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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anulou o edital que convocava candidatos da segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU 2) para ocupar 544 vagas remanescentes em órgãos federais. A revogação foi publicada nesta terça-feira (06), no Diário Oficial da União. Um novo edital de convocação, com listas refeitas, deve sair até o fim de outubro.
De acordo com o MGI, a anulação foi motivada por uma inconsistência nos dados de três das 544 vagas informadas pelos órgãos participantes. Embora o problema atinja poucas vagas, o modelo do concurso unificado faz com que o erro possa afetar candidatos de outros cargos. Isso porque, no CNU, cada participante concorre ao mesmo tempo a várias posições e a mudança em uma vaga pode, em tese, alterar toda a cadeia de convocações.
Por prudência, segundo o ministério, a opção foi revogar o edital por completo em vez de corrigir apenas as três vagas com problema.
O que acontece agora
O MGI está consultando novamente todos os órgãos e entidades que participam do CNU 2 para confirmar quais vagas remanescentes estão, de fato, disponíveis. Depois dessa checagem, os resultados da convocação serão reprocessados e novas listas de candidatos chamados serão geradas.
Na prática, quem apareceu como convocado no edital anulado não tem a vaga garantida. A nova lista, portanto, pode trazer nomes diferentes. Da mesma forma, candidatos que ficaram de fora podem ser incluídos após o reprocessamento.
A previsão do ministério é publicar, o Diário Oficial da União, o novo edital de convocação até o fim de outubro.



