Por Lucio Luiz de Almeida Neto*

Quero deixar minha mensagem compartilhando mais uma reflexão de uma das figuras mais iluminadas da humanidade…

"Esta vida vai passar rápido, não brigue com as pessoas, não critique tanto seu corpo.
Não reclame tanto.
Não perca o sono pelas contas.
Não deixe de beijar seus amores.
Não se preocupe tanto em deixar a casa impecável. Bens e patrimônios devem ser conquistados por cada um, não se dedique a acumular herança.
Deixe os cachorros mais por perto.

Não fique guardando as taças. Use os talheres novos.
Não economize seu perfume predileto, use-o para passear com você mesmo.
Gaste seu tênis predileto, repita suas roupas prediletas, e daí?
Se não é errado, por que não ser agora?
Por que não dar uma fugida?
Por que não orar agora, ao invés de esperar para orar antes de dormir?
Por que não ligar agora?
Por que não perdoar agora? Espera-se muito o natal, a sexta-feira, o outro ano, quando tiver dinheiro, quando o amor chegar, quando tudo for perfeito… Olha, não existe o tudo perfeito. O ser humano não consegue atingir isso porque simplesmente não foi feito para se completar aqui.

Aqui é uma oportunidade de aprendizado.
Então, aproveite este ensaio de vida e faça o agora…
Ame mais, perdoe mais, abrace mais, viva mais intensamente e deixe o resto nas mãos de Deus".

Papa Francisco

Que a luz do Cristo ressuscitado nos ilumine na caminhada e nos dê força para as lutas da vida!

Feliz Páscoa!

*Lucio Luiz de Almeida Neto é Promotor Público em Afogados da Ingazeira

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Um projeto de lei do deputado estadual Rodrigo Novaes (foto) promete criar regras rígidas para prestação de contas, eleição e até para barrar a candidatura de dirigentes em entidades gestoras de competições profissionais de futebol em Pernambuco, caso da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), o que pode interferir nos interesses de todos os torcedores do Estado. O texto obriga as entidades, por exemplo, a manterem um portal da transparência, a informarem trimestralmente todas as operações financeiras realizadas no exterior e prestar contas anualmente ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e à Secretaria da Fazenda (Sefaz).

O texto também impõe que 51% dos cargos de direção sejam compostos por atletas profissionais escolhidos por seus pares. Na regra mais polêmica, o projeto de lei cria uma espécie de "ficha limpa" obrigatória para assumir cargo de direção das entidades. Quem estiver em algum dos 15 critérios descritos no texto fica inelegível pelo prazo de oito anos para cargos de diretoria.

Entram na lista de inelegíveis pessoas condenadas por órgão judicial colegiado por crimes contra a administração pública, sistema financeiro, abuso de autoridade, lavagem e ocultação de dinheiro, tráfico de drogas, racismo, tortura, terrorismo, formação de quadrilha e corrupção eleitoral. Também não poderão concorrer detentores de cargos públicos, condenados na Justiça Eleitoral por abuso de poder político ou econômico ou que tiveram seus direitos políticos cassados, foram demitidos dos serviços públicos ou que foram excluídas do exercício de alguma profissão.

Nas campanhas para direção de entidades como a FPF, também ficaria vedado o recebimento de doações por empresas ou pessoas jurídicas. Os candidatos também ficariam obrigados a apresentar prestações de contas de suas campanhas 30 dias após o fim da eleição.

Segundo Rodrigo Novaes, a ideia é dar mais transparência e democratizar o controle social sobre as entidades responsáveis pelo futebol no Estado. Questionado se a proposta não interfere demais na gestão interna das entidades, ao definir até regras para a eleição dos presidentes, o deputado defendeu a necessidade de regramento. "São órgãos importantes, que gerem recursos públicos, que administram um patrimônio cultural do povo brasileiro. Temos exemplos negativos em todo o país de presidentes de federação que usam a entidade para corromper, enriquecer, lavar dinheiro. Isso precisa ser coibido", diz.

Na presidência da FPF desde setembro de 2011, Evandro Carvalho soube do projeto pelo deputado estadual Beto Accioly (SD), de quem é amigo. Ele disse que a entidade está sempre disponível a contribuir com as propostas do Poder Legislativo que buscam melhorar o futebol, mas fez questão de ressaltar que muitos dos temas tratados no projeto já são objeto de duas leis: 9.615/98, conhecida como Lei Pelé, e a 12.868/13, conhecida como Legislação do Profut.

Carvalho também lembrou que a Câmara do Recife já foi impedida de legislar sobre os horários das partidas de futebol porque há entendimento na jurisprudência federal pelo assunto. "De qualquer sorte, o que puder corroborar e ratificar, o que puder contribuir de alguma forma para que as leis evoluam e se modernizem, ainda que evidentemente exista uma dificuldade técnica de uma lei estadual se sobrepor a lei federal", disse.

Hoje, federações de futebol e os clubes têm obrigação de ter Conselhos Fiscais eleitos e se submeterem a auditorias externas creditadas pelo Banco Central. A legislação federal também impede a reeleição para direção das entidades. A FPF já possui portal da transparência em seu site.

A proposta de Rodrigo terá uma tramitação longa. Precisará passar por sete comissões antes de ir à votação no plenário da Assembleia Legislativa. Segundo o deputado, a proposta será aperfeiçoada em audiência pública. "Se enxergarmos alguma exagero, suprimimos. O projeto está aberto".

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De janeiro a março deste ano, a Fundarpe recebeu dois pedidos para tombamento de edificações: o Campus Anísio Teixeira da Fundaj e a Igreja de São Félix, na Ilha de São Félix, em Orocó, município do Sertão. Ano passado foram encaminhadas seis solicitações e uma delas prevê a proteção do prédio da Assembleia Legislativa de Pernambuco, no Centro do Recife, incluindo o acervo museológico da instituição.

Além dos 44 processos esperando análise na Fundarpe, outros 21 pedidos com parecer técnico concluído foram remetidos ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, ao longo dos últimos anos. "O conselho analisou sete e o governador decretou o tombamento de três", informa a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.

Entraram na lista de bens protegidos a Igreja de São José das Botas de Ouro em Tamandaré (Litoral Sul), as Igrejas de Nossa Senhora da Luz e de Nossa Senhora do Rosário do distrito de Matriz da Luz, em São Lourenço da Mata, Grande Recife (as duas formam um só processo), e o prédio da Força Pública de Floresta, no Sertão.

Quatro processos com parecer favorável aguardam decreto do governador: o pedido de definição do perímetro de tombamento da casa de João Alfredo (Engenho São João) na Ilha de Itamaracá, a antiga Casa de Câmara e Cadeia do Recife (sede do Arquivo Público Estadual), o Engenho Monjope em Igarassu e quatro casas na Rua da União, Centro do Recife.

"O conselho distribuiu 14 processos com relatores e devolveu outros três, mais antigos, para a Fundarpe", diz Márcia Souto. Um deles é o pedido de tombamento do Edifício Oceania, na Avenida Boa Viagem, Zona Sul do Recife, enviado ao conselho sem o parecer técnico da Fundarpe, apenas com o encaminhamento do gestor de patrimônio, na época. O Oceania é o principal cenário do filme Aquarius, de Kléber Mendonça Filho. 

Foto: Jarbas Araújo/Alepe

O líder do PSB da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado Isaltino Nascimento, reagiu às críticas do deputado Silvio Costa Filho (PRB), após a bancada de oposição da Casa cobrar respostas ao Governo e a Prefeitura do Recife, ambos administrados pelo PSB, por terem nomes importantes da legenda citados nas delações premiadas dos executivos da Odebrecht, com acusações de irregularidades em várias obras do Estado.

“O PSB-PE não vai aceitar a provocação oportunista. Não reconhecemos autoridade no seu líder, que teve uma meteórica passagem pelo poder executivo e saiu dela de cabeça baixa, pela porta dos fundos. Ele não tem biografia para atacar ninguém”, disse.

O deputado socialista lembrou que Silvio teve bens bloqueados pela Justiça por seu envolvimento no escândalo dos shows fantasmas com recursos do ministério do Turismo.

 “Uma vergonha sem tamanho”, diz Isaltino, acrescentando que esta não foi a primeira vez que Silvio se envolveu em denúncias graves. “No legislativo, no seu primeiro mandato, Silvio foi protagonista de um dos maiores escândalos da história da Câmara Municipal do Recife, tristemente famoso caso das Notas Fiscais frias”, acrescentou.

Isaltino também afirmou que um assunto sério como as investigações da lava jato não pode ser objeto do oportunismo político.

 “O Brasil está tratando este tema com muita seriedade. O PSB apoia as investigações, assegurando o amplo direito de defesa dos acusados. Temos realmente uma oportunidade de passar a política a limpo. Portanto, não cabe oportunismo de personagens sem qualificação como Silvio Costa Filho”, finalizou.

Uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) neste sábado (15) resultou na apreensão de 26 motocicletas na BR-104, em Toritama, no Agreste de Pernambuco. A ação teve como objetivo coibir irregularidades no uso de motos e evitar acidentes causados pela imprudência na condução dos veículos.

Os policiais realizaram o comando de fiscalização com o apoio do Grupo de Motociclismo da PRF em frente ao pátio da feira do município. Entre as irregularidades encontradas, estavam a falta da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o não uso do capacete, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) atrasado, a ausência de retrovisores, dentre outras.

Os motociclistas foram autuados por infrações médias e gravíssimas, que variam de R$130,16 a R$ 880,41. Os veículos foram encaminhados ao pátio localizado em Caruaru e serão liberados após a devida regularização. 

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Globo Rural

No Sertão do Rio Grande do Norte, pequenos agricultores comemoram e tratam de aproveitar o que estavam em falta há cinco anos: a chuva. A seca começou em 2012, 2013. Mas desde janeiro vem chovendo bem no chamado meio oeste do estado. Destaque para o município de Campo Grande, a quase 300 km de Natal

Entre Campo Grande e dois municípios vizinhos, Paraú e Triunfo Potiguar, a média de chuva, segundo a Emater, já passa dos 600 mm desde o início do ano. Pode parecer pouco em relação a outras regiões do Brasil, mas é muito, principalmente na comparação com o quase nada de chuva nos últimos anos. A água voltou e está enchendo reservatórios e açudes. Momento de alegria e esperança.

Ministros do Supremo reunidos no plenário.O tribunal tem processos demais e não foi planejado para conduzir ações criminais (Foto: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO)

Curitiba acha que a Procuradoria-Geral da República (PGR) cometeu
uma falha estratégica ao imputar o crime de caixa dois nos pedidos de abertura de inquérito, frutos das delações da Odebrecht, entregues ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Investigadores consideram que a PGR deveria ter focado exclusivamente a corrupção. Por quê? Caixa dois é um crime com pena menor, que prescreve rápido e dificilmente resulta em punição. Vai dar muito trabalho e pouco resultado. 

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Por Elio Gaspari

A repórter Marina Dias revelou que se articula uma ação conjunta do presidente Michel Temer com seus antecessores Lula e Fernando Henrique Cardoso em busca de um pacto político. Desde fevereiro, quando Temer visitou Lula no hospital Sírio-Libanês horas depois da morte de sua mulher, Marisa, o presidente faz circular a notícia de um encontro com todos os seus antecessores.

O ex-ministro Nelson Jobim tem costurado conversas com Temer e Fernando Henrique e deverá falar com Lula nos próximos dias. Essa e outras articulações foram cruamente classificadas pelo professor Joaquim Falcão: "Não se busca mais uma sentença absolvitória. Busca-se um acordão político transpartidário. Em nome não mais da inocência dos réus, mas da estabilidade econômica e da governabilidade."

Jobim foi ministro da Justiça e da Defesa, presidiu o Supremo Tribunal Federal e tornou-se conselheiro do banco BTG Pactual, cujo presidente viveu alguns meses em regime carcerário comum e domiciliar.

Já está em andamento a negociação de um acordo do andar de cima para refrescar a vida da turma do caixa dois. Falta combinar com o andar de baixo, que paga os salários dos parlamentares e as faturas das empreiteiras.

Essa movimentação é de inédita infelicidade. Ela é uma vacina contra alguns dos efeitos da Lava-Jato. Em tese, une três pais da pátria. Na prática, juntam-se Temer (acusado de ter negociado capilés da Odebrecht), Lula (réu em cinco ações penais) e Fernando Henrique Cardoso (cujas campanhas presidenciais foram irrigadas pela empreiteira, segundo a narrativa do patriarca Emilio Odebrecht). Acusação não significa culpa, mas salta aos olhos que até hoje foram poucos os políticos que confessaram seus crimes. Essa turma espera um pacto, mas na trinca falta alguém que não tenha nada, mas nada mesmo, a ver com a Lava Jato.

A literatura do crime organizado é cruel com iniciativas desse tipo. Quando os negócios caem ou quando a polícia aperta o cerco, os notáveis se reúnem e buscam uma linha comum de atuação. Michel não é Michael, Luiz Inácio não é Luigi e Fernando Henrique não é Enrico. Uma reunião desse tipo pode acabar em formação de quadrilha.

Cada um deles ou os três juntos poderiam se reunir para discutir uma maneira mais rápida para mandar larápios para a cadeia. Ajudariam a Lava-Jato, o futuro do país e suas próprias biografias.

O TUCANATO PAULISTA JULGA-SE INVULNERÁVEL

A ser verdadeira a informação de Pedro Novis, ex-presidente da Odebrecht, só a convicção da própria invulnerabilidade pode explicar que o tucano José Serra tenha permitido que seu nome fosse associado ao de José Amaro Pinto Ramos. Como até hoje as investigações das maracutaias ferroviárias não puseram um só tucano na cadeia, a ideia da invulnerabilidade faz algum sentido.

O doutor Pinto Ramos é um dos grandes operadores de Pindorama. No século passado foi amigo de Paulo Maluf e Sergio Motta, em 1993 deu um bonito jantar a Fernando Henrique Cardoso em Washington e meteu-se numa encrenca emprestando dinheiro a um hierarca do partido Democrata. Operou com equipamentos ferroviários da Alstom, aparelhos de vigilância aérea para a Thomson francesa e passou pela caixinha da Odebrecht na contabilidade da construção do submarino nuclear. Esteve em todas, foi acusado de malfeitorias no Brasil, nos Estados Unidos e na Suíça. Jamais foi indiciado.

Desde 1995 o tucanato sabia que Pinto Ramos era radioativo. Segundo Novis, em 2006 a Odebrecht pagou dois milhões de euros (R$ 5,4 milhões em dinheiro de hoje) a José Serra e o ervanário ia para contas designadas por Pinto Ramos.

O Globo

Um terço dos 108 citados na lista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, divulgada terça-feira, pelo menos dobrou o patrimônio declarado oficialmente nos últimos 15 anos. Acusados de receber propina ou dinheiro via caixa dois da Odebrecht, 36 políticos adicionaram a seus bens apartamentos, carros, empresas e fazendas. Em alguns casos, o enriquecimento entre as eleições passou de 1.000%. Aparecem na lista de quem mais ganhou dinheiro três ministros do presidente Michel Temer, oito senadores e 18 deputados, incluindo os presidentes das duas Casas legislativas.

O GLOBO avaliou as declarações de bens de 91 dos 108 alvos de pedido de abertura de inquérito no STF que disputaram mais de uma eleição a partir de 2002 e apresentaram para a Justiça Eleitoral estimativa de patrimônio. Dentro desse período, foram comparadas as declarações feitas na primeira e na última campanha de cada um deles. Antes de serem confrontados, todos os valores foram atualizados pelo IPCA, índice oficial de inflação, até julho de 2016, data de registro de candidatura na última eleição. Os outros 17 citados não concorreram a nenhum cargo nesse período ou participaram de só um pleito.

Para justificar a evolução patrimonial acima de 100%, os políticos argumentam que receberam heranças, doações de familiares e tiveram sucesso em suas atividades profissionais ou na comercialização de imóveis.

O ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB-PE), teve um aumento de 329,9% de seus bens entre os anos de 2006 e 2014, já descontada a inflação. O patrimônio dele era de R$ 873,8 mil em 2006, na sua primeira eleição para deputado federal. Passou para R$ 1 milhão quatro anos depois ao disputar a reeleição. Mas a grande explosão aconteceu na eleição seguinte, em 2014, quando Araújo declarou ter bens que, em valores atualizados, somam R$ 3,8 milhões. Em quatro anos (de 2010 a 2014), ele conseguiu fazer seu patrimônio crescer 256% em valores reais. Nesse período, adquiriu um apartamento de frente para o mar em Recife, por R$ 1,5 milhão. Declarou também que fez benfeitorias de R$ 304 mil no imóvel, além de ter R$ 900 mil no banco e R$ 80 mil em espécie. O ministro disse que a variação é “compatível com as informações prestadas à Receita Federal”.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS), teve um aumento de 150% em seu patrimônio entre 2006 e 2010, anos em que disputou eleição para deputado. A soma dos bens do titular da Casa Civil passou de R$ 1,6 milhão para R$ 4 milhões em quatro anos. Antes, em 2002, Padilha havia declarado bens de R$ 4,7 milhões. Em 2010, os principais bens de Padilha eram 50% de um apartamento em Porto Alegre e os R$ 877 mil de crédito que tinha a receber de uma de suas empresas. O ministro afirmou que “todos os acréscimos patrimoniais tiveram as fontes correspondentes também declaradas à Receita Federal”.

BLAIRO É O MAIS RICO

Mais rico entre todos os políticos citados na lista de Fachin, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP-MT), também aumentou seu patrimônio no período. Entre 2002, quando foi eleito governador do Mato Grosso pela primeira vez, e 2010, quando se elegeu senador, Blairo viu os seus bens crescerem 355%. Sua principal propriedade na última eleição que disputou eram cotas em uma empresa de participação e administração, avaliadas em R$ 109 milhões. O ministro disse que a evolução patrimonial “é facilmente comprovada pelo recebimento dos dividendos da empresa Maggi, a 39ª maior do país, e pelo recebimento de herança em razão da morte de seu pai”.

O maior crescimento patrimonial de toda a lista foi do deputado federal Vander Loubet (PT-MS), 22.000%. Em 2002, quando concorreu pela primeira vez, ele declarou uma poupança e um título de capitalização que somavam R$ 2,3 mil. Em 2014, seus bens incluíam chácara, lancha, dois carros e R$ 182 mil, o que elevou seu patrimônio para R$ 1,1 milhão em valores atualizados. Segundo o deputado, os dados não refletem sua real situação financeira, “pois não levam em consideração ônus e dívidas informados à Receita Federal”. Ele diz que os ganhos são “totalmente compatíveis” com sua renda.

O deputado Fábio Faria (PSD-RN) viu seu patrimônio crescer 1.222% entre 2006 e 2014. A primeira cifra milionária apareceu na declaração de 2010, quando o político afirmou ter um apartamento de R$ 1,2 milhão na Areia Preta, em Natal, além da participação em seis empresas de segmentos distintos, como comunicação, academia, e restaurante. Em 2014, manteve o apartamento, fixou sua atuação em duas empresas e declarou guardar R$ 85 mil em espécie. O principal investimento, uma rede de academias, foi incorporado por uma gigante do setor, segundo Faria. Ainda de acordo com o deputado, parte do dinheiro vem da herança recebida após a morte de sua avó e das doações de seu pai, o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD). “Tudo foi devidamente tributado e pago conforme a lei”, disse, por nota.

Também citado na lista de Fachin, o pai do deputado teve um crescimento patrimonial de 296% entre 2002, quando concorreu a deputado estadual, e 2014, ao se eleger para comandar o estado. Os bens de Robinson Faria valiam R$ 2,5 milhões e passaram para R$ 9,9 milhões em valores atualizados. O incremento foi motivado pelos 31 apartamentos que adquiriu em Parnamirim (RN), avaliados em R$ 4 milhões. O governador também informou que o seu patrimônio é oriundo de herança de seus pais e avós. Segundo ele, a variação patrimonial se explica ainda pela venda de parte dos bens herdados.

COLLOR DECLARA 14 CARROS

Já o senador e ex-presidente Fernando Collor (PTC-AL) aumentou o seu patrimônio ao adquirir carros. Tinha quatro em 2006 e declarou ter 14 em 2014, entre eles uma Ferrari Scaglietti preta avaliada em R$ 556 mil. No geral, a soma dos seus bens passou, em valores atualizados, de R$ 8,7 milhões em 2006 para R$ 24,2 milhões em 2014. Além dos carros, comprou uma casa de R$ 4 milhões em Campos do Jordão (SP). Collor disse que a evolução tem origem principalmente em recursos das suas empresas, herança, transações comerciais e imobiliárias.

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Ascom

O público que lotou as dependências do Ginásio Desportivo Municipal pode assistir a um espetáculo emocionante. Com o apoio da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, o grupo teatral "Paixão de Cristo, Paixão de todos" inovou na encenação da mais bela e emocionante história da humanidade.

Com dança e música os atores trouxeram para Afogados uma nova forma de contar a vida, morte e ressureição de Jesus Cristo. A sanfona do músico Lindomar Souza e os versos do poeta Alexandre Morais deram um toque todo especial à encenação.

A direção do espetáculo ficou por conta do jovem Edy Carlos. A duração foi de uma hora. "Foi desafiador e inovador o que aconteceu aqui hoje. Quando ouvi os aplausos do público no meio das cenas tive a certeza de que estava dando tudo certo. Saio daqui realizado nessa noite," declarou Edy Carlos. Falando em nome do Governo Municipal, o secretário-adjunto de Cultura, César Tenório, agradeceu a expressiva presença do público e enalteceu a garra do grupo responsável pela "Paixão de Cristo".

O espetáculo foi prestigiado pelo prefeito José Patriota, a primeira-dama Madalena Leite, o vice-prefeito, Alessandro Palmeira e o vereador Luiz Besourão. “Fico muito feliz em ter apostado na criatividade e na determinação desses jovens que puderam, com sua arte e o seu talento, emocionar tanto as pessoas que aqui estiveram. Parabéns a todos os envolvidos nesse sonho que foi poder ter trazido novamente a encenação da Paixão de Cristo para Afogados da Ingazeira,” destacou o prefeito José Patriota. 

Acompanhado do diretor do Instituto de Apoio a UPE (IAUPE), Roberto Santos, e do coordenador do Programa de Formação de Gestor Escolar, Josevaldo Araújo Melo, o reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Pedro Falcão, esteve em Arcoverde e prometeu que a inauguração do novo prédio da instituição no município está programada para os próximos 30 dias.

A unidade precisa de pavimentação no entorno e circulação de transporte coletivo. O calçamento foi prometido pela prefeita do município, Madalena Britto (PSB) que já tem no Orçamento da união emenda de cerca de R$ 100 mil, através de convênio assinado no final do ano passado, mas ainda não executado.

O convênio nº 834813/2016 prevê pavimentação com microdrenagem com redes de abastecimento de água e redes de esgotamento sanitário nos loteamentos Petrópolis 1 e 2 no bairro do são Cristóvão. Exatamente os loteamentos que antecedem a UPE. Como o prazo para a inauguração da UPE é de 30 dias, a prefeitura com certeza não conseguirá pavimentar toda a rua que leva até a faculdade.

Atualmente o Campus Arcoverde conta com os cursos de Direito e Odontologia, figurando na lista dos melhores campi da UPE. Concluída em 2016, a primeira turma de Direito teve 93% de aprovação no exame da OAB. O diretor da IAUPE disse que a unidade vai oferecer, em 40 dias, oito especializações, entre elas, Psicopedagogia, Coordenação Pedagógica e Gestão Escola, Gestão em Saúde Pública e Gestão de Pessoas.

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O senador Armando Monteiro (PTB) fez críticas às gestões do PSB em Pernambuco, com base nas afirmações feitas por delatores da Operação Lava Jato, disponibilizadas esta semana pelo Supremo Tribunal Federal. Para o parlamentar, que até o momento é o principal opositor do governador Paulo Câmara (PSB) para o pleito de 2018, havia um "quadro institucionalizado" em Pernambuco.

"Lamentavelmente, havia um quadro institucionalizado, pelas denúncias, em Pernambuco. Todas as obras que foram geridas de forma direta pelo governo do Estado ou obras federais que havia uma interferência do governo estadual, há denúncias em todas as obras", disse, ontem pela manhã, em entrevista à Rádio Jornal. "Se verifica um quadro que se demonstra, de forma muito contundente, que em Pernambuco tivemos processos que apontam para situações muito graves, que precisam ser esclarecidas. Há uma confluência de depoimentos envolvendo os mesmos personagens e tudo converge para situações em obras de Pernambuco", acrescentou.

Questionado se as denúncias contra o PSB lhe trariam benefícios na disputa eleitoral, o petebista preferiu não fazer prognósticos. "Não faço esse cálculo de benefício A, B ou C. Os pernambucanos precisam de um esclarecimento. Os pernambucanos votaram nesses políticos. Há muita coisa que o pernambucano tem o direito e conhecer e deve exigir", disse o senador, citando operações que envolvem nomes do PSB, como Turbulência e Fair Play.

Do PTB, partido do senador, foi citado o ex-deputado federal José Chaves. Para Armando, a leitura política é a mesma. "Todos terão amplo direito de defesa, o direito de esclarecer a posição de cada um", declarou. Segundo a petição nº 6788 do STF, os delatores João Pacífico e José de carvalho Filho citaram o pagamento de R$ 100 mil a José Chaves no ano de 2010, para a campanha eleitoral.

Sobre o quadro nacional, Armando avaliou que a "Lista de Fachin" trará um "impacto profundo" nas eleições do próximo ano. Para ele, os fatos revelados ao longo da semana atingem os dois principais partidos que se alternaram no poder – PT e PSDB. Para Armando, Lula, apesar do seu prestígio político, foi atingido. Já o PSDB, avalia o senador, teve suas principais lideranças igualmente atingidas, inclusive com o envolvimento do senador Aécio Neves, presidente do partido. O PMDB, partido do presidente Michel Temer, não tem quadro para apresentar, pois suas lideranças também foram citadas. "Fala-se no Dória (prefeito de São Paulo), porque ele é um candidato novo. Mas é muito cedo."

Sobre reforma política Armando disse que não ficará pronta a tempo das eleições de 2018 e talvez seja necessária a implantação de uma constituinte, mas apenas após 2018. Para ele, o financiamento público será praticamente a única opção em 2018.

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A Odebrecht pagou R$ 5,1 milhões em suborno e caixa dois a quatro políticos nordestinos para destravar as obras do Canal do Sertão, trecho da Transposição do Rio São Francisco. Conforme os depoimentos de seis delatores, os valores foram repassados ao senador e ex-ministro da Integração Nacional Fernando Bezerra Coelho (R$ 1,05 milhão), do PSB, ao ex-governador de Alagoas Teotônio Vilela Filho (R$ 2,8 milhões), do PSDB, e ao senador Renan Calheiros (R$ 500 mil), do PMDB.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também considera que uma doação oficial de R$ 829 mil à campanha do governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB), em 2014, foi propina envolvendo os interesses da empreiteira no projeto.

Em um trecho de sua delação, o ex-executivo da Odebrecht João Pacífico afirmou ter acertado, numa conversa em 2013, pagamento de R$ 1 milhão para a campanha do então ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho. "Quando eu fui saber do ministro Fernando Bezerra qual era a dotação orçamentária, ele disse: ‘vou me candidatar em 2014 ao Senado e preciso de uma ajuda de campanha’", afirmou. "Eu fui lá para saber o orçamento referente à obra. Depois que ele me disse que o valor de 2013 não seria significativo, porque a obra só começou no meio do ano, mas em outros anos deveria ter, foi quando disse ‘eu vou me candidatar e preciso de um valor em contribuição: R$ 1 milhão’", acrescentou.

Ao pedir a abertura de inquérito, o procurador-geral Rodrigo Janot diz que a solicitação de Bezerra Coelho "foi atendida por meio de pagamentos viabilizados pelo Setor de Operações Estruturadas". O montante, em espécie, teria sido entregue a um intermediário de Bezerra. O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior confirmou os repasses.

Em relação à Renan Calheiros, os delatores disseram que o Hotel Radisson, à beira-mar de Maceió, foi o palco de alguns dos encontros para acertar os pagamentos. Ali Renan se reuniu com o funcionário da Odebrecht Ariel Parente. "Relatei a ele que a empresa estava destinando R$ 250 mil, em duas parcelas, fazendo o total de R$ 500 mil. Não me recordo se ele indicou alguma pessoa da confiança dele para receber. Me recordo que ele não ficou satisfeito com o valor. Me transmitiu essa insatisfação achando que estava pouco", relatou o executivo, em depoimento à Procuradoria-Geral da República.

Pacífico explicou que a Odebrecht obteve o contrato na transposição em 2010, mas a execução ficou suspensa até 2013, por falta de recursos. O "agrado" a Renan, segundo ele, também objetivava conquistar o apoio dele em eventuais pleitos futuros. "Era mais para que a gente pudesse dar a notícia, primeiro em nome da companhia, e também porque poderia haver uma demanda. Então, a gente se antecipou."

Segundo os delatores, os valores pagos a Teotônio Vilela Filho e a dois de seus auxiliares somaram R$ 2,8 milhões, em 2014. Pacífico contou que os repasses foram acertados pelo próprio governador e sua equipe no hotel. Eles teriam ameaçado rescindir o contrato, caso os valores não fossem feitos. A Odebrecht, por fim, teria cedido ao achaque.

DEFESA

Em nota, Renan afirmou ser "uma inconsciência" a "tentativa" de ligá-lo "às obras do Canal do Sertão". "A obra era gerida por um governo contra o qual eu e Renan Filho, que era deputado federal, fazíamos oposição. O fato de eu ser político nacional não muda o contexto da política regional. Eu realmente acredito no arquivamento das denúncias por total incoerência", disse.

Fernando Bezerra Coelho, também por meio de sua assessoria, alegou que não participou nem da licitação nem da contratação da obra do Canal do Sertão Alagoano, "ambas ocorridas em 2009 – ou seja, dois anos antes de o senador chegar ao Ministério da Integração Nacional". "Ao assumir o ministério, Fernando Bezerra solicitou a manifestação do Tribunal de Contas da União sobre a conformidade do contrato. Com a orientação do TCU, foram feitos ajustes no referido contrato e a obra foi retomada no final da gestão de Fernando Bezerra, em 2013. O parlamentar reforça que todas as contas da campanha dele ao Senado foram devidamente apresentadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral", explicou.

Renan Filho sustenta que "todas as doações recebidas durante a campanha ocorreram dentro da lei e foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral." A reportagem não conseguiu contato com Teotônio Vilela Filho.

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A chuva forte que provocou alagamentos na Região Metropolitana do Recife (RMR) também permitiu a acumulação de água em barragens que abastecem cidades do interior. De acordo com a Companhia de Abastecimento de Pernambuco (Compesa), a precipitação retirou cidade de Panelas, no Agreste, do colapso de abastecimento e os moradores voltarão a receber água nas torneiras na próxima segunda-feira (17).

Segundo a Compesa, a Barragem São Sebastião, que atende o município, recuperou 25% da capacidade. Em Pirapama, no Cabo de Santo Agostinho, houve ganho de quase 4%. Já o Reservatório de Botafogo, que está com 11% do volume total, manteve o mesmo nível, não foram registradas mais perdas.

Por causa da situação atual de Botafogo, a cidade de Olinda teve que entrar em esquema de racionamento de água. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), na última quinta-feira (13), choveu o equivalente há dez dias no Recife.

Foto: Fabio Motta/Estadão

Fernando Reis, ex-diretor da Odebrecht Ambiental, afirmou em depoimento que, na campanha presidencial de 2014, pediu ao então candidato a presidente Pastor Everaldo (PSC) que ajudasse o candidato Aécio Neves (PSDB) no debate eleitoral do primeiro turno.

De acordo com Reis, a intenção era que o tucano tivesse mais tempo para expor suas ideias e, assim pudesse chegar ao segundo turno. O executivo não esclareceu se Aécio tinha conhecimento do pedido feito a Pastor Everaldo. Ele ainda disse que, analisando o debate dos presidenciáveis no primeiro turno, é possível perceber que o Pastor “fez perguntas simples, inócuas, para que o candidato Aécio pudesse ter tempo na televisão”.

Essa orientação foi dada depois que a candidatura de Pastor Everaldo perdeu fôlego. Quando Marina Silva herdou a candidatura de Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo, o eleitorado de Pastor Everaldo, formado em grande parte por evangélicos, migrou para ela. “Ele já entendia que a candidatura dele tinha terminado. Então, como a gente se sentia de alguma forma credor por ter contribuído tanto para a campanha dele, eu sugeri a ele que usasse o tempo do debate sempre pra perguntar ao candidato Aécio”, detalhou Reis.

Diversos repasses foram autorizados por Reis para a campanha de Everaldo, via caixa dois, a partir do fim de 2013. O valor total chega a aproximadamente R$ 6 milhões, segundo o delator. Os pagamentos foram feitos a Rogério Vargas, que costumava acompanhar Pastor Everaldo nas reuniões com os executivos da Odebrecht.

A delação de Renato Medeiros também menciona pagamentos feitos ao então candidato do PSC por meio de Vargas. O delator contou à Procuradoria que um dos pagamentos, no valor de R$ 1 milhão, foi feito em duas parcelas de R$ 500 mil. “Nesse caso específico, pelo que me recordo, esse pagamento seria feito no escritório do senhor Rogério Vargas”, disse.

O Pastor Everaldo disse em nota que “todas as doações recebidas pela sua campanha, em 2014, obedeceram à legislação vigente”. Afirmou ainda que confia na Justiça e que “obrigará as pessoas envolvidas em acordos de colaboração a comprovar as supostas acusações”.

COM A PALAVRA, O PSDB

Sabidamente a campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff foi a principal beneficiada com recursos da empresa Odebrecht em 2014. Marcelo Odebrecht informou o pagamento de pelo menos R$ 150 milhões para a campanha da ex-presidente.

O candidato do PSDB Aécio Neves participou de todos os debates, realizados ao vivo e testemunhados por milhões de brasileiros, respondendo a perguntas de todos os seus adversários na campanha.

Ele não tinha informações sobre doações feitas pela Odebrecht a outras campanhas. Registramos ainda que, em suas delações, Marcelo Odebrecht e Benedicto Júnior afirmaram que o candidato do PSDB não recebeu uma contribuição da empresa no valor de R$ 15 milhões porque se recusou a receber recursos no exterior.

Na delação, Marcelo declarou também que doações eleitorais feitas ao senador Aécio Neves não tiveram qualquer tipo de contrapartida.

Assessoria do PSDB

COM A PALAVRA, PASTOR EVERALDO

Em relação às notícias veiculadas sobre um suposto recebimento ilegal para a campanha do Pastor Everaldo à Presidência da República, em 2014, a assessoria de imprensa do Pastor informa que:

A campanha do Pastor Everaldo foi bastante modesta, com gastos de R$ 1,4 milhão de reais, e as doações obedeceram à legislação vigente. A campanha deixou dívidas que estão sendo pagas até hoje.

A atuação política do Pastor Everaldo sempre foi pautada pela defesa do Estado mínimo, das privatizações e da família. É absolutamente fantasiosa a afirmação de que as bandeiras da campanha de 2014, ou a participação do Pastor, em qualquer debate, tenham sido influenciadas por uma empresa.