A decepção do eleitor que vota num vereador para defendê-lo no parlamento, mas este sempre procura um picadeiro

Por Pedro Araújo

Afogados da Ingazeira, por ser dita por muitos políticos, até os locais, mas existem muitos candidatos em Pernambuco, que foram ou quando são, candidatos aos diversos cargos eletivos na política brasileira, quando por aqui passam a procura dos votos, dizem que Afogados da Ingazeira é uma das cidades muito politizadas, isso e muito mais. Até pode ser, concordamos, mas adiantamos que é politizada em partes. Data venha ao respeito por alguns parlamentares, daqui ou de fora, pode-se apontar com o dedo indicador os políticos que realmente são ou estão preocupados com a política, ou mesmo com o bem-estar dos seus eleitores. O que deixa por vezes evidente é que muitos desses políticos fazem, da política, o “seu” bem-estar social maior e melhor. Façam uma reflexão e analisem.

No dia de ontem, um vereador, que está sendo considerado aquele que mais gosta de aparecer através dos holofotes das redes sociais, de querer no entra a pulso, procurar essas evidências a qualquer custo ou sentido, passados por sua “única” cabeça. Imagine que o político foi até o mais baixo nível das discórdias ou circunstâncias, ao procurar um plantão de polícia para processar um colega de parlamento, vejam até aonde chegou?

E quando o eleitor se decepciona porquê saem das suas longínquas residências da zona rural do município para dar um voto a um candidato a vereador? Para que este atue nas suas defesas no parlamento municipal, e quando se dão por conta, o vereador escolhido, após eleito, procura um picadeiro para “tentar” mostrar a que veio? A diferença que o parlamento para defesa dos cidadãos é um parlamento sério, este construído de alvenaria (cimento e tijolos), mas existem parlamentares que se confundem após eleito e procuram um parlamento coberto por uma lona, isso mesmo, de um circo. E a sua melhor interpretação para impressionar os eleitores é aquele nariz vermelho, que todos conhecem, de palhaço, isso mesmo. E ao presenciar a atuação do parlamentar, ao qual escolheu para representá-lo num verdadeiro palco de alvenaria, veem que ele está no lugar errado, sem noção e muito menos sabe o que é legislar em prol dos munícipes, coisa que talvez não tenha aprendido durante vários anos em que procurou está ou entrar na vida pública. Isso chega a ser vergonhoso, podemos chamar de ridículo. Digno de “chacota” dos arrependidos, no caso os eleitores.

O equivoco maior do parlamentar é pensar que se elegeu para viver nas evidências dessas redes sociais, através de “baboseiras” de karaokê, dando uma de cantor, de mostrar-se como prejudicado em seu ambiente, que deveria ser de trabalho, e o maior problema está aí, a tal das redes sociais não os deixa, acha-se defendido por estar usando uma rede social pra tudo, e ainda fala, segundo alguns afogadenses, em processar quem não comungue com suas posições, achando ele que o eleitor estar preocupado com seus pronunciamentos ou procedimentos, e com isso, esquece de quem os colocou no parlamento de “alvenaria”, e não naquele parlamento escrito acima. Alguns eleitores estão por demais arrependidos, tenham certeza.

Afogados da Ingazeira será uma cidade politizada quando o eleitor souber votar realmente, não em troca do nada, de migalhas para venderem seus votos, mas simplesmente pela consciência limpa, tranquila e honrada, por votarem naqueles que se interessam realmente com as condições das suas cidades, dos seus cidadãos, que não olhem primeiro para o seu ego interior, que façam o correto para o público ou poder público, e não se tornem um parlamentar “lagartixa”, na defesa unicamente por ter sido “ajeitado” pela gestão municipal, quando procuram um emprego para dentro de casa, para suas famílias no âmbito das secretarias municipais, muitas vezes após cooptações políticas, que existem, e vão continuar existindo aos montes, e a todo tempo.

O que vem acontecendo no plenário da Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira são uns tristes episódios que os eleitores afogadenses em si, ficam sem saber o que está se passando ou acontecendo nas sessões, que são retransmitidas através das rádios de comunicações locais. Deve-se prestar atenção dos eleitores que ligam seus rádios para saber de algo proposital, que são as aprovações de projetos de leis, indicações razoáveis dos parlamentares etc., no plenário da Casa Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara. Mas não, o que veem ou escutam são briguinhas entre alguns vereadores, que repetimos, com todo respeito a todos, causam náuseas naqueles que vão presenciar as sessões ou mesmo aqueles que as escutam através das ondas dos rádios, sem saberem que as aprovações são as brigas, não de todos, mas de alguns parlamentares, que estão entrando na vida pessoal daqueles que se acham oponentes, uma causa por demais inoportuna. Enquanto os interesses da população estão em outros planos. Triste é ter uma cidade politizada como Afogados da Ingazeira está sendo hoje. Agora imaginem, e se não fosse?