
A Folha das Cidades
Depois do Carnaval e ainda sob o clima da Quarta-Feira de Cinzas, Arcoverde enfrentou um cenário bem diferente da folia: fortes chuvas atingiram o município e voltaram a evidenciar áreas historicamente vulneráveis a alagamentos.
Apesar de a instabilidade climática já estar prevista nos boletins meteorológicos, moradores relatam que não houve alertas oficiais por parte dos governos para orientar a população sobre possíveis transtornos. O resultado foi a repetição de cenas conhecidas: ruas com acúmulo de água, trânsito comprometido e dificuldades de mobilidade em diversos bairros.
Entre os pontos mais afetados estão a Avenida Cel. Antônio Japiassu, no Centro; o bairro Boa Esperança; a Avenida Eraldo Gueiros, nas imediações do início do Parque Verde; além da Rua Cícero Monteiro, conhecida como Rua da UPE. Em todos esses trechos, a força da chuva impactou diretamente a rotina da população.
A situação reacende o debate sobre infraestrutura urbana, drenagem e políticas preventivas em períodos chuvosos, especialmente em áreas já mapeadas como sensíveis. Moradores cobram medidas mais eficazes e comunicação prévia que permita planejamento e redução de riscos.



