Saúde

A disseminação de fake news sobre vacinação pela internet vem contribuindo fortemente para diminuir a adesão dessa prática. O resultado, segundo reportagem do Jornal O Dia, é que em 312 municípios, menos de 50% da população foi imunizada. O Ministério da Saúde lançou alerta contra a enxurrada de informações enganosas sobre o tema, solicitando que os órgãos de saúde intensifiquem as campanhas.

“Antes de compartilhar uma informação que possa causar pânico desnecessário e confundir, certifique-se que vem de uma fonte oficial. Saúde Pública é coisa séria”, alerta a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).  Em 2017, o Ministério da Saúde recebeu mais de 2,2 mil alertas de notícias no meio digital para serem analisadas. Este ano, até agora, já foram mais de mil.

A vacina é indispensável para que haja o controle de doença epidemiológica, e, em função disso, a recomendação dos órgãos de saúde é que, no mínimo, 95% da população seja vacinada. O problema é que a população fica confusa com a quantidade de fake news espalhada pela internet e passa a questionar a eficácia da imunização.

A recomendação do Ministério da Saúde sobre notícias duvidosas é que se procure a confirmação ou que se peça ajuda e orientação a um profissional da saúde antes de compartilhar a informação. No site da instituição (portalms.saude.gov.br) estão disponíveis cartilhas de orientação sobre a imunização.

Vacina sarampo

O Brasil tem 677 casos confirmados de sarampo. Os dados sobre a doença foram atualizados nesta quarta-feira (18), pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o País enfrenta dois surtos de sarampo: um em Roraima e outro no Amazonas – regiões mais atingidas pelo vírus. 

O Estado do Amazonas tem 444 casos de sarampo confirmados. Em Roraima, são 216. Há confirmações ainda nos Estados de Rondônia (1), Rio de Janeiro (7), São Paulo (1) e Rio Grande do Sul (8). O País tem outros 2.724 casos em investigação. Segundo o Ministério da Saúde, os surtos no Brasil estão relacionados à importação da doença – o genótipo do vírus é o mesmo que circula na Venezuela.  

Em 2017, casos de sarampo em venezuelanos que viajaram a Roraima foram confirmados, causando um surto da doença no Estado. Houve, então, a ampliação de registros da doença para Manaus neste ano, de acordo com a pasta. 

O Ministério Saúde informou que mantém equipes técnicas para acompanhar as ações de enfrentamento da doença no Amazonas e em Roraima. “A pasta tem qualificado profissionais de saúde com o objetivo de possibilitar a identificação de sinais e sintomas que definem um caso suspeito de sarampo, além da adoção de outras ações de vigilância epidemiológica.”

Em São Paulo, um caso da doença foi confirmado em abril em Ribeirão Preto. Trata-se de uma profissional de saúde que viajou ao Líbano. O registro foi considerado um caso importado da doença. Foram feitas ações de monitoramento da doença na região, mas não foi identificada transmissão do vírus e a paciente se recuperou. 

Como se prevenir contra o sarampo

O sarampo é uma doença altamente contagiosa cuja principal forma de prevenção é a vacinação. Apesar da importância da imunização, o País tem cobertura vacinal abaixo da meta definida pelo Ministério da Saúde e preconizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a pasta, a cobertura no Brasil foi de 85,21% na primeira dose (tríplice viral) e de 69,95% na segunda dose (tetra viral) em 2017. A meta é de 95%.

A vacina contra o sarampo deve ser tomada em duas doses: uma aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses (tetra viral). Crianças de 5 a 9 anos de idade que não foram vacinadas anteriormente devem tomar duas doses da vacina tríplice com intervalo de 30 dias entre as doses. Entre 6 e 31 de agosto uma campanha de vacinação será realizada no País. O público-alvo são crianças de 1 ano a menores de 5 anos. 

Vacinação no mundo

O mundo registrou no ano passado um recorde de crianças vacinadas – 123 milhões, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, 17, pelo UNICEF e pela OMS – uma alta que ocorre tanto por aumento da população quanto de cobertura vacinal. O Brasil, porém, caminha na contramão desse movimento, com queda na porcentagem de crianças vacinadas nos últimos três anos.

Perguntas e respostas sobre o sarampo

Como se pega o sarampo?

O sarampo uma doença viral e contagiosa. Segundo Filipe Piastrelli, infectologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o paciente adquire a doença por partículas respiratórias e nem sempre quem transmite está com sintomas. “O vírus pode entrar pela conjuntiva do olho ou pelas mucosas, começa a se multiplicar e chega à circulação sanguínea, quando atinge o maior potencial de transmissão.”

Quais são os sintomas?

O primeiro é a febre, que quase todos os pacientes têm. Depois de um ou dois dias, tem início um quadro com tosse, coriza e conjuntivite. Só depois aparecem as lesões na pele. “A incubação dura de sete a 21 dias, mas a pessoa começa a transmitir cinco dias antes de aparecerem os sintomas e continua transmitindo por cinco dias”, explica o infectologista do Sabará Hospital Infantil Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior.

Como é feito o diagnóstico?

Por exames clínicos e laboratoriais.

Se for confirmado que o paciente está com sarampo, ele deve ficar isolado?

Sim. Como é uma doença contagiosa, ele deve evitar o contato com outras pessoas e, caso receba visitas, elas devem usar máscaras.

A vacina é eficaz para evitar a doença? Em quanto tempo ela começa a fazer efeito?

“É uma vacina boa, com mais de 90% de eficácia. A proteção plena vai ocorrer de dez a 14 dias”, diz Oliveira Júnior.

Qualquer pessoa pode tomar a vacina?

Não. Assim como a vacina da febre amarela, ela é feita com vírus vivo atenuado. Ela não é recomendada para gestantes, bebês com menos de 1 ano e pacientes imunodeprimidos. “A primeira escolha é fazer a vacina, se a pessoa tem alguma contraindicação, faz a imunoglobulina, que tem anticorpos formados e reduz formas graves da doença”, explica Piastrelli.

Quantas doses devem ser tomadas? 

Tanto o Ministério da Saúde quanto a Organização Mundial da Saúde recomendam duas doses durante a vida. No Brasil, as doses são aplicadas com 12 e 15 meses de vida. Caso a pessoa só tenha tomado uma dose, deve tomar a segunda até os 29 anos. Se nunca tomou até essa idade, só será necessário tomar uma dose entre os 30 e os 49 anos.

A pessoa deve tomar a vacina se perdeu a caderneta e não sabe se foi imunizada?

Sim. As doses recomendadas devem ser tomadas pelo paciente.

Pessoas que tiveram contato com pacientes infectados também são beneficiadas pela vacina?

Se tomada até 72 horas após o contato, a vacina é capaz de reduzir formas mais graves da doença. Mas as ações de bloqueio sempre devem ser realizadas.  

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O Ministério da Saúde informou que uma nova versão do sistema e-SUS Atenção Básica será disponibilizada aos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS). Com a atualização, os pacientes vão passar a receber notificações de consultas agendadas em unidades básicas de saúde pelo aplicativo da pasta.

A nova versão do sistema, segundo o ministério, também permite registrar as vacinas aplicadas no prontuário eletrônico, permitindo armazenar todas as ações de saúde do usuário em um mesmo local. Desta forma, de acordo com a pasta, o histórico do paciente poderá ser acessado em todos os serviços do SUS que estejam informatizados.

“Os dados são coletados de forma individualizada podendo ser identificados com o número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) do cidadão por meio do e-SUS AB”, informou o ministério. 

A orientação do governo federal é que municípios que utilizam o Prontuário Eletrônico do Cidadão ou a coleta de dados simplificada usem a versão mais recente do sistema, garantindo a qualidade na transmissão de dados coletados. A atualização está disponível no site do Departamento de Atenção Básica.

O uso de camisinha é o principal meio de prevenção, segundo especialistas (Foto: Asscom/Sesa ES)

Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus.

A Mycoplasma genitalium (MG), como é conhecida, já tem se mostrado resistente a alguns deles e, no Reino Unido, autoridades de saúde trabalham com novas diretrizes para evitar que o quadro vire um caso de emergência pública.

O esforço é para identificar e tratar a bactéria de forma mais eficaz, mas também para estimular a prevenção, com o uso de camisinha.

O que é a MG?

A Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida por meio de relações sexuais com um parceiro contaminado.

Nos homens, ela causa a inflamação da uretra, levando a emissão de secreção pelo pênis e a dor na hora de urinar.

Nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos – o útero e as trompas de falópio – provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade, ou seja, dificuldade para ter filhos.

A infecção, porém, nem sempre apresenta sintomas.

E pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia, que é mais frequente no Brasil.

Preocupação

A ascensão da MG ocorre principalmente no continente europeu, mas, no Brasil, o Ministério da Saúde diz que monitora a bactéria tanto pelo aumento da prevalência quanto pelo aumento da resistência antimicrobiana.

Como a infecção por essa bactéria não é de notificação compulsória no país, ou seja, as secretarias de saúde dos Estados e municípios não são obrigadas a informar os casos, não se sabe quantas são as pessoas atingidas.

No entanto, segundo o Ministério da Saúde, estudos regionais demonstram que ela “é muito menos frequente que outros agentes como a N. gonorrhoeae (responsável pela gonorreia) e Chlamydia trachomatis (responsável pela clamídia) – que, quando não tratadas, também podem causar infertilidade, dor durante as relações sexuais, entre outros danos à saúde”.

No Reino Unido, por outro lado, o quadro preocupa, segundo a Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH, da sigla em inglês).

A associação afirma que as taxas de erradicação da bactéria após o tratamento com um grupo de antibióticos chamados macrolídeos estão diminuindo.

E que a resistência da MG a esses antibióticos é estimada em cerca de 40% no Reino Unido. Um outro tipo de antibiótico, porém, a azitromicina, ainda funciona na maioria dos casos.

Diretrizes

Novas diretrizes detalhando a melhor forma de identificar e tratar a MG estão sendo lançadas, nesse contexto, no Reino Unido.

Já existem testes para detectar a bactéria, mas eles ainda não estão disponíveis em todas as clínicas da Inglaterra, onde os médicos podem, entretanto, enviar amostras para o laboratório da Public Health England – a agência executiva do Departamento de Saúde e Assistência Social – para obter um diagnóstico.

No Brasil, o Ministério da Saúde afirma que “a realidade ainda é muito diferente da Inglaterra”, mas que é necessário identificar os casos e tratá-los “para interromper a cadeia de transmissão”.

“Vale destacar que a camisinha masculina ou feminina é fornecida gratuitamente pelo Sistema único de Saúde (SUS), podendo ser retirada nas unidades de saúde de todo o país”, lembra.  

Boletim divulgado nesta sexta-feira (13), apresenta um total de 13.006 pessoas que adoeceram este ano / Foto: Pixabay

A morte de uma mulher de 53 anos, moradora de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), é a primeira confirmação associada à arboviroses este ano em Pernambuco. O óbito ocorreu no dia 21 de fevereiro e estava em investigação pelo Comitê Estadual de Discussão de Óbitos por Dengue e outras Arboviroses de Pernambuco. Foram feitas análises laboratoriais, além de uma avaliação domiciliar e hospitalar do caso, a fim de se descartar ou confirmar alguma arbovirose como causa da morte.

De acordo com o primeiro boletim de dengue, chikungunya e zika, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), revela a investigação de sete mortes suspeitas por arboviroses em Pernambuco.

As notificações dos óbitos são de municípios do Grande Recife (Moreno, Paulista, Goiana e Jaboatão dos Guararapes – este último tem dois registros), da Mata Sul (Ribeirão) e do Agreste do Estado (Pesqueira). Além disso, um dos óbitos notificados este ano (menino de 1 ano, de Iguaracy, Sertão de Pernambuco) foi descartado como associado a arboviroses.

Aumento de casos

Além do registro da morte suspeita por arboviroses, o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (13), apresenta um total de 13.006 pessoas que adoeceram este ano, no Estado, com sinais de dengue; outras 1.647 com quadro clínico semelhante a chikungunya; 486 com sintomas de zika.

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Pernambuco está em alerta quanto ao risco de reintrodução do sarampo no Estado. Pelo menos cinco casos suspeitos foram notificados no Recife desde o dia 28 de junho. Um deles ainda aguarda resultados de exames no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen) para ser analisado, já outros quatro estão descartados. As informações estão em comunicado divulgado pela Secretaria de Saúde do Recife na última quinta-feira, com orientações sobre procedimentos médicos que devem ser adotados se pessoas, em qualquer idade ou situação vacinal, apresentarem febre e exantema (manchas vermelhas na pele) acompanhados de tosse, coriza ou conjuntivite.

No Estado, a Secretaria de Saúde do Estado (SES) afirma que houve 39 casos suspeitos de doenças exantemáticas, que englobam sarampo e rubéola, notificados em 2018 até o momento. Do total, 35 já foram descartados por critério laboratorial. O resto aguarda resultados de exame. Não há informações se os pacientes entraram em contato com pessoas que estiveram em áreas de circulação do vírus, como Amazonas e Roraima. Nestes Estados, estão confirmados 465 casos e três mortes. Também há confirmação de uma criança infectada no Rio Grande do Sul e suspeitas em Mato Grosso do Sul.

O avanço da doença no País levanta preocupações porque o sarampo é altamente contagioso. Pernambuco não confirma casos da doença desde 2014, após último surto que começou em 2013. “A transmissibilidade ocorre, principalmente, via aérea, por gotículas e secreções. Os sintomas vão surgir entre dez e 14 dias após o contato. Começa com febre, tosse, olhos vermelhos ou lacrimejando. Em seguida, surge o exantema”, afirma a infectologista pediátrica Alexsandra Costa. 

Dois anos depois de ter sido considerado erradicado no País, o retorno do sarampo pode estar relacionado à queda da cobertura vacinal. Ano passado, a vacinação contra o sarampo, cuja primeira dose é aplicada aos 12 meses de vida, ficou abaixo da adequada em 21 Estados. No caso do reforço, aos 15 meses, a situação é ainda pior. Apenas o Ceará alcançou a meta de 95%, considerada pelo governo o mínimo para erradicar a doença. 

Quem não recebeu a vacina tríplice viral, que protege também contra rubéola e caxumba, ou está com imunidade baixa, se torna mais suscetível. Adultos com até 29 anos devem tomar duas doses com intervalo de 30 dias entre elas, caso não tenham sido vacinados ou não se lembrem de receber a aplicação. A partir dos 49, é recomendada uma dose.

“É preciso ter cuidado com contatos suspeitos com crianças menores de um ano porque ainda não foram vacinadas. Se isso ocorrer, é possível vacinar antes do recomendado”, explica a infectologista do Hospital Oswaldo Cruz, Ângela Rocha.

A SES garante que continua vigilante em relação à doença, já que o risco de reintrodução no Estado permanece devido ao fluxo de pessoas provenientes de áreas endêmicas. As ações de monitoramento e precauções nos registros suspeitos, diz, seguem sendo adotadas.

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Prefeitos de 312 cidades do País com alto risco para retorno da poliomielite foram oficiados na sexta-feira (06), pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão pede para que os municípios adotem as medidas necessárias para garantir o aumento da vacinação contra a doença.  “A estratégia deve ser adotada em curtíssimo prazo”, afirmou a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Drupat. O descumprimento das recomendações pode se enquadrar em improbidade administrativa e desrespeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente, segundo ela.

Pelo menos 312 cidades têm menos de 50% das crianças protegidas contra a pólio. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é imunizar no mínimo 95% para evitar novos casos. Pelos cálculos do Ministério da Saúde, pelo menos 800 mil crianças estão sem o esquema vacinal completo da pólio. O último caso de pólio registrado no País foi em 1990. 

No ofício, Deborah recomenda ampliar o horário de funcionamento das salas de vacina, o que ajuda pais que trabalham em período integral. Pede também que profissionais da atenção básica, incluindo agentes comunitários, façam trabalhos para identificar crianças com a carteira de vacinação atrasada.

A orientação do Programa Nacional de Imunização (PNI) é aproveitar a visita da criança ao posto de saúde para vaciná-la – exceto nas recomendações médicas em contrário. Coordenadora do PNI, Carla Domingues criticou em entrevista ao Estadão a resistência de profissionais em adotar essa simultaneidade na vacinação. 

Na notificação, a procuradora  solicita também que municípios passem a fazer registros de vacinação num sistema nominal, como já havia sido acordado entre ministério, secretários estaduais e municipais de saúde. O sistema, observa, facilita o controle e permite buscar crianças que, por alguma razão, estão com o esquema vacinal em falta. Hoje, ainda muitos municípios fazem o controle do programa apenas por meio das doses aplicadas.

Presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde, Mauro Junqueira admite haver formas de melhorar os indicadores, como ampliar o horário da vacinação.

Mas argumenta haver empecilhos, como frascos com mais de 50 doses. “Há recomendações para que municípios não desperdicem o insumo. E isso faz com que profissionais procurem dar vacina de forma concentrada, para várias crianças de uma vez só”, diz. “Mas é preferível, por enquanto, desperdiçar o insumo e ser chamado a atenção sobre isso, do que deixar uma criança sem proteção.”

Ministério

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão pediu ao Ministério da Saúde a atualização dos dados do PNI.  A ferramenta é fundamental para garantir a eficiência no monitoramento da cobertura vacinal. 

Deborah Duprat alertou também para o risco de o sistema de reforço na vacinação ser prejudicado com a redução de Equipes da Família, por problemas na documentação. Em nota, a pasta diz que o descredenciamento foi feito porque municípios não formaram, no período estabelecido, equipes necessárias para trabalhar no programa. A pasta afirmou ainda ter havido um aumento do programa nos últimos anos.

O problema de imunização não se resume a pólio ou sarampo. As coberturas vacinais de crianças de forma geral estão bem abaixo do que o ideal. O problema ocorre mesmo com vacinas que não tenham tido registro de problemas de desabastecimento. Entre elas, estão a  tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus influenzae tipo b e hepatite B) e pneumococo.

Mais de 2 milhões de pessoas já foram registradas em todo o Estado / Foto: Divulgação/SES/Miva Filho

De janeiro a junho deste ano já foram registradas 11 mortes causadas pela síndrome respiratória aguda grave (Srag). Estes são dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), nesta quinta-feira (05). As faixas etárias que mais foram atingidas com as doenças e vieram a óbito foram às crianças, com idade abaixo de 2 anos e idosos a partir de 60 anos.

Durante o primeiro semestre de 2018, Pernambuco teve 1.162 casos da doença, que pode ser provocada por vírus e bactérias Os resultados laboratoriais confirmaram influenza, que é uma infecção grave no sistema respiratório. Os exames mostram nove casos do tipo H1N1 e dois da H3N3.

Por conta da gravidade e urgência em tratamento, os pacientes ficam internados após apresentarem febre, tosse ou dor de garganta, associado à respiração ofegante descontrolada ou um desconforto respiratório.

No mesmo período em 2017, foram 1.121 casos de Srag, com 67 confirmações para influenza H3N2, 28 de influenza B, três do tipo VSR e um caso da parainfluenza.

Vacinação contra a Influenza

Em todo o Estado, 2.334.311 pessoas foram vacinadas, o que corresponde a 97,2% do público alvo da Secretaria de Saúde, que envolve as crianças, gestantes, puérperas, trabalhadores da área de saúde, idosos, indígenas e professores.

De acordo com a SES, todos os grupos prioritários atingiram a meta mínima de 90% de vacinação. Ainda restam pouco mais de 65 mil pessoas pertencentes a estes grupos para serem vacinadas.

Das crianças, já foram vacinadas 91,6%. Os trabalhadores de saúde superaram o esperado, com 101,7%. As puérperas também registram o número alto, chegando a 119,1% de mulheres em resguardo vacinadas.

Os idosos e indígenas estão no mesmo patamar de público que já recebeu a imunização, com 98,3% e 98,6% respectivamente. Os professores já têm 104,4% do público vacinado.

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES) registrou um aumento de 40% no número de casos notificados de doença meningocócica, uma infecção que pode afetar as membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal. Ao todo, entre janeiro e o dia 23 de junho, foram registrados 21 notificações da doença, sendo que 14 foram confirmados. No mesmo período de 2017, foram notificados 15 casos, com nove confirmações.

Durante o período, o número de mortos por causa da doença triplicou: de uma para três mortes. Em todo o ano de 2017, duas pessoas morreram por causa da doença. Ainda segundo a SES, durante todo o ano passado, o número geral de casos notificados da doença chegou a 29, com 17 confirmações.

De acordo com a gerente de Prevenção de Doenças Imunopreveníveis da SES, Ana Antunes, foi registrada uma queda nos números da doença, desde 2014, ano em que houve 44 confirmações. 2015 tiveram 24 casos confirmados e 2016, 32.

Segundo Ana, o comportamento da doença meningocócica é difícil de ser previsto, em Pernambuco, por causa do clima.

“Essa doença tem um comportamento bastante atípico, porque nos lugares frios se tem uma sazonalidade marcada, mas aqui não temos essa diferenciação tão clara, então, ela não tem um comportamento semelhante todo ano. Apesar do aumento no primeiro semestre, a gente pode ser surpreendido por um decréscimo no restante do ano, por exemplo”, explicou Ana.

Ainda segundo Ana, a situação no primeiro semestre de 2018 não demanda cuidados maiores que os rotineiros de prevenção, já que os casos estão espalhados pelo estado. Com relação às mortes, um dos óbitos ocorreu em Serra Talhada, no Sertão, em fevereiro; o segundo ocorreu em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, e o terceiro, no Recife, em junho.

“A doença vinha em ascensão e houve uma queda desde a inserção da vacina, que é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Ficamos tranquilos porque não há uma concentração grande de casos numa mesma cidade. Eles estão espalhados pelo estado e ao longo do tempo. É uma doença tratada como importante e toda a investigação é feita com cuidado, já que há uma alta taxa de letalidade”, disse Ana.

A vacina contra a meningite tipo C é disponibilizada para adolescentes entre 11 e 14 anos de idade. A imunização é feita em três doses.

vacina

O último caso de poliomielite registrado em Pernambuco foi em 1988, enquanto no Brasil foi no ano seguinte, em Souza, na Paraíba. Desde então, apesar da circulação da doença em outros países, o Brasil se mantém livre da enfermidade. Esse panorama, contudo, pode mudar se não for ampliada a vacinação das crianças contra a enfermidade.

Em Pernambuco, no ano de 2017, foram vacinadas 82% das crianças abaixo de 1 ano (118.860 meninos e meninas). Contudo, a meta mínima nacional é de 95%. Dos 184 municípios pernambucanos, mais Fernando de Noronha, 63 atingiram a meta. Outros 5 estão com cobertura abaixo de 50%, o que, segundo o Ministério da Saúde (MS), aumenta o risco de reintrodução da doença no país.

“Estamos há 20 anos sem registrar poliomielite em Pernambuco. Contudo, sabemos da ocorrência da doença em países da África e do Oriente Médio. Com o fluxo de turistas entre os países, existe a possibilidade de reintrodução da pólio em território nacional, por isso a importância da vacinação, que é gratuita e disponibilizada permanentemente nos postos de saúde”, reforça a coordenadora do Programa Estadual de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Ana Catarina de Melo.

Além de lembrar aos pais e responsáveis da importância de levar as crianças para serem vacinadas nos postos de saúde, a coordenadora do Programa Estadual de Saúde também afirma que, sistematicamente, dialoga com os municípios sobre as coberturas vacinais. “A diminuição no público vacinal contra a poliomielite e também de outras vacinas é uma questão enfrentada em todo o país. Por isso, fazemos o monitoramento constante e conversamos com os municípios para saber quais estratégias podem ser utilizadas para reverter à situação. Também relembramos aos gestores municiais que é essencial manter os sistemas de informação atualizados, para não haver divergência entre a realidade e os números apresentados”, pondera. A coordenadora ainda lembra que em agosto será realizada uma campanha nacional para proteger crianças de 1 ano a menores de 5 anos contra a poliomielite e o sarampo.

A vacina contra a poliomielite é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses, na forma injetável, além dos 15 meses e 4 anos, da forma oral. “As crianças precisam completar o esquema para estar imunizada. Os meninos e meninas vacinados com a dose oral ainda produzem o que chamamos de ‘imunidade de rebanho’, já que eles espalham no ambiente o vírus vacinal, o que ajuda numa imunização coletiva”, frisa Ana Catarina. 

TRÍPLICE VIRAL

Além da poliomielite, o país também está em alerta para o sarampo, que foi reintroduzido em território nacional e já está causando surtos no Norte brasileiro. Em Pernambuco, foram registrados 199 casos de sarampo em 2013 e 27 em 2014, último ano de ocorrência.

Para evitar o sarampo, a indicação é utilizar a vacina tríplice viral, que ainda protege contra a rubéola e a caxumba. A vacina tríplice viral deve ser aplicada em crianças com 12 meses, com um reforço aos 15 meses com a tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Para crianças acima de 2 anos, além de jovens e adultos até os 29 anos, não vacinadas anteriormente ou que não se lembram, devem ser feitas 2 doses da tríplice viral, com intervalo de 30 dias entre elas. Adultos entre 30 e 49 anos (não imunizados ou que não lembram) devem tomar uma dose da tríplice. Profissionais de saúde não vacinados devem tomar duas doses com a vacina tríplice viral, independente da idade. É importante que a população vá a um posto de saúde, munido da caderneta de vacinação, para saber se é preciso fazer a atualização de alguma dose.

Vacinação contra a poliomielite

Livre da poliomielite desde 1990, o Brasil tem 312 municípios com cobertura vacinal contra a doença abaixo dos 50%, principalmente em crianças menores de cinco anos de idade, de acordo com dados do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI). Em Pernambuco, os dados mais recentes do PNI mostram que Cortês, localizada na Zona da Mata Sul, é a cidade com a menor cobertura no Estado: tem apenas 35,94% das crianças menores de um ano vacinadas.

Os municípios de Palmares, na Mata Sul, (38,90%); Frei Miguelinho, no Agreste (39,44%); Correntes, também no Agreste (43,06%); e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife (49,47%) completam a lista da margem de risco no Estado. 

O índice acendeu a luz vermelha no ministério, que alerta para o risco de reintrodução da pólio em cidades com cobertura abaixo de 95%. A Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite acontecerá entre 6 e 31 de agosto e oferecerá uma oportunidade de atualização da caderneta.

Apesar da campanha de agosto, o Ministério da Saúde alerta que as doses estão disponíveis durante todo o ano no Sistema Único de Saúde (SUS) e chama a atenção para a obrigação dos pais de atualizar as cadernetas de seus filhos. A orientação da pasta é para a imunização de todas as crianças menores de cinco anos. A vacinação é a única forma de prevenção da pólio e outras doenças que não circulam mais no País.

A poliomielite

Também conhecida como “paralisia infantil”, a poliomielite é uma doença infecto-contagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se subitamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa o intervalo de três dias. A doença acomete em geral as pernas, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, com sensibilidade conservada e ausência de reflexos na região atingida.

Transmissão

A transmissão da pólio ocorre mais frequentemente pela via fecal-oral e através do contato direto pessoa a pessoa e por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral-oral, através de gotículas de secreções ao falar, tossir ou espirrar. Segundo o Ministério da Saúde, a falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores favorecem a transmissão do poliovírus.

Cantora Alcione é internada em hospital e passa por angioplastia

A cantora Alcione, 70, foi internada nesta terça-feira (03) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com quadro de angina instável, um bloqueio do fluxo sanguíneo nas artérias que irrigam o coração e que pode ocasionar um infarto.

Ela foi submetida a um cateterismo seguido de angioplastia para desobstruir a artéria. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, a intervenção transcorreu bem.

O estado da cantora é estável e ela deverá permanecer internada durante a semana, informou ainda o hospital.

Em 2016, Alcione passou por um procedimento no coração no qual acoplou um stent (tubo que regula o fluxo sanguíneo).

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O Ministério da Saúde admite haver alto risco de retorno da poliomielite em pelo menos 312 cidades brasileiras. O alerta foi feito em uma reunião com secretários estaduais e municipais de saúde. “É uma situação gravíssima”, afirmou a coordenadora do Programa de Imunização, Carla Domingues. 

Estão na lista de maior risco para pólio municípios que não conseguiram atingir nem 50% da cobertura vacinal. “Uma cidade com esses indicadores tem todas as condições de voltar a transmitir a doença em nosso País. Será um desastre para a saúde como um todo.” O último caso registrado no Brasil foi em 1990. Quatro anos depois, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a doença erradicada das Américas.

A recomendação é de que a cobertura vacinal contra pólio seja superior a 95%. A situação mais grave é na Bahia, onde 15% dos municípios imunizaram menos do que 50% das crianças, seguido do Maranhão, com 14,29%. Em todo o País, apenas Rondônia, Espírito Santo e Distrito Federal não têm cidades sob risco elevado.

O quadro geral é muito preocupante. Pelos dados do Ministério da Saúde, no ano passado 22 unidades da federação não atingiram a cobertura considerada ideal. Também em 2017 pelo menos 800 mil crianças estavam sem o esquema completo de vacinação – que compreende três doses do imunizante.

“Acendemos a luz vermelha”, resumiu Carla. A preocupação ganha corpo sobretudo em um momento em que voltou a ser discutida a entrada do poliovírus derivado. Na Venezuela, autoridades sanitárias cogitaram a possibilidade de que uma menina teria sido contaminada por essa mutação do vírus.

Quando a vacina em gotas é dada para a criança, o vírus atenuado contido no imunizante pode ficar presente no ambiente por quatro a seis semanas, criando o que se chama de efeito rebanho. De quebra, a população que tem contato com o vírus atenuado também fica protegida contra a doença.

O problema é que nesse período, em raríssimas ocasiões, o poliovírus pode ter contato com outros vírus, como o rotavírus, sofrer uma mutação e, com isso, criar uma nova onda de infecções. Essa hipótese foi descartada no caso da criança venezuelana, mas a preocupação persiste. 

A presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, Isabella Ballalai, observa que o risco aumenta nos casos em que a cobertura vacinal é menor. “Daí a necessidade de a imunização ser, sempre, mantida em 95%”.

Isabella classificou o indicador brasileiro como “inacreditável e inadmissível”. Carla observa que a queda mais expressiva ocorreu nos últimos dois anos. Para tentar reduzir o risco, o Ministério da Saúde deverá fazer entre os dias 6 e 31 de agosto uma campanha nacional de vacinação contra pólio.

Outras doenças

 Carla reforça ainda que as taxas de cobertura vacinal no País caíram de forma expressiva. “Parece que estamos retomando à década de 80 com as cobertura vacinais.” Como exemplo, ela citou as vacinas tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus influenzae tipo b e poliomielite) e pneumococo. “Não houve desabastecimento em nenhum desses casos”, observou. 

Para ela, os indicadores mostram a necessidade de se refletir sobre o que está sendo feito na ponta da assistência. Ela observa que o programa de imunização oferta 14 vacinas. “É preciso ter simultaneidade. Montar um calendário de forma a ofertar, numa só visita ao posto, mais de um imunizante.” No esquema ideal, afirma, os pais levam a criança nove vezes durante o ano ao posto de vacinação. “Se isso não é feito da forma adequada, esse número aumenta para 10, 11, 12”, observa. 

A resistência em dar mais de uma vacina no mesmo dia pelos profissionais de saúde poderia ser resolvida com reforço na capacitação. O mesmo se aplica ao preenchimento das fichas de vacina. Poucos são os municípios que seguem a recomendação de fazer registro da vacinação nominal. “As anotações são feitas apenas por dose. Isso dificulta que seja realizada uma busca das crianças que estão com calendário atrasado”, diz Carla.

Horários

Para ela, é preciso também maior racionalidade na forma da oferta da vacina, como horários mais flexíveis, que se encaixem na rotina de trabalho dos pais. “Postos funcionam das 8h às 11 e das 14 às 17 horas. Não são todos pais que podem levar seus filhos nesses horários várias vezes ao ano”.

A abertura de muitas salas de vacina, por sua vez, seria contraproducente. “É preciso escala. As doses precisam ser abertas e usadas rapidamente. Caso contrário, há desperdício”.

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Mesmo com prorrogações, 6,8 milhões não tomaram vacina contra gripe

Mesmo após passar por diversas prorrogações, a campanha nacional de vacinação contra a gripe não atingiu a meta colocada pelo Ministério da Saúde de imunizar 90% do público-alvo. Segundo dados apresentados pela pasta nessa terça-feira (26) só 86,1% dos 54,4 milhões de pessoas que deveriam ter tomado a proteção buscaram os postos de saúde. Com isso, mais de 6,8 milhões de brasileiros dos grupos prioritários deixaram de se vacinar.

Gestantes e crianças tiveram os menores índices de cobertura vacinal, com índice de 73,2% e 73,4%, respectivamente. O público com maior taxa de vacinação foi o de professores, com 100%, seguido pelas puérperas (98,4%), indígenas (93,6%) e idosos (92,8%).

Considerando os índices por Estado, Roraima e Rio de Janeiro foram as Unidades da Federação com as menores taxas de imunização. No primeiro, apenas 63% do público-alvo se vacinou. No segundo, esse índice foi de 65,2%. Ceará e Goiás foram os Estados com os maiores índices de vacinação, atingindo mais 100% de cobertura.

Desde a última segunda-feira, dia 25, os municípios que ainda têm vacinas disponíveis foram autorizados pelo Ministério da Saúde a estender a vacinação também a crianças de 5 a 9 anos e adultos na faixa etária de 50 a 59 anos.

De acordo com o ministério, somente neste ano foram registrados no País 3.558 casos de gripe, com 608 óbitos. Desse total, 2.124 casos e 399 óbitos foram por H1N1. Com informações do Estadão Conteúdo.