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A nova edição da pesquisa eleitoral Datafolha será divulgada na próxima sexta-feira (24). A pesquisa irá avaliar a preferência dos entrevistados para Presidente da República no primeiro e segundo turnos, a aprovação do governo atual e temas políticos recentes.
Segundo informações registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o trabalho de pesquisa começa na quarta-feira (22) e irá até sexta-feira (24). A apuração vai entrevistar 2.004 eleitores a partir dos 16 anos em todo o país em um questionário via web. A margem de erro do resultado é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. Encomendada pela empresa Folha da Manhã S.A., responsável pela publicação do jornal Folha de S. Paulo, a consulta custou R$ 307 mil e está sob o registro BR-01166/2026 no TSE.
O questionário conta com uma primeira seção espontânea, partindo posteriormente para uma seção estimulada.
Com os seguintes candidatos sendo exibidos:
- Flávio Bolsonaro (PL);
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT);
- Romeu Zema (Novo);
- Ronaldo Caiado (PSD);
- Renan Santos (Missão);
- Leonardo Avalanche (PRTB);
- Augusto Cury (Avante);
- Cabo Daciolo (Mobiliza);
- Hertz Dias (PSTU);
- Rui Costa Pimenta (PCO) ;
- Samara Martins (UP);
- Edmilson Costa (PCB).
Os entrevistados também serão perguntados sobre o nível de conhecimento e rejeição que têm dos candidatos expostos.
Para um segundo turno, são simulados quatro cenários. São eles:
- Lula x Ronaldo Caiado;
- Lula x Flávio Bolsonaro;
- Lula x Romeu Zema.
Aprovação ou desaprovação do governo atual e mais
A pesquisa também busca medir a aprovação do governo e avaliação específica do eleitor em temas gerais como saúde, segurança pública, educação e entre outros.
Também há perguntas sobre a prisão domiciliar de Bolsonaro, o embate entre o Brasil e os Estados Unidos em relação às tarifas e a atuação dos dois pré-candidatos envolvidos na questão, Flávio Bolsonaro e Lula.
Em outra seção, o questionário pede para o eleitor avaliar o trabalho do técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, na Copa do Mundo, e pergunta se o treinador deve permanecer à frente da seleção brasileira até 2030.



