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Nada como uma visita do governador Paulo Câmara (PSB) para a Prefeitura de Arcoverde sair do marasmo e colocar um verdadeiro exército de garis para trabalhar e limpar os caminhos por onde o chefe do executivo estadual vai passar. No sábado (16), dezenas de garis se espalhavam pela Cohab I e Boa Vista promovendo um verdadeiro mutirão para limpar ruas e terrenos por onde passará o governador do Estado.

O canteiro central da duplicação na Avenida Conselheiro João Alfredo, que continua esburacada apesar de Arcoverde ter gasto mais de R$ 3 milhões em uma Usina de Asfalto que não funciona, foi totalmente capinado e os entulhos e lixo retirados para a chegada do governador Paulo Câmara nesta quarta-feira (20), quando virá realizar mais um ato político-administrativo de pré-campanha.

Em um convite redundante, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), convida a “todos e a todas” (?) para participar da visita do governador quando o mesmo às 09h chega com a Caravana da Educação no Erema, na Cohab I, totalmente limpa agora, depois segue para o Carlos Rios, Escola Técnica Estadual e inaugura a Polícia Científica no bairro do São Miguel.

Pelo visto a extinção da Secretaria de Comunicação, segundo o blog Folha das Cidades, tem afetado e alterado a língua portuguesa com direito ao feminino de uma palavra invariável. Deve ser a revolução da comunicação preconizada pela chefe do executivo municipal.

Não bastasse, isso, na Cohab II, aonde o governador não vai passar, os moradores da Rua Bom Sucesso, próximo à antiga AABB, estão sendo obrigados a conviver com uma galeria estourada há cerca de dois meses. Por lá, o tal exército verde da prefeita não foi, já que o excelentíssimo senhor governador não vai passar por lá.

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Por Inaldo Sampaio

Começa a murchar no plano nacional a possibilidade de aliança entre o PSB e o Partido dos Trabalhadores, por várias razões. Em primeiro lugar, porque ninguém do PSB acredita na candidatura do ex-presidente Lula e sendo para votar em Fernando Haddad, que deverá ser o substituto dele, é melhor marchar com Ciro Gomes que é mais competitivo.

Haddad é completamente desconhecido fora de São Paulo e mesmo quando aparece nas pesquisas como eventual substituto de Lula, o seu desempenho é pífio. Em segundo lugar, há pelo menos três líderes no PSB que são contrários a esta aliança: o governador Márcio França (SP), o ex-prefeito Márcio Lacerda (BH) e o ex-deputado Beto Albuquerque (RS). Liderança de peso no partido que advoga esta aliança por razões estritamente locais, só o governador Paulo Câmara (PE).

Virando agora o mapa para o outro lado, os únicos líderes do PT que defendem aliança com o PSB, também por questões locais, são o senador Humberto Costa (PE) e o governador Fernando Pimentel (MG). Não bastasse isso, o governador Rui Costa (BA), filiado ao PT, decidiu não apoiar a reeleição da senadora Lídice da Mata (PSB), ao passo que o governador Camilo Santana (CE), igualmente petista, não apoiará a reeleição do senador José Pimentel (PT). Sendo assim, com tantas resistências de um lado e de outro, como operacionalizar esta aliança?

Só para atender ao PSB de Pernambuco e ao PT de Minas Gerais? É difícil.

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Ainda sob o clima de indefinição no PT, a vereadora do Recife Marília Arraes, pré-candidata a governadora do partido, prometeu anunciar hoje (19), o que chamou de “informações importantes sobre a pré-campanha, que neste momento entra numa nova fase”. Apesar da movimentação feita por ela, segundo petistas locais, a executiva nacional do partido não avançou nem recuou nas negociações de uma eventual aliança com o PSB, o que representaria o apoio da sigla a Paulo Câmara em Pernambuco e inviabilizaria o nome da parlamentar na disputa. Estariam acontecendo apenas “reuniões normais” do Grupo de Tática Eleitoral (GTE).

Segundo o ex-prefeito do Recife João da Costa, secretário geral do Partido dos Trabalhadores no Estado, o foco hoje é no julgamento das duas principais lideranças nacionais. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator das ações da Operação Lava Jato na Corte, sugeriu agendar para o dia 26 o julgamento do recurso do ex-presidente Lula. Além disso, a Segunda Turma analisa hoje o caso da presidente nacional da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), ré por corrupção e lavagem de dinheiro, acusada de ter recebido R$ 1 milhão em propina para a campanha em 2010.

É a própria Gleisi a responsável pela articulação nacional com o PSB. Para João da Costa, por causa das sessões do Supremo, do São João e da Copa do Mundo, o partido pode deixar para a primeira quinzena de julho a definição. “Tem uma certa dispersão”, ponderou o ex-prefeito.

No último dia 9, a executiva nacional lançou uma resolução apontando como prioridade a formação de uma aliança nacional com o PSB e o PCdoB, abrindo mão da vice na chapa presidencial para um dos dois partidos. Em troca do apoio, o PT vinculou a formação dos palanques estaduais à definição nacional. Por causa disso, o encontro de delegados que seria no dia 10, para decidir pelo apoio ao PSB ou pela candidatura de Marília, foi suspenso.

Com a orientação de manter a pré-candidatura enquanto não há definição, anunciou o coordenador do programa de governo. É o advogado Cláudio Ferreira, secretário de Assuntos Jurídicos da Prefeitura do Recife na gestão de João da Costa.

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JC

Para ele, “o pequeno empresário tem sentido muito essa pressão”. Anunciado oficialmente como pré-candidato ao Palácio do Campo das Princesas pelo grupo Pernambuco Vai Mudar, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) mirou o discurso no pequeno empreendedor durante debate na Rádio Jornal, ontem (18). Para Armando, o pacote fiscal em Pernambuco foi caracterizou pelo aumento da carga tributária e elevação de alíquotas de ICMS. 

“Houve sim um aumento de carga tributária em Pernambuco. O pequeno empresário tem sentido muito essa pressão do aumento. Há uma relação entre tributação e estímulo à atividade econômica. Quando você carrega na mão, no sentido de definir pautas arbitrárias, e fixa uma margem que o empresário não realiza efetivamente a margem, ele termina pagando mais imposto do que devia. Você tem que definir tratamento tributário que equilibre a necessidade de arrecadação com estímulo à atividade produtiva”, disse o senador.

O petebista destacou que o imposto que mais pesa é o ICMS e é necessário fazer um arranjo que não tribute demais os principais insumos, que são telecomunicações, combustível e energia.

Armando também criticou os gastos com pessoal do governo Paulo Câmara (PSB) e admitiu que deve cortar cargos comissionados, se eleito em outubro. “Do lado do gasto, se verifica que a despesa com pessoal ultrapassou o limite prudencial e se aproxima do limite máximo permitido na Lei de Responsabilidade Fiscal. Há sempre espaços para racionalizar gastos, temos muita coisa de cargos comissionados, de coisas infladas na estrutura do governo, tem muita gente que fica enchendo linguiça, pesando para o Estado”. 

Para o senador, a redução de cargos pode ser obtida através da digitalização e a melhoria de processos.

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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga hoje (19), a partir das 14h, ação penal proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo.

No processo, os cinco ministros do colegiado vão decidir se condenam ou absolvem os acusados dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, na Operação Lava Jato.

De acordo com a denúncia, Gleisi teria recebido R$ 1 milhão para sua campanha ao Senado em 2010. O valor teria sido negociado por intermédio de Paulo Bernardo e do empresário Ernesto Kluger Rodrigues, que também é réu. 

No entendimento da PGR, o valor da suposta propina paga a Gleisi é oriundo de recursos desviados de contratos da Petrobras, conforme citações feitas pelo doleiro Alberto Youssef, um dos delatores das investigações.

A Segunda Turma é composta pelos ministros Edson Fachin, relator da ação, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

Defesa

Em documento encaminhado ao Supremo durante a fase de defesa, os advogados do casal afirmaram que as acusações são “meras conjecturas feitas às pressas”, em função de acordos de delação premiada.

“A requerida [senadora] jamais praticou qualquer ato que pudesse ser caracterizado como ilícito, especialmente no bojo do pleito eleitoral ao Senado no ano de 2010, na medida em que todas as suas contas de campanha foram declaradas e integralmente aprovadas pela Justiça Eleitoral”, afirmou a defesa, na ocasião.

Após tomar ciência da liberação do processo para julgamento, a defesa da senadora disse que recebeu a notícia com naturalidade e confia que será absolvida.

Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República (Foto: ÉPOCA)

Época

Em 7 de junho, o ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tomou uma decisão polêmica: determinou que, em 48 horas, o Facebook retirasse do ar postagens que relacionavam Marina Silva, a pré-candidata da Rede ao Palácio do Planalto, à Operação Lava Jato. De um lado, os assessores da ex-ministra e do partido comemoraram. De outro, instâncias da Justiça Eleitoral ecoavam uma dúvida real: retirar conteúdos da internet é mesmo o melhor caminho para enfrentar notícias falsas?

Na última quinta-feira (14), aterrissei na chuvosa Recife para atender a um pedido do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Em fevereiro, o órgão anunciou a criação de uma Central de Denúncias contra fake news. Algo inovador no Brasil. Segundo o tribunal, a “CD” nasceu como um canal liderado por um desembargador que conta com a ajuda da Polícia Federal, da Secretaria de Defesa Social e do Ministério Público Eleitoral para “receber denúncias sobre fake news, investigar e, eventualmente, punir quem estiver se utilizando desse artifício para prejudicar candidatos ou instituições”. O TRE-PE quer dar maior celeridade às ações de combate a possíveis crimes eleitorais.

 “Todos os magistrados e servidores envolvidos neste trabalho serão treinados e orientados a identificar e priorizar ações para diminuir os efeitos das fake news”, disse o desembargador Luiz Carlos de Barros Figueirêdo, presidente do órgão. “Sabemos que é uma tarefa difícil, mas faremos a nossa parte”.

E foi por isso que, na semana passada, o grupo buscava treinamento. Desembargadores, diretores e secretários do tribunal, além de representantes da Presidência, da Corregedoria, da Comissão dos Desembargadores Auxiliares, da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação, da Escola Judiciária Eleitoral, da Assessoria de Comunicação e do Ministério Público Eleitoral entenderam que ainda não tinham know-how suficiente para enfrentar as notícias falsas sozinhos. Foram buscar ajuda fora de casa.

Conheci a ideia da “CD” de Pernambuco nos primeiros dias de março, num evento que reuniu representantes de vários TREs em Cuiabá (MT). No encontro, houve palestras de jornalistas, professores universitários, cientistas políticos, especialistas em direito eleitoral e funcionários tanto do Facebook quanto do Google. O tema era “Propaganda eleitoral nas mídias sociais”. Em miúdos, o eterno fake news versus eleições.

Mas, no belo auditório de Cuiabá, ouvi dúvidas de juízes e fiscais eleitorais que me preocuparam. “O que afinal é uma URL?” ou “Como sei que um post do Facebook foi patrocinado?”. Para quem está a poucas semanas do início da campanha deste ano e trabalha com notícia falsa desde 2014, foi um susto. “O pessoal da Justiça Eleitoral nem imagina o que vem por aí”, pensei com certo nervosismo.

O TRE-PE, no entanto, não só imaginou como foi atrás de capacitação. Em quatro horas de aula sobre fact-checking e debuking, o grupo da “CD” foi apresentado às ferramentas mais usadas pelos checadores profissionais do Brasil para verificar a autenticidade de fotos, áudios e vídeos. Viu que é fácil e possível acompanhar a popularidade de postagens feitas no Facebook e no Twitter, assim como descobrir sua origem e saber como elas se espalham.

Nada garante – é claro – que, no calor da eleição, o grupo de Pernambuco conseguirá de fato fazer uso das ferramentas de verificação que apresentei (Google Images, Bing, TinEye, BuzzSumo, CrowdTangle e muitas outras). Mas apostar em capacitação os colocou numa posição bem diferente da do Tribunal Superior Eleitoral, que fechou a semana com a polêmica notícia do banimento de conteúdos online.

A sede do Conselho Nacional de Justiça, em Brasília (Foto: Gil Ferreira/Agência CNJ)

O Conselho Nacional da Justiça (CNJ) retoma nesta terça-feira (19), após duas semanas, o julgamento de uma representação contra o juiz federal de Goiás Manoel Pedro Martins de Castro Filho. No ano passado, ele foi flagrado portando uma arma durante audiência da Quinta Vara Federal em Goiânia. O episódio motivou a seção goiana da OAB entrar com a representação no CNJ. Na peça, a entidade afirma que um advogado que atuava em causa julgada por Castro Filho se sentiu intimidado.

De acordo com Rafael Faria, advogado de Castro Filho, o porte de armas é uma prerrogativa prevista a magistrados e não há vedação de seu uso nem mesmo no ambiente profissional. Faria deseja que o caso seja arquivado.

Até o momento, dois conselheiros votaram a favor do arquivamento da representação contra Castro Filho. O órgão conta com 15 conselheiros.

Nesta segunda-feira (18), o presidente Michel Temer questionou a veracidade de pesquisa Datafolha que o apontou como o presidente mais impopular desde a redemocratização do país. “Não é verdadeira”, disse o emedebista. Segundo o levantamento divulgado no dia 10 de junho, 82% dos brasileiros desaprovam o atual governo.

O presidente falou com a imprensa após participar de almoço com líderes do Mercosul, em Assunção, no Paraguai. Temer comentou o número ao ser questionado sobre como retomar as pauta do governo no Congresso diante da baixa popularidade.

“Nós aprovamos seis ou sete medidas provisórias numa única noite. Ademais disso, naquela noite aprovou-se a urgência para a chamada reoneração, que foi votada no dia seguinte no Senado Federal. E na Câmara, em face de conversas que tive com o presidente Rodrigo Maia, aprovou-se o cadastro positivo e a duplicata eletrônica”, disse.

O presidente também afirmou já ter articulado para esta semana a aprovação de projeto de lei que destrava a venda de distribuidoras da Eletrobras. “Então, o Congresso está trabalhando como antes”, disse.

Livre comércio

No discurso aos chefes de Estado na Cúpula do Mercosul, Temer defendeu as negociações de acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Fazem parte do bloco a Argentina, o Brasil, Paraguai e Uruguai.

“Na frente das negociações externas, nossa opção é inequívoca, mais e melhor abertura. No lugar de nos fecharmos entre nós mesmos, atuamos em conjunto para inserir nossos países na economia global. Essa estratégia é indispensável para a competitividade dos nossos produtos, para a geração de emprego e renda para nossa gente”, disse.

Temer lembrou que houve avanços significativos nas negociações nos últimos tempos e afirmou que o bloco sul-americano precisa avançar cada vez mais rumo à inserção na economia global.

Também avaliou como positiva a aproximação do Mercosul com a Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, Peru e México). Segundo Michel Temer, as palavras de ordem do Mercosul são “mais diálogo, mais livre comércio e mais investimento”.

Ao relatar a chegada de venezuelanos no Brasil, Temer comentou a situação de crise humanitária no país, e disse não estar poupando esforços para construir condições físicas e jurídicas que permitam o acolhimento solidário dos fugitivos. A Venezuela foi suspensa do Mercosul em 2017 por “ruptura da ordem democrática”.

Questão da Nicarágua

Durante cúpula, os líderes dos países do Mercosul emitiram resoluções nas quais expressam preocupação com a situação política e social da Nicarágua e da Venezuela. O bloco condenou “todo tipo de violência” no país e pediu a retomada o diálogo para “estabelecer uma solução pacífica para a grave crise”.

Até o momento, já foram registradas cerca de 200 mortes na crise política mais violenta desde os anos 1980.

Já a Venezuela vive uma crise ditatorial com o governo de Nicolás Maduro. O bloco pediu que o presidente Maduro faça uma “coordenação com a comunidade internacional” para encontrar solução para a crise no país. A Venezuela está suspensa do bloco desde 2017 por “ruptura na ordem democrática”.

Clarão no céu da Rússia assusta torcedores: 'ETs vieram ver a Copa'

Um clarão no céu de Nizhny Novgorod, uma das cidades-sede da Copa da Rússia, assustou os moradores e torcedores na madrugada do domingo (17). Localizada entre os rios Oka e Volga, a localidade é considerada Patrimônio da Humanidade.

Nas redes sociais, internautas já levantam até a possibilidade de se tratar de uma “invasão alienígena”. “Que diabo é isso? Nunca vi nada parecido”, comentou um usuário. “Os ETs vieram ver a Copa”, disse outro.

Segundo o “Sun”, as luzes não têm razões extraterrestres. Trata-se, na verdade, do lançamento de um míssil em exercício nas proximidades do Ártico.

O estádio de Nizhny Novgorod recebeu as seleções da Suécia e Coréia do Sul nesta segunda-feira (18). Os próximos jogos na cidade, ainda durante a fase de grupos, serão: Argentina x Croácia, na quinta-feira (21); Inglaterra x Panamá, no próximo domingo (24); e Suíça x Costa Rica, na quarta-feira (27). O estádio recebe também uma partida das oitavas-de-final.

Ciro defende novo projeto industrial e promete gasolina a R$ 3

O pré-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT) afirmou nesta segunda-feira (18) que o Brasil precisa de um novo projeto industrial envolvendo o setor estatal e o privado para se desenvolver.

Segundo Ciro, uma de suas prioridades é reindustrializar o país. As decisões erradas, segundo ele, atualmente são tomadas para manter os interesses de uma “minoria agressivamente e organizada”.

“[A reindustrialização] não ocorrerá se ficarmos no mito de que o setor privado vai reverter tendências sem uma parceria estratégia com o Estado”, disse Ciro durante o Fórum Unica (União da Indústria de Cana de Açúcar), em São Paulo.

Sobre o barril de petróleo, Ciro afirmou que é preciso substituir o preço especulativo do estrangeiro por um nacional e razoável.

“Na prática o litro de gasolina custaria entre R$ 2,80 e R$ 3 comigo”, afirmou o pré-candidato. Ele disse que não se pode fazer repasse em caso de aumento de preço no mercado internacional porque a Petrobras tem o objetivo de proteger o país dos ciclos de especulação do preço do petróleo que “são eternos”.

Quando questionado se essa proposta é parecida com a política do governo Dilma Rousseff, Ciro disse que são coisas diferentes, como água e vinho.

“No Brasil você sai de um extremo de congelamento de preços sem qualquer consulta estratégica para uma especulação que prejudica uma nação inteira e beneficia meia dúzia de acionistas”, afirmou.

Ciro também criticou o tabelamento do preço dos fretes, medida tomada pelo governo federal como uma das exigências para o fim da greve do caminhoneiro. Ele disse que isso é uma excrescência que “nunca se conseguiu praticar em nenhum lugar do mundo”.

O pré-candidato lembrou que foi ministro da Fazenda e afirmou que o real conseguiu fazer mudanças nas indexações de preço apenas com a lei da oferta e procura.

Em relação a conversas com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e uma possível aliança com o DEM, Ciro afirmou que há muita especulação e intriga.

“Nenhum partido no Brasil vai fazer mais do que 10% na Câmara, portanto é imperativo que qualquer um de nós se quiser ser sério abra o diálogo e converse com forças diferentes daquela que você representa”, disse.

O pré-candidato também criticou a atual política externa brasileira e disse que o país precisa mediar a crise na Venezuela, mas sem tomar parte do conflito. Segundo ele, na melhor fase, a balança comercial bilateral entre os dois países deixava um saldo positivo de US$ 5 bilhões ao Brasil, mas hoje, o governo abre mão disso.

“O Brasil está omisso, quando não tomando a posição errada, nessa iminência de guerra civil na Venezuela”, disse.

Ciro também disse torcer para que Lula seja posto em liberdade o quanto antes, mas afirmou que “da cabeça de juiz, ninguém tem a menor ideia do que vem”.

Antes do evento, em entrevista a rádio Jovem Pan, o pré-candidato chamou o vereador Fernando Holiday de “capitão do mato”. Questionado sobre a declaração, Ciro justificou lembrando que Holiday é a favor do fim das cotas e quer acabar com o dia da consciência negra. “É uma metáfora segura que eu tenho que ele faz esse papel em pleno século 21”.

Lula reclama do juiz em estreia como comentarista da Copa

No primeiro comentário sobre a Copa do Mundo enviado da prisão para o canal TVT, o ex-presidente Lula (PT) se mostrou decepcionado com a estreia do Brasil – que empatou por 1 a 1 com a Suíça no domingo (17).

“O jogo de estreia da seleção demonstrou uma máxima do futebol que sempre repetimos: treino é treino e jogo é jogo”, afirmou o petista na análise futebolística, que foi exibida em texto e lida por um narrador da emissora, mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.

A participação de Lula como comentarista foi anunciada na semana passada pelo jornalista José Trajano, ex-ESPN. A resenha é exibida no programa dele, o Papo com Zé Trajano.

Lula tem televisão no local onde cumpre pena, na Polícia Federal em Curitiba, e está assistindo às partidas.

Além de ressaltar a diferença entre jogo de eliminatórias e jogo da Copa propriamente dita, o ex-presidente disse que o Brasil “teria de vencer”, por causa de seu histórico e por ser a única seleção pentacampeã “e, portanto, amplamente favorita”.

Lula se compadeceu de Neymar ao reclamar do estilo de jogo da Suíça, que “marcou forte, de forma muito dura, e não deixou a seleção jogar”, opinou.

“Não deixou o Neymar jogar, fazendo faltas e faltas. Além disso, o Neymar tentava, sem êxito, carregar a bola. Não conseguiu”, lamentou o ex-presidente sobre o atacante.

Entre as razões que ele apontou para o mau desempenho do Brasil, estão queixas sobre a atuação do juiz da partida. Lula endossou ataques ao árbitro em dois lances envolvendo jogadores brasileiros, fazendo análise semelhante à de Tite (ex-técnico do Corinthians, o time de coração do ex-presidente).

“A culpa pode ser do momento psicológico da estreia, pode ser da falta não marcada no Miranda no lance do gol da Suíça, pode ser do pênalti não marcado no Gabriel Jesus”, escreveu o petista.

“Sinceramente”, continuou, “o fato é que não jogamos bem e o adversário fez o que tinha de fazer, que era impedir o jogo do Brasil”. 

Lula recomendou que a seleção não menospreze a Costa Rica, seu próximo adversário, e pinçou duas observações que ficaram provadas na primeira semana da Copa, em sua visão.

“A Alemanha não é invencível e, entre os maiores craques, só o Cristiano Ronaldo fez por merecer. O resto é conversa pra mesa de bar”, concluiu, enviando “abraços do Lula”. Com informações da Folhapress.

PGR pede prorrogação de inquéritos sobre Aécio Neves no STF

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação por mais 60 dias de dois inquéritos envolvendo o senador Aécio Neves (PSDB-MG). As investigações são relatadas pelos ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.

Na primeira investigação, o nome do senador foi citado por ex-executivos da empreiteira Odebrecht, que teriam repassado vantagens indevidas em 2014 para campanha do senador à Presidência da República. No segundo inquérito, o parlamentar também é acusado de receber doações ilegais.

Em abril, Aécio prestou depoimento à Polícia Federal e disse que os próprios delatores afirmaram nos depoimentos que as contribuições financeiras feitas pela Odebrecht às campanhas do PSDB nunca estiveram vinculadas a qualquer contrapartida.

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NOTA À IMPRENSA

Por Aline Mariano*

Mesmo diante de lutas constantes para mudar comportamentos, continuamos vivendo em sociedade machista e sexista em que a violência de gênero ocorre de maneira explícita, sob as mais diversas formas. É lamentável nos deparar com situação como a que circulou na internet neste fim de semana.

Um grupo de torcedores brasileiros, incluindo um pernambucano e ex-secretário de Turismo de Ipojuca, aparece ao lado de uma estrangeira cantando palavras obscenas sem que a moça compreenda o que se diz. Os homens fazem menção ao órgão sexual da mulher e se referem à cor dele.

Trata-se claramente de uma violência que se oculta por trás das risadas e brincadeiras de um esporte altamente machista que tenta afastar de sua torcida as mulheres, que por décadas foram tratadas como um ‘não público-alvo’.

Mas é bom lembrar que o campo não é somente dos homens e esse esporte, assim como tantos outros, independente do desejo masculino, tem registrado cada vez mais a presença feminina. Só para demonstrar o que observo, uma pesquisa de 2015 divulgada pelo ibope confirma: metade da torcida do Corinthians é formada por mulheres, time, aliás, que este ano fez campanha para combater o machismo no futebol.

O vasto repertório brasileiro de frases, comentários ou piadinhas discriminatórias com as mulheres faz o machismo estar presente em vários cenários, além de fazer dele o preconceito mais praticado. É comum ouvir as “brincadeiras” ofensivas contra o sexo feminino, porém, as mesmas ofensas não são dirigidas aos homens de forma tão corriqueira.

No rol de frases mais ouvidas estão: “mulher tem que se dar o respeito”, “lugar de mulher é na cozinha”, “mulher não entende de futebol”.

Como presidente da Comissão da Defesa da Mulher na Câmara do Recife, quero externar meu lamento e dizer que esse comportamento, ainda uma marca do futebol, é perverso e inaceitável. Que a chacota vista no vídeo, além de diminuir a mulher, é vergonhosa, desrespeitosa e uma forma de violência.

Eles agem como se as mulheres merecessem este tratamento indigno, como se alguns assédios e insultos fossem elogios. É uma forma de subjugar o gênero feminino. Me pergunto como esses homens se sentiriam caso a “brincadeira” maldosa fosse com a mãe, esposa ou filha de algum deles.  Será que se sentiriam ofendidos?

É bom que fique claro que a mulher é dona do seu corpo e pode ser o que quiser. Não tem essa de sexo frágil. Temos muita força sim, não apenas a física, e merecemos ser respeitadas, assim como os homens exigem o respeito de todas nós.

Por isso, entendo que toda sociedade deve se manifestar e repudiar a atitude constrangedora à estrangeira. O desrespeito à condição de gênero foi um ato de agressão a toda mulher e merece o mais duro e veemente repúdio. Traduz ato machista, reacionário, que causa ultraje ao direito e ao bom senso.

É preciso discutir punições para casos como este, que merece também uma retratação pública pela ofensa à mulher e para que seja compreendido o tipo de violência que se cometeu. Não podemos aceitar situações como essa. Exigimos um pedido de desculpas pelo ato desrespeitoso. 

*Aline Mariano, é ex-vereadora de Afogados da Ingazeira, ex-secretária da Prefeitura da Cidade do Recife e atualmente está no segundo mandato como vereadora do Recife.

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O Concurso da Prefeitura de Tacaratu, no Sertão pernambucano, realizado nos dias 16 e 17 de junho de 2018, levou os candidatos a reclamarem das provas.

De acordo com alguns candidatos, a maior reclamação é que as provas aplicadas são idênticas para cargos e níveis diversos. Ou seja, a prova aplicada para professor de nível médio em magistério foi à mesma aplicada para professor de Português, Matemática e outras áreas com exigência de nível superior. “Isso nos causa tristeza e indignação”, desabafou uma candidata.

“O nível é totalmente diferente e não podemos aceitar. Esperamos que o Ministério Público de Pernambuco verifique as afirmações e tomem as devidas providências em anular o concurso desde o início”, concluiu um dos candidatos.

O gabarito preliminar foi divulgado nesta segunda-feira dia (18). Clique aqui e confira

Os candidatos poderá interpor recurso sobre o gabarito preliminar das provas objetivas, no período de 18 até 20 de junho de 2018, através do formulário disponível no endereço eletrônico www.admtec.org.br

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Por Fernando Castilho/JC

Quando, no final do ano passado, o ministro Carlos Marun disse que o Palácio do Planalto poderia pressionar governadores a trabalhar a favor da aprovação da reforma da Previdência em troca da liberação de recursos do governo federal e financiamentos de bancos públicos como a Caixa, ninguém levou muito a sério. Àquela altura Michel Temer virara um “Presidente Zumbi” que não oferecia medo a nenhum governador em termos de capacidade de maldade.

Seis meses depois, o governador Paulo Câmara pode constatar que, apoiando- se em decisões técnicas produzidas pelo ministério da Fazenda e Advocacia Geral da União (AGU), a União pode, sim, travar operações de crédito. Como, aliás, fez na semana passada ao negar garantia de um empréstimo de R$ 460 milhões na Caixa obrigando o chefe do Executivo de Pernambuco a pedir ajuda no STF para manter as condições do contrato assinado dias antes das ameaças de Marun.

Câmara pode não ser o único. Se a regra adotada for estendida aos demais estados, não apenas Pernambuco, mas quase todos os demais poderão ver travadas qualquer perspectiva de financiamento aos governadores eleitos este ano.

O que poucos candidatos foram informados é que a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) substituiu o antigo cálculo de limite de endividamento dos estados de até duas vezes a Receita Corrente Liquida (RCL) de um ano, por um outro que agora usa, também, a situação da Previdência dos estados, o total do custo anual do endividamento já contratado e a RCL.

Foi esse novo critério que, simplesmente, colocou em situação crítica, já em dezembro do ano passado, 10 dos 27 entes federativos. Sem contar três (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais) que são considerados pela União insolventes.

O argumento é simples e duro. A União somente autorizará novos empréstimos depois de fazer uma avaliação da capacidade de pagamento dos Estados já no âmbito do processo de concessão de garantias para a operação de crédito.

Foi, então, criado um Índice de Liquidez que verifica o nível de caixa dos estados, criando um novo diagnóstico da situação fiscal de cada um. Por esse índice, os Estados do Piauí e Sergipe perderam a condição de elegibilidade por não terem caixa suficiente para fazer jus às suas obrigações financeiras no curto prazo. Já Distrito Federal e Pernambuco apresentam conceito “C” tanto na poupança corrente quanto no índice de liquidez.

O conceito C leva em conta a situação dos estados entre 2014 e 2017 para ver as suas capacidades de pagamento. Nesse quadro estão, além de Pernambuco e o Distrito Federal, a Bahia, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Tocantins, além de Piauí e Sergipe. Dito de outra forma: Esses 10 estados não podem mais tomar dinheiro emprestado com a garantia da União.

Isso quer dizer que até o final do ano, não vai ser fácil os governadores captarem dinheiro até porque essa metodologia elaborada foi pelo Tesouro Nacional com o apoio do Banco Mundial e posta em consulta pública para os estados ano passado.

O que parece claro é que os estados não levaram em consideração, e agora com o veto a Pernambuco, os secretários e governadores perceberam que aquilo que a STN dizia ser “apenas uma simulação e que a avaliação da Capacidade de Pagamento no âmbito do processo de concessão de garantias da União”, virou a regra.

Claro que o novo governo Federal pode rever tudo. Inclusive, se vai exigir programas duros como o do Rio de Janeiro que sofreu uma espécie de intervenção financeira para assinar o refinanciamento de suas dívidas. Ou se vai renegociar todas as condições.

Mas, parece claro que a questão da Previdência dos estados vai funcionar como uma barreira a novos empréstimos. E isso vai cair nas mãos dos novos governadores a partir de janeiro.

O relatório mostra que os anos de crédito fácil produziram uma situação difícil para vários estados na hora de pagar as parcelas dos empréstimos. Isso tem a ver quanto os estados gastam hoje com a Previdência e com o pagamento das dívidas já contraídas. Pernambuco, por exemplo, tem um pagamento de sua dívida ascendente juntamente com os custos da sua Previdência.

Diferentemente do Ceará, cuja curva das despesas com empréstimos já é descendente este ano e da Bahia (estável), as curvas de crescimento da Previdência assim como a de Pernambuco também são ascendentes.

De qualquer forma é uma situação difícil que se anuncia para os futuros governadores e é bom que as equipes dos candidatos comecem a se preocupar com o tema.

Até porque, em todos os orçamentos enviados às assembleias legislativas pelos atuais governadores, há uma grande quantidade de empréstimos previstos e que, pelas novas normas da STN, dificilmente vão sair.