Policial

Ex-vereador foi encaminhado para a Penitenciária Agroindustrial São João, em Itamaracá, no Grande Recife — Foto: Reprodução/Google Street View

G1

Um ex-vereador de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, foi preso nesta terça-feira (17). Marleno Antônio da Silva estava foragido desde julho de 2013, quando teve a prisão decretada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, de acordo com a Polícia Civil.

Ainda segundo a polícia, o ex-vereador estava envolvido com o desvio de recursos públicos na Associação São Francisco de Assis. Criada na década de 1980, em Jaboatão, a instituição tinha o objetivo de prestar auxílio a famílias pobres.

O valor do dinheiro desviado não foi divulgado pela polícia. Por conta desse crime, Marleno foi condenado a uma pena de seis anos e seis meses.

O mandado de prisão foi cumprido na zona rural da cidade de Sirinhaém, no Litoral Sul de Pernambuco, por policiais do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc).

O ex-vereador foi levado para a Penitenciária Agroindustrial São João, em Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife.

O G1 entrou em contato com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para saber o valor dos desvios e quais as penas aplicadas aos outros dois acusados do crime, Severino José da Silva e Severino Carlos Pinto, e aguarda o envio dessas informações.

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A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (17) a 75ª Operação de Repressão Qualificada do ano, chamada de Centenária, em Ibimirim e Arcoverde, no Sertão de Pernambuco.

Conforme a polícia, a investigação começou em fevereiro de 2019 com o objetivo de prender integrantes de organizações criminosas, voltadas para a prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Durante a operação, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão domiciliar. Na ação, foram empregados 42 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, além da participação do integrantes do TCE. A foto é ilustrativa.

Resultado de imagem para dinamites

Um homem foi preso em flagrante em Moreno, na Região Metropolitana do Recife, com 890 bananas de dinamite. De acordo coma polícia, o suspeito, identificado como Everaldo Souto Maior de Lima Junior atuava como fornecedor de materiais explosivos para quadrilhas especializadas em assaltos a bancos e carros-fortes e em resgate de presos de dentro de unidades prisionais por meio da explosão de muros.

De acordo com o delegado Claudio Castro, Everaldo comercializava cada unidade dos artefatos por R$ 300. Com a venda dos produtos apreendidos, ele receberia R$ 267 mil. Segundo a polícia, o suspeito, que já foi autuado pelos crimes de receptação e de roubo, é considerado um indivíduo perigoso.

Após o flagrante, Everaldo foi conduzido ao Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc). Ele deve ser submetido a uma audiência de custódia neste domingo na comarca de Jaboatão dos Guararapes. As informações são do Portal OP9.

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Dois criminosos com suspeita de participar do assalto à agência dos Correios de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, foram presos nesta quarta-feira (11). O roubo ocorrido no dia 1º de agosto envolveu cinco participantes e, segundo a Polícia Federal (PF), um ainda segue foragido.

A dupla foi autuada em suas respectivas residências, ambas no município de Paulista, no Grande Recife. No bairro da Mirueira, Jobson Riccelly Santos Barros, de 24 anos, foi capturado sem resistência. Ele estava na condicional após seis anos preso por um assalto com arma de fogo em Olinda, no Grande Recife.

Já em Jardim Paulista, Vinícius Oliveira de Souza, de 23, ainda tentou fugir, mas não teve sucesso. Em sua ficha criminal consta uma autuação pela Lei Maria da Penha e por consumo de entorpecentes. No imóvel foram localizadas 30 gramas de maconha. Por esse motivo, o suspeito também assinou um Termo Consentido de Ocorrência (TCO).

A dupla foi indiciada por “roubo com concussão de duas ou mais pessoas com emprego de arma de fogo” e seguiu para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife. Caso condenados, eles podem receber penas de quatro a 10 anos de reclusão.

Dois participantes já estavam presos

Ainda no dia do assalto (1º), o motorista de aplicativo Fabiano da Silva Nascimento, de 26, já havia tido a prisão decretada, em Olinda. O mentor do assalto à agência também estava preso desde o dia 5 de agosto. Douglas Silva da Costa, de 26, foi localizado no Timbi, em Camaragibe, com um celular roubado, dois revólveres calibre 32 e 38 – um deles foi furtado do vigilante durante o crime em Belo Jardim. Em sua ficha criminal constam dois homicídios em Recife, de acordo com a PF.

Do quinteto suspeito, um segue foragido e as autoridades pedem auxílio da população para encontrar Tiago Roberto Vidal de Farias. Quem sabe do seu paradeiro, deve entrar em contato pelo número 3421-9595. Vale lembrar que a identidade e o sigilo são preservados.

Material apreendido em mandado de busca durante operação pente fino em Santa Cruz  — Foto: Divulgação/ Polícia Civil

G1

Um policial militar de Pernambuco foi preso em flagrante nesta quarta-feira (11) em Santa Cruz, no Sertão pernambucano. A prisão ocorreu durante a operação Pente Fino, da Polícia Civil de Pernambuco, que investiga a prática de homicídios, tráfico de drogas, além de posse e porte ilegal de arma de fogo no Sertão.

De acordo com a Polícia Civil, o policial Edmilson Monteiro da Silva foi autuado em flagrante por posse ilegal de munição. Ele deve pagar fiança e será liberado. A justiça decretou o afastamento do policial das suas funções.

As investigações iniciaram em maio de 2019. A operação foi deflagrada nesta quarta-feira (11) e contou com a participação de 16 policiais civis entre delegados, agentes e escrivães. Foram expedidos três mandados de busca domiciliar e pessoal nas residências do policial militar do estado de Pernambuco, sendo apreendido celulares, munições e maconha.

A operação é coordenada pela 24ª Delegacia Seccional e Diretoria Integrada do Interior 2 e supervisionada pela Chefia da Polícia.

Pés de maconha foram incinerados em Orobó

Uma operação da Polícia Federal (PF) e da Polícia Militar (PM) destruiu 4.561 pés de maconha e 400 mudas da planta no município de Orocó, no sertão pernambucano. A operação, que aconteceu no último domingo (08), foi realizada em três plantios na zona rural da cidade. De acordo com a PF, caso as plantas fossem transformadas em drogas, poderiam ser feitos cerca de uma tonelada e 500 quilos da droga.

Segundo a Polícia Federal, o ciclo produtivo da Cannabis é acompanhado por profissionais responsáveis por erradicar as plantações, evitando a colheita e o processo de transformação da planta na droga. De acordo com Giovani Santoro, chefe de comunicação da PF, as plantações às margens do rio São Francisco foram alvos de buscas prévias e, posteriormente, foram realizadas as incinerações.

As ações da PF precedem a deflagração da operação Facheiro VI, que deve agir no combate à produção de drogas no sertão pernambucano. Segundo Giovani, o plantio de maconha costuma ser feito em terrenos improdutivos do Governo Federal. Se a propriedade for privada, o dono pode ser indiciado e perder o terreno.

O secretário de segurança do DF Anderson Gustavo Torres e o presidente Jair Bolsonaro Foto: Carolina Antunes / PR

O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, cotado para assumir o comando da Polícia Federal, caso se confirme a demissão do atual chefe da instituição Maurício Valeixo, se reuniu nesta segunda-feira com o secretário-geral da Presidência, Jorge Oliveira. Torres estava à frente de um grupo de delegados da Polícia Civil no encontro com o ministro, no Palácio do Planalto.

No sábado, Torres acompanhou o desfile do Sete de Setembro, no palanque de autoridades, próximo ao presidente Jair Bolsonaro. As imagens foram registradas por policiais e correram grupos de WhatsApp de delegados em meios a discussões sobre a ameaça de Bolsonaro de trocar o comando da PF à revelia do ministro da Justiça, Sergio Moro. Depois das declarações de Bolsonaro, delegados dão como certa a saída de Valeixo.

Segundo interlocutores de Oliveira, não houve “convite oficial” a Torres. O assunto só deve ser tratado depois do retorno de Bolsonaro ao trabalho. O presidente foi submetido no domingo a uma nova cirurgia e só deve receber alta nos próximos dias.

Próximo ao senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e Oliveira, Torres desponta como o favorito chefiar a instituição. Em entrevista no último dia 30, Oliveira confirmou que o nome de Torres foi indicado para substituir Valeixo e elogiou o delegado. Os dois são amigos deste os tempos em que trabalhavam na Câmara.

Torres foi chefe de gabinete do então deputado federal Delegado Franschini (PSL-PR). Oliveira ocupava o mesmo posto no gabinete do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

– (Torres) é uma pessoa que, se fosse diretor-geral, seria muito bom. Pela postura, pela capacidade. Sei que é uma pessoa extremamente séria, íntegra, está fazendo um excelente trabalho no governo do Distrito Federal, disse Oliveira.

Em movimento oposto ao de Torres, Valeixo decidiu sair de cena. O atual diretor tirou férias de dez dias. A ausência temporária do diretor-geral faria parte de uma estratégia acertada com o ministro Sergio Moro. A expectativa do ministro, segundo interlocutores, seria ganhar tempo. A intenção é ver se Bolsonaro se contenta com a substituição do superintendente da PF no Rio de Janeiro e desiste de mudar também o comando da PF.

A crise começou quando Bolsonaro, em sucessivas entrevistas coletivas, falou sobre o afastamento do delegado Ricardo Saadi da Superintendência da PF no Rio e, depois, num tom mais elevado, sobre a troca do diretor-geral da instituição. Bolsonaro indicou o delegado Alexandre Saraiva, da superintendente no Amazonas, para comandar a PF no Rio. Mas a vaga já estava acertada com o delegado Carlos Henrique Oliveira.

Bolsonaro, então, disse que, se não pode indicar o superintendente do Rio, trocaria o diretor-geral. E faria isso mesmo independentemente da vontade de Moro porque, como presidente da República, cabe a ele, não ao ministro da Justiça, a escolha do diretor-geral. Na lista de cotados para eventual substituição de Valeixo está também o diretor da Agência Brasileira de Inteligência, Alexandre Ramagem. 

Um dos presos da Operação Chargeback, em Recife (PE). Foto: Reprodução TV Globo

G1

A Operação Chargeback foi deflagrada nesta quinta-feira (05) para desbaratar uma quadrilha especializada em hackear e clonar cartões bancários para roubar dinheiro de contas correntes e poupanças. A polícia pernambucana prendeu cinco pessoas, caça outras três, e cumpriu 24 mandados de busca e apreensão, em busca de provas do esquema que lucrou pelo menos R$ 6 milhões, apenas com a ação de três dos alvos da operação, que agiam em Pernambuco e no exterior.

“São hackers, indivíduos especialistas nessa prática delitiva. Eles conseguem quebrar o segredo do chip do cartão de crédito, eles utilizam máquinas onde você coloca o seu cartão e os seus dados são jogados para um e-mail. Eles conseguem entrar em contas-correntes e poupança para subtrair os valores. Usam tecnologia para o mal”, disse o delegado Ivaldo Pereira, da Diretoria Integrada Metropolitana da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco.

O nome da operação faz referência à operação de cancelamento de uma transação realizada sem o reconhecimento da compra pelo titular do cartão.

“Essa quadrilha tem dois líderes e um está foragido. O segundo foi preso, é um português. Esse indivíduo já foi preso na Operação Miami, no mesmo sentido da de hoje, em 2015, quando apreendemos notebooks, relógios e outros produtos adquiridos com esses crimes. Ele voltou a cometer o mesmo delito”, afirmou o delegado.

A operação reuniu 130 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, e resultou na apreensão de notebooks, celulares, cartões de créditos e outros bens do grupo alvo da investigação iniciada em maio deste ano. A apuração foi liderada pelo delegado João Gustavo Godoy, com apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (Dintel) e do Laboratório de Tecnologia Contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD).

Os presos e materiais apreendidos foram encaminhados para a sede do Grupo de Operações Especiais (GOE), no bairro do Cordeiro, no Recife.

Em 2015, a Operação Miami prendeu um português e três brasileiros, acusado de obter dados das vitimas invadindo os sistemas das operadoras de cartões de crédito e copiando informações para realizar compras nas cidades de Los Angeles, Orlando e Miami, entre outras.

José Maria Rosendo foi recapturado em Corumbá/MS

Apontado e condenado pela Justiça como mandante da morte do promotor do Ministério Público de Pernambuco Thiago Faria Soares, ocorrida em outubro de 2013, José Maria Rosendo é transferido nesta terça-feira (03) para a Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia. 

Após ficar pouco mais de um mês preso em local não informado pela Justiça, José Maria chegou ao Aeroporto do Recife na manhã desta terça-feira e será levado à Rondônia em voo escoltado por três policiais civis.

O fazendeiro, que havia escapado da Penitenciária Professor Barreto Campelo, em Itamaracá, no Litoral Norte do Estado, em 14 de fevereiro deste ano, foi recapturado em 29 de julho, no município de Corumbá, no Mato Grosso do Sul e trazido para o Recife no dia 31 do mesmo mês.

José Maria foi condenado há 50 anos pela morte do promotor Thiago Faria, que atuava em Itaíba, no Agreste pernambucano, e pelas tentativas de homicídio contra a então noiva do promotor, Mysheva Martins, e do tio dela, Adautivo Martins.

Uma motocicleta e um carro de passeio foram recuperados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-232, em São Caetano e Sertânia, no Agreste e Sertão do Estado, respectivamente. Os veículos apresentavam indícios de adulteração e a motocicleta possuía o documento falsificado.

Durante a fiscalização de rotina, os policiais realizaram um minucioso procedimento de identificação veicular e constataram indícios de adulteração nos caracteres identificadores dos veículos. O carro de passeio era clonado e possuía registro de furto/roubo, enquanto o Certificado de Registro de Veículo (CRV) da motocicleta tinha registro de furto/extravio junto ao Departamento de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE).

Os motoristas e os veículos foram encaminhados para a Polícia Civil de cada região , para a continuidade das investigações e procedimentos legais.

POLICIAIS-CIVIS

As polícias Civil e Militar desencadearam nas primeiras horas desta quinta-feira (22), uma Operação Policial Integrada, destinada ao cumprimento de 39 mandados judiciais de Mandados de Busca e Apreensão, Prisão Temporária e Prisão Preventiva, a serem cumpridos em 10 (dez) municípios do Cariri e do Sertão do Estado da Paraíba. As cidades são Princesa Isabel, Água Branca, Imaculada, Juru, Monteiro, Sumé, Serra Branca, Mulungu, Catolé do Rocha e Patos, além de um mandado na cidade de São Paulo.

As investigações são oriundas de Inquéritos instaurados pela Polícia Civil, no âmbito das Seccionais de Princesa Isabel, Monteiro e de Patos, apuram ações de uma Organização Criminosa envolvida em crimes de Tráfico de Drogas/Associação, Homicídios, Ataques a Instituições Financeiras/Bancos, e outros crimes patrimoniais.

Estão sendo empregados efetivos das Regiões Integradas de Segurança Pública (REISP) de Campina Grande (2ª REISP) e Patos (3ª REISP), inclusive com emprego de cães farejadores da PM e de viaturas de Resgate e de Busca e Salvamento dos Bombeiros. Esta operação mobilizou um efetivo aproximadamente de 240 policiais e 80 viaturas.

Bilhete foi falsificado, segundo a Polícia Civil — Foto: Divulgação

Uma jovem de 19 anos foi detida em São José do Rio Claro, a 325 km de Cuiabá, depois de tentar retirar o prêmio da Mega-Sena com um bilhete falsificado em uma lotérica. A ocorrência foi registrada na última quarta-feira (07), mas só foi divulgada ontem (15). Segundo a Polícia Civil, a mulher foi ouvida e liberada em seguida.

A fraude foi notada pela funcionária da lotérica. Segundo a polícia, o código de barras do bilhete apresentado pela cliente não era aceito pelo sistema.

Ao insistir que o bilhete era premiado, a proprietária da lotérica foi chamada para resolver a situação.

Com o bilhete em mãos, a dona do estabelecimento notou a falsificação ‘grotesca’ e chamou os policiais. De acordo com a polícia, a mulher recortou os números e colou no bilhete que apresentou.

Depois, segundo a polícia, a mulher chegou a circular os números com uma caneta para tentar convencer os funcionários.

Divulgação/MPPE

O Ministério Público brasileiro realiza operação em nove estados do país contra organizações criminosas. Em Pernambuco, uma mulher foi presa. Também foi cumprido um mandado de busca e apreensão. Além de Pernambuco, as diligências ocorrem nos estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) prendeu Gabriela Lorrani de Souza Silva em Petrolina, no Sertão do Estado. Ela é suspeita de ajudar na lavagem de dinheiro oriundo de organizações criminosas. Os mandados são decorrentes de uma ação do Rio de Janeiro para prender acusados de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas que atuavam como “laranjas” para ocultar valores de integrantes da facção Comando Vermelho. Segundo o MPPE, ainda é preciso aprofundar as investigações para saber como se dava a participação da detida.

A investigação é articulada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (Gncoc), colegiado que reúne os Gaecos de todos os estados. No total, estão sendo cumpridos mais de 300 mandados judiciais, entre prisões e busca e apreensões.

As operações nos estados:

Acre – está sendo realizada uma grande revista na Penitenciária Francisco de Oliveira Conde, na Capital. O foco está em pavilhões dominados pelo PCC e a facção local Bonde dos 13, aliada ao Primeiro comando da Capital. A ação visa a apreensão de ilícitos e prospecção de informações, além da identificação de pessoas que exercem posição de liderança nessas organizações. Paralelamente, foram denunciadas à Justiça 69 pessoas presas na Operação Hemolíse, realizada no dia 24 de julho, na Capital e outros quatro municípios. Os denunciados são integrantes do Comando Vermelho.

Alagoas – a operação cumpre 37 mandados de busca e apreensão e 42 de prisão contra integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital, todos os mandados estão sendo cumpridos em municípios do litoral norte do estado. Os pedidos têm por base três Procedimentos de Investigação Criminal do GAECO local e um inquérito da Delegacia de Narcóticos – DENARC.

Amapá – com alvos em Macapá, Santana e Porto Grande, a operação, que também tem foco no combate ao tráfico de drogas,  é contra a organização criminosa “Família Terror do Amapá”.

Amazonas – estão sendo cumpridos três mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão. Dentre os alvos da medida, encontram-se lideranças da organização criminosa Família do Norte, considerada a terceira maior facção do Brasil.

Bahia – são 19 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão. A operação está sendo realizada nos municípios de Senhor do Bonfim, Jacobina, Juazeiro, Capim Grosso, Serrolândia e Lauro de Freitas. Entre os alvos, estão integrantes de organização criminosa ligada ao PCC que atua com tráfico de drogas e é responsável por diversos homicídios no estado. Onze promotores de Justiça, 74 policiais militares e 99 policiais rodoviários federais participam da ação.

Ceará – as operações “JERICÓ” e “AL QAEDA” tiveram investigações que resultaram na expedição de 35 mandados de prisão e 29 mandados de busca e apreensão contra integrantes do PCC a serem cumpridos em todo o Estado do Ceará.

Mato Grosso do Sul – 15 mandados de prisão estão sendo cumpridos contra integrantes do PCC com atuação no estado.

Pernambuco –  cumpre um mandado de prisão e busca e apreensão  em apoio à operação que combate a lavagem de dinheiro no Rio de Janeiro. O mandado está sendo cumprido na cidade de Petrolina, no Sertão do Estado.

Rio de Janeiro – três operações em andamento. Uma cumpre 41 mandados de busca e apreensão contra policiais militares, sendo oito denunciados por associação criminosa e crime de corrupção passiva,  um denunciado por associação para o tráfico de drogas, tendo sido  todos afastados de suas funções pela Justiça. A segunda, mandados de prisão  contra  sete traficantes em comunidades do Complexo de Madureira. A terceira, visa prender acusados de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas, com denunciados que atuavam como “laranjas” para ocultar o dinheiro ilícito do tráfico de integrantes da facção Comando Vermelho.

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Um homem foi preso em flagrante após passar notas falsas em estabelecimentos do município de Custódia, Sertão de Pernambuco. Durante a apreensão, nessa segunda-feira (12), ele havia repassado a quantia falsificada de R$ 100 em uma farmácia.

O suspeito, que reside em na Zona Rural do município de Santana do Mundaú, em Alagoas, ainda tentou fugir, mas foi capturado. Ele transportava mais três notas de R$ 100 e revelou o local onde guardava R$ 1.292 falsificados. Autuado, o rapaz foi conduzido para a Delegacia de Polícia Federal de Salgueiro, onde ficou a disposição da Justiça.

As investigações que deram início à

JC Online

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta sexta-feira (09) a 69ª Operação de Repressão Qualificada de 2019. Denominada “Relâmpago”, a ação, ligada à Diretoria Integrada do Interior 1 (Dinter 1), conta com a atuação de 100 policiais, entre delegados, agentes e escrivães.

As investigações que deram início à “Relâmpago” começaram em maio de 2018 e buscam prender integrantes de uma associação criminosa responsável pelos crimes de homicídios e tráfico de drogas.

Durante a operação, são cumpridos quatro mandados de prisão e sete de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelos juízes da Vara do Tribunal do Júri de Caruaru, no Agreste do Estado, e da 14ª Vara Criminal da cidade.

Detalhes

Os detalhes da “Relâmpago” ainda serão divulgados na manhã desta sexta-feira, na sede da Dinter 1, em Caruaru.