A Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira inaugurou a 94ª Rua pavimentada no município pela atual administração. Foi a Rua Sargento Paulo de Moraes Souza, antigamente denominada de Capitão Arruda, no Bairro São Braz.

Com 500 metros de calçamento em paralelepípedos, os 356 moradores da Rua Sargento Paulo Morais de Souza contam também com toda a rede de esgoto e água refeitas. Foram gastos R$ 262.069,29 com recursos próprios e do Governo do Estado.

Participaram da inauguração os vereadores Sgt Argemiro, Reinaldo Lima, Cancão, Wellington JK, Daniel Valadares, Rubinho do São João, Raimundo Lima, Franklin Nazário e Luiz Besourão, autores do requerimento do nome da rua. A família do homenageado se fez presente na ocasião, assim como o Conselho de Moradores do bairro, representado por Tereza Gomes e Adriana Delgado. A rua fica por trás da Unidade Básica de Saúde inaugurada pela gestão no São Braz.

"É com muita felicidade que entregamos mais uma rua pavimentada, garantindo mais qualidade de vida para quem aqui reside, valorizando os imóveis e tirando os pés da lama e a poeira de dentro das casas," declarou o prefeito José Patriota.

A comunidade se mobilizou para receber a solenidade, organizando a apresentação da quadrilha junina Candeeiro, representante do bairro e que se sagrou a campeã do Concurso de Quadrilhas matutas de Afogados da Ingazeira. Além disso, o São Braz também venceu o festival "Arraial no meu bairro", ambos os eventos produzidos pela Prefeitura de Afogados. A apresentação musical ficou por conta do música Lau Silva.

O secretário de Desenvolvimento Social e Cidadania de Serra Talhada, Josenildo Barboza, foi empossado como representante de Pernambuco no Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (CONGEMAS). A posse aconteceu durante o XIX Encontro Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social, realizado de 19 a 21 de junho, em Porto Seguro, na Bahia.

“Representar Pernambuco nesse espaço nacional é um grande desafio, pois Pernambuco é um estado precursor de várias discussões políticas e que tem história na demarcação política territorial, por isso entendemos que nosso trabalho deve ser à altura das necessidades do povo pernambucano no que se refere às pautas sociais”, disse Josenildo.

Segundo Penélope Andrade, atual presidente do Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social de Pernambuco (COEGEMAS), a indicação de Josenildo Barbosa para o Colegiado Nacional é fruto do trabalho desenvolvido em Serra Talhada. “Serra Talhada é um município que vem executando um trabalho diferenciado dentro da política de assistência social, um trabalho que é referência para todo o estado, por isso optamos por indicar o município para representar Pernambuco”, disse ela.

Passado o auge de maior fluxo de turistas, esse ano bem menor, vários setores do comércio e serviços avaliam que o São João deste ano foi negativo para os negócios. Em alguns segmentos, principalmente de vestuário (sapatarias, confecções) e gastronomia as vendas ficaram bem abaixo de outros anos.

Para alguns lojistas, a crise econômica fez o dinheiro sumir além da grade de atrações divulgadas tardiamente e abaixo do esperado, contribuíram para a queda das vendas.

Já no setor de serviços, o segmento de restaurantes viu o movimento também ficar bem abaixo do esperado. Em locais tradicionais, como o Guaiamum Matuto, Ladeira, Tom Chopin e outros, o movimento não foi dos melhores. Já entre os barraqueiros, segundo a Folha das Cidades, instalados na área da Praça do Senadinho, no foco da festa junina, a reclamação também era a mesma de vendas fracas.

Em entrevista a TV LW, o empresário proprietário do restaurante Crustáceos disse que a Prefeitura deveria dar um maior apoio ao setor como dá a Bodega da Poesia aonde funciona um dos polos juninos. Apesar de elogiar a programação, ele cobrou uma descentralização dos eventos por parte da prefeitura e não focar apenas na Bodega, pois, assim como os demais, ele gera o emprego e precisaria de mais apoio. Finaliza dizendo que esse ano foi bom, mas poderia ser melhor.

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A Receita Federal terá um prazo de até 60 dias para pagar a restituição dos contribuintes do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI). A partir do dia 30, o pedido de restituição poderá ser feito de forma simplificada e eletrônica. A norma será publicada nesta terça-feira, 27, no Diário Oficial da União.

Com o pedido eletrônico, o procedimento de auditoria do crédito e do pagamento da restituição estará concluído em até 60 dias da data do pedido, para os casos regulares. “O dinheiro terá que cair na conta do contribuinte nesse prazo”, disse ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, o subsecretário de Arrecadação da Receita, Carlos Roberto Occaso.

Na nova sistemática, o contribuinte que tenha efetuado pagamento indevido ou em valor maior do que o devido, referente aos tributos federais administrados pela Receita poderá solicitar a restituição diretamente no portal do Simples Nacional na internet.

Segundo Occaso, na sistemática atual o contribuinte recebe a restituição em prazo superior a um ano. O novo funcionamento evita a necessidade de o contribuinte deslocar-se a uma unidade de atendimento para entregar o seu pedido de restituição.

Os pedidos acumulados, à espera da restituição, já somam mais de 100 mil. A simplificação beneficia mais de 11 milhões de optantes do Simples e do MEI em todo o País. O contribuinte poderá acompanhar o andamento do seu pedido diretamente no Portal do Simples Nacional.

Segundo o subsecretário, a restituição eletrônica faz parte do conjunto de medidas microeconômicas que foi anunciado no final de 2016 para a melhoria do ambiente de negócios do País.

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As centrais sindicais marcaram para sexta-feira (30) um dia de greve e manifestações contra a reforma trabalhista e o governo Temer. Desta vez, não será greve geral, pois importantes categorias profissionais ficaram de fora da mobilização – caso dos motoristas e dos ferroviários. Mas o sindicato dos metroviários já indicou que vai aderir à paralisação. Entidade aprovou indicativo de greve e realiza assembleia na quinta-feira para confirmar a mobilização.

Nas paralisações realizadas de 15 de março e 28 de abril, a adesão dos trabalhadores do transporte público amplificou o movimento. Em São Paulo, haverá manifestações na Praça Ramos de Azevedo e na Avenida Paulista. Movimentos sociais, como as frentes Brasil Sem Medo e Frente Popular vão participar das mobilizações.

A CUT fez uma lista parcial dos sindicatos que devem aderir à paralisação; veja abaixo:

Acre

– Bancários

– Sinteac (funcionários de empresas de asseio)

– Urbanitários

– Correios

– Adufac (professores da Universidade Federal do Acre)

– Sindacs (agentes comunitários de saúde)

– Sinpospetro

– Sintest (trabalhadores em educação)

– Auditores fiscais

– Vigilantes

Ceará

– Transporte (Conlutas)

– Educação

– Comércio e Serviço

– Metalúrgicos

– Servidores Públicos

– Bancários

– Rurais (CUT) vão reforçar os atos

Mato Grosso

– Bancários

– Educação

– Servidores Federais

– Rodoviários

Roraima

– Professores da UFRR

Sergipe

– Rodoviários

Crédito: Gleyson Ramos/Divulgação

Poucos eventos de cinema já tiveram uma edição tão complicada quanto à do 21º Cine PE – Festival do Audiovisual. Minado por uma crise político-econômica sem precedentes – sem dúvida, um retrato do Brasil -, o festival tem início hoje (27), às 19h30, no Cinema São Luiz, com o carimbo de um fracasso anunciado. Com dois adiamentos em maio – o segundo motivado por razões ideológicas, que levou à debandada de oito cineastas e sete filmes – e uma curadoria que deixou de observar o caráter de novidade inerente à programação, o Cine PE tem tudo para não interessar ao público. Afinal, nunca se viu um festival em que metade dos longas-metragens que concorrem em sua principal categoria já foi exibida no cinema.

Lançado no dia 25 de maio – 15 dias depois do protesto dos cineastas, que o acusaram de ser uma propaganda política pró-Temer, a mesma acusação do documentário O Jardim das Aflições, do pernambucano Josias Teófilo -, o filme vendeu pouco mais de 46 mil ingressos. A comédia romântica Amor. Com, com Isis Valverde, lançada 15 dias depois, já foi vista pelo dobro dos espectadores de Real.

Em todo caso, o clima de festa que ronda a abertura de um festival de cinema, aliado ao conhecido público do Cine PE – mais voltado para o glamour dos atores da TV Globo -, pode ser que redima a sessão do filme. Mas por Real, em si, certamente que não. Afinal, sua falta de ineditismo já é um ponto negativo. Mas isso, no final das contas, não diz nada a seu respeito enquanto obra cinematográfica.

Produzido no eco do impeachment da presidente Dilma Roussef, Real – O Plano Por Trás da História não conta, como o título leva a crer, apenas os fatos ligados ao plano econômico implantado no Brasil em 1993, durante o curto governo do presidente Itamar Franco. A surpresa do filme – talvez a única – é que estamos diante de uma quase biografia: toda a narrativa é focada sobre um único homem, o economista carioca Gustavo Franco, um dos pensadores do Plano Real, que esteve à frente do Banco Central e ditou a política econômica neoliberal do presidente Fernando Henrique Cardoso (Norival Rizzo) por mais de quatro anos.

CINEMA É POP

Cineasta que acredita que o "cinema é pop", Rodrigo Bittencourt, cujo único crédito anterior era comédia Totalmente Inocentes, coloca todo o filme nas costas de Gustavo Franco (por sinal, defendido com garra por Emílio Orciollo Neto), em sua cruzada para tirar o País da hiperinflação. O perfil dele, criado quase com um anti-herói, é multifacetado, embora o filme reze numa cartilha um tanto esquizofrênica, com tiradas pontuais que acenam ora à direita, ora à esquerda.

O filme é propositadamente formatado como um produto industrial, com todos os cacoetes visuais do cinema de ação – há uma cena que apresenta a equipe econômica como os gângsteres de Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino. Muitas vezes, Real vira uma comédia involuntária, principalmente quando entram em cena alguns personagens verídicos bastante caricatos (o mais desastrado é o Itamar Franco de Benvindo Sequeira, que parece estar atuando num esquete do Zorra Total).

Apesar de todos os atropelos, não resta dúvida que há um filme que tenta sair do amontoado de clichês e do jargão econômico dos personagens. Em algum momento, antes que os produtores decidissem que o filme deveria ficar totalmente centrado em Gustavo Franco, muita coisa acabou se perdendo pelo caminho.

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Por Inaldo Sampaio

O PSB adotou como tática não valorizar a saída do advogado Antônio Campos dos quadros do partido e a filiação dele a uma das legendas que fazem oposição ao governo de Paulo Câmara. Pode ser uma estratégia equivocada, pois não está em jogo nessa travessia a quantidade de votos que Antônio Campos eventualmente possa ter como candidato a deputado federal. E sim a carga simbólica que ele representa como neto de Miguel Arraes e irmão de Eduardo Campos, ambos ex-governadores.

Ao deixar o governo, portanto, para engrossar as fileiras da oposição, o advogado contribui para o fortalecimento da candidatura do senador Armando Monteiro ao governo estadual, o que não é pouca coisa. Será um “Campos” no palanque de Paulo Câmara (João, chefe de gabinete do governador) e outro (Antônio) no palanque do senador, que poderá ter ainda um parente de Miguel Arraes (Marília, vereadora recifense) pedindo votos para ele.

Se, por um lado, a filiação de Antônio Campos ao “Podemos” fortalecerá a candidatura de Armando Monteiro (PTB) a governador, por outro neutralizará a exploração que aliados do senador vinham fazendo da “Operação Fair Play”, que investigou a compra do avião que se acidentou com Eduardo Campos em agosto de 2014.

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O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), caprichou na programação cultural da 13ª Expoagro – a feira de caprinos e do agronegócio – que acontece de quarta-feira (28) e vai até o sábado (1º de julho).

Começa por uma atração gospel, amanhã, na quinta tem Forró do Moído, Elba Ramalho e Ciel Rodrigues. Na sexta, Daniel Bueno, Maciel Melo, Henrique e Juliano (foto) e Cavaleiros do Forró e no dia 1º, festa de emancipação política, Forrozão das Antigas, Os Nonatos, Flor do Mandacaru e Amigos Sertanejos. (Da Coluna do Blog de Magno Martins).