Educação

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Começa hoje a disputa por 235.476 vagas em graduações de 129 instituições públicas do Brasil. Até 22h59 de sexta-feira (25), no horário de Pernambuco, qualquer pessoa que fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ano passado e não zerou a redação pode se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), plataforma online coordenada pelo Ministério da Educação (MEC) que substitui os vestibulares. No Estado há 14.284 vagas em quatro universidades (UFPE, UFRPE, UPE e Univasf) e dois institutos (IFPE e IF do Sertão).

Os candidatos devem se inscrever pelo site do programa (www.sisu.mec.gov.br) e podem indicar até duas opções de curso. É permitido alterar a escolha quantas vezes quiser durante as inscrições. É importante ficar atento à mudança em uma das regras. 

Até o ano passado, quem fosse aprovado na segunda opção poderia se matricular e aguardar os remanejamentos. Caso conseguisse classificação para a primeira opção ele trocaria de graduação. A partir de agora isso não será mais permitido. Por isso o fera deve selecionar os cursos que realmente deseja e não o que a nota dá pra passar. 

“Se o estudante for chamado para a segunda opção ele não vai mais concorrer na lista de espera da primeira opção”, ressalta o coordenador do ensino médio do Colégio Santa Maria, Rodrigo Martins. Caso o vestibulando não seja convocado para nenhuma das suas escolhas terá que informar, entre 28 de janeiro e 4 de fevereiro, qual dos dois cursos vai querer concorrer no remanejamento.

COTAS

A lei federal nº 12.711/2012 determina que 50% das vagas nas universidades federais sejam destinadas a quem cursou o ensino médio em escola pública. Em Pernambuco serão 6.656 vagas para essas pessoas. “Vale destacar que só tem direito à cota o candidato que estudou os três anos, integralmente, na rede pública. Não pode, por exemplo, quem fez uma parte na rede privada, mesmo que na condição de bolsista”, alerta o pró-reitor de graduação da UFPE, Paulo Goes. 

Do universo de 50% das vagas destinadas aos egressos do ensino público, 25% vão para feras com renda familiar igual ou maior que 1,5 salário mínimo e os outros 25% para aqueles cuja renda for maior que 1,5 salário mínimo. Há, então, dentro de cada parcela desses 25%, frações de cotas para raça (pretos, pardos e índios) e para pessoas com deficiência. Esse percentual é definido conforme a quantidade de habitantes do Estado com esses perfis.

Na UPE, que não integra a rede federal, é diferente. As cotas representam 20% do total e são destinadas aos feras que cursaram do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio em escola municipal ou estadual.

Hana Gabriele Pedrosa, 19 anos, terminou o ensino médio em 2016 na Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) João Bezerra, localizada no bairro de Brasília Teimosa, Zona Sul do Recife. Ano passado ela participou do curso pré-universitário do Instituto João Carlos Paes Mendonça de Compromisso Social (IJCPM). 

Dos 64 participantes, 18% tiraram acima de 800 pontos na redação do Enem. “Quero medicina. Fiquei com 980 na redação e estou muito feliz. Estudei bastante e espero conseguir uma vaga”, comenta Hana, que tentará o Sisu como cotista. “A cota é importante porque é muito difícil quem estudou na escola pública competir de maneira igual com o aluno do colégio particular”, diz Hana.

Beatriz Magalhães, 17, vai se inscrever para secretariado na UFPE. Também como cotista. Concluiu o ensino médio em 2018 no Ginásio Pernambucano da Avenida Cruz Cabugá, em Santo Amaro. “É o curso que mais me identifico. Estou em dúvida ainda na segunda opção”, afirma.

Previstas inicialmente para serem liberadas às 10h (horário de Brasília) – 9h em Pernambuco, que não tem horário de verão – as notas do Enem 2018 já podem ser consultadas (clique aqui) pelos cerca de 4,1 milhões de candidatos que realizaram as provas no último mês de novembro.

Segundo o Inep, responsável pela avaliação, a antecipação ocorreu porque o sistema está sendo testado. Às 9h, quando oficialmente o resultado sairia – o instituto espera estar com capacidade total para receber os milhares de acesso ao sistema.

Para ver seu desempenho, o candidato, ao entrar na Página do Participante ou no aplicativo oficial do Enem, tem que informar a senha criada na hora da inscrição.

Caso o participante não se lembre da senha, basta clicar no campo Esqueci minha senha. O estudante deverá, então, confirmar o e-mail cadastrado no sistema para receber uma senha temporária.

Quem esqueceu a senha e também não tem acesso ao e-mail cadastrado tem a opção de informar novos contatos para receber a senha temporária. Com informações da Agência Brasil.

Notas do Enem serão divulgadas nesta sexta; saiba como acessar

Candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado poderão consultar suas notas da prova nesta sexta-feira (18). De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os resultados estão previstos para as 10 horas. 

As notas individuais poderão ser acessadas pela Página do Participante, no site enem.inep.gov.br ou pelo aplicativo Enem 2018.

É preciso informar CPF e senha. O espelho da Redação, ou seja, detalhes da correção do texto só sairá no dia 18 de março, junto com as notas dos treineiros. 

Nesta sexta, o Inep também divulgará os resultados gerais, com a proficiência média das quatro áreas de conhecimento e da Redação. 

Os resultados no Enem podem ser usados pelos estudantes para concorrer a vagas em instituições públicas de ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As inscrições para o Sisu começam na próxima terça-feira (22), e vão até o dia 25.

A Mind Lab, especializada em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias educacionais inovadoras, reuniu, nesta segunda-feira (14), em São Paulo, professores da rede pública do Ensino Médio de Pernambuco que trabalham com jogos de raciocínio como metodologia de ensino, com impacto social no desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos estudantes. No encontro, denominado Práticas Exitosas, Rita de Cássia (foto), da escola Maria da Conceição Rego B. Lacerda, de Recife, foi vencedora da categoria da Ensino Médio, com foco na matemática desenvolvida no Estado de Pernambuco.

Por meio do jogo Poolies, Rita desenvolveu a capacitada dos alunos de localização de um ponto no plano cartesiano. A professora também facilitou o aprendizado de funções de primeiro grau. “Eles ficaram muito contentes em aprender de uma forma lúdica e criativa. Minha principal missão com esse projeto foi levar a matemática em uma abordagem diferente, fazendo com que vissem o conteúdo de uma maneira feliz, com uma postura mais aberta”, explica.

Em sua segunda edição, o evento buscou reconhecer boas práticas na utilização da metodologia, que integra jogos de raciocínio às salas de aula com a mediação de professores, para que os alunos possam transpor o aprendizado para suas vidas e desenvolvam características importantes como capacidade de trabalho em equipe, empatia, resiliência e pensamento analítico. A primeira colocada, Rita de Cássia, acompanhará a edição de 2019 da The Mind Olympics, competição internacional de alunos de diferentes países que utilizam a metodologia da empresa, a ocorrer em junho, em Budapeste, na Hungria.

Segundo colocado, o professor José Ivan Nascimento, da Escola Professor Manoel de Queiroz, em Salgueiro, utilizou o jogo Mancala como ferramenta facilitadora do ensino de progressão aritmética. Já o professor Dário José Bezerra, da Escola Dom Vital, de Caruaru, utilizou jogos do programa Mente Inovadora em simulados que contribuíram para o ensino de matemática. Houve também a apresentação da prática de relevância social do professor Marcos da Costa Mendes, da escola Marechal Eurico de Gaspar Dutra, de Recife, que trabalhou empreendedorismo socioambiental com os alunos, aliando atividades comunitárias na instituição à disciplina de matemática. 

O encontro contou com 19 apresentações de práticas docentes e reuniu professores, diretores, formadores, educadores, secretários de educação. A programação do evento trouxe também mesa redonda sobre os índices de avaliação na educação básica mediada pelo educador Mozart Neves, do Instituto Ayrton Senna, com a presença da Prof. Ana Carolina, representando a secretária executiva do Estado de Pernambuco, Ana Selva; do Secretário da Educação de Santana do Parnaíba, Clécius Wanderley; e do diretor geral da Rede Santa Monica, Adelino Ferreira. “Em Pernambuco, conseguimos nos manter acima da média nacional no IDEB e temos investido em ações como escolas em tempo integral e técnico, assim como na elaboração de currículo próprio para o estado, com base na Base Nacional Comum Curricular”, afirma a professora Ana Carolina Ferreira.

A primeira infância foi discutida em painel com a participação de Rogério Morais, diretor Executivo de Gestões Pedagógicas da Secretaria Municipal de Educação do Recife; Gilzane Santos Machi, Secretária Adjunta de Santo André; Maridalva Santos, Secretária Adjunta da Secretaria da Educação do Município de Maceió; Justina Iva, Secretária de Educação do Município de Natal (RN) e Dr. Daniel Santos, da Universidade de Ribeirão Preto. Ao final do dia foram reconhecidos também professores de outras duas categorias: rede privada e pública. “É uma honra para nós conhecer projetos transformadores de professores que fazem dos jogos instrumentos de conexão entre a sala de aula e a vida dos estudantes. A troca de experiências positivas é fundamental para encontrarmos juntos os caminhos de evolução significativa na educação”, afirma Sandra Garcia, diretora pedagógica da Mind Lab. No Brasil, há 5.000 professores capacitados para aplicar a metodologia da Mind Lab em 17 estados brasileiros.

Fundada em Israel em 1994, a Mind Lab é líder mundial em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias educacionais inovadoras para o aprimoramento de habilidades e competências cognitivas, sociais, emocionais e éticas. Com a proposta de trabalhar o desenvolvimento humano para uma vida mais harmônica e feliz, as metodologias e aplicações da empresa ampliam os potenciais de aprendizagem de crianças, adolescentes e adultos ao redor do mundo, com a utilização de jogos de raciocínio que provocam a vivência de situações do cotidiano. Com resultados comprovados em mais de 20 países ao longo de mais de 20 anos, a metodologia Mind Lab atende milhões de alunos, sendo reconhecida e apoiada por importantes instituições nacionais e internacionais. No Brasil desde 2006, a Mind Lab é parceira de mais de mil instituições de ensino do setor público e privado e conta c om cerca de 5.000 professores para aplicar suas metodologias, em 17 estados brasileiros.

Paulo Uchôa/LeiaJá Imagens/Arquivo

O Ministério da Educação (MEC) anunciou o reajuste de 4,17% do piso salarial do magistério. Com a modificação, o valor vigente será de R$ 2.557,74 a partir do dia 1° de janeiro.

O reajuste corresponde ao vencimento inicial dos profissionais do magistério público da educação básica, com formação de nível médio, modalidade normal, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.

O novo valor foi calculado tendo como base o mesmo percentual de crescimento do Valor Anual Mínimo por Aluno (VAA) referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, definido nacionalmente, nos termos da Lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007.

Para chegar ao percentual, de acordo com a legislação vigente, observa-se a variação ocorrida no VAA definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2018, em relação ao valor de 2017.

“Dessa forma, o cálculo é feito com a variação entre a Portaria Interministerial MEC/MF nº 6, de 26 de dezembro de 2018, com VAA de R$ 3.048,73, e a Portaria Interministerial MEC/MF nº 08, de 29 de novembro de 2017, com VAA de R$ 2.926,56. Com o cômputo, o MEC chegou à variação de 4,17%, que deve ser aplicada ao valor do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) do ano anterior, neste caso em 2018, de R$ 2.455,35″, explica a pasta.

Criança faz redação em inglês: universalização do aprendizado do idioma será desafio no governo Bolsonaro Foto: Shutterstock

Uma das missões do novo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, será universalizar o ensino de inglês nas escolas para cumprir lei aprovada em 2017. Naquele ano aproximadamente um a cada 15 alunos que cursava o ensino médio ou os anos finais do ensino fundamental não tinha aula desta língua estrangeira. A mudança na legislação, herança do governo Temer, pode trazer dificuldades maiores para alguns estados que, por necessidades locais como a proximidade com vizinhos de língua espanhola ou francesa (como a Guiana Francesa) optam por dar mais espaço a esses idiomas em sala de aula. Em Roraima, que faz fronteira com a Venezuela e é o principal acesso ao Brasil da população que foge da crise econômica no país vizinho, apenas 26% dos alunos nestas etapas tinham aula de inglês, 83%, no entanto, estudavam espanhol.

Isto reflete na escolha dos candidatos roraimenses pela língua estrangeira do Enem: 85% optam por espanhol e apenas 15% por inglês, segundo dados do Inep. Acre e Amapá, também na região Norte, são os estados que aparecem na sequência com menos estudantes de inglês, com 37% e 47% dos alunos sem aula desta língua nas escolas, respectivamente. No Brasil todo, 6,8% dos alunos a partir do sexto ano do ensino fundamental não têm aula de inglês, ou seja, 1,3 milhão de estudantes. Destes, 52% também não tinham aula de espanhol, opção ao inglês no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

No Colégio Estadual Professor Fernando Raja Gabaglia em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, as aulas de espanhol são obrigatórias, mas as de inglês são opcionais aos alunos, e nem todos escolhem cursar a disciplina. Jonas Barreto, de 17 anos, que está indo para o terceiro ano do ensino médio no colégio, diz que cursou inglês apenas em 2017:

— Na minha escola a língua inglesa é optativa e os alunos participam de projetos, que eles desenvolvem com o professor. No primeiro ano eu quis ter algum conhecimento da língua inglesa, mas nos outros optei por não [cursar a disciplina], pois queria ter mais tempo para estudar para o Enem, diz o jovem.

Sancionada por Temer em fevereiro de 2017, a lei 13.415, conhecida como Reforma do Ensino Médio, provocou uma reviravolta na legislação sobre o ensino de línguas no Brasil, revogando a obrigatoriedade da oferta do espanhol nas escolas (mas com matrícula facultativa aos alunos), que estava em vigor desde 2005, e incluindo a obrigatoriedade do ensino do inglês para estudantes a partir do sexto ano do ensino fundamental e ensino médio. A nova legislação já foi incorporada pela Base Nacional Curricular Comum (BNCC) tanto do ensino fundamental quanto do médio, aprovada em dezembro pelo Conselho Nacional de Educação.

No documento, o inglês é visto como “língua global” que permitirá “aos estudantes usar essa língua para aprofundar a compreensão sobre o mundo em que vivem, explorar novas perspectivas de pesquisa e obtenção de informações, expor ideias e valores, argumentar, lidar com conflitos de opinião e com a crítica, entre outras ações relacionadas ao seu desenvolvimento cognitivo, linguístico, cultural e social”.

ifpe

A espera dos resultados vai acabar na próxima segunda-feira (07) para os mais de 25 mil estudantes que realizaram as provas do vestibular do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) no último mês de dezembro. O listão dos aprovados será divulgado na próxima segunda-feira (07), às 12h, fixado no bloco F do Campus Recife e, posteriormente, publicado  no site da Comissão de Vestibulares e Concursos (cvest.ifpe.edu.br).

Antes disso, às 10h, os primeiros colocados no processo seletivo serão recebidos no gabinete da reitoria da instituição para a cerimônia de premiação, que poderá ser acompanhada pelos profissionais dos veículos de comunicação.

Nesta edição do processo seletivo, os candidatos disputaram as 4.538 vagas espalhadas pelos 16 campi da instituição. O curso mais procurado na modalidade Integrado ao Ensino Médio foi o Técnico em Segurança do Trabalho (manhã) do Campus Recife, que registrou 38,30 candidatos por vaga.

Entre os subsequentes, o mais concorrido foi o Técnico em Enfermagem, do Campus Belo Jardim, que contou com 17,37 candidatos para cada uma das vagas ofertadas. Já entre os cursos superiores, a concorrência mais alta foi a de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, do Campus Recife, que registrou 18,89 candidatos inscritos por vaga.

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE) está com concurso público aberto para preenchimento de 13 vagas direcionadas ao cargo de professor substituto. Os profissionais irão atuar em Ouricuri, Petrolina, Salgueiro, Serra Talhada e Floresta. As remunerações chegam a mais de R$ 4,2 mil, a depender a titulação do docente.

Os interessados devem preencher a ficha de inscrição entre os dias 2 e 13 de janeiro, disponibilizada na internet. A taxa de participação é de R$ 60, que pode ser paga até o dia 14 do mesmo mês. Os candidatos que tiverem deferimento na taxa de inscrição devem comparecer ao setor de Gestão de Pessoas do campus onde estão concorrendo, no dia e horário sorteados e divulgados em 18 de janeiro.

Nessa etapa, é preciso levar comprovante da taxa de inscrição paga, ficha de candidatura, RG, CPF e currículo Lattes. A documentação deve ser entregue em envelope contendo nome, endereço completo, telefone e área para a qual o candidato estará concorrendo e deverá ser lacrado no ato da entrega.

O processo seletivo será composto de prova de desempenho didático e avaliação de títulos, realizados no dia 5, 6 e 7 de fevereiro. O resultado tem previsão de ser divulgado em 11 do mesmo mês. Outras informações podem ser obtidas no edital de abertura do certame

Conselho de Educação propõe liberar até 20% de atividades a distância no ensino médio

Quatro em cada dez jovens de 19 anos no País não terminaram o ensino médio. A legislação brasileira prevê que todos devem concluir os estudos nessa etapa antes de completar 18 anos. O levantamento do Movimento Todos pela Educação, divulgado nesta terça-feira (18), utiliza dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o estudo, do grupo de 1,2 milhão de jovens que já deveriam ter concluído toda a educação básica, 62% (744 mil) nem frequentam mais a escola. 

O levantamento mostra que, nos últimos sete anos, o País avançou, mas lentamente, em conseguir que mais jovens concluam os estudos dessa etapa até os 19 anos. Em 2012, 51,7% dos brasileiros dessa idade haviam finalizado o ensino médio – em 2018, o foi de 63,5%. “Embora o Brasil tenha avançado no acesso, ainda falha em garantir qualidade. Por isso, estamos perdendo os jovens no meio do caminho. Avançamos muito devagar diante de um patamar tão preocupante”, diz Olavo Nogueira Filho, diretor do Todos. 

Ele ressalta que os dados mostram cenário preocupante, em que o abandono e o insucesso escolar (reprovação) começam já no ensino fundamental (do 1º ao 9º ano). É nessa etapa que o Brasil menos avançou: a taxa de concluintes passou de 68,6%, em 2012, para 75,8% agora. Dos 744 mil jovens de 19 anos que não vão mais à escola, 55% pararam de estudar antes mesmo de chegar ao ensino médio. 

É o caso de Suellen Oliveira, de 17 anos, que parou de estudar este ano, ainda no ensino fundamental, depois de ter um filho. A adolescente, moradora do Jardim Romano, zona leste de São Paulo, conta que, mesmo antes da gravidez, já não via sentido nas aulas. “Eu tirava notas baixas, o conteúdo não entrava na minha mente. Quando descobri que estava grávida, já nem queria ir mais e parei”, afirma. “Mas agora quero voltar a estudar para arrumar um serviço e cuidar do meu filho”.

Disparidade 

Adolescentes negros e das área rurais do País apresentam taxas de conclusão mais baixas do que as de jovens brancos e de regiões urbanas. No fundamental, a diferença entre negros e brancos é de 10,4 pontos porcentuais, e entre jovens de áreas rurais e urbanas, 12 pontos. No ensino médio, o abismo se amplia para 19,8 e 19 pontos, respectivamente.

Para Nogueira, a reforma do ensino médio e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que define o que deve ser ensinado em cada ano, são duas políticas nacionais que podem ajudar a mudar o quadro. “Sem esquecer que a condição necessária para o sucesso das políticas é valorizar o professor”. 

Kátia Smole, secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), destaca a necessidade de atenção ao ensino fundamental. “Distorções importantes começam nessa fase, principalmente pela repetência. O País precisa cuidar para que todo jovem aprenda o que é certo na idade certa e evitar a retenção que leva ao abandono.” Para ela, a continuidade na implementação da BNCC e da reforma do ensino médio é importante para orientar professores e gestores no que deve ser ensinado e tornar a escola mais atrativa. 

Fora da escola

Cerca de 1,2 milhão de jovens de 19 anos não concluiu o ensino médio. Apenas 38% deles ainda continuam estudando. O restante desses adolescentes deixou de frequentar a escola, sendo que a maioria (55%) abandonou os estudos antes mesmo de terminar o ensino fundamental (do 1º ao 9º ano).

Ensino à distância é alternativa para garantir horários flexíveis e mobilidade — Foto: Divulgação

Defendido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o ensino a distância (EaD) cada vez mais se expande e se consolida no ensino superior brasileiro, e a perspectiva é de que cresça ainda mais. Desde novembro, já pode ser adotado parcialmente no ensino médio, etapa obrigatória do ciclo de educação básica do ensino.

As novas diretrizes curriculares para o ensino médio, aprovadas em novembro, limitaram o uso do EaD em até 30% da carga horária para os cursos noturnos; 20% para os diurnos e até 80% para os de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para adotar a prática, os estados, responsáveis pela formação dos currículos, precisam da aprovação dos conselhos locais, o que pode ocorrer já em 2019.

No ensino superior, a oferta de cursos de graduação e pós-graduação nesta modalidade já é regulamentada desde 1996, pela Lei de Diretrizes e Bases. No ano passado, no entanto, a assinatura do decreto 9.054/17 permitiu que instituições já credenciadas expandissem o número de polos, sem autorização prévia do Ministério da Educação. Um novo cenário se desenvolveu desde então. Antes do decreto, até 2016, havia cerca de 4.000 polos que oferecem cursos EaD; hoje, passam de 15 mil. Os cursos, no entanto, ainda apresentam indicadores de qualidade piores em relação aos presenciais.

Para Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp (entidade que reúne as mantenedoras do ensino superior),o Brasil concentra um modelo específico de EaD, sem oferecer muita diversidade, diferentemente do que há no exterior.

“Harvard e MIT entram devagar no EaD, produzindo pequenos conteúdos, por meio da plataforma edX, mas muito mesclado com as atividades presenciais e aproveita as potencialidades do EaD. Muitas vezes dá o conteúdo todo a distância, e no momento presencial o professor propõe atividade em que o aluno tem uma postura mais ativa. O professor trabalha mais como orientador ou coaching na realização de tarefas”, afirma Capelato.

As matrículas nessa modalidade também tiveram um crescimento significativo. Entre os anos de 2016 e 2017, o número de ingressantes em cursos superiores de EaD cresceu 27%, segundo o Censo da Educação Superior 2017, o mais recente. Em 2002, essa parcela de alunos somava 40.714 e representava cerca de 1% do universo total das matrículas do ensino superior; hoje são mais de 21%, o equivalente a 1,8 milhão de estudantes, de acordo com o censo.

No ano passado, 253 mil alunos concluíram a graduação em EaD, e 948 mil, no formato presencial. O censo apontou que pelo menos 258 instituições oferecem 2112 cursos a distância; há três anos eram 849 cursos em 131 universidades.

A Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) calcula ainda que haja um grande volume pessoas fazendo cursos a distância que não são regulamentados pelo MEC e por isso não oferecem titulação. Segundo a Abed, mais de 4 milhões fazem cursos livres de curta duração de diversos temas, de idiomas à culinária, e há pelo menos 300 alunos em cursos de pós-graduação lato sensu no modelo EaD. A categoria lato sensu compreende programas de especialização, por isso ao conclui-la o estudante recebe um certificado, e não um diploma.

Quem estuda a distância no Brasil?

Os alunos matriculados nos cursos EaD têm idade média de 30 anos, são casados, trabalham e colaboram com o sustento da família, segundo dados do perfil socioeconômico extraídos do Censo da Educação Superior e tabulados pelo Semesp, entidade que reúne as mantenedoras do ensino superior.

As mensalidades custam aproximadamente um terço do valor cobrado em cursos presenciais equivalentes. A evasão, por sua vez, também é mais alta – 35% contra 28%. Estudantes dos cursos presenciais são mais jovens, têm em torno de 22 anos, são solteiros, não trabalham e contam com a família para bancar as despesas relacionadas ao estudo.

Mas e a qualidade?

Um dos pontos frágeis do ensino a distância é a qualidade. Embora a Abed afirme que diminuiu o preconceito da sociedade e do mercado do trabalho em relação ao modelo, e garanta que a qualidade do ensino a distância é similar ao do curso presencial, os números do Enade ainda mostram uma diferença de desempenho.

O Enade é uma avaliação com 40 questões aplicada pelo Ministério da Educação para medir o desempenho dos alunos no ensino superior. As notas variam de 1 a 5 (quanto maior, melhor o desempenho).

Em 2016, apenas cinco instituições detinham 58% das matrículas em EaD e, em sua maioria, ofereciam cursos com conceito Enade abaixo do patamar de 1,5 nos exames de 2015 e 2016, segundo análise de Carlos Bielschowsky, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e estudioso do tema. O que chama atenção é que essas mesmas instituições, de acordo com o professor, tinham resultados melhores no Enade para os cursos presenciais.

“Quase 60% da oferta em EaD está concentrada em poucas instituições que fazem um trabalho preocupante. Eu acho que o EaD é maravilhoso, abre portas, temos inúmeros casos de sucesso, porque é uma metodologia que inclui as pessoas de classes sociais menos favorecidas, mas infelizmente há distorções”, afirma Bielschowsky.

Bielschowsky diz que entre os anos de 2007 e 2010, período em que ocupou o cargo de secretário de ensino a distância no MEC, o governo federal supervisionou as instituições que apresentaram resultados mais fracos e foi constatado que a qualidade do ensino era “superficial”. Consequentemente, o Enade feito pelos estudantes acompanhava essa “superficialidade”, e por consequência produzia resultados ruins.

No caso do Enade 2016, cerca de 80% dos alunos de EaD fizeram cursos avaliados com nota 2, e ficaram abaixo da média 3 estipulada pelo MEC. Para o docente, o problema não está relacionado com a modalidade, e sim com a oferta oferecida por um grupo pequeno de universidades que possui a maior concentração de matrículas.

O Enade 2017, por exemplo, mostrou resultados excelentes nos cursos de EaD de Pedagogia da Universidade Federal de São Carlos (4,6 de um total de 5 pontos) e da Uerj (3,8). Em contrapartida, a Faculdade Educacional da Lapa, que tinha 15 mil alunos, atingiu Enade de 1,03, e a Unopar, no Pará, com 78 mil matrículas, atingiu nota de 1,5 no Enade do mesmo ano.

“O Brasil tem muita coisa boa, o problema não é saber fazer. Tem universidades particulares e públicas que fazem um bom trabalho. O problema é que algumas instituições possuem muitas matrículas e o desempenho desses alunos no Enade é ruim”, explica Bielschowsky. Segundo ele, para entender o problema da qualidade é necessário haver um “forte processo de supervisão” do governo federal.

O MEC informou que a qualidade dos cursos passa pelo “crivo dos avaliadores do Inep, análise de mérito acadêmico e proposta curricular rígida, baseada em parâmetros estabelecidos pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). […] Para a modalidade EaD, a avaliação inclui visita in loco, realizada pelo Inep, que conta com comissão de especialistas da área de conhecimento do curso e na própria modalidade”. Com informações do G1.

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Neste domingo (16), 25 mil candidatos farão as provas do vestibular do Instituto Federal de Pernambuco. É importante ficar atento às regras e horários do concurso. Na disputa estão 4.538 vagas distribuídas em 65 cursos técnicos e superiores nos 16 campi.

Horários

Abertura dos portões: 8h
Início das provas: 9h
Término das provas para candidatos dos cursos técnicos: 12h
Término das provas para candidatos dos cursos superiores: 13h

O que levar

– Cartão de inscrição (clique aqui)
– Documento de identificação oficial com foto (RG, carteira de trabalho ou carteira de reservista, por exemplo)
– Caneta esferográfica de tinta preta

Provas

Concorrentes dos cursos técnicos integrados-
10 questões de cada uma das seguintes disciplinas: matemática, português e conhecimentos gerais (biologia, história e geografia ou disciplinas equivalentes do ensino fundamental)

Concorrentes dos cursos técnicos subsequentes
10 questões de cada uma das seguintes disciplinas: matemática, português e conhecimentos gerais (física, química, biologia, história e geografia)

Candidatos dos cursos superiores:
– Redação
– 50 questões objetivas, sendo 10 quesitos de português, 10 de matemática e 5 de cada uma das seguintes disciplinas: língua estrangeira, física, química, biologia, história e geografia

Veja a concorrência do vestibular do IFPE

Recomendações

– Chegar ao local de prova com uma hora de antecedência
– Observar se o documento de identidade está em bom estado de conservação
– A folha de redação não deverá ser assinada nem conter quaisquer outras formas de identificação do candidato, sob pena de ser anulada
– Não será permitida qualquer consulta nem uso de máquina calculadora ou quaisquer equipamentos eletrônicos de comunicação
– Não será permitido o acesso do candidato em local de prova diferente do designado em seu Cartão de Inscrição.
– A marcação dos alvéolos na FOLHA-RESPOSTA deverá ser feita completamente, com caneta esferográfica de tinta na cor preta
– Será atribuída NOTA ZERO à redação que:

– contiver a folha-resposta identificada ou em branco;
– fugir totalmente ao tema proposto pela Banca de Elaboração;
– não atender ao número mínimo de linhas;
– contiver impropérios ou outras formas propositais de anulação, como a presença de xingamentos direcionados à Banca Elaboradora e/ou aos demais componentes da CVEST/IFPE;
– estiver com o canhoto da folha-resposta destacado.

Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com a CVEST através do e-mail cvest2018@reitoria.ifpe.edu.br ou pelo telefone (81) 2125.1724.

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A Direção de Ensino do campus do IFPE em Afogados da Ingazeira convida os pais ou responsáveis pelos estudantes dos cursos integrados em Saneamento e Informática para comparecerem ao plantão pedagógico com os professores dos respectivos cursos.

Primando pelo bom desenvolvimento das atividades dos docentes e discentes, o encontro é mais um momento para encaminhamento dos processos de encerramento das atividades pedagógicas do segundo semestre de 2018.

Confira abaixo a data e horário relativo a cada curso/período:

1º e 2º períodos de Informática: terça-feira (18), às 18 horas

1º e 2º períodos de Saneamento: quarta-feira (19), às 18 horas

4º e 6º períodos de Informática e Saneamento: quinta-feira (20), às 18 horas

Local: Sala de Reuniões 

Jayse Ferreira ganhou o prêmio de melhor professor na categoria ensino médio em 2014 / Foto: TV Escola

Nesta quinta-feira (13), foi divulgada a lista final dos 50 melhores educadores do mundo e nela apareceu o nome do pernambucano Jayse Ferreira, professor de Educação Artística na Escola de Referência em Itambé, Zona da Mata do Estado. A lista foi elaborada pelo Global Teacher Prize, considerado o “Nobel da Educação”.

Além de Pernambuco, São Paulo também está representado na lista com Débora Garofalo, professora de tecnologias da EMEF Ary Palmeiras. Os dois foram escolhidos entre mais de 10 mil nomes de 179 países e agora aguardam a próxima etapa, em fevereiro de 2019, na qual a Academia do Prêmio Global de Professores vai anunciar os 10 finalistas na disputa pelo prêmio de U$ 1 milhão de dólares, que será entregue em março de 2019, em Dubai, capital dos Emirados Árabes.

Para filtrar os nomes, o comitê de premiação leva em consideração o emprego de práticas educacionais escalonáveis, inovadoras, que tenham resultados visíveis, causem impacto na comunidade, melhorem a profissão docente e ajudem os alunos a tornarem-se cidadãos.

Atualmente, o Global Teacher Prize está na sua quinta edição, e já teve dois brasileiros entre seus 10 finalistas, sendo eles o capixaba Wemerson da Silva Nogueira, em 2017, e o paulista Diego Mahfouz, em 2018. Até hoje, no entanto, nenhum brasileiro ganhou o prêmio.

Conheça o pernambucano

Em 2014, Jayse Ferreira esteve na TV JC para falar do seu projeto “Etnias do Mundo”, premiado pelo Ministério da Educação naquele ano, além de ter rendido ao educador da à Escola de Referência de Itambé o título de melhor professor na categoria ensino médio do 8º Prêmio Professores do Brasil.

O projeto visava trazer autoestima aos alunos resgatando o orgulho das suas raças, seja negra, indígena, parda ou branca, além de tentar acabar com o preconceito de cada uma delas. Para isso, incentivou a pesquisa, filmes, ensaios fotográficos e muitas atividades envolvendo a comunidade para discutir as origens da etnia de cada aluno.

Débora Garofalo, por sua vez, ensina conteúdo relacionado à tecnologia em uma área carente de São Paulo, e criou o projeto “Robótica Com Sucata”, que está próximo de alcançar a marca de 1 tonelada de lixo retirado das ruas.

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Em comemoração ao seu 98º aniversário, Clarice Lispector é o tema da segunda edição do projeto ‘Leitura no Banheiro’, que acontece regularmente no campus do IFPE em Afogados da Ingazeira. Organizado pela equipe da Biblioteca João Paraibano, a ideia da ação contínua é estimular a leitura na comunidade acadêmica do campus, divulgando em locais estratégicos trechos de livros que incentivem as pessoas a buscarem as obras na Biblioteca. Em sua estreia, o projeto abordou o tema da política, fazendo relação com o período eleitoral.

De acordo com Thiago Leite, bibliotecário do campus, a proposta da atividade é disponibilizar fontes de informação utilizando espaços comuns, e neste caso em especial, os banheiros da instituição, no intuito de criar ou estimular o ato de ler e a promoção do conhecimento. Segundo Leite, a ação já vem sendo realizada no campus Araranguá, do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), o que o incentivou a trazer a ideia para o campus Afogados. “Isso pode contribuir para que essas pessoas conheçam e a partir daí explorem mais o acervo literário do campus, promovendo o hábito da leitura. Distribuímos cartazes com fragmentos marcantes de livros, despertando a curiosidade para que o leitor procure saber mais daquela obra, dando um gosto de “quero mais”. Divulgamos também o nome do livro e sua localização na Biblioteca, o que facilita o acesso”, ressalta Thiago.

https://portal.ifpe.edu.br/campus/afogados/noticias/projeto-leitura-no-banheiro-traz-clarice-lispector-como-tema/clarice-lispector/@@images/cb5340c8-6389-45af-bd5e-7162411593f9.png

Dessa vez, o destaque do projeto é a produção literária de Clarice Lispector, escritora ucraniana, radicada no Brasil e considerada uma das mais expressivas romancistas do modernismo brasileiro, que se estivesse viva completaria 98 anos, celebrados no dia 10 de dezembro. Para mostrar um pouco da obra dessa renomada escritora, a Biblioteca do campus dispõe em seu acervo os títulos A descoberta do mundo, A hora da estrela, A legião estrangeira, A paixão segundo G.H., Aprendendo a viver, Felicidade clandestina, Laços de família, O primeiro beijo e outros contos, Perto do coração selvagem, e Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres.

Um em cada quatro candidatos do vestibular do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), marcado para o próximo domingo (16), ainda não acessou o cartão de inscrição, segundo a comissão organizadora do concurso. Significa que cerca de 6 mil estudantes (uma média de 25%), de um universo de 25 mil inscritos, ainda não sabem o local em que farão as provas. A apresentação do documento é obrigatória.

Além do cartão, o candidato deverá mostrar um documento oficial de identificação com foto e em bom estado de conservação. Os testes, de acordo com o manual do vestibular, devem ser respondidos com caneta esferográfica preta.

Clique aqui para acessar o cartão.

Para os cursos técnicos, as provas terão três horas de duração, das 9h às 12h. Os concorrentes dos cursos superiores terão avaliação das 9h às 13h, ou seja, com quatro horas de duração.

Matemática, português e conhecimentos gerais serão as três provas para os candidatos dos cursos técnicos, cada uma com 10 questões.

A seleção para os cursos superiores terá uma redação e mais 50 questões objetivas, sendo 10 quesitos de português, 10 de matemática e 5 de cada uma das seguintes disciplinas: língua estrangeira, física, química, biologia, história e geografia.

O vestibular oferece 4.538 vagas, distribuídas entre 65 cursos técnicos e superiores em 16 unidades acadêmicas (Abreu e Lima, Afogados da Ingazeira, Barreiros, Belo Jardim, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Garanhuns, Igarassu, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Palmares, Paulista, Pesqueira, Recife e Vitória de Santo Antão).

Entre os técnicos integrado,o mais disputado é segurança do trabalho, no turno da manhã, no Recife, com 38,30 candidatos por vaga.

Na modalidade técnico subsequente, o curso mais concorrido é o enfermagem de Belo Jardim, com 17,37 candidatos por vaga.

Análise e desenvolvimento de sistemas, oferecido no Recife, é o preferido dos cursos superiores. Cada vaga será disputada por 18,89 estudantes.