Apac emite aviso de baixa umidade no Sertão de Pernambuco até a próxima sexta-feira

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um alerta para a baixa umidade relativa do ar em duas regiões: o Sertão de Pernambuco e o Sertão do São Francisco. O aviso é válido a partir desta terça-feira (1º) e se estende até a próxima sexta-feira (04).

Segundo a Apac, uma massa de ar seco está causando aumento das temperaturas podendo atingir valores acima de 37°C, e diminuição da umidade relativa do ar, valores abaixo de 20%, no Sertão de Pernambuco.

A orientação é beber bastante água, evitar aglomerações em ambientes fechados, evitar exercícios físicos entre 10h e às 17h e umidificar o ambiente.

Sem acordo contra secas, comunidades vão sofrer, avaliam especialistas

Ulaanbaatar, Mongólia, 30/08/2026 - Lançamento do Mecanismo de Investimento para Resiliência à Seca (DRIF), na COP17. Foto: Kiara worth/NCCD

Agência Brasil

Inacreditável. Frustrante. Sabor amargo. Essas foram algumas das palavras usadas por organizações ambientais, representantes da sociedade civil e outros especialistas para avaliar os resultados da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que terminou em Ulaanbaatar, capital da Mongólia.

A principal decepção foi o novo adiamento do acordo global para enfrentar as secas e os impactos que isso trará sobre as comunidades.

O especialista do Instituto Escolhas, Rafael Giovanelli, disse que os governos falharam ao jogar para a COP18, no Egito, novas discussões sobre o problema.

“Isso deixa um sabor amargo, porque a COP termina sem decisões substanciais para lidar com as secas”, disse.

O representante da organização Wetlands Internacional, Richard Lee, disse que a falta de consenso acontece justamente quando o número de desastres pelo mundo não para de crescer.

“É inacreditável. Neste ano, a Europa sofre com uma seca histórica e os níveis de água caíram a patamares recordes no Rio Colorado, nos Estados Unidos. O chamado Super El Niño traz riscos de secas devastadoras do Sul da África até a Amazônia”, avalia Richard.

“Nós acreditávamos que esse cenário forçaria os governos de todo o mundo a agir. Estávamos errados. Adiar a decisão sobre as secas em mais dois anos custará mais do que tempo: comunidades e economias em todo o mundo vão pagar o preço”, complementa.

A especialista em políticas de água da WWF Global, Christine Colvin, aposta na ação conjunta de alguns governos, sociedade civil e instituições financeiras para que o combate às secas tenha algum progresso. Porém, destaca que iniciativas isoladas não são o suficiente.

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Mudanças climáticas podem levar Brasil a ter 12 dias de racionamento de água por ano até 2050

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Brasil61

O Brasil poderá enfrentar, em média, 12 dias de racionamento de água por ano até 2050, cenário que pode ultrapassar 30 dias em regiões do Nordeste e do Centro-Oeste. A projeção faz parte de um estudo do Instituto Trata Brasil que analisa os efeitos das mudanças climáticas sobre a disponibilidade e a demanda por água no país.

O levantamento Demanda Futura por Água em 2050: Desafios da Eficiência e das Mudanças Climáticas, realizado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a consultoria EX Ante, estima uma redução de 3,4% na disponibilidade hídrica até 2050. As projeções ganham relevância diante de fenômenos climáticos como o El Niño, que podem intensificar períodos de calor, estiagens e chuvas extremas.

O estudo estima que, na comparação com 2023, a temperatura máxima poderá aumentar aproximadamente 1°C até 2050, enquanto a mínima deverá subir 0,47°C. O cenário projetado também inclui redução dos dias de chuva e maior ocorrência de eventos extremos, com impactos sobre os sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

O aumento das temperaturas também tende a pressionar o consumo. Segundo o levantamento, somente o efeito do calor poderá elevar a demanda por água em 12,4%, além do crescimento já esperado em razão de fatores econômicos e populacionais.

Isso representaria uma demanda adicional de 2,113 bilhões de metros cúbicos de água por ano. Caso o país mantenha os níveis de perdas registrados em 2023, seria necessário produzir outros 3,515 bilhões de metros cúbicos anualmente para atender ao aumento do consumo.

Além da maior demanda, períodos prolongados de escassez podem aprofundar desigualdades no acesso à água, especialmente em áreas periféricas e rurais com infraestrutura mais limitada. Entre os riscos estão dificuldades para atender necessidades básicas de higiene e alimentação e maior exposição ao consumo de água proveniente de fontes alternativas sem segurança sanitária.

Nesse cenário, a adaptação dos sistemas de saneamento às mudanças climáticas envolve medidas como redução de perdas na distribuição, ampliação da coleta e do tratamento de esgoto, planejamento do abastecimento e expansão da infraestrutura para áreas ainda não atendidas.

Universalização exige avanço em regiões ainda não atendidas

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Agreste e Sertão de Pernambuco devem sofrer mais com o El Niño, afirma especialista

De acordo com a Noaa, o El Niño tem 69% de chances de ficar entre os maiores registrados desde 1950

A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês) publicou ontem um boletim apontando uma chance de 90% para a ocorrência de um El Niño de maior intensidade entre outubro e dezembro deste ano. A possibilidade é maior que a última previsão feita pela agência, em julho, quando o fenômeno tinha 81% de chances de acontecer.

Segundo a Noaa, o El Niño se fortaleceu no mês passado, com anomalias de temperatura da água do Oceano Pacífico excedendo 2,0°C. O fenômeno é caracterizado por uma elevação superior a 0,5°C.

A agência ainda informou que há 69% de chances do evento ficar entre os maiores registrados desde 1950. O próximo boletim será publicado no dia 10 de setembro.

Pernambuco

Em meio às chances da ocorrência do El Niño, o professor de climatologia do mestrado em ensino de Ciências Ambientais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Lucivânio Jatobá analisa como o fenômeno pode impactar nas condições meteorológicas do estado. Segundo o especialista, o evento climático deve criar bloqueios na circulação de ar pelo país, provocando secas no Agreste e Sertão pernambucano.

“Esse ar que desce sobre o Nordeste e parte da Amazônia vai criar uma espécie de bolsão de ar seco, que vai impedir a circulação de ar do Sul para o Norte. Então deve chover muito na Região Sul e ficar mais seco no Nordeste, incluindo o Agreste e o Sertão de Pernambuco. Então espera-se uma redução considerável da precipitação”, explicou.

Apesar da possibilidade de alteração nas condições meteorológicas dessas mesorregiões, Jatobá pontua que a Zona da Mata e o Litoral pernambucano não devem ser afetadas diretamente pelo El Niño.

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Sertão de Pernambuco deve ter umidade do ar abaixo de 30% até este domingo, alerta Apac

Moradores do Sertão de Pernambuco devem enfrentar umidade relativa do ar abaixo dos 30% até este domingo (09). É o que indica aviso da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitido nesta sexta-feira (07).

Os índices de umidades esperado são abaixo do que preconiza a Organização Mundial da Saúde (OMS) como ideais para a saúde humana. Segundo a entidade, o ideal é entre 50% e 60% e valores abaixo disso demandam atenção.

Segundo a Apac, o ar “está descendo da atmosfera”, o que dificulta a formação de nuvens e, consequentemente, favorece o aumento das temperaturas e a redução da umidade relativa do ar no Sertão do estado.

Por conta do período mais seco, a Apac orienta a população a:

  • Beber muita água;
  • Usar protetor solar;
  • Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 15h; e
  • Usar roupas leves.

É recomendado também evitar provocar queimadas, uma vez que o tempo seco favorece uma propagação maior do fogo.

O período também deve ter uma atenção redobrada com crianças e idosos, além de pessoas com histórico de problemas respiratórios.

Esta época do ano é costumeiramente mais seca no Sertão de Pernambuco. Para este trimestre, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) espera médias de precipitação de 11,6mm em agosto, 9mm em setembro e 12mm em outubro.

Apac eleva aviso para nível laranja, de Atenção, e renova continuidade de chuva nas próximas 24 horas em Pernambuco

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu, na madrugada desta terça-feira, 04 de agosto, a renovação da continuidade de chuva, conforme Aviso Meteorológico nº 73/2026, alertando para a continuidade de pancadas de chuva com intensidade moderada a forte durante as primeiras horas do dia e a manhã desta terça-feira (04), em três regiões do estado de Pernambuco.

De acordo com o aviso, a Região Metropolitana do Recife, a Mata Norte e a Mata Sul devem ser as mais afetadas pelos volumes de chuva. Já no Agreste, a previsão é de chuva moderada.

Regiões em alerta

Segundo a Apac, as pancadas de chuva podem ocorrer de forma isolada ou persistente, com risco de alagamentos, deslizamentos de encostas em áreas de encosta e elevação de níveis em rios e riachos, especialmente em áreas urbanas e de vulnerabilidade.

O que leva a elevação do aviso para nível laranja de atenção é a intensificação do sistema meteorológico.

Confira as áreas afetadas:

  • Chuva moderada a forte: Região Metropolitana do Recife, Mata Norte e Mata Sul;
  • Chuva moderada: Agreste.

O aviso da Apac tem validade até as 14h30 desta terça-feira (04).

Orientações à população

A Apac reforça que a população deve seguir as orientações da Defesa Civil e ficar atenta aos canais oficiais de comunicação. Em caso de emergência, a recomendação é acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Acompanhar as atualizações meteorológicas e evitar áreas de risco são medidas essenciais para redobrar a segurança durante o período chuvoso.

A agência reforça que este aviso pode ser renovado a qualquer momento.

Todas as cidades de Pernambuco têm alerta de vendaval no fim de semana; Inmet orienta como se proteger

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta sexta-feira (31), um alerta de vendaval para grande parte do Nordeste, incluindo todas as 184 cidades de Pernambuco. O aviso meteorológico entrou em vigor à meia-noite deste sábado (1º) e segue válido até as 23h59 do mesmo dia.

Segundo a instituição, o alerta tem a cor amarela, que indica “perigo potencial” e representa o grau mais leve de severidade do órgão. No estado, o instituto aponta que há baixo risco de queda de galhos de árvores.

De acordo com o Inmet, a velocidade dos ventos em Pernambuco deve variar entre 40 e 60 quilômetros por hora, abaixo do nível registrado nesta semana na região Sudeste, onde as rajadas ultrapassaram os 100 km/h e causaram mortes, destruição e apagões. Ao todo, cinco pessoas morreram, sendo três em São Paulo e duas no Rio de Janeiro.

De acordo com a Climatempo, a ventania registrada no país nesses últimos dias é consequência da passagem de uma frente fria, que atingiu, principalmente, o Sul e o Sudeste do país.

Recomendações de segurança

Em caso de rajadas de vento, o Inmet orienta que a população adote as seguintes medidas de precaução:

  • Não se abrigar debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas;
  • Não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda;
  • Em situações de emergência, acionar a Defesa Civil, pelo telefone 199, e ao Corpo de Bombeiros, pelo 193.

Apac espera chuvas abaixo e temperaturas acima da média no próximo trimestre em Pernambuco

O trimestre que começa em agosto deve ter chuvas abaixo do esperado na porção leste de Pernambuco, que abrange a Região Metropolitana do Recife, a Zona da Mata e o Agreste. É o que diz informe da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) sobre a previsão climática para os três próximos meses.

A previsão da Apac mostra que agosto marca o encerramento do período chuvoso na maior parte do estado.

De acordo com a meteorologista da Apac Edvânia Santos, poderão ocorrer nos próximos três meses pancadas de chuvas isoladas de intensidade moderada a forte, concentradas em poucos dias, especialmente no litoral do estado.

Mês a mês

Para agosto, é esperada uma média de precipitação de 176,9 milímetros para a RMR. Na Zona da Mata, estão previstos 112,4 mm. No Agreste, deve chover 58,5 mm.

O Sertão tem o menor nível, com previsão de apenas 11,6 milímetros. Já o Arquipélago de Fernando de Noronha deve acumular 60,6 mm.

Em setembro, o valor médio da precipitação cai em todas as regiões. Na Região Metropolitana, deve chover por volta de 102 mm. Já na Zona da Mata, o levantamento mostra um valor médio de 60 milímetros.

“A partir de setembro, inicia-se o período seco no setor leste pernambucano, quando as chuvas passam a ser, naturalmente, escassas”, diz Edvânia.

O Agreste deve registrar cerca de 33 milímetros, enquanto o Sertão e Fernando de Noronha marcam 9 e 26,3 mm, respectivamente.

Já no mês de outubro, deve chover ainda menos no estado. Na RMR, são esperados 50 mm de chuva, enquanto na Zona da Mata 28 milímetros.

No Agreste e no Sertão, estão previstos 18 e 12 mm, respectivamente. A previsão para Fernando de Noronha despenca e marca apenas 9 milímetros de precipitação para o mês.

Também é esperado que as temperaturas máximas superem a climatologia em Pernambuco entre os meses de agosto e outubro, segundo a Apac.

El Niño: impactos no estado

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Apac renova previsão de chuvas no Grande Recife e Mata Norte; Mata Sul segue em alerta até esta sexta-feira

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou, no final da tarde desta quinta-feira (23), a previsão de continuidade das chuvas com intensidade moderada e pontualmente forte para a Região Metropolitana do Recife e Mata Norte.

O alerta foi válido para o restante da noite e também para a esta sexta-feira (24). Segundo a agência, “o canal de umidade continua favorecendo a ocorrência de chuva no Litoral pernambucano.

Mais cedo, a Apac aumentou a categoria do aviso para as chuvas que atingem a Mata Sul de Pernambuco para o Estado de Alerta. Essa previsão se estendeu até o início desta sexta-feira (24) para o local.

Diante da previsão, a Apac orienta que a população acompanhe as atualizações dos órgãos oficiais e siga as recomendações das Defesas Civis municipais, especialmente em áreas de risco.

Além deste aviso, a agência alertou que os rios Amaraji, Capibaribe e Ipojuca atingiram a cota de alerta na madrugada desta quinta-feira. Com isso, sete municípios devem permanecer em atenção devido ao risco de inundações, enquanto a Apac e as Defesas Civis seguem monitorando a situação.

Segundo a Apac, o Rio Amaraji, na estação José Mariano, em Ribeirão, atingiu a cota de alerta. Os municípios de Ribeirão e Gameleira devem permanecer em atenção para a possibilidade de inundação.

Já o Rio Capibaribe, em São Lourenço da Mata, também alcançou a cota de alerta. A recomendação é que São Lourenço da Mata, Camaragibe e Recife permaneçam em atenção diante da possibilidade de inundação.

O Rio Ipojuca, em Primavera, também atingiu a cota de alerta. A possibilidade de inundação envolve os municípios de Primavera e Escada.

Apac emite alertas para rios em Pernambuco e aponta risco de inundação em 10 municípios; confira

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou, na madrugada e na manhã desta quinta-feira, 23 de julho, uma série de avisos hidrológicos informando que quatro rios atingiram a cota de alerta em Pernambuco. Com isso, 10 municípios devem permanecer em atenção devido à possibilidade de inundação provocada pelo aumento do nível das águas.

Os comunicados foram emitidos após o registro das chuvas que atingem diversas regiões do estado desde a quarta-feira (22). A Apac segue monitorando a situação em conjunto com a Defesa Civil e informou que poderá atualizar os avisos caso o cenário apresente mudanças ao longo do dia.

Entre os rios monitorados estão o Capibaribe, Amaraji, Sirinhaém e Ipojuca. Cada um deles alcançou a cota de alerta em diferentes pontos de medição, levando a agência a emitir recomendações específicas para os municípios que podem sofrer impactos caso o nível da água continue subindo.

O primeiro aviso foi emitido às 2h33 desta quinta-feira para o Rio Ipojuca, no município de Primavera. Segundo a Apac, o rio atingiu a cota de alerta e colocou os municípios de Primavera e Escada em estado de atenção devido ao risco de inundação.

Pouco depois, às 3h54, a agência publicou um novo boletim informando que o Rio Capibaribe, no município de São Lourenço da Mata, também alcançou a cota de alerta. Nesse caso, os municípios que devem acompanhar a evolução da situação São Lourenço da Mata, Camaragibe e Recife.

Na sequência, às 5h09, a Apac informou que o Rio Amaraji, monitorado no ponto de Ribeirão (José Mariano), entrou em cota de alerta. O aviso orienta que os municípios de Ribeirão e Gameleira permaneçam atentos diante da possibilidade de inundação.

O comunicado mais recente foi divulgado às 7h17. Nele, a agência informou que o Rio Sirinhaém, em Barra de Guabiraba, também atingiu a cota de alerta. Com isso, os municípios de Barra de Guabiraba e Cortês passaram a integrar a lista de localidades que devem acompanhar de perto o comportamento do nível do rio.

Todos os avisos reforçam que a Apac e a Defesa Civil permanecem monitorando continuamente a situação hidrológica dos rios pernambucanos. O órgão destaca que os boletins podem sofrer alterações caso novos dados indiquem aumento ou redução dos níveis registrados nas estações de monitoramento.

Os avisos hidrológicos contemplam os seguintes municípios:

  • Primavera;
  • Escada;
  • São Lourenço da Mata;
  • Camaragibe;
  • Recife;
  • Ribeirão;
  • Gameleira;
  • Barra de Guabiraba;
  • Cortês.

Sete municípios de Pernambuco estão sob risco de chuva forte nesta segunda-feira, diz Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou a previsão do tempo para Pernambuco nesta segunda-feira (20) e sete municípios da Zona da Mata Norte do estado estão sob risco de ‘Perigo Potencial’ de chuva.

Conforme classificação do Inmet, ‘Perigo Potencial’, ou bandeira amarela, ocorre quando há previsão de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos (40-60 km/h).

A faixa amarela no mapa de previsão do Instituto pega boa parte do litoral do Rio Grande do Norte, toda a faixa de praia da Paraíba, alcançando pequeno trecho da Mata Norte pernambucana.

Confira os municípios que estão bandeira amarela do Inmet para esta segunda:

  • Condado;
  • Goiana;
  • Igarassu;
  • Ilha de Itamaracá;
  • Itambé;
  • Itapissuma;
  • Itaquitinga.

Pernambuco tem novo alerta de vendaval para este domingo

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou o alerta de vendaval classificado como “perigo potencial” para o estado de Pernambuco. O aviso tem validade estabelecida durante todo o dia deste domingo (19).

A previsão meteorológica indica a ocorrência de ventos intensos com velocidades variando entre 40 km/h e 60 km/h, embora o risco para queda de galhos de árvores seja considerado baixo.

O alerta abrange municípios da Região Metropolitana do Recife, da Zona da Mata, do Agreste e do Sertão. Para evitar acidentes e transtornos causados pela ventania, a orientação é que a população reforce os cuidados preventivos de segurança.

A recomendação é não se abrigar debaixo de árvores devido ao risco de quedas e descargas elétricas. Também é importante evitar o estacionamento de veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda.

Em caso de emergências, os cidadãos podem acionar diretamente a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193.

Pernambuco recebe alertas de chuvas intensas e ventos fortes para o fim de semana

Diversas regiões de Pernambuco devem registrar chuvas intensas e ventos fortes nas próximas horas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas para o estado, válidos até este sábado (18).

O aviso de chuvas intensas, foi publicado nesta sexta-feira (17), prevê precipitações de até 50 milímetros ao longo do dia na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata e Agreste pernambucano.

O alerta também abrange áreas da Paraíba, de Alagoas e do Rio Grande do Norte. Conforme o Inmet, as condições meteorológicas podem provocar transtornos pontuais nas localidades afetadas.

Outro aviso emitido pelo instituto alerta para a possibilidade de vendaval, com ventos variando entre 40 e 60 quilômetros por hora. Em Pernambuco, o alerta é válido para a Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão.

Além de Pernambuco, o aviso de ventos fortes alcança áreas do Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte, Piauí, Alagoas, Paraíba e Sergipe.

Previsão para sábado

De acordo com a tendência de precipitação divulgada pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), nesse sábado (18), deve apresentar chuva de intensidade fraca a moderada na Região Metropolitana do Recife, Matas Norte e Sul e Agreste.

No Sertão de Pernambuco e no Sertão do São Francisco, a previsão é de chuva fraca. Para Fernando de Noronha, não há expectativa de precipitação.

Previsão para o domingo

Neste domingo (19), a tendência é de chuva fraca na Região Metropolitana do Recife, Zonas da Mata Norte e Sul e Agreste.

Já o Sertão pernambucano, o Sertão do São Francisco e Fernando de Noronha não devem registrar chuva ao longo do dia.

Durante períodos de ventos fortes, a orientação é evitar permanecer próximo a árvores, placas, postes e estruturas que possam cair. Em situações de chuva intensa, os motoristas devem redobrar a atenção e evitar atravessar áreas alagadas.

Confira a tendência de precipitação de chuva da Apac para o fim de semana em Pernambuco

O segundo final de semana de julho será marcado por chuva fraca em diversas regiões de Pernambuco, aponta a tendência de precipitação da Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac).

Neste sábado (11), será de céu parcialmente nublado e chuva rápida na Região Metropolitana do Recife (RMR), Zonas da Mata Norte e Sul, e Agreste do estado.

O Arquipélago de Fernando de Noronha também receberá chuvas com intensidade fraca ao longo do dia.

Apesar da previsão de céu nublado, não há indicativos de precipitações para o Sertão de Pernambuco e Sertão e São Francisco.

As tendências se mantêm estáveis até esse domingo (12), com exceção do Agreste, onde a chuva deve parar.

Próximos dias

Na segunda-feira (13), a chuva deve ser fraca na RMR, Matas Norte e Sul, e em Fernando de Noronha. No Agreste, Sertão de Pernambuco e no Sertão do São Francisco não deve chover.

Para a terça-feira (14), não há tendência de chuva em todas as regiões de Pernambuco, com exceção de Fernando de Noronha, onde deve chover fraco.

Na quarta-feira (15), a chuva deve voltar com intensidade fraca nas Zonas da Mata Norte e Sul, RMR, Agreste e em Fernando de Noronha. No Sertão do São Francisco, a tendência permanece inalterada.

Super El Niño de 2026 pode ser o mais forte dos últimos 150 anos

O chefe dos serviços de previsão climática da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Wilfran Moufouma-Okia, aponta para gráficos exibidos na tela de um computador na sede da OMM em Genebra, em 1º de junho de 2026.

O Super El Niño previsto para este ano pode ser o mais forte dos últimos 150 anos, segundo análise da empresa de meteorologia Metsul. Em concordância a estimativa da organização brasileira de previsão do tempo, o National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), afirmou que o fenômeno previsto tem 81% de chance de ser “muito forte”, a categoria máxima.

Segundo o NOAA, o El Niño ocorre quando a água da superfície do Pacífico equatorial fica mais quente que a média e os ventos do leste sopram com menos intensidade que o normal. Esse fenômeno é periódico e acontece em um intervalo de 3 a 5 anos. Em 2026, porém, o evento climático previsto será mais intenso, por isso ele foi classificado como Super El Niño. Isso acontece quando a temperatura na superfície do Oceano Pacífico ultrapassa +2°C em relação à média histórica.

Até então, a intensidade do El Niño que acontecerá nos próximos meses ainda não estava clara, mas as previsões começaram a se tornar mais evidentes. Estima-se que o fenômeno se acentue até setembro e que ele possa ser comparado ao El Niño de 2015/2016

De acordo com a Metsul, o nível de aquecimento do mar no mês de julho pode aumentar de 3ºC a 4ºC, o que significaria números nunca observados nos últimos 150 anos. No El Niño 2015/2016, os termômetros marcaram um aumento de 3ºC no mar.

As consequências

As consequências do El Niño não possuem uma relação direta com o aumento da temperatura do mar. Por exemplo, durante o fenômeno ocorrido em 1997-1998, a temperatura do Pacífico se elevou em 2,3°C e os impactos naturais foram devastadores. De maneira semelhante, em 2023-2024, o valor foi inferior aos maiores já registrados – 2,1°C –, porém umas das consequências foram chuvas e enchentes na região sul do Brasil.

Os impactos, no entanto, vão além das tempestades. O El Niño pode causar ondas de calor, secas e, consequentemente, maior risco de incêndios florestais em determinadas regiões de nosso país.