
Por Pedro Araújo
Quando não se tenta algo de benéfico, como é a municipalização do trânsito, que é um desejo de quase toda população de Afogados da Ingazeira, aí existem as reclamações vindas de todos os lados, quer seja daqueles que usam o trânsito ou não. Alguns gostam mesmo é de reclamarem. Daí aparecem aqueles atrasadores de ações que não beneficiam a cidade em nada, devido as suas ignorâncias, seus importunos, como acontecem com certos condutores de veículos motorizados.
Todos os munícipes estão presenciando que a Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Transportes e Trânsito, com todo esforço da secretária Flaviana Rosa e sua equipe, vem aos poucos realizando as mudanças necessárias no trânsito local, quem sabe um dia, terão a felicidade por ter conseguido um intento tão árduo.
Mas como conduzir um trabalho de um lado, e não ter a ajuda daqueles que mais reclamaram até hoje do outro? Que são aqueles que mais precisam usar o trânsito? Que são exatamente os condutores de veículos e motos? No último sábado (13), o Blog PE Notícias presenciou um fato pra lá de absurdo, foi em ver um condutor de uma moto Bross Vermelha, não conseguindo ter sua placa anotada, trafegando em meio às bancas de frutas e verduras, tendo vários populares fazendo suas compras semanais, podendo ser atropelado por um “irresponsável” que sabia muito bem o que estava fazendo, em circular numa moto em meio a tanta gente?
O município hoje, com seus agentes de trânsito, já autorizados com puder de multas, pode muito bem mandar que um desses agentes fiscalizem a feira livre as sextas-feiras e no sábado, logo cedo da manhã, na Rua Senador Paulo Guerra, pra meter multas em “maus condutores”, pois só eles mexendo nos bolsos é que vão procurar andar por vias onde são autorizados, e não procurar atropelar um cidadão ou cidadã, pra que depois do acontecido, vão dar prejuízos ao estado ou município, com despesas de internamentos nos hospitais. E quem sabe, depois praticarem as mesmas coisas erradas como vem fazendo.
E olha que denúncias chegaram ao Blog PE Notícias com esse mesmo assunto anteriormente, mas como nada tinha sido presenciado não realizamos a publicação. Mas agora foi provado a olho nu, que realmente continua existindo esses absurdos, cabe agora ao poder público municipal fazer a sua parte com uma fiscalização, que torna-se necessária, antes que o pior aconteça. Fica dado o recado.





