
A Carreta da Mulher Pernambucana nesta semana, até o dia 11 de julho, estará nos municípios de São Lourenço da Mata, Vitória de Santo Antão, Cupira e Calumbí.
Para ter atendimento em uma das quatro Carretas, a paciente deve apresentar documento oficial com foto, cartão do SUS e comprovante de residência.
Para procedimentos como biópsias, colposcopia e ultrassom, é necessário encaminhamento médico ou indicação do profissional, conforme os protocolos assistenciais.
Confira a agenda da Carreta da Mulher Pernambucana nesta semana, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e no sábado das 8h às 12h:
- Carreta 01 – São Lourenço da Mata (06 a 11 de julho)
- Local: Av. Pref. Mario Henrique Mafra – Parque Capibaribe (Ao lado da Praça Dom Helder Câmara)
- Carreta 02 – Vitória de Santo Antão (06 a 11 de julho)
- Local: TV Weigelia Cunha Galvão – Livramento (Ao lado da Praça Rútilo Pinheiro)
- Carreta 03 – Cupira (06 a 08 de julho)
- Local: Avenida Miguel Pereira Neto – Novo Horizonte (Em frente a comida Luiza Leite de Macêdo)
- Carreta 04 – Calumbí (06 a 08 de julho)
- Local: Rua João Agostinho de Lima – Centro (em frente ao Hospital)
Carreta faz um ano
Há um ano, com a chegada da Carreta da Mulher Pernambucana, a rotina do público feminino atendidas pelo programa começou a mudar.
A iniciativa já viajou quilômetros de estrada para levar cuidado, prevenção e acolhimento a diferentes regiões do Estado.
Mais do que uma unidade móvel de saúde, a Carreta da Mulher Pernambucana se consolidou como uma ponte entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e as mulheres que, muitas vezes, enfrentavam dificuldades para realizar exames e acessar atendimentos especializados.
Estava esperando há muito tempo para conseguir realizar esse exame e consegui através da Carreta da Mulher. Descobri pelas redes sociais que ela estaria perto da minha casa e vim logo aproveitar a oportunidade. O atendimento é muito acolhedor, todos são muito educados. É um serviço muito importante para nós mulheres. Não deixem de aproveitar quando a carreta passar pela sua cidade”, destacou Selma de Souza, moradora do Pina, no Recife, que realizou uma ultrassonografia mamária após anos tentando acesso ao exame.



