Governo Lula abandona o Programa Farmácia Popular em Afogados da Ingazeira e em diversas cidades do Pajeú

Farmácia Popular: como retirar novos medicamentos e itens? Veja quando começa a valer nova lista de remédios

O Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB), surgiu como um programa do Governo Federal que visa complementar a disponibilização de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde, por meio de parceria com farmácias da rede privada. Dessa forma, além das Unidades Básicas de Saúde e farmácias municipais, o cidadão pode, ou podia, retirar medicamentos nas farmácias credenciadas ao Farmácia Popular.

A partir de 14 de fevereiro de 2025, o Programa Farmácia Popular passou a disponibilizar gratuitamente 100% dos medicamentos e insumos de seu elenco à população brasileira. O programa atende 12 indicações, contemplando medicamentos para hipertensão, diabetes, asma, osteoporose, dislipidemia (colesterol alto), rinite, doença de Parkinson, glaucoma, diabetes mellitus associada a doenças cardiovasculares e anticoncepção. Além disso, oferece fraldas geriátricas para pessoas com incontinência e absorventes higiênicos para beneficiárias do Programa Dignidade Menstrual.

O que seria para diminuir nas despesas de famílias assalariadas, agora estão sem poder retirar tais remédios nas farmácias por falta de autorização do Governo Federal. A gestão petista está mais em alardear a aprovação de descontos no imposto de renda de quem ganha até R$ 5.000 – como se um simples assalariado fosse beneficiado com essa lei.

As farmácias que atendem o programa em Afogados da Ingazeira estão sem fornecer medicamentos do Programa Farmácia Popular há mais de 90 dias. Os pacientes estão sendo informados que o governo federal não está autorizando a retirada dos medicamentos prescritos pelos profissionais de saúde. Outras cidades do Sertão do Pajeú, as farmácias que foram credenciadas também não estão entregando os medicamentos.

Uma população que vive a margem das doenças, que não tem condições de comprar remédios, cada vez mais caros, isso porque sobem de preço a cada mês, e ainda tem um governo que parece viver dos discursos distorcidos em busca dos votos daqueles mais pobres, mas que não deixam de dar créditos as pesquisas e as enganações do dia a dia.