Policial

Foto: Reprodução/Facebook

Na manhã desta sexta-feira (17), a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa do prefeito Antônio Inocêncio Leite (PR), do município de Cedro, no Sertão de Pernambuco. Na ação, que faz parte de uma operação contra supostos desvios de recursos públicos em contratos com a administração da cidade do sertão de Pernambuco, foram apreendidos R$ 45 mil em dinheiro, R$ 160 mil em cheques, uma caminhonete Toyota Hilux, além de uma pistola com registro vencido, munições e um celular.

Os agentes também cumpriram mandado de busca e apreensão na sede da prefeitura e nas empresas que também são alvos da investigação, onde foram apreendidos processos licitatórios e outros documentos que serão analisados pela operação chamada de “Chofer”. De acordo com as investigações da Polícia Federal, o prefeito utilizava um “laranja” para vencer processos de licitação ou dispensá-los indevidamente. Em depoimento na Delegacia de Polícia Federal em Salgueiro, o prefeito negou todas as acusações. O Blog de Jamildo tentou contato com a Prefeitura, mas não obteve sucesso.

Ainda segundo a PF, o gestor se apropriava de recursos públicos, sem a correspondente prestação do serviço fornecimento do produto pela empresa contratada pela Prefeitura. O nome da operação se refere à função de motorista que um dos sócios de uma das empresa, indicado como “laranja” do prefeito, exercia nas empresas que pertenceriam a Antônio Inocêncio Leite, de acordo com as investigações.

Durante a deflagração da operação, foram cumpridos cinco medidas cautelares de busca e apreensão realizadas por 21 policiais federais.

Uma das empresas contratadas pela Prefeitura de Cedro tinha pouco mais de 30 dias de constituída quando foi contratada pela gestão para aquisição de materiais de construção e reformas nas secretarias municipais. No contrato, foram empenhados em seu favor R$ 398 mil. Após ganha essa licitação, a mesma empresa foi contratada para o serviço de manutenção preventiva e corretiva de veículo. De acordo com a Polícia Federal, a sua estrutura é incompatível para a prestação do serviço.

Segundo as investigações, entre os anos de 2017 e 2018 foram empenhados cerca de R$ 3 milhões em favor da empresa para os mais diversos e variados serviços, como fornecimento de peças e manutenção para a frota de veículos do município à poda de árvores.

De acordo com a PF, o sócio dessa empresa já foi contratado como motorista de uma empresa do prefeito e prestou também serviço de eletricista na campanha eleitoral do gestor. A outra sócia seria beneficiária do programa Bolsa Família e garantia-safra. Os dois, segundo as investigações, residem em uma casa simples na zona rural do município.

Para a Polícia Federal, isso demonstra que os dois não possuem condições financeiras para a constituição de uma empresa desse porte, que localizada em prédio coligado a um estabelecimento comercial de propriedade do prefeito. Com informações do Blog de Jamildo.

A Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia da 156ª Circunscrição de Arcoverde, e da 19ª Delegacia Seccional de Arcoverde, prendeu o suspeito de assassinar um professor que também ocupava o cargo de diretor na Escola Monsenhor José Kherle, em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. O corpo de Henry Pereira da Silva, de 49 anos, foi encontrado dentro da casa dele, no bairro da Boa Vista, na madrugada desta quarta-feira (15).

Os agentes conseguiram coletar imagens de câmeras de segurança nas proximidades do local do crime. Com o apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Militar (NIS 1), dois  foram identificados e tiveram suas prisões decretadas e cumpridas: André Vilela dos Anjos e Ayanne Santos de Freitas Bezerra.

De acordo com informações do peritos, Henry Pereira da Silva foi asfixiado com um saco plástico, e provavelmente, golpeado com uma faca ou punhal, na altura da nuca, por trás da cabeça, e ainda teve seu corpo queimado antes de morrer. Os presos foram interrogados, e negaram a autoria do crime. André Vilela dos Anjos ainda confirmou aos policiais que mantinha um relacionamento amoroso com a vítima, há cerca de cinco meses.

Além de atuar como docente, Henry também era ator e diretor de teatro e foi um dos responsáveis pela fundação da Estação da Cultura de Arcoverde, que funciona no prédio da antiga Estação Ferroviária da cidade. Por sua atuação no meio, ele já integrou a Secretaria de Cultura da prefeitura da cidade.

Segundo testemunhas, vizinhos notaram fumaça vinda da casa do professor pouco depois da meia noite. Ao tentarem apagar o fogo, populares encontraram o corpo de Henry carbonizado. Pela manhã, um familiar da vítima procurou a polícia para informar que câmeras de segurança instaladas na casa de Henry registraram a entrada de duas pessoas no local. Nas imagens, a dupla aparece saindo da residência carregando várias bolsas e entrando no carro do professor.

Durante a ação, objetos da vítima foram roubados, bem como um veículo Chevrolet Prisma, cor branca, o qual foi encontrado queimado, pela Polícia Militar, na zona rural de Arcoverde. A polícia estima que Ayanne Santos de Freitas Bezerra tenha atuado como olheira, enquanto André e outros praticavam o crime. O inquérito policial continua sendo realizado, através da coleta de provas técnicas e material genético encontrados na cena do crime, assim como objetos descartados pelos autores.

Plantações que iriam produzir cinco toneladas de maconha pronta para o consumo foram erradicadas em uma ação conjunta entre as polícias Rodoviária Federal, Civil e Militar. A Operação Macambira III destruiu 69 mil pés da droga na última quinta-feira (09), nos municípios de Orocó e Cabrobó, no Sertão de Pernambuco.

Os locais de cultivo estavam localizados em ilhas e no continente. Para ter acesso, os efetivos utilizaram viaturas, bote e helicóptero para chegar aos locais do plantio, conseguindo queimar 5,5 mil mudas de “Cannabis Sativa”. Essa é a terceira etapa da Operação Macambira III, que integra a Operação Lábaro.

Ninguém foi preso. Os policiais realizaram buscas nas plantações e no entorno das roças, mas não conseguiu localizar os responsáveis. O delegado do 12º Departamento de Repressão ao Narcotráfico da Polícia Civil (Denarc), Dark Blacker, participou das incursões e irá investigar os responsáveis pelas plantações.

Operações

A Operação Macambira tem o objetivo de reforçar o combate a ilícitos no bioma da Caatinga e conta com policiais especializados na progressão neste tipo de terreno.

Já a Operação Lábaro começou no mês de março e segue até o final do ano em todo o país. O objetivo é intensificar o enfrentamento ao crime, além de reforçar a segurança nas rodovias federais e áreas de interesse da União.

Estão sendo cumpridos durante esta quinta-feira (09), 18 mandados de busca e apreensão domiciliar e nove mandados de prisão, expedidos pelo juiz da Vara Crimes Contra a Administração Pública e Contra a Ordem Tributária. A Operação denominada “Mar Aberto” acontece em parceria entre a Secretaria de Defesa Social (SDS) e a Secretaria da Fazenda (Sefaz). O objetivo é combater crimes como lavagem de dinheiro, organização criminosa e crime tributário. 

As investigações apontaram 65 milhões em sonegação de tributos cometida por um grupo de 11 empresas náuticas. A movimentação do grupo foi de R$ 300 milhões em cinco anos, de acordo com a polícia. A empresa envolvida na Operação é a Ecomariner, cujo o dono, o empresário José Pinteiro das Costa Neto foi preso nesta manhã.

Oito empresários foram presos na Região Metropolitana do Recife e um no estado de São Paulo. Os mandados de prisão estão sendo cumpridos nos bairros de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, em Candeias, Jaboatão dos Guararapes. Um mandado de busca foi cumprido na Paraíba e outro de busca, apreensão e prisão em São Paulo.

A polícia está apreendendo objetos pertencentes aos suspeitos, como joias, embarcações e obras de arte, que estão sendo levados à sede da Draco, que fica no bairro de Tejipió, Zona Oeste do Recife. Já foram apreendidos 28 carros de luxo, quatro embarcações e 15 imóveis. “Espero que com o transcorrer das investigações e dos processos a gente consiga reverter os estornos para os cofres do estado para que seja investido em segurança, saúde em benefício à população”, comentou o delegado Jean Rockfeller.

Estão atuando em conjunto na execução cem policiais civis de Pernambuco, equipes da Polícia Civil dos estados da Paraíba e São Paulo, além de auditores da Sefaz. As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência (Dintel) e o Laboratório de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil de Pernambuco.

A investigação começou no mês de dezembro de 2017. Segundo a Polícia Civil, uma organização criminosa atua na prática desses crimes. Esta é a 37ª  Operação de Repressão Qualificada do ano e está vinculada ao Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado, sob a presidência da Delegada Priscila Von Sohsten.

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Três homens e uma mulher foram detidos por tráfico de drogas na madrugada deste sábado (04) na BR-101, em Escada, Mata Sul de Pernambuco. O grupo transportava 60 quilos de maconha dentro da carroceira de uma caminhonete com placa da Paraíba.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava uma fiscalização no quilômetro 113 da BR-101. Os policiais abordaram um carro ocupado por dois homens e, logo em seguida, uma caminhonete ocupada por um casal. Foram encontrados 71 tabletes de maconha prensada na caminhonete.

Os suspeitos contaram ter saído de Goiás com destino a Paraíba. O carro que seguia na frente tinha o objetivo de informar sobre fiscalizações na rodovia.

Os detidos foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal, no centro do Recife. O crime de tráfico de drogas prevê até 15 anos de reclusão mais multa.

Na carga haviam 160 caixas de cigarros, 18 munições de espingarda calibre 12, seis munições de calibre 38 e algumas placas de veículos, sendo uma roubada.

Uma carga de cigarros e produtos cosméticos contrabandeados foram localizados pelo 1º Batalhão Especializado (Biesp) em dois galpões no Parque 18 de maio, na feira de Caruaru, Agreste de Pernambuco.

Além dos produtos contrabandeados também foram encontradas duas tocas ninjas, placas de veículos roubados e munições. Ao perceber a movimentação do efetivo policial, os suspeitos fugiram.

O sargento da Polícia Militar, Lidinaldo, destaca a ação. “Avistamos os indivíduos retirando caixas de dentro de um boxe. A princípio achávamos que seria furto ou roubo, pois quando nos aproximamos eles fugiram pelo Rio Ipojuca e infelizmente não foram localizados”, afirmou.

A Polícia Federal, em parceria com a Polícia Militar, prendeu dois homens envolvidos com tráfico e homicídios no assentamento Virgulino Ferreira, localizado na Zona Rural de Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco. Contra eles já existiam vários mandados de prisão em aberto pelos crimes de tráfico de entorpecentes, assalto a mão armada e homicídios.

João Batista da Silva, 42 anos, foi preso em sua residência. Com eles, os agentes encontraram uma pistola calibre 380 com 14 munições intactas, 8 kg de maconha e 2 kg de sementes. Também foi encontrado uma roça de maconha há 2 km de sua residência cerca de 21 mil pés, além de 14 munições calibre 12. Já Daniel Manoel Lopes da Silva, 30 anos, conhecido como “nandin”, tentou fugir quando notou a presença dos agentes, mas a tentativa não deu certo. Com ele foi apreendo um revólver calibre 38, com 20 munições intactas. Ambos possuem antecedentes criminais por tráfico de drogas e homicídios.

João Batista da Silva alegou, durante interrogatório, que a pistola encontrada em sua residência era para sua defesa e pertencia ao seu pai, e negou que o plantio de maconha fosse seu, mesmo estando a poucos quilômetros de sua residência. O acusado também negou participação em homicídios. Já Daniel Manoel Lopes da Silva contou que desconhece o plantio de maconha, e negou a participação em homicídios.

Os presos foram autuados pelo crime de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo de calibre permitido, previsto no artigo 33  § 1º da Lei 11.343/2006  e artigo 12 da Lei 10.826/03. Eles passaram por exame de corpo de delito e foram levados para a Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Salgueiro, onde ficarão à disposição da Justiça Estadual.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu a segunda maior carga de cigarros contrabandeados flagrada  em Pernambuco. As 400 mil carteiras de cigarro, avaliadas em R$ 2 milhões, foram interceptadas na BR 101, no Curado, na Zona Oeste do Recife. A mercadoria tinha origem coreana e era transportada na carroceria de um caminhão. A operação que resultou no flagrante aconteceu no domingo (28). A maior apreensão do tipo no estado ocorreu em abril de 2017, quando 408 mil carteiras de cigarro foram apreendidas em São Caetano, no Agreste.

Segundo a PRF, policiais estavam realizando uma fiscalização na rodovia quando abordaram um caminhão guiado por um homem de 37 anos. Ao ser questionado sobre a carga transportada, ele declarou que o veículo estava vazio. Na vistoria, porém, os agentes encontraram centenas de caixas de cigarro.

O condutor então informou que havia sido contratado para realizar o transporte da mercadoria do Ceará até a Bahia, mas não disse quem havia carregado o veículo ou encomendado o produto. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Superintendência da Polícia Federal no Recife, no Cais do Apolo, área central do Recife. Ele deverá responder pelo crime de contrabando, que prevê pena de dois a cinco anos de prisão.

Uma carga de 100 quilos de carne bovina sem refrigeração foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), neste sábado (27), em Sertânia, no Sertão de Pernambuco. A mercadoria estava sendo transportada ilegalmente dentro do porta-malas e em sacolas plásticas no interior de um carro.

De acordo com o motorista, de 32 anos, a mercadoria saiu do município de Buíque, no Agreste de Pernambuco e seria comercializada em Ibimirim, também no Sertão do Estado.

A ocorrência aconteceu após policiais avistaram um automóvel acessando um desvio na tentativa de não passar em frente ao posto da PRF. A abordagem foi realizada no quilômetro 278, da BR-232.

A ocorrência foi encaminhada à Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro), que encaminhou o produto para descarte no aterro sanitário de Sertânia.

Ministério Público de Pernambuco encaminhou para a Secretaria de Defesa Social (SDS), os relatórios de transição das Delegacias de Crimes Contra a Administração Pública (Decasp) e de Crimes Contra a Propriedade Imaterial (Deprim); e de análise do controle concentrado do acervo das investigações em curso na Decasp, por ocasião de sua extinção, ocorrida em 6 de novembro de 2018, pela Lei Estadual nº16.455/18.

No primeiro documento estão relatadas as atividades desempenhadas durante a transição das duas delegacias, ocorrida nos meses de novembro e dezembro do ano passado. O material foi produzido pela coordenadoria do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça Criminal (Caop Criminal), após designação da Procuradoria Geral de Justiça para garantir a devida transparência dos serviços.

Já o segundo relatório, elaborado entre os meses de dezembro de 2018 e março de 2019 pela equipe de controle externo da atividade policial e da Central de Inquéritos da Capital, traz um apanhado das medidas que foram tomadas referentes aos procedimentos da Decasp, além de apresentar dados estatísticos e as recomendações que foram emitidas ao final desse período.

Segundo o material, a primeira providência foi a separação física dos inquéritos policiais e das notícias de fato, sendo essas últimas as diligências policiais, notícias de crime, representações criminais e requisições de instauração de inquéritos. Em seguida, os autos foram apartados por ano de instauração ou, no caso das notícias de fato, o ano do documento noticiante ou requisitante. O terceiro passo foi identificar o tipo penal e a data do fato investigado para, posteriormente, confrontar as datas de ocorrência do dia do crime com a do dia atual, para avaliar a prescrição da pretensão punitiva por decurso de prazo.

Após separar as investigações prescritas das demais, os procedimentos foram cadastrados no Sistema de Gerenciamento de Autos do MPPE (Arquimedes), pelo qual foi possível elaborar relatórios, planilhas e gráficos da movimentação de cada um deles. A 25ª Promotoria de Justiça, então, requereu o arquivamento dos autos prescritos, restando o passivo de 1006 investigações inconclusas, referentes ao período de 2001 a 2018, que foram encaminhadas ao Draco.

Por fim, o MPPE recomendou à diretoria do Draco redistribuir as investigações inconclusas que tratam de crime diverso do praticado contra a administração pública, que correspondem a 76% do total. Já à Corregedoria-Geral da SDS, foi solicitado o inventário das investigações inconclusas nas delegacias de polícia da cidade do Recife, além da padronização do inventário com planilhas e tabelas compatíveis com o Sistema de Gerenciamento de Autos do MPPE. Com informações do Blog de Noélia Brito.

Foto: Reprodução de vídeo/TV Jornal Interior

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (25), uma operação para cumprir um mandado de busca e apreensão na Secretária de Saúde de Agrestina, no Agreste de Pernambuco. Chamada de Operação Insanidade, a ação tinha o objetivo de recolher documentos relacionados com a suposta aquisição fraudulenta de medicamentos adquiridos pela secretaria. Nas buscas no órgão municipal, os agentes acabaram prendendo em flagrante a secretária de Saúde da cidade, Maria Célia da Silva Barbosa, e a farmacêutica do município Mônica Soares Leite Borba por tráfico de drogas.

Expedido pela 17ª Vara da Justiça Federal de Caruaru, o mandado foi executado após investigações da Polícia Federal terem constatado irregularidades com medicamentos controlados sem as receitas para a compra, sem controle de estoque e acondicionamento para conservar a temperatura. De acordo com a PF, os remédios eram guardados em um banheiro. Os medicamentos se enquadram na lei antidrogas e por isso a secretária e a farmacêutica do município foram presas pelo crime.

Segundo a PF, as funcionárias do município foram autuadas no artigo 33 da Lei de Tóxicos, de 2006, e descumprimento da Portaria 344 do Ministério da Saúde. Entre os crimes, está o “de guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal e descumprimento de norma de medicamento de controle especial”. Se forem condenadas, as elas poderão pegar penas que variam de 5 a 15 anos de reclusão.

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As duas serão encaminhadas para realização de Exame de Corpo de Delito no Instituto de Medicina Legal (IML) e logo em seguida serão encaminhadas para a audiência de custódia às 11h, desta sexta-feira (26). Se as suas prisões forem confirmadas pelo juiz responsável, elas serão encaminhadas para o presídio feminino. Caso contrário, responderão ao processo em liberdade.

De acordo com as investigações, há fortes indícios da prática de falsificação de receituário médico para aquisição de medicamentos controlados para problemas com pacientes psiquiátricos. Ainda segundo a PF, vários servidores da área de saúde de Agrestina denunciaram que estavam sendo coagidos a falsificar e expedir autorização para compra dos medicamentos.

Nas buscas foram apreendidos, diversos remédios, dentre os quais os de uso controlado, que só podem ser prescritos com retenção de receita médica, cartões de saúde, vários receituários. Ainda de acordo com a Polícia Federal, os receituários tinham indícios de falsificação, sem carimbos ou nome do médico responsável e, possivelmente, eram utilizados para justificar a saída de medicamentos para pacientes com problemas psiquiátricos.

Dentre as irregularidades encontradas estão os livros de controle na casa da farmacêutica que por lei tem que estar dentro do local onde ficam armazenados os remédios controlados – o que poderia facilitar a alteração e registros inexistentes e a não existência de controle de entrada e saída de tais remédios. Com informações da TV Jornal.

Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil de Pernambuco prendeu três colombianos acusados de crime de agiotagem e lavagem de dinheiro. Após o cumprimento dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo juiz da 2ª Comarca de Petrolina, no Sertão do Estado, a equipe da 214ª DP, coordenada pelos delegados Daniel Moreira e Gregório Bezerra, deflagrou a Operação Medelín. 

A Operação Medelín está vinculada à Operação Nacional #PC27, que ocorreu em todos os Estados da Federação e Distrito Federal. As Prisões em Flagrante se deram pelos crimes de Agiotagem e Associação Criminosa. 

Com os presos foram encontrados cerca de 8 mil reais e 400 dólares, além de centenas de cartões de visitas voltados para a prática de empréstimo com pagamento diário a cerca de 20% de juros e ainda vários cadernos de anotação, onde constam centenas de transações realizadas pela referida associação. 

Foi ainda apurado que a associação possui atuação interestadual, atuando nas cidades de Petrolina, Juazeiro, Remanso, Casa Nova e Sobradinho, possuindo mais de 600 clientes, inicialmente contabilizados.

Em sede de interrogatório os envolvidos confessaram a prática  do fato, bem como que o Wbeimar seria o líder. Foram presos: Wbeimar Guillermo Zuluga Castano (vulgo Francisco), Leon Ospina (vulgo Diego) e Jader Andres Montoya, que serão encaminhados  a audiência de Custódia do plantão judiciário de Petrolina, onde ficarão à disposição da justiça.

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Blog de Noélia Brito

A Polícia Federal em Pernambuco prendeu em flagrante José Laércio de Moraes, 54 anos, vigilante, solteiro, natural de Inajá, no Agreste de Pernambuco, e residente no bairro da Torre, em Recife, (não possui antecedentes criminais) e Ivan Demóstenes Araújo Machado, de 54 anos, comerciante e ex-agente de polícia, casado, natural de Recife, residente no bairro do Engenho do Meio, (este possui antecedentes criminais – já foi preso por tráfico de drogas e condenado a 9 anos de prisão, sendo demitido da Polícia Civil). As prisões aconteceram em virtude de investigações realizadas pela Delegacia de Repressão e Entorpecentes da Polícia Federal (DRE), dando conta de que no bairro do Cordeiro, haveria mais um repasse de drogas que seria comercializada em bairros de classes média e alta.

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A ação teve seu desfecho final quando os federais se dirigiram para o local apontado nas investigações (casa de um vigilante) e perceberam a chegada de um veículo Toyota Hilux de cor prata, tendo o seu condutor (ex-agente de polícia) entrado na residência e saído na companhia do vigilante com um pequeno saco plástico, momento que ambos foram abordados pelos policiais federais. Ao ser aberto o saco plástico encontrou-se 15 (quinze) papelotes de cocaína que totalizou um peso bruto de 22g (vinte e dois gramas). Na residência do profissional de segurança privada foram encontrados e apreendidos uma balança de precisão para pesagem da droga, dois aparelhos celulares e a quantia de R$ 950 (novecentos e cinquenta) reais, pagos pela compra da droga pelo agente de polícia.

O veículo Toyota Hilux também foi apreendido. Terminado os trabalhos investigativos e tendo sido a droga encontrada, os suspeitos receberam voz de prisão em flagrante sendo informados dos seus direitos e garantias constitucionais e em seguida levados para a sede da Polícia Federal no Cais do Apolo, onde acabaram sendo autuados pela prática do crime contido no artigo 33 e 35 da Lei nº 11.343/2006 (tráfico de entorpecentes e associação) e caso sejam condenados poderão pegar penas que variam de 5 a 15 anos de reclusão.

Após a autuação, os presos realizaram Exame de Corpo de Delito no Instituto de Medicina Legal, passaram pela audiência de custódia “onde foram liberados e irão responder ao processo em liberdade”. Em seu interrogatório o vigilante disse que exerce a função há cerca de 5 (cinco) anos e que é usuário de cocaína desde os 20 anos de idade. Disse também que há pouco tempo passou a fornecer a droga para produtores de eventos das classes média e alta do grande Recife e que cada saquinho com 1,5 gramas custa R$ 100 reais.

Também falou que sua ligação com o policial é que repassam cocaína um para o outro quando o estoque acaba. Por fim disse que recebeu a cocaína de um traficante de Minas Gerais (não deu maiores detalhes).

Já o policial preso disse que trabalha na compra e venda de carros usados e imóveis e que é sócio de um restaurante no bairro de Casa Forte e assumiu ter ligado para o vigilante com o objetivo de comprar vários saquinhos de cocaína. Por fim disse que era usuário de drogas e não traficante. Também foi detido no veículo com o ex-policial, um delegado aposentado que segundo depoimento dos presos não tem qualquer envolvimento com o tráfico de drogas, mas trata-se apenas de um usuário que vem passando por problemas familiares. Razão pela qual, ele foi ouvido e liberado em seguida por não ter sido comprovada a sua participação no envolvimento ou associação com os traficantes. Com informações e imagens contidas da Assessoria de Comunicação da PF/PE.

Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos na Colônia Prisional Feminina de Abreu e Lima, no Grande Recife — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Seis integrantes de uma quadrilha, que fingiam ser autoridades para aplicar golpes ligando para as vítimas e pedindo doações para supostas ações sociais, foram alvos de mandados de prisão nesta quarta-feira (17), segundo a Polícia Civil.

O esquema era comandado por duas detentas da Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima, no Grande Recife, de onde eram feitas as ligações.

Entre as vítimas, estavam empresários e prefeituras de cidades de Pernambuco, como Riacho das Almas e São Bento do Una, no Agreste, e Afogados da Ingazeira e Parnamirim, no Sertão, segundo a polícia.

A corporação não informou se as administrações municipais chegaram a repassar dinheiro público para as supostas ações sociais e informou que isso ainda está sob investigação.

Também foram alvos dos mandados de prisão mais quatro pessoas: outras duas detentas da Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima, um preso do Centro de Observação e Triagem Everardo Luna (Cotel) e um homem que atuava fora dos presídios.

Cada integrante do grupo tinha tarefas específicas. Segundo o delegado Paulo Berenguer, titular do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, a detenta Viviane Assad Tomelic comandava a quadrilha, junto com a também detenta Thais Maria de Oliveira.

Também de dentro do sistema prisional, Mayara de Cássia Souza dos Santos, Paula Cosmo do Nascimento e Jonathan Souza dos Santos emprestavam suas contas bancárias para depósitos e ganhavam comissões enquanto, do lado de fora dos presídios, Bruno Eusébio de Souza fazia as atividades logísticas e cobranças, segundo a polícia.

“O escritório da organização criminosa era a Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima. Através de celulares usados dentro do sistema prisional, as detentas se passavam por magistrados, defensores públicos, promotores de Justiça e pessoas que exercem cargos públicos para obter recursos para eventuais campanhas sociais. Algumas pessoas caíam no golpe e outras, não”, diz.

Segundo Paulo Berenguer, algumas vítimas procuraram o Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco). “Algumas pessoas que conheciam as autoridades públicas, desconfiadas do fato, procuraram a polícia, para que a gente pudesse desenvolver a investigação. Na verdade, era tudo mentira. Era um golpe”, diz.

Participaram da Operação Farsante 30 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. Segundo a corporação, os alvos da operação respondem pelos crimes de estelionato em continuidade delitiva e organização criminosa.  

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A Polícia Civil de Pernambuco, em ação conjunta com a Polícia Civil de Alagoas (PCAL), prendeu na última terça-feira (16), em Maceió, um homem suspeito de participação no duplo homicídio que vitimou o vereador Alberto Carlos de Souza, conhecido como “Beto Souza”, e seu amigo Vanderlânio Clésio Vieira, o “Duda”, na cidade de Floresta, Sertão de Itaparica, no dia 17 de março deste ano.

A Polícia pernambucana não deu informações mais detalhadas sobre o caso. Só disse que as investigações seguem em andamento. O preso é João Gonçalves de Lima, que já foi transferido de Alagoas para o estado de Pernambuco.