Os trapalhões sumiram após o descomissionamento de um valoroso açude

Uma fonte do Blog do Finfa enviou relatos ao mesmo após os descomissionamento do Açude de Zé Mariano, como ficou bastante conhecido na região durante décadas.

“O episódio do descomissionamento desse açude histórico em Afogados da Ingazeira revelou mais uma vez que a ocupação de espaços no governo Sandrinho Palmeira é meramente política, financista e com zero compromisso público.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira não só deixou de exercer seu papel de cobrar ao proprietário o licenciamento para realizar a atividade de secar o reservatório, como ainda deu apoio à ação, colocando a Defesa Civil do Município para monitorar o volume de água que descia da Barragem.

De uma só tacada, prevaricou, ajudou ao cometimento de uma ilegalidade e ainda apoiou a atividade. Pela lei, o proprietário teria que ter licenças de CPRH e Apac. Isso numa Prefeitura que tem nomes, a exemplo de Adelmo Santos, secretário de Meio-Ambiente que assumiu há um ano, e recebe em dia para nada, nenhuma ação concreta, o outro é o assessor Elias Silva, que recebendo dinheiro público está dentro de vários comitês como o da Bacia Hidrográfica do São Francisco e numa hora dessa não tem sequer a iniciativa de explicar ao prefeito o que reza a lei”.

Uma pergunta: A cor dessa água dá pra dizer que está imprópria para o consumo? Como fora dita em emissoras de rádios pelo proprietário? E os animais brutos iriam sentir a diferença, caso houvesse, de uma água imprópria, para um líquido limpo, sem nenhuma restrição?

Detalhe: pelo que o Blog do Finfa apurou, nenhum deles, envolvidos nesta desastrosa ação, está em Afogados da Ingazeira essa semana. Pela Rádio Pajeú FM, o comunicador Nill Júnior informou que nomes, a exemplo de Elias Silva, que se encontra nesse momento nos anexos da Câmara dos Deputados em Brasília, teriam levado o gestor ao erro, autorizando a ação.