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Faltando três semanas para deixar a presidência, Jair Bolsonaro resolveu trocar o secretário especial de Cultura, cargo que em seu governo já passaram luminares como Regina Duarte, Roberto Alvim, Mario Frias e, desde abril, era comandada por Hélio de Oliveira.
Nomeou o bolsonarista raiz André Porciuncula, de acordo com o Diário Oficial de hoje.
Porciuncula era um dos braços-direitos de Frias desde 2020. Atuou como secretário de Fomento e Incentivo, cuidando de uma das obsessões do bolsonarismo, a Lei Rouanet.
Tentou ser deputado federal pela Bahia, usando o nome de Capitão André Porciuncula, mas o povo baiano lhe negou votos para ser eleito.
Em outubro, depois da derrota eleitoral, Bolsonaro o havia nomeado como adjunto da secretaria da qual agora será o titular por 24 dias. Pelo tempo que tem pela frente, espera-se que não consiga arrasar mais ainda o setor. Mas todo o cuidado é pouco.



