Um novo tempo no asfalto: a BR-232 e o futuro de Pernambuco

Por Débora Almeida*

Pernambuco voltou a olhar para o futuro com a coragem e a determinação que o seu povo merece. O início das obras de duplicação da BR-232 é muito mais do que a chegada do asfalto ou o ronco das máquinas na pista: é o marco inicial de um ciclo definitivo de mobilidade, segurança e prosperidade que vai atravessar o Agreste, alcançar o Sertão e impactar todo o nosso estado.

Durante anos, assistimos a uma vergonhosa estagnação nas nossas principais rodovias. A BR-232, que deveria funcionar como a grande espinha dorsal da integração pernambucana, tornou-se gargalo, sinônimo de atraso e, lamentavelmente, de insegurança para milhares de motoristas que dependem dela diariamente. Mudar essa realidade exigiu coragem política e firmeza institucional.

Na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), assumimos o compromisso de destravar esse projeto. Lideramos um intenso trabalho de articulação e sensibilização parlamentar para aprovar as operações de crédito fundamentais ao Governo do Estado. Sabíamos que, sem esses recursos viabilizados pela governadora Raquel Lyra, grandes intervenções estruturantes continuariam no papel. O pontapé inicial, com R$ 249 milhões investidos no trecho de 28,8 km entre São Caetano e Belo Jardim, prova que a boa política, feita com diálogo e responsabilidade, produz resultados concretos para a vida das pessoas.

Esta duplicação é uma obra verdadeiramente transformadora. Ela significa justiça social para o trabalhador que reduz seu tempo de viagem e volta mais cedo para a família; significa vida e integridade para quem trafega com mais segurança; e significa oportunidade real para o acesso aos serviços essenciais de saúde e educação nos nossos polos regionais.

Do ponto de vista econômico, a BR-232 duplicada transforma o mapa de atratividade de Pernambuco. Facilitar o escoamento da produção agrícola e industrial do interior para o Recife e para os portos é a chave para atrair novos negócios, gerar empregos e dinamizar a economia dos nossos municípios.

Nossa luta não para por aqui. Acompanharemos de perto cada etapa das intervenções e continuaremos firmes no debate para garantir que a melhoria da infraestrutura avance ainda mais, como já propomos nas discussões e audiências públicas para viabilizar o trecho até Arcoverde. Pernambuco voltou a crescer sobre bases sólidas, e a BR-232 é o caminho seguro que nos levará a um futuro de desenvolvimento, integração e qualidade de vida para todos.

*Débora Almeida é deputada estadual (PSD-PE).

02 – SEXTOU POÉTICO – CENÁRIOS DO PAJEÚ – 09.01.26

Por Ademar Rafael Ferreira (Papa).

Ade Maleu Lapa-el – Vamos Começar esta série com o poema “CENÁRIOS DO PAJEÚ”, de Sebastião Dias.

Papa: Neste poema o poeta do Ouro Branco (RN), acolhido em Tabira (PE), como filho, expressa uma visão plena do lendário “Rio Pajeú”. Nela de forma esplêndida fala de lendas, cultura, povo, fauna e flora que imperam no Vale do Pajeú.

Originário das lendas

O rio rasga o Sertão

Abrindo lagos e fendas

No corpo bruto do chão

Com águas turvas e claras

Sombreadas por taquaras

Jaramataia e bambu

E as panorâmicas paisagens

Ondulam de verde as margens

Do Vale do Pajeú.

Quantos corpos flutuantes

Descem no dorso lendário

Entre espumas borbulhantes

O real e o imaginário

Se confundem nos remansos

Nos faz em lentos balanços

Sobe e desce o corpo nu

De uma criança sem mágoas

Bela e pura como as águas

Do leito do Pajeú.

Quando o rio está de nado

Um caboclo da mão grossa

Quer passar pra o outro lado

Onde botou uma roça

Amarra em cipós de salsa

Uma pequenina balsa

De rolos de mulungu

E assim que o dia começa

Rema a balsa e atravessa

As águas do Pajeú.

Vez em quando da colina

desce alegre a camponesa

Que na água cristalina

vem expor sua beleza

Desnuda o corpo trigueiro

da roupa que solta o cheiro

De carimã e beiju

E aonde o banho ela toma

Deixa o gostinho de goma

Nas águas do Pajeú.

No verão os ceramistas

Trabalham todos os dias

São verdadeiros artistas

Dos lastros das olarias

Ali o barro amassado

É nas formas transformado

Em telha ou tijolo cru

E as chaminés das caieiras

Fumegam noites inteiras

Por cima do Pajeú.

Um carvoeiro suado

Com tisna até no pescoço

De tarde esconde o machado

E vai se banhar num poço

As suas mão estouradas

E pernas encalombadas

De ferrão do capuxu

Mas o seu cansaço estranho

Termina depois de um banho

Nas águas do Pajeú.

Escondidas nas juremas

aguardando o sol se pôr

Juritis e Seriemas

Gorjeiam notas de dor

Na vegetação rasteira

Lá no fim da capoeira

A corneta de um inhambu

Sonoriza a melodia

Da última canção do dia

Das matas do Pajeú.

Grande aorta sertaneja

De cavidades enormes

As chuvas que os céus despejam

Causam cheias desconformes

O São Francisco gigante

Lhe atalha mais adiante

Só ele quebra o tabu

Do mistério da grandeza

Da força da correnteza

Da cheia do Pajeú.

Nesse canteiro de flores

Que a natureza constrói

Seus gênios são cantadores

O vaqueiro é o seu herói

Sua memória completa

Com certeza algum poeta

Guardou no fim de um baú

Um livro com a história

A vida e a trajetória

Do povo do Pajeú.

01 – SEXTOU POÉTICO – APRESENTAÇÃO

Por Ademar Rafael Ferreira (Papa)

Ade Maleu Lapa-el – Neste ano de 2026 qual será o tema do nosso diálogo semanal?

Papa – Nesta primeira crônica do ano oito da nossa conversa em cada sexta-feira como de costume vamos anunciar o tema a ser utilizado. Por trata-se de um ano com perspectivas nebulosas em função do pleito eleitoral para cargos do Executivo e do Legislativo da União e dos estados preferimos escolher algo leve que nos encaminhe para um mundo ideal.

Avaliamos que nada melhor do que a poesia para esta nobre missão. Cada semana apresentaremos um poema para alimentar nossa alma. Antes de transcrevermos a obra prima emitiremos nossa visão sobre a produção poética, destacando variáveis que julgamos importantes dar relevo. Cabe nesta oportunidade relembrar que nos sete anos do nosso diálogo falamos sobre Economia, Administração, Turismo, Danças Brasileiras, Poetas, Líderes Inspiradores e Mulheres Vencedoras. Nosso propósito, desde a primeira crônica é trazer informação em formato leve que possa nos auxiliar a vencer os desafios diários com alegria e paz.

Com a replicação de cada obra pretendemos mostrar que a poesia é algo que encanta, e cura dores advindas com os desafios a serem superados em nosso cotidiano. É sabido que ao lermos poesias criamos ambiente salutar para ampliação de fatores como bem-estar, saúde mental, reflexões diversas, benefícios estes inseridos no campo emocional. Quando partimos para o universo da cognição estaremos estimulando o cérebro, desenvolvendo linguagem e criatividade, elevando o senso crítico, buscando empatia e enriquecendo nossa percepção e compreensão do mundo. A poesia é a chave que liga o sistema que move nossa sensibilidade.

Estarei atento às opiniões e sugestões da cada leitora e cada leitor, vocês são a razão da minha disponibilidade para interagir semanalmente neste espaço. Interação esta possível em função do acolhimento que recebo do titular deste BLOG em cada postagem. Minha gratidão serve como energia para reduzir as limitações naturais de um escritor amador, de um eterno aprendiz e de um sertanejo que se sente muito feliz por ter a chance de participar em empreendimento que leva informação séria e tempestiva para seus usuários. É gratificante poder dividir com cada uma e cada um a nossa visão sobre os temas abordados. Que Deus continue sendo nosso guia e que no ano de 2026 possamos contribuir para um mundo melhor, mais justo e mais inclusivo. Contem comigo nessa empreitada.

A imagem justa e veríssima do Congresso

Justo Veríssimo (Chico Anysio)

Por Muniz Sodré/Folha de S.Paulo

Muito já se escreveu sobre humor, mas nada sobre seu poder antecipatório. Quando Freud diz que se trata de “um dom precioso e raro” (em “O Chiste e suas Relações com o Inconsciente”), adianta que pode ser também álibi para uma verdade que não podia ser expressa. No psiquismo, o inconsciente abre caminho pelo riso, sem o sofrimento dos sintomas, para uma realidade recalcada. Mas antecipar é virtude desconhecida ou deixada de lado.

Oportuno, assim, evocar Justo Veríssimo, personagem do saudoso Chico Anysio nos anos 90, prefiguração hilária de um deputado que abominava desprovidos da sorte, trabalhadores, o povo em geral. “Eu quero que o pobre se exploda!”, seu bordão. A criação televisiva ia ao encontro de uma ácida denominação, recorrente na coluna de Stanislaw Ponte Preta (pseudônimo de Sérgio Porto), década de 60: “Depufede”.

Isso existia ainda em grau concebível de indecência quando Lula em 1993 resumiu sua experiência parlamentar numa frase lapidar sobre a composição do Congresso: “Uma maioria de 300 picaretas cuidando apenas de seus próprios interesses. E não caíram de paraquedas, foram eleitos”. Havia, portanto, bases político-sociais para que o humorismo antecipasse o choque de hoje ante um Congresso, necessário à República, mas por inteiro alienado da representação popular. Representação definida apenas pelo conceito numérico da votação é uma falácia, avessa à real delegação de classe social.

Focado na centralização presidencial, o eleitorado é letárgico frente ao Legislativo. Mas agora o chorume moral do “depufede” chega às narinas populares. E assim surge a Frente Povo sem Medo, que prega a taxação dos bilionários, junto com a redução dos salários de deputados e senadores. Cada Justo Veríssimo embolsa por mês um total de R$ 341.297 (R$ 47.700 de salário, R$ 94.300 de verba de gabinete, R$ 53.400 de auxílio paletó, R$ 5 mil de combustível, R$ 22 mil de auxílio moradia, R$ 59 mil de passagens aéreas, R$ 17.997 de auxílio saúde, R$ 12.100 de auxílio educação, R$ 16.400 de auxílio restaurante, R$ 13.400 de auxílio cultural). Para o eleitor pobre, um salário mínimo de R$ 1.518. Logo, que se exploda.

Mas a questão não se contém nesse mensalão obsceno. A derrama das emendas é tanto rombo orçamentário descontrolado quanto sintoma de surda conspiração contra a governabilidade executiva. Decorre das circunstâncias eleitorais, que seriam em princípio pretexto de reorganização da ordem do Estado. Eleições parlamentares, entretanto, passaram a favorecer a desorganização da ordem liberal, a saber, obstrução da participação democrática a partir da ideia de representação. Assim como os partidos (exceto talvez os pequenos) não espelham fração de classe nenhuma, a eleição de deputados e senadores não constitui forma de democracia direta pelo voto. É autonomia patrimonialista da atividade política.

Deste modo, o poder de legislar, moldado cada vez mais pelo princípio do vazio social, abre-se ao pleno dos interesses pessoais. Emendas sem transparência são mecanismos de reeleição e manutenção de feudos regionais, assim como instrumentos de chantagem contra um Executivo acuado. Nada menos que uma modulação do golpismo permanente, modernizado em 2016. Para Justo Veríssimo se atualizar, só lhe faltam um punhal verde e amarelo nos porões, boné de Trump nos palanques e pitadas de inglês para conspirar lá fora contra o país dos pobres.

Polícia Militar de Pernambuco: 200 anos de serviço para o estado

Fundada em 11 de junho de 1825 por decreto imperial de Dom Pedro I, a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) é uma das mais antigas forças de segurança pública do Brasil e se aproxima do bicentenário com um legado de desafios e compromisso com a sociedade. De batalhas históricas às complexas demandas do século XXI, a instituição moldou sua identidade como um dos pilares do estado.

Criada sob o nome de “Corpo de Polícia de Pernambuco”, a corporação nasceu em meio a um cenário instável, logo após a Confederação do Equador, sendo formada por 320 homens divididos entre infantaria e cavalaria. A sede original, localizada no Pátio do Paraíso, no Recife, abrigou o primeiro passo de uma trajetória que se confunde com os principais eventos da história do estado.

A Revolução Praieira, em 1848, foi o primeiro grande teste da corporação, que atuou na repressão do movimento liberal. Anos depois, tropas pernambucanas integraram a campanha da Guerra de Canudos, entre 1896 e 1897, colocando a PMPE no cenário nacional. O combate ao cangaço nas décadas de 1920 e 1930 consolidou a imagem da PMPE, com as “volantes” enfrentando Lampião e seu bando nas caatingas do sertão nordestino.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a PMPE teve papel estratégico na proteção de pontos vitais para as operações aliadas no Atlântico Sul. Episódios de solidariedade também marcaram sua história, como no socorro às vítimas das enchentes no Recife em 1975, reforçando sua atuação além da segurança.

Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, a PMPE passou a atuar em um novo marco jurídico, voltado à proteção da cidadania e fortalecimento das relações com a sociedade. Hoje, destaca-se pelo policiamento comunitário, pela presença nos 184 municípios do estado e pela participação em grandes eventos culturais, como o Carnaval e o São João, além de missões integradas com outras forças de segurança no combate ao crime organizado.

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República, como ainda te quero!

Por Leonardo Bruno da Silva*

Neste dia 15 de novembro, o Brasil comemorará 134 anos de Proclamação da República. E o que há de importante nisso? Estas datas comemorativas servem para que todos reflitam sobre a relação entre a ideia precursora e o concreto, o materialismo histórico. E aí cabe a pergunta: o que é a nossa República?

Nossa República começou em um golpe de Estado. Não, aquilo não foi uma revolução! Não tinha povo, não tinha o pressuposto democrático e, principalmente, foi uma quartelada oportunista. Foi uma resposta à Princesa Isabel, futura imperatriz, que havia assinado a lei que abolia a escravização. Isso desagradou boa parte da classe dominante apoiadora do ímpeto golpista dos positivistas.

De lá para cá foram muitos golpes, como relata o livro de Gabriel Raemy Rangel, que aceitamos como inexoráveis. Com efeito, ficamos enredados na esperança quixotesca de um salvador da Pátria capaz de conduzir o povo brasileiro ao paraíso, que Vaz Caminha descreveu em sua carta ao Rei, lá em 1500. As esperanças sempre foram depositadas em pessoas. Como se nunca tivéssemos realmente rompido com a monarquia. Como se, do fim ao cabo, sempre quiséssemos um rei ou imperador que resolvesse nossos problemas por nós. Como se a República (Res + publica) não significasse “Coisa de Todos”.

Acreditamos em qualquer coisa. Acreditamos no anticomunismo de Vargas, ou no suposto comunismo de Goulart. No Golpe “preventivo” de 1964, ou no “caçador de marajás”. Acreditamos que um presidente tem todo o poder e não precisará do Congresso. Por isso votamos em qualquer um para deputado ou senador. Acreditamos até em um presidente que fala que vacina não funciona, mesmo depois de décadas de vitórias na saúde pública graças às vacinas.

Nesta medida não seria impossível que surgisse um personagem que simplesmente quisesse matar o presidente porque acreditou nele e depois descobriu que foi enganado. Foi refletindo muito sobre essa realidade brasileira que este articulista escreveu o “O Coronel que queria matar o presidente”. Esse Coronel representa cada um que, em algum momento da nossa tortuosa história republicana, quis matar um presidente porque se sentiu enganado.

*Leonardo Bruno da Silva (foto), é professor de História da rede pública de ensino há 20 anos. Doutor e mestre em História Política, também é escritor e publicou o livro “O Coronel que queria matar o presidente”.

Proclamação da República: entenda por que 15 de novembro é feriado nacional

Estátua do Marechal Deodoro, no bairro da Glória, no rio de Janeiro

O Globo

A Proclamação da República é celebrada no dia 15 de novembro e é um feriado nacional. Em 1889, o marechal Deodoro da Fonseca assinou o Decreto 1º, ato que derrubou a monarquia e instaurou o republicanismo como forma de governo do Brasil.

A Proclamação da República é feriado nacional desde 1949, segundo a Lei Federal 662, do presidente Eurico Gaspar Dutra. Em 2002, foi revogada pela Lei n.º 10.607/02, que passou a regular os feriados nacionais. Em 2023, a data cai em uma quarta-feira.

“Fica proclamada provisoriamente e decretada como a forma de governo da nação brasileira, a República Federativa”, diz o artigo primeiro do decreto assinado pelo Marechal Deodoro da Fonseca, Rui Barbosa, Benjamin Constant, Quintino Bocaiúva e outros no dia 15 de novembro de 1889. O documento também alterou o nome do país, que oficialmente passou a se chamar “Estados Unidos do Brasil”. Apenas em 1968, o Brasil ganhou seu nome atual: República Federativa do Brasil.

O movimento que derrubou a monarquia foi liderado por militares, que se encontravam insatisfeitos com a Coroa representada pelo imperador Dom Pedro II. As críticas se intensificaram após a Guerra do Paraguai, em 1864, que mobilizou muitos recursos das forças armadas brasileiras. Os militares passaram a demandavam maior participação no governo.

À frente da queda da monarquia estava o futuro presidente do Brasil, Marechal Deodoro, que juntou-se ao movimento apoiado por parte da classe política e ex-proprietários de escravos, insatisfeitos com o fim da escravidão, ocorrida um ano antes. Depois da tomada de poder, o país se tornou laico e foi instaurado o presidencialismo como sistema de governo.

Calendário de 2024

Com a chegada de dezembro e do final do ano, começam os planos para 2024. O próximo ano deve frustrar quem aguarda com expectativa os feriadões prolongados. Se em 2023, foram sete, 2024 deve contar com menos da metade disso. Apenas três estão previstos.

Veja abaixo como fica o calendário de feriados de 2024:

O próximo ano vai contar apenas com três feriados prolongados de cunho nacional. O Dia da Confraternização Universal (1 de janeiro) cairá numa segunda-feira, enquanto Paixão de Cristo (29 de março) e Proclamação da República (15 de novembro) serão em duas sextas-feiras, conferindo a possibilidade de emenda com o fim de semana.

Feriados nacionais:

  • 1° de janeiro: Confraternização Universal (segunda-feira);
  • 29 de março: Sexta-Feira Santa/Paixão de Cristo (sexta-feira);
  • 21 de abril: Tiradentes (domingo);
  • 1º de maio: Dia Mundial do Trabalho (quarta-feira);
  • 7 de setembro: Independência do Brasil (sábado);
  • 12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida (sábado);
  • 2 de novembro: Finados (sábado);
  • 15 de novembro: Proclamação da República (sexta-feira);
  • 25 de dezembro: Natal (quarta-feira).

Pontos facultativos:

  • 12 de fevereiro: Carnaval (segunda-feira);
  • 13 de fevereiro: Carnaval (terça-feira);
  • 14 de fevereiro: Quarta-Feira de Cinzas (quarta-feira);
  • 30 de maio: Corpus Christi (quinta-feira);
  • 28 de outubro: Dia do Servidor Público (segunda-feira).