Vaquinha de Flávio Bolsonaro para policiais já arrecadou mais de R$ 239 mil para ajudar as famílias dos quatro policiais mortos

Senador Flávio Bolsonaro e o deputado Paulo Bililysnkyj, após reunião com Ricardo Pita, funcionário do gabinete do assunto do hemisfério ocidental do departamento de Estado dos EUA. Trataram sobre o crime organizado do Brasil assiciado com o crime nos EUA

A vaquinha virtual criada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) neste domingo (02) para ajudar as famílias dos quatro policiais mortos na operação contra o Comando Vermelho já registrou 4.270 doações e arrecadou R$ 239.432,18 até às 17h18. A iniciativa, com meta de R$ 400 mil, também foi compartilhada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

“Vamos ajudar! Eles perderam a vida lutando por nós. Agora, é hora de lutarmos por suas famílias. Toda a arrecadação será destinada às famílias dos policiais tombados em combate”, escreveu Flávio em seu perfil no X.

A operação Contenção resultou em 121 mortes no total, incluindo os quatro agentes de segurança que atuavam em diferentes unidades policiais do Rio. Entre as vítimas estão dois sargentos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e dois policiais civis.

Em publicação no X, Nikolas compartilhou um site no qual está sendo feita uma vaquinha para as famílias. “Faça uma doação para as famílias dos quatro policiais tombados em combate no Rio de Janeiro, que deram suas vidas por nós! Qualquer ajuda faz uma grande diferença“, escreveu.

Quem eram os policiais:

Os quatro agentes mortos na operação no Rio de Janeiro são:

  • Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, conhecido como “Máskara”, comissário da 53ª DP (Mesquita);
  • Rodrigo Velloso Cabral, 34 anos, da 39ª DP (Pavuna);
  • Cleiton Serafim Gonçalves, 42 anos, 3º sargento do Bope;
  • Heber Carvalho da Fonseca, 39 anos, 3º sargento do Bope.

Em nota, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro lamentou “profundamente” a perda dos policiais, a quem chamou de “heróis que deram suas vidas em defesa da sociedade” durante a megaoperação Contenção, na zona norte do Rio.

“A instituição se solidariza com as famílias e amigos, compartilhando a dor dessa irreparável perda. Os ataques covardes de criminosos contra nossos agentes não ficarão impunes. A resposta está vindo, e à altura”, diz a nota.