Porque tantos prêmios para qualificar excelências que as vezes nem existem?

Por Pedro Araújo

Entra mês e saem meses e o povo de várias regiões, principalmente na região do Pajeú, se depara com divulgações de prêmios e troféus a personalidades que vão da classe política à área empresarial. Não duvidem, mas muitos se perguntam sobre a credibilidade de tais oferecimentos. Chega a ser contraditório a quantidade de personalidade que recebem tais “honrarias”, o que deixa alguns dos moradores de cidades onde esses eventos acontecem sem saber o motivo dos escolhidos receberem as indicações.

Chegou ao conhecimento do Blog PE Notícias, que houve um indicado certa época, que foi escolhido como o empresário do ano, mas a escolha não foi espontânea, por indicação da população, e sim em troca de uma quantidade financeira para ser escolhido pelo “instituto” que realizou o evento. E é exatamente aí que fica a indagação: “Quem escolheu essas personalidades? O povo é que não foi, e muitos sabem disso”.

Ainda mais, os escolhidos, muitos dos quais, merecidamente, mas existem outros, que não merecem, tendo em vista que o cidadão comum sequer ouviu falar por onde passou a pesquisa sobre tais escolhas.

Quem supervisiona essas pesquisas? Ninguém. E não se torna uma proibição, não estão as margens da lei. Mas aqueles que colaboram financeiramente para ser escolhido como “o melhor” deveria ter o censo de não passar o ridículo para população, que muitos sabem não merecer tamanhas honrarias. Os idealizadores, que detém a sabedoria para viver desse meio, que de certo, tem suas despesas para entrega dos prêmios. Mas chega a ser por demais a quantidade anual de premiar ‘suas excelências’.