Policial

A Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco (Sefaz-PE) divulgou nesta terça-feira que apreendeu 400 mil maços de cigarros, no valor de aproximadamente R$ 2 milhões, acobertados por notas fiscais fraudulentas.

A ação gerou um crédito tributário de R$ 1 milhão em favor do Governo de Pernambuco.

A mercadoria estava sendo transportada em um caminhão e foi apreendida na última semana, no Posto Fiscal de Ibó, em Belém do São Francisco, no Sertão do Estado.

No momento da abordagem, o motorista apresentou apenas uma nota fiscal referente a caixas de papelão. Entretanto, a Sefaz-PE verificou o transporte de cigarros, supostamente acobertados por notas fiscais emitidas de uma empresa do Rio Grande do Norte para outra no Rio de Janeiro.

Após comunicação com o fisco fluminense, foi constatada a inexistência da empresa destinatária.

“Enquanto retida pela auditoria no posto fiscal, obtivemos informação do fisco do Rio de Janeiro declarando a não existência do estabelecimento destinatário da mercadoria, seguindo-se da inativação da inscrição estadual de ofício. Isso impossibilita a circulação da carga em qualquer unidade da Federação, tornando a nota inidônea para efeitos fiscais”, afirmou o diretor de Postos e Terminais Fiscais da Sefaz-PE, João Cruz.

A ação contou com o auxílio da Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária (DECCOT) e da Polícia Militar.

Aos 51 anos, Luís Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, acumula condenações que somam 340 anos e comanda um império por meio de bilhetes e uma rede azeitada de colaboradores Foto: Fernando Quevedo / Agência O Globo

ÉPOCA

Cela 19B, no presídio federal de Porto Velho, em Rondônia, erguido para ser um dos mais seguros do país. De seu cubículo de 7 metros quadrados, onde deveria estar absolutamente isolado, o traficante carioca Luiz Fernando da Costa, conhecido como Fernandinho Beira-Mar, mantinha uma intensa comunicação com parentes e comparsas que estavam “do lado de fora”. O sofisticado protocolo de segurança da penitenciária, criado para ser inviolável, foi burlado pelo criminoso com um simples, mas bem estruturado, esquema de envio e recebimento de bilhetes na cadeia. Não havia um detalhe sequer da organização criminosa que não passasse por seu crivo: da qualidade da droga e do tipo de munição adquirida à liberação de verbas para a quadrilha. Beira-Mar controlava tudo como se estivesse em liberdade. Com pulso firme, exigia frequentes relatórios e prestações de contas dos membros da organização. “Vocês não estão dando satisfação de nada e, por tudo isso, estão ocorrendo muitos mal-entendidos”, reclamou em um dos bilhetes.

Ao longo da campanha eleitoral, as ordens emanadas por criminosos de dentro de presídios foram colocadas em pauta por alguns dos presidenciáveis. Geraldo Alckmin (PSDB), ex-governador de São Paulo, insistiu em dizer que facções criminosas não comandavam quadrilhas de dentro de cadeias paulistas. Por outro lado, Ciro Gomes fez questão de repetir diversas vezes que, caso fosse eleito, chefes de facções criminosas seriam transferidos para presídios federais. Um deles é justamente o de Porto Velho, que não foi capaz de isolar Beira-Mar como proposto. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse nesta semana que é “melhor colocar mais gente na cadeia, mesmo que não alocada adequadamente” e promete acabar com a progressão de pena e as saídas temporárias no sistema prisional — sem elencar o que pode ser feito para impedir que presidiários continuem a gerir o crime de suas celas.

Câmera que vigia a entrada da cela de Beira-Mar. Os bilhetes são passados a vizinhos por meio de uma técnica rudimentar Foto: Reprodução

A comunicação de Beira-Mar com seus comandados a partir de uma penitenciária de segurança máxima foi comprovada por uma investigação da Polícia Federal. Duas vezes por semana, o criminoso conseguia receber e enviar mensagens. Os assuntos tratados pela quadrilha eram os mais variados, e as cartas não necessariamente eram pequenas. Muitas chegavam até mesmo a ter fotografias anexadas. Uma delas, enviada ao traficante no primeiro semestre de 2017 por uma de suas filhas, Thuany Moraes da Costa, continha a imagem de uma grande aparelhagem de som. A jovem queria o aval do pai para comprar o acessório por R$ 70 mil. O objetivo era colocá-lo em um dos estabelecimentos comerciais da quadrilha. “Não será a melhor equipe do mundo, mas atenderá bem nossas necessidades no momento. O que farei agora? Compro a que já está pronta por esse valor ou monto uma com o rapaz?”, questionou.

Beira-Mar fazia constantes cobranças de relatórios e de todas as atividades desempenhadas por sua organização criminosa. Em uma das correspondências, o traficante pede satisfação sobre o andamento da construção de um depósito de distribuição de gás que estava sendo montado pela quadrilha em Duque de Caxias, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro onde comanda o tráfico de drogas em sete favelas.

O esquema de Beira-Mar passava por uma grande teia de colaboradores. Em sua cela, o criminoso escrevia à mão as mensagens que enviaria. Os papéis eram dobrados por ele e amarrados em uma linha com um pequeno pedaço de velcro preso na ponta. O objetivo era dar peso ao fio. O criminoso conseguia passar os bilhetes para o preso da cela ao lado. Em visita íntima, esse detento repassava as cartas para sua companheira, já que Beira-Mar estava com o benefício suspenso e não tinha esse tipo de contato com sua mulher. As mulheres dobravam os papéis inúmeras vezes e embalavam em plástico filme. Em seguida os introduziam na vagina e assim conseguiam sair com eles da unidade prisional. Para que os bilhetes entrassem na cadeia, usavam estratégia semelhante.

Fora da penitenciária também havia uma estrutura para organizar a comunicação do criminoso com seus comparsas. Quando as mulheres dos detentos saíam do presídio, o conteúdo das cartas era digitado em e-mails criados pelo grupo, e a senha era distribuída para que todos pudessem acessar a conta e ler o recado. Ou seja, os e-mails não eram enviados, mas apenas mantidos em pastas, o que, em tese, impedia que fossem rastreados.  

Da mesma forma, quando algum integrante do grupo desejava conversar com Beira-Mar, suas cartas — escritas à mão ou no WhatsApp — eram digitadas e impressas para ser entregues dentro da cadeia, por meio das mulheres dos detentos. O objetivo do grupo era não deixar rastros. No entanto, durante uma operação denominada Epístolas, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em maio do ano passado, no curso das investigações, foram encontrados bilhetes manuscritos no bolso de uma integrante da quadrilha. Eram recados de outros membros para Beira-Mar. A polícia conseguiu recuperar ainda dezenas de cartas nas contas de e-mail usadas pelo grupo, descobertas com a apreensão de computadores da organização.

Algumas cartas, consideradas confidenciais por Beira-Mar, tinham de ser entregues a seus destinatários pessoalmente, por isso eram levados os textos originais. A polícia identificou pelo menos duas viagens de integrantes da quadrilha, de Porto Velho até o Rio, para entregar correspondências consideradas secretas. Uma delas aconteceu em 26 de março de 2017, quando uma comparsa do criminoso foi ao Rio entregar uma carta a Thuany.

Em um dos bilhetes recuperados pela PF, escrito em 1º de março do ano passado, Beira-Mar diz que as cartas deveriam ser embaladas para as mulheres dos presos na forma de “balas Halls”, envoltas com plástico três vezes. O traficante escreveu que cada interno conseguiria transportar “até 30 balas Halls” por visita, permitindo uma intensa comunicação com sua quadrilha. De acordo com a investigação, a comunicação estendeu-se, pelo menos, de junho de 2015 a maio de 2017. Laudos periciais produzidos pela PF já atestaram que as correspondências encontradas foram escritas por Beira-Mar.  

A organização criminosa especializada em arrombamentos a agências bancárias que foi desmembrada durante a operação Cavalo de Tróia na última quinta-feira (8) era formada por três núcleos, segundo a Polícia Civil de Alagoas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (12) junto à ficha criminal preliminar dos 11 assaltantes mortos em confronto com os policiais, na Zona Rural de Santana do Ipanema, Sertão de Alagoas.

Segundo o organograma divulgado pela Polícia Civil, o grupo criminoso era composto por um núcleo interestadual, um núcleo alagoano e um núcleo pernambucano. Todos os suspeitos mortos na ação policial foram identificados, eram de diferentes estados do Nordeste e tinham passagens pela polícia por roubo a bancos e carros-fortes.

Núcleo Interestadual

O primeiro grupo era formado por quatro suspeitos, sendo dois explosivistas, liderados pelo cearense Manoel Bezerra, vulgo Matuto. Bruno Emanuel, vulgo Bruno de Angelim que era natural do Piauí, Evandro de Paula, vulgo Saulo, que era explosivista e natural do Rio Grande do Norte e por fim o pernambucano Cristiano Rômulo, vulgo Rominho, que também auxiliava Saulo nos explosivos.

Matuto era apontando como o líder do núcleo interestadual pela polícia. Ele havia saído recentemente do presídio de Paulo Afonso na Bahia. Ele tinha várias passagens pela polícia pelos crimes de roubo a banco nos estados do Pará, Ceará e Rio Grande do Norte.

Bruno de Angelim era apontado como o mais violento do grupo e chegou a ameaçar dois capitães da PM do Piauí, segundo a polícia. Ele foi preso no estado em que nasceu por fornecer armas para quadrilhas de roubo a banco em todo o Nordeste, além de ser o responsável por fazer a contenção e atirar contra as bases policiais das cidades atacadas.

Saulo é considerado pela polícia o principal explosivista do grupo interestadual e um dos mais procurados da região Nordeste. Ele estava foragido de um presídio potiguar desde 2012 e tem várias prisões por roubo a banco na Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte. Segundo a polícia, ele participou de roubos em praticamente todo Norte/Nordeste e tem envolvimento em explosões de bancos e carros-fortes na Paraíba e Rio Grande do Norte. Em sua última prisão, chegou a trocar tiros com policias militares na cidade de Catolé do Rocha/PB.

Rominho era o segundo responsável pelos explosivos do grupo, segundo a polícia. Ele foi preso em 2017 por integrar uma quadrilha de roubo a banco e a carro-forte em uma operação na cidade de Petrolina/PE. Ele possuía mandado de prisão em aberto no estado de Pernambuco, onde era foragido por romper a tornozeleira elétrica.

Núcleo Alagoano

O grupo responsável por promover o terror nas cidades do interior alagoano, era composto por três alagoanos e um sergipano. Natural de Alagoas, José Lutemberg, vulgo Lutinho ou Doutor, era apontado como o líder da quadrilha pela a polícia. O também alagoano Carlos Alberto, vulgo Coquinho, era o explosivista do grupo. Adeildo de Souza Timóteo, vulgo Del, era de Sergipe e completando o bando, o alagoano Adjane da Silva, vulgo Jânio, que tinha como função planejar as rotas de fuga da quadrilha.

Lutinho, o principal articulador, possuía mandado de prisão em aberto pela participação no recente roubo a um agência do Banco do Brasil, no município de Igreja Nova, em Alagoas. O crime ocorreu no dia 17 de setembro deste ano. Segundo a polícia, ele dava suporte logístico aos grupos dos outros estados, providenciando armas de fogo, carros e esconderijos.

De acordo com a Polícia Civil, Coquinho tem participação em pelo menos 30 ataques a agências bancárias em Alagoas desde 2015, ano em que começou a atuar como explosivista. Assim como Lutinho, ele também possuía mandado de prisão em aberto por participar do arrombamento em Igreja Nova. No início de outubro deste ano, policiais encontraram mais de 25 kg na residência de Coquinho, localizada na Zona Rural de Craíbas, município do Agreste de Alagoas.

Del é velho conhecido e parceiro de Lutinho e Coquinho, segundo a polícia. O trio vinha atuando em ataques a instituições financeiras em Alagoas desde 2015. Eles são responsáveis pela grande maioria dos roubos a bancos no estado. Desde abril de 2017, Del estava cumprindo pena no sistema prisional alagoano. Ele foi solto no último dia 8 de outubro deste ano.

Jâni, que conhecia as rotas do Sertão que interligam Alagoas a outros estados circunvizinhos, era apontado pela polícia como o responsável pela fuga da quadrilha. Atuou tanto em Pernambuco quanto em Alagoas e foi preso em junho de 2016 por porte ilegal de arma de fogo.

Núcleo de Pernambuco

Este grupo era o menor da organização criminosa, pois era composto apenas por três suspeitos, todos pernambucanos, e não tinha líder. O explosivista do grupo era André Luiz, segundo a polícia. Josivan dos Santos, vulgo Vanvan, e o armeiro Adriano Souza, vulgo Junior Preto, completavam a quadrilha em Pernambuco.

André Luiz era procurado pelas forças policiais em todo o Nordeste. Tinha envolvimento como explosivista em diversos ataques em toda a região. Ele foi preso em setembro de 2016 em Pernambuco por roubo a banco.

Vanvan, assim como André Luiz, também era procurado pelas polícias de Alagoas, Pernambuco e Bahia. Para a polícia, ele era responsável pelo fornecimento de explosivos, espoletas e cordel detonante para vários grupos criminosos de assalto a banco no Norte/Nordeste. No núcleo pernambucano, ele era quem fazia a contenção e atirava contra as bases policiais das cidades alvo.

De acordo com a polícia, Junior Preto era o responsável pelo transporte armas entre os estados e também participou do roubo a agência do Banco do Brasil em Igreja Nova, Alagoas. Ele respondia um processo por roubo a banco em Sergipe. 

Líder do Exército fala sobre suposta volta dos militares ao poder

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, revelou em entrevista ao jornal ‘Folha de S. Paulo’, publicada neste domingo (11), a preocupação com a interpretação de que a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para presidente representa uma volta dos militares ao poder: “Absolutamente não é”.

Segundo Villas Bôas, “a imagem dele [Bolsonaro] como militar vem de fora. Ele é muito mais um político”. No entanto, o comandante admitiu uma “inevitável associação” entre Exército e o novo governo.

“Alguns militares foram eleitos, outros fazem parte da equipe dele, mas institucionalmente há uma separação. E nós estamos trabalhando com muita ênfase para caracterizar isso, porque queremos evitar que a política entre novamente nos quartéis.”

Sobre a conversa com o presidente, com quem esteve na última terça-feira (06), o militar afirma tratar-se apenas de “uma visita de cortesia”. “Tivemos uns dez minutos de conversas específicas. Aqui no Exército será alguém da turma dele, e os quatro generais mais antigos são da turma dele. Sugeri que colocasse um civil na Defesa. Com o ministério com tantos militares, teria um equilíbrio interessante. Mas ele insistiu que fosse um oficial-general de quatro estrelas”, completou.

Bolsonaro é o primeiro militar eleito pelo voto direto desde 1945 e o primeiro no poder desde o fim da ditadura.

Associação pedirá elogio a policiais que mataram onze após assalto

A Aspol (Associação dos Servidores da Polícia Civil) de Alagoas pediu a concessão de elogio público aos policiais que participaram de uma ação em que 11 suspeitos foram mortos após um assalto a banco no interior do estado de Pernambuco, na quinta-feira (08).

Para a associação, houve “dedicação excepcional no cumprimento do dever, transcendendo ao que é normalmente exigível”, com risco à segurança pessoal dos policiais.

“Graças a Deus, os policiais cumpriram com seu mister constitucional e saíram com vida, o que demonstra que a polícia se encontra preparada”, declarou o presidente da Aspol, Hebert Melanias, para quem a ação policial foi legítima.

O confronto ocorreu durante a Operação Cavalo de Tróia, que pretendia desarticular uma quadrilha de roubo a bancos com atuação no sertão nordestino. 

Por volta das 15h de quinta, os policiais cercaram uma casa em Santana do Ipanema, no sertão de Alagoas, onde os suspeitos estavam escondidos, a fim de render o grupo.

Segundo a Polícia Civil de Alagoas, os criminosos responderam com tiros de fuzil, e os policiais revidaram. Nenhum policial ficou gravemente ferido. “Eles dispararam sem nenhuma técnica. A Polícia Civil tem todo o preparo”, afirmou nesta sexta-feira (09) o delegado Fábio Costa, um dos responsáveis pela operação.

No local, foram apreendidos dois fuzis, quatro espingardas, pistolas, coletes à prova de bala e explosivos. Pelo menos três dos mortos eram procurados pela Polícia Federal, suspeitos de terem participado de assaltos a bancos em outros estados, segundo o delegado.

A operação foi criticada pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Alagoas, que pediu esclarecimentos sobre o episódio. Em ofício enviado à Secretaria da Segurança Pública, o advogado Ricardo Moraes, presidente da Comissão de Direitos Humanos, menciona imagens que circulam nas redes sociais, que mostram corpos amontoados dentro da casa e na caçamba de uma caminhonete apreendida no local. Boa parte dos mortos aparece apenas de cueca.

“A OAB Alagoas […] enfatiza uma grande preocupação com a divulgação das referidas fotos, que são chocantes”, escreveu Moraes, para quem as imagens levantam hipóteses sobre o caso e “demonstram um verdadeiro desprezo pela vida humana”.

A Polícia Civil instaurou uma comissão para apurar as circunstâncias do episódio.

Policiais que atuam em Alagoas defenderam os colegas. Eleito deputado estadual pelo PSL, o policial militar Cabo Bebeto afirmou que os colegas “agiram com cautela, inteligência e bravura”, “mesmo diante de toda a dificuldade enfrentada no dia a dia e ainda diante de uma situação extremamente tensa e delicada”.

Segundo ele, os policiais agiram dentro da lei, já que atiraram apenas para revidar os tiros dos suspeitos. Com informações da Folhapress.

Não há registros de feridos, presos ou foragidos / Foto: Reprodução/Facebook

Um grupo suspeito de explodir uma agência bancária em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, na madrugada desta quinta-feira (08), morreu em confronto com a polícia de Alagoas, estado vizinho, durante a tarde. De acordo com a Polícia Civil, 11 homens morreram. Não há registros de feridos, presos ou foragidos.

Segundo o delegado Fábio Costa, diretor da Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic) e um dos coordenadores da Operação Cavalo de Tróia, alguns dos integrantes do grupo criminoso já estavam sendo investigados no estado. “Houve um assalto em Águas Belas e estávamos no encalço de alguns deles. Acabamos encontrando a residência onde estavam escondidos”.

Onze mortos

A casa em que a quadrilha se escondia está localizada no povoado Areia Branca, em Santana do Ipanema, sertão alagoano, a cerca de 35 quilômetros de Águas Belas. De acordo com delegado, cerca de 30 agentes, contando com o apoio do agrupamento aéreo em um helicóptero, montaram um cerco no local. “Quando nós demos voz de prisão para que eles saíssem da casa, eles começaram a disparar”, explicou. Na troca de tiros, não houve policiais feridos e nenhuma viatura foi atingida. 

“É um milagre estarmos vivos. A troca de tiros foi intensa”, acrescentou o policial.

Ao todo, 11 suspeitos morreram no confronto. Até o momento da publicação desta matéria, as identidades dos mortos não tinham sido reveladas. “É um grupo que tinha explosivistas dos mais perigosos do Nordeste, que atuaram em diversos estados. Muitos deles eram conhecidos”, disse o delegado Fábio Costa.

Apreensões

Armas, incluindo fuzis, escopetas calibre 12 e pistolas, foram apreendidas no local. Os policiais também encontraram explosivos, dinheiro, e a caminhonete utilizada na ação em Águas Belas.

Os detalhes sobre a ocorrência serão repassados em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (09).

Legenda

Leia a nota da Polícia Civil de Alagoas:

Na tarde de hoje, dia 08/11, uma operação deflagrada pela DEIC culminou no confronto de onze criminosos que cometeram o assalto ao banco Bradesco de Águas Belas, Pernambuco, nesta madrugada. A ação ocorreu na área rural de Santana do Ipanema e onze suspeitos foram atingidos por disparos, os quais foram socorridos ao hospital da região, mas entrarem em óbito. Armas, explosivos, dinheiro, e a caminhonete utilizada no assalto foram apreendidos. A ação foi coordenada pelos delegados Fábio Costa, Cayo Rodrigues e Thiago Prado e contou com o apoio do Grupamento Aéreo. Amanhã terá uma coletiva em hora e local a ser definido pela SSP.

Segundo a PM, a ação ocorreu por volta de 1h / Foto: Reprodução/Blog Agreste em Alerta

Uma agência bancária foi explodida na madrugada desta quinta-feira (08), na cidade de Águas Belas, Agreste de Pernambuco. O alvo dos criminosos foi o Bradesco, localizado na Rua Manoel Borba, no centro do município. De acordo com a Polícia Militar (PM), os suspeitos roubaram um veículo modelo S-10 no próprio município e levaram os ocupantes como reféns. Outros três veículos também foram utilizados na investida.

Houve troca de tiros entre os criminosos e a PM. Ainda não há informações se alguém ficou ferido. Os reféns foram liberados e o veículo abandonado. Ainda segundo a PM, a ação ocorreu por volta de 1h.

Os suspeitos fugiram pela BR-423, sentido Alagoas. Eles espalharam grampos pela estrada para dificultar a ação dos policiais. Não há informações se alguma quantia foi levada. Até o momento ninguém foi preso.

A polícia vai investigar o caso. A agência bancária deve passar por perícia nesta manhã.

Outras investidas

Em julho de 2017, a mesma agência também foi alvo de explosão. Cerca de dez homens em dois veículos participaram da ação e duas pessoas que estavam em uma praça nas proximidades do banco foram feitas reféns.

Em dezembro de 2016, uma agência do Banco do Brasil foi assaltada. Segundo informações da Polícia Militar, cerca de 15 homens fortemente armados fizeram adolescentes de reféns, atiraram contra a sede da PM, viaturas e a Delegacia da Polícia Civil da região e explodiram os caixas eletrônicos da agência.

Material foi encontrado na residência do suspeito, no povoado de Caiçarinha da Penha / Foto: Divulgação/Polícia Militar

Uma carga roubada de óleo lubrificante foi recuperada na tarde dessa terça-feira (6) em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco. De acordo com o 14° Batalhão da Polícia Militar, após levantamento, foi descoberta a localização do caminhão com o material, que estaria no povoado de Caiçarinha da Penha, no mesmo município, no endereço de um dos suspeitos pelo crime.

Segundo a PM, os agentes foram até o local com a intenção de prender um agricultor, que teria roubado toda a carga junto com outros dois homens. Assim que o efetivo policial chegou ao endereço, o mesmo conseguiu fugir.

A esposa do suspeito, que estava no local, alegou à polícia que não sabia da atividade criminosa do marido e que os dois viviam do plantio de mandioca. Em seguida, a mulher levou os policiais até o depósito, que servia para armazenar a colheita, onde os agentes encontraram os produtos roubados.

No local, foram apreendidos, 189 unidades de óleo hidráulico 68 de 20 litros; quatro unidades de óleo hidráulico 140 GL5 de 20 litros; seis unidades de óleo hidráulico Max 2 turbo 15W40 de 20 litros; um tambor de graxa Graxlub de 200 kg; uma caixa de óleo base Pag 100 com 24 unidades de1 litro; seis baldes de graxa de 10 kg; 101 baldes de graxa de 18 kg; 34  caixas de óleo Supreme 20W50, com 24 unidades de 1 litro, cada caixa; 16 caixas de óleo Hipoide 90 GL4, com 24 unidades de 1 litro, cada caixa, entre outros nove tipos de óleo.

Grande quantidade

Segundo a PM, a carga roubada e recuperada era tão grande, que foi necessário o aluguel de um caminhão e uma caminhonete para ser feito o transporte até a Delegacia de Serra Talhada, onde será feita a adoção das medidas cabíveis.

A polícia, agora, tenta localizar o agricultor que fugiu ao notar que o efetivo estava chegando em sua casa, para que ele leve os agentes até os outros dois suspeitos, ainda não identificados. A Polícia Civil investigará o caso.

Com o idoso, a PF só encontrou a carteira de identidade falsa e um aparelho celular / Foto: Divulgação/Polícia Federal

Um idoso de 67 anos foi preso por fraude contra a Receita Federal na capital pernambucana. De acordo com as informações da Polícia Federal, divulgadas nesta segunda-feira (05), o suspeito estava tentando regularizar um CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), que estava suspenso, utilizando uma carteira de identidade falsa. Ele já tinha sido preso pelo mesmo golpe no estado do Maranhão, em 2017. A prisão aconteceu na quinta (1º).

O homem, identificado como Raimundo Diógenes do Nascimento, foi preso após servidores da Receita Federal perceberem que a carteira de identidade utilizada para regularizar o CPF suspenso era do Rio Grande do Norte. Por ser de outro estado e por causa de 2.880 cédulas furtadas da Direção Geral do Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP/RN) em 2016, os funcionários averiguaram com cautela o documento. Após a análise, eles constataram que o documento era falso e acionaram o serviço de segurança.  

Ele recebia R$ 300 pelo serviço

O idoso foi preso e encaminhado para a sede da Polícia Federal, no Cais do Apolo, área central do Recife. Ele estava apenas com o documento falso e um aparelho celular. Durante o interrogatório, Raimundo Diógenes afirmou que foi contratado por uma mulher e saiu de Pedreiras, no estado do Maranhão, para a capital pernambucana para regularizar o documento em nome de outra pessoa, com a carteira de identidade falsa. Ele também assumiu ter realizado a mesma ação por cerca de 20 vezes, sempre com o objetivo de obter benefícios previdenciários e que recebia R$ 300 pelo serviço.  

Ele foi autuado por uso de documento falso e foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), onde passou por um exame de corpo de delito. Após audiência de custódia, Raimundo foi levado para o Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife (RMR). 

Rapaz falsificava documentos de identidade em Goiana, no Grande Recife — Foto: PF/Divulgação

A Polícia Civil apreendeu em flagrante um adolescente de 17 anos especializado em falsificação de documentos e estelionato no município de Goiana, no Grande Recife. Além de vender os documentos falsos, o rapaz os utilizava para abrir contas bancárias e pegar empréstimos, segundo a Polícia Federal.

A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Goiana, com apoio da polícia Federal e da Receita Federal, na sexta-feira (26), mas o caso só foi divulgado nesta segunda-feira (29). Depois da audiência na Promotoria da Criança de Nazaré da Mata, que fica mais próxima de Goiana, ele foi entregue aos parentes após dos procedimentos legais, segundo a PF.

Inicialmente, os policiais acreditavam que ele era maior de idade, mas depois descobriu-se que ele era menor. A Polícia Federal apontou que o adolescente mora no município de João Pessoa, na Paraíba, e já havia sido detido em 2017 por receptação de uma moto roubada no município de Sousa, na Paraíba.

A prisão do rapaz aconteceu após a Polícia Civil de Goiana receber a informação de que um homem estaria na agência da Receita Federal tentando inscrever três CPFs. Quando os policiais o abordaram, encontraram diversos documentos falsificados em seu bolso, como certidões de nascimento, procurações públicas, células de identidades e cartões de créditos.

Segundo a Polícia Federal, durante o interrogatório, o rapaz informou que falsificou sozinho os documentos de identidade e certidão de nascimento, usando um programa de computador em sua própria casa. Ele conseguia as fotos das pessoas em lojas de fotografia, pagando um pequeno valor por elas, e então as utilizava na confecção de identidades falsas.

Após falsificar os dois documentos, ele se dirigia a uma agência dos Correios e dava entrada na inscrição do CPF, para depois finalizar o procedimento junto à Receita Federal.

Com esses documentos, o adolescente afirmou aos investigadores que abria contas bancárias e conseguia empréstimos. Ele também cobrava R$ 800 para confeccionar documentos falsos para integrantes de outras quadrilhas.

Nas agências da Receita Federal, ele se apresentava como office boy, e afirmava que estava trabalhando para pessoas sem tempo e idosos de um abrigo, a fim de regularizar a documentação deles. Ainda de acordo com a PF, o menor alegou que escolheu a agência dos Correios de Goiana porque acreditava não chamar muita atenção.

Ele foi detido e autuado pelos crimes de uso de documento falso, falsificação de documentos público e particular. Somadas, as penas para esses crimes variam de um a 16 anos de prisão.

Após a prisão, ele passou por audiência de custódia no bairro de Jiquiá, na Zona Oeste do Recife. Durante a audiência, a tia do adolescente compareceu ao local e levou os documentos originais do rapaz, provando sua menoridade. Ele foi encaminhado para a Gerência de Proteção à Criança e ao Adolescente para que as medidas legais fossem tomadas.

O arsenal apreendido Foto: Divulgação

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munição e Explosivos (Desarme) apreenderam 34 pistolas de uso restrito — calibres 9 mm e .40 —, 66 carregadores, 2.300 balas calibres e oito tabletes de pasta base de cocaína e crack na madrugada desta segunda-feira. O material estava num carro que foi parado na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Seropédica, na Região Metropolitana do Rio.

O arsenal estava escondido em compartimentos falsos no assoalho e na lataria do Fiat Uno vermelho. Os policiais tiveram que usar ferramentas para ter acesso ao armamento. O motorista do carro, o mineiro Ivan Toledo da Mata, de 31 anos, confessou que receberia R$ 5 mil pelo transporte do carregamento da cidade de Maringá, no Paraná, para o Rio de Janeiro.

Ivan contou, ainda, que usou caminhos alternativos por rodovias estaduais para tentar evitar a fiscalização nas estradas federais, mas acabou abordado ao retornar para a Via Dutra, em Seropédica. O motorista foi preso.

De acordo com o delegado Fabrício Oliveira, titular da Desarme, um dos objetivos da delegacia é pedir à Justiça a doação do armamento para que  possa ser utilizado pela PRF e pela Polícia Civil.

Relógios estavam à venda em plataforma digital / Foto: Divulgação / PMPE

Policiais militares do 9º Batalhão recuperaram uma coleção de relógios que havia sido furtada em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. A ação policial ocorreu nessa quarta-feira (24). Segundo a investigação, o material havia sido roubado na terça-feira (23), da casa de um homem na Rua Padre Agobar Valença, em Heliópolis.

Com a descrição dos relógios roubados, os policiais rastrearam uma rede social e encontraram alguns dos objetos à venda em uma plataforma virtual. A partir disso, a polícia chegou a um homem morador da Avenida São Miguel, bairro da Boa Vista, no mesmo município. Disfarçados de compradores, os policiais entraram em contato com o vendedor e chegaram até o local. Lá, encontraram 16 relógios de várias marcas.

R$ 15 mil em relógios

O homem disse aos policiais que havia comprado os relógios de outro vendedor, que seria ex-genro do dono dos relógios. Esse ex-genro estava morando na cada da vítima há três meses, alegando que precisava arrecadar dinheiro, pois estava estudando medicina na Argentina, e trouxe o material para Garanhuns para vender.

Os relógios foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Garanhuns e foram avaliados em R$ 15 mil. Eles foram devolvidos ao proprietário. O homem que anunciou o material na internet foi autuado por receptação e assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência. Um inquérito foi instaurado para investigar o furto contra o ex-genro do homem roubado, que está foragido.

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Mesmo o secretário de Defesa Social dizendo através de nota a imprensa, que a criminalidade está desde janeiro em queda em Pernambuco, o medo continua predominando no Estado. Só neste final de semana foram registrados 53 homicídios em todo Estado, sendo 28 deles na região metropolitana do Recife.

Nas últimas 24 horas, foram registradas vinte e seis ocorrências homicídios no Grande Recife. Entre as ocorrências, destaque para o crime que vitimou o lanterneiro Pedro José Diogo, 47 anos, assassinado neste domingo (21) após retornar de um piquenique com seus familiares.

O crime ocorreu no bairro dos Torrões, zona oeste do Recife e segundo informações da Polícia, um homem tentou separar a briga e acabou sendo atingido por um tiro no abdômen. O sobrevivente foi levado para a Upa dos Torrões, também na zona oeste.

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Uma ação da Polícia Federal (PF), com o apoio das Polícias Militares da Bahia e de Pernambuco, executou uma nova etapa da Operação ‘Antracnose’, com a execução de mandados de prisão preventiva e de busca em de Salgueiro, Petrolina, João Pessoa e Natal. Cinco suspeitos ainda estão foragidos.

A PF informou que o grupo já vinha sendo investigado há mais de um ano e que na ação do último dia 26 de setembro no Aeroporto de Salgueiro, seis assaltantes foram mortos na troca de tiros e quatro presos; outros dois conseguiram fugir.

Após a investida em Salgueiro, as investigações tiveram continuidade com o cumprimento de mais três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca expedidos pela Justiça de Juazeiro da Bahia, sendo apreendidas mais três pistolas, uma espingarda, um revólver, diversas munições, além R$ 117 mil em dinheiro, quase R$ 600 mil em cheques e 24 veículos – entre carros, caminhões, motocicletas e uma moto aquática. Também foram sequestrados imóveis e bloqueados quase R$ 355 mil das contas dos investigados.

Na última quinta-feira foram cumpridos mais dois mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão nas residências de outros suspeitos de integrarem o grupo criminoso nas quatro cidades. O objetivo das buscas era localizar e apreender armas, materiais utilizados nos roubos, bens ou valores que constituam proveito dos crimes, além de documentos que reforcem a participação dos investigados no esquema.

Os envolvidos responderão pelos crimes de associação criminosa, tentativa de roubo qualificado, porte ilegal de armas e munições de calibre restrito e de explosivos, além de lavagem de dinheiro.

Disputas pelos governos estaduais ocorrem no dia 28

O instituto RealTime Big Data divulgou nesta sexta-feira (19) as pesquisas de intenções de votos para o governo dos Estados do Amapá, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe.

Confira a seguir os resultados com os votos válidos, que considera apenas as intenções de voto direcionadas para um dos dois candidatos, sem contabilizar brancos, nulos e as menções de indecisos.

Amapá

Waldez (PDT): 53%
Capi (PSB): 47%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores do Amapá nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: AP-06097-2018 e BR-07133-2018.

Amazonas

Wilson Lima (PSC): 67%
Amazonino Mendes (PDT): 33%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores do Amazonas nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: AM-00577-2018 e BR-05624-2018.

Minas Gerais

Romeu Zema (NOVO): 64%
Antonio Anastasia (PSDB): 36%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 3.000 eleitores de Minas Gerais nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: MG-06490-2018 e BR-07539-2018.

Rio de Janeiro

Wilson Witzel (PSC): 62%
Eduardo Paes (DEM): 38%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 3.000 eleitores do Rio de Janeiro nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: RJ-00033-2018 e BR-05945-2018.

Rio Grande do Norte

Fátima Bezerra (PT): 51%
Carlos Eduardo (PDT): 49%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores do Rio Grande do Norte nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: RN-00854/2018 e BR-07462/2018.

Rio Grande do Sul

Eduardo Leite (PSDB): 56%
José Ivo Sartori (MDB): 44%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores do Rio Grande do Sul nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: RS-00032/2018 e BR-03012/2018.

Rondônia

Coronel Marcos Rocha (PSL): 50%
Expedito Júnior (PSDB): 23%
Brancos ou nulos:
Indecisos: 7%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores de Rondônia nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: RO-01683/2018 e BR-07382/2018.

Roraima

Antônio Denarium (PSL): 61%
Anchieta Júnior (PSDB): 39%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores de Roraima nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: RR-06848/2018 e BR-09892/2018.

São Paulo

João Doria (PSDB): 53%
Márcio França (PSB): 47%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa entrevistou 3.000 eleitores de São Paulo entre os dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: SP-04232-2018 e BR-09409-2018.

Sergipe

Belivaldo Chagas (PSD): 55%
Valadares Filho (PSB): 45%

Encomendada pela Record TV, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores do Sergipe nos dias 17 e 18 de outubro, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números: SE-06389/2018 e BR-03718/2018.