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Buscando intensificar a segurança no estado, o governo de Pernambuco anunciou, nesta quarta-feira (12), o reforço de 4.500 policiais na Região Metropolitana do Recife (RMR) e no interior, que começam a atuar a partir de maio de 2017. A administração estadual também comunicou a instituição de um concurso anual com 500 vagas para a PM.

Confiante de que a medida irá impactar diretamente na diminuição da criminalidade no estado, o governador Paulo Câmara afirmou que esse é o início de uma série de investimentos para priorizar a segurança pública em sua gestão. "Esse cenário [atual] nos preocupa muito, mas essas ações vão nos dar respostas em breve para esse grave problema que aflige a população pernambucana", afirmou o governador. Em março, o último balanço divulgado pela Secretaria de Defesa Social (SDS) registrou 977 homicídios em todo o estado nos dois primeiros meses de 2017.

O efetivo de 4,5 mil policiais é composto por 1.500 recrutas, que passam por treinamento e chegam às ruas no segundo semestre do ano, por 1.200 aprovados e não classificados no último concurso, por 600 agentes escrivães aprovados no certame de 2016, por 744 policiais aposentados que serão reintegrados à corporação através do setor administrativo, por 316 servidores na Polícia Científica e por 140 delegados.

"A ideia do estado é ter delegados em todos os municípios e interiorizar a segurança pública no estado", comentou o secretário de Planejamento e Gestão, Márcio Stefanni. Somente em 2017, a ampliação do efetivo vai custar R$ 140 milhões aos cofres da administração estadual e, de acordo com o titular da secretaria, o estado tem condições financeiras de arcar com o incremento na folha, mesmo com a sanção do reajuste de 25% a 40% para os profissionais. “As contas do estado estão equilibradas, o que mostra que nós temos condições de efetuar esse aumento no número de profissionais”, esclarece.

Além do efetivo, o governo também anunciou a entrega de 320 novas caminhonetes para patrulhamento de áreas rurais e 487 carros utilitários. Também foram anunciadas 700 novas motocicletas e 3.500 kits de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), 12 veículos para o Batalhão de Choque, dois helicópteros e hangares e seis lanchas para o combate ao tráfico de drogas no Sertão e na Zona da Mata.

Para garantir a segurança especial no Grande Recife, a Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe) dá lugar ao Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), que terá as mesmas demandas, mas receberá ampliação de efetivo, estrutura e recursos financeiros. “Já há demanda no Recife e na Região Metropolitana para a criação de um batalhão, que recebe mais recursos, que tem mais equipamentos e que tem maior possibilidade de atuação”, explicou o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Ângelo Gioia. No interior do estado, haverá a criação do Batalhão Integrado Especializado (Biesp), com o mesmo intuito do Bope.

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Por Josias de Souza

Ninguém escolhe a família em que vai nascer. Na política, demonstra a Lava Jato, além do formato do nariz os filhos herdam os maus hábitos dos pais. Vários sobrenomes frequentam o escândalo do petrolão aos pares. Por exemplo: Renan Calheiros e Renan Filho; Jáder Barbalho e Helder Barbalho, Cesar Maia e Rodrigo Maia; Romero Jucá e Rodrigo Jucá; José Agripino Maia e Felipe Maia; José Dirceu e Zeca Dirceu.

O fenômeno ajuda a explicar por que o melado da política escorreu até chegar à devassidão exposta na colaboração da Odebrecht. Os pais, naturalmente, não queriam encrencar os filhos. E vice-versa. A questão é que, nesse universo, a promiscuidade entre os agentes políticos e as empresas que gravitam na orbita do Estado sempre foi natural como as escamas nos peixes. Antinatural é a exposição da pilhagem que sustenta o modelo.

Entre as serventias da família está a de recordar ao indivíduo sua condição humana. Acompanhando o envelhecimento dos pais, os filhos lembram que vieram do pó e a ele voltarão. A Lava Jato talvez acelere o processo de envelhecimento das carreiras de alguns herdeiros políticos. Esqueceram de espanar o pó acumulado sobre os móveis enquanto apregoavam novidades.

Ninguém escolhe a família em que vai nascer. Na política, demonstra a Lava Jato, além do formato do nariz os filhos herdam os maus hábitos dos pais. Vários sobrenomes frequentam o escândalo do petrolão aos pares. Por exemplo: Renan Calheiros e Renan Filho; Jáder Barbalho e Helder Barbalho, Cesar Maia e Rodrigo Maia; Romero Jucá e Rodrigo Jucá; José Agripino Maia e Felipe Maia; José Dirceu e Zeca Dirceu.

O fenômeno ajuda a explicar por que o melado da política escorreu até chegar à devassidão exposta na colaboração da Odebrecht. Os pais, naturalmente, não queriam encrencar os filhos. E vice-versa. A questão é que, nesse universo, a promiscuidade entre os agentes políticos e as empresas que gravitam na orbita do Estado sempre foi natural como as escamas nos peixes. Antinatural é a exposição da pilhagem que sustenta o modelo.

Entre as serventias da família está a de recordar ao indivíduo sua condição humana. Acompanhando o envelhecimento dos pais, os filhos lembram que vieram do pó e a ele voltarão. A Lava Jato talvez acelere o processo de envelhecimento das carreiras de alguns herdeiros políticos. Esqueceram de espanar o pó acumulado sobre os móveis enquanto apregoavam novidades.

O presidente Michel Temer no Planalto (Foto: Adriano Machado / Reuters)

Assessores do presidente Michel Temer dizem que vídeos e áudios com as delações de ex-executivos da Odebrecht, que virão a público, não trarão maiores danos ao núcleo duro do Palácio do Planalto. Para eles, embora o impacto visual seja maior, o conteúdo não terá implicações diretas sobre os ministros mais próximos de Temer. É que, na avaliação do Planalto, ninguém dirá que entregou dinheiro para este ou aquele assessor. "Haverá, sim, contra parlamentares. A crise ficará maior no Congresso", diz um deles.

O relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, autorizou a divulgação de vídeos e áudios dos depoimentos dos delatores da Odebrecht.

Luis Claudio Lula da Silva (de branco), auxiliar de preparação física do Palmeiras, durante treino da equipe no CT da Barra Funda, (Foto:  PAULO PINTO/ESTADÃO CONTEÚDO)

Emílio Odebrecht, patriarca da empreiteira, afirmou em delação premiada ter ajudado financeiramente – e com orientações sobre empreendedorismo – um dos filhos do ex-presidente Lula, Luís Cláudio, em relação a um negócio de futebol americano. "Procurei dar, como meu filho fosse, um processo de formação e de empreendedorismo para que ele pudesse montar aquilo que desejava e tivesse sucesso", afirmou Emílio. Auxiliado por seu advogado na informação, ele disse ter providenciado uma espécie de mesada de cerca de R$ 50 mil, durante três anos, a título de patrocínio ao negócio de futebol americano. "Estive com ele [Luís Cláudio] umas duas ou três vezes iniciais, orientando ele. Despendi pessoalmente umas quatro, cinco, seis horas em três encontros com ele", afirmou.

Segundo Emílio, a iniciativa de ajudar o filho de Lula ocorreu como uma espécie de retribuição à tentativa de Lula melhorar a relação entre a ex-presidente Dilma Rousseff e Marcelo Odebrecht, filho de Emílio. "Vamos fazer um acordo: o senhor já teve oportunidade de uma vez conversar sobre seus filhos, o problema do rapaz em termos desse futebol americano, que é o desejo dele. O senhor me ajuda que santo de casa não faz milagre, a mudar essa forma de Marcelo agir, inclusive de ajudar ele perante Dilma, para que a relação dele com Dilma seja de uma forma natural. E eu vou ajudar na formação de seu filho para que ele tenha sucesso no empreendimento", afirmou Emílio Odebrecht. Segundo Emílio, o acordo deu certo. "Marcelo continuou e realmente passou a ter uma relação muito positiva com a Dilma, eu diria até que tenho de admirar isso, porque eu não teria, não tenho afinidade sob nenhum aspecto", afirmou Emílio.

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Com base nas delações de ex-executivos da Odebrecht, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin e relator da Operação Lava Jato determinou a investigação de 98 nomes pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Era comum que alguns políticos recebessem alcunhas da empreiteira, que ficavam armazenadas no sistema Drousys, responsável por controlar o pagamento de propinas. ÉPOCA levantou o significado dos principais – e mais curiosos – apelidos da lista de investigados:

Os apelidos revelados pela lista de Fachin (Foto: ÉPOCA)

PRESIDENTE DO SINDICATO RURAL DE SERTÂNIA DENUNCIA DESEQUILIBRIO E DESRESPEITO DO PREFEITO DE SERTÂNIA EM PROGRAMA DE RÁDIO

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Sertânia e ex-vereador, Cícero Paulo, mostrou-se indignado com a postura do prefeito Ângelo Ferreira no último sábado, em um programa na Rádio Sertânia FM, o  qual, segundo o presidente daquela entidade, é acostumado a proferir discursos vazios e sem nexo toda vez que faz o referido programa, todavia nesse último, ele se superou e passou dos limites do bom senso, pois de forma desrespeitosa e, sobretudo desequilibrada ao tentar defender o governo de Paulo Câmara, e segundo o blog Tribuna do Moxotó, partiu para ofender a nossa força policial, a briosa Polícia Militar. “Um vereador, talvez influenciado por ele, chegou até a dizer que tudo isso é culpa do povo que vive  ‘ostentando’ e por isso que é assaltada, um dos maiores absurdo que já ouvi vindo de um representante do legislativo eleito por esse mesmo povo", disse Cícero Paulo.

“Quando todos pensavam que ele iria ocupar aquela emissora para prestar contas do que até agora não fez, quando todos pensavam que ele iria explicar porque a justiça está desfazendo atos de perseguições em seu governo, explicar porque até agora não colocou no ar o Portal da Transparência e dizer que a Prefeitura em 2017 arrecadou quase um milhão de reais e o que ele vai fazer com esse dinheiro, o que ele fez foi  tentar justificar a incapacidade do governo Paulo Câmara em lidar com a questão da Segurança Pública em Pernambuco e principalmente em Sertânia. Acredito que a Rádio deveria fazer um teste de bafômetro quando esse senhor chegasse para comandar esse programa, até em respeito a povo de Sertânia, já que pelas suas palavras sem sentido, com destempero e totalmente descontrolado, parece que ele vai para aquela emissora embriagado, perdendo a noção do que diz num flagrante desrespeito ao povo trabalhador de Sertânia. Espera-se que ele deixe de lado essas picuinhas e comece a fazer alguma coisa, já que prometeu tanto em sua campanha eleitoral”, disse Cícero Paulo.

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Na lista divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo na tarde desta terça-feira (11) os nomes de dois políticos pernambucanos apareceram como integrantes da lista de inquéritos abertos pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), um não constava da relação, o ministro da Cultura, Roberto Freire, e outro pode ter o caso arquivado, o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB).

No caso de Freire, havia sido citado como um dos nove ministros do presidente Michel Temer alvos de inquéritos. No entanto, foi informado que ele não fazia parte da lista.

Sobre Jarbas, Fachin pediu que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se pronuncie sobre a eventual extinção do delito, já que Vasconcelos tem 74 anos e a partir dos 70 a prescrição de um ilícito é contada pela metade do tempo. Acusado de caixa 2, a pena é de cinco anos, com prescrição em 12 anos.

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A delação da Odebrecht atingiu os cinco ex-presidentes da República vivos: Dilma Rousseff (PT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Fernando Collor (PTC) e José Sarney (PMDB). Apenas Collor tem direito ao foro especial no Supremo Tribunal Federal (STF), onde foi aberto mais um inquérito contra ele. Como os outros não ocupam cargo público, o relator da Lava-Jato no STF, ministro Edson Fachin, determinou o envio de indícios contra os quatro a outras instâncias do Judiciário. A delação também atingiu 12 governadores.

Os nove governadores citados pelos ex-executivos da Odebrecht deverão ser investigados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que é o foro indicado para processar ocupantes do cargo. Além de Pezão, estão nessa lista Geraldo Alckmin, de São Paulo; Paulo Hartung, do Espírito Santo; Fernando Pimentel, de Minas Gerais; Beto Richa, do Paraná; Flávio Dino, do Maranhão; Marconi Perillo, de Goiás; Raimundo Colombo, de Santa Catarina; Marcelo Miranda, de Tocantins e Luiz Fernando Pezão, do Rio de Janeiro.

Há outros três governadores na lista de inquéritos abertos no STF por Fachin: Renan Calheiros Filho, de Alagoas; e Tião Viana, do Acre; Robinson Faria, do Rio Grande do Norte. Como os três são investigados com parlamentares, ganharam, por tabela, o direito de serem processados na mais alta corte do país. Os ex-governadores do Rio Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho e Sérgio Cabral também foram alvo de petições enviados a instâncias inferiores, por serem citados pelos ex-executivos da Odebrecht. José Roberto Arruda, que governou o Distrito Federal, está na mesma situação.

Ao todo, Fachin enviou 201 petições a outras instâncias do Judiciário. Os juízes que receberão o material decidirão se abrem ou não inquéritos para apurar os indícios apontados pelos delatores. A petição sobre Fernando Henrique foi enviada para a Justiça Federal em São Paulo. Há petições sobre Lula encaminhadas à Justiça Federal em São Paulo e no Paraná, além do STJ. Os indícios contra Dilma irão para o Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região. Isso porque os fatos estão atrelados à suposta participação do ex-ministro Edinho Silva, que hoje é prefeito e tem direito ao foro no TRF.

SIGILO

Não foi divulgado o teor das petições – portanto, não se sabe quais indícios foram mencionados contra os ex-presidentes ou os governadores. Diante do nome de Lula existe uma menção à Angola, que remete à suposta atuação de Lula junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o objetivo de garantir a liberação de financiamentos para a realização de obras de engenharia ao país africano.

Na lista de petições enviadas a outras instâncias constam também indícios contra o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso desde outubro em decorrência de investigações da Lava-Jato. A petição foi enviada à Justiça Federal no Paraná. Há também indícios contra o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), que estará nas mãos do TRF da 2ª Região; contra o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio de Janeiro Jonas Lopes de Carvalho; e contra o ex-prefeito Eduardo Paes, que teve petição enviada à Justiça Federal do Rio. Há também uma petição com indícios contra o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio.

Além disso, foi enviada à Justiça Federal em São Paulo uma petição contra o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT). Estão em outras petições enviadas a várias instâncias do país indícios contra os ex-ministros Aloysio Mercadante, Geddel Vieira Lima, Guido Mantega, Antonio Palocci. O ex-deputado José Genoino (PT), condenado na Lava-Jato, também foi citado na delação da Odebrecht e deverá ser investigado na Justiça Federal de São Paulo.

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O Globo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sugeriu abertura de investigação para apurar suposto pagamento de mesada da Odebrecht a Frei Chico (foto), um dos irmãos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A acusação está amparada nas delações premiadas dos ex-diretores da empreiteira Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho e Alexandrino de Salles Ramos Alencar. Segundo ele, a mesada era paga em dinheiro e eram de conhecimento do ex-presidente. A sugestão de Janot foi enviada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), para a 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitam duas investigações contra Lula.

"Relatam os colaboradores o pagamento, por parte do Grupo Odebrecht, de uma espécie de “mesada” em favor de José Ferreira da Silva (Frei Chico), irmão do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Narram os executivos que tais pagamentos eram efetuados em dinheiro e contavam com a ciência do ex Presidente da República, noticiando-se, ainda, que esse contexto pode ser enquadrado “na mesma relação espúria de troca de favores que se estabeleceu entre agentes públicos e empresários”, e o pagamento pela Odebrecht em favor do Partido dos Trabalhadores (PT) e do próprio ex-presidente da República já são investigados no âmbito da Justiça Federal do Paraná", diz Fachin na decisão de mandar a petição de Janot para o juiz Sérgio Moro, em Curitiba.

Segundo o Ministério Público, Emílio Odebrecht e Alexandrino Alencar contaram em delação que pediram ao ex-presidente Lula, quando Dilma Rousseff já era presidente, ajuda para "melhorar a relação" entre a Odebrecht e a petista. Lula se comprometeu a ajudar, mas pediu em troca que a empreiteira ajudasse um novo negócio de seu filho caçula, Luís Cláudio Lula da Silva, chamado de "projeto "Touchdown", associado à criação de liga de futebol americano no Brasil". Os delatores mencionam inclusive uma reunião entre Luís Cláudio e representantes da Odebrecht onde o filho de Lula apresentou o projeto à empresa.

Em outra petição envolvendo o ex-presidente, o MP relata que, em delação, Marcelo Odebrecht pediu a Lula para usar sua influência para favorecer a empresa em seus negócios em Angola. O documento não detalha que tipo de ajuda o ex-presidente de fato deu à empreiteira.

VANTAGENS A EX-PRESIDENTE SERIAM RETRIBUIÇÃO

Emilio e Marcelo Odebrecht relataram à Procuradoria-Geral da República (PGR) o pagamento de vantagens ao ex-presidente “como retribuição a favorecimento da companhia”. Entre os agrados destinados ao ex-presidente estão reformas em um sítio em Atibaia (SP), compra de imóveis para uso pessoal e para a instalação do Instituto Lula e pagamentos de palestras.

Os termos da delação foram remetidos para a Justiça Federal do Paraná pelo ministro Edson Fachin, a pedido da PGR. Isso porque Lula não tem mais foro privilegiado desde que deixou a presidência da República. A PGR destacou ainda que as condutas relatadas pelos executivos da Odebrecht já vêm sendo apuradas naquela instância. Cópia do material também será remetida ao Ministério Público Federal em Curitiba.

A Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA) comunica a população em geral que ás 14hs desta terça-feira (11), o sistema da Adutora do Pajeú está parado devido há um estouramento próximo à cidade de Flores, paralisando as cidades de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Quixaba, Flores, Tabira, Tuparetama, Iguaracy, Ingazeira e os distritos de Jabitacá e Borborema, e redução de vazão em São José do Egito.

Por tal motivo ficará com o abastecimento suspenso com previsão de retorno para esta quarta-feira (12). Assim que o problema for resolvido a Companhia voltará a comunicar através dos meios de comunicação.

O comunicado foi feito através do servidor Eduardo José de Brito, da coordenação de Produção – GNR Alto Pajeú.

João Campos, Isabela Landim, Antônio Carlos Alves da Silva, Paulo Câmara e Delmiro Campos / Foto: Divulgação

Antônio Carlos Alves da Silva, presidente do TRE-PE, esteve no Palácio do Campo das Princesas, nesta quarta-feira (11), onde se reuniu com o governador de Pernambuco Paulo Câmara e o chefe de Gabinete João Campos. Na ocasião, foi firmada uma parceria para promover o Eleitor do Futuro – programa que promove o exercício da cidadania entre crianças e adolescentes a partir do seu envolvimento responsável com as questões éticas, políticas, sociais e jurídicas do exercício do voto – com jovens da rede de ensino estadual.

Também estiveram presentes na reunião a diretora-geral do TRE-PE, Isabela Landim, e o diretor da Escola da Justiça Eleitoral, Delmiro Campos.

Palestra “Eleitor do Futuro”

Ainda sem data definida, o evento acontecerá no Teatro Guararapes e contará com a presença do Presidente do TRE-PE, Antônio Carlos Alves da Silva, como palestrante e do governador do Estado. A palestra terá duração de no máximo 40 minutos e com mais uma hora para que os alunos possam dialogar e tirar dúvidas sobre o processo eleitoral.

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Durante a exibição do propaganda do PT na televisão e na rádio na noite desta terça-feira (11), ouviram-se protestos em vários bairros da capital paulista. O auge do panelaço ocorreu quando o ex-presidente Lula apareceu no vídeo criticando a proposta da reforma da Previdência e a operação Lava Jato.     

Contrato para realização de concurso foi assinado nesta sexta-feira (17). Foto: Domínio Público

O Tribunal de Justiça de Pernambuco e o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação assinaram contrato para a realização de concurso público para o provimento de cargos de servidores no Judiciário estadual. A previsão é de que o edital deve ser divulgado até o mês de maio. Já as provas serão aplicadas em agosto deste ano. Informações como quantidade de vagas ofertadas e valor das inscrições serão divulgados depois.

Para o presidente do TJPE, desembargador Leopoldo Raposo, a realização do certame representa mais uma etapa na busca por uma plena prestação de serviço à sociedade. “Estamos investindo em pessoal e infraestrutura, para atender o cidadão de forma contínua e qualificada.” Também em São Paulo, o diretor-geral e o secretário de Gestão de Pessoas do Tribunal, respectivamente, Ricardo Lins e Marcel Lima, avaliaram a visita técnica como bastante proveitosa, especialmente pelas qualificações e organização da empresa.

O último certame para servidor do Judiciário pernambucano foi realizado em 2011 para os cargos de técnico, analista e oficial.

Paulo Uchôa/LeiaJáImagens/Arquivo

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu na noite desta terça-feira um novo alerta de chuvas de intensidade moderada a forte. Segundo a agência, as precipitações podem continuar ocorrendo na quarta-feira (12) por conta de nuvens provenientes do oceano.

As áreas que devem ser atingidas são a Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte e Zona da Mata Sul.  Nesta terça (11), as chuvas causaram trânsito lento e queda de árvore no Recife.

De acordo com a Defesa Civil, foram feitas 34 solicitações para colocação de lonas plásticas hoje. Em caso de emergência, moradores de área de risco podem acionar o órgão no número 0800 081 3400.

Ministério da Saúde deve voltar a enviar as doses ainda esta semana / Foto: EBC

Pernambucanos que irão viajar para áreas de risco de febre amarela devem ficar atentos. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou não ter recebido as doses referentes ao mês de abril da vacina, repassadas pelo Governo Federal. No Recife, quem procura a imunização acaba frustrado: as doses não chegam à capital pernambucana desde a semana passada.

A rede pública do Recife recebe, por mês, 2 mil doses da vacina. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, em março, o Estado repassou 7 mil doses. O aumento não deu conta da procura, que se intensificou após o surto da doença no País. No início de abril, as vacinas chegaram aos poucos: 400 a cada dois dias. O fornecimento, no entanto, foi interrompido no fim da semana passada.

“Março não é um mês de muita procura. A demanda maior fica entre janeiro e fevereiro. Este ano, porém, a demanda está muito grande”, destacou a coordenadora do Programa Nacional de Imunização do Recife, Elizabeth Azoubel.

Pernambuco recebe, mensalmente, cerca de 10 mil doses do imunizante. No último dia 23, o Estado teria solicitado uma nova leva da vacina, sem resposta do Ministério da Saúde. Em nota, o órgão federal afirmou ter enviado, entre janeiro e março, 24,2 mil doses da vacina para febre amarela para Pernambuco. Ainda nesta semana, serão enviadas outras 12 mil doses. Cabe ressaltar que Pernambuco não faz parte da Área com Recomendação de Vacina. As doses enviadas para a rotina das áreas sem recomendação são para atender pessoas que se deslocam para regiões onde a vacinação é recomendada.

O Ministério da Saúde enviou, entre janeiro e março, 24,2 mil doses da vacina para febre amarela ao estado de Pernambuco. Nesta semana, serão enviadas outras 12 mil doses da vacina. Cabe ressaltar que Pernambuco não faz parte da Área com Recomendação de Vacina. As doses enviadas para a rotina das áreas sem recomendação são para atender pessoas que se deslocam para regiões onde a vacinação é recomendada.

 A vacinação de rotina para febre amarela é ofertada em 19 estados (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) com recomendação para imunização. Vale destacar que na Bahia, Piauí, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a vacinação não ocorre em todos os municípios. Além das áreas com recomendação, neste momento, também está sendo vacinada, de forma escalonada, a população do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar uma dose da vacina ao longo da vida.

Desde o início deste ano, o Ministério da Saúde tem enviado doses extras da vacina contra a febre amarela aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença, além de outros localizados na divisa com áreas que tenham notificado casos. No total, 21,6 milhões de doses extras foram enviadas para cinco estados: Minas Gerais (7,5 milhões), São Paulo (4,78 milhões), Rio de Janeiro (3,9 milhões), Espírito Santo (3,65 milhões) e Bahia (1,9 milhão). Além disso, foram distribuídas, desde janeiro deste ano, 4,4 milhões doses da vacina de rotina para todas as unidades da federação.