Apac emite alerta para o Sertão, mas chuva é abaixo do previsto

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) lançou, neste domingo (21) à noite, um alerta de “Estado de Observação” para possibilidade de chuvas moderadas e, pontualmente, fortes para o Sertão do Araripe e Central.

A previsão era para a noite do próprio domingo e madrugada e manhã desta segunda (22). A intensidade, no entanto, foi bem abaixo, conforme o painel de monitoramento de chuvas acumuladas da Apac.

Às 7h desta segunda-feira, o município do Sertão pernambucano com maior acúmulo, nas últimas 12 horas, foi Afrânio, com 14,04mm, e Triunfo, com 13,07mm. Ambas abaixo do parâmetro que indica “Estado de Observação”.

O município do estado que mais choveu nas últimas 12h foi Tamandaré, na Zona da Mata Sul, com 30,05mm, acúmulo de água que entra na categoria de severidade “Moderada”, que é entre 30mm e 50mm.

Verão quente e de chuvas abaixo da média: veja as tendências para a estação que começa neste domingo

Verão deve ser marcado por temperaturas acima da média e menos chuvas do que o normal. — Foto: Pexels

G1

A estação mais quente do ano começa neste domingo (21) e promete ser de chuvas um pouco abaixo da média e temperaturas mais altas do que o normal em boa parte do país, segundo a Climatempo.

O verão tem início às 12h03 (horário de Brasília) deste domingo e se estende até as 11h45 do dia 21 de março de 2026.

Caracterizado pela elevação da temperatura em todo o país, no verão os dias se tornam mais longos do que as noites e as mudanças rápidas nas condições do tempo são comuns.

Segundo os meteorologista, este verão não deve ter influência de fenômenos climáticos como o El Niño e o La Niña.

“O episódio de La Niña que predominou na primavera vai terminar até o fim de janeiro de 2026. Assim, a maior parte do verão 25/26 será em modo de neutralidade no oceano Pacífico Equatorial”, explica a meteorologista da Climatempo, Josélia Pegorim.

Mas um outro sistema deve ter muito impacto no clima no Brasil ao longo do verão: a Alta Pressão Subtropical do Atlântico Sul (ASAS).

A Alta Pressão Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) é um grande anticiclone, isto é, uma região na atmosfera onde a circulação dos ventos é anti-horária. Ela se localiza permanentemente entre o Brasil e a África e faz parte da circulação atmosférica global.

O sistema influencia o clima em parte do Brasil durante todo o ano, mas, quando está mais próximo do que o normal do país, as regiões Sudeste, parte do Nordeste e do Centro-Oeste têm redução nas chuvas.

Quando essa aproximação acontece no verão, as principais consequências são:

  • Estação mais quente que o normal, com maior ocorrência de veranicos e até ondas de calor;
  • Deficiência de chuva em muitas áreas do país.

“Como todo sistema de alta pressão atmosférica, o ASAS deixa o ar mais seco, o que reduz a nebulosidade e as condições para a chuva”, detalha Josélia.

Ler mais

2025 deve ser o segundo ano mais quente da história

O ano de 2025 deve ser o segundo mais quente já registrado, empatado com 2023, após o recorde histórico de 2024, informou nesta terça-feira (09), o observatório do clima europeu Copernicus. Os dados do observatório europeu confirmam que as temperaturas mundiais excederão em 1,5ºC os níveis pré-industriais, o limite considerado seguro pelo Acordo de Paris de 2015.

As temperaturas subiram, em média, 1,48ºC entre janeiro e novembro, ou “atualmente empatado com 2023 como o segundo ano mais quente já registrado”, segundo a atualização mensal do observatório.

“A média de três anos para 2023-2025 está a caminho de superar 1,5ºC pela primeira vez”, afirmou em comunicado Samantha Burgess, estrategista climática do Copernicus.

“Estes marcos não são abstratos, refletem o ritmo acelerado das mudanças climáticas e a única forma de mitigar futuros aumentos de temperatura é reduzir rapidamente as emissões de gases do efeito estufa”, acrescentou.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou em outubro que o mundo não conseguiria manter o aquecimento abaixo de 1,5ºC nos próximos anos.

O mês passado foi o terceiro novembro mais quente já registrado, com a média de 1,54ºC acima dos níveis pré-industriais, segundo o Copernicus.

“O mês foi marcado por vários eventos climáticos extremos, incluindo ciclones tropicais no sudeste asiático, que provocaram inundações extensas e catastróficas e perdas de vidas”, indicou o observatório.

As Filipinas foram atingidas por tufões consecutivos que mataram quase 260 pessoas em novembro, enquanto Indonésia, Sri Lanka, Tailândia e Malásia sofreram inundações mortais em dezembro.

O Copernicus faz suas medições com bilhões de leituras de satélite e de dados meteorológicos, tanto em terra como no mar, e seus dados remontam a 1940.

A seca extrema avança em Pernambuco, segundo levantamento nacional

A seca avançou em Pernambuco no mês de outubro. É o que aponta a última atualização do Monitor de Secas, levantamento realizado mensalmente pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

Em relação a setembro, o nível de intensidade “Seca extrema” ampliou sua área de atuação no Sertão do estado.

No monitoramento do mês anterior, apenas uma estreita faixa no extremo Sertão tinha a classificação da seca como extrema: toda a divisa com o estado do Piauí e um pequeno trecho com a Bahia, de Araripina a Petrolina.

Neste último monitoramento, área apresenta um avanço na região, chegando a englobar Santa Maria da Boa Vista e Ouricuri.

Outra alteração negativa em relação ao mês de setembro foi o aparecimento da seca com intensidade fraca em trecho do Agreste, na divisa com Alagoas, alcançando parte de Bom Conselho e Águas Belas.

Chuvas intensas: Inmet emite alerta amarelo para o final de semana em Pernambuco

O Inmet renovou nesta semana o alerta amarelo de chuvas fortes em Pernambuco, válido para esta sexta-feira (05), sábado (06) e domingo (07) de dezembro. O aviso abrange municípios do Sertão, Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana do Recife (RMR), indicando risco de chuvas intensas e possíveis transtornos urbanos.

Segundo o instituto, o alerta amarelo indica volumes de chuva entre 20 e 30mm por hora ou até 50mm em 24 horas. Em áreas urbanas, o excesso de água pode gerar alagamentos em ruas e avenidas, enquanto regiões de encostas podem registrar pequenos deslizamentos.

O Sertão e Agreste merecem atenção especial. Municípios como Águas Belas, Floresta, Petrolândia, Serra Talhada e São José do Belmonte aparecem entre os mais vulneráveis, com possibilidade de chuvas intensas e ventos fortes. Já a Zona da Mata e o litoral, incluindo Recife e cidades próximas, podem enfrentar pancadas de chuva, principalmente à tarde e à noite.

Mesmo nas áreas onde o alerta não indica alto risco, meteorologistas recomendam cautela. A combinação de chuva forte com drenagem deficiente aumenta o potencial de transtornos urbanos, como ruas alagadas, bloqueio de vias e interrupção do transporte.

A previsão do tempo indica que a instabilidade deve persistir durante todo o final de semana. Sexta-feira deve ter chuvas mais intensas em várias regiões, seguidas de pancadas de chuva isoladas no sábado. Domingo deve alternar períodos de sol e nuvens, mas ainda há risco de precipitação.

Autoridades de defesa civil reforçam a importância de acompanhar os boletins do Inmet e da Apac, especialmente em bairros com histórico de alagamentos ou próximos a morros e encostas. A orientação é evitar deslocamentos desnecessários durante os períodos de maior concentração de chuvas e adotar medidas de prevenção em residências localizadas em áreas de risco.

Ministério da Saúde prepara ação em 4 frentes contra médicos que faturam com conteúdos antivacina

https://www.estadao.com.br/resizer/v2/NRYQNNEHL5CSPKJYDXANFCGDHA.jpg?quality=80&auth=427a6ee58378d48625807d887f9619255ac4aeaa69f7e9dd4ab36cee81ee2cfa&width=347&height=195&smart=true

Estadão

O Ministério da Saúde prepara medidas em quatro frentes contra médicos que têm postado conteúdos “antivacina” nas redes sociais e faturado com a venda de cursos, consultas e tratamentos sem comprovação científica. Entre as ações, está a representação criminal na Justiça contra esses profissionais.

Pela manhã, o ministro Alexandre Padilha já havia ido às redes sociais anunciar que, em conjunto com a Advocacia-Geral da União (AGU), adotaria “medidas cabíveis” contra a difusão do que esses médicos chamam de “síndrome pós-spike” ou “spikeopatia”, em relação a vacina de RNA mensageiro (mRNA), usada durante a pandemia de Covid-19.

Padilha afirmou que a conduta desse profissionais é a “mistura do negacionismo com a ganância” e que a partir desta segunda-feira a pasta iniciará os procedimentos legais.

“Primeiro, ao lado da AGU, vamos entrar com uma representação junto ao Conselho Regional de Medicina. Segundo, entraremos com ação civil pública, porque esses profissionais afrontam o direito à saúde por propagar desinformação. Isso pode levar a indenizações por ferir direitos coletivos”, afirmou Padilha.

“Terceiro, vamos entrar com ação criminal em face da venda de tratamentos falsos, a partir do que é considerado crimes de saúde pública. Quarto, a AGU já está analisando notificação extrajudicial junto às plataformas digitais, para retirar de imediato conteúdos de venda de cursos, venda de materiais, propagação de informação mentirosa sobre vacinas e sobre saúde”, completou Padilha.

Entenda o caso

Conforme mostrou o Estadão Verifica, médicos que somam mais de 1,6 milhão de seguidores nas redes sociais afirmam ter descoberto em um estudo uma intoxicação por vacinas de mRNA com sintomas a longo prazo.

Eles vendem a ideia de que seria possível tratar a “spikeopatia” com um protocolo não comprovado cientificamente. Os cursos divulgados por eles custam até R$ 685, e uma consulta particular chega a R$ 3,2 mil.

Ler mais

2025 será o segundo ou o terceiro ano mais quente já registrado, alerta ONU

https://www.estadao.com.br/resizer/v2/433VLF5JLZCOJPE6MOSPSZJOCI.jpg?quality=80&auth=17f705642ab38aa6177711340a93e978acde3d7478d50cda80fd16d2db44a6ae&width=347&height=195&smart=true

Com informações da AFP

A agência meteorológica e climática da ONU disse nesta quinta-feira (06), que 2025 está prestes a se tornar o segundo ou o terceiro ano mais quente já registrado, mantendo a tendência de aquecimento extremo que vem se consolidando na última década.

Em relatório publicado às vésperas do início da COP-30, em Belém do Pará, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) advertiu que as concentrações de gases de efeito estufa atingiram máximos históricos, o que provocará um aumento do calor no futuro.

“Esta sequência sem precedentes de altas temperaturas, combinada ao aumento recorde dos níveis de gases de efeito estufa no ano passado, deixa claro que será praticamente impossível limitar o aquecimento global a 1,5°C nos próximos anos sem superar temporariamente este objetivo”, afirmou, em um comunicado, Celeste Saulo, diretora da OMM.

Os acordos climáticos de Paris de 2015 tinham como meta limitar o aquecimento global muito abaixo dos 2ºC em relação aos níveis pré-industriais, e a +1,5°C se fosse possível.

Saulo insistiu em que, embora a situação seja grave e este limite possa ser superado temporariamente, “a ciência é igualmente clara quanto a que ainda é totalmente possível e essencial reduzir as temperaturas a 1,5°C até o fim do século”.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, insistiu no que está em jogo. “Cada ano que se supere o 1,5ºC afetará as economias, agravará as desigualdades e causará danos irreversíveis”, afirmou no relatório.

“Devemos agir agora, com grande rapidez e em grande escala, para que o excesso seja o menor, breve e seguro possível, e para que as temperaturas voltem a se situar abaixo de 1,5°C antes de que o século termine”, ressaltou.

O mundo, no entanto, segue muito longe de alcançar esses objetivos. Segundo a OMM, os últimos 11 anos, entre 2015 e 2025, serão os onze anos mais quentes desde que começaram os registros, há 176 anos.

E 2023, 2024 e 2025 ocupam as primeiras posições dessa classificação. Em seu informe, a OMM informou que a temperatura média perto da superfície – cerca de dois metros acima dela – nos primeiros oito meses deste ano ficou 1,42°C acima da média pré-industrial.

As concentrações de gases do efeito estufa, que retêm o calor na atmosfera e o calor dos oceanos, também seguiram aumentando este ano acima dos níveis que já eram recorde em 2024, ressaltou.

Ler mais

Sertão de Pernambuco atinge 41°C nesta quarta-feira; demais regiões mantêm tempo firme e seco

O calor aumenta e o Sertão de Pernambuco volta a registrar temperaturas escaldantes de até 41 °C nesta quarta-feira (05), segundo dados do Inmet e da Apac.

A massa de ar seco mantém o tempo firme em todo o estado, sem previsão de chuva até o domingo (09).

O Instituto Nacional de Meteorologia mantém o alerta de perigo potencial para baixa umidade, que chega a 15% em áreas como Serra Talhada e Petrolina, valores que exigem atenção com a hidratação e exposição prolongada ao Sol.

Litoral e Agreste com sol e calor moderado

Nas regiões da Mata e Metropolitana, o Sol predomina e a temperatura varia entre 22°C e 29°C em Recife. No Agreste, os termômetros oscilam de 17°C a 32°C, com umidade mínima próxima de 40%.

A Apac reforça que o período continua sob influência de sistemas de ar seco típicos da primavera, o que reduz a chance de precipitações.

A umidade cai a 15% em cidades do Sertão, segundo o Inmet. Já a Apac prevê tempo estável em todas as regiões do estado até o fim de semana.

Sertão de Pernambuco pode enfrentar até 40 °C na sombra na próxima semana, alerta Apac

O calor intenso e o tempo seco continuam castigando o Sertão de Pernambuco. Segundo alerta da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), as temperaturas podem chegar a 40 °C na sombra na próxima semana, elevando ainda mais o risco de problemas de saúde relacionados ao calor excessivo e à baixa umidade do ar.

A meteorologista, Aparecida Fernandes, informou que, nos últimos dias, os termômetros têm registrado máximas entre 34 °C e 36 °C no período da tarde, com tendência de agravamento. A Apac emitiu um alerta de baixa umidade para o Sertão, especialmente em regiões com maior incidência de sol direto e pouca vegetação.

A preocupação se estende à umidade relativa do ar, que pode cair para menos de 20%, principalmente em áreas com pavimentação e concreto, como cidades e zonas urbanas. Níveis tão baixos de umidade são classificados como estado de atenção ou alerta, podendo causar ressecamento das vias respiratórias, irritação nos olhos e aumento no risco de incêndios florestais.

Ainda de acordo com a Apac, não há previsão de chuvas nos próximos dias, e as temperaturas devem permanecer elevadas durante o final de semana, com máximas de até 36 °C. A recomendação é evitar exposição prolongada ao sol nas horas mais quentes do dia, manter-se bem hidratado e procurar locais arejados.

A Apac segue monitorando as condições climáticas e reforça que o mês de outubro é historicamente um dos mais quentes do ano no estado, especialmente nas áreas sertanejas.

35 municípios do Sertão de Pernambuco terão chuva fora de época, aponta Inmet

A chuva no Sertão é sinônimo de alegria. Especialmente, quando vem fora de época. É o caso de 35 municípios pernambucanos que estão com possibilidade de acúmulo de água entre 20mm e 30mm, a hora, ou 50mm, o dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O alerta do Inmet foi publicado na manhã desta terça-feira (21), com validade até às 10h da quarta-feira (22), tem bandeira amarela, indicando o grau de severidade de “Perigo Potencial”.

Conforme a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), a chuva no Sertão começou nas últimas 12 horas. Mais forte em Verdejante (acúmulo de água superior a 70mm) e Mirandiba (superior a 50mm). Em São José do Belmonte e Ipubi o acúmulo de água ficou entre 32mm e 37mm.

Saiba quais são os 35 municípios do Sertão pernambucano que deve chover entre esta terça e quarta-feira:

  • Afrânio
  • Araripina
  • Belém do São Francisco
  • Betânia
  • Bodocó
  • Cabrobó
  • Calumbi
  • Carnaubeira da Penha
  • Cedro
  • Dormentes
  • Exu
  • Floresta
  • Granito
  • Ipubi
  • Itacuruba
  • Lagoa Grande
  • Mirandiba
  • Moreilândia
  • Orocó
  • Ouricuri
  • Parnamirim
  • Petrolândia
  • Petrolina
  • Salgueiro
  • Santa Cruz
  • Santa Cruz da Baixa Verde
  • Santa Filomena
  • Santa Maria da Boa Vista
  • São José do Belmonte
  • Serra Talhada
  • Serrita
  • Terra Nova
  • Trindade
  • Triunfo
  • Verdejante

SDS alerta para risco de incêndios florestais em Pernambuco com aumento do calor e baixa umidade

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS), faz um alerta à sociedade: entre os meses de outubro e março, o aumento das temperaturas, a baixa umidade e os ventos mais fortes formam o cenário ideal para a propagação rápida de incêndios florestais. Por isso, o período exige atenção redobrada e colaboração de todos.

A maioria das ocorrências registradas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE) tem origem na ação humana, seja por descuido, práticas inadequadas ou até de forma intencional. As consequências vão muito além da destruição da vegetação: há desequilíbrio ecológico, problemas respiratórios causados pela fumaça, danos materiais e risco à vida quando o fogo se aproxima de áreas habitadas.

“Grande parte dos incêndios florestais pode ser evitada com atitudes simples. É fundamental que as pessoas não utilizem o fogo para limpar terrenos, descartem corretamente o lixo e jamais joguem pontas de cigarro em áreas com vegetação seca. Cada ação de cuidado faz diferença na preservação do meio ambiente e na segurança de todos”, destaca o comandante do CBMPE, coronel Francisco Cantarelli.

As principais recomendações são não fazer queimadas, manter os terrenos limpos sem o uso de fogo, descartar corretamente resíduos como vidro e plástico, e evitar acender fogueiras ou soltar balões, prática que é considerada crime. Em áreas rurais, é indicado criar aceiros (faixas de terreno sem vegetação nas divisas ou cercas) para impedir a propagação do fogo e reduzir o material combustível em plantações.

Além dos prejuízos ambientais, os incêndios exigem grande mobilização das Operativas da Secretaria de Defesa Social (SDS). O Corpo de Bombeiros atua diretamente no combate às chamas, enquanto a Polícia Civil investiga as causas e possíveis responsáveis. Uma ocorrência que começa pequena pode se estender por horas ou até dias, demandando esforço humano e logístico que poderia ser destinado a outras ações emergenciais.

Dados

Ler mais

Inmet lança alerta de chuva para 46 municípios de Pernambuco nesta quarta-feira; nenhum no Sertão do Pajeú

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou alerta de risco de acúmulo de chuva com ‘Perigo Potencial’ para 46 municípios de Pernambuco.

Segundo o órgão, a classificação do grau de severidade do alerta aponta para acúmulo entre 20mm e 30mm, a hora, ou 50mm, o dia.

A faixa amarela que indica o risco de ‘Perigo Potencial’ no mapa do Inmet cobre todo o litoral do estado, passando pela Região Metropolitana do Recife e zonas da mata Norte e Sul. Nenhum no Sertão do Pajeú.

Confira quais municípios estão inclusos no alerta do Inmet:

  • Abreu e Lima;
  • Água Preta;
  • Aliança;
  • Amaraji;
  • Araçoiaba;
  • Barreiros;
  • Bonito;
  • Cabo de Santo Agostinho;
  • Camaragibe;
  • Carpina;
  • Catende;
  • Chã de Alegria;
  • Chã Grande;
  • Condado;
  • Cortês;
  • Escada;
  • Gameleira;
  • Glória do Goitá;
  • Goiana;
  • Igarassu;
  • Ilha de Itamaracá;
  • Ipojuca;
  • Itambé;
  • Itapissuma;
  • Itaquitinga;
    Jaboatão dos Guararapes;
  • Joaquim Nabuco;
  • Lagoa de Itaenga;
  • Maraial;
  • Moreno;
  • Olinda;
  • Palmares;
  • Paudalho;
  • Paulista;
  • Pombos;
  • Primavera;
  • Recife;
  • Ribeirão;
  • Rio Formoso;
  • São José da Coroa Grande;
  • São Lourenço da Mata;
  • Sirinhaém;
  • Tamandaré;
  • Tracunhaém;
  • Vitória de Santo Antão;
  • Xexéu.

Sexta onda de calor do ano chega ao Brasil nesta quinta-feira: saiba as capitais mais quentes

Fervura: São Paulo foi uma das cidades mais atingidas pela onda de calor de novembro

Nesta quinta-feira (18), o Brasil vai entrar na sexta onda de calor do ano. A disparada térmica deve atingir principalmente o Norte, Centro‑Oeste e parte do Nordeste com marcas que devem ficar pelo menos 3°C a 5°C acima da média histórica para esta época do ano. A onda de calor deve durar até a próxima segunda-feira, dia 22 de setembro.

Temperaturas altas poderão ser registradas em capitais como Cuiabá, Campo Grande, Brasília e Palmas, além de outras cidades localizadas no interior dessas regiões.

Regiões mais afetadas

Norte: expectativa de calor intenso ao longo do dia, com temperaturas máximas muito altas em cidades do interior, sobretudo quando houver pouca nebulosidade e ventos mais fracos. As noites tendem a permanecer quentes.

  • Centro‑Oeste: fortes calor térmico em cidades como Cuiabá e Campo Grande, possibilidade de recordes de calor local; sensação de abafamento persistente, especialmente durante a tarde.
  • Nordeste: embora boa parte da costa mantenha alívio moderado pela brisa marítima, o interior da região poderá registrar picos elevados de temperatura, com níveis de desconforto térmico considerável.
  • Sul e Sudeste: nessas regiões, o impacto da onda de calor será menor comparativamente. Ainda assim, poderão ocorrer tardes quentes e secas, principalmente no interior dos estados, mas inferior às temperaturas recordes esperados para Norte/Centro‑Oeste/Nordeste.

Temperaturas mínimas e máximas em 10 capitais nesta quinta-feira, segundo o Climatempo:

  • Belo Horizonte (MG): 16 °C/31 °C
  • Brasília (DF): 20°C/31 °C
  • Curitiba (PR): 14°C/24 °C
  • Florianópolis (SC): 13°C/24 °C
  • Goiânia (GO): 19°C/34 °C
  • Manaus (AM): 25°C/31 °C
  • Porto Alegre (RS): 15°C/27 °C
  • Rio de Janeiro (RJ): 18°C/30 °C
  • Salvador (BA): 22°C/32°C
  • São Paulo (SP): 14°C/27 °C

Riscos climáticos:

Desconforto térmico e risco à saúde para crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. Importante hidratação, evitar exposição solar direta entre 10h e 16h.

Ar seco associado ao calor pode agravar problemas respiratórios. Usar ventilação, evitar exercícios físicos intensos nos horários mais quentes.

Agricultura e pecuária: calor intenso pode provocar estresse térmico em animais e prejuízos em lavouras, especialmente nas regiões Centro‑Oeste e Norte.

Ler mais

Baixa umidade se agrava em quatro municípios de Pernambuco, diz o Inmet

Quatro municípios pernambucanos do Sertão atingiram o nível de ‘Perigo’ quanto à baixa umidade, segundo o alerta publicado nesta quinta-feira (11) no portal do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A classificação ‘Perigo’ do Inmet prevê a umidade relativa do ar variando entre 20% a 12%, aumentando os riscos de incêndio florestais e à saúde, como ressecamento de pele, desconforto nos olhos, boca e nariz.

Outros 16 municípios, também no Sertão do estado, estão com o grau de severidade em um nível de ‘Perigo Potencial’, com a umidade relativa do ar variando entre 30% e 20%.

Confira os municípios pernambucanos inclusos no alerta do Inmet:

‘Perigo’

  • Afrânio
  • Dormentes
  • Petrolina
  • Santa Filomena

‘Perigo Potencial’

  • Araripina
  • Bodocó
  • Cabrobó
  • Cedro
  • Granito
  • Ipubi
  • Lagoa Grande
  • Moreilândia
  • Orobó
  • Ouricuri
  • Santa Cruz
  • Santa Maria da Boa Vista
  • Serrita
  • Terra Nova
  • Trindade
  • Verdejante

INMET emite alerta de baixa umidade para cidades do Sertão

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um aviso de baixa umidade para municípios do Sertão de Pernambuco, válido a partir do meio-dia desta segunda-feira (08) até as 10h da manhã de terça-feira (09). A previsão é de que a umidade relativa do ar varie entre 30% e 20%.

As cidades de Afrânio e Araripina estão entre as áreas afetadas. Embora o risco de incêndios florestais e à saúde seja considerado baixo, o órgão reforça a necessidade de cuidados redobrados durante o período. Entre as principais recomendações estão manter a hidratação, evitar atividades físicas em horários de maior calor e reduzir a exposição direta ao sol.

O alerta segue a tendência de clima mais seco característica desta época do ano na região, quando a escassez de chuvas aumenta a sensação de desconforto térmico e exige atenção especial com idosos, crianças e pessoas com problemas respiratórios.

A população pode buscar informações adicionais e orientações junto à Defesa Civil, pelo telefone 199, e ao Corpo de Bombeiros, no número 193.