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A liberação do saldo retido no FGTS beneficiou 12,6 milhões de trabalhadores, injetando R$ 12,4 bilhões na economia, segundo a Caixa. Destes, R$ 11,3 bilhões foram sacados por 10,8 milhões de pessoas, com 86% recebendo diretamente em conta. A medida provisória que permitia o saque para demitidos entre 2020 e 2025 perdeu validade, evitando impacto nas contas do Fundo.
A autorização da retirada do FGTS para quem que aderiu à modalidade de saque-aniversário, foi demitido e ficou com o saldo retido na conta beneficiou 10,8 milhões de trabalhadores.
A medida injetou na economia R$ 11,3 bilhões, segundo balanço da Caixa Econômica Federal. Desse total, 86% receberam os recursos automaticamente na conta bancária previamente cadastrada pelo trabalhador no aplicativo FGTS.
Antes da decisão do governo, a expectativa era beneficiar 12,6 milhões de trabalhadores e liberar R$ 12,4 bilhões, segundo balanço da Caixa Econômica Federal.
Do total disponibilizado, cerca de R$ 11,3 bilhões foram efetivamente sacados por 10,8 milhões de trabalhadores.
A autorização do saque beneficiou trabalhadores demitidos entre janeiro de 2020 e fevereiro de 2025. Os cotistas que aderem a essa modalidade ficam com o saldo retido por dois anos, em caso de demissão. A trava tem por objetivo evitar que a saída de recursos afete as contas do FGTS como um todo.
O saque extraordinário consta da medida provisória (MP 1.290), editada em 28 de fevereiro e que perdeu a validade na última terça-feira. O cronograma de pagamento começou em março e terminou no fim de junho.
O plano do governo, com apoio do setor da construção foi deixar a proposta perder a validade para evitar a inclusão de novas possibilidades de saque, o que poderia prejudicar a sustentabilidade das contas do Fundo.



