Forma PE encerra ciclo formativo do Festival Pernambuco Meu País 2026 com programação extensa em Caruaru

Da Assessoria

O Forma PE chega a Caruaru para o último ciclo formativo desta edição do Festival Pernambuco Meu País, encerrando a programação de capacitação e qualificação realizada ao longo do festival. Entre os dias 26 e 30 de agosto, a cidade recebe oficinas, palestra, fórum e workshop que atravessam diferentes campos da cultura, como moda, artes visuais, arquitetura, audiovisual, cerâmica e mercado cultural.

“Antes da programação artístico-cultural, é importante também garantir que as pessoas dos territórios tenham acesso à capacitação e à qualificação. O Forma PE cria esse espaço de troca entre oficineiros e participantes, promovendo intercâmbios e fortalecendo a formação como parte da experiência do festival. Chegamos a Caruaru encerrando esse ciclo com uma adesão muito positiva e a certeza de que investir em formação também é investir na cultura”, destaca a diretora-geral do Festival Pernambuco Meu País, Carla Pereira.

A programação começa já nesta quarta-feira (26), com a oficina “Bordando Pernambuco: memória, afeto e criação em tecidos reaproveitados”, das 9h às 13h, no Sesc, em Petrópolis. Conduzida por Natália Oikawa, a atividade apresenta técnicas básicas de bordado livre aplicadas a tecidos reaproveitados, estimulando os participantes a transformar retalhos e peças têxteis em objetos ou peças vestíveis a partir de suas próprias histórias e afetos. São 10 vagas para pessoas a partir de 18 anos. Não é necessário ter experiência prévia e cada participante deve levar um retalho ou peça têxtil que tenha significado especial. 

Na quinta-feira (27), também das 9h às 13h, o Sesc recebe a “Oficina de Figurino Experimental: corpo, criação e reinvenção”, com Paula Franssinette. A formação propõe a construção de figurinos a partir de materiais diversos e acessíveis, utilizando técnicas como amarrações, encaixes e alfinetes e explorando o corpo como espaço de expressão. A atividade será encerrada com uma ação performativa coletiva. São 10 vagas para maiores de 18 anos e não é necessário levar materiais ou ter experiência anterior. 

Ainda na quinta, das 14h às 16h, o Armazém da Criatividade, no bairro Nossa Senhora das Dores, recebe a palestra especial “O legado de Janete Costa: a arquitetura que valoriza a arte popular”, com Roberta Borsoi. Filha da arquiteta – e homenageada desta edição do festival – Janete Costa e do arquiteto Acácio Gil Borsoi, Roberta compartilha experiências e reflexões sobre a trajetória e o legado da mãe, destacando sua contribuição para uma arquitetura conectada aos saberes, fazeres e expressões populares. São 30 vagas, com classificação livre. 

Ler mais

Estado de Pernambuco elege seus 10 novos Patrimônios Vivos

O elo dos pernambucanos com a cultura popular mais uma vez foi renovado com a escolha de novos nomes ligados a cultura. Os 10 novos Patrimônios Vivos do Estado foram anunciados após votação realizada pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC).

Os artistas escolhidos são oriundos de manifestações culturais como: maracatu, medicina tradicional indígena, samba e coco, entre outros. são: Teco Agamenon (Triunfo), Terreiro de Mãe Amara (Recife), Mestre João Paulo (Nazaré da Mata), Barracão Mãe Nadja (Recife), Gres Preto Velho (Olinda), Maracatu Cruzeiro do Forte (Recife), Mestra Di (Olinda), Família Vitalino (Caruaru), Mestre Zé Negão (Camaragibe), Juliana Pankararu (Jatobá).

Com os novos artistas e grupos nomeados, Pernambuco agora conta com 125 Patrimônios Vivos. Em um estado no qual a cultura é prática diária, a eleição desses artistas garante a difusão da pluralidade das nossas manifestações, garantindo a transmissão dos saberes que dão cara à identidade pernambucana. Os eleitos receberão o título oficialmente em 17 de agosto, data que marca a abertura da 19ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco e o Dia do Patrimônio Cultural.

“Este processo envolveu a escuta dos candidatos e da comissão de pareceristas. Um exame detalhado de todas as candidaturas neste que é o concurso mais importante para a premiação da cultura popular de Pernambuco”, aponta Antiógenes Viana, presidente do CEPPC.

“Hoje é o dia que o Governo de Pernambuco reconhece, através do Conselho de Preservação do Patrimônio, os novos patrimônios vivos que passam, a partir de hoje, a ter o papel de transmitir seus saberes e tradições. São mestras e mestres, grupos notórios de saber nesses fazeres que falam da nossa identidade enquanto pernambucanos”, ressaltou Renata Borba, presidente da Fundarpe – instituição que integra o Conselho e é responsável por gerir as políticas relacionadas aos Patrimônios Vivos.

Todo ano podem ser eleitos até 10 Patrimônios Vivos. Neste ano, inscreveram-se 205 concorrentes – a maior quantidade de inscrições já registrada. Criada em 2002, a concessão do título de Patrimônio Vivo de Pernambuco é uma das principais políticas públicas de valorização da cultura popular no Estado. O título prevê uma bolsa vitalícia a mestres e grupos selecionados via edital público lançado anualmente. Atualmente, os valores são R$ 2.479,41 (indivíduos) e R$ 4.958,85 (grupos).

Como contrapartida, os Patrimônios participam de programas de ensino e aprendizagem organizados pelo governo do Estado por meio de órgãos como Fundarpe, Secretaria de Cultura e Secretaria de Educação. “Tivemos a honra hoje de estar na Casa dos Conselhos para esta votação, reconhecendo fazedores de cultura que representam manifestações da nossa cultura popular, valorizando saberes tradicionais de Pernambuco”, declarou Ana Paula Jardim, secretária interina de Cultura de Pernambuco.

Ler mais

Festival Pernambuco Meu País abre sua passagem por Salgueiro com atividades voltadas à qualificação profissional

Festival Pernambuco Meu País abre sua passagem por Salgueiro com atividades voltadas à qualificação profissional

O Festival Pernambuco Meu País, antes de iniciar suas programações artísticas, inicia sua passagem por Salgueiro, no Sertão Central, com uma série de atividades realizadas por meio do Forma PE, voltadas à formação e qualificação profissional.

A iniciativa acontecerá nos dias 22 e 25 de julho de forma gratuita e aberta ao público, contemplando as áreas de produção cultural, música, moda e criação sustentável.

Forma PE

A programação da 3ª edição do Festival Pernambuco Meu País passa a contar com o reforço do projeto Forma PE. Promovido pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, em parceria com as prefeituras locais, o festival ganha uma camada extra de atividades.

A iniciativa acompanha a caravana do evento pelos municípios pernambucanos, integrando ações complementares e de formação diretamente ligadas à realidade e à programação de cada localidade.

“O Festival Pernambuco Meu País chega aos territórios promovendo encontros, circulação artística e valorização da cultura pernambucana, mas também assume o compromisso de investir na formação das pessoas. O Forma PE é um dos braços dessa proposta, criando oportunidades de aprendizado, troca de experiências e qualificação profissional para quem vive e produz cultura nos municípios por onde o festival passa”, afirma Carla Pereira, diretora do Festival Pernambuco Meu País.

Do pífano ao rock: 2º dia do Festival Pernambuco Meu País agita a noite de Pesqueira neste sábado

Da Assessoria/Foto: Juana Carvalho

A 2ª noite de shows da 3ª edição do Festival Pernambuco Meu País, neste sábado (18), em Pesqueira, é para quem curte o rock, o trap e a música popular pernambucana. O palco inicia a sua programação às 19h30 com a apresentação do grupo de cultura popular Jetuns e Jetuins de Mandaru, levando ao público o tradicional pífano do território dos povos originários Xukuru do Ororubá. A noite ainda contará com o rock de Paulo Miklos e das bandas Ave Sangria e Detonautas, além do trap do cantor Xamã. Entre uma atração e outra, o DJ Filipinho é quem comanda o público no Agreste.

Todos os shows são gratuitos, abertos ao público e acontecem no palco Pernambuco Meu País, que fica no Pátio de Eventos montado na Praça Dom José Lopes, no centro de Pesqueira (em frente à Catedral de Santa Águeda). O evento tem realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), em parceria com os municípios.

A primeira apresentação da noite começa às 19h30 e fica a cargo Jetuns e Jetuins de Mandaru, grupo que mistura a ancestralidade indígena com a tradição do pife. Em seguida, a partir das 20h40, a banda Ave Sangria sobe ao palco com seus mais de 50 anos de história e com muito rock psicodélico. Às 22h10 é a vez de Paulo Miklos animar Pesqueira, seguido da banda Detonautas às 23h40. Xamã será o responsável por encerrar a segunda noite do Festival Pernambuco Meu País, a partir das 1h20.

“O público vai vivenciar um encontro potente entre a tradição do nosso pífano com diferentes expressões da música brasileira contemporânea, do rock ao trap. É essa convivência entre identidades, gerações e sonoridades que faz do festival um espaço de celebração”, destaca a diretora-geral do evento, Carla Pereira.

O palco Pernambuco Meu País é uma das programações que englobam a programação do festival, que é 100% gratuito e abraça inúmeras linguagens, proporcionando um evento plural e multicultural. A programação completa de todas as dez cidades pode ser conferida no Instagram @festivalpernambucomeupais.

Núcleo de capacitação Forma PE abre programação do Festival Pernambuco Meu País em Pesqueira

Da Assessoria

O Festival Pernambuco Meu País inicia sua 3ª edição na quarta-feira (15), em Pesqueira, no Agreste pernambucano, com a programação do Forma PE, núcleo de formação, diálogo e capacitação do festival. As atividades seguem até o domingo (19), sempre na Escola de Referência em Ensino Médio Cristo Rei, no bairro Pitanga, com oficinas, workshops e vivências gratuitas voltadas para moradores, artistas, produtores, agentes culturais e demais interessados.

As vagas são limitadas e a participação requer inscrição prévia em cada formação, com exceção da Oficina de Modelos, que será aberta ao público, sem limite de participantes. Ao longo de cinco dias, o Forma PE propõe uma imersão em diferentes linguagens artísticas e saberes tradicionais, fortalecendo a produção cultural no território do povo Xukuru do Ororubá.

“Ao levar oficinas e atividades gratuitas para diferentes municípios, o programa fortalece artistas, produtores e agentes culturais em seus próprios territórios, contribuindo para o desenvolvimento da cultura em todas as regiões do Estado”, destaca a diretora-geral do Festival Pernambuco Meu País, Carla Pereira.

A programação começa com o workshop “Território às Mãos: Vivência em Artesanato Xukuru”, ministrado por Edson Saraiva, na quarta (15) e quinta-feira (16), das 14h às 18h. A atividade apresenta técnicas tradicionais do artesanato Xukuru do Ororubá, a partir do uso de materiais naturais e da compreensão dos significados culturais e ancestrais presentes em cada peça. A vivência propõe uma experiência de troca de saberes, experimentação e valorização do fazer artesanal indígena.

Na quinta-feira (16), das 9h às 10h30, Maria Ferreira conduz a atividade formativa “Ritmo Ancestral – Circulação de Performance em Dança e Vivência Corporal”. A formação convida os participantes a experimentar movimentos inspirados nas culturas afro-brasileiras e nordestinas, estimulando consciência corporal, ritmo, criatividade e expressão em uma experiência prática e participativa.

Na sexta-feira (17), das 14h às 17h, será realizada a oficina “Gênero, Literatura e Memória”, ministrada por Bell Puã. A atividade propõe reflexões sobre identidade, gênero e narrativas do cotidiano, utilizando a literatura como ferramenta de expressão, memória e transformação. A partir de exercícios de leitura e escrita, os participantes serão convidados a trabalhar experiências pessoais e coletivas em um ambiente de escuta, criação e compartilhamento.

No sábado (18), das 9h às 13h, acontece a formação “Tingimento em Renda Renascença”, ministrada por Maria Ivoneide da Silva. A oficina apresenta técnicas de aplicação de cores em fibras, escolha de materiais e possibilidades de inovação estética na Renda Renascença. A proposta é oferecer ferramentas práticas para agregar valor às peças e ampliar oportunidades de renda, autonomia e inserção no mercado para artesãos e criativos.

Ler mais

Projeto celebra a cultura popular com programação junina em equipamentos culturais de Pernambuco

Da Assessoria

Assimilar o São João como um coração identitário do Nordeste move o projeto Cartografia Junina: Percursos de Memória e Celebração. Celebrando o legado das festividades do meio do ano até o sábado, dia 27 de junho, o projeto leva uma programação gratuita de cultura popular para equipamentos culturais do Recife, de Olinda e do Agreste pernambucano. Música, dança, religiosidade e tradições da vida comunitária compõem esse ciclo que se expande e se perpetua através das gerações.

Apresentações de quadrilhas, trios de forró pé de serra, bandas de pífano, grupos de bacamarteiros e cortejos estão entre os elementos reunidos pela iniciativa. O projeto é iniciativa do Governo de Pernambuco. A superintendente de Equipamentos Culturais da Fundarpe, Priscila Marques, aponta que os espaços se fortalecem como locais de encontro ao se abrirem para as celebrações do período junino e reforçam sua relação com o público.

“A ação integra a política de democratização do acesso à cultura desenvolvida pelo Governo de Pernambuco. Com atividades gratuitas e distribuídas em diferentes equipamentos culturais, a programação amplia as oportunidades de fruição cultural para públicos diversos, intensifica a circulação de artistas e grupos tradicionais e aproxima a população de espaços que preservam a memória e o patrimônio do estado”, destaca.

Após passagem pelo Museu do Estado de Pernambuco e pela Casa da Cultura, no Recife, e pelo Centro Cultural Casa de Câmara e Cadeia, no Brejo da Madre de Deus, a agenda do projeto segue após o São João, no dia 25 de junho, primeiro na Torre Malakoff, com pé de serra e quadrilha junina. Na sequência, no dia 26, vai para o Espaço Pasárgada, encerrando logo depois, no dia 27, com um Cortejo Junino em Olinda, que terá percurso entre o Museu Regional de Olinda (Mureo) e o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe).

Governo de Pernambuco abre editais com prêmios para artistas em quatro equipamentos culturais

Da Assessoria

O Governo de Pernambuco abriu os chamamentos públicos para seleção de projetos artísticos em quatro equipamentos culturais estaduais: o Observatório Cultural Torre Malakoff e o Teatro Arraial Ariano Suassuna, ambos em Recife; o Theatro Cinema Guarany, em Triunfo; e o Centro Cultural Casa de Câmara e Cadeia, em Brejo da Madre de Deus. Os editais contemplam diferentes linguagens e prazos de inscrição, mas têm em comum o pagamento de prêmio em dinheiro aos selecionados. As inscrições são feitas exclusivamente pelo Mapa Cultural.

Os chamamentos são conduzidos pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), gestora dos quatro espaços. As inscrições seguem ordem cronológica: Teatro Arraial (12/06) e Theatro Cinema Guarany (17), voltados a dança, teatro e circo; Torre Malakoff (19) e Casa de Câmara e Cadeia (26), para artes visuais. Os editais estão disponíveis no Mapa Cultural e no site Cultura PE.

Desde 2024, o Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, promove editais de ocupação e premiação para ativar os equipamentos culturais estaduais e ampliar oportunidades para artistas de diversas linguagens. “Em 2026, damos continuidade a esse trabalho com novos chamamentos e editais, fortalecendo o papel dos equipamentos culturais como espaços de criação, circulação e encontro entre a produção artística e a população”, afirma a gerente de ações culturais da Superintendência de Equipamentos Culturais da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.

Um dos destaques desta rodada é o primeiro edital de ocupação do Theatro Cinema Guarany, em Triunfo. “É mais uma iniciativa que amplia o alcance territorial dessa política e reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com a regionalização das ações culturais. Ao investir na ocupação qualificada dos equipamentos culturais estaduais, o Governo do Estado amplia oportunidades para artistas, grupos e coletivos, ao mesmo tempo em que oferece à população uma programação diversa e gratuita, promovendo acesso à cultura, ações formativas, intercâmbio de saberes e experiências de fruição artística. É uma política que fortalece a cadeia produtiva da cultura e reafirma os equipamentos culturais como espaços públicos de convivência, aprendizagem, criação e exercício da cidadania em todas as regiões do Estado”, prossegue Belém.

Cuscuz Gigante de Caruaru celebra neste domingo a tradição, comida boa e forró em mais uma edição

Junho já chegou acelerando o coração dos amantes do São João e trazendo boas notícias para os forrozeiros raiz: não vai ser preciso esperar até o fim do mês para entrar em clima de festança. Neste domingo (07), a partir das 13h, o Alto do Moura, em Caruaru, se prepara para mais uma edição do Maior Cuscuz do Mundo, evento que une gerações e, há anos, garantiu seu lugar na memória afetiva dos nordestinos.

O tradicional Cuscuz Gigante de Caruaru carrega três décadas de história e se tornou uma das celebrações mais populares da temporada junina em Pernambuco, atraindo tanto locais quanto turistas de diversas partes do Nordeste e do Brasil. A atração reúne caminhada, trio elétrico e muito forró, mas o maior destaque é o preparo e a distribuição do cuscuz. O alimento é feito em uma cuscuzeira de 4,2 metros, criada sob medida na Feira de Caruaru. Para chegar até a tampa e cozinhar, é preciso subir em uma escada.

O nascimento dessa prática é bastante peculiar. A ideia partiu do empresário José Augusto Soares em 1993. O caruaruense convidou alguns amigos para caminhar até o Alto do Moura e brincar o São João e, no final da jornada, pediu cuscuz para o grupo em um restaurante. Informados de que o prato não constava no cardápio, os colegas fizeram o mesmo percurso na semana seguinte e levaram um pacote de fubá para preparar a iguaria no estabelecimento. No ano seguinte, mais pessoas participaram da caminhada e Augusto teve a ideia de servir cuscuz a todos. Assim, com o passar do tempo, formou-se um legado que chegou a ser publicado no Guinness Book.

Reconhecendo tudo o que essa tradição representa, de afeto e identidade à valorização do turismo e da economia, a Grão Verde assume o posto de patrocinadora oficial do Cuscuz Gigante em 2026. A participação da marca na atividade simboliza o fortalecimento da sua conexão com a cultura e a memória do povo nordestino, através de um alimento emblemático que representa encontros, família e costumes que permanecem, de geração em geração.

Tradição, identidade nordestina e memória afetiva

Há 50 anos na mesa do nordestino, a Grão Verde foi fundada em Garanhuns e construiu sua trajetória firmada em suas raízes, na proximidade com o consumidor e no compromisso constante com qualidade e inovação. Ao longo desse meio século, a marca se tornou referência no ramo alimentício, expandindo sua atuação sem abrir mão da sua essência regional.

Ler mais

Globo faz especial de São João apenas com mulheres nordestinas

Da Assessoria

A Globo exibe neste sábado o programa “Só Elas”, apenas com cantoras, em celebração ao período junino. Além de Anastácia, conhecida como Rainha do Forró, a atração terá Letícia Bastos, Cristina Amaral e Sâmya Maia como convidadas, sob comando de Cíntia Barros e Adma Andrade. A exibição será após o programa “Altas Horas”.

Neste ano, o projeto da Globo Pernambuco terá uma versão mais intimista, com artistas que representam diferentes gerações do forró, que levam ao programa suas vozes, trajetórias e experiências na música. Consagrada como Rainha do Forró, Anastácia, é dona, ao lado de Dominguinhos, das marcantes “Eu só quero um xodó”, “Eu tenho sede” e “Sanfona sentida”.

Representante da nova geração, a cantora e compositora recifense Letícia Bastos ganhou destaque nacionalmente após participar do The Voice e, além da carreira autoral, tem feito sucesso na internet com releituras de forrós. Com mais de quatro décadas de carreira, Cristina é reconhecida como um dos principais nomes do gênero. Sâmya ganhou notoriedade como vocalista da Banda Magníficos, a qual integrou por 18 anos, e agora segue trajetória solo.

Para apresentar o programa, foram escaladas outras duas cantoras: Cíntia Barros e Adma Andrade. Ex-integrante da Banda Luará, Cíntia tem mais de 20 anos de carreira artística e acumula parcerias e apresentações ao lado de nomes consagrados da cena pernambucana. Adma também foi participante do The Voice e está atualmente à frente da banda Limão com Mel.

Em um encontro marcado por música, afeto, histórias e representatividade, o projeto mostra o talento de artistas de diferentes gerações e a importância da presença feminina nos palcos. Ao redor de uma mesa repleta de quitutes juninos, elas entoam clássicos do período, como “Feira de Mangaio”, de Sivuca e Glorinha Gadelha, “Pagode russo”, de Luiz Gonzaga e João Silva, e “Verdadeiro amor”, de Washington Marcelo, sucesso da Banda Magníficos, e já mencionada “Só quero um xodó”.

Festejos estão no calendário de 94% dos municípios e geram emprego e renda, revela estudo

Cerca de 94% dos Municípios informaram existir festejos no calendário local. O dado faz parte de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) que ouviu 1.515 municípios, dos 5.569. A Confederação divulgou o resultado do levantamento nesta segunda-feira (1º), mês tradicionalmente marcado pelos festejos juninos.

De acordo com a pesquisa, as festividades juninas são realizadas por 90% dos entrevistados. Além de reforçar a identidade cultural brasileira, esses festejos representam uma das principais estratégias de promoção da cultura, desempenhando um importante papel na preservação das tradições e geração de impactos econômicos, já que mobilizam cadeias produtivas, geram emprego e renda e fortalecem o turismo local.

Outros eventos como os cívicos, estão presentes em 91% dos entrevistados, os religiosos acontecem em 90% das localidades, seguidos pelos festejos regionais (72%) e folclóricos (69%), e os agropecuários (49%), que estão presentes no calendário de metade dos municípios brasileiros.

Execução 

A CNM questionou os municípios acerca do papel da Prefeitura na execução das festividades, seja através de recursos financeiros, da cessão de espaços físicos ou do recebimento de transferências para essa finalidade. A Confederação constatou que nove a cada 10 municípios aplicam recursos públicos nos festejos e que, considerando a faixa de recursos investidos, dois a cada três municípios (67%) investem pelo menos R$ 100 mil para a sua realização.

O estudo observou ainda que entre os principais efeitos observados destacam-se a expansão do turismo e do comércio, além da boa avaliação por parte da população. Cerca de 74% dos municípios indicaram a geração de empregos como um dos benefícios associados à realização de eventos, enquanto 73% apontaram a elevação da arrecadação municipal.

“Esses resultados evidenciam que as festividades desempenham um papel relevante na dinamização das atividades econômicas locais, ampliando a circulação de renda especialmente em setores como comércio, serviços e turismo. Por outro lado, evidencia a necessidade de planejamento e transparência na aplicação dos recursos destinados às festividades”, avalia o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

Confira aqui o estudo na íntegra.

Funcultura abre inscrições de edital voltado para jovens de baixa renda

Jovens de 18 a 29 anos de baixa renda que desejam realizar alguma ação de cultura ou arte no seu coletivo ou comunidade podem se inscrever, a partir desta quarta-feira (22), no edital Funcultura Microprojeto Cultural.

Podem concorrer grupos, coletivos, artistas e/ou agentes culturais das culturas tradicionais, cultura popular, hip hop, LGBTQIAPN+, comunidades de imigrantes, além de culturas diversas – refugiados, povos indígenas, quilombolas, ciganos e grupos socioculturais afins.

Com valor total de R$ 780 mil, o edital é gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). As inscrições seguem abertas até às 16h59 do dia 21 de maio, pela plataforma Mapa Cultural (mapacultural.pe.gov.br).

Os projetos incentivados poderão abranger diversas linguagens culturais, como:

  • Música;
  • Artes visuais;
  • Audiovisual;
  • Performance;
  • Teatro;
  • Dança;
  • Circo;
  • Moda;
  • Design;
  • Fotografia;
  • Literatura;
  • Patrimônio cultural material e imaterial;
  • Cultura digital;
  • Comunicação;
  • Cultura urbana;
  • Gastronomia.

Os projetos incentivados poderão desenvolver ações de criação, produção, fruição e difusão de expressões artísticas e culturais, ações culturais ou eventos, processos de articulação de redes e fóruns coletivos em torno de temas da cultura.

Também podem ser propostas iniciativas de gestão de espaços culturais ou arranjos coletivos culturais, ou aquelas relacionadas à economia solidária ou economia da cultura, à criação de produtos culturais, de ações de formação e de pesquisa cultural.

Podem participar do Funcultura Microprojeto Cultural produtores culturais, pessoas físicas ou pessoas jurídicas que morem em Pernambuco há pelo menos 1 ano e que estejam regulares e ativos no Cadastro de Produtores Culturais.

Além disso, os participantes devem ter renda mensal de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

O valor máximo que pode ser captado por projeto é de R$ 20 mil e cada proponente pode lançar no máximo 2 propostas.

Tipos de projetos

O Funcultura Microprojeto Cultural visa abranger iniciativas destinadas à diversidade, que contemplam manifestações voltadas à construção e afirmação de identidades de gênero, raça e etnia, com o objetivo de trazer a reflexão, promoção e projeção de populações específicas.

Além disso, tem como objetivo valorizar as culturas das periferias, com projetos que trabalhem manifestações de rua, com elementos do hip hop, batalha de rima/freestyle, dança, cultura digital, grafite, DJing, brega funk, passinho e outras expressões.

Também é possível propor iniciativas de incentivo à leitura, que possibilitem formação, fortalecimento e ampliação de práticas leitoras e da criação literária, além da aproximação do público com escritores, em qualquer gênero, estilo e formato.

Governo de Pernambuco abre inscrições para edição 2026 do Concurso de Patrimônio Vivo

A cultura popular de Pernambuco se sustenta na continuidade dos saberes que atravessam gerações e permanecem vivos através do ofício de mestres e artistas do sertão ao litoral. É a partir deste entendimento e reconhecendo a centralidade das manifestações populares que o Governo de Pernambuco, através da Fundarpe e Secult-PE, lança o 21º Concurso de Registro do Patrimônio Vivo. O edital abriu as inscrições no dia 6 de abril e segue até o próximo dia 30.

Mais do que um reconhecimento simbólico, o registro do Patrimônio Vivo garante bolsas de incentivo financeiro a mestres, mestras e grupos culturais, contribuindo com a salvaguarda dos modos de fazer e práticas tradicionais que estruturam a identidade pernambucana. Em 2026, os valores foram atualizados para R$ 2.479,41 para pessoa física e R$ 4.958,85 para pessoa jurídica, reforçando o compromisso do Estado com a manutenção dessas trajetórias.

Ao longo dos anos, o concurso vem se consolidando como uma das principais políticas públicas de salvaguarda da cultura popular em Pernambuco, com a seleção de até dez novos Patrimônios Vivos a cada edição.

Podem concorrer pessoas físicas e grupos, com ou sem CNPJ, que comprovem atuação e residência em Pernambuco há pelo menos 20 anos, além de trajetória consolidada na cultura tradicional ou popular e capacidade de transmissão de seus conhecimentos a novas gerações. As inscrições devem ser realizadas única e exclusivamente através da plataforma do Mapa Cultural de Pernambuco.

Edição mais acessível e inclusiva

A edição de 2026 marca um avanço importante no fortalecimento do concurso enquanto política pública, com mudanças que ampliam o acesso, a participação e o reconhecimento das especificidades da cultura popular. Em um estado onde a cultura se perpetua na prática diária, ouvindo, observando e fazendo, o reconhecimento também começa a se adaptar às formas de expressão dos seus mestres.

A principal novidade é a possibilidade de inscrição em formato semi-oral, permitindo que candidatos e candidatas realizem a apresentação e defesa de suas trajetórias por meio de vídeo, sem a obrigatoriedade de elaboração de um texto escrito. Não há exigências quanto aos meios de produção: o material pode ser gravado com recursos acessíveis, como o próprio celular, ampliando o alcance da política.

“Quando incorporamos a possibilidade de inscrição em vídeo, estamos reconhecendo que muitos dos nossos mestres e mestras têm na oralidade a base do seu conhecimento. Isto é uma ampliação real de acesso e de escuta”, destaca a presidente da Fundarpe, Renata Borba. “O concurso de Patrimônio Vivo se consolida como uma política pública essencial para Pernambuco e reforça o compromisso da gestão Raquel Lyra com a valorização da diversidade cultural do nosso Estado”.

Outra mudança é a retomada da etapa de defesa das candidaturas, que poderá ser realizada de forma presencial ou on-line, a critério dos candidatos. Suspensa durante o período da pandemia da Covid-19, a etapa retorna como opção, fortalecendo o caráter público e dialógico do processo.

Ler mais

Lei estadual estabelece cota de contratações para artistas locais

Uma nova lei estadual, promulgada no dia 2 de abril, reserva 60% das vagas de eventos realizados pelo governo do estado para a contratação de artistas e grupos locais que expressem a cultura pernambucana. Originada de projetos dos deputados estaduais Luciano Duque e Coronel Alberto Feitosa, a medida prevê ainda que, no mínimo, 20% dos recursos públicos sejam alocados para manifestações culturais da terra.

A lei altera a anterior, de nº 14.679, publicada em 2012, que buscava ampliar o alcance de eventos realizados pelo Estado e definir o que seria considerado artista local. A norma define ainda que, durante o período de São João, o percentual será de 50% de cota de vagas para expressões artísticas e grupos locais, com os recursos destinados especificamente a projetos que representem o forró e as matrizes regionais.

O deputado Luciano Duque afirmou que o objetivo da mudança é resgatar e valorizar a história musical do estado. “O que acontece no Brasil inteiro hoje é que grandes nomes do sertanejo, por exemplo, se apresentam basicamente com recursos públicos e, muitas vezes, as prefeituras e o estado carecem de investimento para outros setores, justamente porque se gasta uma exorbitância de valores com festas gigantescas”, disse. “Nós temos que colocar em debate para onde está indo esse dinheiro e, apesar do assunto incomodar, porque todo mundo quer fazer a sua festa, há muitas pessoas na Assembleia hoje querendo discutir essa questão”.

Duque prosseguiu enfatizando o tópico da responsabilidade fiscal. “A gente sabe que a juventude gosta desses artistas grandes, mas não tenho problema em dizer que o povo não vive de festa. Então, a gente precisa destinar esses recursos de maneira responsável”, reforçou. Não cabem no orçamento público esses investimentos em um grupo pequeno de artistas e, no final, sobra pouco ou, às vezes, quase nada para contratar o artista da própria terra. “Os municípios não podem empobrecer com o enriquecimento de grupos de fora”.

Ler mais

Paixão de Cristo de Nova Jerusalém: Uma experiência imersiva no maior teatro a céu aberto do mundo

Da Assessoria

Para quem busca um destino que une cultura, fé e um espetáculo visual que surpreende e encanta o público desde 1968, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é um programa obrigatório para os feriados da Semana Santa deste ano.

Na temporada que começa neste sábado (28), e vai até o dia 4 de abril, o público terá mais uma vez a oportunidade de mergulhar em uma experiência imersiva, assistindo a uma encenação realizada em nove palcos-plateia monumentais na cidade-teatro localizada no município do Brejo da Madre de Deus, a 180 km do Recife.

Os cenários estão espalhados por uma área de 100 mil metros quadrados, cercados por muralhas de pedra granítica e torres imponentes que reproduzem com fidelidade a arquitetura judaica e romana da Jerusalém de 2 mil anos atrás, proporcionando uma verdadeira viagem aos tempos de Jesus.

Imersos nesse ambiente mágico da cidade-teatro, os espectadores são contagiados pela emoção que brota da história mais marcante da humanidade que, na peça teatral, tem início com a cena do Sermão da Montanha e termina com a magistral ascensão de Jesus aos céus.

Este espetáculo fascinante, que atrai anualmente cerca de 60 mil pessoas de todo o planeta, alcança sua 57ª edição com uma carga emocional ainda mais intensa devido à celebração do centenário de nascimento do idealizador e construtor da cidade-teatro, Plínio Pacheco.

Além disso, a grande novidade para 2026 será o uso de tecnologia de última geração e efeitos especiais inéditos, que prometem revolucionar a cena final da ascensão com um realismo impressionante. Pela primeira vez, Jesus ascenderá aos céus até desaparecer, elevando ainda mais o impacto emocional e visual do desfecho. Até a edição passada, na ascensão, que sempre foi uma das cenas mais aplaudidas, Jesus subia apenas alguns metros acima do cenário.

Sob a direção de Lúcio Lombardi e a coordenação geral de Robinson Pacheco, a mega peça teatral conta com um elenco de peso da dramaturgia nacional, trazendo Dudu Azevedo no papel de Jesus, acompanhado por Beth Goulart (Maria), Marcelo Serrado (Pilatos) e Carlo Porto (Herodes). Eles atuam ao lado de centenas de figurantes e talentosos artistas pernambucanos, que trajam cerca de 2 mil figurinos produzidos a partir de rigorosa pesquisa histórica e confeccionados com riqueza de detalhes.

Para chegar à cidade-teatro de Nova Jerusalém, o acesso de carro é facilitado por estradas bem conservadas e sinalizadas. Contudo, a maioria dos turistas opta pela comodidade de adquirir pacotes de agências de turismo que oferecem transporte em vans e ônibus saindo do Recife e de outras cidades da região.

Os ingressos para a temporada 2026 já estão disponíveis e podem ser adquiridos através do site oficial: www.novajerusalem.com.br

Veja os valores:

  • Dia 28 de março e 03 de abril (Sexta-feira Santa): R$ 220,00 (Inteira) / R$ 110,00 (Meia);
  • Dia 29 de março e 04 de abril: R$ 200,00 (Inteira) / R$ 100,00 (Meia);
  • Dia 30 de março a 02 de abril: R$ 180,00 (Inteira) / R$ 90,00 (Meia).

Com 1,5 bilhão de dados, IBGE abre novo centro de estudos e pesquisas no Recife

A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), inauguraram, na tarde desta terça-feira (24), a unidade da Casa Brasil IBGE Fundaj – Recife, instalada no Campus Gilberto Freyre, no bairro de Casa Forte, na Zona Norte da capital. O espaço foi aberto ao público com a proposta de ampliar o acesso a dados estatísticos e geocientíficos e fortalecer a integração entre pesquisa acadêmica e sociedade.

A cerimônia contou com a presença do presidente do IBGE, Márcio Pochmann, e da presidenta da Fundaj, Márcia Angela Aguiar. A iniciativa integrou a estratégia de expansão da rede Casa Brasil IBGE no Nordeste.

Estrutura

A nova unidade oferece ao público totens interativos, computadores para pesquisa, mapas e uma variedade de produtos voltados à disseminação do acervo digital do IBGE. As plataformas do instituto reúnem cerca de um trilhão de variantes e 1,5 bilhão de dados, disponíveis para consulta pública e uso em estudos, políticas públicas e atividades educacionais.

Além do acesso às bases de dados, o espaço foi estruturado para sediar ações de formação, exposições e atividades educativas. A proposta foi integrar a Casa Brasil à dinâmica acadêmica e cultural da Fundaj, ampliando a circulação do conhecimento sobre o país, com foco nas realidades do Nordeste.

O ambiente também foi concebido como uma experiência multimídia, com recursos como piso interativo em backlight, telão de LED e visualizações digitais que traduzem dados estatísticos em linguagem acessível. O espaço destaca ainda a história e as perspectivas do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, cuja próxima edição tem previsão de coleta em campo no primeiro semestre de 2027.

A unidade exibe mapas históricos e conteúdos sobre operações censitárias, promovendo o diálogo entre estatísticas oficiais e pesquisas sociais. A proposta inclui ainda a integração de estudantes, pesquisadores e gestores aos acervos do IBGE e da Fundaj, inserindo o equipamento no circuito cultural e educativo da instituição.

Outras unidades

Com a inauguração, o país passa a contar com cinco unidades da Casa Brasil IBGE em funcionamento. Até então, apenas duas estavam localizadas no Nordeste, sendo uma no Recife, na Sudene, e outra em Fortaleza (CE). As demais unidades ficam no Sudeste, no Rio de Janeiro e em Juiz de Fora (MG), e no Norte, em Belém (PA).

A Casa Brasil IBGE Fundaj – Recife passa a funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h, com acesso gratuito ao público.