Pedro Araújo

As informações que traduzem as verdades dos fatos, sem ferir ou denegrir pessoas ou imagens. Como também, nunca procurando agradar aos maus feitores.

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A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará divulgou boletim na noite desta quinta-feira (03) contabilizando que sete adultos foram presos e quatro adolescentes foram apreendidos por suposta participação em ações criminosas ocorridas desde a noite de ontem em Fortaleza e região metropolitana.

Segundo a secretaria, ocorreram nove crimes contra patrimônios públicos e uma tentativa de incêndio contra um posto de combustíveis. Foram registrados disparos de arma de fogo contra uma agência bancária.

As forças de segurança contabilizam que seis veículos que fazem o transporte coletivo, em Fortaleza e Região Metropolitana, tiveram perda total após incêndios criminosos. Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará informou que dez ônibus foram incendiados. Uma bomba também danificou a pilastra de um viaduto na cidade de Caucaia, próxima à Fortaleza.

Em comunicado à imprensa, o comandante-geral da Polícia Militar do Ceará (PMCE), coronel Alexandre Ávila, disse que “todo o sistema de contenção e emergência da segurança pública já foi montado desde a madrugada e está plenamente ativo. Os transportes públicos vêm sendo acompanhados e monitorados (…) com policiamento em todos os corredores bancários e em todos os terminais de ônibus”.

De acordo com a presidente do Conselho Penitenciário do Ceará, Ruth Leite, as ações foram recrutadas por facções criminosas. “Em mensagens via WhatsApp, associados das facções foram convocados a participar dos atentados”.

Os atos seriam em represália à diretriz anunciada pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária de remanejar e juntar presos independente das facções. No Ceará há 135 cadeias públicas e 12 penitenciárias. Apenas um presídio não está sob domínio de nenhuma das três facções que atuam no estado.

Conforme dados do Ministério da Justiça e da Segurança Pública (Infopen), em junho de 2016 haviam 34.566 pessoas presas, 33 mil acima da capacidade prisional, sendo que mais de 65% delas não tinham sido condenadas pela Justiça.

Processo de bloqueio de celulares irregulares começa no dia 7

Celulares irregulares nos estados da Região Nordeste, além de São Paulo, Minas Gerais, do Amapá, Amazonas, Pará e de Roraima começam a receber a partir da próxima segunda-feira (07) mensagens de alerta de que serão bloqueados a partir de março.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o bloqueio começa a partir de 24 de março, 75 dias após o início do envio das mensagens. Nesses estados, os usuários de aparelhos irregulares começarão a receber mensagens de SMS, informando que o aparelho é irregular e que será bloqueado. “Operadora avisa: Pela Lei 9.472 este celular está irregular e não funcionará nas redes celulares em 75 dias”.

Segundo a agência reguladora, a medida vale apenas para celulares irregulares habilitados nas redes das prestadoras a partir da próxima segunda-feira, não incidindo sobre os aparelhos adquiridos antes.

De acordo com a Anatel, a medida visa combater o uso de celulares falsificados, sem certificação ou com IMEI (do inglês International Mobile Equipment Identity) adulterado, clonado ou outras formas de fraude. A medida também busca inibir a comercialização de aparelhos não homologados no país.

“Um celular sem certificação pode aquecer, dar choques elétricos, emitir radiação, explodir e causar incêndio, pois não passou pelos testes necessários”, informou a agência.

O IMEI  é o número de identificação do celular. É composto por um código composto por 15 números utilizado internacionalmente que permite identificar a marca e modelo do aparelho. Todas as mensagens são enviadas pelo número 2828.

Para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#. Se a numeração coincidir com o que aparece na caixa, o aparelho é regular. Caso contrário, há uma grande chance de o aparelho ser irregular.

A Anatel informou ainda que o usuário de serviço móvel que estiver com sua situação irregular deve procurar a empresa ou pessoa que vendeu o aparelho e buscar seus direitos como consumidor.

A Anatel criou em seu Portal na Internet um espaço com informações do projeto de bloqueio de celulares, o projeto Celular Legal. No Portal da Anatel também é possível verificar se o celular apresenta alguma irregularidade .

O bloqueio de celulares irregulares começou pelos Distrito Federal e por Goiás. Os aparelhos irregulares começaram a ser bloqueados no dia 8 de maio. Segundo a Anatel, já foram excluídos das redes das prestadoras móveis 103 mil celulares irregulares nas duas unidades da federação.

No dia 8 de dezembro teve início o bloqueio de celulares irregulares, também chamados de piratas, nos estados do Acre, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, de Rondônia, Santa Catarina e do Tocantins.

Celulares comprados no exterior vão continuar funcionando no Brasil, desde que sejam certificados por organismos estrangeiros equivalentes à agência reguladora. Um celular só é considerado irregular quando não possui um número IMEI registrado no banco de dados da GSMA, associação global de operadoras.

Não serão considerados irregulares os equipamentos adquiridos por particulares no exterior que, apesar de ainda não certificados no Brasil, tenham por origem fabricantes legítimos. Com informações da Agência Brasil. 

O presidente Jair Bolsonaro participa na manhã desta sexta-feira (04) da transmissão do cargo de comandante da FAB (Força Aérea Brasileira), na Base Aérea de Brasília. Assumirá o posto o tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermudez.

Ele entra no lugar do também tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato. Este ocupava a função desde 2015, ainda no governo Dilma Rousseff. Foi mantido por Michel Temer.

A cerimônia é mais uma posse de militar com presença do capitão da reserva fora do Palácio do Planalto. A primeira foi a do ministro da Defesa, general Azevedo e Silva, no Clube do Exército, no último dia 2.

Azevedo e Silva que terá as Forças Armadas subordinadas a ele. Coube ao general anunciar os 3 comandantes das Forças Armadas no governo Bolsonaro, em 21 de novembro de 2018.

QUEM É ANTONIO CARLOS MORETTI BERMUDEZ

Nascido em Santo Ângelo (RS), o tenente-brigadeiro Bermudez se formou em 1975. É tenente-brigadeiro desde 2014. Já esteve à frente do 6º Comando Aéreo Regional e foi chefe do Estado-Maior do Comando-Geral de Operações Aéreas.

Também foi comandante da Base Aérea de Brasília, chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, diretor-geral do Depens (Departamento de Ensino da Aeronáutica) e adido de defesa e aeronáutico junto à Embaixada do Brasil na França e na Bélgica. O último cargo que ocupo foi de comandante-geral de Pessoal da FAB.

O presidente Jair Bolsonaro, durante visita ao GSI Foto: Marcos Corrêa/Presidência

O primeiro projeto sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro mantém em 2019 o repasse de recursos pelo Fundo de Participação de Municípios (FPMs) para as cidades que perderam habitantes em 2018 de acordo com os cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo estimativa do IBGE divulgada em agosto, 2.933 municípios tiveram redução de população em 2018. Na distribuição do fundo, 135 localidades seriam impactadas com a diminuição dos repasses, de acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Isso ocorre porque o critério de distribuição é a proporção que a população do município representa sobre a totalidade dos habitantes do Brasil. O Estado mais impactado com a perda do coeficiente seria a Bahia, segundo a CNM, com queda nos repasses para 56 municípios.

O Fundo de Participação dos Municípios é vinculado ao Tesouro Nacional. A lei obriga a União a destinar 24,5% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao fundo. Pela lei, os municípios do interior recebem um mínimo de 86,4% dos repasses, e as capitais, 10%.

Os repasses são feitos com base na estimativa populacional do IBGE, divulgada ano a ano. A situação não muda, porém, para cidades que ganharam população, que equivalem a 2.626, de acordo com o instituto. Estas devem ter um incremento no coeficiente, se pularem de faixa populacional.

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni 03/01/2018 Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS

Em uma tentativa de diferenciar sua gestão dos governos do PT, marcados pelo loteamento de cargos, o presidente Jair Bolsonaro atingiu na quinta-feira, no seu terceiro dia de trabalho, a marca de 3,4 mil servidores exonerados . A “despetização” da máquina federal, anunciada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, será implementada, por ordem do presidente, em todas as outras 21 pastas da Esplanada, o que pode elevar ainda mais esse número.

— Sobre o episódio da exoneração, a gente brincou em “despetização”, o presidente gostou do exemplo e todos os ministros estão autorizados a, dentro das suas pastas, proceder de maneira semelhante e ajustada. Até para desaparelhar e permitir que governo possa executar suas políticas, afirmou.

A maior parte das exonerações já encaminhadas pelo novo governo deve ocorrer nas quatro pastas que serão fundidas no novo ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes. Ontem, um decreto assinado por Bolsonaro autorizou a exoneração de 3,1 mil servidores comissionados ou lotados em funções gratificadas nas antigas pastas da Fazenda, do Planejamento, do Trabalho e da Indústria e Comércio Exterior.

As demissões serão implementadas apenas em 30 de janeiro, depois de uma triagem. Além das exonerações na área do novo ministério da Economia, a Casa Civil de Onyx já havia exonerado cerca de 300 servidores comissionados na quarta-feira. A extinção dos cargos não significa que o número de pessoas trabalhando no ministério será reduzido no mesmo montante. Isso porque a maior parte dos cargos é uma gratificação paga a servidores de carreira que ocupam cargos de chefia.

Quando o PT assumiu a máquina em 2003, uma frase do então presidente do partido, José Genoino, deflagrou a ocupação do partido na máquina estatal: “Nós fomos eleitos para mudar”, disse Genoino, ao justificar o fato de o partido ter reservado 15 mil dos 21 mil cargos comissionados disponíveis à época para petistas. Mudar os servidores do governo tucano que deixava o poder por petistas era a forma de o partido de reformular o Estado. O método marcaria o início de uma longa política de aparelhamento de entidades, sindicatos e movimentos sociais, que teriam seus quadros incorporados à administração pública em troca de fidelidade.

Na quinta-feira, na primeira reunião ministerial, Bolsonaro definiu as primeiras medidas do novo governo. Além de orientar os ministros sobre a necessidade de critério técnico na escolha de assessores do segundo e terceiro escalões, o presidente determinou um pente-fino nos atos dos últimos 30 dias da gestão de Michel Temer.

Bolsonaro também autorizou uma revisão nos conselhos da máquina federal, para reduzir ou até mesmo acabar com alguns desses colegiados, e ordenou um levantamento dos imóveis da União .

As ações foram anunciadas por Onyx , que, sem detalhar, justificou a varredura dizendo que o governo teria detectado movimentações “incomuns” na máquina federal, tanto de servidores quanto de recursos financeiros entre ministérios:

— Verificamos que houve uma movimentação incomum de nomeações e exonerações nos últimos 30 dias. Houve movimentação incomum de recursos destinados a ministérios nos últimos 30 dias. Foi solicitada a todos os ministros uma revisão de nomeações, exonerações e transferências.

O ministro afirmou que o presidente Bolsonaro receberá relatórios de cada um dos ministros sobre os atos adotados pela gestão Temer, sobretudo nos últimos 15 dias de governo. Na próxima terça-feira será realizada uma nova reunião com toda a equipe ministerial. Será nessa ocasião que serão apresentadas as propostas para as primeiras medidas do governo.  Com informações de O Globo.

Na articulação por espaço no Senado, o PT já se organiza para formar bloco com o PSB. O tamanho dos dois partidos juntos – 6 e 2 vagas, respectivamente – garantiria aos petistas uma vaga na Mesa Diretora e uma comissão, que eles gostariam que fosse a de direitos humanos.

Se confirmado o cenário, os cargos devem ir para quem já era senador. Humberto Costa ficaria como líder, Paulo Rocha na Mesa e Paulo Paim presidindo a comissão.

Cid Gomes, um obstáculo

Mas no meio do caminho tem uma pedra chamada PDT. Os petistas têm de torcer para que o pedetista Cid Gomes não consiga montar, com outros grupos oposicionistas, um bloco mais numeroso. O partido tem 4 senadores.

Novo governo

Em seu terceiro dia de governo, o presidente Jair Bolsonaro decidiu sancionar a prorrogação de benefícios fiscais para empresas que estão nas áreas da Sudam (Amazônia) e da Sudene (Nordeste), além da extensão do programa para a área da Sudeco (Centro-Oeste), que hoje não é beneficiada. A medida concede um desconto de 75% no Imposto de Renda dessas empresas. Com isso, o governo vai abrir mão de R$ 6,8 bilhões adicionais entre 2019 e 2020, segundo cálculos da Receita Federal. A publicação deve ocorrer na edição desta sexta-feira (04), do Diário Oficial da União (DOU).

Os Ministérios da Fazenda e do Planejamento – agora fundidos no Ministério da Economia de Paulo Guedes – haviam recomendado o veto integral da proposta por causa do impacto nas contas. A decisão do presidente não só deixa de lado a orientação da área técnica, mas também vai na direção contrária de uma das principais diretrizes que vinham sendo colocadas por Guedes para sua gestão: a redução de renúncias e incentivos fiscais.

A equipe econômica já vem inclusive trabalhando em um plano de redução de renúncias. O total de benefícios tributários é estimado em R$ 306,4 bilhões no Orçamento de 2019, o equivalente a 4,1% do PIB.

A estimativa da Receita Federal considera que a prorrogação dos incentivos nas áreas da Sudam e da Sudene possibilitará a adesão de novas empresas. Quem já é beneficiado pode usufruir da desoneração até 2028. Já na área da Sudeco, todos serão novos entrantes, pois o benefício hoje inexiste.

O projeto foi apresentado pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e aprovado no fim de 2018 após uma série de tentativas da equipe econômica anterior de desarmar essa que era considerada uma das principais “pautas-bomba” no Congresso Nacional.

“Acho que o presidente sancionou em razão da necessidade ou da oportunidade de se levar benefícios para regiões que, tudo bem, tem muito tempo que têm esse benefício, mas não têm infraestrutura, têm logística deficiente e não atrairiam investimentos sem esse beneficio. É um alavancador da economia, reduz impostos para arrecadas outros”, avalia o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM).

Para o deputado, o benefício gera oportunidades e empregos. “Quando você olha com viés apenas burocrático, pode-se até dizer que é pauta-bomba, mas quando conhece alavancagem vê que não tem isso.”

Segundo uma fonte da área econômica, a sanção do projeto vai impor um dilema ao novo governo. Como o benefício não está contemplado na peça orçamentária, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) exige a compensação para a perda de receitas que haverá em 2019 (quase R$ 3 bilhões). Para isso, a equipe econômica teria de cortar outras renúncias, elevar impostos ou ampliar a base de cálculo de algum tributo.

Quando concedeu o subsídio ao preço do diesel, em maio de 2018, o governo precisou indicar cortes de R$ 4 bilhões em renúncias para compensar a parcela do incentivo que se daria por meio de redução de impostos sobre o combustível. Embora nem todos esses cortes tenham sido plenamente efetivados, houve amplo desgaste com setores atingidos e deflagrou um intenso lobby no Congresso Nacional pela reversão da medida. Com informações do Jornal Estado de S.Paulo.

Gleisi Hoffmann

O PSOL lançou candidatura do deputado eleito Marcelo Freixo (RJ) – adversário histórico de políticos da família Bolsonaro – à presidência da Câmara com um discurso de unidade das esquerdas contra a aliança entre o atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o PSL. Na prática, porém, esta unidade está longe de ser alcançada. 

PT, PSB, PDT e PCdoB discutem internamente como encarar o dilema entre apoiar Maia e garantir presença na Mesa Diretora e nas principais comissões da Câmara dos Deputados, mas, ao mesmo tempo, arcar com o ônus de se aliar a um candidato próximo de Bolsonaro.   

O PT, que tem a maior bancada da Casa, com 56 eleitos, está dividido. Enquanto a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, e aliados falam que não existe hipótese de apoiar um candidato aliado ao partido de Bolsonaro, parlamentares influentes dizem que as conversas com Maia não estão encerradas.

“Nosso objetivo é fazer valer o critério da proporcionalidade e participar da Mesa e das principais comissões”, disse o deputado Carlos Zaratini (PT-SP). “Ainda faltam 27 dias. É muito tempo. Até lá vamos conversar com todo mundo”, afirmou o petista.

O partido pretende explorar a contradição entre ser oposição e apoiar um aliado do governo para tentar formar um bloco com PSB, PDT, PCdoB e PSOL e não ficar totalmente isolado. 

Freixo e o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, procuraram os presidentes dos demais partidos em busca de apoio. “Não é uma candidatura para marcar posição. É uma candidatura para iniciar o processo de demarcação de um campo político”, disse Freixo, deputado estadual pelo Rio de Janeiro e que vai cumprir seu primeiro mandado na Câmara dos Deputados.

O presidente do PSOL articula uma reunião do fórum de presidentes dos demais partidos. Legendas como PSB e PDT estão consultando seus parlamentares, mas a tendência é manter o apoio a Maia.

Ailton de Freitas

Jair Bolsonaro vai se submeter no dia 28 à cirurgia de fechamento da colostomia. A previsão é que fique entre cinco dias e sete dias hospitalizado.

Portanto, estará no Hospital Albert Einstein nos momentos cruciais da eleição para a presidência da Câmara, marcada para 1º de fevereiro.

Oficialmente, um presidente não se mete na eleição. Na vida real, nunca foi assim. E nem será assim desta vez.

Por isso, já tem gente no governo advogando para um novo adiamento da cirurgia…

O presidente da Câmara Rodrigo Maia

Após as lideranças do PSL e do PRB anunciarem o apoio das legendas à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara, agora foi à vez do PSD. O anúncio foi feito pelo líder do partido na Casa, o deputado Domingos Neto (PSD), por meio de sua conta no Twitter.

O PSD elegeu 34 deputados para a nova legislatura. O PSL terá ao menos 52 parlamentares na Casa – o número deve crescer já que eleitos já sinalizaram a possibilidade de migrar para a legenda de Bolsonaro. Já o PRB, terá 30 deputados. Com isso, se os deputados forem fiéis às orientações de suas lideranças, Maia poderá ter ao menos 145 votos, incluindo nesta conta os 29 do próprio DEM na Câmara.

Cadeiras vermelhas são retiradas e trocadas por azuis no Alvorada

No dia em que se muda com a família para o Alvorada, na Capital Federal, o presidente Jair Bolsonaro não verá mais no palácio algumas dezenas de cadeiras vermelhas, trocadas por modelos similares, porém da cor azul. A mudança foi flagrada por fotógrafos do jornal O Globo.

Oficialmente, o governo não se pronunciou sobre o motivo da alteração da mobília. Em diversas ocasiões, porém, Bolsonaro e aliados fazem menção negativa ao vermelho por ser esta a cor vinculada a movimentos e sistemas de esquerda.

No dia da posse, por exemplo, o presidente disse que a bandeira do Brasil jamais será vermelha. No ano passado, em manifestação, afirmou que iria varrer o país dos vermelhos. 

Confira a nova regra do INSS para benefício sem desconto

A possibilidade de o segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) conseguir a aposentadoria sem desconto do fator previdenciário ficou um pouco mais difícil na última segunda-feira, quando entrou em vigor a fórmula 86/96.

A soma da idade com o tempo de contribuição subiu um ponto. Na hora de fazer as contas para saber se tem chance de chegar ao 86/96 em breve, é importante o segurado lembrar que o sistema de pontuação acumula meses da idade e dos períodos de trabalho.

A nova regra passa a exigir das mulheres 86 pontos, além dos 30 anos de contribuição, que não mudaram. Portanto, se, até então, uma segurada garantia o benefício integral aos 55 anos, agora ela precisará de 56 anos, ou da combinação 30 anos e seis meses mais 55 anos e seis meses, atingindo a pontuação 86.

Para os homens, a soma chega ao 96; os 35 anos de contribuição mínimos também não mudaram. Sem essa combinação, a aposentadoria será concedida, mas os segurados terão o desconto do fator previdenciário multiplicado à média dos 80% maiores salários desde julho de 1994.

Apesar da mudança na regra, quem atingiu a soma 85/95 até a semana passada não será prejudicado. Mesmo que o segurado não tenha feito o pedido de aposentadoria, o direito está mantido.

A legislação prevê que, uma vez preenchidos os requisitos em uma regra, o segurado adquire esses direitos. Mesmo que haja uma mudança posterior, o que foi preenchido antes segue valendo. Assim, esses segurados ainda terão o direito à fórmula 85/95, que dará o benefício sem desconto.

Pontuação sobe para 86/96

Desde a segunda-feira, uma nova regra para a aposentadoria sem desconto do fator previdenciário entrou em vigor. Com isso, a fórmula 85/95 deixou de existir e foi substituída pelo 86/96.

Entenda a regra

– Desde junho de 2015, quem pede a aposentadoria por tempo de contribuição tem a chance de escapar do desconto do fator previdenciário.

– Para isso, é necessário atingir uma soma mínima ao combinar a idade com o tempo de contribuição.

– A lei que criou a regra incluiu uma progressão da tabela, como meio de reduzir os impactos do envelhecimento da população.

Quem consegue a aposentadoria integral agora:

Para mulheres:

– O tempo de contribuição continua o mesmo: 30 anos de trabalho

– Na soma com a idade, é necessário ter 86 pontos.

Para homens:

– O tempo de contribuição continua o mesmo: 35 anos de trabalho

– Na soma com a idade, é necessário ter 96 pontos.

Como é o cálculo da aposentadoria com o 86/96

– Para todos os benefícios, o INSS considera primeiramente a média salarial.

– Essa conta é feita com as 80% maiores remunerações recebidas pelo segurado desde julho de 1994.

– Na aposentadoria com o fator previdenciário, a média salarial é multiplicada pelo fator, que reduz o benefício.

– Com o 86/96, o segurado receberá o valor exato de sua média salarial, sem nenhum desconto.

O que soma pontos

– Quando for planejar a aposentadoria considerando o 86/96, lembre-se de que todos os meses são importantes. Portanto, quem está a 12 pontos do 86/96, por exemplo, pode considerar seis meses a mais de trabalho e idade.

Quem tem chance de conseguir a soma antiga

– Todos os segurados que cumpriram os requisitos para a aposentadoria com o 85/95 continuam tendo o direito. Mesmo que não tenham feito o pedido até a semana passada, a vantagem não se perde. Nesse tipo de situação, o entendimento é que o segurado já tem o direito adquirido, que não é afetado pela mudança da regra. Com informações da Folhapress.

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O destino do deputado estadual em fim de mandato, Odacy Amorim (PT), no segundo governo de Paulo Câmara, já está sendo discutido dentro do grupo petista, que é parte integrante do governo. O caminho seria um dos órgãos vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Agrário, a exemplo do IPA, Iterpe, ProRural, Adagro e Ceasa. A pasta ficou sob o comando do secretário de articulação institucional do PT em Pernambuco, Dilson Peixoto.

Odacy comandará o IPA (Instituto Agronômico de Pernambuco). Era esperado que o mesmo assumisse um posto parecido com o seu perfil. O IPA tem um trabalho voltado para o fortalecimento e desenvolvimento do homem do campo e do interior, foco de Odacy em sua vida pública. O deputado tem origem no campo e é sertanejo de Petrolina.

O anúncio do nome de Odacy Amorim para a presidência do IPA deve ocorrer até o final desta semana. O deputado inclusive encontra-se no Recife quando prestigiou junto com a deputada estadual eleita e sua esposa, Dulcicleide Amorim a posse de Paulo Câmara para seu segundo mandato.

Após as festividades de final de ano, os jogadores do Flamengo de Arcoverde voltaram ao trabalho nesta quarta-feira (02), como revela o cronista esportivo Gilson Martins. Com toda a comissão técnica em campo, os jogadores retomaram os treinos visando a abertura do Campeonato Pernambuco da Série A.

A Fera Sertaneja continua os trabalhos e no próximo dia 12 tem uma partida amistosa diante do ASA, no estádio Coroacy da Mata Fonseca na cidade de Arapiraca (AL). Recentemente chegaram jogadores como o zagueiro Alaf  e o maia atacante Rogerinho, ambos já começaram a treinar no rubro-negro arcoverdense. Com informações do Folha das Cidade e foto de Gilson Martins.

Tarifa de pedágio cobrada pela Rota do Atlântico tem aumento a partir de sexta-feira (4) — Foto: Reprodução/Rota do Atlântico

As tarifas de pedágio cobradas pela Concessionária Rota do Atlântico, no Grande Recife, ficam 10,96% mais caras a partir da 0h de sexta-feira (04). O aumento, autorizado pela Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Pernambuco (Arpe), foi publicado nesta quinta-feira (03), no Diário Oficial. Em 2018, o reajuste ficou em 4,29%.

A Rota do Atlântico dá acesso ao complexo Industrial de Suape e ao Litoral Sul de Pernambuco. Ela engloba as Rodovias PE-09 e VPE-052.

O trecho sob concessão começa na BR-101 Sul, nas proximidades do Hospital Dom Helder Câmara, no Cabo de Santo Agostinho, passa pelo contorno do Cabo e segue até a PE-038, no distrito de Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca.

O reajuste da tarifa de pedágio da rodovia, este ano, é mais do que o dobro da inflação prevista para o Brasil, em 2018. De acordo com o mercado financeiro, a meta era fechar o ano na casa dos 3,69%, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

De acordo com a nova tabela de tarifas, automóveis, caminhonetes e furgões passam a pagar R$ 8,10. O valor anterior para essas categorias era de R$ 7,30.

Para caminhão leve, ônibus, caminhão e furgão com dois eixos e rodagem dupla, a tarifa sai de R$ de 14,60 para 16,20.

O pedágio mais caro é cobrado para caminhão com reboque e caminhão com semirreboque de nove eixos e com rodagem dupla. Esses motoristas deixam de pagar R$ 65,70 e passam a desembolsar R$ 72,90.

A tarifa mais barata é para motocicleta, motoneta e bicicleta a motor com rodagem simples. Ela custava R$3,70 e sobe para R$ 4,10.

Justificativa

Por meio de nota, a Rota do Atlântico informou que a tarifa de pedágio é uma das formas de remuneração dos mais de R$ 350 milhões investidos pela Concessionária até o momento, para garantir a agilidade e a segurança na prestação de serviço.

Ainda segundo a concessionária, o valor engloba o Serviço de Auxílio ao Usuário (SAU), 24 horas, que conta com o suporte de inspetores de tráfego, guinchos leve e pesado, ambulância com resgatistas e viaturas de inspeção de tráfego, que pode ser acionado pelo telefone de emergência 0800.031.0009.

A Rota do Atlântico justificou que o reajuste do valor da tarifa ocorre a cada 12 meses, contados do início da cobrança de pedágio, em 2014, com base no IPCA.

A concessionária disse também que, para o atual reajuste, foram considerados os efeitos da Lei 13.711/2018, que determinou a isenção da cobrança de eixos suspensos em todas as rodovias do país.