

Blog Juliana Lima
Um caso de acúmulo de função envolvendo servidores públicos chama a atenção em Afogados da Ingazeira. Documentos referentes à folha de pagamento do mês de setembro passado revelam que há servidores contratados pela Câmara de Vereadores e pela Prefeitura, ao mesmo tempo.
Entre os casos identificados está o de Alexandre Hélio Gomes de Queiroz, que aparece como contratado da Prefeitura Municipal, na função de Auxiliar de Serviços Gerais e, simultaneamente, na Câmara de Vereadores, onde atua como assessor parlamentar de um vereador.
De acordo com a folha de pagamento da Prefeitura, Alexandre Hélio recebe R$ 3.518,00 pelo cargo de Auxiliar de Serviços gerais. Um rendimento líquido da Prefeitura de R$ 2.963,94 e o valor que ele recebe na Câmara de Vereadores como assessor parlamentar é de R$ 4.900,00. Ele está na Câmara desde o dia dois de janeiro de 2025. Os dois salários brutos somam R$ 8.418,00.
Do PE Notícias: A mentira sempre teve pernas curtas, isso é dito pelos mais dos antigos seres humanos. Ela demora a aparecer, mas aparece. A prova disso é esse ato vergonhoso, em se tratando de quem se diz fazer uma administração pública séria e outro que se digna de ter um mandato de vereador espelhado na sinceridade dos absurdos que vivenciam a política brasileira. “ O velho adágio diz: Quer perder sua vergonha, seja político, isso em Afogados da Ingazeira ou em qualquer outra região brasileira, é sinônimo desses casos, que sorrateiramente acontecem, e os fiscalizadores das contas públicas dormindo em berço esplêndido, e olha que faz tempo”.
A situação levanta questionamentos sobre a legalidade da acumulação de cargos e sobre os critérios adotados para contratações no município. Que o caso não caia no esquecimento e passe a ser investigado pelo Ministério Público.





