http://jconlineimagem.ne10.uol.com.br/imagem/home-portal/normal/54f7b356ed02f37deee4f19c66692291.jpg

JC Online

Após uma estreia sem brilho, o Sport conquistou a primeira vitória no Campeonato Pernambucano de 2018. Diante do Afogados da Ingazeira, a equipe se impôs e conquistou o resultado na Ilha do Retiro com uma vitória por 2×0 com gols de Thomás e Gabriel, dois atletas que entraram no segundo tempo da partida. Com a vitória, o Leão dorme na liderança do Estadual, podendo ser ultrapassado neste domingo após o complemento da rodada. O Afogados da Ingazeira segue sem vencer, tendo empatado contra o Central na estreia, no Vianão, e perdido para o Sport neste sábado.

Jogo

O primeiro tempo começou com um ritmo lento por parte das duas equipes. Com poucos espaços e jogadas principalmente pelas laterais, a partida seguiu amarrada ao longo dos primeiros minutos. A primeira boa chance surgiu para o Afogados. Após chute de Willian em lance pelo lado esquerdo, Magrão caiu para segurar sem dificuldades. Para o Sport, quem levou perigo foi André. Aos 20 minutos ele chutou em cima do zagueiro Oseás que salvou quase em cima da linha. A partida ganhou em velocidade na metade da primeira etapa e o atacante Rogério quase abriu o placar com um balaço no travessão aos 33.

No intervalo, o treinador Nelsinho Baptista promoveu as entradas de Gabriel e Thomás nos lugares de Lenis e André, respectivamente. As mudanças surtiram efeito. Logo aos 5 minutos, em lance começado por Gabriel na ala direita, o atacante Rogério recebeu o passe e cruzou para Thomás, que ao dividir com o goleiro Evandrízio, resvalou para o fundo do gol. Com o tento anotado, o Leão passou a administrar o resultado, mas sem deixar de atacar. O Leão esbarrou na boa apresentação do goleiro Evandrízio que segurou bem os chutes de Marlone e Rogério. No entanto, o arqueiro não conseguiu evitar o gol do estreante Gabriel, aos 38 minutos. Dentro da área, o meia recebeu passe de Marlone, driblou o zagueiro adversário e colocou com categoria no canto. Sport 2×0.

FICHA DA PARTIDA

Sport: Magrão; Felipe Rodrigues (Thallyson), Ronaldo Alves, Durval e Sander; Fabrício, Pedro Castro e Marlone; Lenis (Gabriel), Rogério e André (Thomás). Técnico: Nelsinho Baptista

Afogados: Evandrízio; Arlan, Vinícius, Oséas e Thalison, Madson, Douglas, e Tarcísio (Evandro); Roger (Bebeto), Etinho (Lenílson) e Wilian. Técnico: Pedro Manta

Campeonato Pernambucano (2ª rodada). Local: Ilha do Retiro, em Recife (PE). Árbitro: Sebastião Rufino Filho. Assistentes: Elan Vieira de Souza, José Romão Neto. 4º árbitro: Hugo Soares Dias Gols: Thomás, aos 5 min do segundo tempo, e Gabriel, aos 38 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos: Arlan (A) e Fabrício (S) Público:3.389 Renda: R$ 57.425

https://www.dinheirorural.com.br/wp-content/uploads/sites/18/2017/05/46.jpg

Com um total de US$ 54,2 milhões comercializados em 2017, o Ceará assumiu a liderança em faturamento na exportação entre os estados que produzem crustáceos e peixes congelados e refrigerados. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Em volume exportado, o Ceará ficou na terceira posição, com 4,8 mil toneladas. Do total, 3 mil toneladas são de peixes congelados e 1,7 mil são de crustáceos, sobretudo lagosta. O estado também lidera o volume de exportação desse produto. O segundo maior exportador, o Pará, comercializou 226 toneladas.

Para o presidente da Câmara Temática de Comércio e Investimentos Estrangeiros, Rômulo Alexandre Soares, o destaque do Ceará se deve ao desenvolvimento recente de outras culturas, como a pesca do atum e a criação de camarão e tilápia em cativeiro.

“O Ceará atraiu uma importante indústria alimentícia, que fez com que a pesca do atum passasse a ser industrial. Esse peixe é abundante em parte do litoral cearense e tem valor agregado. Parece-me acertado o investimento na pesca marinha do atum, dotando os pescadores dos recursos necessários para a pesca e divulgando esse produto no mercado.”

Mesmo sendo responsável por 80% do valor comercializado, a lagosta vem se recuperando de uma redução de preços que ocorre há pelo menos dez anos. Segundo Soares, em 2007 o quilo do crustáceo era vendido a US$ 46. No ano passado, o valor pago pela mesma quantidade foi de apenas US$ 26.

Ele disse que um dos fatores da recuperação é a ampliação do mercado comprador do produto, que tem os Estados Unidos como principal consumidor, seguido pelo Japão, a China, o Vietnã e a Austrália, por exemplo. Considerando todo o crustáceo brasileiro exportado, os Estados Unidos adquiriram cerca de um terço da produção de 2017.

No ano passado, o governo do Ceará regularizou a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre a comercialização da lagosta, equiparando o tributo à média nacional, que é de 12%. Antes, o tributo pago era de apenas 1,7% o que, segundo o setor, deixava o Ceará sem competitividade frente a outros estados exportadores.

Para este ano, além da continuidade dos investimentos na pesca marítima, a questão climática do Ceará será um dos focos de atenção. Isso porque a seca, que já dura seis anos, reduziu a produção de camarão e de tilápia, que tem nos açudes um dos principais espaços de criação. A câmara temática estima que o volume de pescados exportados teve redução de 15% em 2017, comparado com 2016, o equivalente a US$ 1 milhão a menos comercializado.

Dados inéditos do Ministério da Saúde obtidos via Lei de Acesso à Informação revelam que, enquanto houve uma queda expressiva de desperdício de órgãos por falta de transporte, aumentaram as recusas em razão de outros fatores, como condições dos doadores, falta de exames ou indisponibilidade de equipes. A mudança no perfil das recusas de órgãos ocorreu após a edição de um decreto presidencial que assegurou a disponibilidade de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para esse propósito. Assim, o país ainda perde, em média, mais de três órgãos destinados a doação por dia.

Em 2015, 173 órgãos foram ofertados pelos estados à Central Nacional de Transplantes (CNT) — para distribuição a outras unidades da federação — e acabaram recusados por falta de transporte. No ano passado, até outubro, foram apenas 42. Já as recusas por outros fatores que não o logístico aumentaram de 750 para 959 no mesmo período, um acréscimo de 27,8%.

O sistema de transplantes no Brasil passou por um ajuste, há um ano e meio, que permitiu o aumento de doadores efetivos e de cirurgias para enxerto de um novo coração, pulmão ou fígado em pacientes acostumados a uma fila de espera. Em 6 de junho de 2016, começava a vigorar o decreto presidencial que obriga a oferta de pelo menos uma aeronave da FAB para o transporte de órgãos no país.

O amadurecimento do sistema, com avanço significativo de logística, acabou por revelar problemas que, antes, ficavam escondidos simplesmente porque o transporte inexistia para boa parte de órgãos.

— Se não havia logística, nem chegávamos aos outros problemas. Agora temos o transporte, e outra questões afloram. O que ocorre é um amadurecimento do sistema do ponto de vista da gestão — afirma a coordenadora-geral do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), vinculado ao Ministério da Saúde, Rosana Reis Nothen.

Em 2016 houve recusas da FAB em transportar órgãos — em especial corações, com um tempo de resistência fora do peito de apenas quatro horas — vinham impedindo transplantes em pacientes cuja sobrevivência estava integralmente atrelada à substituição do órgão doente pelo sadio. Em três anos, foram 153 recusas. Nos mesmos dias, a Aeronáutica atendeu a 716 requisições de transporte de autoridades dos três poderes.

Depois de três anos com delegações comandadas por ministros, o Brasil voltará ao Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, com um presidente. Michel Temer desembarca nos Alpes no próximo dia 24 (quarta-feira) com uma tropa de ministros para conversas com investidores, banqueiros e outros representantes da elite global que todos os anos vão a Davos para uma semana de debates sobre os rumos e desafios da economia mundial. A principal missão é mostrar o Brasil como um mercado atraente, especialmente para quem quer investir em projetos de infraestrutura.

— O presidente Michel Temer levará a Davos a mensagem de que o Brasil retomou seu rumo de crescimento e prosperidade, e está cada vez mais preparado para enfrentar os desafios do século XXI. Uma mensagem de um Brasil mais moderno, competitivo e aberto, e que hoje oferece excelentes oportunidades de investimento, afirmou o porta-voz da presidência, Alexandre Parola.

Isso, no entanto, ocorre num momento delicado. O país acaba de sofrer um novo rebaixamento pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) porque o governo não conseguiu aprovar propostas importantes para o reequilíbrio das contas públicas, especialmente a reforma da Previdência. Além disso, projetos importantes, como a privatização da Eletrobras, enfrentam entraves judiciais. Tudo isso em pleno ano eleitoral. Mesmo assim, integrantes da delegação brasileira estão otimistas:

— Tenho visto muita curiosidade sobre o Brasil este ano. Isso se expressa pela demanda de pedidos de reuniões com o presidente Michel Temer. Podemos dizer que o Brasil voltou a ser um player importante, afirma o ministro da Secretaria-Geral, Moreira Franco, que acompanhará Temer na viagem, acrescentando: — É claro que existem problemas, como a reforma da Previdência, mas a economia voltou a crescer, a inflação caiu e há clareza de um compromisso com a responsabilidade fiscal.

Em sua conta no Facebook, o ministro aproveitou a oportunidade para reforçar que Temer dará “uma mensagem singela e curta de que o Brasil voltou”:

“Retornamos (a Davos) para dizer que enfrentamos a mais grave crise econômica de nossa história, superamos a recessão, baixamos a inflação de mais de 10% para 2,9%, abaixo do piso”, disse Moreira em vídeo.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Temer também irá acompanhado dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e de Minas e Energia, Fernando Coelho. Meirelles, possível candidato à Presidência, deve enfrentar questionamentos sobre sua intenção de disputar as urnas. E ele não será o único presidenciável em potencial. O prefeito de São Paulo, João Doria, também vai aos Alpes. A capital paulista vai sediar, em março deste ano, a edição latino-americana do Fórum Econômico, que sempre faz uma reunião voltada para a economia regional. No ano passado, o evento ocorreu em Buenos Aires.

Durante o encontro, Temer apresentará a investidores o programa Avançar Parcerias. De acordo com o Palácio do Planalto, o programa já permitiu a conclusão de mais de 70 projetos que representam investimentos de R$ 142 bilhões. Em 2018, outros 75 projetos serão ofertados, com expectativa de captação de mais de R$ 130 bilhões. O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, também estará no Fórum para explicar a operação envolvendo a venda da estatal, assim como o presidente da Petrobras, Pedro Parente.

Em seus encontros, Temer e Meirelles vão ainda destacar indicadores positivos da economia, como a inflação de 2,95%, abaixo da meta, a taxa básica de juros de 7% e o Ibovespa registrando recorde de 81 mil pontos, além da retomada do mercado de trabalho. Na agenda do presidente está a participação em um debate sobre as reformas do país (“Diálogos estratégicos sobre o Brasil”) e em um jantar com investidores e diretores executivos.

O Globo

A menos de seis meses do início das convenções — onde as legendas escolherão seus candidatos na eleição de 2018 e aprovarão coligações —, a grande maioria dos diretórios partidários no Brasil é provisória: das 55.204 direções municipais, estaduais e nacionais, 40.575 (ou 73,5% do total) foram nomeadas pelos caciques. No meio de uma confusão jurídica, a questão agora aguarda uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que ainda não tem data para acontecer.

Segundo especialistas, a manutenção do caráter provisório nos diretórios garante aos caciques o domínio de boa parte dos partidos. Mais vulneráveis, os dirigentes dessas comissões podem ser destituídos a qualquer momento, fazendo com que fiquem alinhados aos dirigentes estaduais e nacionais, responsáveis por nomeá-los.

Em 2015, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução que dava um prazo de 120 dias para que as legendas alterassem seus estatutos, definindo prazos máximos para a duração das comissões provisórias. Após sucessivos adiamentos, ele entrou em vigor em agosto de 2017, mas, na prática, não deu em nada. Isso porque o Congresso incluiu na emenda constitucional que criou a cláusula de barreira um artigo garantindo a autonomia para “estabelecer regras sobre escolha, formação e duração de seus órgãos permanentes e provisórios”.

Em dezembro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) questionando a mudança. Segundo ela, “é inaceitável a emenda que deturpe o caráter nacional dos partidos, subtraindo-lhes (…) a importância de suas raízes locais, em favor de um mando próximo do absoluto pelo grupo menor que compõe seus órgãos centrais”. Entre os ministros que aprovaram a resolução do TSE, três são membros do STF: Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Rosa Weber foram favoráveis à limitação das comissões provisórias na ocasião.

“CICLO CONTRÁRIO À DEMOCRACIA”

Dos 35 partidos brasileiros, apenas seis tem mais da metade de seus diretórios com caráter permanente (PCdoB, PSDB, PMDB, PT, PSTU e NOVO). No outro extremo, o PMB e o PROS têm mais de 99% de seus núcleos com caráter provisório.

Segundo Felipe Espírito Santo, membro da Executiva Nacional do PROS, o partido tem a intenção de oficializar diretórios na maioria dos municípios até 2020. Porém, defende a emenda constitucional aprovada pelo Congresso.

— Respeitamos e entendemos a importância e competência do TSE. Porém, a autonomia de organização partidária prevista na lei precisa prevalecer. As resoluções objetivam regulamentar e não criar normas jurídicas, avalia o dirigente partidário.

O PMB e sua presidente nacional, Suêd Haidar, foram procurados para comentar os dados do TSE, mas não retornaram os contatos até o fechamento desta edição.

Para Marilda Silveira, professora da Faculdade de Direito do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP São Paulo), os membros de comissões partidárias têm dificuldade de se opor aos desígnios dos caciques, já que podem ser retirados do cargo a qualquer momento.

— Isso alimenta um ciclo vicioso absolutamente contrário à democracia partidária. Isso explica porque tem presidentes de partidos no cargo há 20 anos, critica.

Já Rodrigo Gonçalves, analista da Diretoria de Análises de Políticas Públicas (DAPP) da Fundação Getulio Vargas (FGV), o uso sistemático de comissões provisórias favorece o coronelismo.

— Essa dinâmica favorece determinadas oligarquias locais, que formam um feudo e controlam todos os mecanismos da máquina, incluindo o fundo partidário, diz.

Porém, Gonçalves também faz ressalvas a uma solução imposta pela Justiça.

— A decisão sobre toda a pauta eleitoral do ano que vem está submetida ao Judiciário. Isto é, no mínimo, preocupante, completa.

ctv-zud-hadad

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, coordenador-geral do programa de governo do PT para a eleição e um dos nomes cotados para substituir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não gosta nem de falar da possibilidade da candidatura do petista ser barrada pela Justiça. Independentemente do futuro de Lula, Haddad diz acreditar que a esquerda precisa se repensar. 

Em entrevista ao Estadão, o ex-prefeito afirma que o PT não trabalha com a hipótese de Lula ficar inelegível por considerá-lo inocente. Mas disse que os adversários do petista têm chances reais de bater Lula nas urnas. Para ele, seja quem for o eleito, no dia seguinte à posse todos os segmentos políticos, até mesmo a esquerda, vão ter de iniciar um processo de rearranjo.

Leia a entrevista:

O discurso de partidarização do Judiciário não é uma tentativa do PT de tapar o sol com a peneira e desviar de um assunto que ainda não enfrentou: os casos de corrupção nas gestões petistas?

Todos os partidos, cada um a seu tempo e a seu modo, vão ter de enfrentar isso. O PSDB também vai ter de responder. É um problema, repito, do sistema político. A eleição é um momento nobre para fazer este balanço porque ali o candidato tem o seu tempo de TV assegurado para levar às últimas consequências seu raciocínio.

Não é uma visão utópica, ingênua, achar que durante o processo eleitoral, quando o interesse maior é o voto, alguém queira dizer a verdade? Em 2014, por exemplo, a campanha do PT falou a verdade?

Reputo a campanha de 2014 uma das piores, se não a pior do período democrático. Ali estavam os ingredientes todos da crise que foi retroalimentada pelas forças políticas sem exceção e que culminou com uma crise econômica potencializada que nos colocou nessa situação da qual precisamos sair. A campanha de 2014 foi muito ruim. O pós-eleição não melhorou, talvez tenha até piorado a situação, e o comportamento das forças políticas em geral foi o pior possível.

Qual o impacto que o julgamento vai ter no processo eleitoral?

Temos de ter a expectativa de que o Lula possa efetivamente ser absolvido em razão da fragilidade da sentença. Ela não se sustenta. Vou um pouco além dos juristas que têm se manifestado a favor do Lula e dizem que não há prova no processo. Na minha opinião, não há nem crime.

O fato de Lula e Marisa terem conversado com a OAS sobre as reformas não é um indício?

Só seria crime se ele tivesse recebido o apartamento sem pagar a diferença entre o que ele tinha declarado no Imposto de Renda e o valor do triplex reformado. Então não há nem o que apurar. 

Quais são as consequências de uma eventual prisão de Lula?

Vai frustrar uma parcela significativa da população que considera legítimo o direito de Lula disputar a Presidência. E eu entendo que os adversários do PT têm uma chance de ganhar a eleição legitimamente. Uma chance real. Não é porque perderam quatro eleições que não podem ganhar a próxima. É a tentativa de ganhar por W.O. 

Qual o futuro do PT sem Lula?

O lulismo vai sobreviver ao Lula pela força da sua liderança. São 40 anos de Lula. Essa marca ele deixou.

Há quem diga que a candidatura de Lula sirva apenas para atrasar a reconstrução da esquerda.

Acredito que, qualquer que seja o resultado eleitoral, em 2019 começa um novo jogo. As medidas eleitorais que já foram tomadas vão começar a surtir efeitos. Os partidos vão ter de se mexer. Não faz sentido ter cinco partidos de esquerda, 15 de centro, 12 de direita. Não tem razoabilidade. As forças políticas vão ser obrigadas a se mexer, a esquerda também vai ter de se repensar. Com Lula ou sem.

A revogação de medidas do governo Temer vai estar no programa de governo?

Existem aspectos de mudanças legislativas que foram feitas e vão exigir revisão. Não para voltar à situação anterior, mas para pensar outro tipo de relacionamento entre capital e trabalho. 

Falta debate na esquerda sobre alternativas além da CLT?

Isso não falo de agora. É óbvio que a esquerda tem de ter compromisso com o trabalho assalariado formal, que é uma conquista da classe trabalhadora. Mas é evidente que o trabalho assalariado formal não emancipa, ele é ainda trabalho subordinado. Se souber aproveitar a modernidade a favor de formas emancipatórias, pode encontrar formas inovadoras que podem representar mais do que o trabalho assalariado. 

A favor do trabalhador?

Do nosso ponto de vista, sempre. É curioso notar que o trabalho assalariado formal acaba sendo fetichizado como se fosse o último estágio de desenvolvimento das forças produtivas. E sabemos que não é. A esquerda libertária tem de buscar formas de superar o trabalho assalariado. 

Se Lula for eleito deve fazer uma reforma na Previdência?

Falar a favor ou contra a reforma da Previdência não é a melhor maneira de lidar com o assunto. A melhor maneira é perguntar qual é a sua proposta para a reforma, à luz do envelhecimento da população e de uma série de fenômenos além da nossa vontade, dar sustentabilidade ao regime? A pergunta é sobre quem vão recair os reajustes? Este tem de ser um debate permanente porque a sociedade muda permanentemente. 

Existe diálogo da equipe de programa de governo com o mercado, com os empresários?

Eu, pessoalmente, estou dialogando. Participei de um encontro do JP Morgan em São Paulo, de um encontro do Movimento Brasil Competitivo do (Jorge) Gerdau, fui a Nova York me reunir com fundos de investimento no Brasil porque é uma forma de me apropriar daquilo que está sendo discutido nestes ambientes. Acho que há interesse mútuo de discutir o País. Lula nunca fechou as portas para quem quisesse buscar interlocução.

Gasolina

Nos últimos seis meses, o preço médio da gasolina subiu 19,5% nos postos de combustível e já se aproxima dos R$ 4,20. Em algumas cidades, está perto de romper a barreira dos R$ 5. O preço médio, sem descontar a inflação, é o maior já registrado na série histórica da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que começou em 2001. 

A gasolina mais cara do Brasil está na região Norte. Em Tefé, no Amazonas, o preço médio é de R$ 4,941 por litro. Em Alenquer, no Pará, chega a R$ 4,838. Para os paulistas, a gasolina mais cara é de Dracena (R$ 4,196) e a mais barata fica em São José dos Campos (R$ 3,863). 

A escalada do preço está relacionada à nova política de ajustes da Petrobrás, em vigor desde julho de 2017, quando a estatal anunciou que as variações ocorreriam com mais frequência. Nesse período, os preços foram reajustados 133 vezes. A mudança foi feita para dar agilidade aos reajustes e acompanhar a volatilidade da taxa de câmbio e da cotação de petróleo. O barril ficou 28% mais caro nesse período. 

Para não colocar em cima do consumidor todo o peso da volatilidade internacional do petróleo, especialistas sugerem um “amortecedor de preços”. Um dos mecanismos mais citados seria usar a atual Cide (o tributo federal que incide sobre os combustíveis) como um “colchão” para suportar a variação internacional, sem causar instabilidade no preço praticado no Brasil. O tributo seria variável: quanto maior o valor do litro, menor o porcentual da alíquota. E vice-versa. 

“No Reino Unido, por exemplo, há certa estabilidade no valor cobrado, pois a volatilidade é amortecida pelo tributo variável. Isso dá mais estabilidade para o consumidor. A maior parte da Europa faz isso, e o Japão também”, defende o presidente da consultoria agrícola Datagro, Plínio Nastari.

O diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), Adriano Pires, elogia a atual política de preços da Petrobrás por acabar com a “ficção econômica” praticada nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff – que represaram os preços para conter a inflação. 

Pires defende, no entanto, o aprimoramento do sistema com a adoção da Cide como imposto ambiental – que oneraria a gasolina em favor de combustíveis mais limpos, como etanol – e também para corrigir externalidades – como a variação do preço internacional dos combustíveis. “A próxima etapa é rever a questão tributária. É preciso avançar na questão ambiental e na volatilidade de preços.” 

A disparada da cotação do petróleo é resultado da maior demanda e consequente diminuição dos estoques, já que a produção não cresceu no mesmo ritmo, segundo o relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Mas nem todo esse aumento chegou às bombas. “De maneira geral, o petróleo não é um bem consumido diretamente, mas utilizado para produção de derivados. As negociações são realizadas com base nas cotações dos próprios derivados e não na do petróleo”, explica a Petrobrás. 

A estatal reconhece que, no longo prazo, petróleo e derivados têm comportamento semelhante, mas “no curto prazo podem ocorrer, e de fato ocorrem, oscilações de diferentes magnitudes”.

Embrapa

Estado de S.Paulo

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) enfrenta uma crise política, orçamentária e científica sem precedentes em seus quase 45 anos de história, a serem completados em abril. Maior instituição pública de pesquisa do País e responsável pela tropicalização de culturas como a soja, a Embrapa tem seu orçamento de R$ 3,5 bilhões ameaçados por um corte estimado em mais de 20% em 2018. 

Cerca de 85% do orçamento é consumido com pagamento de salários e benefícios dos 9,6 mil funcionários. As despesas com pesquisa (R$ 66,8 milhões) representaram 2% dos gastos da estatal em 2017. O valor é o menor desde 2010 e estão 31% abaixo dos R$ 96,9 milhões investidos na área em 2016. Os contingenciamentos promovidos pelo governo federal, segundo a Embrapa, explicam a queda. 

Recentemente, a estatal passou a ser criticada internamente por pesquisadores e até pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Ele costuma dizer que a Embrapa “vive dos louros do passado”. A crise interna se tornou pública, no início do mês, no artigo “Por favor, Embrapa: acorde!”, do sociólogo rural Zander Navarro. O texto, publicado no Estado, em 5 de janeiro, provocou a demissão de Navarro, pesquisador da Embrapa.

A saída para a crise também é polêmica e passa por uma reestruturação completa na empresa. Estão previstas desde medidas simples, como a redução de linhas de ônibus destinadas ao transporte de funcionários em sua sede, em Brasília, às mais radicais, como o fim de unidades, redução de centros de pesquisas e um Programa de Desligamento Incentivado (PDI) para reduzir em até 20% gastos com pessoal. 

Com o PDI, a Embrapa pretende reduzir a folha de pagamento, mas manter o número de funcionários. A ideia é trocar empregados com altos salários que aderirem ao programa por funcionários contratados por concursos futuros e vencimentos mais baixos. 

Algumas mudanças estruturais já começaram. As 15 unidades centrais foram transformadas em cinco secretarias. Os 46 centros de pesquisas espalhados pelo Brasil foram reduzidos para 42. A unidade de algodão, em Campina Grande (PB), está entre as que devem ser fechadas. 

Paralelamente, um projeto de lei para a criação da EmbrapaTec está na Câmara dos Deputados desde 2015. A proposta prevê a criação de uma subsidiária privada da Embrapa para operar no mercado de inovação, facilitar parcerias em pesquisas e até sociedades com outras empresas. O projeto enfrentou resistência no Legislativo e só começou a tramitação em comissões no final do ano passado.

No cargo desde 2012, Maurício Antônio Lopes, o mais longevo presidente da Embrapa, defende as mudanças idealizadas no seu mandato. Ele garante que “a grande maioria dos pesquisadores foi consultada”, em comunidades virtuais da companhia e em videoconferências. “É uma falácia dizer que Embrapa não é aberta ao diálogo”, disse ele, rebatendo as críticas a sua gestão. “São críticas da era da transparência radical e das mídias sociais. É ótima essa transparência, desde que não coloque a instituição no caos.”

Para ele, o comprometimento acima de 80% do orçamento com a folha de pagamento não pode ser tratado como um custo. “Não podemos cair no discurso de que salário em instituição de ciência é custo. O principal pilar da (Embrapa) é o cérebro do pesquisador e temos de desmistificar isso”.

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Instituições de Pesquisa Agropecuária e Florestal (Sinpaf) rebate Lopes. Edson Somensi, vice-presidente da entidade, diz que não há debate com os servidores da estatal. 

O Governo Municipal de Sertânia anunciou, nesta sexta-feira (19), as primeiras atrações da programação gratuita da Folia de Momo, agradando aos foliões de todas as idades num só espaço: a Praça de Eventos Olavo Siqueira. A abertura dos festejos carnavalescos será no Sábado de Zé Pereira, dia 10, às 20h.

A programação contará com a presença do artista sertaniense César Amaral, com o show “O Fole na Folia”, bastante elogiado no último carnaval. O frevo continua bem representado com a grande orquestra Super Oara, do município de Arcoverde, que comemora 60 anos de carreira, além de Nonô Germano, filho de Claudionor Germano.

Os ritmos se misturam com a participação da Turma da Bregadeira, Ramon Schnayder, Marreta é Massa e a cantora Walkyria Santos, ex-integrante da Banda Magníficos, que apresenta novo show com repertório carnavalesco da atualidade.

Nesse ano, a matinê infantil do domingo de Carnaval ficará por conta da banda do Tio Bruninho, um espetáculo de música e teatro. A programação completa, com as datas das apresentações, será divulgada na próxima semana. O evento tem o apoio da Empetur e do Governo do Estado de Pernambuco.

Blocos de ruas

O Governo Municipal de Sertânia está convocando os organizadores de blocos e troças carnavalescas para cadastro no Departamento de Cultura, na antiga Estação Ferroviária, até o próximo dia 26.

Atrações da Programação do Carnaval de Sertânia 2018:

Marreta é Massa

Nonô Germano

Tio Bruninho – Matinê Infantil

César Amaral e o Fole na Folia

A Turma da Bregadeira

Ramon Schnayder

Orquestra Super Oara

Walkyria Santos

Serviço: 

Carnaval de Sertânia 2018

Local: Praça de Eventos Olavo Siqueira

De 10 a 13 de fevereiro de 2018.

Divulgação/Sinfarpe

A rede de farmácias Big Ben entrou com pedido de Recuperação Judicial e deixou funcionários apreensivos. A ameaça de desemprego que paira sobre os trabalhadores do grupo, levou quase 100 farmacêuticos a lotarem a sede do Sinfarpe, sindicato que representa os profissionais em Pernambuco, na última quarta-feira (17).

Além da ameaça de desemprego, os farmacêuticos elencaram inúmeros problemas que estão enfrentando na empresa. Atualmente, a rede emprega mais de 150 profissionais desta área no Estado, sem contar os demais trabalhadores.

A presidente do Sinfarpe, Veridiana Ribeiro, destacou que o sindicato não se omitirá da luta em defesa dos profissionais farmacêuticos e a entidade estará à disposição para atender aos trabalhadores, inclusive, com atendimento jurídico excepcional.

http://www.tre-pe.jus.br/imagens/imagens/venha-ser-mesario-voluntario/@@images/577ae8e5-b8ac-4c10-82b2-59ca83de57e0.jpeg

Ascom/TRE-PE

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) está com a campanha mesário voluntário, que tem o objetivo de estimular e conquistar a colaboração de eleitores cidadãos e estudantes universitários para o exercício das atividades de mesário e preservando de forma democrática a transparência no processo eleitoral e estimulando o envolvimento da comunidade junto com os servidores da Justiça Eleitoral.

Para ser mesário voluntário o eleitor tem ser maior de 18 anos, está em dia com a justiça eleitoral. Os eleitores voluntários terão os benefícios de ser dispensado do serviço, sem prejuízo do salário, vencimento ou qualquer outra vantagem, pelo dobro dos dias trabalhados nas eleições. Ser mesário também é critério de desempate para promoção de servidor público, levando-se em conta o número de vezes em que prestou serviços à Justiça Eleitoral e critério de desempate para provimento de cargos, mediante concurso público, no âmbito do Tribunal Eleitoral, se previsto em edital.

Se o eleitor é universitário e estuda em Instituição de Ensino conveniada com o Tribunal Regional Eleitoral pode transformar as horas trabalhadas para a Justiça Eleitoral em horas de atividades extracurriculares necessárias a sua formação.

A conversão das horas utilizará os seguintes parâmetros, contadas sempre em dobro: 04 (quatro) horas referentes ao treinamento de Mesário; 12 (doze) horas referentes às atividades desenvolvidas para realização do 1º turno e 12 (doze) horas referentes às atividades desenvolvidas para realização do 2º turno se houver.

Os eleitores que não podem ser mesário são os candidatos e seus parentes, ainda que por afinidade, até o segundo grau, inclusive, e bem assim o cônjuge; Os membros de diretórios de partido político, desde que exerçam função executiva; As autoridades e agentes policiais, bem como os funcionários no desempenho de cargos de confiança do Executivo e os que pertencerem ao serviço eleitoral.

Para fazer a inscrição para ser mesário voluntário é através deste link: http://www.tre-pe.jus.br/eleitor/mesario-voluntario/mesarios-voluntarios

https://i2.wp.com/roberiosa.com.br/wp-content/uploads/2018/01/chuva-forte-em-afogados-da-ingazeira-no-sertao-do-pajeu-roberiosa.jpg?resize=696%2C361

O fim de semana começa esperançoso para milhares de agricultores e cidadãos do Sertão do Pajeú. Na tarde desta sexta-feira (19), foi registrada chuva em Afogados da Ingazeira, Quixaba, Carnaíba, Tabira, Ingazeira, Solidão, São José do Egito, Triunfo, entre outros municípios.

A intensidade das chuvas em Afogados da Ingazeira foi com 23mm, Tabira, Quixaba, Iguaracy com 68mm, Ingazeira, São José do Egito e Carnaíba choveu 19mm.

A previsão é que a chuva continue em toda a região do Sertão do Pajeú. Apesar dos primeiros estudos da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) de Pernambuco ter apresentando, em dezembro, baixo nível de precipitação para o início do ano, essa é a segunda semana seguida, que cidades do interior do estado registram pancadas de chuva.

Choveu bem também nas áreas rurais do Pajeú, foi citado pelos ouvintes do Programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú AM, sob o comando do radialista Anchieta Santos, na manhã deste sábado (20), como: Campos Novos, Travessão, Monte Alegre, Carnaúba dos Vaqueiros, Góes, Curral Velho dos Pedros , Jiquiri, Várzea da Cruz, Corisco, Santo Antonio, Serrote Verde, Capim Grosso, Nazaré, Saco dos Queiróz, Marcela, Caiçara, Poço Grande, Roça de Dentro, Serrinha, Encruzilhada, Carapuça, Barreiros, Pintada, Cedro, Jardim, Chico Pereira, Castanheira, Cajá de Baixo. Em Ibitiranga, município de Carnaíba choveu 18mm e também no sítio Inveja. A previsão é de que a chuva volte e a possibilidade é de 90% neste sábado.

O vento forte assustou muitos moradores, a foto acima é do palco armado no bairro São Francisco para animar as festividades do Encontro de Motociclistas que acontece em Afogados da Ingazeira nesse final de semana.

sefaz

A Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco (Sefaz-PE) apreendeu mais de 100 toneladas de arroz, além de 150 fardos de bebidas alcoólicas e 200 caixas de café, durante a Operação Tuaregues, realizada nos dias 17 e 18 de janeiro nos municípios Ipubi e Araripina, Sertão do Araripe. A ação resultou em um crédito tributário de aproximadamente R$ 84 mil em favor do Governo de Pernambuco.

Além das bebidas alcoólicas e arroz, foram apreendidas mercadorias como feijão, açúcar, fumo, café, entre outras.  Todos os produtos encontrados estavam desacompanhados de nota fiscal. Durante a operação foram feitas seis contagens de estoque, que resultaram em seis autos de apreensão. O valor estimado das mercadorias soma cerca de R$ 220 mil.

De acordo com a Polícia Militar, foram apreendidos 650 botijões de gás de cozinha, 85 sacos de ração para cachorro e 15 de ração para codorna / Foto: PMPE

JC Online

Um depósito com carga roubada foi descoberto no município de Surubim, no Agreste de Pernambuco. O material teria sido roubado da cidade de Gravatá, também no Agreste, e seria distribuído em Surubim. Entre os produtos, estavam botijão de gás e ração para animais. O material foi levado na terça-feira (16) e a vítima do roubo entrou em contato com a polícia na quarta-feira (17). 

De acordo com a Polícia Militar, na quinta-feira (18), a carga roubada foi encontrada. Foram apreendidos 650 botijões de gás de cozinha, 85 sacos de ração para cachorro e 15 de ração para codorna. O depósito está registrado no nome de Giovanni Ribeiro da Silva, mas quem o aluga há três anos é Genilson de Oliveira, conhecido como Manobra. O empresário não estava no local no momento da abordagem.

Durante a busca e apreensões no depósito e na área próxima, a namorada de Genilson, Joseilma de Lima Silva, foi encontrada. Ela ainda entrou em contato com o companheiro por telefone e ele afirmou que não iria se apresentar à polícia. A mulher foi conduzida à delegacia, prestou depoimento e foi liberada em seguida.

Ração animal

Além de Joseilma, um homem, identificado como Eduardo Gonçalves das Chagas, também foi detido pelos policiais. Ele estava responsável pelas sacas de ração animal. O homem afirmou que recebeu a carga do proprietário do depósito, o empresário Manobra. Eduardo também foi encaminhado para a delegacia e foi liberado após prestar esclarecimentos.

Foto: Reprodução/Instagram

O presidente do PDT de Pernambuco, deputado federal Wolney Queiroz, confirmou nesta sexta-feira (19) que a exoneração de Túlio Gadelha (Foto), da presidência do Iterpe foi uma decisão do partido. A Igor Maciel, do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, o parlamentar classificou a demissão como um “ajuste administrativo”.

O órgão, ligado à Secretaria de Agricultura, permanece com o partido, assim como a pasta, entregue em uma articulação do governador Paulo Câmara (PSB) para manter o apoio da sigla nas eleições.

Gadelha estava desde novembro na presidência do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco. Segundo Queiroz, a demissão foi decidida pelo secretário Wellington Batista e acatada pelo socialista.

Para o lugar dele vai André Negromonte. “André é um homem do diálogo e da mediação, e esteve, durante nove anos, à frente da Superintendência do Ministério do Trabalho, por indicação do PDT”, afirmou o deputado.