Educação

A Diretoria de Gestão de Pessoas do (DGP) do IF Sertão-PE publicou o edital nº 32/2019, referente ao concurso público para o provimento de cargos efetivos de Técnico-Administrativo em Educação, para o quadro permanente da Instituição e lotação em quaisquer um dos campi da Instituição. As inscrições estão abertas entre os dias 20 de maio e 20 de junho de 2019. A prova objetiva será aplicada no dia 25 de agosto e o resultado final do certame será divulgado a partir do dia 17 de outubro.

Dentre os cargos de nível superior, há vagas para contador; engenheiro agrônomo; nutricionista; psicólogo; pedagogo e zootecnista. Já para o nível médio a disputa será para os cargos de Técnico de Laboratório (Edificações); Técnico de Laboratório (Física); técnico em Audiovisual; Técnico em Edificações; Técnico em Tecnologia da Informação e Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais.

Acesse aqui o edital.

Enem 2019 tem 6,3 milhões de inscritos

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou 6.384.957 inscritos para a edição de 2019. As inscrições terminaram na última sexta-feira (17).

Os estudantes têm até o dia 23 de maio para pagar a taxa, no valor de R$ 85. O total de participantes confirmados será divulgado no dia 28 deste mês. Quem teve direito à isenção do pagamento da taxa e concluiu a inscrição no prazo tem participação garantida. As provas do Enem 2019 serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro, com quatro provas objetivas e 180 questões, além da redação. O Enem é realizado anualmente Inep, vinculado ao Ministério da Educação. Em 21 edições, o exame recebeu quase 100 milhões de inscrições.

O exame avalia o desempenho do estudante e viabiliza o acesso à educação superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (ProUni) e instituições portuguesas.Com informações da Agência Brasil 

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 terá o cronograma mantido. A afirmação é do novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes (foto), em entrevista, nesta sexta-feira (17), à TV MEC e ao Portal MEC. A instituição é responsável pela prova.

“Os mais de 5 milhões de estudantes que se inscreveram no Enem podem ficar tranquilos. O cronograma está mantido. Tanto Inep quanto MEC (Ministério da Educação) vão trabalhar juntos para que tudo ocorra com tranquilidade”, disse.

Lopes é servidor público da carreira de analista de comércio exterior desde 1999. Graduado em engenharia química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em direito pela Universidade de Brasília (UnB).

O novo presidente do Inep já exerceu diversas funções na administração pública como, por exemplo, secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização, e subsecretário de Políticas Públicas do Governo do Distrito Federal.

“Quero trazer essa experiência de gestão em vários órgãos para o Inep para que a gente consiga cumprir nossa missão institucional com sucesso”, destacou.

Ele sucede o delegado Elmer Coelho Vicenzi no cargo. O antigo ocupante ficou 24 dias à frente do Instituto e saiu, a pedido, segundo o MEC, na quinta-feira (16).

Encceja

Sobre o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), Lopes ressaltou o início das inscrições na segunda-feira (20). 

“O Encceja é muito importante para aquelas pessoas que não conseguiram concluir os estudos no tempo correto. O cronograma também está mantido e esperamos que tenha uma grande participação da sociedade”, espera. 

O prazo para as inscrições encerra no dia 31 de maio e o cadastro é gratuito, pela internet, no Sistema Encceja. 

No Brasil e no exterior, os candidatos visam obter certificação no nível de conclusão do ensino fundamental, que exige, no mínimo, 15 anos; e ensino médio, que requer 18 anos completos até o dia de aplicação da prova. O edital para provas fora do Brasil será lançado posteriormente. 

As provas serão aplicadas em 25 de agosto, nos turnos da manhã e tarde, em 611 municípios brasileiros. Quem se inscreveu em 2018 e não fez a prova terá outra chance este ano, basta selecionar o motivo da ausência no processo de inscrição.

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Os cortes promovidos pelo Ministério da Educação nas instituições de ensino superior federais já agrava um dos principais problemas de Pernambuco: o desemprego. Somente nesta semana, diante da diminuição do orçamento previsto para o ano, a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) teve que cancelar contratos de serviços como segurança, manutenção, limpeza e cuidados com os animais, totalizando 112 demissões. De acordo com a reitora Maria José de Sena, a redução é gerada pela necessidade de readequação e não é descartado que outras reduções sejam realizadas.

O número de postos de trabalho em risco na soma entre a UFRPE, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) e Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) chega a 3,5 mil. Embora apenas a UFRPE tenha realizado cortes relacionados ao contingenciamento de verbas até o momento, a tendência é que todos as instituições federais de educação sejam forçadas a reduzir o quantitativo de funcionários terceirizados.

“Temos contratos feitos para o ano todo, então, cinco meses depois, cortar mais de 30%, significa parar as atividades e gerar desemprego. A UFPE tem 1.500 trabalhadores terceirizados, vai provocar mais desemprego”, afirmou o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Anísio Brasileiro, durante o ato contra os cortes ocorrido na última quarta-feira (15). Em Pernambuco, todas as instituições atingidas pelos cortes garantem o funcionamento apenas até o início de setembro, caso o cenário atual não seja revertido.

Em média, a tesoura promovida pelo ministro Abraham Weintraub acarreta uma redução de 29,74% nas verbas não obrigatórias ou discricionárias, que se dividem entre custeio e investimento, de acordo com dados da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes). No caso da Univasf, por exemplo, o bloqueio ocorrido no dia 30 de abril representou a diminuição de pouco mais de R$ 11 milhões relativos ao custeio da universidade e cerca de R$ 500 mil que seriam destinados a investimentos, de acordo com dados da assessoria de comunicação.

A situação dos 16 campi do Instituto Federal de Pernambuco também é preocupante. Conforme dados fornecidos pela assessoria de comunicação, mais de R$ 21 milhões que seriam utilizados para garantir o funcionamento básico da instituição foram contingenciados, atingindo de forma significativa a segurança, limpeza, internet, energia elétrica e água. Das salas de aula e laboratórios, aos alojamentos estudantis, todos os setores das unidades distribuídas pelo estado têm o funcionamento em risco. Com informações da Folha de Pernambuco.

Provas serão realizadas no dia 30 de junho / Foto: Divulgação/IFPE

O Instituto Federal de Pernambuco anunciou nesta terça-feira (14) a abertura das inscrições para o seu vestibular. Serão 3.213 vagas para 63 cursos técnicos e superiores. O estudante pode se inscrever a partir das 12h desta terça até o dia 9 de junho através do site cvest.ifpe.edu.br.

As inscrições custam R$ 30 para cursos técnicos e R$ 55 para os superiores. Quem quiser a isenção pode pedir de hoje até o dia 23 de maio. O resultado da isenção sai no dia 31 de maio.

As provas serão realizadas no dia 30 de junho, com o resultado saindo em 15 de julho. 

SERVIÇO

Em caso de dúvidas, o estudante pode ligar para o telefone 81 2125-1724 ou enviar e-mail para vestibular@ifpe.edu.br

A estudante do 3º ano do Ensino Médio Integrado, do campus do IF Sertão-PE em Serra Talhada, Luane Ferraz, esteve junto aos professores Alane Luma e Cícero Muniz, na entrega do XI Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero, que ocorreu em Recife. O motivo da presença da aluna na cerimônia, é que a redação dela foi uma das 10 premiadas, entre mais de mil produções, na categoria “Redação de Ensino Médio”.

O Prêmio Naíde Teodósio é realizado pela Secretaria da Mulher de Pernambuco desde 2008, e premia artigos, redações e experiências pedagógicas exitosas de estudantes de Ensino Médio, Subsequente e professores de todo o estado, relacionadas a Estudos de Gênero. A cerimônia, realizada no teatro de Santa Isabel, contou as presenças da secretária da Mulher do Estado, Silvia Cordeiro, da vice-governadora, Luciana Santos, além de estudantes e professores de escolas públicas da capital e de diversas cidades de Pernambuco.

Em sua produção, Luane falou sobre a desigualdade de gênero no campo da ciência, citou o quanto muitas mulheres cientistas foram inviabilizadas ao longo dos séculos e do quanto, apesar dos avanços, ainda há uma disparidade entre o reconhecimento dado a homens e mulheres em todo o mundo.

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O campus do IFPE em Afogados da Ingazeira foi cenário da abertura da segunda edição do Intervalo Cultural, projeto que se destina a apresentar os talentos de estudantes e servidores que fazem parte do campus, como show de música, canto, bandas, dança, stand-up comedy, paródia, playback, entre outras atividades artísticas e culturais.

No primeiro dia de apresentação, o que predominou foi à música, por meio de bandas, duplas de voz e violão e cantores solo, que foram desde o sertanejo até o rock, sem esquecer do forró e também das baladas de MPB.

Segundo o professor Alexsander Costa, idealizador desse projeto, a relação do ensino-aprendizado não está restrita a sala de aula, transpondo esse limite. “A música, por exemplo, é uma arte, que também é uma forma de aprendizado, uma expressão do sujeito dentro de um contexto cultural. Em atividades como essa é possível trabalhar não só conhecimentos acadêmicos, mas também desenvolver nos estudantes aspectos subjetivos, como autoestima e formação de identidade”, destacou.

O docente ressaltou ainda que “o projeto também pode contribuir no combate à evasão do aluno, pois ele começa a se identificar com o campus além da sala de aula, criando um pertencimento com esse espaço”.

À direita, Eugênio Matiolli, aprovado para o doutorado da Universidade de Lyon, na França, com bolsa da Capes Foto: Acervo pessoal

O Globo

Cinco dias após suspender a concessão de novas bolsas de mestrado e doutorado em universidades, o governo federal resolveu liberar 1.224 bolsas de pesquisa de programas com notas 6 e 7, os conceitos mais elevados na avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Segundo relataram coordenadores e universitários, os auxílios estavam presentes no sistema nesta segunda-feira (13).

A Capes informou também que devolveu outras 100 bolsas destinadas a doutorandos que estão retornando do exterior para concluir suas pesquisas. Das 4.798 bolsas congeladas na semana passada, restam cerca de 3,5 mil ainda bloqueadas.

O órgão relatou que as bolsas foram devolvidas por se tratarem de “programas de excelência”. Segundo a Capes, a medida não será retomada de uma forma geral, pois “depende da questão econômica”. Segundo a instituição, casos de pesquisadores que estavam prestes a receber o auxílio após terem sido aprovados em editais serão analisados individualmente.

“Afinal, uma boa notícia”, dizia um e-mail da coordenadoria do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, em São Carlos. “Nossas cotas contingenciadas (uma de mestrado e quatro de doutorado) encontram-se novamente disponíveis no sistema. Com isso, faremos as implementações entre hoje e amanhã para os alunos que estavam classificados para assumi-las”.

Outros pesquisadores de universidades públicas relataram a devolução de bolsas de programas notas 6 e 7 a seus departamentos. A Capes considera as bolsas contingenciadas “ociosas”, termo contestado pelos pesquisadores.

Para chegar à nota, que vai de 1 a 7, a Capes avalia os cursos de pós-graduação a cada quatro anos.

— Disseram que as bolsas ociosas seriam cortadas, mas elas não eram ociosas. Elas estavam aguardando matrícula dos novos alunos. A bolsa é ocupada por um aluno e, no momento em que o aluno termina a sua pesquisa, essa bolsa passa para outro aluno. Nessa janela, as bolsas foram retiradas, afirma Eugênio Mattioli (a direita na foto), doutorando em Ética e Filosofia Política na USP.

O presidente da Capes, Anderson Correia, havia dito em coletiva de imprensa na última quinta-feira que o congelamento das bolsas representava 1,75% do total de 200 mil benefícios destinados à pós-graduação e formação de professores da educação básica.

— Essas ações poderão ser revertidas mais à frente caso haja descontingenciamento em função da melhoria da economia do País, afirmou Correia, em conformidade com o anunciado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, em audiência realizada no Senado na terça-feira.

Weintraub condicionou o fim do contingenciamento de 30% no repasse para o orçamento de custeio  das universidades federais à aprovação da reforma da Previdência. Segundo o ministro, se houver uma melhora na economia após o projeto ser aprovado, o bloqueio do orçamento, imposto pelo ministério da Economia, pode ser revisto. Em vídeos, o ministro afirmou que o bloqueio de 30% se refere à verba para despesas discricionárias — as não obrigatórias, que incluem pagamento de contas de luz, telefone e água, de terceirizados (como funcionários responsáveis por limpeza, segurança e manutenção) e investimentos (incluindo pesquisas). Segundo ele, em relação ao orçamento geral das instituições o contingenciamento é de 3,5%.

— Com a queda na arrecadação, o ministério da Economia não teve outra alternativa se não o contingenciamento. O MEC (Ministério da Educação) é quase só universidades federais, então teve que ser contingenciado, declarou o ministro, segundo o qual 73% do orçamento da pasta é destinado às instituições do ensino superior.

— Se a Previdência passar, a situação melhora.  

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Foi realizada no campus Afogados da Ingazeira, a primeira reunião da Comissão de Articulação do IFPE com os movimentos sociais e povos do campo (Comrural) do campus.

Organizado pelo Núcleo de Extensão Rural e pelo Departamento de Pesquisa e Extensão (DPEX) do campus, o evento contou também com a participação da Coordenação de Extensão Rural do IFPE, docentes, grupos e associações de Afogados da Ingazeira e região, dentre eles, representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Afogados da Ingazeira, Secretaria Municipal de Educação – Comitê Municipal de Educação no Campo, Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco, Benvirá, Comissão Pastoral da Terra, Casa das Mulheres do Nordeste, Diaconia e Centro Sabiá.

A reunião teve como objetivo iniciar as articulações entre o instituto e a comunidade rural de Afogados da Ingazeira por meio de representantes dos movimentos, a fim de realizar parcerias para gerar projetos de pesquisa e extensão. Também foi divulgado o Seminário de Agroecologia e Educação no Campo, que ocorrerá no território dos índios Xucurus, na cidade de Pesqueira, Agreste Pernambucano, entre os dias 5 e 7 de junho, e a Semana do Meio Ambiente, a ser realizada no campus do IFPE em Afogados da Ingazeira nos dias 5 e 6 de junho.

O professor Michel Tolentino, do Núcleo de Extensão Rural do campus, ressaltou a importância do encontro: “É uma forma de promover uma maior inserção do IFPE junto às comunidades rurais da microrregião do Pajeú, produzindo um diálogo de mão dupla entre o conhecimento científico e o conhecimento popular”, disse.

O Blog de Cauê Rodrigues publicou nesta quinta-feira (09), uma denuncia onde informa que uma aluna tinha procurado o blog para reclamar da qualidade, da repetição de cardápio e a quantidade insuficiente da merenda oferecida na EREM Normal Estadual Ione de Góes Barros, o que causou indignação por parte da direção que, em nota, desclassifica a atitude do blogueiro em não procurar as partes envolvidas, no caso alunos e direção, para solucionar questões ou dar veracidade na notícia informada, o que traduz, segundo a nota, na imparcialidade e criatividade do autor.

Eis a nota:

“Nesta quinta-feira (09), foi publicada mais uma denúncia sobre a merenda da Erem Normal Estadual Professora Ione de Góes Barros pelo blog do Cauê Rodrigues. O lanche servido foi batata doce e carne moída. Lamentamos que alguns estudantes procurem esse senhor para reclamar e não procurem a gestão da escola. E esse senhor irresponsavelmente faz as postagens sem consultar a escola.

Estamos abertos a receber reclamações e resolver da melhor forma possível qualquer problema relacionados à entidade. Nossos alunos têm três refeições ao dia; lanche da manhã, almoço e lanche da tarde. Sempre teve comida suficiente para todos, não temos conhecimento de alunos que ficaram com fome por falta de nenhuma refeição.

O cardápio é organizado por nutricionistas da Secretaria de Educação do Estado e a execução acompanhada pela nutricionista da empresa Maria Maria.

Senhores pais e estudantes, estamos à disposição para esclarecer qualquer dúvida e estejam convidados a conhecer o refeitório e a alimentação servida pela escola.

Lamentamos que a falta de criatividade por parte desse senhor para encontrar notícias, faça-o produzir calúnias. E achamos que as pessoas da região sabem muito bem da credibilidade desse senhor nas notícias veiculadas”. Conclui a nota.

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Com o anúncio de ‘contingenciamento’ de 30% das verbas nas instituições federais de ensino anunciado pelo Ministério da Educação (MEC), o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) afirmou que as atividades podem ser encerradas em setembro. Em Pernambuco, a instituição tem 16 unidades e oferece 283 cursos técnicos, de graduação e pós-graduação a cerca de 27 mil alunos.

“Esse corte significa um prejuízo muito grande para as nossas atividades básicas. A questão não é só chegar até setembro, é saber como é que a gente vai chegar em setembro”, pontua a reitora do IFPE, Anália Keila Rodrigues (foto), em referência ao corte de cerca de R$ 22 milhões nas verbas de custeio.

Segundo a gestora, as visitas técnicas feitas por estudantes do IFPE a empresas, a áreas rurais e a organizações não-governamentais podem ser comprometidas. “Aqui as visitas técnicas fazem parte da construção do conhecimento. Essa mobilidade também custa dinheiro e, a partir de agora, como vai ser? Vamos tirar as visitas? Desligar computadores? Ficar sem internet?”, questiona.

Os alunos da instituição também demonstram preocupação com o anúncio de diminuição do orçamento das instituições federais de ensino.

“Muita gente está no fim do curso e não vai conseguir terminar porque o IFPE não vai mais funcionar. É horrível pensar que o pessoal chegou perto de realizar o sonho e pode não conseguir”, diz o estudante Wheldon Ricardo Souza, aluno do curso técnico em química.

A conquista dos alunos aprovados na instituição está ameaçada, na visão da reitora do IFPE. “Como vão ficar as famílias que depositaram os sonhos aqui?”, diz.

Do Tribuna do Moxotó

A partir do dia 20de maio começam as inscrições para o Vestibular – Educação a Distância (EAD) da Universidade de Pernambuco (UPE) 2019. As inscrições seguem até o dia 19, e são feitas exclusivamente pela internet, através do endereço eletrônico: http://processodeingresso.upe.pe.gov.br. A taxa custa R$ 100,00.

São ofertadas 1.530 vagas para os cinco cursos de graduação a distância da UPE (Licenciatura em Pedagogia, Biologia, Letras – Português, História e Bacharelado em Administração Pública). No processo de ingresso EAD está reservada 20% das vagas para o sistema de cotas da UPE.

Os curso são distribuídos no polos de Afrânio, Águas Belas, Cabrobó, Carpina, Floresta, Gravatá, Jaboatão dos Guararapes, Ouricuri, Palmares, Santa Cruz do Capibaribe, São José do Egito, Sertânia, Surubim e Tabira. O candidato só poderá optar por um curso em um único polo.

Os candidatos que possuem o Número de Inscrição Social (NIS), inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais poderão solicitar isenção da taxa de inscrição, no período de 20 a 24/05/2019. As provas acontecerão no dia 04/08/2019 na cidade-polo de escolha do curso do candidato. A divulgação do listão dos candidatos classificados pode acontecer até o dia 21 de agosto de 2019.

Outras informações através dos telefones: (81) 3183-3660 / 3791, no e-mail: processodeingresso@upe.br ou ainda no endereço eletrônico: http://processodeingresso.upe.pe.gov.br.

A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) informou nesta quarta-feira (08) que decidiu suspender a concessão de bolsas de mestrado e doutorado. O total do corte não foi divulgado.

Em ofício, encaminhado aos pró-reitores de pós-graduação, a Capes informa que a decisão foi tomada no dia 3 de maio pela diretoria executiva do órgão. O documento é assinado pelo presidente da Capes, Anderson Ribeiro Correia.

Foram atingidos benefícios em 5 programas: DS (Demanda Social); Proex (Programa de Excelência Acadêmica); Prosuc (Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições Comunitárias de Ensino Superior); Prosup (Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares); e PND (Programa Nacional de Pós-Doutorado).

As bolsas eram de alunos que apresentaram seus trabalhos recentemente e seriam destinadas a estudantes aprovados em processos seletivos concluídos ou em andamento.

Em nota, a Capes informou que o sistema de bolsas é fechado todos os meses para a geração de folhas de pagamento. No entanto, neste mês, ele não foi aberto para o “recolhimento de bolsas que estavam à disposição das instituições, mas que não estavam sendo utilizadas no mês de abril de 2019 (bolsas ociosas, ou não utilizadas)”.

O órgão defende que nenhum bolsista já cadastrado foi retirado do sistema. Afirma, ainda, que não sabe o número exato “das bolsas ociosas recolhidas”. As informações foram divulgadas pela Folha de São Paulo.

Mais de um milhão de pessoas se inscreveram para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 no primeiro dia de inscrições, iniciadas nesta segunda-feira (06) e vão até o dia 17 de maio, pela internet. As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

O balanço de inscritos divulgado pelo Ministério da Educação contabiliza os candidatos registrados até às 20h desta segunda-feira.

A taxa de inscrição para o Enem é de R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio. O participante terá até 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Após esse prazo, não serão mais permitidas mudanças.

O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 e 24 de maio.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de o estudante concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição.

Até às 16h dessa segunda-feira (06), o abaixo-assinado “Em defesa das Universidades Públicas Brasileiras”, no site Change.org, já contava com mais de 1,1 milhão de assinaturas. É em resposta ao corte anunciado por Bolsonaro e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, às universidades federais.

“Não podemos dizer que essa atitude do governo seja uma surpresa. Afinal, desde o início, e mesmo durante a campanha, o governo Bolsonaro tem demonstrado uma forte visão anti-intelectualista, contrária à ciência e à cultura, e à democracia”, diz o texto criado por Daniel Pires para pressionar o Congresso Nacional, o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia e o deputado Pedro Cunha Lima, presidente da Comissão de Educação da Câmara.