maia volume IV. Alcançando cada vez mais a fama e o sucesso, especialmente com as melodias dançantes, sem falar nas vendas de discos. Nos anos 70 ele conheceu a ideologia conhecida como cultura racional, comandada por Manuel Jacinto Coelho, ligado a questão da Ufologia.

Segundo esta vertente, Tim lançou em 1975 os trabalhos Tim Maia Racional volumes I e II por um selo próprio intitulado SEROMA, que se refere ao termo  amores e contém também o nome completo do cantor, abreviado. Neste período o artista conseguiu ficar distante de seus vícios, o que influenciou positivamente o timbre de sua voz. Assim, estes  foram seus trabalhos mais bem aceitos pela crítica, posteriormente, porém, frustrado com seus gurus, se afastou deste ideário e tirou os discos do circuito, o que os converteu em preciosas raridades.

Na década de 80 ele gravou os álbuns o Descobridor dos Sete Mares, de 1983, Um Dia de Domingo, de 1985, e Tim Maia de 1986, seus mais significativos trabalhos. No ano de 1988 ele conquistou o Prêmio Sharp como melhor cantor. Em 1992 ele agradeceu a gravação de seus hits por ícones da música brasileira gravando “Como Uma Onda” de Lulu Santos e Nelson Mota. Nesta década ele trabalhou ativamente, lançando mais de um CD por ano.

Ao longo de sua carreira ele enfrentou sérias dificuldades com o álcool, ingeria pelo menos três garrafas de uísque todo dia, com maconha e cocaína. Tinha um gênio difícil, cultivava inimizades, processos de trabalho, conflitos com críticos, rejeição de antigos amigos e ausência nos próprios shows.

Tim Maia morreu no dia 15 de março de 1998, na cidade de Niterói, de infecção generalizada. Com a saúde frágil, mesmo assim tentou realizar um show, não suportando as exigências impostas ao seu organismo. Hoje, a memória de Tim Maia continua viva, principalmente através do seu sobrinho Ed Mota, herdeiro de seu talento musical. Tim Maia levantou o público com sua voz marcante cantando sucessos como “Azul da Cor do Mar; Primavera; Não Quero Dinheiro; Só Quero Amar; Gostava Tanto de Você; Leva” e tantos outros…

Alguém pode discordar, mas o seu maior e marcante sucesso foi “VOCÊ” que inclusive, certa vez o próprio Tim Maia declarou que compôs essa música para  Roberto Carlos, mas, em virtude de um pequeno desentendimento com o Rei desistiu da ideia. Segundo comentários, Roberto Carlos não aceitava o caminho que seu amigo Tim Maia escolheu: o caminho das drogas.

Vamos curtir juntos, o saudoso e talentoso Tim Maia, com o seu maior sucesso: VOCÊ.

*Naldinho Rodrigues é locutor de rádio. Apresenta o Programa Tocando o Passado, pela Rádio Afogados FM, sempre aos domingos, das 5 às 7 horas.

Segundo o Blog de Itamar, o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares vem num ritmo acelerado com vista às eleições de 2020. Cumprindo agenda na zona urbana e rural do município. Atendendo a um convite do líder comunitário Viva da Vaca Morta, na manhã deste domingo (04), Valadares esteve naquela comunidade, prestigiando um jogo festivo de futebol, juntamente com desportistas e incentivadores do esporte, a exemplo dos empresários Anchieta Mascena, Gastão Filho, o desportista Charles Cristian, dentre vários “peladeiros” que se enfrentaram em um jogo festa entre a equipe do blogueiro Junior Finfa e o Corinthians da Vaca Morta, ainda estiveram presentes os vereadores Augusto Martins, Daniel Valadares e Reinaldo Lima.

À noite Totonho Valadares, a convite da professora e ex-secretária municipal de Assistência Social de Afogados da Ingazeira Evângela Vieira, participou de um jantar em sua residência, na ocasião estiveram reunidos membros da família Vieira e integrantes da família Queiroz, representada pelos empresários Alecsandro Queiroz,  Fabiano Queiroz e Douglas Queiroz. Ainda participaram do rega-bofe, o comerciante Evandro Vieira, a médica Dra. Rosa e o produtor musical Erickácio.

Depois de ter anunciado a sua pré-candidatura a Prefeitura de Afogados da Ingazeira, os últimos dias, principalmente os finais de semana, Totonho Valadares tem tido uma agenda bastante movimentada, devido aos inúmeros convites para reuniões, eventos diversos, que vão de café da manhã a jantar em família.

Neste domingo (04), o pajeuzeiro Maciel Melo recebe a pernambucana Edilza Ayres no palco do programa “Isso Vale um Abraço”. O programa vai ao ar a partir das 10h30, na tela da TV Clube/Record TV.

A artista possui um repertório bastante eclético, valorizando nomes da cultura brasileira como Lenine, Cartola, Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro entre outros.

Edilza desenvolve a carreira na música sempre buscando estabelecer uma ligação entre os diversos gêneros nordestinos a exemplo do baião, coco, embolada e outros com o Jazz e o Blues.

Dirigido por Fabian Miranda, o programa da TV Clube/Record TV traz em suas pautas temas como música, gastronomia e turismo destacando a história e os valores da região Nordeste.