Um carro-forte foi assaltado nesta sexta-feira (08) no Agreste de Pernambuco. O veículo foi abordado por volta das 10h, no quilômetro 28 da BR-423 em São Caetano, nas imediações da entrada de Taperaim.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), criminosos atiraram contra o carro-forte e, após os vigilantes saírem do veículo, o cofre foi explodido. Os suspeitos fugiram levando uma quantia não informada em dinheiro. Ninguém ficou ferido.

Outros casos

Na quarta-feira passada, um carro-forte foi assaltado quando abastecia uma casa lotérica dentro do Hiper Bompreço da Avenida Recife, na Zona Oeste da capital. Fortemente armados, os suspeitos abordaram o veículo por volta das 18h30. Um vigilante reagiu e, na troca de tiros, acabou sendo baleado. Segundo informações não oficiais, o grupo fugiu com, aproximadamente, R$ 200 mil.

No dia 18 de agosto, por volta das 11h30, doze homens assaltaram e explodiram um carro-forte da empresa Preserve Transporte de Valores na PE-365, próximo ao distrito de Jatiúca, entre Serra Talhada e Santa Cruz da Baixa Verde. Na ocasião, a Polícia Militar conseguiu recuperar R$ 250 mil, mas não se sabe se esse era o valor total do carregamento ou se os bandidos fugiram com alguma quantia. Duas pessoas morreram durante a operação. Segundo o delegado seccional de Serra Talhada, José Olegário de Lima Filho, os bandidos chegaram em duas caminhonetes, cercaram e explodiram o carro-forte. O 14º Batalhão da Polícia Militar foi acionado meia hora depois. Os bandidos conseguiram colocar o carregamento nos veículos, mas foram abordados pelos policiais militares alguns metros à frente. Houve troca de tiros. Um motorista de caminhão que passava na hora foi feito refém e acabou morrendo durante o tiroteio. Segundo a assessoria da PM, um dos suspeitos que entrou em confronto com os agentes foi baleado. Ele foi socorrido para o Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães (Hospam), em Serra Talhada, mas não resistiu. Foram apreendidos na ocorrência duas espingardas calibre 12, dois fuzis, um revólver calibre 38, um colete balístico e grande quantidade de munição.

No dia 15 de agosto, outro carro-forte foi assaltado em São Bento do Una, Agreste de Pernambuco. Por volta das 17h30, um grupo de cerca de 10 homens fortemente armados atacou o carro da Preserve que seguia para Lajedo. O grupo utilizou uma Hillux e um Duster, além de cinco motos que foram abandonadas na fuga. O carro forte saiu da pista, capotou e terminou no matagal. Os assaltantes teriam obrigado os vigilantes a deixarem o veículo, tomando todo o armamento, de escopetas calibre 12 a pistolas 380, além dos coletes, e utilizaram explosivo para levarem tudo que estava sendo transportado. O vigilante Roberto Ferreira de Lira, de 31 anos, foi atingido a tiros, chegou a ser submetido a uma cirurgia para amputação da perna direita e morreu. Um agricultor que passava pela PE-180 no momento da abordagem foi atingido na cabeça por uma bala perdida. Outro vigilante baleado de raspão foi atendido em um hospital em São Bento do Una e liberado. Os outros dois vigilantes não ficaram feridos.

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Os preços de venda da gasolina e do diesel às distribuidoras serão reajustados neste sábado (09) em 2,6% e 1,5%, respectivamente, segundo informou hoje (08) a Petrobras.

De acordo com a política de preços adotada pela empresa no final de junho, que passou a vigorar no dia 3 de julho, reajustes podem ser aplicados a qualquer momento, até diariamente, desde que a variação acumulada no mês por produto esteja dentro da faixa de +7% ou -7%.

Segundo informou a assessoria de imprensa da Petrobras, quando se atinge no mês mais de 7% ou menos de 7% de reajuste, o Grupo Executivo de Mercado e Preços da companhia se reúne e analisa se vai haver alguma correção.

No ajuste anterior, que passou a vigorar ontem (07), o aumento para o diesel foi 0,7%, enquanto para a gasolina houve redução de 3,8%.

Segundo a companhia, a revisão da política aprovada em junho “permitirá maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitará a companhia competir de maneira mais ágil e eficiente”.

Do RondaJC

Já está nas mãos do delegado Izaias Novaes (foto), da Delegacia de Crimes Contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), o relatório com detalhes sobre a sindicância que apurou a contratação e pagamento de salários – durante três anos – para 11 servidores que mantinham vínculo com a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres), mas não trabalhavam. O delegado vai investigar se há indícios de crime e, ao final, pode indiciar cinco gestores responsáveis pela manutenção dos funcionários fantasmas.

O relatório foi entregue ao delegado nesta semana. Por enquanto, nenhum detalhe das investigações será revelado. Mas testemunhas devem começar a ser ouvidas na próxima semana, já que o delegado tem 30 dias para concluir o inquérito – o prazo pode ser prorrogado se houver necessidade.

Em fevereiro, outra investigação apontou que um médico cerca de R$ 33 mil em dinheiro, entre setembro e dezembro do ano passado, sem nenhum vínculo empregatício com a Seres.

A nova investigação sobre os funcionários fantasmas foi revelada na última terça-feira (05). A Seres – pasta estadual responsável por comandar o sistema prisional de Pernambuco – descobriu que 11 servidores recebiam salários mensalmente, entre janeiro de 2010 e janeiro de 2013, mantinham o vínculo trabalhista, mas não compareciam ao local de trabalho para exercer suas atividades. No total, R$ 227.620,63 foram pagos a essas pessoas.

A pasta concluiu que “a irregularidade foi cometida devido à falta de controle por parte dos gestores setoriais, que deveriam ter adotado providências administrativas imediatas, infringindo ao que dispõe o dispositivo legal”. A lista com os nomes dos gestores está com a Polícia Civil e com a Corregedoria da Secretaria de Defesa Social. Esta última instaurou processo administrativo para apurar o caso.

Após ter sido preso na manhã desta sexta-feira, em seu apartamento, o ex-ministro e aliado do presidente Michel Temer foi transferido de Salvador para Brasília. A aeronave decolou da capital baiana por volta das 13h20 e chegou a Brasília às 16h. A ação foi comandada pela Polícia Federal (PF), que usou um jatinho no transporte. Primeiro, ele será levado para a Superintendência da PF e, depois, ao Presídio da Papuda.

(Confira na íntegra a decisão da Justiça)

Ao todo, a Justiça Federal determinou o cumprimento de dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. O pedido foi feito pela PF e endossado pela Procuradoria da República no Distrito Federal. Os crimes investigados são corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Geddel foi preso preventivamente por decisão da Justiça Federal em Brasília após a PF reunir indícios que apontam para a ligação entre o ex-ministro da Secretaria de Governo do presidente Michel Temer e os R$ 51 milhões em dinheiro vivo apreendidos nesta semana num apartamento em Salvador. O mandado que resultou na operação assinado pelo juiz Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal de Brasília.

A PF elencou novas provas e situações que complicaram a situação de Geddel: as digitais do ex-ministro colhidas no apartamento onde houve a busca estavam impressas no próprio dinheiro e material que acondicionava as notas; uma segunda testemunha ouvida após a operação policial confirmou que o espaço havia sido cedido a Geddel, corroborando o que disse o dono do imóvel; uma segunda pessoa é suspeita de auxiliar o político baiano na destinação das caixas e malas de dinheiro; e a PF identificou risco de fuga depois da revelação da história da maior apreensão de dinheiro vivo já registrada no Brasil.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  (Foto:  NELSON ALMEIDA/AFP)

Em meio às acusações de seu envolvimento na corrupção investigada pela Lava Jato, vindas até do aliado Antonio Palocci, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu uma notícia favorável. O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região negou recurso do Ministério Público Federal para processar o petista por improbidade administrativa.

Lula e o ex-ministro da Previdência Amir Lando foram acusados pelo MP por suposto favorecimento ao BMG, um dos bancos envolvidos no escândalo do mensalão, na operacionalização de empréstimos consignados de servidores públicos, pensionistas e aposentados do INSS.

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A falência do sistema político no Brasil torna urgente a renovação da política e do contrato social em nosso país. O Estado brasileiro foi apropriado por interesses privados de indivíduos e corporações e se distanciou de sua obrigação constitucional de proteger e melhorar a vida de todos os cidadãos, independentemente de classe social, raça, gênero, idade ou credo. A população está exausta diante de um acúmulo de crises: moral, política, econômica e de segurança.

Os brasileiros têm razões para estar preocupados: a desigualdade cresceu, o desemprego está em quase 14% e cerca de um terço dos cidadãos dizem que deixariam o país se pudessem. A maioria de nós deixou de acreditar na mudança, enquanto muitos outros se tornaram apáticos. A política tradicional, os partidos e os atuais políticos estão em forte queda no imaginário dos eleitores. A pesquisa encomendada pelo movimento Agora! à Ideia Big Data, realizada em julho com 10 mil pessoas em todo o país, confirma o sentimento das ruas: 79% dos brasileiros concordam com a afirmação “gostaria muito de ver os cidadãos comuns (de fora da política), como professores, empreendedores, funcionários públicos concursados, trabalhadores da indústria, profissionais liberais, entre outros, candidatos em 2018”.

Na mesma pesquisa, 72% das pessoas responderam que não se importam se uma política pública é de direita ou de esquerda, desde que torne sua vida melhor. Outras 77% destacam que votam na pessoa e não se importam com o partido político – na Região Nordeste, esse percentual chega a 90%. Fica evidente o desgaste da polarização e a desconexão entre os políticos e partidos atuais e os problemas reais das pessoas.

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Ao deferir o pedido de prisão preventiva para o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara em Brasília, apontou que o recolhimento domiciliar era "completamente ineficaz" no momento. Em julho, Geddel foi liberado para cumprir prisão domiciliar por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ele estava sem a tornozeleira eletrônica.

"Em outras palavras, os fatos supervenientes à prisão domiciliar de Geddel Quadros indicam que a medida deferida pelo TRF da 1ª Região, sobretudo porque não foi possível a implantação da monitoração eletrônica, é (no momento) completamente ineficaz diante desse novo quadro, pois não garante a eficiência da medida, como se pode notar pela dinheirama encontrada (sem documentação e sem comprovação de origem) perto da residência em que se encontra cumprindo a prisão domiciliar decretada", apontou o juiz no despacho.

Na última terça-feira, a PF encontrou em um imóvel na capital baiana, que seria usado por Geddel como uma espécie de "bunker", o armazenagem de dinheiro em espécie. O valor chegou a R$ 51 milhões, distribuídos em oito caixas e seis malas. A Polícia achou as digitais do ex-ministro no apartamento.

Para o juiz, diante dessas circunstâncias "não há nenhuma possibilidade de se assegurar que o preso domiciliar esteja cumprindo e possa continuar cumprindo rigorosamente todos os requisitos da cautela. Aliás, como se pode ver, tudo evidencia que não está executando fielmente a medida alternativa à prisão (efetiva), pois foram encontradas fragmentos de impressões digitais no material apreendido, tanto de Geddel quanto de Gustavo Pedreira Ferraz".

Pedreira também teve prisão preventiva decretada nesta manhã por decisão de Vallisney. Ele é apontado como uma pessoa ligada ao ex-ministro, tendo sido responsável por buscar em 2012 valores ilícitos enviados por um emissário do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). As digitais de Ferraz também foram localizadas pelos investigadores.

"Conforme atestado pelos exames periciais grafotécnicos indicativos de que ambos manusearam essa estrondosa quantia, o que, somado aos outros indícios, levam à conclusão da propriedade ou posse do dinheiro apontada para ambos", aponta o juiz.

Para o magistrado, há fortes os indícios do crime de lavagem de dinheiro e de "reiteração da conduta criminosa", o que justifica a necessidade da prisão preventiva.

A intenção com as prisões preventivas é avançar na apuração sobre os desvios de recursos em vice-presidências da Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2013. Os investigadores suspeitam que o dinheiro encontrado no "bunker" de Geddel esteja relacionado à propina recebida pelo peemedebista para liberar financiamentos e empréstimos da Caixa a grandes empresas.

O objetivo das medidas cumpridas nesta manhã, segundo o MPF, é obter provas de crimes como corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O MPF endossou pedidos feitos pela PF para "evitar a destruição de elementos de provas imprescindíveis à elucidação dos fatos".

O ex-prefeito de Petrolina Julio Lossio (PMDB) prossegue sua agenda de visitas a amigos e correligionários para definir seu futuro político. Na noite de ontem (07), por exemplo, Lossio esteve em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, conversando com o prefeito Luciano Duque (PT). E não estava só. Acompanharam o prefeito na conversa o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) e o senador Humberto Costa (PT).

“Encerrando a noite aqui em Serra Talhada, onde estive com meu amigo e prefeito Luciano Duque, além do Senador Humberto Costa e o Deputado Tadeu Alencar. Muito bom rever os amigos e debater sobre a política do nosso país”, disse Lossio, pelas redes sociais. Se os rumores de uma reaproximação entre PT e PSB são cada vez mais fortes, pode estar aí também uma pista de qual será o novo ‘ninho’ de Lossio para as eleições 2018. As informações são de Carlos Britto.

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Estadão Conteúdo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai pedir a revogação da imunidade do empresário Joesley Batista e dos demais executivos do Grupo J&F flagrados em áudios divulgados na segunda-feira passada. Joesley tinha obtido o perdão judicial após assinar acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República em abril. A decisão de Janot pode abrir brecha para que o empresário e os demais executivos sejam alvos de medidas cautelares e até de um pedido de prisão.

Ontem, o procurador-geral passou o dia monitorando, a distância, o depoimento de Joesley e dos executivos da J&F Ricardo Saud e Francisco de Assis. De acordo com a Procuradoria, os três são suspeitos de ocultar informações no processo de colaboração. Em gravação entregue pela própria empresa aos investigadores no dia 31 de agosto, Joesley e Saud falam de suposta influência do ex-procurador Marcelo Miller na negociação da delação e citam os nomes de Janot, de outros procuradores e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Quem esteve com Janot nos últimos dia afirma que o procurador-geral já está decidido a revogar o benefício dado ao empresário e seus funcionários em razão da gravação entregue pela própria empresa. O veredicto final sobre as consequências adotadas por Janot deve sair hoje. Ontem, os três executivos foram ouvidos na sede da Procuradoria, em Brasília (mais informações nesta página). Hoje, Miller será ouvido no Rio.

Ao abrir o processo de revisão da delação do Grupo J&F na segunda-feira, um dia depois de sua equipe ter identificado a conversa, Janot anunciou que os prazos para a realização de diligências se encerravam hoje.

Se o perdão judicial for revogado, Joesley e os demais executivos flagrados nos áudios poderão ser denunciados à Justiça. Desde que as conversas vieram a público, aumentou a pressão política para que o empresário e os demais executivos sejam presos. Ontem, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse esperar uma decisão "dura" por parte da Procuradoria-Geral da República. "Não tenho dúvida nenhuma de que, nesse caso específico, vai tomar decisão dura como tomou em outros casos", afirmou.

A delação firmada entre Procuradoria e executivos da J&F prevê perda parcial ou total dos benefícios caso seja comprovado o rompimento do acordo.

Uma das saídas para os executivos é tentar negociar um outro benefício, mas, de acordo com pessoas próximas, Janot não tem se mostrado disposto a dar mais uma chance a Joesley. O procurador-geral da República tem dito que está extremamente irritado com o empresário e seus executivos.

Revisão

O procedimento de revisão da delação é conduzido pela subprocuradora Cláudia Sampaio Marques. Para ouvir ontem os delatores, ela chamou outros três colegas, entre eles a procuradora Maria Clara Noleto. Foi Maria Clara quem encontrou, no domingo de manhã, a conversa suspeita em meio ao material entregue por Joesley.

A estratégia na Procuradoria foi de colocar procuradores que não lidaram com os executivos da JBS no curso do processo de delação justamente para tirar os delatores da zona de conforto. Janot acompanhou a distância os trabalhos. Há expectativa de que o procurador-geral encaminhe sua decisão ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, a sua decisão.

Em nota, a assessoria da J&F informou que Joesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis estão à disposição para cooperar com a Justiça e que não é possível fornecer detalhes do depoimento "em razão de sigilo".

Ascom/PMAI 

Uma verdadeira multidão lotou neste 7 de setembro as ruas de Afogados da Ingazeira para prestigiar um dos mais empolgantes desfiles cívicos já realizados no município. Tanto a Avenida Rio Branco, local tradicional das apresentações, quanto os diversos pontos de concentração dos grupos para o desfile, estavam tomados de gente.

Este ano, a Secretaria Municipal de Educação, responsável pela organização logística do desfile, preferiu não definir um tema único, deixando as Escolas e demais instituições participantes, livres para escolher os próprios temas. As Escolas Municipais trouxeram para a Avenida, as experiências dos projetos de leitura desenvolvidos em sala de aula, numa prévia do que será a Feira de Literatura e Conhecimento deste ano.

Cecília Meireles, Ruth Rocha, Rubem Alves, Monteiro Lobato, Dedé Monteiro, Ana Maria Machado, Ruth Rocha, Elita Ferreira, Maurício de Souza, Pedro Bandeira, Ariano Suassuna, Miguel de Cervantes, Lima Barreto e Maria Clara Machado foram alguns dos inúmeros autores que “vieram” à Avenida através da criatividade de alunos e professores.

Algumas escolas optaram por temas mais gerais, como o circo, as fábulas infantis, o respeito às diferenças, a preservação da caatinga, brincadeiras infantis, alimentação saudável, educação no trânsito, consumo consciente, respeito à diversidade cultural e religiosa, dentre diversos assuntos de extrema relevância, em uma verdadeira aula de cidadania e respeito.

Crianças, adolescentes e idosos integrantes dos programas sociais coordenados pela Secretaria Municipal de Assistência Social também participaram do desfile apresentando um resgate das danças populares e empunhando a bandeira do combate ao trabalho infantil e à violência sexual contra crianças e adolescentes.

Bombeiros Civis, Conselho Tutelar, Polícia Militar, grupos da terceira idade, lojas maçônicas, grupos de capoeira, jiu-jitsu e karatê também foram às ruas abrilhantar o desfile cívico. As bandas marciais de Afogados e de outros municípios deram um show na Avenida.

No palanque das autoridades, montado próximo aos Correios, acompanharam o prefeito José Patriota, o vice-prefeito, Alessandro Palmeira, o promotor público, Dr. Lúcio Luiz de Almeida, representantes do Tiro de Guerra e da Polícia Militar, e os vereadores Rubinho do São João, Sargento Argemiro, Luiz Besourão, Igor Mariano e Raimundo Lima. O encerramento se deu com o arreamento dos pavilhões, na Praça Alfredo de Arruda Câmara. “Afogados hoje deu um exemplo de respeito aos valores da cidadania e da convivência democrática. Quero parabenizar a todos os envolvidos na organização desse desfile que ficará para a história como um dos maiores desfiles cívicos que já realizamos,” avaliou o prefeito José Patriota.

VAQUEIROS

Logo cedo, centenas de vaqueiros de Afogados da Ingazeira e da região participaram do tradicional desfile dos vaqueiros, com concentração no centro desportivo municipal. A Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes, que apoiou o evento, deu toda a infraestrutura e logística para receber os participantes.

G1

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, do PMDB, deixou na manhã desta sexta-feira (08) o prédio em que vivia, em Salvador, levado pela Polícia Federal, após um pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público Federal.

Segundo a TV Bahia (afiliada da Rede Globo), um vendedor ambulante, que estava na região, foi levado para dentro do condomínio, possivelmente para servir de testemunha.

Fortuna em outro imóvel

Na terça-feira (05), a PF apreendeu R$ 51 milhões em um apartamento que seria utilizado por Geddel em Salvador. O dono do imóvel afirmou à PF que havia emprestado o imóvel ao ex-ministro para que ele guardasse pertences do pai, que morreu no ano passado.

Segundo o jornal "O Globo", a PF reuniu 4 provas que reforçam a ligação Geddel com o dinheiro.

As impressões digitais de Geddel foram encontradas no próprio dinheiro, uma outra testemunha confirmou que o espaço tinha sido cedido ao ex-ministro, e uma segunda pessoa é suspeita de ajudar Geddel na destinação das caixas e das malas de dinheiro. Além disso, a PF identificou risco de fuga, depois da divulgação da apreensão do dinheiro.

Ex-ministro de Lula e Temer

Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) deixou o cargo de ministro da Secretaria de Governo em novembro de 2016. Ele foi acusado pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de tê-lo pressionado para liberar uma obra na Ladeira da Barra, área nobre de Salvador. Geddel era um dos principais responsáveis pela articulação política do governo Temer com deputados e senadores. Ele ficou no cargo por seis meses.

O peemedebista também foi ministro da Integração Nacional do governo Lula, entre 2007 e 2010, depois de ter sido crítico ferrenho do primeiro mandato do petista e defensor do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). No ministério, encampou a transposição do Rio São Francisco, que prometeu efetivar em seu mandato.

Atuou como vice-presidente de Pessoa Jurídica na Caixa entre 2011 e 2013, cargo do qual chegou a pedir exoneração pelo Twitter à então presidente Dilma Rousseff, pela possibilidade de concorrer nas eleições seguintes. Quem o convidou para o cargo foi Michel Temer. Foi derrotado por Otto Alencar (PSD) na eleição ao Senado.

Formado em administração de empresas pela Universidade de Brasília, é natural de Salvador, onde foi assessor da Casa Civil da Prefeitura entre 1988 e 1989. Em 1990, filiou-se ao PMDB, partido pelo qual foi eleito cinco vezes deputado federal

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Aposentados devem tomar cuidado com ofertas de revisão de benefícios do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e outras vantagens oferecidas por meio de cartas em nome de associações da categoria. Para ter acesso ao suposto direito, é exigida a filiação à associação e o pagamento de mensalidade. Um dos riscos é de nunca ver o retorno do investimento. 

Segundo o diretor do conselho federal do Instituto dos Advogados Previdenciários (Iape), Almir Reis, as associações, muitas vezes, conseguem dados dos aposentados ilegalmente para enviar as cartas. “Se você recebeu uma carta dessa, a orientação é de procurar um advogado de sua confiança, para analisar com precisão se terá direito ao benefício. Nem todas as ofertas são fraudes, mas é um tiro no escuro”, diz.

O aposentado Martinho Vieira de Barros, 80 anos, recebeu uma carta que prometia revisão do benefício do INSS. Para isso, teria que pagar R$ 2.320 adiantado. “Eu cheguei a ir ao escritório da associação. Quando cheguei lá, sabiam tudo sobre a minha vida, inclusive quanto eu ganhava”, relata o aposentado. “Achei estranho a ideia de pagar adiantado”, complementa. Após consultar a família, desistiu.

Recentemente, a Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda lançou alerta sobre vários tipos de golpes contra aposentados. Um dos mais comuns é a oferta de falsa revisão de benefícios concedidos durante o governo Collor. “Todas as revisões de benefícios realizadas pela Previdência são baseadas na legislação e os segurados não precisam realizar nenhum pagamento para ter direito a qualquer benefício”, disse o órgão por meio de nota.

As fraudes não ocorrem apenas por meio de cartas. Há relatos de muitos aposentados que receberam ligações de representantes do Conselho Nacional de Previdência (CNP) oferecendo algum tipo de benefício. Eles pedem que o segurado entre em contato por um telefone e informe dados pessoais para liberar determinada quantia que não existe.

Segundo a Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, esse tipo de golpe vem crescendo. Até julho deste ano, já foram registradas 732 denúncias dessa fraude. Já em 2016, foram cadastradas 948 manifestações.

Também há situações em que os fraudadores enviam documentos se passando por uma falsa “auditoria geral previdenciária”, convocando-os a resgatar valores devidos a participantes de carteiras de pecúlio que teriam sido descontados da folha de pagamento como aposentadoria complementar. Já alguns criminosos dizem que os aposentados têm direito a precatórios e pedem informações pessoais para depósito.

A Previdência informa aos cidadãos que não solicita dados pessoais por e-mail ou telefone e também não cobra para prestar o atendimento nem realizar serviços. Se o idoso for vítima de alguma dessas armadilhas, é importante denunciar pelo telefone 135, da ouvidoria, ou acessar a página da Secretaria da Previdência: www.previdencia.gov.br.

Pinga-Fogo

A família Coelho inicia a saída do PSB, por meio da filiação do senador Fernando Bezerra Coelho ao PMDB, após perder a condição de vencer a eleição interna no partido socialista, que será em outubro. Ou seja, é a vitória interna do governador Paulo Câmara, vice-presidente nacional do PSB. Ainda assim, a saída dos Coelhos reforça a sensação de diáspora da sigla. Até março deve haver outras saídas: do ministro Fernando Coelho Filho, filho do senador, e dos deputados federais João Fernando Coutinho e Marinaldo Rosendo, do mesmo grupo. Não são os primeiros nem os últimos nesse processo.

Lá atrás, a sigla já empurrou para fora até nomes da família Arraes, como a vereadora Marília Arraes (PT), neta de Miguel Arraes, e este ano saiu o irmão do falecido Eduardo Campos, Antônio Campos. Sem falar em quadros como a família Lyra, de Caruaru: a então deputada Raquel Lyra teve a sigla negada para disputar a Prefeitura. Entrou no PSDB e terminou eleita.

Até 2018 outros nomes podem sair, como o prefeito do Cabo, Lula Cabral, que se aproxima dos ministros Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM). Ele não diz sim nem não. Só espera para ver o que acontece rumo às eleições de 2018.

Definição de nomes só em janeiro

Para o ex-governador João Lyra, que representa Caruaru na articulação para reunir em um único palanque das oposições em Pernambuco, a definição do PMDB é importante. Ele defende, no entanto, que não se apresentem nomes para a chapa majoritária até janeiro. Seria preciso definir a frente e, depois, um projeto.

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A Receita Federal vai liberar nesta sexta-feira (08), a partir das 9h, as consultas ao quarto lote do Imposto de Renda de Pessoas Físicas de 2017. Este lote também incluirá restituições residuais de 2008 a 2016.

Ao todo, serão liberados mais de R$ 2,7 bilhões para 2.257.260 contribuintes. Os depósitos serão feitos em 15 de setembro. Segundo a Receita Federal, R$ 179.180.930,60 do valor liberado serão pagos a 40.429 contribuintes idosos e 5.026 contribuintes com alguma deficiência física ou mental. Esses contribuintes têm prioridade no recebimento da restituição do Imposto de Renda.

Consulta

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve fazer a consulta no site da Receita, aqui. A consulta também pode ser feita pelo telefone 146. A Receita também oferece aplicativos para tablets e smartphones, que permitem a consulta às declarações do Imposto de Renda. O prazo para envio da declaração de IR 2017 terminou às 23h59 de 28 de abril. A Receita informou ter recebido 28.524.560 de declarações.

Malha fina

No fim do ano passado, a Receita Federal informou que 771 mil declarações estavam retidas na malha fina do IR de 2016 devido a inconsistências nas informações prestadas. Nos últimos anos, a omissão de rendimentos foi o principal motivo para cair na malha fina, seguido por inconsistências na declaração de despesas médicas.

Para saber se está na malha fina, os contribuintes podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento). Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.