Afogados da Ingazeira amanhece assim, em plena praça central; comerciantes não são clementes à imundice

Por Pedro Araújo

Ontem (08), foi feito uma reclamação pelo Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, com relação a sujeira na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara. Onde o mato (folhas) estão tomando de conta de toda praça, sem falar na poeira que estava assolando os bancos construídos em sua volta para que os pedestres possam sentar, descansar e observar a própria Igreja Matriz, as coisas bonitas que foram construídas numa praça que até prêmio internacional chegou a ganhar em anos passados.

Hoje (09), pela manhã, foi visto que pelo menos uma providência estava sendo tomada. Um servidor foi visto com um recipiente com água, de um lado, um rodo na mão, do outro, limpando a poeira que até ontem existia, não se sabe se realizaram todo o serviço. Quer dizer, quando se tem vontade faz, e a população que usava os arredores da praça para tais descansos, limpavam o banco empoeirado com a própria roupa, hoje deve agradecer pelas providências.

Mas quando só um lado se ajuda? E do outro existem aqueles imundos, que por serem comerciantes, talvez da Praça de Alimentação, é o que traduz o lixo jogados (fotos), com diversos materiais descartáveis, que emporcalham uma praça pública? Será que se acham no direito de coloca-los onde bem quer? Para economia de certos maus feitores, não existem sacos plásticos para lixos nos supermercados? É de deixar qualquer ser humano indignado.

A Prefeitura Municipal tem que fiscalizar e punir com os rigores da lei esses comerciantes malfeitores, que por ignorância de berço, se acham no direito de sair colocando suas sujeiras como se estivessem nas suas próprias residências, imagina como não é em suas próprias casas? Deve ser da entrada ao final, um lixo só. A educação de casa, leva a praça, já diz o velho ditado.