Economia

Pixabay/wilkernet

No Brasil, o 1º de junho marca o Dia da Liberdade de Impostos (DLI), cujos consumidores poderão encontrar produtos com descontos. Isto porque a data visa conscientizar os brasileiros sobre a carga tributária aplicada aos diversos itens. Apesar disso, a adesão ao movimento é facultativa e o consumidor pode não receber abatimentos.

De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem, no Brasil, 12 estados e o Distrito Federal irão aderir, inclusive, Pernambuco. Conforme o órgão, os descontos podem chegar a 80% e o movimento visa apoiar a simplificação tributária.

Apesar da possibilidade de descontos, a Câmara dos Dirigentes Lojistas do Recife (CDL Recife) informou que esta não é uma ação compulsória, portanto, fica a critério das lojas optarem ou não pela isenção de impostos repassados ao cliente. Além disso, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis) também adiantou que os postos não irão aderir ao movimento assim como nos anos anteriores.

Diante disso, mesmo com a expectativa de participação dos estados de Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o consumidor pode não ver reduções de valores nas prateleiras. 

Conforme a CDL Jovem, o Brasil está na lista dos países que possuem uma das maiores cargas tributárias do mundo. Até o dia 31 de maio já havia sido arrecadado R$ 1 trilhão em impostos no país.

Crise política foi balde de água fria na retomada do crescimento / Reprodução

A crise política foi um balde de água fria para o setor real da economia. Projetos que começavam a ser desengavetados pela retomada da atividade que estava se desenhando voltaram para a gaveta, à espera de qual será o encaminhamento das reformas. Enquanto isso, analistas começam a calcular as prováveis perdas no dia a dia das empresas e nos diversos setores.

Economistas já estão cortando as projeções de crescimento da economia este ano e no próximo. As estimativas preliminares sinalizam perdas para a atividade em 2017 entre R$ 25 bilhões, no cenário mais otimista, e R$ 170 bilhões, no mais pessimista, na comparação com que se esperava antes das denúncias envolvendo o presidente Michel Temer. É consenso entre os especialistas ouvidos pelo Broadcast/Estadão que o tamanho do estrago vai depender da duração da turbulência em Brasília e do desfecho da reforma da Previdência.

Aos olhos dos investidores internacionais, o Brasil ficou mais arriscado, o que pode ser percebido na forte alta nas taxas do CDS (Credit Default Swap), uma espécie de seguro de crédito contra calotes. Esse papel chegou, no pior momento, a subir mais de 30%. Ontem, estava em 240 pontos base, alta de 21% comparado a um dia antes da delação da JBS.

A crise também acendeu o sinal de alerta nas agências de classificação de risco. A Standard & Poor’s (S&P) já colocou o País em observação para possível rebaixamento da nota soberana, por causa das "dinâmicas políticas mais estressadas", que podem afetar as reformas e o PIB. Ontem, a Moody’s alterou ontem a perspectiva do rating brasileiro de "estável" para "negativa", indicando que aumentou a chance de a nota ser rebaixada.

Os primeiros impactos da crise apareceram nos indicadores financeiros. Em apenas uma semana, as empresas brasileiras perderam R$ 161 bilhões em valor de mercado, segundo a Economática. Já as companhias com dívidas em dólar viram seus passivos aumentarem em R$ 7,2 bilhões. É claro que estes números podem ser revertidos se a situação se resolver, mas a deterioração do cenário econômico por causa da turbulência política já fez empresas adiarem planos de captação de recursos. A Log Commercial, do setor de logística e controlada pela MRV Engenharia, e a Ser Educacional, por exemplo, desistiram de ofertas de ações. Por sua vez, o IRB Brasil Re decidiu adiar sua aguardada abertura de capital.

A paralisia nas empresas já sinaliza impacto negativo para o PIB A LCA Consultores acha pouco provável a manutenção da sua estimativa inicial de um crescimento de 0,9% este ano. O economista Francisco Pessoa Faria acredita que o mais provável é que a crise tenha um impacto de 0,4 ponto porcentual no PIB deste ano, trazendo a expansão para 0,5% e ocasionando perdas de R$ 25 bilhões, em um cenário mais favorável. Em um caso mais adverso e menos factível, a consultoria estima uma retração de 1,1% no PIB, com uma perda de R$ 127 bilhões. "Ainda existe muita fragilidade em todas as projeções, porque a conjuntura é muito incerta", pondera.

Wagner Ramos/SEI

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e representantes da Aché Laboratórios, assinaram, nesta sexta-feira (26), o contrato de compra e venda do terreno de 25 hectares, no Complexo de Suape, onde serão construídas a planta industrial e a central de distribuição da empresa. Com um investimento inicial de R$ 500 milhões, a Indústria do Aché promete gerar 500 postos de trabalhos diretos e outros 2,5 mil indiretos.

De acordo com Paulo Câmara, o Estado se consolidará como um polo farmacêutico. "Sabemos que, a partir da instalação dessa fábrica, a cadeia de remédios começará a ter um olhar diferenciado para o Estado, e atrairemos mais investimentos. Ninguém realiza um investimento como esse se não tem a confiança no parceiro, e Pernambuco recebe um empreendimento privado em um momento de pouca atração de investimentos em outros estados", afirmou. 

O investimento realizado pelo Grupo Aché em Pernambuco foi o maior anunciado pelo setor privado no ano passado em todo o País. A previsão é que as obras comecem entre o final de 2018 e o começo de 2019, quando uma das fábricas já deve estar pronta. “Escolhemos (Pernambuco) devido à infraestrutura, à oferta de profissionais altamente qualificados, às universidades e escolas técnicas”, disse o diretor de operações do Aché Laboratórios, Adriano Alvim.  

O executivo também destacou a localização estratégica do Porto de Suape como um diferencial. "Especificamente, vamos construir a nossa fábrica no Complexo porque essa fábrica será a nossa plataforma para crescimento para o Norte e Nordeste, mas, também, para a exportação. É aí que entra a importância do Porto e de toda a infraestrutura logística", completou. A expectativa é de que a nova unidade, quando estiver em plena operação, em 2021, aumente a capacidade produtiva do Aché em cerca de 50%.

Maria Silvia Bastos Marques renunciou à presidência do BNDES 359 dias depois de ter assumido o cargo (Foto:  Pedro Ladeira/Folhapress)

Época

A economista cumpriu parte das missões que lhe foram atribuídas, mas pode-se dizer que em duas delas, cruciais, ela falhou. Nos últimos 12 meses, os financiamentos travaram de vez. As consultas, um termômetro da disposição do empresário em investir, caíram 22% em valor, nos 12 meses encerrados em abril. Os desembolsos, a liberação propriamente dita, caíram 28%. Por esse critério, o desempenho do BNDES em 2016 foi o pior em 20 anos. É injusto, porém, aplicar à estatal atualmente o mesmo critério de avaliação que era usado antes de ela se ver no centro dos escândalos de corrupção em série, como o da Odebrecht, de o país entrar em crise fiscal e na maior recessão de sua história. 

E, o pior, o banco se afastou ainda mais do pequeno empreendedor. O segmento de micro, pequenas e médias empresas até viu queda menor no volume financiado, em relação às grandes empresas, mas o número de operações para os pequenos negócios foi 44% menor, em comparação com a alta de 1% nas voltadas aos grupos de maior porte. Nos últimos quatro meses, as consultas vinham demonstrando tendência de cair ainda mais, mesmo que os desembolsos tenham se saído um pouco menos piores.

Parte dessa trava se deve às expectativas ainda extremamente negativas dos empresários com a recuperação da economia no curto e médio prazo. Deve-se, também, ao fato de a torneira dos subsídios aos empréstimos, bancados pelo Tesouro nos anos do governo de Dilma Rousseff, ter sido fechada. Com a crise fiscal, não restou outra opção. A política custou aos cofres públicos R$ 431 bilhões em cinco anos e de acordo com estudos do próprio BNDES não obtiveram os resultados esperados. Há, também, um rigor maior na concessão de empréstimo, uma espécie de reação ao que ocorreu nos anos anteriores.

Apesar de Maria Silvia ter tido o respeito do mercado, que a via como defensora de uma política de maior rigor nas concessões de empréstimo, os resultados pífios tornaram-na alvo de crescentes e pesadas críticas, vindas dos empresários e também de dentro do governo, insatisfeitos com o ritmo de liberação de dinheiro. “Reduzir subsídios no país não é fácil”, diz a economista Elena Landau, referindo-se à resistência do empresariado a ela. Em março, em reunião com Temer, vários deles pediram sua cabeça.

O fogo amigo também fez seu estrago. Nos bastidores, Moreira Franco era quem mais criticava a colega de governo (Moreira foi citado por delatores na Lava Jato e recebeu em fevereiro, de Temer, o cargo de ministro e o foro privilegiado que acompanha o cargo). Moreira atribuía ao BNDES os atrasos enfrentados pelo Plano de Parcerias para o Investimento (PPI), alardeado pelo governo Temer como uma panaceia para a infraestrutura do país. No começo do mês, a coluna Expresso, publicada por ÉPOCA, revelou que Temer havia determinado a Moreira  procurar um substituto para Maria Silvia. A articulação foi negada por ambos, com direito a vídeo de Moreira elogiando a economista veiculado em redes sociais.

Para completar, a crise de imagem do banco recrudesceu com força total depois da Operação Bullish, deflagrada há duas semanas, na qual houve busca e apreensão de documentos no banco e condução de quase 40 técnicos a depor pela Polícia Federal. No alvo, estavam os empréstimos do banco à JBS, em valores nominais totais de R$ 8,1 bilhões, entre 2005 e 2010, durante os comandos dos economistas Guido Mantega (PT) e Luciano Coutinho. O TCU viu indícios de irregularidades nas operações. Os empregados reagiram muito mal à operação e chegaram a ameaçar entrar em greve, cobrando de Maria Silvia maior veemência na defesa do corpo técnico do banco e dos processos de liberação de recursos que vêm sendo questionados. Por fim, há dez dias, veio à divulgação da delação dos sócios do grupo  J&F, controladores da JBS, afirmando terem comprado facilidades junto a Mantega para liberar os empréstimos no banco.

Continue reading

https://3.bp.blogspot.com/-Re6Hsq9eSWU/WGeYktdAUiI/AAAAAAACjjk/MnSoX4vsZFEUfE22H7lpEk8JP2NCjkwqgCLcB/s1600/CELPE.jpg

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.

Desde abril, a bandeira estava vermelha, o que representa um acréscimo de R$ 3 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A previsão da Aneel era que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro.

Como funcionam as bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Segundo a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente.

A Petrobras reduziu o preço médio nas refinarias em 5,4% para a gasolina e em 3,5% para o diesel. Segundo a companhia, a decisão é resultado da avaliação feita pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), acompanhando a política de preços anunciada em outubro do ano passado.

A estatal destacou que, como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas para as refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. “Isso depende de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores”.

Pelos cálculos da Petrobras, caso o ajuste seja repassado integralmente e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o custo do diesel para o consumidor final pode cair 2,2%, ou cerca de R$ 0,07 por litro, em média; e a gasolina, 2,4%, ou R$ 0,09 por litro, em média.

Influências

Conforme a empresa, o aumento significativo nas importações no último mês, contribuiu, predominantemente, para a redução, porque obrigou ajustes de competitividade da Petrobras no mercado interno. A empresa acrescentou que a política seguida tem como princípio a sua participação de mercado, que é também um dos componentes de análise considerado pelo GEMP.

Bovespa

Estado de S.Paulo

No primeiro pregão após as denúncias que atingiram em cheio o presidente Michel Temer, o cenário foi de pânico. A Bolsa perdeu R$ 219 bilhões em apenas um dia. O anúncio do presidente na tarde desta quinta-feira, 18, de que não renunciaria ao cargo confirmou o tom de nervosismo nos negócios, e o dia foi de turbulência. O Índice Bovespa fechou em queda de 8,80%, aos 61.597,05 pontos – o maior recuo desde 22 de outubro de 2008, no rastro da quebra do banco americano Lehman Brothers.

Com a abertura das negociações na Bolsa, o Ibovespa chegou a cair mais de 10% e o circuit breaker foi acionado, por volta das 10h20, durante 30 minutos. Esse mecanismo trava as negociações diante de fortes oscilações no mercado e não era utilizado também desde 2008, durante a crise financeira que eclodiu nos Estados Unidos.  

“O nervosismo de ontem foi só o começo. Enquanto não se perceber uma saída para a crise política, o mercado ficará ao sabor das notícias de boatos. Nesse contexto, o investidor não toma decisões, assume postura defensiva e o Brasil vai parar”, analisa Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria. “Quanto mais tempo o governo prolongar essa fase agônica, pior. O mínimo que se espera é uma solução constitucional, para que o País caminhe até 2018”.

O economista lembra que, ainda que o mercado não desse como garantida a aprovação de reformas, os preços dos ativos refletiam otimismo. “Os últimos acontecimentos são uma ducha de água fria. Qualquer que seja a solução constitucional adotada, é preciso garantir que haverá clima político para retomar as reformas antes que o novo governo assuma o Planalto, em 2019”.

A Petrobrás teve a maior perda de valor de mercado em um dia, de R$ 27,4 bilhões. Em seguida, aparecem Itaú Unibanco (R$ 26,7 bilhões), Bradesco (R$ 24,4 bi) e Banco do Brasil (R$ 18,7 bi), segundo cálculos da consultoria Economática. No centro do escândalo das delações, a JBS teve uma desvalorização de R$ 2,5 bilhões ontem.

As quedas foram generalizadas na Bolsa, só poupando ações de empresas exportadoras, que refletiram a alta de 8,07% do dólar ante o real. Fibria ON (+11,48%) e Suzano PNA (+9,86%) foram as principais altas do dia. Vale ON e PNA subiram 0,07% e 0,39%, respectivamente, também refletindo a valorização do dólar.

Os fundos ligados ao Brasil nos Estados Unidos despencaram em Nova York, chegando a cair quase 50%, e fecharam o pregão entre os piores desempenhos do dia em Wall Street. Entre os ETFs (fundos de índice) ligados a papéis brasileiros, o Direxion Daily Brazil Bull encerrou o dia com perda de 48,3%.

“Incerteza” foi à palavra que definiu o clima nos negócios durante todo o dia. Na percepção de analistas, a saída espontânea do presidente seria a maneira mais rápida e menos traumática de resolver a crise. O anúncio de Temer, de que ficaria no cargo, frustrou essas expectativas.

Renúncia

Na avaliação de economistas e analistas das corretoras, o mercado entende que o governo “acabou” e Temer perdeu condições mínimas de permanecer no cargo com força suficiente no Congresso para aprovar as reformas de que o País precisa, como a trabalhista e a da Previdência.

Continue reading

http://www.enxaqueca.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/lampada-incandescente-fb.jpg

O diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico, Luiz Eduardo Barata, descartou nesta quarta-feira (17), que haja risco de racionamento, mas reconheceu que o consumidor deve permanecer pagando mais caro pela energia elétrica, devido ao acionamento de usinas térmicas.

"Não temos risco de desabastecimento, mas o de ficar com uma conta muito alta é grande", alertou Barata.

A expectativa é que a cobrança extra em vigor atualmente pelo acionamento da bandeira vermelha sobre as contas de luz – que prevê a cobrança adicional de R$ 3,00 a cada 100 kWh consumidos – permaneça pelo menos até o fim do período seco. A partir de novembro, quando tem início o período úmido, pode haver uma melhora, contou Barata.

"As nossas avaliações são que ao longo do período de seca o preço vai subir, até porque vamos necessitar cada vez mais das nossas usinas térmicas", justificou ele, após participar do 14º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase), no Rio.

Barata lembra que parte do custo maior da produção de energia é repassada imediatamente ao consumidor através do mecanismo das bandeiras tarifárias, mas parte pode ficar oculta e ser transmitida apenas na época da revisão tarifária, no ano seguinte.

"Não sou contra, ao contrário, tenho admiração pelas térmicas. Se o lado benéfico delas é por serem presumíveis, gerenciáveis, o fato de termos controle sobre o combustível, por outro lado há o custo. Vamos ao longo do período seco precisar das térmicas", completou.

http://www.notibras.com/site/wp-content/uploads/2016/04/IR-Leao.jpg

A Secretaria da Receita Federal paga nesta segunda-feira (15) o lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, referente aos exercícios de 2008 a 2016. Os lotes residuais referem-se a contribuintes que caíram na malha fina, mas que posteriormente acertaram suas contas.

Estão contemplados nesse lote 128.232 contribuintes que irão receber R$ 213,48 milhões em restituições, segundo informou o Fisco. Desse total, R$ 74,7 milhões referem-se ao quantitativo de contribuintes idosos e com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Para saber se você foi contemplado nesse lote, é só consultar o site da Receita. A Receita Federal lembra que há ainda o aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF, diretamente nas bases de dados da Receita Federal.

Malha fina

No fim do ano passado, a Receita Federal informou que 771 mil declarações estavam retidas na malha fina do IR de 2016 devido a inconsistências nas informações prestadas.

Nos últimos anos, a omissão de rendimentos foi o principal motivo para cair na malha fina, seguido por inconsistências na declaração de despesas médicas.

Para saber se está na malha fina, os contribuintes podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

Após verificar quais inconsistências foram encontradas pela Receita Federal na declaração do Imposto de Renda, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora. Quando a situação for resolvida, o contribuinte sai da malha fina e, caso tenha direito, a restituição será incluída nos lotes residuais do Imposto de Renda. 

http://imgsapp.diariodepernambuco.com.br/app/noticia_127983242361/2016/11/21/676083/20161121130318834076o.jpg

O Banco do Brasil já fechou todas as 402 agências que estavam previstas no plano de reestruturação anunciado em novembro. De março de 2016 até março deste ano, 551 pontos de atendimento baixaram as portas. No mesmo período, o número de funcionários do banco foi reduzido em quase 10 mil, passando de 109.864 para 99.964.

Segundo Paulo Caffarelli, presidente do BB, o banco está em uma "busca incessante pela redução de despesas", mas não há nenhuma orientação para novos cortes de postos de trabalho.

"Agora, o seguinte: revisão de agências, revisão de processos, revisão de contratos e revisão de quadro, é sempre uma constante dentro da empresa", ponderou em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (11), em São Paulo.

As despesas administrativas do Banco do Brasil caíram 0,4% no primeiro trimestre de 2017 ante o mesmo intervalo do ano passado, de R$ 7,80 bilhões para R$ 7,77 bilhões. O plano de reorganização, mais focado no atendimento digital, pode gerar uma economia anual de R$ 3,798 bilhões, estima à companhia.

http://www.defatoonline.com.br/noticias/img/noticias/foto_29102015095136.jpg

As tarifas dos Correios vão subir em 7,48%. Com isso, nas modalidades de Carta não Comercial, Cartão Postal e Franqueamento Autorizado de Cartas Nacional, objetos com peso superior a 500g terão o mesmo preço de Sedex.

Hoje, a modalidade de Sedex é mais cara que carta, PAC e encomenda, mas demora menos para chegar ao destino. O retorno financeiro da estatal tem diminuído desde 2014. Houve um prejuízo de R$ 2,1 bilhões em 2015 e R$ 2 bilhões no ano passado. Em março, o ministro Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia e Comunicações) ameaçou vender a estatal caso ela não recuperasse sua situação financeira.

https://1.bp.blogspot.com/-K7FVJK4o-mI/Vz5tjYf8HQI/AAAAAAAADPc/Xq8iNnZKG9sCPyMFK-yeaja9J3Ce84PXwCLcB/s1600/gas-natural-veicular-fica-mais-barato-no-rio-grande-do-norte.jpg

A Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe) autorizou um aumento médio de 5,99% para o preço do gás natural retroativo a 1º de maio. O Gás Natural Veicular (GNV) terá um reajuste de 6,08% com o metro cúbico saindo de R$ 1,0504 para R$ 1,1143. Esse é o preço que a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) revende o produto sem incluir os tributos e o custo da operação dos postos de gasolina.

Os clientes residenciais na faixa mais baixa – um consumo de 30 metros cúbicos por segundo – ficarão com um reajuste de 5,03%. Os outros percentuais aplicados para esse tipo de consumidor são: 5,28%, 5,39%,5,44% e 5,48%.

O reajuste varia dependendo do tipo de cliente. São 44 classificações diferentes na autorização divulgada no Diário Oficial do último sábado. A Arpe não disponibilizou o percentual para cada faixa de consumidor, publicando o novo valor do metro cúbico de cada um.

Os clientes comerciais, industriais e de serviços que consomem até 30 metros cúbicos por segundo terão 4,92% de reajuste. Procurada pela reportagem, a Copergás não se pronunciou.

"A Copergás justificou o reajuste por causa do aumento dado pela Petrobras na aquisição do produto e a recomposição da inflação", resume o diretor de Regulação da Arpe, Ricardo Fiorenzano. O atual reajuste refletiu uma alta de 6,55% no preço do gás vendido pela Petrobras e uma variação de 4,41% do IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas (FGV), um dos índices que medem a inflação do País. "A Petrobras muda o preço do gás a cada três meses, mas isso não significa que vá ter um novo aumento", cita Ricardo. Isso só ocorrerá se o preço cobrado pela petrolífera impactar o lucro da Copergás.

O Globo

Cerca de 57,9 milhões de brasileiros, ou 28% da população, recebem algum tipo de pagamento diretamente do Estado. Fazem parte desse universo os 10 milhões de servidores ativos e inativos que têm governos municipais, estaduais e a União como pagadores no contracheque, além dos 33,8 milhões que recebem aposentadorias e benefícios do INSS. Somam-se a isso os 13,4 milhões de inscritos no Bolsa Família, além de alguns milhares de destinatários de repasses mais pontuais, como seguro-defeso e bolsas de estudo.

O volume de pagamentos chegou a R$ 941 bilhões em 2016, cerca de 15% do PIB daquele ano (de R$ 6,3 trilhões). No caso da remuneração de servidores de estados e municípios, a base considerada foi de 2015, a mais atual disponível. A maior folha de pagamento é a do INSS (R$ 507,8 bilhões anuais), seguida pela União (R$ 273,6 bilhões), estados (R$ 106,3 bilhões) e municípios (R$ 24,7 bilhões). Dos programas assistenciais, o Bolsa Família tem o maior orçamento (R$ 27,4 bilhões em repasses).

Na avaliação de especialistas, os números estratosféricos apontam que o Estado, que provê diretamente ou complementa a principal renda de praticamente um terço da população, é grande, mas nem sempre inchado. Eles chamam a atenção para a distribuição extremamente desigual dos recursos e como esse aspecto deve ser levado em consideração na análise do impacto dos pagamentos nas contas públicas.

Na avaliação de Raul Velloso, consultor econômico e ex-secretário do Ministério do Planejamento, a “grande folha de pagamento” da União hoje não tem paralelo no mundo ocidental. Os números apontam, segundo o especialista, uma dependência enorme das pessoas em relação ao Estado, com consequências nefastas nas escolhas políticas em virtude da posição do governo como patrão ou provedor principal.

— Duvido que haja um país desenvolvido na Europa que gaste tanto com pessoas em relação ao orçamento central como nós gastamos. Significa que as pessoas dependem muito do Estado, o que leva a uma captura mútua, afirma Velloso. — Os beneficiários capturam o político pelos seus anseios e o político captura o beneficiário-eleitor com medidas nem sempre adequadas naquele momento, aumentando salário, por exemplo.

Velloso ressalta, porém, que apesar de um grande número de destinatários dos pagamentos do governo, os valores repassados à maioria fazem parte do “bolo do salário-mínimo”. Ou seja, há uma massa de pessoas que recebem um valor extremamente baixo.

Impacto de servidores inativos

Entre os aposentados da iniciativa privada, mais de 70% ganham um salário-mínimo. E o teto não passa de R$ 5,5 mil. No caso dos cerca de 1 milhão de inativos da União, o pagamento médio girou em torno de R$ 10 mil por mês em 2016.

http://www.enxaqueca.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/lampada-incandescente-fb.jpg

O diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse nesta quinta-feira (04) em São Paulo, que o cenário mais provável é manter a bandeira vermelha em seu primeiro patamar (nível 1) pelo menos até o próximo período úmido, ou seja, até por volta de novembro.

A bandeira vermelha já foi estabelecida para os meses de abril e maio. Com isso, são adicionados R$ 3,00 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. A bandeira vermelha possui dois patamares de cobrança.

Quando o custo das termoelétricas ligadas supera R$ 422,56 por megawatt-hora (MWh), a Aneel utiliza o primeiro patamar da bandeira vermelha, que adiciona R$ 3,00 a cada 100 kWh consumidos. Se o custo dessas usinas for superior a R$ 610,00 por MWh, o sistema atinge o segundo patamar da bandeira vermelha, cujo acréscimo é de R$ 3,50 a cada 100 kWh.

https://4.bp.blogspot.com/-QP7W9S28jm4/WEu600VM8dI/AAAAAAAAJdA/t4eWjoWatIkIRBqI9FXOD0TPyE06MctxwCLcB/s400/bomba-de-gasolina.jpg

O preço médio do litro de gasolina no país caiu pela quarta semana consecutiva e encerrou abril em R$ 3,626. Os dados são de levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP) com base em pesquisas feitas em 5.676 postos de combustível em todo o país.

A queda de preços ocorreu uma semana após a Petrobras anunciar o aumento do preço da gasolina nas refinarias. Antes disso, a empresa tinha reduzido em fevereiro o valor cobrado pelo combustível nas refinarias.

O preço médio da gasolina passou de R$ 3,629 para R$ 3,626 na semana encerrada no dia 29 de abril. O valor médio por litro praticado em abril nos postos de combustível brasileiros foi de R$ 3,635, abaixo dos valores registrados em fevereiro (R$ 3,755) e março (R$ 3,687), segundo informações da ANP.

Diesel e etanol

O preço do etanol caiu pela 15ª semana seguida e atingiu R$ 2,615 no fim de abril.

O diesel seguiu a mesma tendência. O preço caiu de R$ 3,015 para R$ 3,012. Nas últimas 14 semanas, o valor do diesel caiu em 13 e ficou estável em uma delas, segundo o levantamento da ANP.

Para calcular o preço médio do diesel e do etanol a ANP consultou valores praticados em, respectivamente, 3.500 e 5.055 postos de combustível na semana encerrada no dia 29.

Nova política da Petrobras

A Petrobras pratica desde outubro uma nova política de definição de preços dos combustíveis, com reuniões mensais para definir os valores da gasolina e do diesel nas refinarias.

Do PE Notícias

Sai pesquisa, entra pesquisa, os preços dos combustíveis sobem e eles dizem que desce e assim os consumidores de Afogados da Ingazeira fica sem saber se acredita ou deixa de acreditar nas pesquisas divulgadas. Uma coisa é certa, os pesquisadores enquanto estiverem fazendo suas pesquisas nas capitais e nas grandes cidades, o interior sempre pagará a conta, a maior prova está na pesquisa de preços dos combustíveis anunciada nesta segunda-feira. Para deixar claro, a gasolina em Afogados da Ingazeira ultrapassa, por baixo, os R4 3,90.