Responsável por portal acusa Frente Popular de “mostrar” panfleto em foto antiga da sua casa

Um dos responsáveis pelo perfil bastidor.pe, Rodrigo Ambrósio reagiu, nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal investiguem a suspeita de produção e distribuição de panfletos contra a governadora Raquel Lyra (PSD). No vídeo, ele disse que não tem gráfica e o muro onde o cartaz teria sido encontrado é da sua a residência, mas com imagem de 2020. Na postagem, ele mostra o muro pintado em 2024. Rodrigo acusa a Frente Popular de ter manipulado o material para culpa-lo.

“Não tenho gráfica e nunca tive. O endereço que estão mostrando como se fosse uma grande descoberta é simplesmente o da minha casa. O muro que está sendo exibido em vídeos por aí é o muro da minha residência. Só que de 2020. Maliciosamente tiveram a criatividade de procurar uma parede minha em 2020 para dizer que aquela era a parede onde tinha sido colado um ataque à governadora Raquel Lyra. E isso é inadmissível”, disse Rodrigo Ambrósio.

Ele também negou que conheça Amisadai Andrade da Silva, apontado como coordenador do “gabinete do ódio” criado para desidratar a candidatura de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. “Também estão tentando me associar a uma pessoa chamada Amisadai. Eu não conheço e nunca tive qualquer relação com ele. Mas o que mais me preocupa não é o ataque pessoal contra mim. Eu sou uma pessoa só, um cidadão, isso vai passar. O que me preocupa de verdade é o precedente. Essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”, enfatizou.

Rodrigo segue falando que “essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”. “A campanha de ódio saiu do digital, foi para s rua e voltou para o digital, agora com ar de denúncia para quem denunciou”, disparou.

Sobre o bastidor.pe, Rodrigo Ambrósio garantiu que se trata de “um projeto independente”. “O portal não depende de financiamento para determinar o que publica, é um trabalho voluntário que conta com a participação de diversos colaboradores ocasionais, justamente para divulgar informações, trazer questionamentos e acima de tudo fiscalizar quem exerce o poder. O jornalismo pode ser criticado, uma reportagem pode e deve ser contestada se houver algum erro, faz parte. O que não é aceitável é inventar relações, inventar imagens, distorcer fatos e pior ainda, autoridade fazendo isso”, disse.