
Radar/VEJA
Quando Lula subiu a rampa do Planalto, em 2023, uma de suas grandes promessas, a cumprir ainda, feita em campanha para todo o país, era acabar com a fila de benefícios do INSS. Naqueles dias, pouco mais de 1 milhão de pessoas aguardavam algum tipo de atendimento no órgão.
Ao entrar neste quarto ano de mandato, o petista conseguiu um feito: a fila no INSS, em vez de baixar, escalou para 3 milhões de pessoas aguardando atendimento estatal.
Alguns dos burocratas escolhidos pelo governo Lula para reduzir a fila, veja só, foram presos pela Polícia Federal por envolvimento no esquema de roubo a aposentados, os famosos descontos fraudulentos na folha dos beneficiários.
A culpa pelo abandono a quem precisou da Previdência, nestes três anos, não pode ser colocada na suposta falta de servidores no governo. A gestão petista que bateu recorde na fila do INSS é também recordista na criação de cargos comissionados. Em três anos, o cabidão da gestão petista chegou a 4.417 contratações em cargos de confiança.
O apagão da fila do INSS, um filho sem pai na gestão petista, tornou-se recentemente alvo de uma investigação do MPF.
O inquérito aberto nos últimos dias tem o “objetivo de apurar suposta demora por parte do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quanto ao agendamento de perícia médica”.
“Espero que culpem os verdadeiros responsáveis, os gestores da perícia, e não os servidores da ponta que sofrem há anos com a má gestão”, diz uma fonte dos peritos.







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